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Conflitos Geopolítica

Gates: tropas podem começar a deixar Afeganistão em julho

AFP  —  Os Estados Unidos podem começar a retirar suas tropas do Afeganistão em julho, disse nesta segunda-feira o secretário de Defesa americano Robert Gates, que desembarcou em Cabul para uma visita surpresa.

Entretanto, destacou que as tropas não sairão todas ao mesmo tempo a partir desta data, e que os combatentes do talibã continuarão a ser perseguidos implacavelmente.

Ao lado do presidente afegão, Hamid Karzai, Gates desculpou-se em nome dos Estados Unidos pelas crianças mortas na guerra.

“Isto parte nosso coração”, afirmou o secretário.

Fonte:  Terra

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Conflitos Geopolítica

Otan ameaça Kadafi com intervenção caso ataques continuem

Anders Fogh Rasmussen

EFE  —  O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Anders Fogh Rasmussen, reivindicou nesta segunda-feira à Líbia uma transição para a democracia e advertiu ao regime político de Muammar Kadafi que haverá uma reação internacional se continuar usando a violência. “Se Kadafi e suas forças militares continuarem atacando sistematicamente a população, não posso imaginar que a comunidade internacional fique somente olhando”, disse Rasmussen sobre uma possível intervenção no país norte-africano, onde, em sua opinião, podem estar havendo “crimes contra a humanidade”.

Ao mesmo tempo, ele deixou claro que a Aliança não tem por enquanto prevista nenhuma atuação militar e ressaltou que só intervirá se for solicitada e contar com um mandato apropriado das Nações Unidas. “A Otan não tem intenção de intervir, mas como organização de segurança nossa obrigação é fazer um planejamento prudente para qualquer eventualidade”, explicou Rasmussen em entrevista coletiva. Os responsáveis militares da Aliança estão elaborando planos sobre possíveis cenários. Na semana passada, receberam a incumbência de continuar essa mobilização de maneira mais formal.

“Temos de estar prontos para agir rapidamente”, mas até agora “não recebemos nenhuma indicação de que nossa ajuda seja necessária”, ressaltou. Dentro desses preparativos, inclui-se a imposição de uma zona de exclusão aérea sobre a Líbia, que alguns países tentam levar adiante para impedir os bombardeios da Força Aérea leal a Kadafi. Rasmussen indicou em entrevista coletiva que essa ação requer um “amplo leque de recursos militares” e lembrou que a resolução sobre a Líbia aprovada por enquanto pelo Conselho de Segurança da ONU não prevê o uso da força.

Sem querer antecipar possíveis eventos, o secretário-geral da Otan deixou claro que a comunidade internacional não permanecerá impassível se os ataques do regime de Kadafi contra a população continuarem. “Muita gente pelo mundo se verá tentada a dizer: “façamos algo para deter este massacre”, afirmou. A Otan já realizou duas missões de exclusão aérea na década de 1990, uma durante a guerra da Bósnia-Herzegovina e outra no conflito do Kosovo.

Fonte:  Terra

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Defesa Sistemas de Armas

Lockheed Martin divulga seis novos produtos para atender necessidades ISR

A aeronave Gulfstream III “Dragon Star”, o Laboratório de Multi-Inteligência Embarcado, com as capacidades ISR Dragon oferecidas pela Lockheed Martin.

A Lockheed Martin introduziu na semana passada seis novos produtos a seu portfolio, incluindo aeronaves e estações de controle terrestre, que podem ser configuradas e adaptadas para específicas exigências de inteligência, vigilância e reconhecimento dos clientes. Chamado de série “Dragon”, esssa plataformas podem ser customizadas para apoiar individualmente os militares, defesas de segurança nacional, ajuda humanitária e de desastres naturais, e missões assistênciais.

A linha Dragon da Lockheed Martin pode ser altamente adaptável as necessidades dos clientes.

