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Indian multirole helicopter (IMRH) pode voar 2019

 

Durante o evento Aeroindia 2017 evento realizado em  Bangalore Índia, a Hindustan Aeronautics Ltd. (HAL) lançou o seu programa Indian Multirole Helicopter (IMRH) ou Helicóptero Indiano Multipropósito, exibindo um Mockup da aeronave em escala 1:1.

A empresa destacou o IMRH ainda é um conceito e que o programa precisa amadurecer e progredir muito ainda, mas que está confiante no seu legado e na sua importância para o mercado mundial, especialmente no que se destina a contribuir para diminuir as dependências das forças armadas indianas em relação às importações de material de defesa.

No evento de apresentação não foi especificado um cronograma para o desenvolvimento, testes de voo e inicio da produção, porém, representantes de empresas que devem congregar-se ao projeto atestam que as expectativas são de que voo inaugural da aeronave seja efetuado em 2019 e que o helicóptero deve iniciar a sua campanha de testes que levará outros oito anos até atingir os objetivos e então, entrar em produção seriada por volta de 2027.

Durante o evento, os participantes ressaltaram as semelhanças da aeronave com os helicópteros da família Mi-8/17. A HAL pretende desenvolver pelo menos quatro versões da aeronave, dentre elas, uma civil e as outras três para uso militar, em substituição frota de aeronaves  Mil Mi-8 / 17 da qual a Índia é um dos maiores operadores mundiais, com aproximadamente 140 aeronaves em operação e outras  48 da versão  Mi-17V5s em processo de aquisição. Porém o IMRH não se destina puramente a substituir os Mi 8 e 17, mas também a substituir as aeronaves Kamov Ka-28, Ka-31e Westland /Sikorsky UH-3H,  da Marinha indiana. Em outras palavras, o projeto não se destina somente para suprir a Índia de uma aeronave de transporte de tropas, missões táticas, evacuação de vítimas, transporte de cargas, busca de combate e salvamento, operações anti-superfície, operações off shore, transporte VIP e ambulância aérea, mas sim de uma plataforma multimissão moderna e versátil.

O IMRH será um helicóptero bimotor situado na classe de 12 toneladas com um teto de serviço de aproximadamente 20.000 pés, carga útil de 3.500 kg e uma capacidade de assento para vinte e quatro soldados ou doze passageiros. A cabine mede 5,7 metros de comprimento, 2,1 metros de largura e 1,9 metros de altura.

A HAL informou que a aeronave será equipada com um sistema de controle automático de voo (AFCS ), capacidade de voo a qualquer tempo, sistemas de missão e apresentações avançadas em glass-cockpit cuja versão destinada à Força Aérea Indiana terá uma significativa capacidade de sobrevoar com cargas útil em altitudes mais elevadas.

Em declaração a imprensa Suvarna Raju, presidente e diretor administrativo da HAL afirmou que a empresa ainda não definiu os motores que equiparão a aeronave, porém nos bastidores circulou-se a informação de que o Turboshaft mais avançada do mundo, o General Electric GE3000 pode se tornar a turbina do IMRH, apesar de alguns especialistas darem como certo que a motorização preferida seja baseada numa versão da VK2500 Russa que poderia tanto ser importada direta, quanto produzida sob licença.

De qualquer forma, a HAL declarou em seu site que estava buscando parcerias com um fabricante internacional de helicópteros de modo a encurtar os prazo de desenvolvimento.

General Electric GE3000 pode se tornar a turbina ideal para o IMRH.

Uma versão da VK2500 Russa poderia tanto ser importada direta, quanto produzida sob licença.

Raju  ressaltou ainda que os refinamentos no projeto da aeronave só serão concluídos depois que as especificações forem recebidas dos usuários (Ministério da Defesa Indiano) para só daí, passar-se ao estágio de desenvolvimento e levantamento de necessidades das diferentes versões planejadas.

