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Defesa Sistemas de Armas

Afinamento do desenho das Fragatas Type 26

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Novo design do T26, introduzido em setembro de 2013

Tradução: E.M.Pinto

Como dizem, “elas estão realmente começando a parecer algo”. A Marinha Real Britânica revelou os últimos afinamentos das  futura fragatas Type 26. O projeto continua a refinar as linhas e segue rumo à construção com um desenho mais harmonioso do que nos dois primeiros projetos, apresentados em 2010 e 2012.

O navio do programa Combate Global Ship (GCS), deve ser lançado a partir de 2015 com a entrega da primeira Type 26 em 2020, os engenheiros britânicos estão reformulado pontos, o mastro principal, equipados com um sistema de monitorização e detecção, bem como um radar tridimensional Artisan 3D.

Um novo cantilever foi adicionado em cada lado da parte central da superestrutura para mudar, em cada extremidade, um sistema de Falange multitubular, o equipamento a ser preparado antes da frente, para a porta de entrada, e a traseira, acima do hangar de helicóptero. Os nichos abrigam barcos, que por sua vez, foram transferidos para o hangar, enquanto estruturas de suporte  de armas de 30 milímetros  operadas remotamente são menos proeminentes, permitindo sem dúvida a  melhoria da assinatura da plataforma.

 Vídeo da futura Type 26 (© BAE Systems)

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Para substituir as 13 fragatas Type 23 atualmente em serviço na Royal Navy, as type 26 serão maiores, com um comprimento de 148 metros (contra 133) e um deslocamento de carga de 5.400 toneladas (contra 4900) .

As fragatas são projetadas para atingir a velocidade de 28 nós e cruzar sete mil milhas à 15 nós, a sua tripulação será de 118 marinheiros, com capacidade para acomodar outros72 passageiros.

As fragatas poderão ser equipada com 24 células de lançamento verticais para mísseis superfície-ar Aster e, possivelmente, mísseis de cruzeiro. Adicionados ao sistema de curto alcance Sea Ceptor superfície-ar com mísseis CAMM (até 48 munições). Além da falange e pistolas de 30 milímetros, a artilharia de cano  inclue um canhão 127 milímetros. Haverá também a bordo, torpedos, o que pode ser implementado por um helicóptero AW101 Merlin. Isto incluirá missões luta anti-submarino. As futuras fragatas terão um sonar no domo e um sonar rebocado.

Vídeo do futuro T26 (© BAE Systems)

Novo design do Type 26, em setembro de 2013 (© BAE Systems)

 

Novo design do T26, em setembro de 2013 (© BAE Systems)

Primeira mudança importante para o projeto em 2012 (© BAE Systems)

 

Primeira mudança importante para o projeto em 2012 (© BAE Systems)

Projeto inicial do Type 26, que foi revelado em 2010 (© BAE SYSTEMS)

Note-se que o Reino Unido e BAE Systems, que abrange projeto industrial focam no potencial de exportação das fragatas. Em janeiro deste ano, um acordo foi assinado com a Austrália a fim de estudar a possibilidade de utilizar as Type 26 como substitutas das quatro fragatas Australianas tipo OH Perry.

Fonte: Mer et Marine

 

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Conflitos Geopolítica Opinião

BRASILIANISTAS AMERICANOS, RIORDAN ROETT X JAMES GREEN: OPINIÕES ANTAGÔNICAS DE DOIS BRASILIANISTAS AMERICANOS EM RELAÇÃO AO BRASIL

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1) RIORDAN ROETT, PROFESSOR DA UNIVERSIDADE JOHN HOPKINS, BALTIMORE, MARYLAND, EUA

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SEGUNDO O BRASILIANISTA, RIORDAN ROETT, PROFESSOR DA UNIVERSIDADE JOHN HOPKINS, ALÉM DO BRASIL, OS EUA TÊM OUTRAS PRIORIDADES

“ O brasilianista Riordan Roett, professor da Universidade Johns Hopkins, num eventual apoio do governo americano à candidatura do Brasil ao Conselho (pode se) arrastar por muito tempo.

“Os … argentinos e os mexicanos não querem os brasileiros”, afirmou ele.
 
Para Roett, porém, ainda há funcionários no Departamento de Estado e na Casa Branca que não veem com bons olhos as pretensões do Brasil ao Conselho de Segurança da ONU, porque encaram com desconfiança as relações do país com nações como Venezuela.”
NOTA DO PLANO BRASIL: Como sempre “LOS NUESTROS HERMANOS MUY AMIGOS”!
Em tempo, matéria do Plano Brasil, de segunda-feira, 09/09/2013 : “DOS HERMANOS MUY AMIGOS: PRESSÕES POLÍTICAS DE BOLÍVIA E PARAGUAI ABUSAM DA GENEROSIDADE DO BRASIL, QUE CEDE POR QUESTÕES GEOPOLÍTICAS” 
 Para estudioso, EUA têm outras prioridades

Valor Econômico, terça-feira, 10/09/2013

As denúncias de que os Estados Unidos espionaram a presidente Dilma Rousseff e a Petrobras vão dificultar as relações bilaterais entre os dois países por algum tempo, podendo levar ao adiamento ou até ao cancelamento da visita de Estado de Dilma a Washington marcada para outubro, disse o brasilianista Riordan Roett, professor da Universidade Johns Hopkins. “É um passo atrás para o relacionamento no curto prazo.”

Para Roett, o melhor resultado possível para a visita da presidente se tornou mais remoto depois do escândalo. Com as denúncias, ficou mais improvável que os EUA reconheçam oficialmente a pretensão brasileira de ocupar uma cadeira permanente no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), assim como o Brasil tampouco deve anunciar que aceita a proposta da Boeing no leilão dos Caças para a Força Aérea, num negócio que envolve US$ 4,3 bilhões. A empresa americana disputa com a francesa Dassault e a sueca Grippen.

“Com o momento ruim nas relações entre Brasília e Washington, essa negociação deve estar fora da mesa”, acredita Roett, para quem, antes do surgimento das informações mais recentes sobre a espionagem da Agência Nacional de Segurança (NSA, na sigla em inglês), possivelmente havia conversas nesse sentido, ainda que esse desfecho não fosse muito provável.

