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Operation Odyssey Dawn: Força Aérea da Líbia está destruída, diz militar britânico

http://www.spiegel.de/images/image-193418-galleryV9-vhmo.jpg

As forças aliadas destruíram a Força Aérea da Libia e estão voando “impunemente” sobre o espaço aéreo líbio, atacando tropas em solo onde quer que elas estejam ameaçando populações civis, disse nesta quarta-feira (23) o vice-marechal-do-ar britânico Greg Bagwell.

“Estamos aplicando pressão sustentada e ininterrupta sobre as forças aéreas líbias”, disse ele.

“Efetivamente, a força aérea deles não existe mais como força de combate, e seu sistema de defesa aérea integrada e as redes de comando e de controle estão tão destruídas ao ponto que podemos operar quase impunemente sobre a Líbia.”

Ele afirmou que espera “algumas mudanças” na estrutura de comando das tropas aliadas, mas disse que as operações iriam continuar de modo semelhante.

Fonte: G1

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Momento X File: Será que?

Sugestão: F. Leocádio

Veja a semelhança dos danos sofridos nestas aeronaves alvejadas por artilharia anti-aérea… com os danos sofridos pelo F-15 nesta foto.

É no mínimo curioso…

E você o que acha?

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Novo avião de ‘guerra eletrônica’, o EA-18G Growler é usado na Líbia

Boeing EA-18G Growler

Aeronave dos EUA atrapalha comunicações do inimigo e facilita ataques.
Segundo site, é a primeira vez que o avião é empregado em combate.

Os Estados Unidos utilizam na ação militar na Líbia a aeronave de “guerra eletrônica” EA-18G Growler, que tem a capacidade de embaralhar as comunicações do inimigo. Serve, por exemplo, para evitar que as defesas antiaéreas da Líbia localizem e derrubem os caças da coalizão composta por EUA, França, Reino Unido e outros países.

Segundo reportagem do site da revista “Aviation Week”, especializada em aviação, a operação na Líbia “marca a estreia em combate do EA-18G”, que foi recém-incorporado à frota da Marinha dos EUA, em substituição aos EA-6B, em serviço desde 1971.

Boeing EA-18G Growler

A fabricante do equipamento, a norte-americana Boeing, informa em seu site que os EA-18G começaram a ser entregues à Marinha dos EUA em 2007 e foram usados pela primeira vez numa missão há pouco mais de um mês, em 17 de fevereiro.

O avião é uma das apostas dos EUA para evitar perdas de aeronaves em combate. Desde o início dos ataques na Líbia, no sábado (19), apenas um avião da coalizão caiu. Foi um caça F-15, na madrugada desta terça (22) – segundo o governo americano, por problemas mecânicos.

Um porta-voz do Pentágono disse, em entrevista no domingo (20), que os EA-18G foram usados no fim de semana para apoiar um ataque de 15 aviões da coalizão contra forças de Kadhafi que estavam a cerca de 15 km de Benghazi, a principal cidade rebelde. Segundo o porta-voz, esse ataque parou a marcha das tropas de Kadhafi em direção a Benghazi.

Boeing EA-18G Growler

A função da aeronave é realizar interferência eletrônica de dispositivos e sistemas eletrônicos – ou “enganar” os radares inimigos. Ela consegue também atrapalhar ataques antiaéreos inimigos. Segundo reportagem da revista Wired, uma futura geração do EA-18G será capaz de introduzir vírus em redes de computador dos países atacados.

Em setembro do ano passado, a Boeing fechou um contrato de US$ 5,2 bilhões por três anos para fornecer aviões à Marinha americana. Entre eles, 58 unidades do EA-18G Growler.

Apesar de não conhecer as características específicas do EA-18G Growler, o professor de telecomunicações da Poli-USP Luiz Baccalá explica como funcionam as assim chamadas “contramedidas eletrônicas”. Ele afirma que se trata de uma tecnologia de “processamento de sinais”.

