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Conflitos Geopolítica

Guerra diferente começará no Afeganistão

Afeganistão, EUA, guerra, taliban, talibãs, Hamid Karzai, CIA

EPA

Pelo visto, os talibãs não devem esperar que o Ocidente os deixe finalmente em paz passado um ano e meio.

O barulho em torno da ameaça de bombardeamentos na Síria ocultou totalmente uma curiosa viragem da posição da Administração dos EUA em relação ao futuro Afeganistão. Ainda em primavera, a América ameaçava o teimoso presidente Karzai de aplicar a “variante zero” – a retirada completa das tropas da coalizão ocidental do país. Mas já no início de setembro, a própria noção de “retirada das tropas” foi qualificada como “termo incorreto” em relação ao Afeganistão.

O vice-comandante das tropas da coalizão ocidental naquele país, general americano Mark Milley explicou a terminologia de regras. Em entrevista à revista Stars and Stripes o militar disse: “O mandato corrente da OTAN expira em 31 de dezembro de 2014, mas a seguir começará uma nova missão codificada como Resolute Support, que já está sendo planificada”. Nas palavras do general: “Não temos quaisquer indicações quanto à retirada total das tropas. Pretendemos simplesmente mudar de tarefa e reduzir o número do pessoal e a envergadura da operação”. O seu chefe, comandante da IFOR e também general americano, Joseph Dunford, revelou os prazos preliminares da “demora” em entrevista ao Guardian britânico. Em sua opinião, as estruturas militares afegãs precisarão ainda durante alguns cinco anos de ajuda militar estrangeira.

E o que significa “mudar de tarefa”? Segundo o general Milley, as forças restantes da coalizão irão fornecer informações de reconhecimento limitadas ao exército afegão e apoiar a aviação tática, porque o Afeganistão “não terá tais possibilidades ainda durante vários anos”.

Quanto à aviação, tudo está claro. Mas as informações de reconhecimento, com certeza, não se limitarão a fotografias tiradas por drones e a dados de radioescuta. Há opiniões de que bases restantes sejam transformadas em centros de comando de amplas redes de agentes secretos, formadas em dez anos por serviços de inteligência de quase todos os países que participaram da campanha afegã. Serão necessários muitos especialistas para tal atividade. Hoje em dia, a vontade de deixar pequenos contingentes no Afeganistão foi expressa pela Alemanha, Itália e Turquia. Como se sabe, a Alemanha responde pela situação no norte do país e a Itália – no oeste. Manlio Dinucci, um jornalista italiano, escreveu ainda em 2010 que a CIA prepara no país um “exército paralelo” que tem por tarefas não apenas colher informações, mas também executar atos de força. Possivelmente, os serviços de inteligência da Itália e da Alemanha tenham realizado os mesmos trabalhos em suas zonas de responsabilidade. Em qualquer caso, os assessores italianos e alemães nas estruturas policiais afegãs sempre foram criticados pela aspiração de preparar quadros qualificados para cumprir tarefas especiais em prejuízo, por exemplo, de treinos habituais de simples agentes da polícia.

Deste modo, será resolvido o problema principal da luta contra a guerrilha, quando enormes recursos humanos e materiais se envidam para encontrar e neutralizar o inimigo. Quando em 2015 comandantes de campo talibãs abandonarem abrigos seguros, os agentes contratados pela CIA, BND e SISMI não terão dificuldades de não apenas espiar, mas também de exterminar os “irreconciliáveis” com as suas próprias forças. A prática de atos semelhantes já foi treinada durante incursões conjuntas das forças afegãs e ocidentais de destino especial. No caso de esta estratégia ter efeito, comandantes de campo experimentarão em si seus próprios métodos.

Em julho, personalidades oficiais dos EUA declararam que a CIA prevê reduzir nos próximos dois anos o número de suas bases secretas no Afeganistão de atuais dezenas para seis, mantendo inclusive o centro em Cabul, um dos maiores do mundo. A Alemanha e Itália deixarão também centros semelhantes. Agentes secretos profissionais voltarão às suas funções diretas de comando, enquanto milhares de afegãos irão cumprir missões de centenas de milhares de soldados da coalizão com muito menores despesas e, provavelmente, com maior eficácia.

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Defesa Negócios e serviços

Rosoboronexport aumenta vendas de armamentos

Rosoboronexport

 

A Rússia está aumentando sua quota-parte no mercado mundial de armamentos e equipamentos militares. A companhia Rosoboronexport atingiu já no início de setembro 75% da previsão anual de exportações de armas. Em menos de nove meses, o volume de exportações da empresa constituiu 9,7 bilhões de dólares. Como se espera, a empresa deverá vender este ano armamentos no valor de cerca de 13 bilhões de dólares.