Para Roett, um eventual apoio do governo americano à candidatura do Brasil ao Conselho (pode se) arrastar por muito tempo. “Os chineses não querem os japoneses, os franceses não querem os alemães, e os argentinos e os mexicanos não querem os brasileiros”, afirmou ele. Hoje, EUA, China, França, Reino Unido e Rússia são os países com assento permanente no conselho de segurança. Em 2010, Obama anunciou apoio à candidatura da Índia ao posto.

Para Roett, porém, ainda há funcionários no Departamento de Estado e na Casa Branca que não veem com bons olhos as pretensões do Brasil ao Conselho de Segurança da ONU, porque encaram com desconfiança as relações do país com nações como Venezuela. Tampouco ajudam as negociações realizadas por Brasil e Turquia para um acordo sobre o programa nuclear do Irã, em 2010, no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Outro ponto, segundo Roett, é que a Índia tem mais importância geopolítica que o Brasil.

Já a questão da compra dos Caças esbarraria também nos problemas fiscais enfrentados pelo governo Dilma, assim como nos protestos que tomaram as ruas do Brasil, especialmente em junho. Apresentar uma conta de alguns bilhões de dólares num momento em que uma parte expressiva da população reclama da situação da saúde e da educação e dos gastos em estádios seria difícil, afirmou Roett. Além disso, pode ser complicado fechar o negócio com uma empresa americana num momento em que há denúncias de que os EUA espionam o governo e empresas brasileiras.

Para ele, o fato de Dilma ter cancelado na semana passada a viagem de assessores que iriam a Washington para trabalhar nos preparativos para a visita de Estado sugere a possibilidade de adiamento da vinda da presidente aos EUA, que poderá ser a primeira com esse status desde a realizada por Fernando Henrique Cardoso em 1995. “Essas visitas exigem bastante preparação”, disse Roett, ressaltando, porém, que a conversa entre o ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo, e a assessora-chefe de segurança nacional da Casa Branca, Susan Rice, marcada para amanhã , será muito importante para o futuro da viagem. Os dois tratarão das denúncias apresentadas pelo “Fantástico”, da TV Globo, de que a NSA espionou Dilma, seus assessores e a Petrobras.

Um problema, segundo Roett, é que não há uma explicação convincente para as denúncias de espionagem envolvendo a NSA. “Não há como negar. Está documentado. O governo americano espionou brasileiros por muito tempo”, disse ele, descartando a possibilidade de algum pedido de desculpas. “Se pedir desculpas ao Brasil, o governo americano teria que fazer o mesmo em relação ao México e em relação aos europeus.” A administração do presidente Barack Obama tem que dar uma resposta ao Brasil num momento delicado, com novas denúncias de espionagem surgindo com frequência. A reportagem o observou, mostram uma ampla invasão de privacidade pelo governo americano. Isso dificulta as discussões, num cenário em que a presidente Dilma se mostra “furiosa” com as informações sobre a espionagem, disse Roett, observando que as denúncias fazem o governo da presidente parecer fraco, o que ajuda a explicar a forte cobrança por parte do governo brasileiro a pouco mais de um ano das eleições de 2014.

Roett ressaltou ainda que o escândalo da NSA não é a prioridade do governo Obama no momento. O presidente está muito mais preocupado com o pedido feito para o Congresso para o país atacar a Síria, em resposta ao suposto uso de armas químicas pelo regime de Bashar al-Assad. Também estão no topo da agenda de Obama as negociações em relação ao orçamento para o ano fiscal de 2014, que começa em outubro. Se democratas e republicanos não chegarem a um acordo, pode haver uma paralisação parcial das atividades do governo. “Essas questões são mais importantes para as autoridades americanas do que os sentimentos da presidente do Brasil, infelizmente, mas essa é a realidade. É assim que Washington funciona.”

Se Dilma de fato viajar a Washington, a visita não deverá ser marcada por divulgações significativas, disse Roett. Acordos de cooperação em áreas como energia, ciência e tecnologia e educação poderão ser anunciados, mas sem registrar avanços importantes nas negociações entre os dois países. “Será uma visita de Estado cerimonial.”

Uma boa notícia para as relações entre Brasil e EUA é a confirmação de que Thomas Shannon, o embaixador americano no Brasil que deixou o cargo na sexta-feira, será conselheiro do secretário de Estado dos EUA, John Kerry, segundo Roett. “É uma boa indicação”, disse o brasilianista, para quem Shannon terá a oportunidade de manter o Brasil na agenda de Kerry, o que é positivo. “A questão é que o episódio de espionagem pela NSA vai tornar as relações bilaterais difíceis por algum tempo.”

Fonte: Valor Econômico, terça-feira, 10/09/2013 via Defesa Aérea & Naval

2) JAMES GREEN, PROFESSOR DE HISTÓRIA LATINO-AMERICANA E ESTUDOS BRASILEIROS DA BROWN UNIVERSITY, RHODE ISLAND, EUA:

 Brasilianista critica arrogância da Casa Branca e lamenta prejuízo às relações bilaterais

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“O Professor de História latino-americana e estudos brasileiros da Brown University, em Rhode Island, EUA, o brasilianista James Green, afirma que os EUA não entendem o Brasil e sabem pouco sobre a realidade mundial.
 
Também  critica a “arrogância” de seu país, que para ele é uma questão de regime, e não de governo.
 
Segundo Green, “não sei se eles entendem o Brasil, no fundo. Infelizmente, fica um distanciamento muito negativo para as relações entre os países, os EUA e o Brasil, pois ambos precisam um do outro.”
 
 Dilma está mandando uma mensagem importante, é simbólica, diz professor americano

Por, Isabel De Luca, Correspondente de O Globo

Professor de História latino-americana e estudos brasileiros da Brown University, em Rhode Island, o brasilianista James Green considera lamentáveis os episódios de espionagem dos americanos ao Brasil. Green acredita que as duas nações não podem – nem vão – prescindir uma da outra, mas considera importante a mensagem de repúdio da presidente Dilma Rousseff, que deve cancelar a viagem a Washington, marcada para 23 de outubro de 2013.

Ao comentar a vigilância americana no país, especialmente polêmica por ter tido como alvo a comunicação pessoal da presidente Dilma, o brasilianista critica a “arrogância” de seu país, que para ele é uma questão de regime, e não de governo.

