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Itaguaí Construções Navais comemora dez anos com avanços no PROSUB

Próximo passo será a integração do submarino Humaitá

 

 

Rio de Janeiro, 21 de agosto de 2019 – A Itaguaí Construções Navais comemorou hoje, 21/08, os dez anos de criação da empresa, que é responsável por executar o PROSUB, o Programa de Desenvolvimento de Submarinos da Marinha do Brasil. A data marca uma década da assinatura do estatuto da ICN, formada pelos sócios Naval Group e OEC (Odebrecht Engenharia e Construção). A comemoração ocorreu nas instalações do estaleiro, localizado em Itaguaí (RJ), com a presença dos dois mil integrantes, além de representantes da Marinha do Brasil e da ICN.

O PROSUB prevê a fabricação simultânea de quatros submarinos convencionais, os mais modernos do mundo nesta categoria, e do primeiro submarino com propulsão nuclear da América Latina, que alçará o Brasil ao grupo de apenas seis países que detêm essa tecnologia. Em outubro deste ano ocorrerá a integração do segundo submarino convencional, o Humaitá. Em dezembro de 2018, a primeira embarcação do programa, o submarino Riachuelo, foi lançado ao mar e iniciado os testes de comissionamento dos equipamentos.

Durante a solenidade de hoje, o presidente da ICN, André Portalis, enfatizou que o grande mérito do trabalho destes dez anos foi a capacitação técnica, a evolução contínua da empresa e o apoio da recebido da Marinha do Brasil:

 

– Somos orgulhosos do êxito alcançado, sobretudo, com a integração de equipes, com o programa de transferência de tecnologia e o estímulo permanente recebido da Marinha brasileira, da qual somos uma ferramenta industrial e é a nossa razão de existir. Nosso projeto já atingiu vários marcos importantes desde 2013, quando iniciamos a operação na fábrica da UFEM (Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas) até o lançamento do submarino Riachuelo, no final do ano passado.

A UFEM é o complexo fabril, com 45 edificações e 57 mil metros quadrados, construído para abrigar a fábrica de componentes dos submarinos do PROSUB. Além da área administrativa, a UFEM também é composta por um prédio principal, com diversas oficinas e o almoxarifado. A Unidade foi inaugurada em março de 2013.  

O engenheiro Pedro Moreira, diretor de contrato do Estaleiro e da Base Naval (EBN), espaço do complexo ICN onde os submarinos são construídos, e representante do sócio OEC, lembrou que a ICN se tornou um polo de desenvolvimento tecnológico do País.

– Os nossos integrantes desenvolveram competências técnicas que não estavam disponíveis. Esse é um dos grandes méritos do PROSUB para o desenvolvimento econômico do Brasil e reafirma a enorme capacidade da engenharia nacional.

O contra-almirante Celso Koga, gerente da Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear, lembrou como eram grandes os desafios de dez anos atrás:  

– Criar a ICN, uma empresa privada para construir os nossos submarinos, não se mostrava um projeto o simples. Mas a companhia se mostrou resiliente e capacitou sua mão de obra nas mais diferentes áreas. Estamos no caminho certo para alcançar nosso objetivo maior que é a construção do Álvaro Alberto, o primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear.

Durante a cerimônia, o contra-almirante Paulo Demby, chefe de Relações Institucionais e Comunicação da Diretoria Geral Nuclear e Tecnológica da Marinha, lembrou que, além de estratégico para o País, o PROSUB estimulou o desenvolvimento de toda a região sul do Rio de Janeiro, onde está a ICN está instalada.

– Uma notória região deteriorada da Baía de Sepetiba se transformou em um moderno estaleiro, com espaços com tecnologia de ponta da indústria naval mundial, como o simulador e o ship lift (rampa de lançamento dos submarinos).   