O mercado de armas tem vindo a crescer por várias causas. Os acontecimentos no Oriente Próximo criam condições para o rearmamento, destaca o diretor do Centro de Análise de Estratégias e Tecnologias, Ruslan Pukhov:

“Vários países, que podem ser declarados antidemocráticos e em relação aos quais podem ser aplicadas tais medidas como em relação à Líbia e ao Iraque, optaram pelo rearmamento. Agora, este risco corre a Síria. A Argélia é um exemplo clássico. À primeira vista, o país está armado e não irá comprar mais armamentos. Mas avaliando a situação, a Argélia intensifica as compras de armas, em primeiro lugar, à Rússia. A segunda razão consiste em que os armamentos russos são considerados, tradicionalmente, como simples e cômodos no uso.”

Ultimamente, assiste-se a mudanças na estrutura das exportações russas de armas e de material bélico. Aumenta a quota-parte de sistemas de defesa antimíssil e de vasos de guerra de última geração, ao mesmo tempo que está diminuindo o número de aviões e tanques. No decorrer dos últimos vinte anos, mais de 50 países compraram à Rússia aviões da família Su-27, Su-30 e MiG-29. Alguns Estados compraram também bombardeiros Su-24. Portanto, a maioria de clientes tem suficientes aviões, aponta Ruslan Pukhov:

“Chegou a altura de comprar outras armas, inclusive sistemas de defesa antimíssil e navios. Por exemplo, o Vietnã e outros países escolheram esse caminho. Por outro lado, as ações empreendidas pelo Ocidente contra o Iraque, Iugoslávia e, parcialmente, a Líbia, embora sem uma participação ativa dos EUA, mostram que todos os aviões e tanques se tornarão alvos sem um sistema profundamente escalonado de defesa antimíssil. Por isso, começou a era de sistemas de DAA. Apenas a Rússia pode vender bons sistemas de pleno espectro – tanto mísseis portáteis antiaéreos ligeiros, como sistemas S-300 e S-400, com um raio de alcance de até várias centenas de quilômetros.”

Quanto aos tanques, muitos países já dominaram sua produção ou montam tanques russos por licença como, por exemplo, a Índia. É possível destacar várias causas do êxito comercial da Rosoboronexport, aponta um perito, Serguei Denisentsev:

“O primeiro é um fator conjuntural: o crescimento do mercado mundial de armamento e de despesas militares nos países que compram tradicionalmente armas russas. Falamos da China, a Índia, o Sudeste Asiático, países do Oriente Médio. As despesas militares daqueles países crescem, tal como as possibilidades da importação de armamentos, mesmo apesar do desenvolvimento do seu próprio setor militar.”

Na opinião do perito, as possíveis perdas de vendas de armamentos e de equipamentos militares em alguns países do Norte Africano e do Oriente Médio foram consideravelmente compensadas graças ao regresso da Rússia ao mercado de armamentos iraquiano. A Rússia assinou com o Iraque um grande pacote de contratos que já começaram a ser realizados. Para além do fator conjuntural, os volumes das exportações são mantidos graças ao fato de a Rosoboronexport não apenas fornecer material bélico a seus clientes. Uma parte considerável do volume de vendas de quase 10 bilhões de dólares, efetuadas até o início de setembro, corresponde a contratos de fornecimento de peças sobressalentes, de reparação e de modernização de equipamentos militares.

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Conflitos Inteligência Vídeo

Vídeo: Suposto Terrorista assume que Rebeldes teriam lançado o ataque com armas químicas na Síria

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Sugestão: Wilnus

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Conflitos Geopolítica

França prepara resolução com ameaça para Síria entregar armas químicas

O chanceler francês Laurent FabiusChanceler francês diz que texto da ONU deve incluir ameaça de ataque na Síria

A França vai apresentar uma proposta de resolução ao Conselho de Segurança da ONU para colocar as armas químicas da Síria sob controle internacional com o objetivo de destruí-las, anunciou nesta terça-feira o ministro francês das Relações Exteriores, Laurent Fabius.

O chanceler da França acrescentou que o texto da resolução deve incluir uma ameaça de consequências “extremamente graves” caso a Síria não cumpra as condições estipuladas para entregar o seu arsenal químico.

A iniciativa francesa foi anunciada um dia depois de a Rússia apresentar um plano para transferir as armas químicas sírias para o controle internacional.

O regime do líder sírio Bashar Al-Assad disse que aceita a proposta russa, mas poucos detalhes foram revelados sobre como esse plano seria colocado em prática.

“Nós realizamos uma rodada de negociações muito frutífera com o ministro das Relações Exteriores (da Rússia) Sergei Lavrov ontem (segunda-feira), e ele propôs uma iniciativa relacionada a armas químicas. À noite, nós concordamos com a iniciativa russa”, afirmou o chanceler sírio Walid Muallem, em declaração à agência de notícias russa Interfax.

Segundo Muallem, a medida eliminaria “os motivos para uma agressão americana”.