– Dilma está mandando uma mensagem que é importante mandar, é simbólica. Eu acho lamentável, os Estados Unidos não podem ser arrogantes e pensar que todo mundo estaria a fim de sempre ficar seguindo a política norte-americana, isso é muito arrogante do ponto de vista da Casa Branca, seja quem for o presidente também. Podia ter sido o McCain, o Romney. Não é a administração, é o regime – disse o professor.

Green afirma ainda que os EUA não entendem o Brasil e sabem pouco sobre a realidade mundial.

– Não sei se eles entendem o Brasil, no fundo. Infelizmente, há uma certa incompetência, os norte-americanos precisam saber mais sobre a realidade mundial.

Apesar de não acreditar que o episódio afete as relações comerciais entre os dois países, o brasilianista admite a possibilidade de um afastamento.

– Infelizmente, fica um distanciamento muito negativo para as relações entre os países. Os EUA e o Brasil precisam um do outro. Os americanos têm que repensar uma série de questões relativas a essa coleta de informação internacional. É um problema sério.

Fonte: O GLOBO 

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Defesa Destaques Sistemas de Armas Vídeo

Vídeo – KAMAZ TYPHOON

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O KAMAZ “Typhoon” e outras novidades

Typhoon (1)

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Typhoon (2)

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Defesa Sistemas de Armas Tecnologia

J20 demonstra poder de manobra

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E.M.Pinto
Mesmo sem a motorização definitiva e sem os TVC, a  aeronave realiza um looping cerrado com aparente tranquilidade.
A supermanobrabildiade é um dos itens necessários para se considerar um caça de 5ªGeraçao.
A imagem a seguir foi postada no site China Defense Review

Está prevista a  incorporação no J 20 de sistemas de vetoração de empuxo, TVC que permitirão a  aeronave efetuar manobras ainda mais arrojadas.
Ao que parece, os chineses não estavam” brincando” quando disseram que o J20 seria um caça 5G.
Vídeo do primeiro voo do J 20
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Testes de manobras do J 20
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Conflitos Geopolítica Inteligência

Acordo entre EUA e Rússia é ‘vitória’ para Damasco, diz autoridade da Síria

Ministro foi primeiro membro do regime de Assad a falar sobre plano para a entrega de armas químicas

Uma autoridade de alto escalão da Síria elogiou neste domingo (15) o acordo firmado entre EUA e Rússia para colocar as armas químicas sírias sob o controle internacional, caracterizando-o como uma “vitória” para Damasco. Os comentários do ministro da Reconciliação Nacional Ali Haidar para uma agência estatal russa de notícias foram os primeiros de uma autoridade do governo sírio sobre o plano acordado no sábado em Genebra.

Obama: ‘EUA seguem preparados para agir se diplomacia com Síria fracassar’

Sábado: Acordo entre EUA e Rússia prevê destruir arsenal químico sírio em 2014

AP

John Kerry e Sergei Lavrov chegaram a um acordo em Genebra sobre crise na Síria

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Segundo o acordo, a Síria fornecerá um inventário de seu estoque de armas químicas dentro de uma semana e entregar todos os componentes do programa até 2014.

“Elogiamos esses acordos”, disse Haidar, segundo informou agência RIA Novosti. “Por um lado, eles ajudarão os sírios a sair da crise, e por outro, evitam uma guerra contra a Síria retirando o pretexto para aqueles que querem desencadear ( um conflito ).”

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Não houve nenhum comunicado oficial do governo sírio, e não ficou claro se os comentários de Haidar refletem a opinião do presidente Bashar al-Assad .

O acordo, estipulado após uma maratona de negociações entre diplomatas russos e americanos, evita os ataques dos EUA contra o regime Assad, embora o governo Obama tenha alertado que o uso da força continua possível caso Damasco não cumpra com os pontos estabelecidos.

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“A ameaça da força é real e o regime Assad e todos aqueles que fazem parte precisam entender que o presidente Obama e os EUA estão comprometidos a atingir esse objetivo”, disse o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, neste domingo em Jerusalém, onde ele passou informações a autoridades israelenses sobre o acordo.

Ele também disse que se o acordo fosse bem-sucedido, “definirá um padrão de comportamento em relação ao Irã e a Coreia do Norte e qualquer outro Estado pária, ( ou ) grupo que tentar alcançar esse tipo de armas”.

Infográfico: O que está em jogo para o Oriente Médio com a guerra síria

Os EUA acusam o governo Assad de estar por trás de um ataque químico contra subúrbios rebeldes de Damasco em 21 de agosto que, segundo Washington, matou mais de 1,4 mil sírios . Outras estimativas em relação ao número de mortos são bem menores. O governo sírio nega as acusações e culpa os rebeldes.

A suspeita do uso de armas químicas levantou a possibilidade de uma ação militar liderada pelos EUA contra a Síria. Os rebeldes esperavam que tal ação mudaria o equilíbrio da guerra civil em seu favor. Mas no momento em que os ataques pareciam iminentes, Obama abruptamente decidiu buscar apoio do Congresso para uma autorização, adiando a retaliação militar.

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Resposta: Síria ‘aceita proposta russa de entrega de armas químicas’

A Rússia então propôs que a Síria entregasse seu arsenal químico para evitar ataques do Ocidente, e o regime Assad rapidamente concordou . Moscou e Washington então estabeleceram um acordo no sábado para colocar as armas químicas sob controle e destruí-las posteriormente.

Para a oposição na Síria, o acordo foi uma decepção, pois esperavam que uma ação militar pudesse conter a guerra civil que, nesses mais de dois anos, deixou 100 mil mortos e obrigou 2 milhões a buscar refúgio fora do país.

Veja imagens do conflito sírio desde o início do ano:

O acordo entre EUA e Rússia ganhou apoio ao redor do mundo, incluindo da China, um membro permanente do Conselho de Segurança da ONU. A França também elogiou o acordo, mas o chanceler do país Laurent Fabius fez um alerta durante sua visita neste domingo a Pequim de que ele era apenas “a primeira fase”.

No Cairo, a Liga Árabe também aprovou o acordo. O secretário-geral Nabil Elaraby disse que o plano ajuda um movimento em direção a uma solução política para a crise. “Todas as partes são capazes e influentes o suficiente para fazer sua parte no Conselho de Segurança da ONU para garantir um cessar-fogo na Síria… e para realizar negociações em Genebra para alcançar uma solução pacífica para a crise síria”, disse em comunicado.