Boeing EA-18G Growler

“Qualquer radar de defesa manda pulsos, que batem em um alvo qualquer e, a partir disso, é possível deduzir algumas informações sobre esse alvo, como distância e velocidade”, explica. Uma interferência pode fazer com que as informações sejam entendidas de maneira diferente. “Acaba havendo uma indução do inimigo de entender aquele sinal como se estivesse em uma velocidade diferente, por exemplo”, completa.

Fonte: G1

Comentário konner: O Boeing EA-18G Growler é a única aeronave de combate que realiza missões de ataques eletrônicos (AAE) e possui também capacidade de ataque  e utodefesa oriundos do caça F/A-18E/F Super Hornet Block II.

O design flexível do EA-18G, permite que este aparelho seja  operado tanto partir do convés de um porta-aviões ou de aeroportos terrestres.

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Novo avião de 'guerra eletrônica', o EA-18G Growler é usado na Líbia

Boeing EA-18G Growler

Aeronave dos EUA atrapalha comunicações do inimigo e facilita ataques.
Segundo site, é a primeira vez que o avião é empregado em combate.

Os Estados Unidos utilizam na ação militar na Líbia a aeronave de “guerra eletrônica” EA-18G Growler, que tem a capacidade de embaralhar as comunicações do inimigo. Serve, por exemplo, para evitar que as defesas antiaéreas da Líbia localizem e derrubem os caças da coalizão composta por EUA, França, Reino Unido e outros países.

Segundo reportagem do site da revista “Aviation Week”, especializada em aviação, a operação na Líbia “marca a estreia em combate do EA-18G”, que foi recém-incorporado à frota da Marinha dos EUA, em substituição aos EA-6B, em serviço desde 1971.

Boeing EA-18G Growler

A fabricante do equipamento, a norte-americana Boeing, informa em seu site que os EA-18G começaram a ser entregues à Marinha dos EUA em 2007 e foram usados pela primeira vez numa missão há pouco mais de um mês, em 17 de fevereiro.

O avião é uma das apostas dos EUA para evitar perdas de aeronaves em combate. Desde o início dos ataques na Líbia, no sábado (19), apenas um avião da coalizão caiu. Foi um caça F-15, na madrugada desta terça (22) – segundo o governo americano, por problemas mecânicos.

Um porta-voz do Pentágono disse, em entrevista no domingo (20), que os EA-18G foram usados no fim de semana para apoiar um ataque de 15 aviões da coalizão contra forças de Kadhafi que estavam a cerca de 15 km de Benghazi, a principal cidade rebelde. Segundo o porta-voz, esse ataque parou a marcha das tropas de Kadhafi em direção a Benghazi.

Boeing EA-18G Growler

A função da aeronave é realizar interferência eletrônica de dispositivos e sistemas eletrônicos – ou “enganar” os radares inimigos. Ela consegue também atrapalhar ataques antiaéreos inimigos. Segundo reportagem da revista Wired, uma futura geração do EA-18G será capaz de introduzir vírus em redes de computador dos países atacados.

Em setembro do ano passado, a Boeing fechou um contrato de US$ 5,2 bilhões por três anos para fornecer aviões à Marinha americana. Entre eles, 58 unidades do EA-18G Growler.

Apesar de não conhecer as características específicas do EA-18G Growler, o professor de telecomunicações da Poli-USP Luiz Baccalá explica como funcionam as assim chamadas “contramedidas eletrônicas”. Ele afirma que se trata de uma tecnologia de “processamento de sinais”.

Boeing EA-18G Growler

“Qualquer radar de defesa manda pulsos, que batem em um alvo qualquer e, a partir disso, é possível deduzir algumas informações sobre esse alvo, como distância e velocidade”, explica. Uma interferência pode fazer com que as informações sejam entendidas de maneira diferente. “Acaba havendo uma indução do inimigo de entender aquele sinal como se estivesse em uma velocidade diferente, por exemplo”, completa.