Resolução francesa

Em Paris, em entrevista coletiva, o ministro das Relações Exteriores da França disse que a proposta de resolução de seu país se baseia em cinco pontos e exige que a Síria revele por completo os detalhes de seu programa de armas químicas.

O texto também prevê a realização de inspeções internacionais e a fiscalização do processo de destruição do arsenal químico.

A resolução proposta pela França seria apresentada sob o Capítulo 7 da Carta da ONU, que prevê possíveis ações militares e não militares para restaurar a paz, segundo o ministro francês Laurent Fabius.

O chanceler francês disse que o plano já havia sido discutido antes, mas agora provavelmente deve ganhar força diante da pressão das últimas semanas sobre o regime sírio.

O correspondente da BBC em Paris Christian Fraser diz que a Rússia bloqueou os esforços anteriores liderados pela França no Conselho de Segurança da ONU.

O presidente americano Barack Obama em entrevista na TVObama afirmou que proposta russa pode ser “avanço”, mas admitiu ceticismo

Agora, acrescenta Fraser, tanto a França como os Estados Unidos estão receosos de que um jogo no estilo “gato e rato”, semelhante ao que aconteceu antes da guerra no Iraque, possa voltar a acontecer. Mas os dois países dão sinais de que estão dispostos a dar uma chance à proposta russa.

O que os franceses querem evitar, de acordo com Fabius, é um plano que possa ser usado apenas como uma manobra protelatória pela Síria. Por isso, acrescentou o chanceler da França, todas as opções, incluindo a ameaça de um ataque, devem ser discutidas.

Nesta terça-feira, a Liga Árabe também sinalizou o seu apoio à iniciativa russa. O dirigente da entidade, Nabil al-Arabi, afirmou que o grupo sempre apoiou uma solução política para o conflito na Síria.

Ceticismo

Apesar da falta de detalhes sobre a iniciativa da Rússia, o chanceler Sergei Lavrov disse em Moscou que está “preparando uma proposta concreta que será apresentada a todos os lados interessados, incluindo os Estados Unidos… um plano concreto, específico e viável”.

“Estamos convencidos de que a posição daqueles que se esforçam pela paz é muito mais forte do que a daqueles tentando alimentar uma guerra”, afirmou o ministro sírio Walid Muallem.

Lavrov disse ainda que conversou sobre o plano com o secretário de Estado americano, John Kerry, por telefone, na segunda-feira.

Segundo o chanceler russo, a proposta não foi “uma iniciativa puramente russa”. “Ela ganhou forma a partir dos contatos que mantivemos com os americanos”, afirmou.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o americano, Barack Obama, discutiram a ideia nos intervalos da reunião do G20 na semana passada, segundo um porta-voz do líder russo.

Lavrov mencionou ainda a declaração de Obama, durante uma entrevista à televisão americana na noite de segunda-feira, na qual o presidente dos Estados Unidos disse que a proposta russa pode ser um “avanço”.

Mas, em sua aparição na TV, Obama também acrescentou que, apesar do aceno positivo à iniciativa da Rússia, ele permanece cético quanto às chances de sucesso da proposta.

A repórter da BBC em Washington Jane Hill diz que Obama deve realizar reuniões com lideranças do Senado americano nesta terça-feira, e o pronunciamento à nação previsto à noite ainda está mantido.

Os Estados Unidos acusam as forças do regime sírio de realizar um ataque químico que matou 1.429 pessoas em Damasco no dia 21 de agosto.

O governo de Bashar al-Assad atribui o ataque aos grupos rebeldes que lutam para tirá-lo do poder, em um conflito que já matou mais de 100 mil pessoas, segundo a ONU.

Fonte: BBC Brasil

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Conflitos Defesa Geopolítica

Marinha russa ensaia conflito militar ao largo da costa da Síria

As tripulações dos navios e embarcações da força-tarefa da Marinha russa no mar Mediterrâneo realizaram atividades de treinamento de combate no caso de uma possível operação militar ao largo da costa da Síria, informou o Estado-Maior General da Marinha.

“O grupo da Marinha efetuou sucessivamente todas as ações, comunicações, bem como a defesa antiaérea e antisubmarina de grupos navais e unidades no caso do possível início da operação militar nas áreas de sua localização. Foi dada especial atenção à proteção contra sabotadores submarinos”, disse o representante do Estado-Maior.

Fonte: Voz da Rússia

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Defesa Defesa Anti Aérea Sistemas de Armas

Novo míssil antiaéreo russo pode interessar China

armas da Rússia, míssil antiaéreo, Rússia, China

RIA Novosti

No Salão Aeroespacial Internacional de Moscou MAKS 2013 foi demonstrado pela primeira vez o novo míssil russo para o sistema de defesa antimísseis Tor-M2. A empresa produtora, Armamentos Táticos de Mísseis, publicou também algumas características táticas e técnicas deste míssil, as quais sugerem que o Tor-M2 é uma modernização radical do complexo Tor-M1 usado na Rússia e exportado para a China.