 

Transferência de tecnologia

 

O PROSUB gerou o desenvolvimento de toda cadeia produtiva no País, a partir do programa de transferência de tecnologia militar entre a França e o Brasil, ajudando a impulsionar a indústria naval de defesa, a capacitar o mercado de trabalho nacional e a gerar milhares de empregos com alta especialização técnica. Mais de 100 empresas nacionais atuam como fornecedoras de tecnologia e produtos para o desenvolvimento dos submarinos e das obras. Cerca de 90% de todos os equipamentos usados no Estaleiro Base Naval são adquiridos de empresas instaladas no Brasil. As obras, sob responsabilidade da OEC, também estimularam o desenvolvimento de novos equipamentos, feitos sob medida para o desafio lançado pelo programa.

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Braço Forte Brasil

2ª BATERIA DE ARTILHARIA ANTIAÉREA INAUGURA SALA E SIMULADOR DO MÍSSIL DE BAIXA ALTURA TELECOMANDADO RBS 70

Sant’Ana do Livramento (RS) – Um dos eventos mais esperados pelos militares da 2ª Bateria de Artilharia Antiaérea (2ª Bia AAAe) e pela Comunidade da “Fronteira da Paz” tornou-se realidade no dia 31 de maio, com a Inauguração da Sala e Simulador do Míssil de Baixa Altura Telecomandado RBS 70.

O evento contou com as presenças do General de Brigada Amadeu Martins Marto, Comandante da Artilharia Divisionária da 3ª Divisão de Exército; e do General de Brigada Carlos Augusto Ramires Teixeira, Comandante da 3ª Brigada de Cavalaria Mecanizada; além de autoridades civis e militares do Brasil e do Uruguai.

No primeiro momento, o Comandante da 2ª Bia AAAe, Major Andrei Daniel Ferraz Silva, ministrou uma palestra aos convidados sobre as potencialidades do novo material de emprego militar, o salto operacional da unidade e o Programa Estratégico do Exército Defesa Antiaérea.

Em seguida, o Major Ferraz, junto ao General Marto e ao General Ramires, realizaram o descerramento da Placa de Inauguração da Sala e Simulador do Míssil RBS 70, e foi realizada uma demonstração do novo equipamento da organização militar.

Encerrando o evento, os convidados prestigiaram a solenidade militar sobre o recebimento oficial do referido material. Em suas palavras, os oficiais-generais ressaltaram a importância do emprego da tecnologia e da capacitação dos recursos humanos da Unidade, bem como suas novas capacidades para cumprir suas missões de defesa antiaérea.

 

 

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Aviação Defesa Traduções-Plano Brasil

Força Aérea Tcheca adquirirá helicopteros Bell UH-1Y e AH-1Z

Tradução e adaptação-E.M.Pinto

A Força Aérea Tcheca adquirirá oito utilitários UH-1Y Venom e quatro helicópteros de combate AH-1Z Viper O contrato de US $ 625 milhões deverá ser concluído até o final do ano.

O primeiro-ministro tcheco, Andrej Babiš, anunciou em 22 de agosto que a Força Aérea Tcheca adquirirá 12 novos helicópteros dos Estados Unidos. A República Tcheca selecionou o programa Bell Helicopter  como vencedor e vai adquirir oito utilitários UH-1Y Venom e quatro helicópteros de ataque AH-1Z Viper.

Superando a oferta da Lockheed Martin Sikorsky UH-60M. O contrato intergovernamental, estimado em US $ 625 milhões não considera o imposto sobre valor agregado, e deve ser aprovado pelo Ministério da Defesa da República Tcheca (MoD) e pelo governo nos próximos meses. A Força Aérea Tcheca pretende operar todos os 12 helicópteros a partir de 2023.

“O sistema H-1 (combinação de helicópteros Venom e Viper) oferece tudo o que solicitamos”, disse o general Aleš Opata, chefe do estado-maior geral das forças armadas da República Tcheca. Os novos helicópteros serão usados ​​para apoio ao combate, transporte de tropas e evacuação médica. “Gostaríamos de concluir o contrato até o final do ano”, disse o ministro da Defesa tcheco, Lubomír Metnar. A República Tcheca será o primeiro país da Europa Central e Oriental a operar helicópteros UH-1Y e AH-1Z.

