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Conflitos Geopolítica Inteligência Opinião

Breves comentários sobre os recentes movimentos dos atores internacionais da Guerra Civil Síria.

Por César A. Ferreira (“Ilya Ehrenbrug”).

O conflito civil sírio forneceu-nos, inopinadamente, um retrato pungente da arrogância desmedida, e do desprezo pela percepção da realidade, dos outros, por parte da cúpula dirigente dos EUA, ou para ficarmos de acordo com a moda terminológica, com a Elite dirigente dos EUA… Falo da inesperada e tacanha opção, feita de viva voz pelo Sr. John Kerry, Secretário de Estado dos EUA, que envolve a “entrega por parte da Síria do seu arsenal de ogivas de componentes químicos para a Comunidade Internacional”, ou o equivalente disso, seja lá o que for. Apesar da correção posterior, de que o secretário havia feito antes uma consideração hipotética do que uma afirmação proposital, a chancelaria russa, que é profissional, fez na pessoa de Sergei Lavrov, um xeque mate diplomático à grande potência, oferecendo a Assad, por meio dela, Rússia, a materialização da “hipótese” norte-americana.

A entrega do arsenal dissuasivo químico por parte de Assad é improvável, posto que ele só seria viável, e ainda sim com grandes reservas, se o que entendêssemos por “Comunidade Internacional” atendesse exclusivamente pelo nome de Rússia, o que, definitivamente, não é o caso. É verdade que em vista do anúncio feito por Lavrov, o regime de Assad respondeu afirmativamente à proposta, mas, para que haja a concretização do feito são outros quinhentos, por isso, o envio do arsenal químico de Assad para a Rússia não passa no momento de um exercício de retórica. Portanto, a frase de Kerry apesar de ser reveladora de inabilidade retórica e perspicácia diplomática, de fato não possui um real efeito no desenrolar do desejo estadunidense de efetivamente realizar o ataque ao povo sírio, para favorecer em consequência os revoltosos, aliados dos seus interesses geopolíticos.

A marcha para o ataque segue, com os seus capítulos escritos já algum tempo, cujo ensaio já havíamos visto em maio, quando os rebeldes sírios atacaram com uso de gás Sarin, posições defensivas do governo em Aleppo. O referido ensaio, no entanto, teve o seu discurso de vitimização destruído pelo relatório da Investigadora da ONU, Carla Del Ponte, que disse com todas as palavras: “indicam com toda a evidência que o gás neuroparalítico sarin foi usado por militantes da oposição síria”… Agora, apressa-se a dizer os EUA, que possuem devastadoras provas, que seriam incriminadoras da intenção do regime de lançar, naquele local específico, um ataque químico. Fica a pergunta, igualmente devastadora: Por que não avisaram ao mundo, e ao povo sírio, a intenção descoberta do regime em atacar com uso de gás Sarin? A vida das vítimas não valia a oportunidade do ganho político? Vá saber…

Fato é que existe hoje uma forte aceitação, fruto de declarações advindas dos próprios rebeldes, coadjuvado pela lógica, que o referido ataque deu-se pelas mãos dos rebelados e pior, fruto de uma inabilidade em manuseá-lo… Não é de hoje, aliás, que a ANNA, agência de notícias da Abkhásia revela túneis e abrigos com componentes químicos provindos da Arábia Saudita. Pode-se argumentar que esses achados seriam montagens do serviço de inteligência do regime, no entanto, essa argumentação não joga por terra as conhecidas movimentações do Príncipe Bandar Bin Sultan, cabeça da inteligência saudita, e articulador das ajudas aos grupos rebeldes sírios, em especial, da Al-Nusra, aquinhoadíssima no rol dos recursos bélicos entre os grupos insurgentes. O governo sírio jogou com o tempo, e agora, em um momento em que a revolta não causa fervor em ninguém, mas sim cansaço da guerra, começa a ganhar terreno e obter vitórias militares importantes. Bandar Bin Sultan, sem fazer segredo, jogou com os rebeldes a carta do “ataque químico”… Algo bem previsível.

A previsibilidade deste ataque se dava aos olhos dos mais simples observadores deste conflito, conquanto que tivessem a informação mínima, do que efetivamente estava a ocorrer. Com as forças de Assad sobrepujando os grupos de terror armado, Bandar precisava trazer a relutante superpotência para a participação efetiva no jogo, afinal, tudo estava a se perder… Para isso, a declaração infeliz de Obama sobre a “linha vermelha” do ataque com gases neurotóxicos, que não poderia ser “atravessada”, servia como senha, ou isca, bastando para isso executar a ação.

