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Boatos sobre imapasse e sobre custos de aquisção na compra dos Mistral Russos, são falsos…

Texto tradução e adaptação: Plano Brasil

Com informações: Ria Novosti

Relatos sobre um impasse nas negociações contratuais entre a Rússia e França referentes a aquisição de navios de multi propósitos ( LHD) da classe Mistral para a Marinha Russa São Falsos, segundo informou o Porta-Voz do Primeiro-Ministro Vladimir Putin nesta quinta-feira.

Na Semana passada circulou nos meios de comunicação a informação da existência de impasses entre as empresas francesas e os contratantes russos, tudo não passou de mais um “fogo de palha” implantado na mídia e que mais uma vez carece de fundamento.

Em causa estava uma suposta cobrança abusiva por parte da DCNS para a venda a Rússia de navios da Classe Mistral, tais afirmações já foram feitas em outras ocasiões e como antes, nada de concreto ou real fundamenta estas alegações.

“Essa, informação é falsa, não há o mínimo fundamento, mas eu gostaria de salientar ainda mais uma vez . Esta informação é infundada”

, Disse Dmitry Peskov à Ria Novosti em  Moscou.

http://sitelife.aviationweek.com/ver1.0/Content/images/store/0/14/a04d0b96-e643-478c-aeef-6684cea72397.Full.jpgRússia e França assinaram in um acordo em Janeiro Conjunto que prevê a construção  de dois navios Porta Helicópteros (LHD) da classe Mistral a serem construídos no Estaleiro STX em Saint-Nazaire, França. Outros dois navios estão previstas para serem construídos no futuro em solo Russo, pelos estaleiros, Admiralty Shipyards, in São Petersburgo.

De acordo com o Ministério da Defesa russo, o Contrato estabelecido entre a DCNS  França prevê Licenças para a construção dos dois navios adicionais.

Moscou, 3 de Março (RIA Novosti).

Fonte: Ria Novosti

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MBDA propõe Brimstone para Panther dos Emirados Árabes Unidos

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Texto Plano Brasil- E.M.Pinto

Com informações Mer et Marine

Os Emirados Árabes Unidos estão à procura de uma arma ar-mar com capacidade de engajamento de embarcações de pequenas dimensões, tais como  as FAC (Fast Attack Crafts) ou mais particularmente, para destruir os barcos iranianos de alta velocidade.http://www.meretmarine.com/objets/500/31385.jpg

Para combater esta ameaça, a MBDA propôs equipar os helicópteros Panther da Marinha dos EAU,  com mísseis britânicos ar-mar Brimstone. Estes mísseis seriam compostos por ogivas de cerca de 10kg. A MBDA pretende realizar os testes com a arma desenvolvida para os EAU ainda este ano.

Projetado na década de 90 o Brimstone foi desenvolvido para ataques ar-terra, mais especificamente para destruir colunas de veículos blindados. Trata-se de um míssil  ar-terra, de  guiamento  composto por um radar ativo, do tipo fire-and-forget.  O sistema de guiagem do Brimstone identifica, através da assinatura radar, é capaz de efetuar a busca enquanto segue a sua trajetória  após o disparo e se a identificação for positiva, o míssil navega até ele, efetuando em seguida o ataque.

http://www.meretmarine.com/objets/500/31381.jpg

Segundo os seus projetistas, neutralizar um grupo de veículos blindados ou uma frota de embarcações rápidas pode ser uma operação muito semelhante. Porém a natureza do ambiente e do comportamento das metas não são e pro esta razão, novos ajustes estão sendo feitos de forma a atender as exigências .
Além dos Emirados Árabes Unidos, essa solução também pode ser de interesse para a Arábia Saudita, cuja marinha também opera o Panther, e que igualmente teria que enfrentar a ameaça das embarcações iranianas. Segundo as fontes oficiais, o Iran disõe de pelo menos 150, embarcações rápidas da série Boghammar que se constituem em forças muito eficazes capazes de dissuadir até mesmo forças mais bem equipadas como a Marinha Saudita .