No atual ambiente complexo, raramente uma única aeronave pode atender todas necessidades dos clientes. Para ajudar nesse sentido, as configurações Dragon ampliam a experiência ISR dos clientes através de uma catálogo amplo de plataformas únicas ou multi-tarefas integrando equipamentos terrestres e aéreos. A Lockheed Martin oferece uma flexível e focada proposta aos clientes com soluções projetadas para integrar os novos equipamentos nas atuais arquiteturas aéreas e terrestres existentes nos clientes. Programas e equipamentos modernos oferecem um gerenciamento do ciclo de custo de vida. Capacidades intesivamente simuladas e a flexibilidade da ferramenta permite que a Lockheed Martin trabalhe em cooperação com os clientes oferecendo uma análise quantitativa da missão e uma aeronave que atenda as exigências que apoiam os sistemas apropriados.

Interior da aeronave com o equipamento de inteligência, vigilância e reconhecimento a bordo do jato Gulfstream adaptado pela Lockheed Martin.

Todas configurações incorporam uma arquitetura modular “plug and play” para um custo benefício e rápida introdução das novas capacidades. Mais opções possibilitam uma ampla e variada gama de sistemas de comunicações, bem como dedicados sistemas de processamento terrestre com opcional segurança multi-nível.

As configurações propostas pela Lockheed Martin na linha Dragon são:

A aeronave Dragon Star da Lockheed Martin.

Dragon Scout – plataformas feitas em aeronaves executivas maiores com amplitude total de sistemas ISR;       ideal para clientes com exigências maiores e grandes áreas geográficas de interesse.

Dragon Shield – plataforma adaptável e flexível de sensores para clientes que precisam de uma solução que pode executar múltiplas missões (transporte aéreo e ISR).

Dragon Star – plataforma montada sobre jatos executivos médios e turbohélices com sistemas de ISR adaptáveis.

Dragon Stare – plataformas pequenas: jato, turbohélices ou em casulos sob as asas, com sistemas de comunicação e sensores, além de um sistema terrestre adaptável.

Dragon Den – Estações de processamento de informações ISR no solo que possui um tamanho desde uma única estação até vários estações de trabalho em módulos móveis em abrigos com associados sistemas de comunicação.

Net Dragon – Serviço contrataod de operadores ISR que podem ser utilizadps com todas opções de configurações Dragon. Possível solução para quem precisa os produtos ISR, mas não quer ter o custo de aquisição de um sistema completo.

Fonte: CAVOK

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Defesa Sistemas de Armas

A Índia efetuou com êxito o teste do míssil

http://lh3.ggpht.com/_erq5Z9l-0CA/SDifOM2eQdI/AAAAAAAAQKw/zDhD3o3f0mQ/pi2.jpgMíssil balístico Prithvi semelhante ao modelo utilizado como alvo

Sugestão: Roberto MG

Adaptação:  E.M.Pinto

Plano Brasil

A Índia testou neste domingo com êxito um míssil interceptador desenhado para destruir mísseis balísticos, informou a agência índiana IANS.

Foi uma operação fantástica. O míssil destruiu com êxito seu objetivo.

O míssil interceptador foi disparado esta manhã desde a ilha de Wheeler, na bahia de Bengala, impactando com precisão o objetivo a uns 16 km de altura.

Como alvo, usou-se um míssil balístico Prithvi, também de fabricação nacional e que foi lançado do polígono de Chandipur, localizado no estado de Orissa a 70 km da ilha Wheeler.

A Índia trabalha num sistema nacional de defesa anti-míssil composta pro vários sistemas inclusive do míssil interceptador ensaiado hoje.

FONTE: Rian Novosti

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Conflitos Geopolítica

Rússia é contra intervenção estrangeira na Líbia

Ministro russo das Relações Exteriores, Serguei Lavrov

AFP  —  A Rússia é contra qualquer ingerência militar estrangeira na Líbia, anunciou nesta segunda-feira o ministro russo das Relações Exteriores, Serguei Lavrov, indo contra os crescentes chamados de Washington para apoiar militarmente os rebeldes opostos ao regime de Muammar Kadafi.

“Não consideramos a ingerência estrangeira, em especial militar, como um meio para resolver a crise na Líbia. Os líbios devem resolver seus problemas”, declarou Lavrov, citado pelas agências russas.

Nos Estados Unidos, a pressão aumentou para que o governo do presidente Barack Obama forneça ajuda militar aos insurgentes e neutralize a aviação de Kadafi, seja com uma zona de exclusão aérea ou a destruição das pistas.

