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Vídeo: O berço dos blindados no Brasil

Existe um lugar que pode ser chamado de berço dos blindados no Brasil. Esse lugar é o Parque Regional de Manutenção/3, em Santa Maria, no Rio Grande do Sul.

O Parque é responsável pela manutenção e pelo suprimento dos blindados do Exército. E lá, o trabalho dos Engenheiros Militares formados no IME é fundamental, principalmente na área de pesquisa em Engenharia Reversa.

 

https://www.youtube.com/watch?v=GVt6j_4pKo0

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Erdogan: “Dirigentes europeus não são corretos”

Presidente Erdogan (dir.) fala a entrevistador da ARD em Ancara.

Falando à TV alemã, presidente turco acusa UE de descumprir suas obrigações no acordo sobre os refugiados. Volta da pena de morte na Turquia “depende da vontade do povo”.

Em entrevista à emissora de TV alemã ARD, divulgada nesta terça-feira (26/07), o presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, atacou a conduta da União Europeia (UE) relativa ao acordo sobre os refugiados. “Nós cumprimos a nossa promessa. Mas os europeus mantiveram a deles?”, indagou.

No aspecto financeiro, “3 bilhões de euros foram prometidos”, mas até o momento só foram transferidas somas simbólicas, entre 1 milhão e 2 milhões de euros, afirmou o chefe de Estado, acrescentando: “Os dirigentes europeus não são corretos.” O dinheiro deve ser destinado ao abrigo de refugiados sírios na Turquia.

O pacto fechado em março último prevê que Ancara receba de volta todos os refugiados chegados do país às ilhas gregas no Mar Egeu cujas solicitações de asilo sejam indeferidas pela Grécia. Em contrapartida, a UE concordou em receber, por vias legais, um refugiado sírio da Turquia para cada outro devolvido ao país. Além disso, o bloco europeu prometeu verbas para o abastecimento dos migrantes sírios em solo turco.

Desde a tentativa de golpe de Estado na Turquia, contudo, recomeçou na UE o debate sobre se deve ser levado adiante o acordo sobre os refugiados, severamente criticado por ativistas dos direitos humanos desde o início.

Em Bruxelas, a Comissão Europeia rebateu as acusações, afirmando que a UE cumpre o que prometeu e que 105 milhões de euros já foram transferidos.

“Povo quer pena de morte”

Erdogan defendeu diante do entrevistador da ARD suas ações repressivas contra os oposicionistas após o suposto golpe, mas deixou em aberto se pretende prorrogar o estado de exceção, inicialmente decretado por três meses: “Se houver uma normalização, não vamos precisar de mais três meses”.

Quanto à perspectiva da reintrodução da pena capital na Turquia, o político conservador islâmico, notório por seu estilo autoritário de governar, disse que se reportou à vontade popular. “Se estamos num Estado democrático, a palavra cabe ao povo. E o que o povo diz hoje? Ele quer que a pena de morte seja novamente adotada.”

O porta-voz de Erdogan, Ibrahim Kalin, declarara recentemente que considerava a execução dos golpistas “um castigo justo”. A UE reagiu, advertindo que a reintrodução da pena capital redundaria na suspensão das negociações para o ingresso da Turquia na comunidade europeia.

AV/ard/rtr/afp/dpa

Fonte: DW

 

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Arábia Saudita, wahhabismo e o “Estado Islâmico”

A interpretação fundamentalista do islã que é a religião “de fato” do reino saudita é também a base ideológica da milícia extremista. 

Para entender as origens ideológicas da milícia extremista “Estado Islâmico” é necessário voltar ao ano de 1744, quando o clérigo radical Muhammad ibn Abd al-Wahhab selou uma aliança com Muhammad ibn Saud, o emir da pequena cidade de Diriyah, no deserto da Arábia.

O pacto previa que Ibn Saud protegeria e propagaria os ensinamentos de Wahhab, ao passo que este daria legitimidade religiosa ao poder daquele, e foi selado com o casamento de um filho de Ibn Saud com uma filha de Wahhab. Bem-sucedida, a aliança está na origem do que é hoje conhecido como o primeiro reino saudita, que durou de 1744 a 1818. Os descendentes de Wahhab, a família Al ash-Sheikh, é até hoje a segunda em prestígio na atual Arábia Saudita e a principal do uluma, o órgão dos sábios religiosos.

A interpretação do islã feita por Wahhab – que se baseava nos ensinamentos de um clérigo do século 14, Ibn Taymiyyah – era monoteísta, exclusivista, censora e fundamentalista. Wahhab detestava todas as formas de idolatria, como a adoração de monumentos religiosos, a crença em santos, o cultivo de superstições e as peregrinações religiosas. Ele pregava uma adoração monoteísta e livre de qualquer tipo de “inovações”.