Fonte: Mer et Marine

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Conflitos Fotos do Dia Geopolítica

Fumaça e fogo na fronteira norte

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Sugestão: Gérsio Mutti

O Estado continua na incômoda posição de constatar que o inimigo está sempre alguns passos adiante

Não tardou para que os acontecimentos dessem nomes e números ao alerta feito por uma autoridade brasileira, em conversa reservada com a coluna, sobre a perigosa associação entre crime organizado e terrorismo em alguns pontos vulneráveis do território brasileiro. No caso, os fatos se desenrolaram na tríplice fronteira do norte, com a Colômbia e o Peru. Lá, no início da semana, a Polícia Federal capturou o peruano Jair Ardena Michue, codinome Javier, apontado como líder de uma rede de narcotráfico baseada nas ilhas próximas a Tabatinga (AM), no Alto Solimões. Javier é acusado pela morte de dois federais em um confronto travado em novembro último. A operação contra o esquema do peruano, iniciada em 2009, já resultou em mais de 30 prisões e na apreensão de 1,5 tonelada de cocaína.

A região de Tabatinga e da cidade-gêmea colombiana de Letícia firmou-se nos últimos anos como corredor preferencial não apenas para traficantes de drogas, mas também para contrabandistas de armas. Sem falar nos indícios recorrentes de que ali a guerrilha colombiana das Farc tem uma de suas frentes logísticas, com tentáculos que descem o Solimões até Manaus. Nas palavras dessa autoridade, que integra há meses um núcleo especial formado para blindar o país contra a ameaça, o Estado continua na incômoda posição de constatar que o inimigo está sempre alguns passos adiante. E os bons resultados das operações policiais são pouco mais que um prêmio de consolação.

Trigêmeos
Não é por acaso que Tabatinga e Letícia estão no circuito em que operam, nem sempre com tanta discrição, agentes americanos da DEA, a unidade antitráfico dos EUA. Foi nessa área que, em 2008, o Exército localizou pela primeira vez plantações de coca do lado brasileiro da fronteira (foto). As duas cidades são o centro nervoso de um pacote de acordos de cooperação em defesa firmados em 2008 pelos então presidentes Lula e Álvaro Uribe. De lá para cá, militares e policiais brasileiros e colombianos têm feito exercícios e operações conjuntos, pelo menos um deles de maior porte, envolvendo patrulhamento aeronaval de uma fronteira naturalmente porosa.

A notícia mais recente, que passou relativamente despercebida, foi a realização de exercícios de controle de fronteira também com o Peru, em janeiro último. A área escolhida foi a de Assis Brasil (AC), mais a oeste da tríplice fronteira. Mas a prisão do “capo” peruano no Amazonas apenas ressalta a natureza trigêmea do inimigo. Por sinal, o pacote de acordos firmado em 2008 inclui um que é tripartite, indicação de que não vem de hoje a percepção de que o problema não se resume a Brasil e Colômbia. Inclusive porque, em parte como efeito colateral do relativo sucesso na erradicação de cultivos em solo colombiano, o Peru arrebatou nos últimos anos o “troféu” de maior produtor mundial da folha de coca, matéria-prima da cocaína.

Indefinição crítica
Para além das implicações imediatas no âmbito do combate ao narcotráfico, a confrontação com redes criminosas estabelecidas em uma fronteira não apenas tripla, mas extremamente vulnerável pela geografia, preocupa tanto mais num momento de indefinição para a área crítica do contraterrorismo. De saída, patina há anos um projeto para tipificar o crime de terrorismo, ausente da legislação penal brasileira. Ainda mais aguda, para diferentes partes envolvidas no esforço, é a reorientação da Abin. Enquanto o Planalto pisa em ovos para restabelecer as bases da relação entre a agência, o GSI e o comando militar, o setor (como todo o governo federal) se enquadra ao rigor dos cortes orçamentários.

No âmbito estrito da inteligência, há receios de que justamente a unidade de contraterrorismo, ainda nos passos iniciais, seja atingida. E isso embora o país esteja às portas de sediar eventos que soam como chamarizes: antes mesmo da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016, teremos neste ano os Jogos Militares, e em 2013 a Copa das Confederações.