Obama advertiu nesta segunda-feira aos assessores do líder libio Muammar Kadafi que deverão responder pela violência em seu país.

Obama igualmente afirmou que a Otan deve se reunir em Bruxelas para discutir uma reação à violência na Líbia, e indicou ter dado sua autorização a uma ajuda extra de US$ 15 milhões para as operações humanitárias ligadas à crise.

Líbios enfrentam repressão e desafiam Kadafi
Impulsionada pela derrocada dos presidentes da Tunísia e do Egito, a população da Líbia iniciou protestos contra o líder Muammar Kadafi, que comanda o país desde 1969. As manifestações começaram a tomar vulto no dia 17 de fevereiro, e, em poucos dias, ao menos a capital Trípoli e as cidades de Benghazi e Tobruk já haviam se tornado palco de confrontos entre manifestantes e o exército.

Os relatos vindos do país não são precisos, mas a onda de protestos nas ruas líbias já é bem mais violenta que as que derrubaram o tunisiano Ben Ali e o egípcio Mubarak. A população tem enfrentado uma dura repressão das forças armadas comandas por Kadafi. Há informações de que aeronáutica líbia teria bombardeado grupos de manifestantes em Trípoli. Estima-se que centenas de pessoas, entre manifestantes e policiais, tenham morrido. Muitas dezenas de milhares já deixaram o país.

Além da repressão, o governo líbio reagiu através dos pronunciamentos de Saif al-Islam , filho de Kadafi, que foi à TV acusar os protestos de um complô para dividir a Líbia, e do próprio Kadafi, que, também pela televisão, esbravejou durante mais de uma hora, xingando os contestadores de suas quatro décadas de governo centralizado e ameaçando-os de morte. Desde então, as aparições televisivas do líder líbio têm sido frequentes, variando de mensagens em que fala do amor da população até discursos em que promete vazar os olhos da oposição.

Não apenas o clamor das ruas, mas também a pressão política cresce contra o coronel. Internamente, um ministro líbio renunciou e pediu que as Forças Armadas se unissem à população. Vários embaixadores líbios também pediram renúncia ou, ao menos, teceram duras críticas à repressão. Além disso, o Conselho de Segurança das Nações Unidas fez reuniões emergenciais, nas quais responsabilizou Kadafi pelas mortes e indicou que a chacina na Líbia pode configurar um crime contra a humanidade. Mais recentemente, o Tribunal Penal Internacional iniciou investigações sobre as ações de Kadafi, contra quem também a Interpol emitiu um alerta internacional.

Fonte:   Terra

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Conflitos Geopolítica

China confirma compra de dívida de países europeus

http://www.japanfocus.org/data/eu-china-flags.jpgO ministro chinês dos Negócios Estrangeiros confirmou, esta segunda-feira, que a China tem comprado obrigações do tesouro de alguns países europeus relevantes e sublinhou que o seu governo segue «atentamente» a crise da dívida na Europa.

http://media.economist.com/images/images-magazine/2011/01/15/eu/20110115_eud000.jpg

«A China acompanhou atentamente a crise da dívida soberana de alguns países europeus», afirmou Yang Jiechi, em conferência de imprensa.

«Acreditamos que os passos dados pela China foram bem recebidos pelos países e povos da Europa, particularmente pelos desses governos e povos», acrescentou o governante.


Fonte: DN Globo

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Espaço Fotos do Dia Tecnologia

Ministro da Ciência e Tecnologia do Brasil Conhece Projeto dos Veículos Hipersônicos.

Imagem: BrazilianSpace

Sugestão: Roberto MG

O Ministro da Ciência e Tecnologia do Brasil, Aloizio Mercadante Oliva, conheceu, na terça-feira (1/03), o projeto dos Veículos Hipersônicos http://3.bp.blogspot.com/_x2tsYqz5q3c/SsOOiZaoNrI/AAAAAAAABHg/OUGHvZBKaEk/s320/Tiago+Rolim+do+IEAv+-+Projeto+14-X.bmpAspirados 14-X e DVPL, em visita ao Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial (DCTA) por ocasião da aula inaugural do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). O projeto é desenvolvido pelo Instituto de Estudos Avançados (IEAv).