O HAL, que se orgulha de construir uma série de helicópteros como o helicóptero Dhruv Advanced Light (ALH), o Rudra ALH um Helicóptero de Combate Leve e o último Helicóptero Utilitário leve, o LUH. Agora em um novo status a empresa embarcou na sua mais difícil missão, a de desenvolver e produzir um helicóptero multimissão que conta com a concorrência no mercado exterior de gigantes consagrados e testados em combate.

Raju destacou o grande interesse pelo helicóptero expresso pelos delegados de vários países, além das forças indianas e sublinhou que uma vez que este helicóptero esteja pronto, a Índia não precisará mais sair as compras pelo mercado exterior e que a sua força de helicópteros hoje sustentada pelos Mi-8/17 russos, ganhará independência e soberania ao utilizar aeronaves genuinamente indianas.

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Raytheon e Rheinmetall assinam protocolos de entendimento para colaborações futuras em projetos de defesa

Numa declaração recente os CEO da Raytheon co, Thomas A. Kennedy e Rheinmetall, Armin Papperger, informaram a formalização de um memorando de entendimento assinado por ambas as companhias o qual facilitará a cooperação futura nos projetos de desenvolvimento de sistemas de defesa aérea e de mísseis.

Papperger  enfatizou que  esta cooperação iniciará um novo capítulo para a Rheinmetall, tanto em termos de tecnologia quanto de presença em mercados importantes, ressaltando que aguarda com ansiedade os futuros projetos com a Raytheon, destacando que sua empresa será capaz de oferecer aos clientes globais a partir desta aliança uma solução abrangente e sob medida que combina idealmente o melhor do ‘know-how‘ de ambas .

Além de colaborações em produtos relacionados a mísseis, os contratados também trabalharão de perto em veículos de combate, armas, munições, defesa cibernética e simulações.

Kennedy por sua vez, ressaltou que estas parcerias estratégicas serão os motores da inovação para oferecer aos clientes globais as melhores soluções ao melhor preço. Tal como o seu colega ele também ressaltou estar ansioso pelo inicio dos trabalhos entre ambas corporações.

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IDEX-2017

IDEX 2017: Remdizel apresenta o veiculo blindado tipo MRAP KAMAZ-53949 Typhoon 4×4 ao mercado externo

Defence Blog – Plano Brasil

A empresa russa de defesa JSC Remdizel apresentou durante a exposição militar IDEX 2017, o veículo do tipo MRAP (Mine-Resistant Ambush Protected) KamAZ-53949 Typhoon-L . O K 53949 e um veiculo com características modulares que pode ser aerotransportado e oferece um excelente nível de proteção para a tripulação nos mais modernos ambientes de batalha onde o uso intensivo de IED’S tem se mostrado cada vez mais presente.

O KAMAZ-53949 é capaz de transportar uma carga útil de 3.000 kg e fornece um nível de proteção  Stanag 4569 nível 3. O KAMAZ-53949 fornece proteção contra até  8 kg de TNT sob a parte inferior ou qualquer roda do veiculo. O mesmo tem um peso total de cerca de 14.000 kg possui transmissão automática de 6 velocidades e sua velocidade máxima e de 105km/h. O Typhoon-K pode ser equipado com uma estação de arma remotamente controlada de vários calibras até o calibre 14,5.mm

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IDEX-2017: Rússia e Índia firmarão novas joint venture para produção de helicópteros Ka-226 e foguetes para o sistema Smerch

Durante a IDEX-2107, Vladimir Drozhzhov vice-diretor do Serviço Federal de Cooperação Técnico-Militar, destacou que as parcerias russo-indianas estão se expandindo e chegando aos níveis de cooperação cada vez mais sólidas.

Drozhzhov ressaltou que a construção das fragatas  Project 11356, Almirante Grigorovich assinadas em 2016 já estão plenamente iniciadas e informou a impressa qeu novas Joint Venture serão firmadas.