Cooperação fluida
São preocupações que invadirão a agenda diplomática, desde logo com a visita de Barack Obama, dentro de duas semanas. Com a colega Dilma, o presidente americano deve falar mais diretamente dos negócios que a organização das competições pode favorecer. Mas é certo que os arranjos de segurança para as delegações americanas serão discutidos cada vez mais amiúde. Até porque, como relatam os funcionários brasileiros das diversas áreas envolvidas, nos afazeres cotidianos da área policial e de inteligência, a cooperação com os americanos — e não apenas com eles — é fluida.


Silvio Queiroz
Fonte: Conexão Diplomática

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Arábia Saudita ameaça usar forças de segurança contra protestos

http://jeffreyhill.typepad.com/.a/6a00d8341d417153ef0148c8270203970c-550wi

Ministério do Interior diz que uso da força está autorizado contra aqueles que tentarem alterar ou infringir sistema.http://notasaocafe.files.wordpress.com/2011/02/reijger_19022011_1.jpg?w=600&h=600

As manifestações estão proibidas na Arábia Saudita e a polícia está autorizada a reprimir os protestos para fazer a lei ser respeitada, disseram as autoridades neste sábado. O ministério advertiu que acionará as forças de segurança contra quem tentar alterar ou infringir o sistema, segundo um comunicado de seu porta-voz, general Mansur el Turki.

“As forças de segurança estão autorizadas legalmente a adotar as medidas requeridas contra todo aquele que tentar alterar ou infringir o sistema de qualquer maneira”, disse El Turki na nota, divulgada pela agência estatal “SPA”.

A advertência foi feita seis dias antes da realização de um “Dia da Fúria”, convocado por centenas que aderiram a uma campanha no Facebook. Os organizados querem eleições, liberdades para as mulheres e libertação de presos políticos.

Até a manhã de 23 de fevereiro, mais de 460 pessoas haviam aderido ao protesto convocado para 11 de março no reino, que é o maior exportador mundial de petróleo e tem uma monarquia absolutista. É impossível verificar, no entanto, quantas dessas pessoas estão na Arábia Saudita, e se o protesto de fato ocorrerá.

A ameaça do ministério é uma escalada das medidas tomadas para evitar manifestações como as que forçaram a queda dos presidentes do Egito e Tunísia e atualmente levam a Líbia para perto da guerra civil.

As rebeliões árabes que derrubaram os líderes da Tunísia e Egito foram iniciadas por jovens que se mobilizavam por redes sociais, mas ativistas na Arábia Saudita disseram que uma recente convocação pela internet para protestos em Riad não conseguiu levar ninguém às ruas.

No mês passado, uma manifestação em Jidá, depois de uma inundação na segunda maior cidade saudita, foi rapidamente dispersada.

No Facebook, os ativista reivindicam “que o governante e os membros do Conselho Shura (consultivo) sejam eleitos pelo povo”, que haja um Judiciário independente, liberdade de expressão e reunião e que sejam libertados os presos políticos.

Eles pedem também um salário mínimo de 10 mil rials (US$ 2.700), mais oportunidades de emprego, criação de um órgão de combate à corrupção e revogação de “impostos e taxas injustificados”. Há ainda pedidos de reconstrução das Forças Armadas, reforma do clero conservador sunita e “abolição de todas as restrições ilegais sobre as mulheres”.

Apesar da sua riqueza petrolífera, a Arábia Saudita enfrenta um índice desemprego que chegou a 10,5% em 2009. O reino oferece benefícios sociais a seus 18 milhões de cidadãos, mas estes são considerados menos generosos que os de outros países petrolíferos do golfo Pérsico.

Rei Abdullah

Em 23 de fevereiro, antes de retornar à Arábia Saudita após três meses de tratamento médico no exterior, o rei Abdullah anunciou uma série de benefícios para a população.

Os benefícios incluem um aumento de 15% nos salários de um milhão de sauditas que trabalham no setor público e um aumento de US$ 10,7 bilhões no fundo de financiamento da habitação para responder melhor às demandas de crédito imobiliário. Também foram anunciadas medidas para combater o desemprego e ajudar jovens a estudar no exterior.

Não foi anunciada nenhuma reforma política, como a realização de eleições municipais – uma exigência de grupos de oposição.

Abdullah, que estaria com cerca de 87 anos, viajou para os Estados Unidos em novembro para tratamento de uma hérnia de disco. Nas últimas quatro semanas ele estava se recuperando no Marrocos de uma cirurgia realizada em Nova York.