O novo míssil possui uma velocidade aumentada até os 1000 m/s, um alcance aumentado de 12 para 16 km, e uma altitude de alvo aumentada de 6 para 10 quilômetros. Complexos Tor-M2U, nos quais ele é usado, já começaram a chegar ao exército russo em 2012. Este complexo pode usar tanto os novos mísseis, como mísseis de complexos Tor antigos, e além disso possui meios mais avançados de controle de fogo, pode acompanhar 48 alvos simultaneamente e atacar quatro deles.

A China recebeu 35 complexos Tor-M1 em 1996-1999, e logo começou a copiá-los. Embora o trabalho sobre o novo sistema tem sido do domínio público há muito tempo, sua chegada ao exército em quantidades significativas só começou em 2011-2012. Mais uma vez, aconteceu que a indústria chinesa, para copiar o não muito recente sistema russo, levou o mesmo tempo que a Rússia para construir sua versão atualizada.

Apesar de algumas publicações chinesas mencionarem que o HQ-17 é um Tor-M1 “melhorado”, as melhorias dificilmente poderiam ser significativas. Muito provavelmente a China conseguiu um sistema várias vezes inferior em eficácia de combate ao sistema russo moderno. Além disso, a economia que os chineses poderiam ter obtido recusando-se a comprar uma licença para a produção do sistema russo também levanta dúvidas: vários anos de trabalho de engenheiros e operários não poderiam ter sido gratuitos.

À medida que sistemas de armas se tornam mais complexos, o sistema chinês de copiar tecnologia estrangeira está começando a parecer cada vez menos atraente. Em alguns casos, ele levou a que só nesta década a China conseguiu dominar a produção de sistemas desenvolvidos na União Soviética nos anos 80 do século passado. A cópia pode ser um caminho possível de desenvolvimento de produção de bens civis, tais como carros, porque eles são tecnicamente mais simples, e os dados sobre eles estão mais disponíveis. Com equipamento militar programas de cópia podem durar anos. Além disso, a cópia não é propícia para a formação de engenheiros capazes de criatividade independente. Pelo contrário, ela inibe a sua criatividade.

Projetos de cópia não licenciada de equipamento militar soviético e russo, tais como o J-15 ou o HQ-17, são demorados e obviamente tardios. A compra legal de licenças requereria gastos na ordem de centenas de milhões de dólares, o que o estado chinês moderno é bem capaz de e permitir. Neste caso, o lado chinês iria obter resultados rápidos na forma de sistemas prontos a usar e poderia concentrar-se na criação de armas originais de nova geração. Tal abordagem também ajudaria a reduzir o estado de alerta dos parceiros estrangeiros da China e expandiria o acesso da indústria de defesa da China a tecnologias russas e de outros países.

Vassili Kashin
Fonte: Voz da Rússia

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Acidentes e Catástrofes Defesa

Maior navio de guerra sul-coreano pega fogo no mar

Na sequência dum incêndio na seção de geradores do navio de desembarque Tokto, o oficial de plantão sofreu queimaduras de segundo grau, informou o porta-voz da Marinha de Guerra da República da Coreia do Sul.

No momento do incidente, o navio de guerra, o maior da Coreia do Sul, de 199 m de comprimento, 31 m de largura e 14 mil toneladas de deslocamento, capaz de atingir 23 nós (42,56 km/h), estava navegando perto do porto de Gunsan, na costa oeste do país.

Atualmente, o navio ainda se encontra no mesmo local. Segundo se supõe, os trabalhos de reparação serão concluídos esta noite.

Fonte: Voz da Rússia

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Defesa Sistemas de Armas Vídeo

Vídeo: MiG-29K operando no INS ‘Vikramaditya’

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Rustam(Moscou)

Texto: E.M.Pinto

O INS ‘Vikramaditya’ está perto de completar todos os testes operacionais antes de entrar em serviço na Marinah Indiana, segundo nota oficial, até o moemnto o navio cumrpiu com êxito e sem problemas todos os testes aos quais foi submetido. Todos os equipamentos e sistemas do navio foram testados tendo ele desenvolvido a velocidade de 29 nós em  exercícios de pouso e decolagem dos caças Mig29K operando totalmente carregados e armados, de dia e de noite.

Segundo nota, a vida útil extndida do navio é de 40 anos, o INS ‘Vikramaditya’ foi recentemente reconstruído em estaleiros russos antes de ser entregue a Marinah Indiana que efetua os testes de mar e aceitação do navio.