No seu pronunciamento ele destacou que, Rússia e Índia desenvolverão novos foguetes de 300mm para o sistema de foguetes de saturação Smerch através de  uma Joint venture para fabricar foguetes  para o sistema de lançamento múltiplos foguetes de saturação Smerch (MLRS).

Ele ressaltou que o projeto mais bem-sucedido é a nossa Joint venture BrahMos e que sete nações do mundo inclusive países da América Latina, África e Ásia estão interessados no programa SU-30MKI/ BrahMos.

Drozhzhov afirmou que outra Joint venture será estabelecida para a produção na Índia dos helicópteros Ka-226 .

O 9K58 Smerch é um sistema de lançamento de múltiplos foguetes de saturação de  longo alcance de 300 mm projetado para destruir vários alvos, incluindo tropas, instalações, blindados, postos de comando e centros de comunicações. Atualmente o sistema pode disparar uma variada gama de foguetes que inclui com alcance máximo de  90 km, sendo eles :

  • 9M55K -Anti-carro de munições cluster,
  • 9M55K1- Aanti-carro auto-guiado de munições de fragmentação,
  • 9M55K4 e 9M55K5 -HEAT / HE-Fragmentação,
  • 9M55F-HE-Fragmentação,
  • 9M55C -Termobárica,
  • 9M528 – HE-Fragmentação.

O Smerch ainda está em operação em praticamente todos os países ex-membros da URSS além da Argélia, Venezuela, Índia, Emirados Árabes Unidos e Peru.

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IDEX-2017 Uncategorized

IDEX 2017: NIMR Automotive apresenta mais um membro de sua família de veículos blindados 6×6.

Defence Blog – Plano Brasil

A empresa NIMR Automotive braço automotivo do conglomerado Emirates Defence Industries Company (EDIC) apresentou durante a IDEX 2017 seu mais novo lançamento de sua linha de família de veículos de logística blindados HAFEET 620 6×6 . O veiculo denominado HAFEET 620A foi apresentado equipado com um tanque tipo cisterna água com capacidade para 2,300 litros de água o mesmo também possui estação de bombeamento independente. O veículo foi desenvolvido dentro de uma família de veículos de logística todo terreno que combinam mobilidade, capacidade de carga e proteção.

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Aviação Defesa Rússia Tecnologia

5 dúvidas resolvidas sobre o futuro do T-50

No final de 2017, o T-50, ou PAK FA, testará um novo motor sobre o céu da Rússia. Mas, devido a defeitos persistentes, modelo ainda não entrará em serviço na Força Aérea.

T-50 em aeroporto de Komsomolsk-no-Amur; caça realizou primeiro voo de longa distância rumo a Jukóvski (Foto: Ria Nôvosti)T-50 em aeroporto de Komsomolsk-no-Amur; caça realizou primeiro voo de longa distância rumo a Jukóvski (Foto: Ria Nôvosti)

Não é a primeira vez que o lançamento do caça russo de quinta geração T-50, ou PAK FA, é adiado. A previsão inicial era de que as novas aeronaves integrassem o Exército já em 2016. No início deste ano, porém, e os desenvolvedores e os dirigentes da pasta da Defesa e adiaram novamente os planos, e não há data de lançamento prevista.

Segundo o vice-ministro da Defesa, Iúri Borissov, enquanto existirem análogos que respondam às necessidades das Forças Armadas do país, não haveria necessidade de empregar recursos financeiros na compra de um modelo novo e caro.

“O mais provável é que a aeronave seja transferida para o próximo programa federal de armamento, isto é, de 2018 a 2015”, disse o vice-ministro da Defesa, no último dia 2.

Por que o projeto é constantemente adiado?

Especialistas consultados pela Gazeta Russa não acreditam que o projeto de aeronave esteja congelado. Segundo eles, é procedimento padrão trabalhar continuamente para que a máquina atinja o nível de qualidade exigido.