O único fator capaz de evitar o ataque, portanto, seria de ordem política. E da política interna norte-americana. Além da oposição popular, cujo peso é menor, para não dizer insignificante, existe a resistência dos setores econômicos alheios à indústria bélica e petrolífera, o que explica, em parte, a aparente relutância de Obama em ordenar o ataque. Afinal, não faz outro dia, estava Obama a travar uma batalha política para conseguir ampliar o limite de endividamento da União, e não faz agora muito sentido, provocar outra guerra. No entanto, sentido não é algo que conta no ambiente político norte-americano, onde o lobby das indústrias bélica e petrolífera são os mais poderosos. Além do mais, a melhor forma de trocar os estoques de Tomahawks é jogá-los nas cabeças dos outros… Todavia, se a proposta de envio de arsenais químicos de destruição em massa da Síria para a Rússia for aceita, e ataque algum for realizado, proporcionando antes de tudo ao regime de Assad uma salvaguarda para o futuro, então teremos a confirmação que existe outro conflito terrível no mundo, além da guerra civil síria: a guerra subterrânea entre lideranças do governo norte-americano e a sua afamada Central de Inteligência, pois nada há que faça Bandar, que a referida Central antes não saiba, concorda, ou manda.

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Financiamento de Projetos das áreas Aeroespacial, de Defesa e Segurança

André M. Mileski

Na última sexta-feira (06), a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), anunciaram o lançamento de uma chamada pública convidando gestoras de investimentos para a gestão de um fundo de investimento em participações (FIP) focado nos setores aeronáutico, aeroespacial, defesa, segurança e integração de sistemas.

Fundo de Investimento em Participações (FIP)

O FIP terá um capital comprometido mínimo de R$130 milhões, sendo que o BNDES, a FINEP e a Embraer investirão cada uma o valor de R$40 milhões, com os R$10 milhões restantes sendo aportados pela agência de fomento Desenvolve SP, ligada ao Governo do Estado de São Paulo.

O patrimônio poderá ser maior, uma vez que a gestora selecionada será responsável por captar novos investidores (possivelmente fundos de pensão e empresas atuantes nestas áreas).

Segundo a nota do BNDES, o FIP “será um fundo de venture capital, ou seja, que investirá em pequenas e médias empresas inovadoras, com faturamento bruto de até R$ 200 milhões anuais. O gestor que vier a ser contratado deverá concentrar esforços para que cerca de 15% do capital efetivamente investido seja destinado a empresas inovadoras com faturamento bruto de até R$ 3,6 milhões por ano.”

O fundo será “estruturado com elementos de corporate venturing, no qual a presença de uma empresa líder, no caso a Embraer, permite estruturar e fortalecer a cadeia produtiva relacionada às suas atividades.”

Basicamente, a função do FIP é investir em empresas por meio da aquisição de parte de suas ações ou outros valores mobiliários, tornando-se um sócio. Além de contribuir com o capital, o FIP também pode ter participação efetiva na gestão da empresa, rentabilizando o seu investimento.

O fundo tem prazo definido e, normalmente, é realizado por meio da venda das participações a investidores estratégicos ou mediante abertura de capital em bolsas de valores. Ao término do prazo de duração , a expectativa de seus investidores (no caso, FINEP, BNDES, Embraer e etc.) é que os recursos  tenham se valorizado (em fundos de venture capital, não é raro os retornos superarem três ou quatro vezes o montante inicialmente investido).

Nos Estados Unidos e na Europa, o conceito de corporate venturing para os setores aeroespacial e de defesa não é novo. Grandes conglomerados industriais, como a europeia EADS (Airbus) e a Boeing têm iniciativas nesta área. De fato, nos últimos anos algumas iniciativas similares foram idealizadas no Brasil, mas não chegaram a ser materializadas.

A iniciativa do FIP se soma ao programa Inova Aerodefesa, anunciado em maio, e é mais uma forma de financiamento de projetos das áreas aeroespacial, de defesa e segurança desenvolvidos pela iniciativa privada. No caso do Inova Aerodefesa, os investimentos serão não reembolsáveis, por meio de mecanismos de subvenção econômica.

 

Fonte: Tecnologia & Defesa

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Geopolítica História Opinião

09 em Setembro de 1976 – Morre Mao Tsé-tung

Em 9 em setembro de 1976 morreu Mao Tsé-tung. Fundador do Partido Comunista chinês, ele logo se tornou o seu maior líder. Em 1949 proclamaria a República Popular da China, da qual seria a autoridade máxima.

Milhões de chineses foram às ruas para prestar a última homenagem ao líder revolucionário. Entretanto, desde o primeiro instante, certo alívio se misturava ao luto imposto por Pequim. Afinal de contas, os chineses do século 20 não tinham apenas motivos para agradecer ao patriarca da República Popular da China. O professor de literatura e dissidente Liu Zaifu recorda:

“A era de Mao foi um tempo em que cada desejo era ditado de cima, em nome da ideologia e da libertação. Em nome da ‘sagrada revolução’, a alma das pessoas era esmagada, era impossível falar em liberdade.”