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Conflitos Defesa em Arte Geopolítica

No Comments: Menino sírio de 10 anos ajuda o pai em fábrica rebelde de armas

 

Em uma fábrica que fornece armamentos apra o Exército Livre da Síria em Aleppo, um jovem funcionário chama atenção preparando bombas e morteiros. Aos 10 anos, o jovem Issa ajuda seu pai na fábrica trabalhando 10 horas por dia, folgando apenas às sextas.
Sugestão: Capa Preta
Fotógrafo acompanhou rotina de 6 dias de trabalho por semana do jovem Issa em reduto da revolta contra Assad.

Em uma fábrica que fornece armamentos apra o Exército Livre da Síria em Aleppo, um jovem funcionário chama atenção preparando bombas e morteiros. Aos 10 anos, o jovem Issa ajuda seu pai na fábrica trabalhando 10 horas por dia, folgando apenas às sextas.Em uma fábrica que fornece armamentos apra o Exército Livre da Síria em Aleppo, um jovem funcionário chama atenção preparando bombas e morteiros. Aos 10 anos, o jovem Issa ajuda seu pai na fábrica trabalhando 10 horas por dia, folgando apenas às sextas.Em uma fábrica que fornece armamentos apra o Exército Livre da Síria em Aleppo, um jovem funcionário chama atenção preparando bombas e morteiros. Aos 10 anos, o jovem Issa ajuda seu pai na fábrica trabalhando 10 horas por dia, folgando apenas às sextas.
Em uma fábrica que fornece armamentos apra o Exército Livre da Síria em Aleppo, um jovem funcionário chama atenção preparando bombas e morteiros. Aos 10 anos, o jovem Issa ajuda seu pai na fábrica trabalhando 10 horas por dia, folgando apenas às sextas.
Aos 10 anos, o jovem Issa ajuda seu pai na fábrica trabalhando 10 horas por dia, folgando apenas às sextas. É comum que eles tenham refeições em família dentro da própria fábrica.
Em uma fábrica que fornece armamentos apra o Exército Livre da Síria em Aleppo, um jovem funcionário chama atenção preparando bombas e morteiros. Aos 10 anos, o jovem Issa ajuda seu pai na fábrica trabalhando 10 horas por dia, folgando apenas às sextas.Em uma fábrica que fornece armamentos apra o Exército Livre da Síria em Aleppo, um jovem funcionário chama atenção preparando bombas e morteiros. Aos 10 anos, o jovem Issa ajuda seu pai na fábrica trabalhando 10 horas por dia, folgando apenas às sextas.Em uma fábrica que fornece armamentos apra o Exército Livre da Síria em Aleppo, um jovem funcionário chama atenção preparando bombas e morteiros. Aos 10 anos, o jovem Issa ajuda seu pai na fábrica trabalhando 10 horas por dia, folgando apenas às sextas.
Fonte: G1

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Parceira entre SAAB e Boeing se desenha para o programa T-X

Conceito artístico do FS 2020
Conceito artístico do FS 2020

Possibilidades incluem até mesmo um projeto baseado no Gripen – Empresas não comentam o assunto

A Boeing e a Saab estão discutindo uma parceria para participar do programa da Força Aérea dos EUA (USAF) que escolherá o substituto do jato de treinamento T-38 Talon, informaram várias fontes da indústria para o Defense News.

Se as conversas caminharem, isso poderá abrir as portas para ambas as empresas de um contrato altamente valorizado. A USAF pretende adquirir 350 novos treinadores, provavelmente empurrando o valor do contrato para a casa dos milhares de milhões de dólares.

As negociações entre as empresas estão avançadas e podem terminar em um acordo, disseram as fontes. Uma delas disse que o negócio está em espera, pois a Força Aérea decidiu atrasar o programa devido a problemas no orçamento.

Leia a matéria na integra em Parceria Boeing-Saab pode gerar futuro treinador do programa T-X no Poder Aéreo.

GRIPEN DEMO versão biplace, assim como deverá ser o treinador do programa T-X
GRIPEN DEMO versão biplace, assim como deverá ser o treinador do programa T-X

NOTA DO EDITOR: Vale lembrar que em 2011 o Plano Brasil colocou a possibilidade de eventualmente se utilizar o Gripen como uma aeronave para a tarefa de LIFT, leia a matéria em:
FX-2 Algumas possibilidades futuras

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Conflitos Geopolítica Inteligência

É DO JOGO POLÍTICO DE BRASIL E EUA, DOIS PLAYERS QUE SE LEVAM A SÉRIO!

EUA x Brasil: os EUA estão no seu papel de contra-espionar a todos, inclusive o Brasil. Trata-se de segurança nacional dos EUA; e  Brasil x EUA: caças dos EUA e assento permanente no conselho de segurança da ONU, são as moedas de trocas contra a violação constitucional da soberania brasileira

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“É do jogo político de Brasil e EUA, “dois players”  que se levam a sério.

EUA: Acerca de 2,5 mil quilômetros do Recife (PE), numa região inóspita do Atlântico Sul, existe uma pequena ilha de colonização britânica chamada Ascensão.

