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História Sistemas de Armas

O T–38 Talon completa 50 anos de serviço na USAF

http://aviacaogeral.com/wp-content/uploads/2011/03/Diversity_Head-02.jpgDia 17 de março passado, quinta feira, os funcionários da base aérea da USAF de RANDOLPH, Texas (AFNS) que comemoraram os 50º anos de serviço do supersônico T-38 Talon com uma cerimônia especial.

U.S. Air Force – Março, 20 de 2011

O T-38 Talon foi implantado como treinador na USAF e março de 1961 e serviu durante os últimos cinqüenta anos para a formação de varias gerações de pilotos e instrutores de voos ao longa das ultimas cinco décadas.

Segundo o Coronel Richard Murphy, comandante do 12º grupo de treinamento de voo, o T-38 continua a desempenhar um papel central no programa de formação de pilotos da Força Aérea Americana. “A T-38 tem sido um elemento fundamental na formação de pilotos nos últimos 50 anos”. E acrescenta, “A garra continua sendo a principal lição que um piloto de combate precisa desenvolver junto com as técnicas e são habilidades que servirão para agora e para o futuro.” No T-38 são preparados os pilotos para os aviões de caças e bombardeiros, incluindo o F-15 Eagle, o F-16 Fighting Falcon e o B-1B Lancer.

“A aeronave, obviamente, tem tido uma carga de trabalho enorme”, completa o coronel Murphy. “E ele, T-38, continuara a ocupar essa função no futuro previsível.”

http://aviacaogeral.com/wp-content/uploads/2011/03/foto011.jpgRefletindo sobre o legado do T-38, o general Edward A. Rice Jr., o comandante do Air Education and Training Command – Comando de Educação e Formação, disse que a história da aeronave nos últimos cinqüenta anos representa uma “verdade fundamental” sobre a Força Aérea.

“A USAF – Força Aérea Americana, utiliza os melhores equipamentos, oferece a melhor formação e possui uma força de pilotos e instrutores mais qualificados e dedicados do mundo”, disse ele. “A complexidade do trabalho de ambos no campo de batalha moderno e o crescente estoques de nossas aeronaves, que têm aumentado dramaticamente, e os T-38 evoluíram para atender a essas muitas outras exigências. Desde o novo “glass cockpit” e um “heads-up display”, e numerosos upgrades estruturais, o Talon encarnou a frase, “a flexibilidade é a chave para o poder aéreo.”

O general passou a contar a historia do T-38, começando com seu primeiro vôo em uma aeronave de teste em 1959, à sombra do programa de voos espaciais vivenciados pela Nasa.

“O que você pode não saber sobre o T-38 será que: o seu vôo inaugural foi em 10 de abril de 1959 – no mesmo dia em que funcionários da NASA realizaram sua primeira conferência de imprensa com os astronautas da Mercury que foram para o espaço”, disse ele. “Enquanto os olhos da nação (EUA) estavam fixados no vôo espacial e, posteriormente, em uma viagem à lua, a equipe do T-38 calmamente foi construindo uma base de excelência em que a Força Aérea iria construir sua força de piloto ao longo de décadas e décadas à frente.”

Geral Rice disse também que, “a eficácia do T-38 foi comprovado durante a Guerra do Vietnã e continua até hoje.”

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“Apenas alguns anos após seu primeiro vôo, o T-38 graduados foram testados em combate nos céus do Vietnã”, disse ele. “É difícil exagerar o legado do T-38 Talon e os efeitos que tiveram sobre a sustentabilidade no programa de treinamento dos melhores pilotos do mundo.”

Em homenagem ao quinquagésimo aniversário da aeronave, o tenente-coronel Donald Wheeler, um dos primeiros graduados do programa de treinamento T-38, chegou à cerimônia no banco traseiro de um T-38 pintado com um esquema de cores comemorativas especiais, dando o panorama de aparência semelhante ao original de 1961.

O coronel disse que acredita que a Força Aérea tem um dos melhores programas de formação de pilotos no mundo, e que a sua formação a bordo do T-38 foi vantajosa para a sua carreira como piloto.