Estudiosos disputam se a interpretação radical do conceito de takfir (a prática de declarar outro muçulmano como kafir, ou infiel – no caso do wahhabismo, qualquer um que não siga a doutrina) data do tempo de Wahhab. Mas é certo que ele foi incorporado ao wahhabismo nas suas primeiras décadas, bem como o consequente castigo de matar os kafir, violar suas esposas e filhas e confiscar suas posses. A abordagem “conversão ou morte” para os infiéis também data dos primórdios da doutrina.

Aqui, as semelhanças com a ideologia do “Estado Islâmico” já se tornam evidentes e, de fato, os livros de Al Wahhab são distribuídos nos territórios controlados pela milícia.

O primeiro reino saudita acabou em 1818, e o wahhabismo ficou limitado à sua região original, o Najd (a área central da atual Arábia Saudita). Ele voltou a ganhar força e se expandir a partir de 1901, quando um descendente de quinta geração de Muhammad ibn Saud, Abdul-Aziz Ibn Saud, começou uma campanha militar para retomar o domínio de sua família na região, o que levaria à fundação do atual Reino da Arábia Saudita, a partir dos escombros do Império Otomano.

Na sua campanha militar, Ibn Saud se aliou aos guerreiros ikhwani, basicamente beduínos que haviam se convertido ao wahhabismo. Essa aliança foi bem-sucedida e resultou nas conquistas de Najd e Hejaz, regiões que em 1932 seriam unificadas no Reino da Arábia Saudita. Mas o expansionismo dos ikhwani, que atacaram os protetorados britânicos da Transjordânia, do Iraque e do Kuwait, não tinha o apoio de Ibn Saud, pois eles se voltavam contra a potência da época, a Grã-Bretanha.

Ibn Saud queria o apoio da Grã-Bretanha. Mais tarde, quando o petróleo foi descoberto, ele queria também vender o produto para o Ocidente, especialmente os Estados Unidos. Ele também queria introduzir novidades tecnológicas no seu reino, como o telégrafo, e adotava uma abordagem menos rígida e mais pragmática em relação a outras correntes do islã, o que se chocava com os ensinamentos wahhabistas.

Já os ikhwani se opunham ao estilo modernizador, pragmático e pró-Ocidente de Ibn Saud. O conflito resultante, a Batalha de Sabilla, em 1929, acabou com a derrota dos ikhwani, que lutavam com espadas e camelos, pelas forças de Ibn Saud, que usavam metralhadoras.

Esse embate inaugurou o que seria uma contradição inerente ao Reino da Arábia Saudita: entre a modernização e ocidentalização, representada pela família real, e o puritanismo ideológico radical wahhabista, na sua condição de religião de Estado de facto. Frequentemente os religiosos wahhabi, reunidos na uluma saudita, são acusados por grupos mais radicais de advogarem uma versão corrompida do wahhabismo, deixando de lado posições originais centrais e focando na obediência à família real – servindo, assim, aos interesses da monarquia.

O “Estado Islâmico” compartilha dessa crítica e pode, assim, ser visto como um retorno às origens do wahhabismo e também como uma milícia radical na tradição dos ikhwani e, portanto, uma ameaça a todo o reino saudita.

Alexandre Schossler

Coluna Zeitgeist

Fonte: DW

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Vídeo: Caça A-4 da Marinha cai no mar do RJ; piloto ejeta e aguarda resgate à deriva

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Acidente foi durante treinamento com outro caça a 24 milhas da costa. Marinha faz grande operação para encontrar o piloto.

Um caça da Marinha do Brasil caiu no mar da Região dos Lagos do Rio na tarde desta terça-feira (26). O acidente foi durante um treinamento padrão que era feito junto com outra aeronave, a 24 milhas da costa, cerca de 44 Km de distância do litoral.

Segundo a Marinha, o piloto ejetou da aeronave e caiu no mar com vida, mas ele ainda não foi encontrado. Uma grande operação de resgate está em curso com navios, helicópteros e outras embarcações.

A aeronave que caiu no mar é do modelo AF-1 Skyhawk da Marinha do Brasil. O outro caça que fazia o treinamento, do mesmo modelo, voltou com segurança para a Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, de onde eles tinham saído. As causas do acidente ainda são desconhecidas.

Fonte: G1

Caça da Marinha cai no mar do RJ

Um caça da Marinha do Brasil caiu no mar da Região dos Lagos do Rio na tarde desta terça-feira (26). O acidente foi durante um treinamento padrão que era feito junto com outra aeronave, a 24 milhas da costa, cerca de 44 Km de distância do litoral.