Fonte: G1

Comentário konner: O Boeing EA-18G Growler é a única aeronave de combate que realiza missões de ataques eletrônicos (AAE) e possui também capacidade de ataque  e utodefesa oriundos do caça F/A-18E/F Super Hornet Block II.

O design flexível do EA-18G, permite que este aparelho seja  operado tanto partir do convés de um porta-aviões ou de aeroportos terrestres.

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Deu no Cavok:Limitações mantém caça F-22 Raptor fora das operações na Líbia

Os caças F-22 estão sendo mantidos fora da operação na Líbia, possivelmente por algumas limitações. (Foto: U.S. Air Force)

Uma aeronave notável que está ausente dos céus da Líbia é o notável caça F-22 Raptor da Força Aérea dos EUA. O caça fabricado pela Lockheed Martin provavelmente está sendo mantido afastado das operações devido à sua incapacidade de se comunicar com outros aviões da coalizão e sua limitada capacidade de acertar alvos no solo, disseram analistas.

“Os projetistas do F-22 tinham um dilema, que era de ter a conectividade permitindo a versatilidade ou ter o silêncio rádio que facilitaria a furtividade. Foi optado por um conjunto limitado de links de dados táticos “, disse Loren Thompson, analista do escritório de operações e chefe do Instituto Lexington, em Arlington, Virginia.

O F-22 só pode se conectar com outros F-22s através de um link de dados “intraflight”, e só pode receber, mas não transmitir, através do padrão de link de dados 16 encontrado na maioria das aeronaves aliadas.

Emissões de rádio de vários tipos de link de dados poderia dar a posição da aeronave, disse Thompson.

Como tal, sendo o Raptor uma das únicas aeronaves furtivas operacionais no mundo, ele carece muito da conectividade encontrada em outros aviões de combate, disse ele.

A aeronave também carece de uma capacidade significativa de ataque ar-solo. Atualmente, o F-22 só pode ser equipado com duas JDAM (Joint Direct Attack Munitions) de mil libras, que são as bombas guiadas por GPS, contra alvos fixos. Ele ainda não têm a capacidade de transportar as bombas de pequeno diâmetro (SDB) de 250 quilos, ou de criar mapas de radar de abertura sintética, que são imagens em preto e branco com qualidade fotográfica da superfície da Terra, necessários para selecionar seus próprios alvos no solo. Comparativamente, um F-15E Strike Eagle pode transportar material bélico de 24.000 libras.

Esses recursos estarão disponíveis uma vez que o a atualização de hardware 3.1 esteja disponívels em toda frota operacional dos Raptor ainda este ano. No entanto, mesmo com incremento 3.1 instalado, o F-22 só será capaz de designar dois alvos, de um total das oito SDBs que poderia ser capaz de realizar. Os testes operacionais estão implantando aos poucos a atualização 3.1 na Base Aérea de Nellis, Nevada, desde novembro.

Devido a sua capacidade inferior a dos caças F-15E de ataque o solo, os Raptors estão por enquanto fora das operações na Líbia. (Foto: Senior Airman Christopher L. Ingersoll / U.S. Air Force)

No entanto, a adição de Incremento 3.1 não irá resolver a incapacidade básica do Raptor para se conectar com outras aeronaves, e nem a USAF tem definido um plano claro do F-22 de fazer isso. Uma futura atualização 3.2 foi iniciada para ter incluída o Multifunction Advanced Data-link (MADL) encontrado no F-35 Joint Strike Fighter, no entanto, a USAF excluiu a verba necessária para este projeto no final do ano passado.

O MADL também está previsto para ser integrado nos B-2, que permitiriam que toda a frota stealth da Força Aérea dos EUA possa ser conectada durante as operações dentro do espaço aéreo hostil.

Além disso, é somente com a adição da atualização 3.2 que o Raptor seria capaz de redirecionar independentemente oito SDBs em oito alvos separados.