Mao Tsé-tung nasceu em 26 de dezembro de 1893, na província de Hunan, no centro da China, filho de uma pobre família de lavradores. Na virada do século, o país estava devastado pela corrupção e diante de um colapso econômico. A situação do último imperador diante das potências coloniais do Ocidente era desesperadora.

No jovem Mao cresceu cedo o desejo de salvar a si, a família e, por fim, o próprio país. Ele jurou para si mesmo que, se um dia chegasse ao poder, reorganizaria tudo para proporcionar às pessoas aquilo a que tinham direito e criaria um novo mundo.

Após 22 anos de guerra civil e da campanha militar contra os agressores japoneses, Mao Tsé-tung e seu Partido Comunista subiram ao poder. O governo corrupto foi expulso em combates sangrentos. Com resistência e disciplina, o Exército de Libertação do Povo, dirigido por Mao, conseguiu suplantar a superioridade militar do Japão e dos Estados Unidos na Guerra da Coreia. E, em 1º de outubro de 1949, a República Popular foi finalmente proclamada em Pequim, sob o júbilo das massas.

Contradições da filosofia comunista

Começava uma era de contradições: por um lado, cantava-se a Internacional, que prega não existirem redentores. Por outro, Mao era aclamado como o salvador da pátria. Suas ideias comunistas eram veneradas como graça divina, que substituía tudo o mais: moral, filosofia e política. Na opinião de Zhao Fusan, teólogo chinês, essa idéia fracassou e, com ela, o Partido Comunista, pouco após a morte do líder, em setembro de 1976, quando acabou a Revolução Cultural.

Desde 1949, 30 milhões de chineses perderam a vida em campanhas políticas. Chegado o fim da última campanha maoísta, em 1976, a China estava à beira do colapso total. O povo revogava o ideal de Mao, de revolução contínua. Chegava a era das reformas, trazendo crescimento econômico, mas também corrupção em massa e injustiça social.

 

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Brasil Conflitos Geopolítica Inteligência Negócios e serviços

Espionagem à Petrobras é motivada por interesses econômicos – Presidente Dilma Rousseff

Dilma falou sobre espionagem à Petrobras durante anúncio de destinação dos royalties do pré-sal a saúde e educação Foto: Roberto Stuckert Filho / PR / Divulgação

Diogo Alcântara

“Se confirmados os fatos veiculados pela imprensa, fica evidenciado que o motivo de violação e de espionagem não é a segurança ou ocombate ao terrorismo, mas interesses econômicos e estratégicos”

A presidente Dilma Rousseff reagiu à denúncia de que os Estados Unidos, por meio da Agência Nacional de Segurança (NSA, na sigla em inglês), teriam espionado a Petrobras. Para ela, se confirmar a informação, cai por terra o argumento americano de que a estratégia dos EUA de inteligência tem como objetivo a manutenção da segurança.

“Se confirmados os fatos veiculados pela imprensa, fica evidenciado que o motivo de violação e de espionagem não é a segurança ou ocombate ao terrorismo, mas interesses econômicos e estratégicos”, afirmou a presidente, por meio de nota oficial.

“Sem dúvida, a Petrobras não representa ameaça à segurança de qualquer país. Representa, sim, um dos maiores ativos de petróleo do mundo e um patrimônio do povo brasileiro”, disse em outro momento.

Segundo Dilma, “o governo brasileiro está empenhado em obter esclarecimentos do governo norte-americano sobre todas as violações eventualmente praticadas, bem como em exigir medidas concretas que afastem em definitivo a possibilidade de espionagem ofensiva aos direitos humanos, a nossa soberania e aos nossos interesses econômicos”.

“Tais tentativas de violação e espionagem de dados e informações são incompatíveis com a convivência democrática entre países amigos, sendo manifestamente ilegítimas. De nossa parte, tomaremos todas as medidas para proteger o país, o governo e suas empresas”, finaliza a presidente.

A nova denúncia, feita pelo Fantástico, da TV Globo, apresenta pela primeira vez a espionagem do governo americano a uma empresa brasileira. Já pela manhã, Dilma conversou com a presidente da Petrobras, Graça Foster, e a diretora-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Magda Chambriard.

 

Fonte: Terra

Figueiredo se reúne com conselheira de Segurança dos EUA

O ministro das Relações Exteriores, Luiz Alberto Figueiredo Machado, conversa entre quarta e quinta-feira com a conselheira de Segurança Nacional dos Estados Unidos, Susan Rice, em Washington. Amanhã, ele, que está em Genebra (Suíça), desembarcará nos EUA. O objetivo é cobrar pessoalmente as explicações prometidas pelo presidente americano, Barack Obama, sobre as denúncias de espionagem à presidente Dilma Rousseff, a assessores e cidadãos brasileiros.