Foram explicadas ao ministro as características do 14-X, que utiliza as tecnologias de motor tipo SCRAMJET e aerodinâmica WAVERIDER, e do Veículo Demonstrador de Propulsão a Laser (DVPL), que utiliza pulsos LASER de elevada potência como fonte de energia para propulsão. Foi também destacada a viabilidade destas tecnologias para o desenvolvimento de veículos mais eficientes de acesso ao espaço, por maior capacidade de transporte de carga útil, em comparação com os veículos existentes na atualidade.http://2.bp.blogspot.com/-S29Y3SbDyDA/TVsw7xPa8-I/AAAAAAAAEM4/WoZZQZ8L9aQ/s400/HIGH+SPEED+AIR+BREATHING+PROPULSION+2010+-+5.bmp

Comentário do site fonte: Esses projetos são muito significativos para o programa espacial do país, no entanto, ainda são projetos de vanguarda e precisarão muito do apoio do governo durante muitos anos seguidos para que os mesmos possam sair das pranchetas e trazer os benefícios que prometem para o PEB. O 14-X tem seu primeiro vôo previsto para 2012 e o DVPL (projeto em parceria com a Força Aérea Americana) para 2013. No entanto, a realização dessa programação prevista certamente dependerá muito da atitude que o governo tomará durante esse ano.

FONTE: Brazilian Space

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Conflitos Geopolítica

Imagem Positiva dos EUA cresce e no Brasil e Chega à 64%.

http://www.digitalredemption.net/wordpress/wp-content/uploads/2010/01/Statue_Of_Liberty_-NewYork-_Harbor.jpg

Israel, tradicionalmente um dos países com pior imagem na pesquisa, manteve a avaliação negativa de 49% e apresentou aumento na visão positiva de 19% para 21%.

Às vésperas da viagem do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao Brasil, uma pesquisa do Serviço Mundial da BBC revela que a opinião dos brasileiros sobre a influência americana no mundo melhorou substancialmente no último ano.

Segundo o levantamento, realizado entre dezembro de 2010 e janeiro de 2011, 64% dos brasileiros consideram positivo o papel dos Estados Unidos, índice nove pontos percentuais maior do que na pesquisa anterior. Já as avaliações negativas caíram 14 pontos, para 21%.

O aumento nas opiniões favoráveis aos Estados Unidos no Brasil coincide com a melhora da imagem do país mundo afora, ainda que esta tenha ocorrido, em média, em menor grau.

Nos 27 países pesquisados, 49% das pessoas manifestaram visão positiva dos EUA, índice quatro pontos percentuais maior do que o da pesquisa anterior, de 2010. Outros 31% consideram negativa a influência do país.

O levantamento, coordenado pelo instituto de pesquisas GlobeScan e pelo Programa de Atitudes em Política Internacional (PIPA, na sigla em inglês) da Universidade de Maryland (EUA), foi feito com 28.619 pessoas, que opinaram sobre a influência de 16 países e da União Europeia.

‘Efeito Obama’

Steven Kull, diretor do PIPA, atribui a melhora na opinião sobre os Estados Unidos à “consolidação do ‘efeito Obama’”.

Em 2007, quando os EUA eram governados por George W. Bush, 54% dos entrevistados tinham uma opinião negativa sobre o país e apenas 28% expressaram visão positiva. Naquele ano, os EUA ficaram entre os últimos colocados da pesquisa.

Em 2008, ano em que Obama foi eleito presidente, as opiniões começaram a melhorar, com a aprovação alcançando 32%. Hoje, com 49% de avaliações favoráveis, mesmo índice do Brasil, os EUA ocupam uma posição intermediária na tabela.

Disparidade

Segundo a pesquisa, os países onde os Estados Unidos gozam de maior aprovação são as Filipinas (90%), Gana (84%), Nigéria (76%) e Coreia do Sul (74%).

Na Europa, as opiniões sobre os EUA são ligeiramente positivas na Grã-Bretanha (46% de aprovação, ante 43% de reprovação), França (46% a 40%) e Rússia (38% a 31%), mas negativas na Alemanha (37% a 44%).

As visões desfavoráveis sobre a influência americana se concentram em países de maioria muçulmana. Embora a opinião sobre os Estados Unidos tenha melhorado no Egito no ano passado, somente 26% veem o país de forma positiva, ao passo que 50% têm avaliação negativa.

