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Caça naval chinês J-15 e o porta aviões Liaoning: É o Dragão oriental afiando as garras

O Liaoning é o porta aviões da Marinha do Exército de Libertação Popular da China. O agora Liaoning trata-se do antigo ‘Varyag’ pertencente à Classe Kuznetsov, que foi construído pela União Soviética para servir em sua marinha.  

Em 2002 ele foi vendido pela Ucrânia a uma pequena companhia turística chinesa que pretendia transformá-lo em um cassino flutuante. Porém, o navio foi então renomeado ‘Liaoning’ e disponibilizado ao serviço para a marinha chinesa em Setembro de 2012.

 

 

https://www.youtube.com/watch?v=PmoymhtLexM

 

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Exercício militar “Stride 2016 – Zhurihe A”: É o Dragão oriental afiando as garras

10ª Brigada Blindada do 1º Exército da China realiza exercício “Stride 2016 Zhurihe A” na Região Autônoma da Mongólia Interior norte da China / Julho de 2016.

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Brasil: Exército começa a patrulhar ruas do Rio

Soldados patrulham rua nos arredores do Complexo da Maré, que fica entre aeroporto e Zona Sul da cidade.

Cidade, que enfrenta aumento da violência, inicia maior esquema de segurança de sua história. Dezenas de milhares de militares, policiais e agentes da Força Nacional estão envolvidos.

Milhares de militares do Exército e da Marinha começaram neste domingo (24/07) a patrulhar as ruas do Rio de Janeiro, dentro do megaesquema de segurança – o maior da história da cidade – montado para os Jogos Olímpicos.

Os militares ficarão nas ruas nos próximos 63 dias. Ao todo, são mais de 20 mil nas ruas do Rio, como parte do contingente total de mais de 85 mil soldados, policiais, agentes da Força Nacional e outras forças de segurança que serão destacados para o evento em todo o país.

No total, 42 mil militares estão envolvidos com a segurança dos Jogos Olímpicos – 22 mil no Rio e 20 mil nas fronteiras e espalhados por cinco capitais onde serão realizadas partidas de futebol.

Helicópteros já podem ser vistos sobrevoando a cidade

Desde cedo, militares puderam ser visto em pontos turísticos da cidade, como a Praia de Copacabana, e próximos das instalações olímpicas. Navios da Marinha fizeram o patrulhamento das praias, helicópteros sobrevoaram a cidade, e carros do Exército foram posicionados ao longo de vias expressas.

Como comparação, o destacamento de 85 mil homens é mais do que o dobro do empregado nos Jogos Olímpicos de Londres, em 2012. Ele é justificado para deter a violência urbana, que preocupa mais organizadores e especialistas do que o terrorismo.

A situação da segurança pública no Rio de Janeiro é considerada como de total falência, segundo ONGs, especialistas e os próprios policiais, com uma verdadeira guerra instaurada entre PMs e traficantes.

Patrulha da Força Nacional em frente à Vila Olímpica: dezenas de milhares de agentes de segurança foram destacados

Somente neste ano, 62 policiais foram assassinados e 260 foram feridos por armas de fogo – pelo menos um por dia – de acordo com números do deputado estadual Paulo Ramos, que preside a CPI da Morte de Policiais na Assembleia Legislativa do Estado (Alerj).

Policiais passaram a ser caçados da mesma forma que caçam criminosos em operações nas favelas. E ambos os lados atiram para matar. No início do mês, um relatório sobre violência policial publicado pela ONG Human Rights Watch mostrou que, no ano passado, pelo menos 645 pessoas foram mortas pela polícia em situações questionáveis.

Na última semana, além disso, após uma dica do FBI (a polícia federal americana), a polícia prendeu 11 brasileiros que, de acordo com os investigadores, eram simpáticos ao “Estado Islâmico” e estavam discutindo a possibilidade de realizar ataques durante os Jogos.

RPR/ots/efe/rtr

Fonte: DW

 

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Conflitos Geopolítica Opinião

Irã vê a mão da Arábia Saudita no golpe fracassado na Turquia

A este respeito, o deputado iraniano Gholamreza Jafarzadeh, citado pela agência de notícias local FARS, ecoou as palavras do ministro iraniano das Relações Exteriores Mohammad Javad Zarif que, em uma sessão fechada do Parlamento, realizada em 17 de julho, declarou: “Dada à postura saudita em relação às questões da Turquia, podemos concluir que, provavelmente, a Arábia Saudita esteve envolvida no golpe de Estado”.

“Nosso ministro das Relações Exteriores disse, durante uma sessão às portas fechadas do Parlamento, que países como a Arábia Saudita e o Qatar não lamentaram o golpe na Turquia e há que refletir mais sobre esta questão”, disse por sua vez o membro do parlamento, Akbar Ranjbarzadeh.

No entanto, as acusações não se limitam à Arábia Saudita e Qatar, pois outro relatório divulgado pelo Iran Front Page revelou que Hossein Sheikholeslam, porta-voz do conselheiro do parlamento iraniano, também acusa os EUA, Israel e Egito, além da Arábia Saudita, de ter participado do golpe.

Segundo Sheikholeslam, isso tem a ver com o fato de que a Turquia tem sugerido recentemente que não há muitas razões para continuar a luta contra o presidente sírio.

“Se a Turquia bloquear a rota usada anteriormente pela Arábia Saudita para o contrabando de armas, explosivos e até mesmo mercenários para a Síria, a erradicação do terrorismo será muito mais fácil”, diz Sheikholeslam. “É bastante provável que o que aconteceu na Turquia tenha sido resultado de esforços de norte-americanos, sauditas, egípcios e sionistas”, acrescenta.

Enquanto isso, o Irã, como outros países, tem manifestado apoio ao governo turco, repudiando a tentativa de golpe. Esclarecendo a posição de seu país, Javad Zarif twittou:

“Golpes não têm lugar na nossa região e estão condenados ao fracasso.”

Foto: © AFP 2016/ ADEM ALTAN

Fonte: Sputnik News

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Israel: Jornal HAARETZ questiona compra do F-35 Joint Strike Fighter

“O F-35 Joint Strike Fighter não é apenas o projeto mais caro da história da aviação, ele é também o mais estranho e mal sucedido projeto do complexo militar industrial dos EUA.” – Guy Rolnik

Matéria completa – Benefit of Stealth Fighter Jet Proves Elusive Subject in Israel  – HAARETZ

Foto: Beth Steel/Lockheed Martin

  • Guy Rolnik é vice-editor do jornal Haaretz e fundador do jornal financeiro TheMarker. Em 2013 foi premiado com o “Sokolow” (O Prêmio Pulitzer de Israel)