Segundo a Marinha, o piloto se ejetou da aeronave e caiu no mar com vida, mas ele ainda não foi encontrado. Uma grande operação de resgate está em curso com navios, helicópteros e outras embarcações.

 

https://www.youtube.com/watch?v=W8oS1y7NtYA

 

As buscas se concentram na Praia de Jaconé, em Saquarema. O Corpo de Bombeiros também está no local. Segundo a ocorrência registrada pelos bombeiros, a corporação foi informada de que a causa do acidente seria uma colisão entre as duas aeronaves no ar. A informação ainda não foi confirmada pela Marinha.

A aeronave que caiu no mar é do modelo AF-1 Skyhawk da Marinha do Brasil. O outro caça que fazia o treinamento, do mesmo modelo, voltou com segurança para a Base Aérea Naval de São Pedro da Aldeia, de onde eles tinham saído.

Em nota a Marinha do Brasil disse que o acidente ocorreu quando os pilotos voltavam dos exercícios e que está prestando apoio à família do militar desaparecido. Veja a nota:

“A Marinha do Brasil (MB) lamenta informar que, na tarde desta terça-feira (26), ocorreu um acidente envolvendo uma aeronave da Força, modelo AF-1B, obrigando o piloto a se ejetar. A aeronave caiu no mar, nas proximidades de Saquarema – RJ.

A Marinha deu início às buscas pelo piloto e está prestando todo o apoio necessário à família do militar.

O acidente aconteceu quando a aeronave retornava de exercícios operativos e suas circunstâncias estão sendo apuradas”.

Fonte: G1

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O míssil mais letal do mundo

O melhor míssil ar-ar do mundo já está em serviço e não é americano, diz um recente artigo do The National Interest.

Os detalhes técnicos dos mísseis de combate são algo extremamente complicado, afirma The National Interest, mas o conceito geral com que são construídos é algo simples: destruir o alvo antes que ele te destrua. Essa é a filosofia que seguem os produtores do novo míssil ar-ar sueco, conhecido como Meteor.

Embora as especificações exatas do Meteor sejam informações confidenciais, os seus criadores afirmam que se trata do melhor míssil da sua classe. A inovação com que melhoraram as capacidades do míssil consiste na utilização de um motor ramjet, que usa o oxigénio para dar um maior impulso ao projétil. Sabe-se que funciona com combustível sólido convencional, que acelera o Meteor imediatamente depois do seu lançamento. Nesse aspecto, não difere de qualquer outro míssil. Mas, quanto mais o Meteor avança, mais se abre o canal de propulsão reativa, que permite atingir velocidades supersónicas.

“A Força Aérea sueca está agora em sua fase inicial de testes do Meteor. É o míssil mais letal em serviço operacional”, disse o chefe da Força Aérea do país nórdico, major-general Mats Helgesson.

 

 

Para além disso, o projétil pode ajustar automaticamente a quantidade de oxigênio consumido, com o fim de alterar operacionalmente os parâmetros de velocidade e trajetória. Isso permite utilizar ao máximo suas principais qualidades: pode poupar ou gastar maior quantidade de combustível para um maior impulso na fase final do voo, ou, ao contrário, reduzir a velocidade se o avião tenta evitar o impacto.

Outra questão a destacar é o seu alcance. Há relatórios que indicam que, durante os testes, o míssil atingiu 100 quilômetros. Os especialistas afirmam que a sua “zona em que o alvo não escapa” supera em três vezes a do análogo americano AIM-120 AMRAAM, cujos parâmetros também são segredo. A “zona de não-escape” é um termo de combate aéreo que determina os limites dentro dos quais o objetivo não consegue escapar, usando apenas a sua velocidade e capacidade de manobra.

Além disso, cada míssil conta com um meio de deteção e perseguição de seus alvos. Os sistemas avançados de orientação e sensores mais potentes e de maior alcance do que os dos adversários tornam impossível qualquer tentativa de fuga.

Para a Suécia, um país que tem uma política de neutralidade, a produção e posse de armamento de última tecnologia podem parecer algo incomum. O país não tomou parte em nenhum conflito bélico de grande envergadura, durante séculos, e não tem utilizado os seus soldados fora do país desde a crise do Congo no início de 1960. Mas a realidade é que, na lista de exportadores de armas, o país nórdico tem estado entre os primeiros 12, de acordo com o Instituto Internacional de Estudos para a Paz de Estocolmo.

A Suécia trabalha, além disso, em em estreita colaboração com a Aliança Atlântica. Em maio, o Parlamento do país escandinavo ratificou um acordo que abre as portas para a OTAN realizar exercícios militares no país.