No Paquistão, 16% aprovam a influência do país, enquanto 46% reprovam. Na Turquia, apesar do aumento de 22 pontos percentuais na visão positiva, expressada por 35% dos entrevistados, 49% condenam a atuação americana.

Entre os chineses, 33% aprovam e 53% condenam os Estados Unidos.

As visões negativas sobre país também suplantaram as positivas no México (38% a 23%) e no Canadá (47% a 40%), dois vizinhos do país.

Melhoria geral

Em geral, as opiniões positivas aumentaram em 13 dos 16 países pesquisados. A Alemanha, com 62% de aprovação, manteve a liderança no ranking, seguida por Grã-Bretanha (58%), Canadá (57%), União Europeia (57%) e Japão (57%).

Na outra ponta da tabela, a visão negativa sobre o Irã aumentou três pontos, chegando a 59%; na Coréia do Norte, atingiu 55%, alta de seis pontos; e no Paquistão, subiu 5 pontos, para 56%.

A opinião sobre o Irã piorou especialmente entre países como a Grã-Bretanha (20 pontos percentuais), Canadá (19), Estados Unidos (18) e Austrália (15).

FONTE: BBC Brasil

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Conflitos Fotos do Dia Geopolítica

Rebeldes líbios capturam soldados britânicos em missão secreta no país

Um grupo de soldados do Serviço Aéreo Especial – grupo de elite do exército do Reino Unido – foi capturado no sábado à noite em uma região do território líbio controlada pelos rebeldes que se opõem a ditadura de Muamar Kadafi, informou neste domingo o jornal The Sunday Times.

Segundo o veículo, os oito soldados britânicos que foram capturados estavam em uma missão secreta, escoltando um diplomata que tentava fazer contato com os grupos oposicionistas.

Os militares teriam sido levados para Benghazi, a segunda maior cidade do país e o primeiro foco da revolta popular que abalou a Líbia nas últimas semanas. Segundo o Sunday Times, a missão do diplomata britânico era preparar o terreno para a chegada de outro diplomata do país, de grau mais alto, que negociaria apoio aos rebeldes.

O ministro da Defesa do Reino Unido, Liam Fox, confirmou neste domingo, 6, que uma “pequena equipe diplomática” do governo britânico está neste momento em Benghazi para tentar estabelecer contato com os rebeldes, mas indicou que não comentaria sobre a presença dos militares.

Fox disse que o governo está em contato com o grupo do diplomata, mas ressaltou que seria “inapropriado” revelar mais detalhes sobre a operação. “Queremos entender com clareza qual é a dinâmica (da oposição na Líbia) porque queremos trabalhar com eles e assegurar a queda do regime”, afirmou. O ministro britânico ainda convocou os outros governo ocidentais a se esforçarem para descobrir o que podem fazer para influenciar a situação no país árabe. Com informações da EFE e da BBC

Comentário konner: Ação está sendo considerada vergonhosa por especialistas

Fonte: Estadão


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Conflitos Inteligência

Hackers chineses teriam invadido arquivos sul-coreanos

AFP  —  Hackers chineses invadiram em junho do ano passado arquivos militares confidenciais sul-coreanos relacionados à compra de aviões espiões americanos, afirmou um deputado da Coreia do Sul. Os hackers invadiram os computadores do ministério da Defesa e acessaram uma pasta sobre a compra do avião Global Hawk, um avião espião não tripulado, afirmou Shin Yong-Hak, deputado do opositor Partido Democrata e membro da Comissão de Defesa sul-coreana.

“Um alto funcionário do governo me comunicou o incidente, o governo ainda não apresentou a questão à China e reflete sobre como deve abordar”, afirmou o porta-voz de Shin, que confirmou as declarações do deputado, publicadas pelo jornal Chosun Ilbo. No ano passado, Seul reservou uma verba de 45,2 bilhões de wons (US$ 40,3 milhões) para a compra deste avião espião, depois do ataque a uma corveta sul-coreana em março de 2010. O ataque, atribuído à Coreia do Norte, matou 46 marinheiros.