A data exata e o horário da reunião ainda estão sendo definidos. Reportagem veiculada ontem pelo programa Fantástico, da TV Globo, diz que a Petrobras também foi alvo de espionagem por agências americanas.

Na semana passada, em São Petersburgo (Rússia), Dilma e Obama conversaram sobre o mal-estar causado pelas denúncias de espionagem. Segundo ela, Obama prometeu responder às perguntas encaminhadas pelo governo do Brasil. De acordo com a presidente, se for necessário, ela voltará a conversar com o americano.

“O presidente Obama declarou para mim que assumia a responsabilidade direta e pessoal pelo integral esclarecimento dos fatos, e que proporia para exame do Brasil medidas para sanar o problema”, disse a presidente, em entrevista coletiva. “O que eu pedi é o seguinte: ‘eu acho muito complicado eu ficar sabendo dessas coisas pelo jornal. Eu quero saber: tem ou não tem? Além do que foi publicado pela imprensa, eu quero saber tudo o que há em relação ao Brasil. Tudo, tudinho, em inglês, everything'”, acrescentou a presidente.

Nas últimas duas semanas, houve uma série de pedidos por informações aos EUA, reforçados pelo ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e por Figueiredo. Em meio à expectativa pelas informações, a presidente deixou em aberto a possibilidade de viajar, em 23 de outubro, para Washington, com honras de chefes de Estado.

“Se não houver condições políticas, obviamente, não se vai. Eu não pretendo transformar quinta-feira no Dia D. Eu pretendo transformar quinta-feira em um dia de avaliação”‘, disse Dilma.

Agência Brasil

 

Fonte: Terra

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Defesa Sistemas de Armas

POR ACASO, SE AVIZINHA COMPRA DE OCASIÃO PARA A MARINHA DO BRASIL?

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ESSE NAVIO SATISFAZ A “POLÍTICA DO END DE SÓ COMPRAR NAVIOS NOVOS!

O Ministério da Defesa da Holanda tem que economizar mais de 300 milhões de euros, com isso, o maior navio da Marinha, que está sendo construído em Vlissingen, será vendido antes de entrar em serviço, informou o jornal Trouw, quarta-feira, 04/09/2013.

O Karel Doorman (que vai custar mais de 400 milhões de euros) vem a ser o maior navio da Marinha da Holanda.
A desistência da compra do navio de apoio logístico, faz parte de uma operação para economizar 300 milhões de euros, de acordo com o jornal.
A Marinha irá abrir mão de um navio e o exército de um batalhão inteiro com 800 a 1200 homens. Existe a chance de ser um dos quatro batalhões de infantaria blindada, possivelmente um dos dois baseados em Havelte.
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Marinha da Holanda irá vender o seu maior navio antes de entrar em serviço

O Ministério da Defesa da Holanda tem que economizar mais de 300 milhões de euros, com isso, o maior navio da Marinha, que está sendo construído em Vlissingen, será vendido antes de entrar em serviço, informou o jornal Trouw na quarta-feira.

A desistência da compra do navio de apoio logístico, que seria o maior navio da Marinha holandesa, faz parte de uma operação para economizar 300 milhões de euros, de acordo com o jornal. A Marinha irá abrir mão de um navio e o exército de um batalhão inteiro.

A Força Aérea também terá que se contentar com menos seis ou sete aviões de combate F16. Ao mesmo tempo, aquantidade de F-35, que está sendo escolhido como o sucessor do F-16, dependerá do seu custo. Um limite de 4 Bilhões de Euros será aplicado à encomenda total de F-35.

Estas medidas, a serem anunciadas no “Dia do Príncipe” (17 de Setembro), estão no topo do corte de 1 bilhão de euros com gastos de defesa que já haviam sido requisitados a algum tempo. Como isso, 12 mil empregos serão perdidos, principalmente nos escalões mais altos.

De acordo com o Trouw, enquanto o Karel Doorman (que vai custar mais de 400 milhões de euros) está sendo vendido, ao mesmo tempo um novo, menor e mais barato, navio de suprimento será construído. O HNMLSAmsterdam (encomendado em 1995), que atualmente está em operação no Caribe, terá que permanecer em serviço por mais tempo do que o planejado.

O Exército também terá que sacrificar um Batalhão com 180 a 200 homens. Ainda não é claro qual batalhão será sacrificado. Existe a chance de ser um dos quatro batalhões de infantaria blindada, possivelmente um dos dois baseados em Havelte.

A eliminação de um batalhão custa entre 600 e 650 postos de trabalho. Além disso, o corte em serviços de apoio resulta em uma economia de 40 milhões de euros.