Fonte: Último Segundo

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Defesa Fotos do Dia

China planeja aumentar para 12,7% o seu orçamento de Defesa

http://2.bp.blogspot.com/-DItKme0BpT4/TWKuk7BatiI/AAAAAAAASFc/b3K-Q31pMBU/s1600/Dragon+China+and+the+world.jpgO governo da China planeja aumentar seu orçamento para Defesa em 12,7% este ano, para 601,1 bilhões de yuans (US$ 91,4 bilhões), ante 533,4 bilhões de yuans em 2010, afirmou Li Zhaoxing, porta-voz do Congresso Nacional do Povo, cuja sessão anual começa amanhã. Segundo Li, os investimentos serão feitos em “desenvolvimento apropriado de armamento”, bem como em treinamento e desenvolvimento de recursos humanos.

O aumento planejado para este ano é maior do que o de 7,5% registrado no ano passado, mas é significativamente mais baixo do que o crescimento anual médio de 19% nos anos anteriores a 2010. A notícia surge em meio a sinais de que o crescente poder econômico e militar da China está levando outros países da Ásia a fazerem investimentos militares.

A China tenta reduzir essas preocupações, argumentando que o crescimento do orçamento militar não é uma ameaça e continua relativamente pequeno de acordo com algumas medidas. Li observou que, com relação ao Produto Interno Bruto (PIB) do país, os gastos militares são baixos, “menores do que em muitos países”. Li também afirmou que a Defesa vai corresponder a apenas cerca de 6% do orçamento nacional da China para este ano.


Fonte: Estadão via Geopolítica Brasil

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Voa a segundo protótipo do caça de quinta geração PAK FA

O segundo protótipo do caça de quinta geração realizou hoje seu primeiro voo. (Foto: Sukhoi OKB)

O segundo protótipo do caça de quinta geração Sukhoi T-50 (PAK FA) fez seu primeiro vôo hoje, entrando no programa de ensaios em vôo. O voo foi realizado com o piloto de testes da Rússia, Sergei Bogdan, que decolou do aeródromo de Komsomolsk-on-Amur Aircraft Production Association. O primeiro vôo do protótipo foi considerado um sucesso.


O primeiro voo do segundo protótipo do caça PAK FA partiu do aeródromo de Komsomolsk-on-Amur, no extremo leste da Rússia. (Foto: Sukhoi OKB)

O segundo caça T-50 ficou no ar por 57 minutos. Todos os sistemas de aeronaves e motores funcionaram sem problemas. Mais cedo, o presidente da United Aircraft Corporation Mikhail Pogosyan, disse que em 2011 está previsto que o programa de ensaios em vôo tenha três caças da quinta geração protótipos. Até o momento, as aeronaves já efetuaram diversos testes de aviônicos e uma série de testes estáticos.

Durante o voo de 57 minutos foram testados os sistemas básicos da aeronave. (Foto: Sukhoi OKB)

O piloto de testes da Rússia, Sergei Bogdan, recebe os cumprimentos do presidente da United Aircraft Corporation Mikhail Pogosyan, após a relização do voo com o segundo protótipo. (Foto: Sukhoi OKB)

De acordo com a programação, os testes do T-50 conceito devem terminar entre 2011 e 2012. Em 2013, o Ministério da Defesa da Rússia tem a intenção de assinar com a Sukhoi um contrato para o fornecimento de dez aeronaves para teste de armas. A primeira fase dos testes seria concluída antes do final de 2013. Após todos testes realizados com sucesso, a Rússia pretende a partir de 2016, adquirir um lote experimental de 70 caças T-50, podendo chegar até 250, caso sejam exercidos todos pedidos planejados.

Fonte: Cavok

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China deve manter acordo com o Brasil na aviação

Cláudia Trevisan

O primeiro-ministro da China, Wen Jiabao, classificou de “importante” a cooperação com o Brasil na área de aviação civil e sinalizou que ela poderá ter continuidade, apesar dos problemas que afetam a parceria entre a Embraer e a estatal chinesa AVIC.

O líder comunista recebeu ontem em Pequim os ministros das Relações Exteriores, Antonio Patriota, e do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, que estão na China para preparar a visita que a presidente Dilma Rousseff fará ao país em abril.

