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Defesa Fotos do Dia Sistemas de Armas

Rússia anuncia aquisição de ICBMS e Submarinos SSBN

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O Ministro da defesa russo Anatoly Serdyukov, disse na sexta-feira que  a Rússia irá adquirir 36 sistemas de mísseis balísticos estratégicos, dois submarinos lançadores de mísseis de 20 mísseis, todos com entregas para este corrente ano.

No total serão empregues mais de US $ 665 mi afirmrou  Serdyukov em uma reunião do conselho militar do qual contou com a presença do russo, Dmitry Medvedev.

Este montante  irá cobrir parte das recentes aquisições de 5 foguetes espaciais veículos espaciais , 35 aviões de combate, 109 helicópteros, 21sistemas de defesa anti-aérea 3 submarinos nucleares de ataque e uma escolta de superfície.

Fonte: Ria Novosti

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Defesa Fotos do Dia Obama no Brasil

Caças ficam em segundo plano na visita de Obama

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Confortável com sua carteira de pedidos, Boeing “cede espaço” à discussão de um assunto mais urgente: a venda de petróleo brasileiro aos EUA.

Perante os esforços para costurar acordos bilaterais e expandir as exportações de petróleo aos Estados Unidos, ficarão em segundo plano as negociações entre a Boeing e o governo brasileiro durante a visita do presidente americano Barack Obama ao país, neste fim de semana. Apesar de trazer uma comitiva corpulenta – composta por nomes ‘de peso’, como o Secretário do Tesouro, Timothy Geithner –, a expectativa é que Obama utilize suas 48 horas em território nacional para tratar de assuntos que lhe propiciem maior capital político e benefícios econômicos. A estratégia não inclui, portanto, promover as vantagens comparativas dos caças F-18 da fabricante americana de aviões, que participa de licitação no país. Tal postura contrapõe-se à atuação do presidente francês Nicolas Sarkozy, que, por meses, foi o ilustre ‘garoto-propaganda’ dos caças Rafale, da Dassault – os quais, por muito tempo, eram os preferidos do governo Lula e que hoje estão no fim da fila.

Despender algumas de suas poucas horas no Brasil para vender 36 caças da Boeing faria sentido se os EUA estivessem muito interessados em acordos de cooperação militar com o Brasil, ou se a fabricante americana estivesse com sua linha de caças presa em estoque – este é o caso da Dassault, que não consegue vender os Rafale a ninguém. Para Obama, o cenário é outro. A Boeing é bem-sucedida neste segmento e já vendeu, ao menos, 400 caças F-18 pelo mundo.  “Existe, por outro lado, um interesse do ponto de vista estratégico. Ao comprar os caças dos EUA, o Brasil demonstraria um certo alinhamento político com o país. E isso é interessante para Obama. Contudo, está longe de ser o tema mais importante”, afirma Fernando Cima, da Axxa, consultoria especializada em equipamentos de Defesa.

A negociação dos caças toma proporções ainda mais reduzidas quando fica ao lado do tema petróleo. Caso consiga costurar algum possível acordo envolvendo o pré-sal, o presidente americano obterá uma clara vitória: reduzir a dependência do país dos combustíveis provenientes do Oriente Médio, território que constantemente é palco de turbulências políticas. Os Estados Unidos já são o principal destino das exportações da Petrobras, respondendo por 55% de todo o volume embarcado. O número só não é maior porque o Brasil ainda não produz o suficiente para ampliar suas vendas. Em 2010, foram exportados cerca de 4 bilhões de dólares em petróleo e derivados ao mercado americano.

Analistas ouvidos pelo site de VEJA afirmam que a situação se tornaria mais interessante para a Boeing se a moeda de troca pela venda dos caças fosse justamente um acordo que estabelecesse um aumento significativo das exportações de petróleo aos EUA. Segundo a Câmara Americana de Comércio (AmCham-Brasil), que organiza a visita do presidente Obama ao país, o presidente da Boeing não está na lista de empresários que acompanha a comitiva do democrata. Contudo, a empresa mandará um alto executivo para representá-lo na reunião de cúpula que será realizada em Brasília.

Fonte: Veja

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Conflitos Geopolítica

Governo Líbio decreta cessar fogo

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O ministro das relações exteriores da  Líbia, Kussa Mussa, anunciou em seu discurso pela televisão  transmitido para o país que o governo ordenou a suspensão da ofensiva militar contra a oposição.