Os helicópteros serão armados com mísseis AGM-114 Hellfire e canhões M197 20 mm. A oferta dos EUA prevê cooperação com a indústria de defesa Tcheca. Várias empresas estão interessadas no contrato, incluindo Aero Vodochody, Ray Service e LOM Praha.

Fonte: Janes

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Aviação Defesa Traduções-Plano Brasil

Egito assina acordo de US $ 2 bilhões para a compra de 50 caças russos

Egito assina acordo de US $ 2 bilhões para 50 caças da Rússia

 

 

Tradução-E.M.Pinto

 

A Força Aérea Egípcia assinou um acordo militar para compra 50 aviões combate MiG-35 da Rússia. O acordo de US $ 2 bilhões, é o maior da era pós-soviética, e supera o que foi assinado entre o Cairo e Moscou em abril de 2015.

O primeiro acordo previa a entrega até 2020 de  24 caças MiG-29M da Rússia. O novo acordo prevê a adoção de uma aeronave bem mais moderna e atualizada, o MiG-35 é uma aeronave oriunda de um projeto de revisão completa do MiG-29 básico. A aeronave possui uma capacidade multifuncional mais robusta, com uso aprimorado de armas de alta precisão ar-ar e ar-solo. Além disso, ele possui um alcance de combate aumentado devido a um aumento em sua capacidade interna de combustível.

A cooperação mútua entre os dois países foi potencializada após a posse de Al-Sisi em junho de 2014, particularmente no nível de apoio militar, no entanto, as relações se deterioraram depois que um avião de passageiros russo caiu sobre a península do Sinai em outubro de 2015. A retomada do tráfego aéreo russo na capital egípcia do Cairo no ano passado teve um papel significativo na mitigação das relações entre os dois países.

Fonte: Midle East Monitor

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Aviação Negócios e serviços Tecnologia Traduções-Plano Brasil

Primeiro helicóptero Mi-38 de série é apresentado na MAKS-2019

Tradução e adaptação-E.M.Pinto

A Russian Helicopters Holding Company (membro da Rostec State Corporation) apresentou o primeiro helicóptero Mi-38 de produção na MAKS-2019.

O  Mi-38 fabricado pela fábrica de helicópteros de Kazan foi apresentado em uma exposição estática. A aeronave também participará do programa de voo que faz parte do show aéreo, realizando um voo com outras aeronaves civis fabricadas pela Russian Helicopters.

Os protótipos de pré-produção do Mi-38 haviam sido demonstrados anteriormente na MAKS. Eles participaram do programa de teste de voo de certificação. Além disso, o helicóptero de transporte militar Mi-38T baseado no helicóptero civil certificado Mi-38 participa do programa de voo da exposição pela primeira vez.

Várias mudanças no design do helicóptero Mi-38 foram feitas: Dentre elas, melhorias aerodinâmicas na fuselagem e na unidade de propulsão,  rotor principal e nas pás. Os motores  por exemplo estão colocados “atrás” da transmissão principal do rotor, em vez de sua colocação tradicional na frente a ele. Isso permitiu a redução da resistência aerodinâmica e do nível de ruído no cockpit, além de aumentar a segurança da aeronave.

“O Mi-38 é uma nova conquista na indústria russa de helicópteros. Devido ao seu desempenho, relação custo-benefício, alcance de vôo e capacidade de transporte de carga, esse helicóptero é extremamente interessante em termos de operação comercial e para clientes militares. Atualmente, testes de certificação de o helicóptero Mi-38 com uma cabine altamente confortável foi concluído e estamos prontos para começar a fornecer essas aeronaves: estamos conduzindo negociações com uma empresa de leasing agora “, disse o diretor geral da holding russa de helicópteros Andrey Boginsky.