No âmbito global da doutrina de uma Força Tarefa de Ataque da USAF, o Raptor normalmente escolta bombardeiros B-2 Spirit “atacando antes” as defesas aéreas do inimigo. No entanto, o Comando dos EUA na África (AFRICOM), que está coordenando os ataques na Operação Odisseia do Amanhecer, confirmou que os F-22 não tem sobrevoado a Líbia.

“Não vejo nenhuma indicação de que os F-22s foram utilizados como uma escolta para os bombardeiros B-2, eq também não vejo nada que indique que e o Raptor será usado em futuras missões sobre a Líbia”, disse o major da Força Aérea Eric Hilliard, um porta-voz para o AFRICOM.

No dia 20 de março, três B-2s voaram a partir de sua base nos EUA de Whiteman, Missouri, contra alvos na Líbia.

Os analistas concordaram que parte da razão para a ausência do Raptor é que o caça não está sendo necessário para derrotar as defesas relativamente simples da Líbia. Os líbios têm uma frota em grande parte de obsoletas aeronaves e mais atingas defesas aéreas da extinta União Soviética.

“A Líbia não é geralmente considerada uma adversária altamente capaz”, acrescentou Thompson.

Gunzinger disse que o B-2s, provavelmente, voaram durante a noite, o que eliminaria qualquer possibilidade de o avião de guerra bilionário ser descoberto visualmente pelo inimigo. “As grandes aeronaves subsônicas podem ser potencialmente vulneráveis se forem vistos, é por isso que seriam escoltados por caças de alto desempenho stealth como o F-22, se eles estivessem voando contra um inimigo mais desafiador como o Irã ou a Coreia do Norte”, disse Thompson.

Fonte: Air Force Times – Tradução: Cavok

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Vídeo – Participação do B-2 na operação Odisséia da Alvorada

Vídeo interessante retratando a participação do B-2 na Operação Odisséia da Alvorada.

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Força aérea líbia foi totalmente destruída, diz comandante britânico

http://3.bp.blogspot.com/-l9a36VGTrrc/TYR-nmzW7PI/AAAAAAAAIS4/HzGeCyWbchg/s1600/LIBIA%2BMIG-23%2BBENGASI%2B2.jpg

Aviões da coalizão internacional destruíram totalmente a força aérea do ditador líbio, Muammar Gaddafi e voam livremente dentro do espaço aéreo do país, atacando tropas no solo em qualquer local onde a população civil esteja sob ameaça, disse um alto comandante militar britânico nesta quarta-feira.

“Nós estamos agora fazendo pressão incessante sobre as forças armadas líbias”, disse o comandante Greg Bagwell, segundo relato por escrito feito em uma base aére no sul da Itália, onde jatos britânicos estão baseados.

“Efetivamente, a força aérea [de Gaddai] não existe mais como força de combate, e o sistema de defesa aérea está gravemente deteriorado, de forma que podemos operar livremente no espaço aéreo livre”, escreveu ainda Bagwell.

Ele relatou ainda que devem haver algumas mudanças na estrutura de comando das forças aliadas, mas que a operação continuará de forma semelhante.

Mais cedo hoje, os aviões da coalizão bombardearam as forças de Gaddafi perto da cidade de Misrata, onde rebeldes da oposição enfrentam uma forte ofensiva. Ao menos 90 teriam morrido no ataque.

Gaddafi mantém tanques e franco-atiradores no centro de Misrata, a terceira maior cidade do país. Os rebeldes, que têm conseguido manter o controle, relatam um massacre, com atiradores matando até mesmo médicos que aplicam os primeiros-socorros em feridos. Os hospitais, relatam testemunhas, estão lotados e muitos feridos aguardam no chão por tratamento.