A Alemanha ofereceu ajuda neste domingo para destruir as armas químicas sírias. O chanceler Guido Westerwelle disse em comunicado que Berlim “está preparada para dar uma contribuição técnica ou financeira para a desrtuição das armas químicas da Síria”. Ele não deu detalhes, mas autoridades dizem que a Alemanha já ajudou a destruir as armas químicas na Líbia e em outros países.

Com AP

Fonte: Último Segundo

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Conflitos Geopolítica Inteligência

Barack Obama troca cartas com presidente iraniano sobre a Síria

Atualizado em  15 de setembro, 2013 – 16:30 (Brasília) 19:30 GMT
Barack Obama (foto:AP)Questão nuclear do Irã é mais importante para os EUA que ataques químicos sírios.

O presidente americano Barack Obama afirmou ter trocado cartas sobre a Síria com o recém eleito presidente iraniano Hassan Rouhani. Obama disse ter deixado claro que Teerã possuir armas nucleares é “uma questão muito maior” para os Estados Unidos do que o uso de armas químicas na Síria.

As declarações foram dadas em entrevista para a rede de televisão americana ABC neste domingo.

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Ele disse que as autoridades iranianas entenderam seu recado de que há potencial para resolver a questão nuclear pela diplomacia. Falando sobre a Síria, mas fazendo uma alusão à disputa entre o Ocidente e o Irã sobre a questão nuclear, Obama disse: “O que eles poderiam tirar dessa lição é que há potencial para resolver essas questões diplomaticamente”.

“Meu ponto de vista é que se você tem tanto uma ameaça crível de uso da força, combinada com um rigoroso esforço diplomático… você pode fazer um acordo”, disse Obama.

O presidente americano disse também que o fato dos EUA não terem atacada o a Síria não significa que o mesmo acontecerá no Irã.

Síria

Um ministro do regime sírio afirmou neste domingo que o acordo dos Estados Unidos e da Rússia sobre as armas químicas da Síria é uma “vitória” que evita a guerra. Essa foi a primeira reação de Damasco ao anúncio do acordo no sábado.

O tratado diz que a Síria deve fornecer informações detalhadas e completas sobre seu arsenal químico no prazo de uma semana. As armas devem ser destruídas até a metade de 2014.

Se o regime de Bashar al-Assad não aceitar o acordo, pode ser forçado a isso por uma resolução da ONU – que pode incluir a força como último recurso.

Os Estados Unidos ameaçaram atacar a Síria após o surgimento de suspeitas de que armas químicas foram utilizadas em um ataque em agosto.

A Síria concordou recentemente em aderir à Convenção sobre Armas Químicas. As Nações Unidas afirmaram que o país deve assinar o tratado a partir de 14 de outubro.

O acordo entre EUA e Rússia foi anunciado no sábado após três dias de intensas negociações em Genebra, que envolveram o secretário de Estado americano John Kerry e o chanceler russo Sergei Lavrov.

“Nós recebemos bem o acordo”, disse o ministro sírio da Reconciliação, Ali Haidar, à agência de notícias russa Ria Novosti.

“Por um lado ele ajuda a Síria a sair da crise, e por outro ajuda a evitar a guerra contra a Síria, privando de argumentos aqueles que usam o assunto para defender um ataque’, disse Haidar.

“É uma vitória para a Síria conquistada graças aos nosso amigos russos”.

Solução de última hora

O calendário para o cumprimento do acordo é considerado por analistas extremamente ambicioso.

A Síria tem que fornecer uma lista das armas químicas em uma semana. Até novembro, todos os equipamentos de produção terão que ser destruídos e todas as armas guardadas deverão ser removidas do país até a metade do ano que vem.

Estados Unidos e Rússia concordaram com a assertiva de que a Síria possui cerca de mil toneladas de agentes e precursores químicos, segundo uma fonte americana.

Os EUA acreditam que o material está espalhado por 45 instalações, todas controladas pelo governo. Metade delas teria quantidades razoáveis de agentes químicos prontos para serem usados.

Já a Rússia não concorda com o número de instalações e diz que nem todas as armas estão nas mãos de Assad.

Rebeldes do Exército Livre da Síria disseram que, com o acordo, Moscou apenas tenta ganhar tempo para Assad. Eles reivindicaram que o tratado seja extendido para abranger o uso de armas convencionais.

Neste domingo, o conflito entre forças do regime e rebeldes continuou na periferia de Damasco e também em Hama.

Após se reunir em Israel com o premiê Benjamin Netanyahu, Kerry afirmou ter entendido críticas da oposição de que o acordo no acabará com a matança na Síria. Disse porém que o tratado para eliminar o arsenal químico no país representa “um passo à frente”.

O premiê israelense disse que a retirada das armas químicas da Síria tornará toda a região mais segura.

Fonte: BBC Brasil

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Conflitos Defesa

DEIXA PRA LÁ??? NÃO HÁ COMO!!!

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Preâmbulo, por Gérsio Mutti

Caros Editores e Comentaristas do Blog Plano Brasil, “agora é oficial que o Congresso Nacional tem ladrão! 

Não custa lembrar que no período do regime militar (1964 a 1985) a máxima na economia consistia de que primeiro deveriamos crescer o bolo para depois dividí-lo; dividí-lo e não roubá-lo como estão fazendo hoje em dia, 28 anos após a saída do último Presidente-Militar do Brasil; vide que todos os cinco Presidentes-Militares não enrriqueceram no Poder, e nem tão pouco os inúmeros militares que exerceram as funções de Ministros-de-Estado, tiveram que se apresentar à Polícia Federal em Brasíla (DF) para aguardar em quarentena e fazer, no mínimo, um exame de consciência.

Hoje já é praxe um Ministro-de-Estado da República deixar as suas funções ministeriais e ir direto para um dos cubículos disponíveis da Polícia Federal em Brasília (DF) para marcar o ponto e, no jargão militar naval, “guarnecer postos de combate”.