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Características Gerais do Karel Doorman
Classe: Navio de Apoio Logístico
Deslocamento: 27.800 tons (28,246 t) completamente carregado
Comprimento: 204.7 m (671 ft 7 in)
Boca: 30.4 m (99 ft 9 in) 

 

Calado: 7.8 m (25 ft 7 in)
Propulsão: Diesel Elétrica 

  • 4 x Geradores Diesel 5.5 MW
  • 1 x Gerador Diesel 2.8 MW
  • 2 x FPP propulsores
Velocidade: 18 nós (33 km/h)
Alcance: 9,800 nm (18.100 km) a 12 nós (22 km/h)
Tripulação: 150 tripulantes mais 150 homens (Destacamento Aéreo e equipe médica)
Sensores e Sistemas: Mastro Integrado Thales Nederland 

  • Thales SeaMaster 400 SMILE Radar de Controle Aéreo
  • Thales SeaWatcher 100 SeaStar Radar de Detecção de Superfície
  • Thales Gatekeeper electro-optical surveillance system
Armamento: Armas: 

  • 2 x Goalkeeper CIWS
  • 2 x 30mm Marlin WS
  • 4 x 12.7mm Hitrole NT
  • 6–8 x 7.62mm FN MAG

Barcos e Embarcações de Desembarque:

  • 2 x Embarcações de Desembarque de pessoal
  • 2 x RHIB
Aeronaves:
  • Até 6 x NH90 (com as pás dobradas) ou 2 x Chinook.
Apoio à Aviação:
Comvoo com 2 “spots” para pouso de helicópteros e hangar com capacidade para até 6 helicópteros de porte médio

 

FONTE: Dutch News/Wikipedia via Defesa Aérea & Naval 

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Conflitos Geopolítica Opinião

Rússia propõe que a Síria coloque seu arsenal químico sob controle internacional

Uma porta-voz do Departamento de Estado afirmou nesta segunda-feira que os Estados Unidos estudarão a proposta russa de que a Síria entregue seu arsenal químico, mas admitiu seu “sério ceticismo” a respeito de que o regime sírio a cumpra.

Em entrevista coletiva, a porta-voz adjunta do Departamento de Estado, Marie Harf, afirmou que o secretário de Estado dos Estados Unidos, John Kerry, falava de maneira “retórica” quando disse que a Síria poderia evitar um ataque se entregasse todo o seu arsenal de armas químicas.

Segundo a porta-voz, Kerry falou dessa possibilidade “de maneira retórica sobre uma situação pouco provável”.

Essa possibilidade, no entanto, foi saudada pela Rússia, que propôs que a Síria coloque seu arsenal químico sob controle internacional.

EFE

Fonte: Terra

Rússia convoca Síria a colocar suas armas químicas sob controle internacional

A Rússia pediu à Síria que coloque seu arsenal químico sob controle internacional para evitar um ataque ocidental e espera uma resposta rápida de Damasco a respeito, anunciou o chanceler russo, Serguei Lavrov.

“Pedimos às autoridades sírias não apenas que aceitem colocar seu arsenal de armas químicas sob controle internacional e em seguida destruí-lo, assim como a união plena à Organização para a Proibição de Armas Químicas” da ONU (OPAQ), disse Lavrov, que espera uma resposta “rápida e positiva” de Damasco que permita evitar um ataque ocidental à Síria.

“Nós já transmitimos esta proposta ao ministro sírio das Relações Exteriores, Sr. Muallem, que está em Moscou, e esperamos uma resposta rápida e positiva”, acrescentou.

“Nós não sabemos se os sírios concordam com isso, mas se colocar sob o controle internacional as armas químicas do país puder evitar ataques, vamos trabalhar rapidamente com Damasco”, assegurou.

Lavrov se expressou pouco depois do secretário de Estado americano, John Kerry, ter afirmado em Londres que o presidente sírio Bashar al-Assad poderia evitar ataques ao colocar seu arsenal químico sob controle.

“Certamente, poderia entregar à comunidade internacional até a última de suas armas químicas na próxima semana”, disse Kerry.

“Entregá-las sem demora e permitir uma contagem completa e total”, disse.

“Mas não vai fazer isso e não pode ser feito”, completou.

Jen Psaki, porta-voz do Departamento de Estado, no entanto, insistiu sobre a natureza “retórica” da observação de John Kerry, dizendo que não deve ser interpretada como um ultimato ou uma oferta para negociar.

“O secretário de Estado utilizou um argumento retórico sobre a impossibilidade e a improbabilidade de ver Assad entregar armas químicas, que ele nega ter usado. Se cumprisse as normas internacionais em vigor há 100 anos, não teria começado a usar armas químicas para matar mais de 1.000 homens, mulheres e crianças”, insistiu o porta-voz.