A tensão entre as Coreias aumentou ainda mais após o bombardeio, em novembro, pelo Exército de Pyongyang de uma ilha sul-coreana, com saldo de quatro mortos. O avião espião seria capaz de controlar até 200 km além da fronteira entre as Coreias.

Fonte:  Terra

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Fotos do Dia Geopolítica

Popularidade do Brasil é a que mais cresce em pesquisa global

BBC – Brasil —  Uma pesquisa anual do Serviço Mundial da BBC conduzida em 27 países revela que as opiniões positivas sobre a influência do Brasil no mundo tiveram o maior aumento entre as nações pesquisadas, passando de 40% a 49%.

Já as visões negativas sobre a atuação brasileira caíram três pontos percentuais, para 20%. Somente em um país, a Alemanha, as opiniões negativas sobre o Brasil suplantam as positivas (32% a 31%). Outra nação a destoar do resultado geral foi a China, maior parceiro comercial do Brasil, onde a visão positiva da influência brasileira caiu 10 pontos percentuais, para 45%, e a opinião negativa subiu 29 pontos, para 41%.

O levantamento, coordenado pelo instituto de pesquisas GlobeScan e pelo Programa de Atitudes em Política Internacional (PIPA, na sigla em inglês) da Universidade de Maryland (EUA), foi feito entre dezembro de 2010 e fevereiro de 2011 com 28.619 pessoas, que opinaram sobre a influência de 16 países e da União Europeia.

Para Fabián Echegaray, diretor do Market Analysis, empresa que realizou a pesquisa no Brasil, a melhor avaliação do país pode ser atribuída à aprovação à diplomacia brasileira, à popularidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à atuação de empresas e ONGs brasileiras no exterior. “Nos últimos dois, três anos, ONGs brasileiras tiveram grande destaque na discussão sobre as mudanças climáticas. Esse papel é bastante percebido lá fora e acaba projetando a imagem do país”, diz ele à BBC Brasil.

Segundo Echegaray, o bom desempenho da economia brasileira nos últimos anos, período em que muitos países sofreram intensamente os efeitos da crise financeira, também contou pontos a favor do Brasil, principalmente entre nações europeias.

A melhora na avaliação sobre o Brasil fez com que o país igualasse o desempenho obtido pelos Estados Unidos, cuja influência também foi considerada positiva por 49% dos entrevistados. Os dois países ocupam posições intermediárias no ranking da pesquisa, que tem a Alemanha (com 62% de aprovação) e a Grã-Bretanha (58%) nos primeiros lugares e Irã e Coreia do Norte (ambos com 16% de aprovação) nas últimas colocações.

Auto-imagem
Echegaray destaca ainda, entre os resultados da pesquisa, a excelente opinião que os brasileiros têm da influência do próprio país, só comparável à dos sul-coreanos. De acordo com o levantamento, 84% dos brasileiros acham que o Brasil tem influência positiva com o mundo, mesma porcentagem medida em 2009 e mesmo índice da Coreia do Sul.

Em 2008, ano em que o Brasil passou a figurar no questionário, 74% aprovavam a atuação do país. Neste ano, a aprovação à influência do próprio país atingiu 77% na China e na Índia, 69% na Grã-Bretanha, 68% na França, 64% nos Estados Unidos e 39% no Japão.

Para o pesquisador, a boa avaliação do Brasil entre seus cidadãos indica como o brasileiro está processando o acúmulo de notícias no exterior a respeito do país. “Os dados revelam um apoio à atuação externa do Brasil, seja via políticas públicas ou iniciativas de setores da sociedade.” O levantamento no Brasil foi feito com 800 adultos moradores de Belo Horizonte, Brasília, Curitiba, Goiânia, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo.

Projeção
A pesquisa revela ainda que a imagem do Brasil ao redor do mundo ganhou mais clareza no último ano: o número de entrevistados que optaram por não avaliar a influência do país caiu seis pontos percentuais em relação à pesquisa anterior.

A visão positiva do Brasil cresceu principalmente na Nigéria (22 pontos percentuais, chegando a 60% do total), na Turquia (29 pontos, 48%), Coreia do Sul (17 pontos, 68%) e Egito (19 pontos, 37%). Na Europa, as maiores aprovações ocorreram em Portugal (76%) e na Itália (55%). Na Grã-Bretanha, embora a avaliação positiva do Brasil tenha crescido 12 pontos, chegando a 47%, a opinião negativa aumentou 13 pontos, atingindo 33%.