Bem lembrado pela leitora de Veja (edição 2338, ano 46, nº 37, página 26, “Leitor”, nas bancas de 08/09/2013 a 14/09/2013), Lúcia Reis, “de que “agora é oficial que o Congresso Nacional tem ladrão”, referente ao deputado Federal Natan Donadon, condenado pelo STF à prisão por formação de quadrilha e peculato, e que teve o seu mandato mantido e assim virou uma entidade inédita na política brasileira, pois o caso com contornos constrangedores, dá margem para a criação da “bancada da penitenciária” no Congresso Nacional”.

Recomendo aos senhores Comentarista do Blog Plano Brasil, a leitura complementar, ignorada há vários meses pela imprensa brasileira.

Com a Palavra os senhores Comentarista do Blog Plano Brasil.

 Deixa pra lá?

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Presidente da Comissão de Ética da Presidência da República disse que o uso indevido dos aviões da FAB por ministros “não significa nada”.

Por, Luiz Flávio Gomes

Sobre o uso indevido dos aviões da FAB por ministros, que foram assistir ao jogo do Brasil no RJ, o presidente da Comissão de Ética da Presidência da República disse que “o caso não foi ‘muito grave’ nem houve ‘agressão ao patrimônio’. Ele reconhece que, na prática, isso “não significa nada”. “O Garibaldi foi advertido pelo uso do avião para ir para o Rio, mas não houve recomendação de demissão coisa nenhuma, porque não foi também uma coisa assim muito grave. Mas foi advertido para não fazer mais, levou um puxão de orelha”. “Não houve agressão ao patrimônio público, nada disso. Simplesmente uma imprudência, né, acho que foi advertido”, completou”.

É muito grave o embotamento moral de toda sociedade parasitária. Vivendo parasitamente (dizia M. Bomfim, em 1903, A América Latina),“uma sociedade passa a viver às custas de iniquidades e extorsões; em vez de apurar os sentimentos de moralidade, que apertam os laços de sociabilidade, ela passa a praticar uma cultura intensiva dos sentimentos egoísticos e perversos”. É de estarrecer a que ponto de degeneração chegou a classe dominante parasitária no Brasil!

NOTA DO EDITOR DO PODER AÉREO: Ao dizer que o uso indevido de jatos da FAB “não significa nada”, o presidente da Comissão de Ética da Presidência da República passa a seguinte mensagem para mim, para você e para todos os contribuintes brasileiros: o uso indevido do dinheiro público, fruto dos altos impostos que você paga, não significa nada.

Fonte: SantaCatarina24h via Poder Aéreo 

 

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ALERTA À NAÇÃO BRASILEIRA: MANIFESTO À NAÇÃO ASSINADO POR 2963 BRASILEIROS

Cento e trinta (130) Oficiais Generais se manifestam contra a Presidente Dilma (de um total de 2963 brasileiros). A imprensa permanece até hoje calada em relação ao assunto.

Este é um alerta à Nação brasileira, assinado por homens cuja existência foi marcada por servir à Pátria, tendo como guia o seu juramento de por ela, se preciso for, dar a própria vida. São homens que representam o Exército das gerações passadas e são os responsáveis pelos fundamentos em que se alicerça o Exército do presente.

Há de se considerar que se tão grande número de oficiais generais se opõe às ações da Presidência da República isso pode significar que há realmente algo a corrigir. Se é que existe realmente uma situação conflituosa entre Governo e Forças armadas isso tem que ser reparado com urgência. Além dos 130 oficiais generais que assinaram o documento há ainda centenas de outros oficiais, juizes, civis e políticos que opoiaram o manifesto.

Cento e trinta (130) Oficiais Generais se manifestam contra a Presidente Dilma (de um total de 2963 brasileiros). A imprensa permanece até hoje calada em relação ao assunto.

CENTO E TRINTA (130) OFICIAIS GENERAIS se manifestaram publicamente contra a presidente DILMA (de um total de 2963 brasileiros). A mobilização ocorreu ha pouco mais de um ano, e o documento permanece ecoando na internet, mostrando que ha gente disposta a lutar pela verdadeira democracia. Os oficiais de alta patente dizem que o governo agiu de forma REVANCHISTA e INCONSEQUENTE, e que governa somente para parcelas diferenciadas da sociedade brasileira. A mídia, com muito medo de que a questão, que já é grave, alcance proporções estratosféricas, depois de vários meses ainda se mantém calada sobre o assunto.

Os oficiais signatários implicitamente avisam que têm influência sobre a tropa, deixando bem claro que são os responsáveis pelos pilares que fundamentam as forças armadas da atualidade. Avisam que as associações não se intimidarão frente aos acontecimentos e que o atual Ministro da Defesa não tem autoridade para censurar atos de entidades como clubes militares.

“O Clube Militar não se intimida e continuará atento e vigilante, propugnando comportamento ético para nossos homens públicos, envolvidos em chocantes escândalos em série, defendendo a dignidade dos militares, hoje ferida e constrangida com salários aviltados e cortes orçamentários, estes últimos impedindo que tenhamos Forças Armadas ...”

Entre os signatários destacam-se oficiais que ocuparam altíssimos cargos na hierarquia militar, como Zenildo de Lucena e Valdésio Guilherme de Figueiredo, destaca-se também o General Rui Leal Campello, herói da Força Expedicionária – Monte Castello. Em qualquer país sério essa movimentação seria manchete em todos os jornais e motivo de preocupação extrema. Afinal, se a nata das forças armadas está insatisfeita e se predispõe a colocar seu nome em um documento público, alguma coisa realmente importante está acontecendo. São homens sérios, que não “jogam conversa fora”, e que têm muita informação e conhecimento sobre o Brasil, além de formação em altos estudos militares, política, estratégia e gestão. O mínimo que se poderia fazer seria ouvi-los oficialmente.

“Este é um alerta à Nação brasileira, assinado por homens cuja existência foi marcada por servir à Pátria, tendo como guia o seu juramento de por ela, se preciso for, dar a própria vida. São homens que representam o Exército das gerações passadas e são os responsáveis pelos fundamentos em que se alicerça o Exército do presente.”