Quando perguntado se sente diferenças no T-38 de agora comparado aos que comandou nos seus primeiros vôos, ele disse: “Sim, eu estou mais velho agora.”

Embora o T-38 tenha servido a Força Aérea Americana durante 50 anos, o general Rice disse que irão continuar a servir como uma plataforma de treinamento para futuros pilotos da USAF.

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“Nos próximos anos, novos pilotos vão continuar a aprender seu ofício nessa aeronave maravilhosa, o maravilhoso T-38”, disse ele. “E um dia, estes jovens homens e mulheres subirão para preencher os lugares de lideranças da Força Aérea sênior. Então, não importa o que o futuro nos reserva, o legado do T-38 Talon estará seguro nas experiências e nas lembranças dessa nova geração dos aviadores da Força Aérea.”

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Coronel Murphy disse que: embora tenha mudado muitas coisas no mundo desde 1961, existe uma coisa que não mudou.

Nossa missão continua a mesma de 1961, produzirmos os melhores pilotos e instrutores do mundo“, disse ele.

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Obama no Brasil

Obama: “Futuro do Brasil é agora”

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Em um discurso neste domingo no Rio, o presidente dos EUA, Barack Obama, fez um paralelo entre a luta do Brasil para chegar à democracia com as mobilizações populares que ocorrem atualmente no Oriente Médio e norte da África para pôr fim a governos autocráticos. “O Brasil mostrou que uma ditadura pode virar uma democracia. Mostrou que a reivindicação de mudança pode começar na rua e transformar o país, transformar o mundo”, disse.

Com elogios ao progresso do povo brasileiro, Obama passou uma mensagem de que EUA e Brasil devem trabalhar juntos para o progresso individual de cada país e para o desenvolvimento de outras regiões do mundo. “O Brasil não é mais o país do futuro. O futuro já chegou e é agora”, afirmou sob aplausos no Theatro Municipal. “O povo americano não apenas reconhece o sucesso do Brasil, mas o torce por ele. Ficaremos juntos como parceiros iguais, comprometidos com o progresso que podemos compartilhar”, disse.

Durante seu pronunciamento, o líder americano pontuou várias áreas em que Washington e Brasil estão trabalhando em conjunto. Obama lembrou que os dois países trabalharam em conjunto para superar a crise financeira de 2008.

O discurso seria feito a céu aberto, mas foi transferido para a casa de espetáculos. Centenas de pessoas foram à Cinelândia para acompanhar o discurso, que foi transmitido por telões do lado de fora do Theatro Municipal.A estudante Fernanda Osthoff, aluna da Escola Americana, estava entre os convidados que acompanharam o discurso de perto. “O fato de a primeira parada dele na América Latina ter sido no Brasil mostra a importância do País no cenário mundial e a intenção dos EUA em estreitar as relações com a nossa nação”, disse ao lado de amigos.

Um grupo de 65 mulheres com idades entre 40 e 85 anos também estava na seleta lista de convidados. Elas fazem parte de um núcleo da terceira idade de Bangu, bairro da zona oeste do Rio.

“Estamos ansiosas para o discurso. Temos lugar cativo para ficar pertinho do presidente”, disse Marli Coelho, coordenadora do projeto, antes do início do pronunciamento. “Espero que, a partir dessa viagem, ele cole com a Dilma e traga muitas coisas boas para o Brasil”, completou ela, que, assim como suas amigas, usava chapéus com lencinhos da bandeira dos estados unidos.

Do contra

Do lado de fora, entre os que não foram convidados, alguns manifestantes ensaiaram um protesto. Integrantes de partidos de esquerda, como o Partido Comunista Brasileiro e o PSOL carregavam bandeiras de Cuba e cartazes contra os ataques à Líbia. Por volta das 14h o grupo se dispersou.