Além de ser o único país onde a avaliação favorável ao Brasil foi inferior à desfavorável, a Alemanha foi a única nação europeia a registrar aumento no número de entrevistados que optaram por não avaliar a influência brasileira.

Entre os países latino-americanos pesquisados, a aprovação à influência do Brasil chegou a 65% no México, 63% no Peru e 70% no Chile, ainda que neste país a opinião positiva tenha caído sete pontos, e a negativa, aumentado em seis.

Outros países onde as opiniões favoráveis ao Brasil cresceram foram a Austrália (50%, ante 32 na pesquisa anterior), Estados Unidos (60%, ante 42%), Canadá (53%, ante 38%) e Indonésia (50%, ante 42%).

Fonte:  Terra

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Defesa Fotos do Dia Segurança Pública

Pelo direito de auto-defesa, e contra, a ineficiência da segurança pública

Autor: konner

Plano Brasil

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse em 24/02/2011, que o governo vai retomar a campanha do desarmamento.

Ele falou durante o lançamento do Mapa da Violência 2011, que mostra que 50.113 mil pessoas foram assassinadas no Brasil em 2008.

Cardozo destacou que houve queda nas estatísticas em 2004 e 2005, atribuindo essa diminuição aos efeitos da campanha deflagrada em 2004.

– O Ministério da Justiça irá retomar com muito rigor as políticas de desarmamento – afirmou o ministro.

Segundo ele, uma das propostas em estudo é repetir a fórmula adotada no primeiro mandato do governo Lula, quando o Executivo pagava por arma devolvida. Ele disse também que serão realizadas campanhas publicitárias para incentivar o desarmamento.

“Em larga medida, os índices de violência têm a ver com desarmamento. Vamos agir com muito rigor neste sentido. Nós já temos reuniões previstas com a sociedade civil e pretendemos em curtíssimo espaço de tempo retomar uma política ofensiva de desarmamento”, afirmou o ministro da justiça em entrevista coletiva.

– Uma população armada é uma população violenta – disse Cardozo.

As recentes pesquisas realizadas em solo brasileiro sobre as taxas de homicídio apontam exatamente no sentido oposto. Os dados do próprio IBGE e da CNM – Confederação Nacional dos Municípios são claros ao evidenciar que desde a vigência da Lei nº 10.826/03, popularmente conhecida como “Estatuto do Desarmamento”, a grande quantidade de armas civis recolhidas em nada contribuiu para a redução das taxas de homicídio. Ao contrário, estas vêm sofrendo considerável incremento nos últimos dez anos, período que coincide, em grande parte, com a vigência da referida lei.

Para o presidente do Movimento Viva Brasil, Bene Barbosa, “a proposta de desarmar o cidadão comum já foi discutida pela população brasileira e foi,  – rejeitada por sua esmagadora maioria, –  não se justificando qualquer nova política que pretenda desrespeitar tal resultado, sob pena de se afrontar a democracia e a soberania popular”. Ainda segundo Bene Barbosa, que é especialista em segurança pública, “é hora de o governo abandonar o discurso falido do desarmamento civil e atacar as armas que oferecem risco, ou seja, aquelas ilegalmente nas mãos dos bandidos”.

Não bastasse o equívoco completo das políticas de desarmamento do cidadão comum, que não usa arma para qualquer fim delituoso, a insistência do Ministério da Justiça no assunto ainda representa grave violação à vontade popular, já demonstrada quando do referendo sobre o comércio de armas, realizado em 2005.

Contrariando todos os dados colhidos nas diversas pesquisas sérias já realizadas sobre o assunto, não só no Brasil, mas também em diversos países do mundo, o ministro tenta justificar as ações com a alegação de que “em larga medida, os índices de violência têm a ver com desarmamento”. Mas não é isso que, sequer minimamente, evidenciam os fatos.

O ministro da Justiça tem é que cumprir o seu dever constitucional de  ajudar a desarmar os bandidos e não os cidadãos de bem.

Para citar apenas um exemplo:

Suíça: Um país neutro, mas armado até os dentes!