Kussa Disse que, a medida estava destinada a proteger civis, a medida veio somente após aprovada a resolução do conselho de segurança da ONUde criação de uma zona de exclusão Aérea  e clara declaração de inicio das operações militares encabeçados pela França e Reino Unido que poderiam começar a qualquer momento sobre o espaço aéreo Líbio.

Fonte: BBC World


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Acidentes e Catástrofes Fotos do Dia Tecnologia

Airbus é acusada de homicídio culposo no caso do voo 447

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Acidente com o avião da Air France, que caiu no Oceano Atlântico em 1º de junho de 2009, deixou 228 mortos.

A justiça francesa comunicou nesta nesta quinta-feira que a Airbus foi acusada de “homicídio culposo”, aquele sem intenção de matar, no inquérito que apura as causas do acidente com o avião da Air France, em 31 de maio de 2009, anunciou o presidente da construtora do avião, Thomas Enders. Já a companhia aérea Air France foi convocada para uma audiência na sexta-feira, como parte da investigação, para um provável indiciamento.

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“Confirmo que a Airbus foi indiciada. Desaprovamos firmemente esta decisão, que consideramos prematura”, disse Enders após a decisão da juíza francesa Sylvie Zimmerman. “Continuaremos, apesar disso, a cooperar com a investigação e com a próxima fase de buscas das caixas-pretas”, acrescentou.

Novas operações de busca no mar pelos destroços do Airbus serão iniciadas no dia 20 de março em uma nova zona de 10.000 km2. Será a quarta fase de busca da aeronave acidentada e por suas caixas-pretas, que poderá durar até julho. Essa etapa será dividida em três fases de 36 dias cada uma.

O indiciamento da Airbus é o primeiro na investigação da tragédia com o Airbus A330 que caiu no dia 31 de maio de 2009 no Oceano Atlântico matando as 288 pessoas a bordo. Apenas 3% do avião e 50 corpos foram resgatados nos dias que se seguiram à catástrofe aérea.

No atual estágio das buscas e com os dados técnicos obtidos, o Bureau de Investigações e Análises (BEA), encarregado das análises técnicas, considera que a falha das sondas de velocidade Pitot é um dos elementos que explicam o acidente, mas não pode ser por si só a causa da catástrofe.

Os especialistas consideram particularmente “tardia demais e ineficaz” a reação da Air France aos primeiros alertas sobre a confiabilidade das sondas Pitot, que servem para medir a velocidade do avião.

Fonte: Último Segundo

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Conflitos Fotos do Dia Geopolítica

Ataque aéreo à Líbia começará nas próximas horas, diz governo francês

http://www.arm-asso.fr/wp-content/themes/news/images/rafales-a-bord-1024X768-1.jpgFrança deve ser o primeiro país a participar dos ataques aéreos; Reino Unido e Otan também iniciam preparativos para a ação.

A ação militar ocidental contra a Líbia começará nas próximas horas, com a França sendo o primeiro país a participar dos ataques aéreos, segundo informou nesta sexta-feira um representante do governo francês. Perante a Câmara dos Comuns, o primeiro-ministro britânico, David Cameron, anunciou que os preparativos para desdobrar no Mediterrâneo os aviões que participarão da imposição da zona de exclusão aérea já começaram.

Nas próximas horas, os aviões estarão operacionais nas bases das quais poderão voar para aplicar a resolução aprovada pelo Conselho de Segurança (CS) da ONU, que deu sinal verde ao uso da força para proteger a população civil líbia dos ataques das forças do coronel Muamar Kadafi. Cameron explicou que os aviões da RAF (a Força Aérea Real do Reino Unido) que participarão da operação serão caças-bombardeiros Tornado e Typhoon.

http://www.aviationspectator.com/files/images/Eurofighter-Typhoon-258.preview.jpgA Organização do Atlântico Norte (Otan) também iniciou os preparativos para a ação. Representantes dos 28 países da Aliança se reunirão nesta sexta-feira em Bruxelas para analisar a nova situação na Líbia. Segundo a Eurocontrol, depois da aprovação da resolução, a Líbia fechou seu espaço aéreo.