O esquema de segurança na Cinelândia foi reforçado com a presença de soldados do Exército e de policiais militares. A avenida Rio Branco, uma das principais vias do centro do Rio, está interditada desde a avenida Presidente Vargas até a Cinelândia. Com a via sem trânsito, algumas pessoas aproveitaram o espaço para andar de bicicleta e skate.

*Com reportagem de Anderson Dezan, iG Rio de Janeiro

Fonte: Último Segundo

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Acidentes e Catástrofes

Pelas vítimas das catástrofes no Japão

Em nome do Blog Plano Brasil, gostaria de externar nossas condolências aqueles que perderam seus entes queridos nestas catástrofes e dizer-lhes que nos solidarizamo-nos  à vocês pelas perdas.

Nosso blog possui inúmeros acesso diários advindos do Japão, muitos de nossos leitores, brasileiros ou mesmo japoneses nos acompanham diariamente e é com profunda tristeza que recebemos as notícias da terrível catástrofe que se abateu a esta nação irmã.

A todos os compatriotas brasileiros residentes no Japão e suas famílias, estimamos o rápido retorno as normalidades de suas vidas. Mas também, pedimo-lhes e que colaborem  no esforço de reconstruir não só o país que lhes recebe e que sempre esteve de portas abertas ao povo brasileiro, mas também ,que reconstruam e reforcem nossos laços com o povo japonês, demonstrando que Brasil e Japão não possuem apenas laços culturais, comerciais, mas que sim, somos duas nações ligadas até mesmo nos momentos de dor de tristeza e de superação.

Ao Povo Japonês, pelo seu espírito de luta e superação, desejamos e acreditamos na sua reabilitação após esta tragédia. Nós do Plano Brasil juntamo-nos as vozes daqueles que choram as suas perdas nas terríveis catástrofes ocorridas no Japão, mas também zelamos e esperamos o renascer do sol no oriente.

Edilson Moura Pinto

Editor Chefe

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Defesa Defesa Anti Aérea Sistemas de Armas Vídeo

Vídeo: Tor M1 em ação

Sugestão: Rustam- de Moscow para o Plano Brasil

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Fotos do Dia Obama no Brasil

Obama faz propaganda de avião militar para Dilma

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O presidente americano, Barack Obama, promoveu, diante de sua colega Dilma Rousseff, as vantagens do avião americano F/A-18, que compete com o francês Rafale e o Gripen sueco, em uma licitação de 36 caças para a Força Aérea brasileira, informou a Casa Branca neste domingo.

Obama e Rousseff abordaram este tema durante seu encontro no sábado em Brasília, indicou Daniel Restrepo, conselheiro para as Américas do presidente americano. Mesmo assim, afirmou que Dilma não indicou preferências por um ou outro aparelho.

“Sobre os aviões, o tema do F/A-18 surgiu. A presidente Rousseff abordou a questão, e o presidente Obama destacou que o F/A-18 é o melhor avião oferecido (e que) o pacote de transferência de tecnologia é equivalente aos pacotes que são oferecidos a parceiros e aliados ao redor do mundo”, indicou.

O Brasil adiou a decisão sobre a licitação milionária para comprar caças supersônicos ofertados por França, Suécia e Estados Unidos, depois do anúncio de um corte orçamentário e não há data prevista para que o negócio seja concluído.

Na concorrência estão os fabricantes do caça francês Rafale (Dassault), do sueco Gripen NG (Saab) e o americano F/A-18 Super Hornet (Boeing).

O Brasil exige a transferência de tecnologia que lhe permita se tornar um fornecedor regional desses aparelhos.

O governo Lula tinha manifestado preferência pelos Rafale, mas no final optou por deixar a decisão à sucessora.

Fonte: Correio Braziliense

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Conflitos Geopolítica

Liga Árabe e Rússia criticam ataques por irem além de imposição de zona de exclusão

Liga Árabe

Lusa — O secretário-geral da Liga Árabe, Amr Moussa, criticou hoje os bombardeamentos da coligação internacional na Líbia por considerar que eles vão além “do objetivo de impor uma zona de exclusão aérea”.