“Não passa de mito, coisas que os jornais inventam. A verdade é que o projeto não está parado. Todas as fases de construção do caça estão planejadas, e o comandante da Força Aérea está no controle”, diz Víktor Murakhovski, diretor da revista “Arsenal da Pátria”.

Murakhovski explica que os desenvolvedores estão trabalhando ativamente no motor de quinta geração Izdelie-30 do caça.

Os testes do motor estão programados para final de 2017 e início de 2018. “Os desenvolvedores levarão dois ou três anos para dar os toques finais no projeto antes que comece a produção em série para a Força Aérea da Rússia”, prevê Murakhovski.

Que vantagens trará o novo motor?

O avião será capaz de manter a velocidade de cruzeiro durante os voos que excedam a velocidade do som, ou seja, 1,6 Mach (cerca de 2.000 km/h).

O motor fará com que o PAK FA seja mais difícil de detectar, ajudando-o a “desaparecer dos radares inimigos” graças a seus novos materiais, garantem os desenvolvedores.

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Fonte: YouTube

“A construção do motor foi interrompida na década de 1990 e início de 2000, em meio à desestabilização do país. Os programas técnico-científicos não recebiam verba ou eram subfinanciados. Por isso que os desenvolvedores estão correndo para recuperar o tempo perdido”, diz Murakhovski. Esta é, segundo o observador, uma das razões pelas quais os Estados Unidos ultrapassaram a Rússia na criação de caças de quinta geração.

Quais serão as novas armas do PAK FA?

A aeronave será equipada com uma das armas mais leves de sua classe, 9-A1-4071K, que pode destruir veículos blindados do inimigo, entre outros alvos protegidos. Durante um vôo, o piloto pode usar até 150 cartuchos desta arma calibre 30 mm.

Também contará com mísseis ar-ar e ar-superfície, que estão sendo submetidos a testes de batalha em escala militar.

Quando o T-50 entrará em serviço?

O primeiro lote de caças T-50 será lançado ainda este ano. No entanto, os aviões funcionarão com os motores e características do caça Su-35S, de geração 4 ++.

“Os autênticos caças de quinta geração chegarão ao Exército russo em dois ou três anos após os testes serem concluídos. A partir de 2021, os céus da Rússia estarão protegidos pelos mais novos caças T-50”, diz Pável Bulat, chefe do laboratório internacional de Mecânica e Sistemas de Energia da Universidade de Tecnologias da Informação.

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Fonte: YouTube/UACRussia

Os modelos serão também exportados? Para quem, quando e por quanto?

Os projetistas terão permissão para exportar o PAK FA três anos após sua entrada em serviço no Exército russo – o que será, presumivelmente, em 2024.

“A aeronave vai superar o nosso principal concorrente, o F-22, em termos de manobrabilidade, armas e alcance”, declarou o presidente russo Vladímir Pútin, acrescentando que o PAK FA será quase três vezes mais barato que seus análogos.

“A Índia, a Argélia e o Peru já manifestaram o desejo de comprar a aeronave e serão os primeiros clientes. A única coisa que poderia impedir isso seriam mudanças na arena geopolítica”, concluiu Murakhovski.

Fonte: Gazeta Russa

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Almirante Kuznetsov e o alto custo para reconquistar Aleppo

Uso de porta-aviões na Síria pode ter consumido US$ 170 milhões ou mais dos cofres públicos, estima o jornal russo RBC. Apesar do alto custo e das perdas durante a expedição, missão trouxe mais benefícios do que prejuízos, avalia analista militar.
 
Com 62 mil toneladas, Almirante Kuznetsov é o maior navio já projetado na URSS e na Rússia Foto:AP

O uso de aviação e da frota do porta-aviões Almirante Kuznetsov nos combates pela cidade síria de Aleppo custaram à pasta da Defesa russa entre 5 e 10 bilhões de rublos (em torno de 85 a 170 milhões de dólares), de acordo com o jornal russo RBC.