É dessa pequena ilha que os técnicos da NSA , uma das agências de inteligência dos Estados Unidos, vêm “espionando”  as conversas da Presidente Dilma Rousseff e de alguns de seus ministros mais próximos.

Brasil:  A Presidente Dilma pode manter a visita de Estado a Washington, em outubro próximo, ainda que não a satisfaçam as alegações do Presidente Barack Obama sobre a espionagem dos seus telefones e emails.

Dilma tem na manga os caças F-18 da Boeing  que os EUA querem vender ao Brasil, e trabalha de forma enfática , também, no apoio formal dos EUA pelo assento permanente do Brasil no Conselho de Segurança da ONU .

O “degelo”  pode ser bom para ambos os lados.”

 

Como eles espionam?

 

Claudio Dantas Sequeira e Josie Jeronimo

Foi a partir da ilha de Ascensão, a 2,5 mil quilômetros do Recife, que agentes de Barack Obama conseguiram bisbilhotar conversas telefônicas e trocas de e-mails da presidenta Dilma Rousseff

Acerca de 2,5 mil quilômetros do Recife (PE), numa região inóspita do Atlântico Sul, existe uma pequena ilha de colonização britânica chamada Ascensão. É lá que os agentes de Barack Obama captam aproximadamente dois milhões de mensagens por hora. São basicamente conversas telefônicas, troca de e-mails e posts em redes sociais. É dessa pequena ilha que os técnicos da NSA, uma das agências de inteligência dos Estados Unidos, vêm bisbilhotando as conversas da presidenta Dilma Rousseff e de alguns de seus ministros mais próximos, segundo especialistas ouvidos por ISTOÉ na última semana.

A ilha de Ascensão tem apenas 91 quilômetros quadrados e seria irrelevante se não estivesse numa posição estratégica, a meio caminho dos continentes africano e sul-americano. Ao lado de belas praias, sua superfície abriga poderosas estações de interceptação de sinais (Singint), que se erguem como imensas bolas brancas. Elas integram um avançado sistema de inteligência que monitora em tempo real todas as comunicações de Brasil, Argentina, Uruguai, Colômbia e Venezuela e fazem parte de um projeto conhecido como Echelon (leia quadro à pág. 46), que envolve, além dos Estados Unidos, Reino Unido, Nova Zelândia, Austrália e Canadá.

O indicativo mais forte de que a invasão de Obama nas conversas da presidenta Dilma e seus ministros se deu a partir da ilha está nos próprios documentos exibidos por Edward Snowden, denunciando o esquema. Neles, lê-se, na parte inferior, o grau de classificação “top secret” (ultrasecreto), o tipo de documento Comint/REL (comunicação interceptada) e sua divulgação (USA, GBR, AUS, CAN, NZL), exatamente as siglas que indicam os países do sistema Echelon. “Há um alto grau de probabilidade de que a NSA já tenha entrado não apenas no sistema de comunicações da presidenta, mas em todos os sistemas nacionais críticos”, alerta o consultor em segurança Salvador Ghelfi Raza, que já trabalhou para o governo de Barack Obama.

As antenas da ilha de Ascensão conseguem captar as mensagens logo depois de serem produzidas, antes mesmo que elas cheguem aos satélites para serem distribuídas. Uma vez recolhidas, as informações são lançadas em um gigantesco computador instalado no Fort Meade, em Maryland, nos EUA. Lá, são processadas em um programa chamado Prism (Prisma), que localiza, por intermédio de palavras-chaves, aquilo que os bisbilhoteiros procuram, entre os milhões de dados recebidos por hora. A partir daí as informações são submetidas a um outro programa, que quebra a criptografia. Ainda em Maryland, computadores traduzem as informações coletadas. Feita a análise, o que for de interesse do governo americano será distribuído aos agentes espalhados por todo o mundo para continuar o serviço de monitoramento. Muitas vezes empresas americanas ligadas à telefonia e à internet são acionadas para informações complementares. Com acesso à rede, por um técnico autorizado, é possível captar todo o tráfego de dados, sejam arquivos de vídeo, sejam fotos, trocas de mensagens ou chamadas de voz sobre IP.

A cooperação de grandes corporações, como Microsoft, Google, Facebook ou mesmo os gigantes da telefonia, Verizon e At&T, é fundamental para o funcionamento da rede da NSA. Documentos vazados pelo WikiLeaks mostram ainda que os EUA contam com dezenas de empresas de segurança da informação, num total de 1,2 milhão de técnicos, agentes e autoridades. Na ilha de Ascensão, que serviu à Inglaterra na Guerra das Malvinas, também estão instalados o serviço de inteligência criptológica britânico (GCHQ), estações de monitoramento de testes nucleares e uma das duas estações da emissora de rádio “The Counting Station”, apelidada de “Cynthia”, pela qual a CIA se comunica com seus agentes secretos espalhados pela América do Sul e África.