Uma versão para passageiros do Mi-38 pode acomodar até 30 passageiros em capacidade total e há uma versão VIP proposta para oito passageiros. O alcance do voo do novo helicóptero é de até 1.300 km (com tanques de combustível adicionais). O Mi-38, cujo peso máximo de decolagem é de 15,6 toneladas, pode transportar cinco toneladas de carga útil a bordo ou içadas externamente.

A aeronave pode ser operada em uma ampla variedade de condições climáticas, incluindo climas marítimos, tropicais e frios. Devido a soluções técnicas exclusivas, o Mi-38 é superior a outros helicópteros de sua classe em capacidade de levantamento de peso, capacidade de passageiros e uma das principais características de desempenho da aeronave é a capacidade de voo em clima seco, frio e em elevadas altitudes.

Fonte: Ruaviation

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Aviação Defesa Traduções-Plano Brasil

Mi-28NM irá aumentar a velocidade devido a novas lâminas

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

O mais recente helicóptero de ataque Mi-28NM “Night Hunter” receberá um sistema de pás de rotor modernizado e mais avançado. Como resultado, a velocidade da aeronave  aumentará em 10 a 20 km/h, melhorando  o desempenho básico do vôo.

As aeronaves possuem melhoramentos nos sistemas automáticos de controle de voo da aeronave além de ser muitas vezes mais letal do que a versão anterior devido aos novos sistemas em estado de arte e capacidade de comandar o ataque de drones contra alvos em todo o campo de batalha.
Para aumentar a capacidade destrutiva, a aeronave faz uso do novo sistema de mísseis Chrysanthemum, que possui um sistema de controle eletrônico, e permite a destruição de carros com proteção de blindagem de até 1200 mm a uma distância de até seis quilômetros em quaisquer condições.
Além desta arma, Um míssil com alcance de até 25 quilometros também foi desenvolvido para o Mi-28NM.

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Artigos Exclusivos do Plano Brasil Defesa Sistemas de Armas

drone de combate "Caçador" terá desenvolvimento acelerado por conta dos avanços no programa PAK FA

E.M.Pinto
 
Segundo o Ministério da Defesa da Rússia,  o drone de combate Su-70 “Caçador”, possui exímia capacidade furtiva superior ao próprio Su-57. A aeronave produzida em formato de “asa voadora” e dificilmente perceptível para radares, é projetado tanto para operação autônomas quanto para operações em conjunto com o futuro bombardeiro PAK-DA ou mesmo com os caças  Su-57.
O MD russo reportou que muitas tecnologias do Su-70 já estão desenvolvidas e que seu programa será bem curto, uma vez que muitas de suas tecnologias são herdadas dos desenvolvimentos para o caça de 5G que estão em fase final de testes de seus protótipos.
Em nota o MD russo afirma que dentre outras funções, o drone explorará por exemplo a localização das instalações de defesa aérea inimigas e as destruirá ao comando de um piloto de caça.
O caçador possui uma exímia capacidade de carga, inigualável a qualquer modelo já desenvolvido no mundo, com uma massa total de cerca de 24 toneladas o Caçador poderá transportar em baias internas, cerca de 8 toneladas de armamentos para as mais diferentes missões, SEAD, CAS, CAP e interceptação. 

 

Quando foi apresentado ao público o Su-70 “caçador” exibia as tubeiras traseiras dos seus motores que despertaram nos articulistas de defesa os questionamentos sobre suas capacidades furtivas. Entretanto, o drone equipado com uma variante dos motores AL-31F foi apresentado  na MAKS 2019 com um bocal plano oq ue deve reduzir significamente  a visibilidade  nas faixas de infravermelho.

Imagens Michael Jerdev

Melhorias aerodinâmicas são esperadas para serem  introduzidos num futuro próximo, em uma das etapas da produção em massa.