Ambos foram recebidos durante 34 minutos pelo primeiro-ministro em Zhongnanhai, complexo ao lado da Cidade Proibida onde a cúpula do Partido Comunista vive e trabalha. Patriota levou a Wen a mensagem de que sua chefe está entusiasmada com a viagem à China e a vê como uma oportunidade para a retomada do diálogo sobre a parceria estratégica entre os dois países.

Pimentel disse ao primeiro-ministro que a intenção de Brasília é ter relacionamento de longo prazo com a China. Patriota emendou com a lembrança de que empresas brasileiras desejam investir no país e contam com a boa vontade de Pequim – a menção era uma referência velada ao fato de que algumas delas enfrentam barreiras para levar adiante seus planos.

A Embraer também gostaria de manter a parceria que estabeleceu em 2002 com a AVIC, mas até agora não conseguiu o aval do governo chinês. A fábrica que as duas empresas possuem em Harbin, nordeste da China, produz o avião de 50 lugares ERJ-145 para o qual não há mais demanda no país. A intenção da empresa brasileira é fabricar em parceria com a AVIC o jato E-190, para até 120 passageiros.

A China foi o segundo maior mercado da Embraer em 2010 e respondeu por 9,3% das exportações da empresa, com vendas no valor de US$ 368,4 milhões. O país também é o mercado de aviação que cresce mais rapidamente em todo o mundo.

Maior crítico das relações com a China no novo governo, Pimentel ressaltou que o país será o primeiro a ser visitado por Dilma fora do continente americano, em razão de sua importância comercial para o Brasil.

O chanceler brasileiro agradeceu o fato de Wen ter recebido a delegação brasileira no período em que começam os encontros da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês e do Congresso Nacional do Povo, quando a agenda dos dirigentes de Pequim está sobrecarregada.

Wen chamou Patriota de “bom e velho amigo da China” e lembrou que o diplomata serviu na Embaixada do Brasil em Pequim. O ministro esteve no país em 1987 e 1988 e atualmente é um aplicado aluno de chinês. No fim do encontro, ele e Wen trocaram algumas palavras sem a ajuda do intérprete.

Pela manhã, Patriota havia se reunido com o ministro das Relações Exteriores da China, Yang Jiechi, que ressaltou a parceria estratégica entre os dois países e fez referência às posições comuns de Pequim e Brasília em fóruns multilaterais.

Hoje, Patriota e Pimentel irão se encontrar com o ministro do Comércio, Chen Deming, para discutir temas espinhosos da relação bilateral, que incluem o acesso de produtos brasileiros ao mercado chinês e o pedido de Pequim para que o Brasil cumpra sua promessa de reconhecer a China como economia de mercado.

Fonte: Estadão

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Defesa Sistemas de Armas

ICBM indefensável russo RS-24 Yars já está operacional

http://4.bp.blogspot.com/_J-tT9sic8CM/TPhJYFuR6eI/AAAAAAAACvY/z07fGk5VkTQ/s1600/147991073.jpg

Fontes do Ministério da Defesa da Rússia confirmaram um regimento da região de Ivanovo, cerca de 300 km a noroeste de Moscou, já está de posse do novíssimo míssil estratégico russo RS-24 Yars.

O Míssil Balístico Intercontinental (ICBM) RS-24 Yars, de base móvel, é a versão modernizada do sistema Topol-M e consta de três etapas, utiliza-se de combustível sólido e pode transportar até 4 ogivas do tipo MIRV de até 550 quilotons cada. A maioria de suas características se mantém em segredo. Além das características mencionados, sabe-se que o míssil não pode ser defendido por nenhum sistema anti-míssil existente no mundo.

O comandante das Tropas de Mísseis Estratégicos da Federação Russa (RVSN RF), o tenente-coronel Sergei Viktorovich Karakayev, comunicou no final de 2010 que os mísseis Topol-M, de um única ogiva, seriam substituídos pelos RS-24 Yars que são capazes de destruir vários alvos de uma vez.

Fonte: O Informante

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Tecnologia

DARPA contrata desenvolvimento do robô militar Cheetah e do humanóide Atlas

Agência de projetos de defesa americana DARPA contratou Boston Dynamics para 2 projetos: um quadrúpede e um humanóide.