“O aviões aliados bombardearam duas vezes até agora. Às 0h45 (19h45 de terça-feira em Brasília) e depois novamente menos de duas horas atrás”, disse um morador local Saadoun, citado à agência de notícia Reuters. “Eles [as forças pró-Gaddafi] não dispararam uma única vez desde o ataque aéreo”, comemorou.

Outro morador disse que os ataques atingiram uma base, ao sul de Misrata, onde as forças Gaddafi estão abrigadas.

Mais cedo, testemunhas na cidade relataram clima de medo. “As pessoas estão vivendo em um estado de medo. A eletricidade foi cortada, a água foi cortada”.

Somente nesta terça-feira, disparos de atiradores e de obuses mataram 17 pessoas, incluindo cinco crianças, informou à France Presse um médico de um hospital da cidade.

TRÍPOLI

A manhã de quarta-feira (madrugada em Brasília) foi marcada por explosões e artilharia pesada antiaérea na capital da Líbia, Trípoli, aparentemente mais um dia de ofensiva internacional contra as forças de Muammar Gaddafi.

Ao menos duas explosões foram ouvidas antes do amanhecer desta quarta-feira. Segundo a rede de TV CNN, a fonte das explosões e dos tiros não está clara.

Mas a região atingida tem uma grande base militar –um dos alvos prioritários da operação Aurora da Odisseia.

GOVERNO REBELDE


Os rebeldes líbios designaram Mahmoud Jabril como chefe de governo interino, no que sinaliza uma mudança na estratégia seguida até agora pelo Conselho Nacional Transitório (CNT), criado em 27 de fevereiro, informou a rede de TV árabe Al Jazeera.

Segundo a TV, o novo presidente provisório, que estava à frente do comitê de crise para assuntos militares e exteriores, assumirá a tarefa de nomear seus ministros. Até agora, Jabril havia desempenhado a representação exterior do CNT e tinha viajado a Paris para se encontrar com o presidente francês, Nicolas Sarkozy –primeiro país a reconhecer oficialmente a autoridade dos rebeldes.

Considerado um reformista, sua designação pode ser interpretada como um passo em busca do reconhecimento exterior, embora até agora os rebeldes tenham evitado essa denominação para tentar diminuir o risco de divisão no país. Sua escolha para liderar o governo provisório sediado em Benghazi, um dos principais redutos rebeldes, representa a existência de dois gabinetes no país.

SEM LIDERANÇA

A falta de organização da revolta e os protestos iniciados em Benghazi em 16 de fevereiro –que um dia depois atingiu o país de leste a oeste– foram agravados pela ausência de uma liderança clara entre a mobilização opositora na Líbia –que foi assumida provisoriamente por Mustafa Abdel Jalil, ex-ministro da Justiça de Muammar Gaddafi.

No entanto, as dissonâncias fizeram-se evidentes, desde o primeiro momento, por sua particular interpretação das decisões do CNT, cujo vice-presidente e porta-voz oficial, Abdel Hafiz Ghoga, teve de desmenti-lo em várias ocasiões.

Sem o consenso dos demais conselheiros, ele defendeu a aceitação da saída de Gaddafi em troca da garantia de que os rebeldes não levariam o ditadorl à Justiça, proposta que suscitou críticas entre os conselheiros.

À ausência de uma liderança clara, somou-se a descoordenação dos insurgentes, que agiram no plano militar com pouca estratégia, o que ficou evidenciado quando Gaddafi lançou uma contraofensiva e chegou às imediações de Benghazi. As tropas leais ao ditador foram detidas na região pelos ataques aéreos da coalizão internacional.

Fonte: Folha

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Mediterrâneo: Alemanha retira navios de operações da OTAN

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Alemanha decidiu nesta terça-feira suspender a participação de seus navios de guerra nas operações da OTAN no Mar Mediterrâneo, para não participar do controle ao embargo de armas à Líbia, anunciou o Ministério de Defesa.