 

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Defesa Sistemas Navais Traduções-Plano Brasil

França prepara oferta de submarinos nucleares para a Índia

Tradução e Adaptação- E.M.Pinto

A França está buscando inovar no avanço de sua parceria estratégica com a Índia, colocando, pela primeira vez, submarinos de ataque com propulsão nuclear (SSN) em oferta. 

Fontes próximas à agenda do encontro entre o primeiro-ministro Narendra Modi e o presidente francês Emanuel Macron, marcada para 22 de agosto à noite em Paris antes da cúpula do G-7, revelaram que os franceses também devem oferecer 36 caças Rafale e torpedos para os submarinos Scorpene da Marinha Indiana em acordos Governo-a-Governo.

A Índia tem um programa ambicioso para construir seis submarinos de ataque movidos a energia nuclear a um custo aproximado de mais de 100.000 Crore. Os franceses provavelmente oferecerão parcerias para projetar e construir esses submarinos na Índia. O Grupo Naval da França está atualmente construindo os SSNs da classe Barracuda para a Marinha Francesa. 

Até agora, os únicos dois SSNs operados pela Índia foram adquiridos em locação da Rússia. A Marinha Indiana está operando atualmente um submarino da classe Akula, o INS Chakra. Também está adquirindo um segundo submarino na mesma classe em locação. Com longa resistência sob o mar, esses navios são poderosos instrumentos de negação do mar aos adversários. 
Um grande impulso também deve ser dado à oferta de mais 36 caças Rafale para a Força Aérea Indiana. O pedido de 2016 para o primeiro lote de 36 Rafales de aquisição emergencial a um custo de € 7,87 bilhões  tornou-se politicamente contestado. A Índia, entretanto, anunciou um novo programa para adquirir 114 aeronaves de caça multi-funções (MRFA) no âmbito do modelo de parceria estratégica. 
A resposta indiana à oferta francesa de um segundo lote de 36 caças Rafale da prateleira será observada de perto. O Rafale também deve competir na competição MRFA da Índia por atender a uma exigência maior. 
Contra uma exigência de 42 esquadrões de caça, a força está reduzida a 32, com vários outros esquadrões de aeronaves antigas da era  soviéticas prontas para o descomissionamento em um futuro próximo. 
Relatórios indicaram que a oferta francesa para o segundo lote de Rafales de prateleira na mesma configuração que os da ordem anterior seria significativamente mais barata, porque o custo dos aprimoramentos específicos da Índia e a instalação de infraestrutura de manutenção na Índia não necessitaria ser implantado novamente.
Enquanto isso, o Ministro da Defesa Rajnath Singh e o Chefe do Marechal da Aeronáutica, BS Dhanoa, devem viajar para a França em 19 de setembro para aceitar a primeira entrega do Rafale da ordem de 2016. A empresa francesa Dassault está sob contrato para fornecer todos os 36 caças até 2022.
A Índia busca torpedos  pesados para os 6 sob submarinos Scorpene, depois que o torpedo Black Shark, que havia sido listado anteriormente, ficou indisponível devido à lista negra do Grupo Finmeccanica / Leonardo que foi punida após o escândalo dos helicópteros da Agusta Westland. O Black Shark é fornecido pela WASS, uma empresa do grupo Leonardo. O governo francês está agora apoiando a oferta do Grupo Naval, o OEM do Scorpene, pelos  os torpedos F21.

 

Fonte:Defencenews

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Defesa Negócios e serviços Traduções-Plano Brasil

Turquia deseja expandir as relações no setor de defesa com a rússia

ZHUKOVSKY, 27 de agosto / TASS /. A Turquia está interessada na produção de material de defesa conjuntamente com a Rússia. Isto inclui a produção de caças, foi o que disse o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, sobre os resultados das conversações com seu colega russo Vladimir Putin nos bastidores do MAKS Air Show de 2019.