O robô Cheetah terá uma espinha flexível, cabeça e pescoço articulados e, possivelmente, uma cauda.
Será capaz de acelerar rapidamente e fazer curvas fechadas para poder “perseguir ou fugir”, disse a companhia em um comunicado.

A Boston Dynamics diz Cheetah vai correr “mais rápido do que os mais rápidos corredores humanos.”

O segundo robô a construir, o humanóide Atlas, vai ter um tronco, dois braços e duas pernas, e será capaz de subir e fazer manobras em terrenos acidentados.
O robô “poderá por vezes, andar ereto como um bípede, às vezes virando de lado para passar através de passagens estreitas”, e às vezes usando suas mãos para maior sustentação e equilíbrio.
Atlas será baseado, em parte, em Petman , um robô antropomórfico desenvolvido para o exército dos EUA, ver foto.
Até recentemente, apenas as pernas do robô  tinham sido publicadas, mas agora a empresa tem revelado todo o corpo.
Atlas será diferente de humanóides existentes que usam técnicas estáticas para controlar seus movimentos, contando apenas com uma abordagem de controle dinâmico, a companhia disse.
“Ao contrário do Asimo da Honda, ea maioria dos outros robôs humanóides que você viu, o Atlas vai andar como um homem”, disse Rob Playter, da Boston Dynamics.
A empresa diz que os dois robôs se destacam por sua rapidez no uso da dinâmica, jogando ou balançando as pernas e os braços para manter o equilíbrio e superar os obstáculos.
Diz também que, além de aplicações militares, Chita e Atlas poderia encontrar usos em emergências, combate a incêndios, agricultura avançada, e as viagens de veículos em locais que são inacessíveis aos veículos convencionais de rodas e lagartas.

Fontes:    Boston Dynamics spectrum.ieee.org


Vídeos e imagens dos projetos anteriores: PetMan e BigDog

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Exército da Rússia receberá novo lança-granadas

A Rússia estará equipando seu Exército de Terra com os novos lança-granadas que foram utilizados durante a operação de imposição de paz na Geórgia, declarou hoje o porta-voz do Ministério da Defesa, o tenente-coronel Serguei Vlasov.

“As unidades de proteção radioativas, químicas e biológicas do Exército de Terra receberam os novos lança-granadas de infantaria, utilizados durante a operação de imposição de paz na Geórgia, em agosto de 2008”, disse Vlasov.

O equipamento mencionado trata-se da nova versão RPO PDM-A (Shmel-M), que tem alcance de no máximo 1.700 e alcance efetivo de 800 metros, o que permite aniquilar o inimigo no campo de batalha e em fortificações permanentes. O novo lança-granadas também é capaz de destruir veículos blindados ligeiros.


“A nova arma mostrou uma alta eficácia durante o conflito bélico de agosto de 2008 e agora servirá na luta terrorista, incluindo o terrorismo químico e nuclear”, disse Vlasov.

Fonte: O Informante

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Comunidade internacional avalia riscos de uma intervenção na Líbia

USS Kearsarge’s

Para especialistas, criação de zona de exclusão aérea é medida dispendiosa e de poucos efeitos práticos. Envio de tropas seria mais eficaz para proteger a população e apoiar a ajuda humanitária.

Diante das brutais ações do ditador Muammar Kadafi na repressão aos insurgentes líbios, a comunidade internacional debate cada vez mais a adoção de medidas militares na Líbia, incluindo a criação de uma zona de exclusão aérea no país ou o envio de tropas por terra.

O embaixador-adjunto da Líbia na ONU, Ibrahim Dabbashi, que rompeu com Kadafi, foi um dos primeiros a exigir uma área de não circulação aérea na Líbia. Ele falou de um início de genocídio em seu país, o qual só poderia ser impedido por meio de uma intervenção militar da comunidade internacional.

Do ponto de vista do direito internacional, o ONU poderia emitir um mandato com base na responsabilidade de proteger, compromisso assumido pelos países-membros na Assembleia Geral de 2005.

Rebeldes perto de Bengasi, cidade no leste da Líbia

Segundo esse compromisso, a comunidade internacional tem o dever de proteger uma população em todo e qualquer lugar onde possa acontecer um genocídio, como lembra o cientista político Carlo Masala, da Universidade Militar de Munique.