Desde meados de 2012 o manifesto dos militares vem sendo divulgado em vários sites e blogs, principalmente os considerados de direita. Apesar da importância que têm seus signatários, parece que o documento ainda não conseguiu vencer as barreiras que separam o virtual do real. O manifesto tramita pela internet, e de site em site vai crescendo. A grande mídia parece que evita o assunto. Ha algum tempo o governo se ressentiu, e falou-se de ameaças de punições disciplinares contra os signatários, por parte do Ministério da defesa. Mas a verdade é que o manifesto continuou ganhando força.

Há de se considerar que se tão grande número de oficiais generais se opõe às ações da Presidência da República isso pode significar que há realmente algo a corrigir. Se é que existe realmente uma situação conflituosa entre Governo e Forças armadas isso tem que ser reparado com urgência. Além dos 130 oficiais generais que assinaram o documento há ainda centenas de outros oficiais, juízes, civis e políticos que opoiaram o manifesto.

Veja abaixo a lista dos oficiais Generais, divulgada pelo Site http://averdadesufocada.com

MANIFESTO – OFICIAIS GENERAIS

EXÉRCITO

Generais de Exército

Pedro Luiz De Araujo Braga

Armando Luiz Malan De Paiva Chaves

Angelo Baratta Filho

Luiz Guilherme De Freitas Coutinho

José Carlos Leite Filho

Zenildo De Lucena

Domingos Miguel Antônio Gazzineo

José Luis Lopes Da Silva

Luiz De Góis Nogueira Filho

Valdésio Guilherme De Figueiredo

Gilberto Barbosa De Figueiredo

Luiz Edmundo Montedônio Rêgo

Luiz Edmundo Maia De Carvalho

Antônio Araújo De Medeiros

Domingos Carlos Campos Curado

Ivan De Mendonça Bastos

Rui Alves Catão

Cláudio Barbosa De Figueiredo

Carlos Alberto Pinto Silva

Luiz Cesário Da Silveira Filho

Maynard Marques De Santa Rosa

Geise Ferrari

Marius Luiz Carvalho Teixeira Neto

Francisco Batista Torres De Melo

AERONÁUTICA

Tenentes Brigadeiros do Ar

Ivan Frota

Enir De Souza Pinto

EXÉRCITO

Generais de Divisão

Francisco Batista Torres De Melo

Amaury Sá Freire De Lima

Leone Da Silveira Lee

Cássio Rodrigues Da Cunha

Aloísio Rodrigues Dos Santos

Roberto Viana Maciel Dos Santos

Marcio Rosendo De Melo

Luiz Carlos Minussi

Gilberto Rodrigues Pimentel

Ulisses Lisboa Perazzo Lannes

Luiz Wilson Marques Daudt

Sylvio Lucas Imbuzeiro

Archias Alves de Almeida Neto

Clóvis Puper Bandeira

Roberto Schifer Bernadi

Remy De Almeida Escalante

Sérgio Ruschell Bergamaschi

Cândido Vargas De Freire

Sérgio Pedro Coelho Lima

Victor José Schlobach Fortuna

Marco Antonio Tischer Saraiva

Mario Ivan Araujo Bezerra

Hélio Covas Pereira Filho

Sérgio Henrique Carneiro Tavares

Nelson Beust

Gilberto Cesar Barbosa

AERONÁUTICA

Major Brigadeiro do Ar

Edilberto Telles Shirotheau Corrêa

Luiz Antonio Cruz

Cezar Ney Britto De Mello

Irineu Rodrigues Neto

Carlos Oscar Cruz Ferreira

Guido Resende Souza

Tarso Magnus Da Cunha Frota

Major Brigadeiro

Ademir Siqueira Viana

Luiz Fernando Barbedo

EXÉRCITO

General de Brigada – Detentor do Bastão da FEB

Rui Leal Campello

AERONÁUTICA

Brigadeiro do Ar

Leci Oliveira Peres

EXÉRCITO

Generais de Brigada

Dickens Ferraz

Paulo Ricardo Naumann

Gilberto Serra

Aricildes De Moraes Motta

Durval A. M. P. De Andrade Nery

Carlos Augusto Fernandes Dos Santos

Miguel Monori Filho

Iberê Mariano Da Silva

Mauro Patrício Barroso

Marcos Miranda Guimarães

Zamir Meis Veloso

Carlos Eduardo Jansen

Mario Luiz Monteiro Muzzi

Paulo Roberto Correa Assis

Iram Carvalho

Paulo Meirelles

Vilson Kuyvem

João Cosenza

José Saldanha Fábrega Loureiro

José Batista Queiroz

Luiz Antônio Rodrigues Mendes Ribeiro

José Vilhena Bittencourt

Fernando Cardoso

Ayrton José Lermen

Paulo Chagas

Paulo Dornelles Da Silva

Bartholomeu Da Silva Filho

José De Oliveira Souza

Eduardo Cunha Da Cunha

Tirteu Frota

César Augusto Nicodemus De Souza

Geraldo Luiz Nery Da Silva

Marco Antonio Felício Da Silva

Newton Mousinho De Albuquerque

Paulo César Lima De Siqueira

Manoel Theóphilo Gaspar De Oliveira

Hamilton Bonat

Elieser Girão Monteiro

Pedro Fernando Malta

José Alberto Leal

José Luiz Gameiro Sarahyba

Sady Guilherme Schmidt

Ultemir De Lima Dutra

Valmir Fonseca Azevedo

Marco Antônio Sávio Costa

Ruthenio Ferreira Do Valle

Paulo Fabiano Do Prado Soares

José Ramos De Alencar

José Gualter Pinho

Mário Cesar Azevedo Da Silveira

Nilton Albuquerque Cerqueira

Valter Da Costa

Antonio Carlos Nascimento Krieger

José De Oliveira Sousa

Ivan Da Costa Garcez Sobrinho

Sergio Roberto Dentino Morgado

AERONÁUTICA

Brigadeiro do Ar

Sérgio Luiz Millon

Danilo Paiva Alvares

Valter Carrocino Filho

MARINHA

Contra-Almirante Médico

Luiz Roberto Martins Dias

MARINHA

Contra-Almirante

Tarcísio Jorge Caldas Pereira

Magnus Da Cunha Frota

Celso Melo de Figueiredo

Paulo Cesar de Paiva Bastos

Joel Rodrigues Da Silva

Roberto De Lorenzi

Paulo Lafayette Pinto

AERONÁUTICA

Brigadeiro do Ar

Luiz Carlos Baginski Filho

 Fonte: Revista Sociedade Militar 

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Defesa Mísseis Negócios e serviços Sistemas de Armas

MBDA recebe contrato para produção do Sea Ceptor

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No dia 9 de setembro de 2013, a MBDA recebeu do Ministério da Defesa do Reino Unido um contrato de £250 milhões para fornecimento do sistema de defesa aérea Sea Ceptor (incluindo o míssisl Common Anti-Air Modular Missile, ou CAMM, e equipamentos do sistema) para equipar inicialmente as fragatas “Type 23” da Royal Navy a partir de 2016.