AFP

Fonte: Terra

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Conflitos História

História contemporânea: há 30 anos, foi notícia na Zero Hora de Porto Alegre (rs), “governo brasileiro veta a copa do mundo no Brasil”

!cid_4F7F1D56-9DD4-48D7-AE5A-315C0EF975E1Preâmbulo, por Gérsio Mutti

Caros Editores e Comentaristas do Blog Plano Brasil, conhecemos a máxima: “uma foto vale mais do que mil palavras.”

 Pois é……

Veja as voltas que o mundo dá:

No dia 11 de março de 1983, o jornal Zero Hora de Porto Alegre (RS) publicou a seguinte manchete:

Governo veta a Copa no Brasil”

 De fato, naquela época dos “generais-presidentes” não abdicaram do bom senso em relação à pobreza do país, pois pobreza era de fato pobreza e deveria ser tratada como tal para erradicá-la, dentro das possibilidades econômicas via orçamento público; e referente a isso o regime militar (1964-1985) fez muito,até desencadear a crise do petróleo no início da década de 80 do Século XX.

 Já nos dias de hoje, “a tal pobreza mequetrefe (enxerida = intrometida)”, que permeia os discursos panfletários  dos demagogos que pululam a Ilha da Fantasia, tem como fim único dar mais embasamento ao próprio discurso ideológico. O projeto de poder político, “panis et circenses” se alimenta da “pobreza mequetrefe”, feito parasita a esta, pois é nela que os porcos ideológicos do “discurso-panfletário-político-demagógico” chafurdam para se eternizarem no poder.

 Assim, professam “vida longa à miséria social, para haver vida longa ao “discurso-panfletário-político-demagógico”, que se encontra refestelado no poder, do poder, para o poder-mequetrefe-subdesenvolvido.”

 https://youtube.googleapis.com/v/PWm8nb5P_Xk

Uma velha piada sobre o Brasil (An old joke about Brazil)

Uma velha piada sobre o Brasil, que explica em parte o motivo das manifestações nas ruas pelos jovens do Movimento do Passe Livre (MPL).

(An old joke about Brazil that explains why Brazilians are protesting against the government and the high costs of the world cup. An old joke about Brazil that explains why Brazilians are protesting against the government and the high costs of the world cup. The guy that appears, is the former prince of Brazil until 1822- D. Pedro I)

Governo veta a Copa no Brasil”

No dia 11 de março de 1983 o jornal Zero Hora de Porto Alegre (RS) publicou a seguinte manchete:

Governo veta a Copa no Brasil”

Foi decisão do Presidente da República, General-de-Exército João Baptista de Oliveira Figueiredo , que contrariou pedido da CBF e da FIFA.

Achava ser gasto desnecessário!!!

O João Havelange  ofereceu a Copa do Mundo no Brasil e o Generl-Presidente Figueiredo lhe respondeu:

Exposição de motivos do Presidente da República João Figueiredo (1979 a 1985) para o Presidente da FIFA João Havelange (1974 a 1998): 

Você conhece uma favela do Rio de Janeiro?

Você já viu a seca do nordeste?

E você acha que eu vou gastar dinheiro com estádio de futebol?”.

Fonte: Zero Hora, Porto Alegre, RS, Sexta-Feira, 11/03/1983 via Blog Coluna Esplanada 

 

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Conflitos Geopolítica

Assad: “preparem-se para tudo” em caso de ataque americano à Síria

O presidente sírio, Bashar al-Assad, advertiu nesta segunda-feira aos Estados Unidos que se preparem para “tudo” no caso de um ataque contra seu regime.

“Preparem-se para tudo”, declarou Asad em uma entrevista exibida pelo canal CBS. “O governo (sírio) não é o único personagem da região. Há diferentes partes, diferentes facções, diferentes ideologias”.

Segundo a CBS, esta é a primeira entrevista concedida por Assad desde que o presidente americano Barack Obama pediu ao Congresso a aprovação do uso de forças militares para punir o regime sírio pela suposta utilização de armas químicas em 21 de agosto perto de Damasco.

Assad negou que o ataque tenha sido executado por suas forças. “Como podem falar do que aconteceu se não têm provas?”, questionou na entrevista concedida em inglês.

O presidente sírio não descartou o uso de armas químicas caso “os rebeldes ou os terroristas na região, ou qualquer outro grupo, as tenham”. “Não tenho como adivinhar, não posso dizer o que vai acontecer”, completou.

AFP

Fonte: Terra

Assad diz que se a Síria for atacada, os responsáveis “podem esperar de tudo”

O presidente da Síria, Bashar al-Assad, advertiu nesta segunda-feira que se os Estados Unidos e seus aliados atacarem seu país, “podem esperar de tudo, e não necessariamente do Governo” sírio, segundo uma entrevista divulgada pela rede “CBS”.