Crítica semelhante foi feita hoje pela diplomacia russa, que apelou para a suspensão do uso indiscriminado da força que já fez vítimas civhttp://exame.abril.com.br/assets/pictures/25253/size_140_amr-moussa-liga-arabe.jpg?1299503364is.

“O que se passou na Líbia é diferente do objetivo de impor uma zona de exclusão aérea e o que nós queremos é a proteção dos civis, não o bombardeamento de outros civis”, disse o secretário-geral da Liga Árabe.

Fonte:  Diário de Notícias – Portugual

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Obama no Brasil

Frustração é marca histórica da relação Brasil-EUA

CLAUDIA ANTUNES

“Frustração” é a palavra mais usada por historiadores da diplomacia quando se referem à relação entre Brasil e Estados Unidos. Nunca distantes, até pela geografia, os dois países nunca foram íntimos, e tentativas de estabelecer uma “relação especial” não vingaram.

Desde que inaugurou em Washington sua primeira embaixada, em 1905, o Brasil reivindica ser tratado de forma diferenciada pelos EUA.

Do outro lado, houve expectativas de um alinhamento automático que foi raro –e que não deve ocorrer sob Dilma Rousseff, se confirmadas mudanças mais de estilo do que de substância na política externa.

Para especialistas, esse padrão se aplica aos governos recentes, a despeito do aumento do status do Brasil e da boa sintonia de FHC e Bill Clinton (1993-2001) e Lula e George W. Bush (2001-2009).

“A 2ª Guerra foi o único período em que o Brasil ganhou com a relação. O país quer ser um igual. Os EUA o reconhecem como parceiro, mas não como igual”, diz o inglês Joseph Smith, autor de “Brazil and the United States: Convergence and Divergence”.

“Pode ser que a descoberta do pré-sal mude a percepção americana, mas temos que esperar”, afirma. Segundo ele, os negócios e o interesse mútuo na estabilidade regional impedem a implosão bilateral.

Em título parecido –“Brasil e EUA: Desencontros e Afinidades” (FGV)– Monica Hirst também elenca desapontamentos.

Foi o caso do segundo governo Vargas (1951-54), quando créditos esperados de Washington não chegaram, e do período da democratização brasileira, em que Brasil e vizinhos lamentaram a ausência de uma solução política para a crise da dívida externa.

Da parte dos EUA, escreve Hirst, houve “descontentamento” com a resistência brasileira em enviar tropas para seguidas guerras, da Coreia (1951-53) à do Golfo (1991) –a Argentina, então em ‘relação carnal” com Washington, mandou soldados a esse conflito.

FHC, LULA

O viéis autonomista da política externa brasileira, consolidado nos anos 70, descontentou os americanos até sob FHC –quando a “normalização” da economia e a adesão do país às normas internacionais dominantes foram prioridades.

“Apesar da excelente química com Clinton, houve muitos atritos. Diferentemente de México e Argentina, a adesão do Brasil a essas normas foi parcial, negociada. A “Economist” chamava o Brasil de ‘laggard’ [retardatário]’, diz Matias Spektor, da FGV do Rio.

A vulnerabilidade econômica limitava os voos do Brasil. Mas FHC discursava contra o unilateralismo dos EUA, esboçou uma política sul-americana independente e manteve distância de ações polêmicas, como o Plano Colômbia.

Com Lula, as circunstâncias haviam mudado. Tratava-se, diz Spektor, de “gerenciar” a progressiva ascensão do Brasil.

O fato de as diferenças ideológicas serem claras facilitou um relacionamento pragmático com Bush, articulado ainda antes da posse pelo então presidente do PT, José Dirceu, e pela embaixadora Donna Hrinak.

O encontro de Lula e Bush em junho de 2003, em Washington, foi o ‘ápice’ da relação. Mas os acordos assinados enfrentaram entraves burocráticos e baixo empenho político.

Em sentido oposto, os telegramas obtidos pelo WikiLeaks mostram que havia, no Planalto e no Itamaraty, enorme expectativa sobre Barack Obama.

