No Comments: Menino sírio de 10 anos ajuda o pai em fábrica rebelde de armas

 

Em uma fábrica que fornece armamentos apra o Exército Livre da Síria em Aleppo, um jovem funcionário chama atenção preparando bombas e morteiros. Aos 10 anos, o jovem Issa ajuda seu pai na fábrica trabalhando 10 horas por dia, folgando apenas às sextas.
Sugestão: Capa Preta
Fotógrafo acompanhou rotina de 6 dias de trabalho por semana do jovem Issa em reduto da revolta contra Assad.

Em uma fábrica que fornece armamentos apra o Exército Livre da Síria em Aleppo, um jovem funcionário chama atenção preparando bombas e morteiros. Aos 10 anos, o jovem Issa ajuda seu pai na fábrica trabalhando 10 horas por dia, folgando apenas às sextas.Em uma fábrica que fornece armamentos apra o Exército Livre da Síria em Aleppo, um jovem funcionário chama atenção preparando bombas e morteiros. Aos 10 anos, o jovem Issa ajuda seu pai na fábrica trabalhando 10 horas por dia, folgando apenas às sextas.Em uma fábrica que fornece armamentos apra o Exército Livre da Síria em Aleppo, um jovem funcionário chama atenção preparando bombas e morteiros. Aos 10 anos, o jovem Issa ajuda seu pai na fábrica trabalhando 10 horas por dia, folgando apenas às sextas.
Em uma fábrica que fornece armamentos apra o Exército Livre da Síria em Aleppo, um jovem funcionário chama atenção preparando bombas e morteiros. Aos 10 anos, o jovem Issa ajuda seu pai na fábrica trabalhando 10 horas por dia, folgando apenas às sextas.
Aos 10 anos, o jovem Issa ajuda seu pai na fábrica trabalhando 10 horas por dia, folgando apenas às sextas. É comum que eles tenham refeições em família dentro da própria fábrica.
Em uma fábrica que fornece armamentos apra o Exército Livre da Síria em Aleppo, um jovem funcionário chama atenção preparando bombas e morteiros. Aos 10 anos, o jovem Issa ajuda seu pai na fábrica trabalhando 10 horas por dia, folgando apenas às sextas.Em uma fábrica que fornece armamentos apra o Exército Livre da Síria em Aleppo, um jovem funcionário chama atenção preparando bombas e morteiros. Aos 10 anos, o jovem Issa ajuda seu pai na fábrica trabalhando 10 horas por dia, folgando apenas às sextas.Em uma fábrica que fornece armamentos apra o Exército Livre da Síria em Aleppo, um jovem funcionário chama atenção preparando bombas e morteiros. Aos 10 anos, o jovem Issa ajuda seu pai na fábrica trabalhando 10 horas por dia, folgando apenas às sextas.
Fonte: G1

8 Comentários

  1. O terror revolucionário, e o jogo de cartas marcadas internacionalista assassinando o que há de mais precioso na humanidade…a infância :/

  2. por LUCENA.
    .
    .
    .
    É o sistema opressor mundial,mostrando o seu lado mais animalesco no semblante de uma infância esgotada por uma guerra construída para atender os interesses de tal sistema opressor.
    .
    Eita vidinha de gado !
    .
    Enquanto isso,na Europa,nos EUA e na Arábia Saudita,os barões e os sultões estão rindo a toa e esfregando as suas garras para isso tudo que se passa na Síria.
    .
    E a pergunta ainda não foi respondida:
    .
    Quem jogou a bomba tóxica que matou dezenas de crianças que perderam a oportunidade de viver e evoluir espiritualmente….quem?

    • E a pergunta ainda não foi respondida:
      .
      Quem jogou a bomba tóxica que matou dezenas de crianças que perderam a oportunidade de viver e evoluir espiritualmente….quem?

      esta e a pergunta certa, o medo e que a resposta errada pode levar o mundo como conhecemos, de volta a idade das trevas….
      ….este não e um mundo para crianças :/

  3. Não consigo entrar no mérito para falar de quem esta certo: o Assad ou os rebeldes. Não concordo que a infância seja castrada, mas quando não se tem direito ao um futuro ou perspectiva de futuro melhor, de que adianta infância? É uma luta, uma causa, tem seu mérito. Pena realmente uma criança ser submetida a isto. Posso apenas afirmar que os problemas internos de um país devam ser resolvidos pela nação, mesmo que por causa disso ocorra derrame de sangue. Se o mesmo ocorresse aqui no Brasil, quem sabe teríamos algo melhor, ou teríamos fé de um futuro melhor. Não concordo com a intromissão estrangeira que não esta pensando no povo e sim nos seus interesses pois na África há décadas milhares de pessoas já foram mortas e a mídia nem comenta. Aqui no Brasil também milhares já morreram pela violência urbana e de delinquentes, mais que na Síria, e aí? Também deveríamos ser invadidos?

  4. Nós ocidentais fizemos exatamente a mesma coisa durante a segunda e primeira guerra. Enviamos nossas mulheres e crianças para as linhas de produção, qualquer homem que pudesse segurar um rifle tava no fronte. O desespero leva as pessoas a tomarem medidas que em situações normais, seriam impensáveis.

Comentários não permitidos.