“A OTAN decidiu um embargo de armas à Líbia que tem também consequências concretas, como um eventual emprego das armas. A Alemanha não participará disso”, explicou à AFP um porta-voz do Ministério da Defesa.
“O ministério decidiu como consequência neste dia (terça-feira) colocar duas fragatas e dois barcos no Mar Mediterrâneo sob o comando nacional”, completou.

A Alemanha absteve-se na semana passada na votação da resolução no Conselho de Segurança da ONU que autorizava as operações militares contra o regime do coronel Kadhafi, e se negou a autorizar seus soldados a participar dessas operações.

Fonte: EM

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Defesa

Fotos da Primeira missão Rafale M sobre a Líbia

Clique na imagem para ampliar.


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https://lh3.googleusercontent.com/-06SQpxvdus4/TYlX42diG4I/AAAAAAAAAn8/ljuxNbnJOdg/s1600/libye-premiere-mission-aerienne-pour-la-tf-473-4.jpg

https://lh3.googleusercontent.com/-8RKs8FMVGOI/TYlX5FYFzHI/AAAAAAAAAoA/VetLehk39dU/s1600/libye-premiere-mission-aerienne-pour-la-tf-473-5.jpg

https://lh4.googleusercontent.com/-zf3EDMNnDGA/TYlX5zI7lAI/AAAAAAAAAoE/oEa-6zQuMlY/s1600/libye-premiere-mission-aerienne-pour-la-tf-473.jpg

https://lh3.googleusercontent.com/-3hKkONX5Dq4/TYlX67sKbTI/AAAAAAAAAoI/uZxFd7uCaek/s1600/operation-harmattan-4e-jour-2.jpg

https://lh5.googleusercontent.com/-HlMLHEzZvqE/TYlX3bzyNbI/AAAAAAAAAnw/gvMpQkMjIa4/s1600/operation-harmattan-4e-jour-1.jpg

Fonte: Rafale News

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Presidente do Iêmen alerta para risco de guerra se houver ‘golpe’

“O país não estará seguro, haverá uma guerra civil, uma guerra sangrenta”, afirmou o presidente Ali Abullah Saleh.

O presidente do Iêmen, Ali Abullah Saleh, afirmou nesta terça-feira que o que ele chamou de “tentativa de golpe” contra seu governo poderia levar a uma guerra civil no Iêmen. “Aqueles que querem chegar ao poder através de golpes devem saber que isto está fora de questão. O país não estará seguro, haverá uma guerra civil, uma guerra sangrenta”, disse ele.

Oficiais do Exército declararam seu apoio a manifestantes pró-democracia na segunda-feira. Blindados de alas do Exército leais ao governo e favoráveis aos manifestantes estão nas ruas.

Dois soldados morreram nesta terça-feira em choques entre o Exército e a Guarda Republicana, força de elite, na cidade de Mukalla, sudeste do país.

O general Ali Mohsen al-Ahmar, um dos militares mais importantes do país, ex-aliado do presidente, disse publicamente na segunda-feira que havia passado para o lado dos manifestantes. Dois outros oficiais de alto escalão do Exército teriam renunciado, também na segunda-feira.

Foto: Reuters

Protestos antigoverno seguem a tomar praças e ruas do Iêmen, como na cidade de Sanaa

Desafiador
O Iêmen é sacudido há semanas por protestos contra o governo. A autoridade do presidente Saleh vem sendo minada por uma série de renúncias, desde que cerca de 50 manifestantes foram mortos a tiros em uma manifestação na capital, Sanaa, na sexta-feira.

Saleh permanece desafiador diante dos protestos. Uma fonte próxima a ele disse à BBC na segunda-feira que o presidente não deixaria o poder, mas poderia convocar eleições no fim do ano.

No domingo, Saleh demitiu todo seu gabinete, em uma aparente resposta aos protestos. O Iêmen é um dos países do Oriente Médio que vivem uma crise gerada por protestos populares, desde que os presidente de Egito e Tunísia foram depostos por revoltas populares.