O Sea Ceptor vai substituir o míssil Seawolf nas fragatas “Type 23”, e a seguir será integrado às futuras fragatas “Type 26” como o principal sistema de defesa aérea.

O Sea Ceptor emprega tecnologia de cabeça de busca ativa, lançamento vertical do tipo “soft” (ver a ilustração da MBDA, mostrando o CAMM sendo lançado a partir de uma “Type 23”) e um “footprint” de instalação bastante compacto, o que facilitará sua integração em diferentes tipos de navios.

 

Fonte: Segurança & Defesa

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Defesa Fotos do Dia Sistemas de Armas

Veículo JLTV da BAE Systems Navistar

JLTV (1)

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JLTV (2)

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JLTV (3) JLTV (4) JLTV (5) JLTV (6) JLTV (7)

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Defesa Destaques Fotos do Dia Opinião Sistemas de Armas Tecnologia

China já está desenhando helicóptero militar de quarta geração – WZ-20

Harbin WZ-10

O diretor do instituto de investigação e desenvolvimento de helicópteros da corporação aeronáutica chinesa AVIC Qiu Guangrong declarou que a China poderá desenvolver até 2020 as principais tecnologias necessárias para a criação de helicópteros da próxima quarta geração.

Os artigos publicados na imprensa chinesa levam a crer que nos próximos anos deverão ser criadas várias famílias de helicópteros de diversos tipos, o que permitirá à China entrar no grupo das principais potências mundiais em helicópteros.

Harbin Z-5

Segundo a classificação chinesa, à primeira geração de helicópteros pertenciam os Z-5 (cópia do helicóptero soviético Mi-4), fabricados sob licença soviética e com os quais se fizeram os primeiros testes de lançamento dos mísseis antitanque HJ-73, desenvolvidos com base nos mísseis soviéticos Malyutka. A segunda geração corresponde a helicópteros como o Z-9, fabricado sob licença francesa, e as suas versões militares Z-9W e Z-9WA. A terceira geração são os helicópteros militares WZ-10 e Z-19 com que está agora sendo equipado a aviação do Exército de Libertação Popular da China.

Relativamente ao aspecto do futuro helicóptero, Wu Ximing, o construtor principal do WZ-10, referiu que a característica principal desse helicóptero de ataque será a sua grande velocidade. Dessa forma se torna cada vez mais evidente que os programas em perspectiva para a indústria de helicópteros chinesa estão relacionados com o desenvolvimento de aparelhos de combate baseados em plataformas completamente diferentes, como os convertiplanos e os aeronaves, que se irão caracterizar pela sua grande velocidade e grande alcance.

Harbin Z-9WA

Antes já se falava da existência desses tipos de projetos. O projeto desse helicóptero terá provavelmente a sigla WZ-20 e ainda estará na fase de desenho. Na exposição aeronáutica de Zhuhai e na recente feira de helicópteros de Tianjin foi apresentada uma grande quantidade de modelos de convertiplanos e de helicópteros de versões alternativas. A partir desses modelos, porém, não se conseguia perceber que tipo de armamento eles irão transportar.

Apenas se tornou evidente que, depois de muitas décadas a fabricar aparelhos sob licenças estrangeiras e a aperfeiçoá-los gradualmente de acordo com as suas necessidades conjunturais, a China quer pôr em prática uma série de projetos originais e bastante arriscados do ponto de vista técnico. Basta recordarmos os enormes problemas de fiabilidade e segurança que acompanharam o desenvolvimento da produção em série e a entrada ao serviço do único convertiplano que hoje equipa forças armadas, que é o Osprey norte-americano.

A criação de helicópteros de alta velocidade e de convertiplanos exige a resolução de muitos problemas técnicos e, o que é ainda mais importante, uma grande modernização das infraestruturas produtivas com uma completa requalificação da sua mão-de-obra. Um programa tão ambicioso, especialmente se se considerar a pouca experiência que a China tem na criação de modelos originais de helicópteros, será provavelmente acompanhado por inúmeras dificuldades, pelo incumprimento dos prazos e grandes derrapagens do respectivo orçamento.

Harbin Z-19

Durante todo esse tempo a base do parque de helicópteros de ataque chineses será constituída pelos WZ-10 e Z-19 que estão sendo produzidos agora. Num futuro próximo não se esperam quaisquer projetos para os substituir. Eles serão fabricados e modernizados até à entrada ao serviço do WZ-20, o que não deve acontecer antes de meados da década de 2020, provavelmente até mais tarde. As principais áreas de modernização desses helicópteros tradicionais deverão ser os sistemas de vigilância e de controle de tiro, assim como a redução da sua detecção por radares.

Supostas imagens da Fuselagem do protótipo do helicóptero Z 20
Supostas imagens da Fuselagem do protótipo do helicóptero Z 20
Z20 (2)
Supostas imagens da Fuselagem do protótipo do helicóptero Z 20
Z20 (3)
Supostas imagens da Fuselagem do protótipo do helicóptero Z 20

 

Fonte: Voz da Rússia

 

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Conflitos Geopolítica

O acordo entre EUA e Rússia pode levar esperança à Síria?

Paul Adams

Correspondente da BBC em Genebra

John Kerry e Sergei Lavrov (Foto: Reuters)Acordo às pressas pode trazer uma nova esperança de resolução da crise síria.

Os últimos dias tem sido memoráveis às margens do lago Genebra.

Um encontro apressado que muitos viam como destinado a falhar produziu – depois de muitas horas de idas e vindas – um plano detalhado para livrar a Síria das armas químicas.

Depois de descartá-la em Londres na última segunda-feira – como se fosse algo que nunca funcionaria – o secretário de Estado americano John Kerry é agora um vencedor.