Foi a partir de 11 de setembro de 2011, com George W. Bush e o início da guerra ao terror, que a Casa Branca determinou uma modernização completa da base de Ascensão. Desembarcaram na pequena ilha voos regulares com supercomputadores, novas estações de monitoramento e uma vasta gama de equipamentos de ponta. O contingente de agentes da NSA cresceu cinco vezes e foi acompanhado por esforços britânicos no mesmo sentido.

Ao assumir em 2009, Barack Obama determinou uma revisão completa da política de cyberdefesa, que ele classificou como “o mais sério desafio econômico e de segurança nacional” que os EUA deveriam enfrentar como nação. Para o democrata, era necessário promover um salto tecnológico e estratégico em toda a infraestrutura de comunicações e informação. Logo ele nomeou um comitê executivo, integrado por representantes governamentais e do setor empresarial, e um coordenador, o cyberczar, com livre acesso a seu gabinete e com quem passou a despachar diariamente.

Hoje, a NSA é a agência principal do sistema de inteligência americano. Abaixo dela estão outras 18, inclusive a velha CIA. Embora muitos acreditem que o Echelon seja coisa do passado, a verdade é que ele foi atualizado e sua plataforma de operação digital é a base da atual defesa cibernética, que não respeita limites na realização de seus objetivos estratégicos, políticos e comerciais.

Fonte: ISTOÉ via Defesa Aérea & Naval (DAN) 

Leia também:

CAÇAS DOS EUA: MOEDA DE TROCA NA ESPIONAGEM

Cláudio Humberto

 

É do jogo político: Dilma pode manter a visita de Estado a Washington, em outubro, ainda que não a satisfaçam as alegações do presidente Barack Obama sobre a espionagem dos seus telefones e emails.

Dilma tem na manga os caças F-18 que os EUA querem vender ao Brasil, e não quer perder a disputa pelo assento permanente no Conselho de Segurança da ONU.

O “degelo” pode ser bom para ambos os lados.

Fonte: Diario do Poder 

Leia também:

BRICS COMPARAM ESPIONAGEM A TERRORISMO

“O tema da espionagem feita pela Agência Nacional de Segurança (NSA) dos Estados Unidos sobre vários países também esteve em pauta no encontro do grupo de países que ficou conhecido pelo acrônimo Brics (Brasil, Rússia, Índia e China) na tarde de quinta-feira (05/09/2013).

Durante a reunião, chegou-se a comparar a espionagem cibernética a assuntos internos dos países do grupo a terrorismo. Foi o que disse Dmitri Peshkov, porta-voz do presidente russo Vladimir Putin.

Perguntado sobre a declaração do assessor de Putin, o porta-voz da Presidente Dilma Rousseff, Thomas Traumman, não confirmou, mas tampouco desmentiu a informação. Por e-mail, limitou-se a dizer que, “ao final da reunião dos Brics, a presidenta fez um breve relato aos chefes de Estado sobre o episódio da espionagem americana.”.

Além do Brasil, Rússia e China também foram alvo de espionagem, de acordo com documentos vazados pelo ex-analista de inteligência Edward Snowden.”

Brics comparam espionagem a terrorismo

Porta-voz de Putin diz que países do grupo expressaram descontentamento com fato

Vivian Oswald, enviada especial a São Petersburgo, Rússia (Email · Facebook · Twitter)

Publicado: 5/09/13 – 21h33 Atualizado: 5/09/13 – 21h36

SÃO PETERSBURGO – O tema da espionagem feita pela Agência Nacional de Segurança (NSA) dos Estados Unidos sobre vários países também esteve em pauta no encontro do grupo de países que ficou conhecido pelo acrônimo Brics (Brasil, Rússia, Índia e China) na tarde desta quinta-feira (05/09/2013). Durante a reunião, chegou-se a comparar a espionagem cibernética a assuntos internos dos países do grupo a terrorismo. Foi o que disse Dmitri Peshkov, porta-voz do presidente russo Vladimir Putin.

— Foi mencionado que os países expressaram descontentamento com o fato de a espionagem digital ter sido usada para espionar assuntos internos dos Brics. Os líderes consideram esse tipo de espionagem similar a terrorismo. A liberdade de internet não deveria se transformar numa ameaça aos países — afirmou Peshkov, em briefing à imprensa internacional após o encontro, reiterando a informação minutos depois aos jornalistas brasileiros.

Perguntado sobre a declaração do assessor de Putin, o porta-voz da presidente Dilma Rousseff, Thomas Traumman, não confirmou, mas tampouco desmentiu a informação. Por e-mail, limitou-se a dizer que, “ao final da reunião dos Brics, a presidenta fez um breve relato aos chefes de Estado sobre o episódio da espionagem americana. Logo depois da intervenção, a reunião foi encerrada, os líderes posaram para a foto oficial e se encaminharam para a abertura do G20”.