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O porta-voz francês e ministro do Orçamento, Francois Baroin, disse à rádio RTL que a ação militar ocorrerá “rapidamente… nas próximas horas”. Ele afirmou que isso não se trata de uma ocupação, mas sim de uma ajuda às forças de oposição ao regime do líder líbio, coronel Muamar Kadafi.

Por outro lado a Itália excluiu por enquanto a possibilidade de que seus aviões participem das operações, embora está disposta a ceder três de suas bases para a operação.

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Os anúncios ocorreram depois que o Conselho de Segurança da ONU aprovou a resolução que também autoriza “todas as medidas necessárias” para proteger civis de ataques das forças de Kadafi. A resolução recebeu dez votos a favor e nenhum contra, mas cinco países – incluindo China e Rússia, membros permanentes do Conselho, e o Brasil – se abstiveram.

Segundo o correspondente da BBC em Paris Christian Fraser, a França pode enviar à Líbia jatos Mirage que estão posicionados em bases militares na ilha da Córsega. Fraser diz ainda que outros aviões franceses posicionados na costa do Mediterrâneo, com ajuda de sistemas aéreos de alerta e controle, têm sido enviados a missões específicas 24 horas por dia desde quinta-feira da semana passada.

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, já defendia ataques “cirúrgicos” nos bunkers de controle e nos sistemas de radar de Kadafi. No entanto, segundo Fraser, a França não descarta realizar bombardeios contra forças líbias em terra.

O correspondente da BBC afirma que a participação da França nessas ações é uma grande vitória polícia de Sarkozy, cujo governo havia sido criticado por não apoiar o levante popular na Tunísia.

O ministro das Relações Exteriores britânico, William Hague, disse que a resolução do Conselho de Segurança constitui uma “resposta positiva à reivindicação da Liga Árabe” a favor de medidas para proteger os civis líbios, indo ao encontro dos esforços da França, Reino Unido, Líbano e EUA. “É necessário tomar essas medidas para evitar um maior derramamento de sangue”, disse Hague.

Após a votação da ONU, o primeiro-ministro do Reino Unido, David Cameron, um dos maiores defensores da intervenção militar contra Kadafi, falou por telefone por cerca de meia hora com o presidente dos EUA, Barack Obama.

Estados Unidos

Segundo fontes ouvidas pela BBC, é improvável que os EUA participem da ofensiva no início, que devem ter apoio logístico de nações árabes. Concentradas na cidade de Benghazi, no leste do país, forças contrárias a Kadafi comemoraram o anúncio da ONU, ao passo que um porta-voz do governo líbio condenou a “agressão”.

A resolução, de número 1.973, foi proposta por Reino Unido, França e Líbano e contou com apoio dos EUA. O ministro francês de Relações Exteriores, Alain Juppe, apresentou a proposta dizendo que “na Líbia, por várias semanas, a vontade do povo tem sido alvejada pelo coronel Kadafi, que está atacando seu próprio povo”. “Não podemos chegar tarde demais”, disse Juppe.

Segundo a embaixadora americana na ONU, Susan Rice, a “resolução deve enviar uma forte mensagem ao coronel Kadafi e seu regime de que a violência deve parar, a matança deve parar e o povo da Líbia deve ser protegido e ter a oportunidade de se expressar livremente”.

Voto brasileiro

Ao lado de China, Índia, Rússia e Alemanha, o Brasil se absteve na votação. Ao justificar a decisão, a embaixadora brasileira na ONU, Maria Luisa Viotti, disse que o gesto “não deve de maneira alguma ser interpretado como endosso do comportamento das autoridades líbias ou como negligência para com a necessidade de proteger a população civil e se respeitar seus direitos”.

Segundo Viotti, “o Brasil é solidário com todos os movimentos da região que expressam suas reivindicações legítimas por melhor governança” e leva em conta “o chamado da Liga Árabe por medidas enérgicas que deem fim à violência, por meio de uma zona de exclusão aérea”.

No entanto, a embaixadora afirma que “o texto da resolução em apreço contempla medidas que vão muito além desse chamado. Não estamos convencidos de que o uso da força como dispõe o parágrafo operativo 4 (OP4) da presente resolução levará à realização do nosso objetivo comum – o fim imediato da violência e a proteção de civis”.

Ainda segundo Viotti, o Brasil teme que ações militares exacerbem tensões e façam “mais mal do que bem aos próprios civis com cuja proteção estamos comprometidos”.