Desde a tarde de quinta-feira temos assistido a Kerry e o chanceler russo Sergei Lavrov delinearem os detalhes, com apoio de suas grandes equipes de especialistas.

De nosso vantajoso local de observação, no telhado de um posto de gasolina em frente ao hotel Intercontinental de Genebra, temos visto Lavrov, sem a jaqueta do terno, sentado próximo à piscina e com o telefone celular na orelha.

Sirenes foram tocadas quando as duas autoridades apareceram para fazer uma visita ao enviado especial da ONU, Lakhdar Brahimi e dar um telefonema de cortesia para o ex-secretário-geral da ONU Kofi Annan.

No saguão do hotel, jornalistas se amontoavam à procura de informações. Uma colega até conseguiu entrar na sala onde acontecia o encontro e tirar fotos com seu telefone celular até ser expulsa.

Mas depois de dois dias e meio nos quais a Rússia e os Estados Unidos estiveram na maior parte do tempo em desacordo sobre o que fazer com a Síria – e três dias depois do presidente Vladimir Putin verter desprezo pela política externa americana – os dois lados finalmente colaboraram em um assunto repleto de perigos políticos e técnicos.

Ameaça ou força?

Tudo isso deve acontecer de uma forma memoravelmente rápida.

A Síria só tem uma semana para entregar uma lista detalhada de tudo o que tem. E todas as armas químicas sírias devem ser destruídas até o meio do ano que vem.

Mas e se a Síria não concordar? Nesse caso caberá ao Conselho de Segurança da ONU impor medidas sob o capítulo VII da Carta da ONU. Isso possibilita – não necessariamente significa – o uso da força.

Kerry disse que as medidas da ONU devem ser “de acordo” com a violação. Mas ele também deixou claro que o presidente Barack Obama não determinou o uso unilateral da força.

Os dois diplomatas se agradeceram mutuamente de forma efusiva – Lavrov disse que Kerry tornou possível deixar a “retórica irrelevante” para trás.

Como o americano, Lavrov disse que esta corajosa porém restrita iniciativa pode se transformar em algo grande – uma conferência de paz internacional para colocar um fim aos tormentos da Síria.

Então, depois de 36 hora de significativa diplomacia, o acordo foi feito e John Kerry foi dar uma corrida no lago.

Com a ajuda de Vladimir Putin, Barack Obama deu um passo para longe do precipício.

Uma virada improvável nos eventos e, talvez, um pequeno vislumbre de esperança para a Síria.

 

Fonte: BBC Brasil

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Artigos Exclusivos do Plano Brasil Defesa Sistemas de Armas

Nas asas da Mãe Rússia – Parte 1

Il476 (1)

Por MessiaH

No Brasil há uma lacuna significativa e ao mesmo tempo histórica de vetores capazes de suprir as necessidades de transporte pesado e de longa distância, tornando os C-130 Hércules da Força Aérea Brasileira os únicos responsáveis pelo transporte de cargas e tropas, tornando as missões, principalmente de longas distâncias custosas e caras. Situação essa que se agravou ainda mais após a “baixa forçada” dos Boeing KC-137. Com a entrada do Embraer KC-390 em serviço, a situação tenderia a ficar menos “dramática”, aliviando um pouco a carga dos Esquadrões de Transporte da FAB.

Porém a lacuna de uma aeronave capaz de prover o transporte de grande capacidade de carga e com um grande raio de alcance ainda existirá. Visto que o KC-390 é um transportador “equivalente” ao Hércules. Ademais, outro nicho até então inexistente no Brasil é o de grandes aeronaves capazes de desempenhar o combate a incêndios florestais; capacidade essa prometida para o Embraer KC-390.

No inventário Russo há uma boa quantidade de aeronaves que poderiam preencher essa lacuna em nossa aviação de transporte, de modo qualitativo e ao mesmo tempo a um preço razoável. Uma dessas opções seria o Ilyushin “IL-476”, derivado do famoso avião de transporte Ilyushin-76.

Il476 (2)

Compartimento de Carga – Comparação

Desenvolvido em meados dos anos 60, o Ilyushin 76 “IL-76 Candid”, foi fruto de uma requisição da Força Aérea Soviética para uma aeronave que substituísse o Antonov An-12. O projeto previa que a nova aeronave pudesse operar em pistas curtas e não preparadas.

O uso do IL-76 pela União Soviética começou em junho de 1974, sendo o principal avião de transporte estratégico. Em 1976 foi operado pela companhia aérea estatal Aeroflot. Entre 1979 e 1991, os IL-76s soviéticos fizeram 14.700 voos para o Afeganistão, transportando 786.200 soldados e 315.800 kg de carga, na época foi responsável pelo transporte de 89% das tropas e 74% das cargas. As Forças Armadas Canadense utilizam um IL-76 “versão civil” para o transporte de tropas para o Afeganistão. Até 2006, a Força Aérea Russa operava cerca de 200 IL-76, sendo que somente metade estava em perfeitas condições de voo.

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Motor PS-90

A Ilyushin começou a desenvolver, no início da década de 90, uma nova versão de fuselagem alongada e novos motores para a Força Aérea Russa, visando também a possível exportação do modelo, denominado IL-476 foi desenvolvida uma versão que utiliza motores PS-90. Estuda-se ainda a adoção de motores ocidentais, da família CFM56.

O IL-476 tem um aspecto semelhante ao projeto anterior, apesar de terem sido modernizados vários sistemas e blocos. Possui quatro propulsores mais econômicos, a carga útil aumentou de 47 para 52 toneladas, sendo a autonomia de voo igual a 5000 km.

 

Il476 (4)

Ilyushin Il-476

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Características Gerais: Ilyushin IL-476

– Capacidade de Carga: 52.000kg

– Peso Vazio: 92.000kg

– Peso Máx. de decolagem: 195.000kg

– Motorização: 4 × Aviadvigatel PS-90-76 turbofans, de 171 kN ou 38.37lbf

– Velocidade Máxima: 900km/h, 780km/h (cruzeiro)

– Raio de Alcance: 5.000 km

– Distância mínima para pouso em pistas curtas: 450 m com aceleração reversa

Custo por Unidade: RUB 3.6 bilhões de rublos (USD$118 milhões de dólares)

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Ilyushin Il-476