Saleh está no poder há 32 anos. Ele enfrenta um movimento separatista no sul, um braço da Al Qaeda e um conflito esporádico com tribos xiitas no norte.

Prazo para saída

Pressionado, o presidente Ali Abdullah Saleh disse nesta terça-feira que está disposto a deixar o cargo em janeiro de 2012. No entanto a oposição, que exige sua renúncia imediata, recusou a oferta, o que pode prolongar ainda mais a crise política no país. “O povo exige que ele saia imediatamente (…). Não temos o direito de mudar a vontade do povo”, afirmou Mohammed Sabri, dirigente e porta-voz da oposição no parlamento iemenita, em entrevista ao canal Al-Arabiya.

Confrontado com os protestos em massa que tomaram as ruas da capital Sanaa desde janeiro, Saleh a princípio indicou que pretende permanecer no cargo apenas até o fim de seu mandato, em 2013, e que não concorreria novamente. Agora, um alto funcionário do governo revelou que ele propôs renunciar em janeiro de 2012, após um referendo parlamentar.

Leia também:

Esta fonte, que pediu o anonimato, disse que a proposta faz parte de uma iniciativa de Saleh, no poder há três décadas, de “mudar para parlamentarista o sistema político em vigor”.

A própria Liga Árabe fez um apelo ao governo iemenita nesta terça-feira, condenando o massacre de civis e pedindo a Saleh que “concentre esforços para salvaguardar a unidade nacional e o direito à liberdade de expressão”.

O secretário da Defesa britânico William Gates disse à imprensa em Moscou que “a instabilidade (do Iêmen) e a redução do foco no embate contra a AQAP (Al-Qaeda na Península Arábica) é certamente minha maior fonte de preocupação nesta situação”.

Indagado se Washington ainda apoia Saleh, Gates disse que não discutiria “assuntos internos sobre o Iêmen”. Treze ativistas da Al-Qaeda foram mortos e cinco soldados ficaram feridos em combates na província de Abyan, no sul do Iêmen, bastião da rede terrorista de Osama bin Laden, informou um oficial de segurança iemenita nesta terça-feira, sem indicar quando ocorreu o incidente.

Nesta terça-feira, o secretário da Defesa americano, Robert Gates, alertou que os atuais distúrbios no Iêmen poderão favorecer a Al-Qaeda, e afirmou estar preocupado com a situação no país árabe. “Evidentemente, estamos preocupados com a instabiliade no Iêmen”, declarou Gates aos jornalistas que viajavam com ele para Moscou, onde se reunirá com o presidente russo Dmitri Medvedev.

“A instabilidade e o desvio da atenção a respeito da AQPA (Al-Qaeda na Península Arábica) é, por certo, minha preocupação principal nesta situação”, acrescentou Gates referindo-se à facção da Al-Qaeda no Iêmen.

* com informações da AFP

Fonte: Último Segundo

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Presidente do Iêmen alerta para risco de guerra se houver 'golpe'

“O país não estará seguro, haverá uma guerra civil, uma guerra sangrenta”, afirmou o presidente Ali Abullah Saleh.

O presidente do Iêmen, Ali Abullah Saleh, afirmou nesta terça-feira que o que ele chamou de “tentativa de golpe” contra seu governo poderia levar a uma guerra civil no Iêmen. “Aqueles que querem chegar ao poder através de golpes devem saber que isto está fora de questão. O país não estará seguro, haverá uma guerra civil, uma guerra sangrenta”, disse ele.

Oficiais do Exército declararam seu apoio a manifestantes pró-democracia na segunda-feira. Blindados de alas do Exército leais ao governo e favoráveis aos manifestantes estão nas ruas.

Dois soldados morreram nesta terça-feira em choques entre o Exército e a Guarda Republicana, força de elite, na cidade de Mukalla, sudeste do país.