“Muitos analistas ponderados notaram que um importante aspecto dos movimentos populares no Norte da África e no Oriente Médio é a sua natureza espontânea e local”, diz ela.

http://i2.ig.com/fw/ai/i5/5l/aii55lpkjqu5t6x5leapjurdw.jpgLíbios cebebram em Benghazi decisão do COnselho de Segurança de impor zona de exclusão aérea e autorizar ações militares na Líbia (17/03/2011)

Kadafi

A votação em Nova York ocorreu no mesmo dia em que Khadafi fez um discurso em que ameaçou lançar uma ofensiva contra a cidade de Benghazi. No pronunciamento, o líder disse que a “hora da decisão chegou”.

“O assunto foi decidido… nós estamos indo (para Benghazi).” Segundo Kadafi, os opositores que largarem as armas serão anistiados, mas “não haverá misericórdia nem compaixão” com os restantes. Ele afirmou que suas forças “resgatariam” o povo de Benghazi de “traidores” e “filhos de cães”.

Segundo relatos, as tropas leais a Kadafi, que vêm avançando rumo ao leste da Líbia nos últimos dias, estão a cerca de 130 km ao sul de Benghazi. Nesta quinta-feira, muitos aviões do regime bombardearam o aeroporto da cidade. Segundo testemunhas, opositores derrubaram ao menos duas das aeronaves.

*BBC e EFE

Fonte: Último Segundo

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Japão: Últimas Notícias

Japão eleva para 5 o nível de gravidade do acidente nuclear em Fukushima

O índice da Escala Internacional de Eventos Nucleares e Radiológicos (INES, pela sigla em inglês) varia entre 0 e 7.

A Agência de Segurança Nuclear do Japão elevou nesta sexta-feira de 4 para 5 o nível de gravidade do acidente nuclear na usina de Fukushima.

Segundo a emissora de televisão estatal “NHK”, a agência já informou sobre a revisão a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), cujo diretor, Yukiya Amano, chegou nesta sexta-feira ao Japão para obter informações em primeira mão sobre a situação em Fukushima.

O nível 5 se refere a acidentes nucleares “com consequências de maior alcance”, enquanto o grau 4, no qual os incidentes eram avaliados até agora, define acidentes “com consequências de alcance local”.

O nível 7, o mais alto na escala de medição, corresponde à liberação ao exterior de materiais radioativos com amplos efeitos na saúde humana e no meio ambiente.

O acidente na usina de Chernobyl, na Ucrânia, em 1986, é até hoje o único caso no mundo em que o nível máximo foi atingido.

O terremoto e o posterior tsunami do dia 11 no nordeste do Japão danificaram o sistema de refrigeração da central, que enfrenta problemas de água em ebulição em seus seis reatores.

Desde quinta-feira, a equipe de emergência da usina se esforça, com a ajuda de militares e bombeiros, para resfriar o reator 3 com lançamentos de água a partir de caminhões-pipa e helicópteros.

A radioatividade em torno da usina nuclear, em atividade desde 1971, levou o Governo japonês a evacuar quase 230 mil pessoas em um raio de 20 quilômetros, além de recomendar a todas que vivem entre 20 e 30 quilômetros da central a permanecerem em suas casas com portas e janelas fechadas.

Fonte: Último Segundo

Japão faz um minuto de silêncio

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Uma semana após o tsunami, país para em homenagem às vítimas

Parlamentares, governos locais e membros das equipes de resgate lembraram nesta sexta-feira (horário local) com um minuto de silêncio o terremoto que devastou o nordeste do Japão há uma semana e deixou pelo menos 16 mil vítimas, entre mortos e desaparecidos.

A homenagem aconteceu às 14h46 do horário local (2h46 em Brasília), o momento exato no qual o tremor de 9 graus atingiu o nordeste do país no último dia 11 e gerou um tsunami que devastou cidades e vilarejos na costa japonesa.

Na província de Miyagi, cuja capital é Sendai, os funcionários do governo local também se juntaram ao ato simbólico de homenagem às vítimas, muitas das quais foram registraram nesta zona, uma das mais devastadas.

O mesmo fizeram os senadores japoneses, que realizaram nesta sexta-feira sua primeira sessão depois do terremoto, que gerou ainda uma grave crise nuclear na usina de Fukushima. O tremor, o de maior intensidade registrado no Japão nos últimos 140 anos, levou o país à sua pior crise desde a Segunda Guerra Mundial, segundo o primeiro-ministro, Naoto Kan.