Fonte: Sputnik News

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Destaques Geopolítica Negócios e serviços Rússia

Gasoduto Corrente Turca: Gigante Gazprom se prepara para reiniciar

O gigante energético russo Gazprom anunciou que está pronto para discutir a retomada do projeto do gasoduto Corrente Turca e está aguardando que Ancara dê o próximo passo, afirmou nesta terça (26) Aleksandr Medvedev, vice-presidente da empresa.

No começo do dia, as autoridades russas e turcas discutiram o projeto, mas não conseguiram chegar a uma decisão. O vice-ministro da Energia russo, Yury Sentyurin, comunicou que mais tarde serão realizadas negociações sobre aspetos específicos do projeto.

“Já mencionamos que a bola fica no lado da Turquia”, disse Medvedev aos jornalistas.

O gasoduto Corrente Turca, com uma capacidade anual de 63 bilhões de metros cúbicos, foi anunciado em dezembro de 2014. A via de transporte de gás está prevista passar pelo fundo do mar Negro, ligando a Rússia e a Turquia, e continuando a partir de um centro de distribuição na fronteira turco-grega, de onde o combustível poderia ser transferido para o sul da Europa.

O projeto foi congelado, já que as relações entre Moscou e Ancara estão em crise desde 24 de novembro de 2015, altura em que um avião russo Su-24 foi derrubado por um caça turco em espaço aéreo sírio. A Turquia alegou ter abatido a aeronave russa porque esta teria violado o espaço aéreo turco. Tanto o Estado-Maior russo, quanto o Comando de Defesa Aérea da Síria, confirmaram que o bombardeiro russo nunca entrou no espaço aéreo da Turquia.

Entretanto, no final de junho se esclareceu que o presidente turco Recep Tayyip Erdogan, numa mensagem ao seu homólogo russo Vladimir Putin, pediu desculpas pelo abate do avião russo Su-24, expressou condolências pela morte do piloto e também disse que Ancara não queria estragar as relações com Moscou. Mais tarde, Putin e Erdogan realizaram uma conversa telefônica, na sequência da qual o líder russo ordenou ao governo que inicie uma discussão sobre a restauração da cooperação com a Turquia, inclusive na área do comércio.

No início de julho, o ministro da Economia da Turquia Nihat Zeybekci sublinhou a importância da construção do gasoduto Corrente Turca e de outros projetos energéticos.

Entretanto, Zeybekci se recusou a deixar algum comentário sobre o dano causado para a economia da Turquia por causa da crise das relações com a Rússia.

Fonte: Sputnik News

 

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Artigos Exclusivos do Plano Brasil China Geopolítica Hangout

Hang Out Plano Brasil – A ascensão do dragão Chinês – Dia 27/07/2016

Hang Out China

 

Prezados leitores, o Plano Brasil gostaria de convidá-los a assistir o nosso Hang Out no dia 27/07/2016 a partir das 19:00 hrs.
O link será divulgado no site antes do horário do Hang Out.

Participantes:

Renato do Prado Kloss
Bacharel em Relações Internacionais pelo IBMEC-MG (2013) e Mestrando em Estudos Estratégicos pela University of Reading (2016). Atualmente, focando nas áreas de Estratégia, Segurança, Defesa e Asian Affairs. Tem experiência nas áreas de Relações Internacionais, Estratégia e História Militar.

Tito Livio Barcellos Pereira

Possui licenciatura em Geografia pela Universidade de São Paulo (2009), bacharelado em Geografia pela Universidade de São Paulo (2010). Atualmente é integrante – grupo de estudos da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humans (FFLCH-USP) e mestre em Estudos Estratégicos da Defesa e Segurança pelo Instituto de Estudos Estratégicos da Universidade Federal Fluminense (INEST-UFF) É integrante do grupo de estudos sobre Rússia e Espaço pós-soviético pelo Laboratório de Estudos da Ásia (Departamento de História – USP) e pesquisador do Laboratório Defesa e Política[s] (INEST – UFF). Tem experiência na área de Geografia, Ciência Política e Relações Internacionais, com ênfase na área de Geopolítica, Geografia Regional, Rússia e Espaço pós-soviético.

 

Pauta:

-> Pequeno histórico da PE China pós-1949.
-> A ascensão do dragão chinês e seu transbordamento para o mundo
 + Sudeste Asiático (ASEAN)
 + Extremo Oriente e Tigres
 + Oriente Médio e África Subsaariana
-> Percepções Geopolíticas Chinesas
 + Federação Russa
 + Ásia Central
 + Sudeste Asiático
 + Índia
 + Japão e Coréias
-> O boom técnico-militar chinês
 + Reaparelhamento industrial e militar chinês
 + Novos projetos, vetores e doutrinas
 + Desafios e limitações tecnológicas