“Um dos principais passos nas relações com a Rússia é a produção conjunta [de sistemas de defesa antimísseis S-400], houve muitos rumores sobre isso, não lhes demos atenção alguma”, disse ele. “Gostaríamos de aplicar nossa solidariedade nesta área em outras esferas da indústria de defesa. Isso também pode se aplicar a aeronaves militares.”

O presidente russo, Vladimir Putin, disse aos repórteres sobre os resultados das negociações com Erdogan que eles discutiram a produção conjunta de equipamentos militares russos.

 “Nós discutimos a cooperação no programa Su-35 e até o possível trabalho no novo jato Su-57”, observou o líder russo. “Temos muitas oportunidades; demonstramos novos sistemas de armas e novos sistemas de guerra eletrônica”.

Em setembro de 2017, a Rússia informou sobre um contrato assinado com a Turquia para a compra de sistemas de defesa antimísseis russos S-400 no valor de US $ 2,5 bilhões. O contrato inclui a transferência parcial da tecnologia de produção para os turcos. O primeiro lote de sistemas S-400 foi entregue à Turquia de 12 de julho a 25 de julho.
 

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Defesa Sistemas Navais Traduções-Plano Brasil

Construtores navais russos recebem contrato para mais dois submarinos nucleares Yasen-M

Tradução e adaptação-E.M.Pinto
 
 

Um contrato para a construção de dois submarinos Yasen-M foi assinado no fórum militar e técnico internacional  Army 2019, que aconteceu nos arredores de Moscou em 25 e 30 de junho.

Quando perguntado pela TASS sobre o possível prazo de entrega, o executivo-chefe disse que “o ciclo de construção desses submarinos é de sete anos”. Portanto, esses cruzadores submarinos podem entrar em serviço na Marinha Russa em 2027-2028.

Até agora, o Sevmash Shipyard (parte da United Shipbuilding Corporation) construiu e entregou à Marinha o submarino Severodvinsk da classe Yasen , Project 885. O navio entrou em serviço na frota do norte. A versão aprimorada do submarino, a  Project 885M Yasen-M, Kazan, está atualmente passando por testes. Mais cinco submarinos do Projeto 885M encontram-se em diferentes estágios de construção.

Os submarinos do Projeto 885 e do Projeto 885M foram desenvolvidos pelo Malakhit Marine Engineering Bureau, sediado em São Petersburgo. Os submarinos deste projeto carregam mísseis de cruzeiro Oniks e Kalibr como armamento principal e no futuro serão integrados ao sistema de mísseis  hipersônicos “ZIrcon”. Em comparação com seus antecessores, esses submarinos têm seus tubos de torpedos afastados (a parte dianteira abriga uma matriz de sonar esférica, que permite detectar um inimigo a grandes distâncias).

 

Fonte: TASS

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Defesa Sistemas Navais

Marinha do Brasil lança terceiro protótipo do Míssil Antinavio de Superfície (MANSUP)

A Marinha do Brasil realizou o lançamento do terceiro protótipo do Míssil Antinavio de Superfície (MANSUP) no dia 10 de julho, tendo como alvo o casco do ex-Rebocador de Alto Mar “Tridente”.
 
Momento do lançamentodo MANSUP a bordo da F44
 
 
O lançamento, realizado pela Fragata “Independência”, comprovou que todos os subsistemas apresentaram bom desempenho e se comportaram de forma harmônica. Os resultados confirmaram a evolução do projeto e o acerto dos aperfeiçoamentos realizados após os primeiros testes, ocorridos em novembro de 2018 e março de 2019, a bordo da Corveta “Barroso” e da Fragata “Independência”, respectivamente.
 
 MANSUP iniciando a trajetória
 
 
Neste terceiro teste foram feitas verificações adicionais, gravadas por meio dos dados da telemetria, também nacional, instalada no míssil e em unidades participantes da operação. As informações obtidas serão empregadas como subsídios para prosseguir no aperfeiçoamento dos subsistemas componentes.
 