Brasileiros aconselhavam a nova Casa Branca sobre como lidar com Cuba e vizinhos sul-americanos, e queriam ser ouvidos sobre isso. O Brasil se apresentou como possível ponte nas esperadas negociações entre Washington e Teerã.

O tombo começou com o acordo para o uso de bases na Colômbia –Lula não foi informado–, passou por divergências sobre o golpe em Honduras e culminou com a rejeição do acordo mediado no Irã.

O Brasil tem dificuldade de lidar com o funcionamento da política externa dos EUA, na qual o Congresso e a Defesa influem tanto quanto o Departamento de Estado e a Presidência.

O país tem baixa penetração entre os congressistas americanos, que travam o Executivo –vide os impostos sobre o álcool nacional e o atraso da confirmação do embaixador Thomas Shannon, que chegou a Brasília um ano depois de posse de Obama.

“Perdemos um tempo precioso”, disse o chanceler Celso Amorim ao recebê-lo. Segundo ele, as diferenças seriam “administráveis” se houvesse um diálogo “transparente”. Dilma também tocou nesse ponto no discurso de recepção a Obama, ontem.

Fonte:  Folha

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Fotos do Dia Tecnologia

Sistema ParaLander da CASSIDIAN recebe certificado operacional

ParaLander (foto: CASSIDIAN)

O sistema de entrega de cargas por paraquedas ParaLander, desenvolvido e produzido pela CASSIDIAN, foi aprovado para uso operacional pelo Centro Técnico das Forças Armadas (WTD61). O ParaLander (foto: CASSIDIAN) é totalmente automático, e pode colocar cargas lançadas de aeronave no solo com grande precisão, sendo inclusive aprovado para uso em áreas restritas.

C-160 Transall (foto: CASSIDIAN)

Após extensos ensaios em voo, o ParaLander foi classificado como VANT. O Exército alemão já encomendou cinco sistemas, que deverão ser empregados no Afeganistão. Inicialmente o sistema deverá operar com carga útil de até 1.000kg, sendo lançado a partir de aeronaves C-160 Transall (foto: CASSIDIAN). A longo prazo, a idéia e utilizar o ParaLander sobre áreas povoadas, a partir de cargueiros A400M. Dependendo do tipo de aeronave lançadora, o ParaLander pode ser lançado de altitudes de até 10.000m e a distâncias de até 50km do ponto de descida, evitando que as tripulações da aeronave lançadora se exponha às defesas antiaéreas.
A CASSIDIAN trabalha para desenvolver uma variante com capacidade de até 5t de carga.Após o lançamento, o ParaLander é dirigido para o ponto de descida através de servomotores e GPS.

Fonte: Segurança & Defesa

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Conflitos Geopolítica

União Africana rejeita intervenção militar na Líbia

EFE  —  A comissão designada pela União Africana (UA) para encontrar uma solução à crise na Líbia rejeitou neste sábado “qualquer intervenção militar estrangeira” no país. O presidente da Mauritânia, Mohammed Ould Abdelaziz, anunciou esta posição no começo do encontro deste sábado em Nouakchott entre os cinco chefes de Estado africanos (Mauritânia, Mali, África do Sul, Uganda e República Democrática do Congo) que fazem parte da comissão.

Abdelaziz lembrou que esta posição foi confirmada pelo comunicado da última reunião do Conselho de Paz e Segurança da UA em Adis Abeba, e assinalou que qualquer solução à crise “deve ser conformada com o compromisso com o respeito da unidade e a integridade territorial da Líbia”. “De maneira responsável e eficaz, devemos tomar nota desta nova evolução e coordenar melhor nossos esforços com todos os nossos parceiros e todas as partes implicadas para chegar a uma rápida solução desta crise”, considerou Abdelaziz em seu discurso.

Navios de guerra e submarinos dos Estados Unidos e Grã-Bretanha, assim como aviões franceses, começaram neste sábado a atacar sistemas antimísseis e veículos militares líbios.