Além do Brasil, Rússia e China também foram alvo de espionagem, de acordo com documentos vazados pelo ex-analista de inteligência Edward Snowden. Reportagem do jornal “The Washigton Post”, do último fim de semana, revelou que os EUA conduziram 231 ciberataques contra China, Rússia e Coreia do Norte apenas em 2011.

Snowden ficou mais de cinco semanas no aeroporto Sheremetyevo, em Moscou, até que, em 1º de agosto, o governo russo concedeu-lhe asilo temporário de um ano.

Fonte: O Globo, País, Página 3, Sexta-Feira, 06/09/2013   

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Conheça 7 ataques químicos que EUA se negam a comentar

Às vésperas de uma possível ação militar sob a justificativa de uso de armas químicas, relembre episódios que Washington não faz questão de citar

 

  1. O Exército norte-americano no Vietnã. Durante a guerra, no período de 1962 até 1971, as Forças Armadas dos EUA despejaram cerca de 20 milhões de galões – 88,1 milhões de litros aproximadamente – de armamento químico no país asiático. O governo vietnamita estima que mais de 400 mil pessoas morreram vítimas dos ataques; 500 mil crianças nasceram com alguma deficiência física em função de complicações provocadas pelos gases tóxicos. E o dado mais alarmante: mais de um milhão de pessoas têm atualmente algum tipo de deficiência ou problema de saúde em decorrência do Agente Laranja – poderosa arma química disparada durante o conflito.

 

  1. Israel ataca população palestina com Fósforo Branco. Segundo grupos ligados aos direitos humanos – como Anistia Internacional e Human Rights – o material altamente venenoso foi disparado em 2009 contra civis de origem palestina em território israelense. O Exército negou na época o uso de armas químicas. No entanto, alguns membros das Forças Armadas admitiram os disparos. Clique aqui e veja a reportagem.
  2.  Washington atacou iraquianos com Fósforo Branco em 2004. Jornalistas que participaram da cobertura da Guerra do Iraque reportaram que o Exército norte-americano utilizou armas químicas na cidade de Fallujah. Inicialmente, os militares se justificaram dizendo que o material serviu apenas para “iluminar o local ou criar cortinas de fumaça”. No entanto, o documentário “Fallujah, o massacre encoberto”, do diretor Sigfrido Ranucci, apresenta evidências do ataque com depoimentos com membros das Forças Armadas dos EUA admitindo o episódio. Crianças e mulheres foram as principais vítimas.

 

  1. CIA ajudou Saddam Hussein a massacrar iranianos e curdos em 1988 com armas químicas. Documentos da Inteligência norte-americana divulgados uma década depois revelam que Washington sabia que Saddam Hussein utilizava armas químicas na guerra Irã-Iraque. Mesmo assim, continuou colaborando com o presidente iraquiano. No começo de 1988, em específico, Washington alertou Hussein do movimento de tropas iranianas. Usando a informação, foi feito um ataque químico que massacrou tropas do Iraque em um vilarejo povoado por curdos. Cerca de cinco mil pessoas morreram. Outras milhares foram vítimas de complicações em decorrência dos gases venenosos.

 

  1. EUA realizaram testes químicos em bairro pobre e negro de St Louis. No começo da década de 50, o Exército norte-americano organizou um teste de militar em alguns bairros populares de St. Louis – caracterizados por ter maioria negra. O governo disse aos moradores que realizaria um experimento com fumaças de iluminação “contra ameaças russas”. No entanto, a substância atirada na atmosfera continha gases sufocantes. Após os testes, um número grande de pessoas da região desenvolveu câncer. Não há informações oficiais do número de pessoas vítimas do ataque químico.

 

  1. Exército norte-americano bombardeou tropas iraquianas com armas químicas em 2003.  A cruzada de Washington à procura de armas nucleares teve episódios de disparos químicos contra os militares iraquianos, que acabaram atingindo civis. Durante 2007 e 2010, centenas de crianças nasceram com deficiências. “As armas utilizadas no confronto no Iraque destruíram a integridade genética da população iraquiana”, afirmou na ocasião Cristopher Busby, o secretário do comitê europeu de Riscos de Material Radioativo.

 

  1. Japoneses são massacrados com Napalm entre 1944-1945. Em 1980, a ONU (Organização das Nações Unidas) declarou que a utilização do Napalm (um tipo de álcool gelatinoso de alto grau de combustão) seria a partir de então considerada crime de guerra dado o efeito absolutamente devastador da substância. Durante a Segunda Guerra Mundial, o Exército norte-americano derrubou sobre os japoneses o suficiente para queimar 100 mil pessoas, deixar mais um milhão feridas e destruir milhares de residências.

Fonte:  Opera Mundi