O general Ali Mohsen al-Ahmar, um dos militares mais importantes do país, ex-aliado do presidente, disse publicamente na segunda-feira que havia passado para o lado dos manifestantes. Dois outros oficiais de alto escalão do Exército teriam renunciado, também na segunda-feira.

Foto: Reuters

Protestos antigoverno seguem a tomar praças e ruas do Iêmen, como na cidade de Sanaa

Desafiador
O Iêmen é sacudido há semanas por protestos contra o governo. A autoridade do presidente Saleh vem sendo minada por uma série de renúncias, desde que cerca de 50 manifestantes foram mortos a tiros em uma manifestação na capital, Sanaa, na sexta-feira.

Saleh permanece desafiador diante dos protestos. Uma fonte próxima a ele disse à BBC na segunda-feira que o presidente não deixaria o poder, mas poderia convocar eleições no fim do ano.

No domingo, Saleh demitiu todo seu gabinete, em uma aparente resposta aos protestos. O Iêmen é um dos países do Oriente Médio que vivem uma crise gerada por protestos populares, desde que os presidente de Egito e Tunísia foram depostos por revoltas populares.

Saleh está no poder há 32 anos. Ele enfrenta um movimento separatista no sul, um braço da Al Qaeda e um conflito esporádico com tribos xiitas no norte.

Prazo para saída

Pressionado, o presidente Ali Abdullah Saleh disse nesta terça-feira que está disposto a deixar o cargo em janeiro de 2012. No entanto a oposição, que exige sua renúncia imediata, recusou a oferta, o que pode prolongar ainda mais a crise política no país. “O povo exige que ele saia imediatamente (…). Não temos o direito de mudar a vontade do povo”, afirmou Mohammed Sabri, dirigente e porta-voz da oposição no parlamento iemenita, em entrevista ao canal Al-Arabiya.

Confrontado com os protestos em massa que tomaram as ruas da capital Sanaa desde janeiro, Saleh a princípio indicou que pretende permanecer no cargo apenas até o fim de seu mandato, em 2013, e que não concorreria novamente. Agora, um alto funcionário do governo revelou que ele propôs renunciar em janeiro de 2012, após um referendo parlamentar.

Leia também:

Esta fonte, que pediu o anonimato, disse que a proposta faz parte de uma iniciativa de Saleh, no poder há três décadas, de “mudar para parlamentarista o sistema político em vigor”.

A própria Liga Árabe fez um apelo ao governo iemenita nesta terça-feira, condenando o massacre de civis e pedindo a Saleh que “concentre esforços para salvaguardar a unidade nacional e o direito à liberdade de expressão”.

O secretário da Defesa britânico William Gates disse à imprensa em Moscou que “a instabilidade (do Iêmen) e a redução do foco no embate contra a AQAP (Al-Qaeda na Península Arábica) é certamente minha maior fonte de preocupação nesta situação”.

Indagado se Washington ainda apoia Saleh, Gates disse que não discutiria “assuntos internos sobre o Iêmen”. Treze ativistas da Al-Qaeda foram mortos e cinco soldados ficaram feridos em combates na província de Abyan, no sul do Iêmen, bastião da rede terrorista de Osama bin Laden, informou um oficial de segurança iemenita nesta terça-feira, sem indicar quando ocorreu o incidente.

Nesta terça-feira, o secretário da Defesa americano, Robert Gates, alertou que os atuais distúrbios no Iêmen poderão favorecer a Al-Qaeda, e afirmou estar preocupado com a situação no país árabe. “Evidentemente, estamos preocupados com a instabiliade no Iêmen”, declarou Gates aos jornalistas que viajavam com ele para Moscou, onde se reunirá com o presidente russo Dmitri Medvedev.

“A instabilidade e o desvio da atenção a respeito da AQPA (Al-Qaeda na Península Arábica) é, por certo, minha preocupação principal nesta situação”, acrescentou Gates referindo-se à facção da Al-Qaeda no Iêmen.

* com informações da AFP

Fonte: Último Segundo