Fonte: Terra

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Conflitos Fotos do Dia Geopolítica

Marinha e Fuzileiros dos EUA já participam dos ataques na Líbia (*)

As aeronaves AV-8B Harrier II do Esquadrão VMA-223 Bulldogs estão partindo do USS Kearsarge LHD-3, na costa do Mediterrâneo, para as missões de ataque contra Líbia. (Foto: PH3 Angel Roman-Otero / U.S. Marine Corps)

As aeronaves de guerra eletrônica EA-18G Growlers da U.S. Navy, partindo de bases da coalisão no sul da Itália, e os jatos de ataque AV-8B Harrier II do U.S. Marine Corps, partindo do convés do USS Kearsarge (LHD 3), foram lançados para apoiar as missões da Operação Odisséia do Amanhecer, de acordo com a Resolução 1973 do Conselho de Segurança das Nações Unidas, a qual está centrada na proteção dos civis líbios dos ataques realizados pelo Coronel Muammar Kadhafi.

As aeronaves de guerra eletrônica EA-18G Growler da Marinha dos EUA estão partindo de bases aéreas localizadas na Sicília, no sul da Itália.

Os Growlers da Marinha dos EUA estão oferecendo apoio de guerra eletrônica sobre a Líbia, enquanto os Harriers da 26ª Unidade Expedicionária dos Fuzileiros dos EUA estão conduzindo ataques contra as forças terrestres e de defesa aérea de Kadhafi, num esforço conjunto com as forças de coalisão da França, Canadá e Reino Unido.

“Proteger os inocentes e conduzir uma operação combinada é o que nós estamos planejados para fazer,” disse o Coronel Mark J. Desens, oficial comandante da 26ª Unidade Expedicionária dos Fuzileiros dos EUA. “Nosssa forças estão fazendo ambas as coisas como parte do comprometimento dos EUA para proteger a população líbia.”

Líbia: ao menos 19 aviões americanos realizam ataques neste domingo (**)

B2 (“Stealth bomber”)

AFP – Ao menos 19 aviões americanos, entre eles três bombardeiros furtivos B2 (“Stealth bomber”), atacaram alvos na Líbia neste domingo durante o amanhecer, declarou à AFP Kenneth Fidler, um porta-voz do Comando África dos Estados Unidos (Africom) em Stuttgart, Alemanha.

O bombardeio foi executado por “três B2 da Força Aérea americana, assim como por aviões F15 e F16 da Força Aérea, e por um AV8-B Harrier do corpo de marines”, declarou Fidler.

(*) Fonte: CAVOK

(**) Fonte: UOL

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Conflitos Geopolítica

Muammar Kadafi prevê ‘longa guerra’ contra forças ocidentais

Muammar Abu Minyar al-Gaddafi

O ditador líbio Muammar Kadafi disse neste domingo, 20, que os ataques aéreos contra a Líbia comandados pelas forças ocidentais equivalem a um ataque terrorista e assegurou que vencerá seus inimigos.

Em uma entrevista trasmitida pela televisão estatal, Kadafi acrescentou que seu país se prepara para uma longa guerra e que todos os líbios portam armas para defendê-lo.

“Não deixaremos nossa terra e a libertaremos”, declarou. A rede de televisão transmitiu a voz de Kadafi, mas não mostrou as imagens do líder da nação africana.

Fonte: Estadão

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Conflitos Geopolítica

Muammar Kadafi prevê 'longa guerra' contra forças ocidentais

Muammar Abu Minyar al-Gaddafi

O ditador líbio Muammar Kadafi disse neste domingo, 20, que os ataques aéreos contra a Líbia comandados pelas forças ocidentais equivalem a um ataque terrorista e assegurou que vencerá seus inimigos.

Em uma entrevista trasmitida pela televisão estatal, Kadafi acrescentou que seu país se prepara para uma longa guerra e que todos os líbios portam armas para defendê-lo.

“Não deixaremos nossa terra e a libertaremos”, declarou. A rede de televisão transmitiu a voz de Kadafi, mas não mostrou as imagens do líder da nação africana.

Fonte: Estadão