* Com EFE

Fonte: Último Segundo

G-7 e Japão agem para conter alta do iene

Essa é a primeira vez desde 2000 que as maiores economias mundiais decidem intervir em conjunto nos mercados de câmbio.

O Japão comprou bilhões de dólares para conter a alta do iene nesta sexta-feira, e operadores citaram também intervenções no mercado por parte de bancos centrais europeus, em uma ação das maiores economias do mundo para acalmar os investidores em meio à crise nuclear japonesa.

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O dólar saltou 2 ienes para 81,83 ienes, deixando para trás o recorde de baixa de 76,25 atingido na véspera, conforme o Banco do Japão entrou no mercado. Operadores estimaram que o BC japonês comprou mais de US$ 25 bilhões (aproximadamente R$ 42 bilhões).

Outros BCs na Europa estavam vendendo ienes por euros, na primeira intervenção combinada do G7 em uma década. Os mercados acionários europeus subiram em resposta.

“Vai haver um grande efeito ressoando no mercado”, disse Kathy Lien, diretor de pesquisa cambial do GFT em Nova York. “Porque o único tipo de intervenção que realmente funciona é a intervenção coordenada, e isso mostra a solidariedade de todos os bancos centrais em termos da gravidade da situação no Japão.”

A bolsa do Japão subiu quase 3% neste pregão, recuperando parte das perdas da semana motivadas pelos temores relacionados ao terremoto, ao tsunami e a crise nuclear que atingiram o país. A queda na semana foi de 10%.

O G7 anunciou a decisão de intervir em conjunto após uma breve teleconferência nesta sexta-feira. A última intervenção assim ocorreu há uma década, quando os países ricos agiram para dar suporte ao euro após seu lançamento.

O ministro das Finanças do Japão, Yoshihiko Noda, disse que o BC começou a vender ienes às 21h (horário de Brasília) e que os demais bancos centrais do G7 interviram conforme abriam seus mercados.

Uma fonte disse à Reuters que o BC japonês deixou os ienes que vendeu no sistema, aumentando a liquidez que vem oferecendo ao mercado.

Fonte: Último Segundo


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Filho de Kadafi afirma que Líbia não tem medo de intervenção militar

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Redação Central, 18 mar (EFE).- Saif al-Islam, filho de Muammar Kadafi, assegurou que não “têm medo” de uma intervenção militar internacional após a resolução aprovada na noite de quinta-feira pelo Conselho de Segurança (CS) da ONU permitindo o uso da força para proteger os civis líbios.

“Estamos em nosso país e com nossa gente. E não temos medo”, disse Saif, considerado o herdeiro político de seu pai, em declarações à emissora americana “ABC”, após a aprovação do texto da ONU.

Saif assegurou que a decisão da ONU de “bombardear a Líbia” não é ajudar a população, “mas matá-la” e qualificou a resolução de “injusta”, após insistir que nas forças líbias nunca foram feitos ataques aéreos contra civis e que as informações divulgadas a este respeito são “falsas”.

“O Exército e os voluntários líbios lutaram contra os rebeldes armados e libertaram cinco cidades e não morreu nem um só civil”, acrescentou, ao assegurar que “não houve massacres na Líbia”.

Perguntado sobre as intenções militares do regime em relação a Benghazi, em cujas portas estão as tropas fiéis a Kadafi, disse que a segunda maior cidade do país está vivendo “um pesadelo” ao ficar nas mãos dos rebeldes, que mantêm “a população aterrorizada”.

“Há gente armada por todos os lugares, com suas próprias leis e executam quem fica contra eles”, assegurou o filho de Kadafi em relação à situação em Benghazi, considerada a capital rebelde e sede do Conselho Nacional Transitório (CNT).

Saif também se referiu aos quatro jornalistas de “The New York Times” desaparecidos há vários dias perto da cidade de Ajdabiya (leste) e confirmou que estão nas mãos do Exército.

Explicou que entraram ilegalmente no país e que foram retidos pelo Exército líbio quando este libertou Ajdabiya das mãos dos rebeldes e mencionou a possibilidade de que a única mulher do grupo possa ser liberada amanhã.

Fonte:EFE via YAHOO