Assad recebeu em Damasco o jornalista da “CBS” Charlie Rose para sua primeira entrevista à televisão estrangeira desde que o presidente Barack Obama pediu a aprovação do Congresso para uma ação militar limitada na Síria.

Na parte da entrevista que foi divulgada pelo programa This Morning da “CBS”, Assad advertiu que os que atacarem a “Síria, podem esparar todo tipo de ação”.

“Há diferentes grupos, diferentes frações, ideologias diferentes”, assinalou Assad, que acrescentou que seu Governo “não é o único que atua nesta região. Há de tudo agora aqui”.

Segundo os Estados Unidos, o regime de Assad conta com o respaldo do Irã e do grupo islâmico radical Hezbollah, enquanto a Rússia foi um aliado da Síria durante décadas.

Entre os rebeldes que combatem para Assad, também segundo os Estados Unidos, há grupos filiados ou aliados da rede terrorista Al Qaeda.

O Governo dos Estados Unidos acusa o Governo de Damasco de ser o responsável de um ataque com armas químicas contra civis cometido e, 21 de agosto e buscou apoio internacional para uma ação militar limitada.

Na entrevista, Assad foi consultado sobre se uma eventual represália contra os Estados Unidos ou seus aliados incluiria ataques com armas químicas.

“Tudo dependeria de se os rebeldes ou os terroristas na região ou algum outro grupo as tem”, respondeu Assad. “Poderia ocorrer, não sei. Não sou um adivinho”.

EFE

Fonte: Terra

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Conflitos Geopolítica Opinião

Analistas de Israel criticam Obama por pedir autorização para agir na Síria

Em Israel, muitos veem a eventualidade de um ataque americano à Síria como um teste sobre a disposição do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, em responder com firmeza às pretensões do Irã de dar continuidade ao seu programa nuclear.

Analistas e líderes políticos locais são quase unânimes em observar a reação do governo americano às armas químicas na Síria como um sinal sobre o possível comportamento da Casa Branca em relação ao potencial arsenal nuclear do Irã – um assunto que causa grande preocupação em Israel.

Para alguns analistas israelenses, a decisão de Obama de pedir ao Congresso autorização para uma ação militar na Síria seria um sinal de “fraqueza e hesitação” que põe em dúvida a sua capacidade de cumprir as promessas de impedir a todo custo que o Irã produza bombas nucleares.

Para Gerald Steinberg, cientista político da Universidade de Bar Ilan, o pedido da autorização do Congresso é uma tentativa de Obama de “se esquivar” da responsabilidade de uma operação militar.

Segundo a legislação dos Estados Unidos, o presidente não necessita de autorização do Congresso para uma ação militar contra outro país, desde que as tropas americanas não permaneçam em combate por mais de 60 dias.

Em artigo publicado no site de notícias Ynet, Steinberg diz que o governo do Irã não tem o que temer: “A liderança iraniana pode prosseguir com seus esforços para obter armamento nuclear. As advertências feitas por Obama ao Irã…se configuram como meras palavras, sem conteúdo concreto. E, para Israel, qualquer expectativa de uma ação americana com o objetivo de bloquear o Irã, se distancia cada vez mais”.

Em discurso feito em Washington em 2012, o presidente Obama disse que não hesitaria em usar força militar na defesa dos Estados Unidos e de seus interesses. Ele acrescentou que seu governo não iria tolerar que o Irã tivesse potencial nuclear: “A política de meu governo é impedir que o Irã obtenha armas nucleares”.

Segundo o ex-embaixador de Israel na ONU (Organização das Nações Unidas) Dan Gillerman, com a decisão de pedir a permissão do Congresso, o presidente Obama “admitiu que os Estados Unidos deixaram de ser uma potência e expressou fraqueza e hesitação”.

“Obama demonstrou que seus aliados não têm em quem confiar e seus inimigos não têm o que temer. Israel não tem em quem confiar, apenas em si mesmo”, disse Gillerman em entrevista à radio estatal Kol Israel.

Lobby e ameaças

O primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, mantém a linha de não interferir abertamente na guerra civil do país vizinho, mas o governo americano pediu a ajuda do grupo lobista pró-Israel Aipac (American-Israel Public Affairs Committee, ou Comitê Americano de Assuntos Públicos de Israel, em tradução livre) para convencer os membros do Congresso dos EUA a aprovarem o ataque contra a Síria.

De acordo com o jornal Jerusalem Post, nesta semana centenas de membros do Aipac deverão se unir aos esforços do governo Obama na tentativa de convencer os congressistas americanos a apoiar a ação militar na Síria, com o argumento de que “a ausência de ação diante da utilização de armas químicas por Bashar al-Assad irá encorajar o Irã a prosseguir com seu programa nuclear”.