Intervenção externa

Mas não há consenso entre especialistas internacionais se o que está acontecendo na Líbia pode ser chamado de genocídio. Além disso, até hoje a comunidade internacional poucas vezes pôs em prática o compromisso assumido em 2005.

“Mesmo que isso soe cínico, a situação na Líbia ainda é relativamente inofensiva se comparada com o que aconteceu, há alguns anos, no Darfur. E mesmo assim, nós não agimos no Darfur”, enfatiza Masala. “Os países intervêm apenas quando querem defender seus próprios interesses e não motivados por um compromisso internacional”, complementa.

Para instituir uma zona de exclusão aérea ou para avançar com a intervenção militar é necessária a aprovação do Conselho de Segurança da ONU. Na semana passada, o grêmio concordou em aplicar sanções contra a Líbia. Mas essa unanimidade dificilmente seria alcançada no caso de uma intervenção militar, mesmo que ela se restringisse ao fechamento do espaço aéreo.

A China e a Rússia provavelmente vetariam esta decisão. Ao Ocidente restaria apenas a opção de agir sem um mandato da ONU. Mas até mesmo na Otan, que dispõe dos meios para impor o fechamento do espaço aéreo, há restrições a uma ação militar.

Anti-Kadafi: Defesa do ataque aéreo no leste da Líbia

Otan poderia agir

A Turquia, segundo maior exército da Otan, é contra. França e Alemanha hesitam. O especialista em política de segurança  Henning Riecke, da Sociedade Alemã para Política Externa, também é cético: “A proibição do tráfego aéreo é uma questão tão complexa que a curto prazo seria quase impossível aplicá-la, embora a Otan esteja em condições de fazê-lo. Mas a questão é quanto tempo essa operação iria durar, quão ampla ela seria e o que exatamente o mandato das Nações Unidas iria prever.”

A Otan dispõe de pessoal e recursos para implementar uma zona de exclusão aérea. A Nato Response Force – Força de Reação da Otan – possui uma tropa militar móvel capaz de enviar, em uma semana, 14 mil soldados para operações militares também fora da Europa.

Porém a Líbia apresenta riscos geopolíticos peculiares. A maior parte do país é um deserto. A Líbia é quase cinco vezes maior que a Alemanha e, para controlar o espaço aéreo de um território como este com eficiência, seriam necessários de 100 e 150 voos diários. Nem mesmo a Otan teria condições de fazer isso a longo prazo.

“Não vai funcionar”

Manifestantes em Ajdabiya

Para Riecke, uma área de não circulação aérea não teria um impacto direto na luta entre as tropas de Kadafi e os rebeldes. “Daria-se início a uma operação muito complexa e de efeitos muito limitados para o confronto que ocorre no país”, afirma.

Até hoje houve apenas dois casos de restrição de voos. No norte do Iraque em 1991, para proteger os curdos dos ataques aéreos de Saddam Hussein; e em meados dos anos 1990 com o mandato da ONU na Bósnia-Herzegovina. Mesmo assim, o massacre de Srebrenica não foi evitado.

Por isso, para a maioria dos especialistas, faz mais sentido uma intervenção de tropas por terra para proteger os oposicionistas da ação das forças leais a Kadafi e também para apoiar os serviços de ajuda humanitária às centenas de pessoas refugiadas nas fronteiras do país.

Autor: Daniel Scheschkewitz (br)
Revisão: Alexandre Schossler

Fonte:  DW-WORLD.DE

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Tecnologia

Helicóptero não tripulado K-MAX bate recorde de carga

Helicóptero não tripulado K-Max

2,2 toneladas a 3300 metros de altitude

O helicóptero não tripulado KMAX sendo desenvolvido pela Kaman e a Lockheed Martin demonstrou sua capacidade levando uma carga útil de 2,2 toneladas a 3300 metros de altitude no campo de provas do Exército americano em Yuma, no Arizona.

O projeto não tem rotor de cauda, e tem um sistema de dupla hélice contra-rotativa.

Eles vão manter um posto de comando para ser usado opcionalmente por um piloto humano.

Helicóptero não tripulado K-MaxHelicóptero não tripulado K-Max

Fonte: Lockheed Martin via AviaçãoGeral.com