O evento aconteceu na área marítima entre o Rio de Janeiro-RJ e Cabo Frio-RJ. Foram empregados três navios da Esquadra, o Navio Doca Multipropósito “Bahia”, a Fragata “Constituição”, além do navio lançador, que foi a Fragata “Independência”. A operação contou ainda com o apoio do Navio Patrulha Oceânico “Apa” e do Navio de Apoio Oceânico “Purus”, do Comando do 1˚ Distrito Naval, das aeronaves Esquilo (UH-12), SuperCougar(UH-15), Seahawk (SH-16) e Lynx (AH-11A), do Comando da Força Aeronaval, e de uma aeronave P3AM da Força Aérea Brasileira, além do Destacamento de Mergulhadores de Combate.
Fonte: Marinha do Brasil

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O Ministério da Defesa do Reino Unido está desenvolvendo armas de laser e radiofrequência

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

O Ministério da Defesa do Reino Unido está desenvolvendo armas de laser e radiofrequência de ponta que têm o potencial de revolucionar o campo de batalha. na imagem superior gerada por computador é ilustrando o uso de um sistema  “DEW” em uma Fragata Type 26 (Fonte da foto: direitos autorais Crown)

Os sistemas de armas de última geração, conhecidos como Armas de Energia Dirigida (DEW), são acionados exclusivamente por eletricidade e operam sem munição. Os sistemas poderiam ser alimentados pelo motor de um veículo ou por um gerador, reduzindo significativamente seus custos operacionais e fornecendo flexibilidade sem precedentes na linha de frente.

Em um Aviso Prévio de Informação (PIN) publicado esta semana, o MOD anunciou que está procurando desenvolver três novos demonstradores de armas tipo DEW, para explorar o potencial da tecnologia e acelerar sua introdução no campo de batalha.

Os sistemas de armas a laser empregam feixes de luz de alta energia para atacar e destruir drones e mísseis inimigos. Já as armas de radiofreqüência são projetadas para interromper e desativar computadores e sistemas eletrônicos inimigos.

A secretária de Defesa, Penny Mordaunt, declarou:

“As tecnologias de laser e radiofreqüência têm o potencial de revolucionar o campo de batalha, oferecendo sistemas de armas poderosos e econômicos para nossas Forças Armadas… Este investimento significativo demonstra nosso compromisso em garantir que nossas Forças Armadas operem na vanguarda da tecnologia militar”.

Espera-se que os novos sistemas sejam testados em 2023 em navios da Marinha Real e veículos do Exército, mas, uma vez desenvolvidos, ambas as tecnologias poderiam ser operadas pelas três Armas. As Forças Armadas usarão esses exercícios para obter um melhor entendimento sobre as DEW, testar os sistemas até seus limites e avaliar como eles poderiam ser integrados às plataformas existentes.

O MOD visa investir até £130 milhões neste pacote de Armas de Energia Dirigida, incluindo a construção dos sistemas, a criação de um novo Escritório Conjunto de Programas e o recrutamento de pessoal para administrar o programa.

Esses sistemas fazem parte do “Novel Weapons Program” do MOD, que é responsável pelo teste e implementação de sistemas de armas inovadores para garantir que o Reino Unido continue sendo um líder mundial em tecnologia militar. Espera-se que eles atinjam a linha de frente dentro de 10 anos.

O MOD já tem planos para testes iniciais de sistemas de armas a laser, com o demonstrador Dragonfire encomendado pelo Laboratório de Ciência e Tecnologia de Defesa para ser testado ainda este ano.

O Dragonfire representa o primeiro sistema em tecnologia de armas a laser, combinando múltiplos feixes de laser para produzir um sistema de armas que é mais poderoso que seus antecessores e resistente às condições ambientais mais desafiadoras.

O MOD também tem mais de 30 anos de experiência em sistemas DEW de radiofrequência, período em que o Reino Unido se tornou líder mundial no desenvolvimento de novas tecnologias de geração de energia e um centro global para testes de desempenho e avaliação desses sistemas.

Fonte: Navy Recognition