Às vésperas do Ano Novo judaico, comemorado na semana passada, Netanyahu fez um discurso de advertência aos “inimigos” de Israel.

“Quero dizer a quem quiser nos atacar que não vale a pena”, afirmou o premiê.

Suas palavras foram interpretadas como uma ameaça à Síria e ao grupo militante xiita libanês Hezbollah, mas sobretudo ao Irã.

BBC Brasil

Fonte: Terra

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Conflitos Geopolítica

DOS HERMANOS MUY AMIGOS: PRESSÕES POLÍTICAS DE BOLÍVIA E PARAGUAI ABUSAM DA GENEROSIDADE DO BRASIL, QUE CEDE POR QUESTÕES GEOPOLÍTICAS

faca_nas_costas“Se por um lado compartilhamento energético do Brasil com países vizinhos na troca de energia elétrica e de gás gera segurança e reduz a necessidade de investimentos internos, a instabilidade política e a falta de respeito aos contratos provoca problemas ao Brasil.

Para Adriano Pires, presidente do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), estas parcerias tem “racionalidade econômica, mas não política”.

— Os latino-americanos têm a tradição de quebrar contratos e os países vizinhos abusam da generosidade do Brasil, que cede por questões geopolíticas.

Segundo Roberto D”Araujo, do Ilumina, diz que o país tem aprendido com estes problemas, mas ele não vê o “acordo com Suriname e Guiana” como estratégico:

— O Norte não demanda tanta energia, seria melhor avançar na integração ao Sul, com a Argentina.

 

 

Pressão de Bolívia e Paraguai

Por Henrique Gomes Batista para O Globo

Embora seja visto por especialistas como melhor caminho econômico, o compartilhamento energético do Brasil com países vizinhos é marcado por polêmicas e disputas. Se por um lado a troca de energia elétrica e de gás gera segurança e reduz a necessidade de investimentos internos, a instabilidade política e a falta de respeito aos contratos provoca problemas ao Brasil.

As duas grandes parcerias energéticas foram motivo de tensão. O caso mais emblemático é Itaipu, a hidrelétrica binacional feita com o Paraguai. Pelo acordo, cada país tem direito à metade da energia produzida pela gigante, mas, como isso é mais que suficiente ao país vizinho, o Brasil constantemente compra grande parte dos megawatts que são dos paraguaios. E sempre há polêmicas sobre o preço desta energia. O próximo embate está marcado para 2019, quando haverá a revisão do atual contrato. Outra polêmica foi com a Bolívia, que após a posse de Evo Morales resolveu alterar os preços e as condições da venda de gás que o país faz ao Brasil.

Para Adriano Pires, presidente do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), estas parcerias tem “racionalidade econômica, mas não política”.

— Os latino-americanos têm a tradição de quebrar contratos e os países vizinhos abusam da generosidade do Brasil, que cede por questões geopolíticas.

Roberto D”Araujo, do Ilumina, diz que o país tem aprendido com estes problemas, mas ele não vê o “acordo (*) com Suriname e Guiana” como estratégico:

— O Norte não demanda tanta energia, seria melhor avançar na integração ao Sul, com a Argentina.

(*) “Brasil quer construir hidrelétricas nas Guianas. Eletrobras negocia três usinas de reservatórios com BID e EDF, para abastecer 9 milhões no país” 

  Fonte: O Globo, Economia, Página 31, Domingo, 08/09/2013 via Boletim Informativo Curupira

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Defesa Sistemas Navais

CERIMÔNIA MARCA INÍCIO DA CONSTRUÇÃO DO SUBMARINO “HUMAITÁ”

No dia 04 de setembro de 2013, o Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Julio Soares de Moura Neto, presidiu a cerimônia do corte da primeira chapa do segundo submarino convencional (SBR-2), que se chamará Humaitá. O SBR-2 faz parte do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB).

O evento, que ocorreu nas dependências da Nucleobrás Equipamentos Pesados (Nuclep), em Itaguaí (RJ), marca o início da construção do meio naval. Na cerimônia, equivalente ao batimento de quilha dos meios de superfície, o Comandante da Marinha acionou a Máquina de Corte Hidrojato ‘Flow’, iniciando o corte do primeiro elemento de alma da caverna nº 72, da subseção nº 10, da seção 2B do SBR-2.

Nomar - Cerimônia marca início da construção do submarino Humaitá

Na ocasião, estava presente o Diretor-Geral do Material da Marinha, Almirante-de-Esquadra Luiz Guilherme Sá de Gusmão; o Coordenador-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear, Almirante-de-Esquadra Gilberto Max Roffé Hirschfeld; o Assessor Especial do Comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Arthur Pire.

Fonte: Marinha do Brasil/Nomar