O jornal adverte que o custo real pode ser ainda maior, já que não há dados públicos sobre gastos com armamentos e operações da frota que acompanha o porta-aviões.

Decolagens e acidentes

De acordo com o Ministério da Defesa russo, os pilotos fizeram 420 decolagens a partir dos porta-aviões. Considerando o custo de US$ 60 mil por voo, o montante pode ter chegado a 1,5 bilhões de rublos (25,3 milhões de dólares), relata o RBC.

Além disso, a perda dos dois aviões (um caça naval MiG-29K em 14 de novembro; um Su-33 três semanas depois) durante as missões pressupõe custos adicionais.

Para estimar valores, o RBC baseou-se em contratos de venda de aviões desses tipos para outros países. O MiG-29K chega a custar cerca de US$ 52 milhões, e, embora o preço do Su-33 não seja conhecido, o jornal acredita que as perdas causadas pelo acidente com este caça posam variar entre US$ 35 e 45 milhões. “No total, os dois aviões poderiam ter custado a Moscou de US$ 70 a 103 milhões”, escreve o jornal.

No entanto, de acordo com o vice-diretor do Instituto de Análise Política e Militar, Aleksandr Khramtchikhin, no mercado interno, os aviões são significativamente mais baratos do que o estabelecido no exterior.

“Um MiG-29K pode custar bem menos do que a mídia calcula. E o preço do Su-33 é igual a zero, uma vez que seus custos estão totalmente amortizados”, afirma.

Combustível para corrupção

Os gastos com combustível, de acordo com a RBC, são uns dos mais complexos quando é feita uma auditoria das despesas. “Trata-se um mercado potencialmente corrupto, pois os preços estabelecidos pelo Ministério da Defesa podem estar acima dos de mercado”, disse ao jornal um especialista no mercado de produtos petrolíferos.

Estima-se que o grupo de porta-aviões tenha gastado entre 1,1 e 1,5 bilhões de rublos (até US$ 25,3 milhões) em combustível durante toda a expedição.

O jornal, porém, não inclui nesse valor o custo de combustível do cruzador nuclear Piotr Véliki, porque “a recarga de seus sistemas de energia depende não da duração da expedição, mas do tempo de serviço” escreve o RBC.

“Do ponto de vista dos meios de comunicação de massa, seria melhor se os navios apodrecem no porto, assim como os aviões nos hangares. Dessa forma, o combustível não seria usado, e o dinheiro do orçamento não seria gasto. Um completo desperdício de dinheiro do contribuinte: um navio deve ser usado no mar, e os aviões, no ar”, diz Khramtchikhin.

Alimento para tripulação

Mesmo tendo em conta um preço médio de 850 rublos (15 dólares) ao dia por pessoa, as despesas com alimentos para a tripulação do porta-aviões equivalem a uma soma substancial. Acredita-se que o corpo do Almirante Kuznetsov seja composto por 1.960 marinheiros e oficiais, o que significaria um custo em torno de  US$ 28 mil por dia com comida para os tripulantes.

Baseando-se nessas estimativas, durante os 117 dias da expedição, o abastecimento da tripulação do Almirante Kuznetsov teria custar até 3,3 milhões de dólares. A este custo, deve-se somar os fornecimentos de alimentos aos navios auxiliares, acrescendo ao total cerca de US$ 2,2 mi.

Resultados não numéricos

Segundo o analista militar do jornal “Izvéstia”, Dmítri Safonov, o valor da expedição da frota de Almirante Kuznetsov está na missão em si.

“É a primeira vez na nossa história que se utiliza aviação naval na frota. E, seja como for, essa experiência era muito necessária para nós. Sim, perdemos dois aviões, mas tínhamos que passar por isso para que não haja mais erros no futuro. Sem eles, o progresso é impossível”, disse Safonov à Gazeta Russa.

Fonte: Gazeta Russa

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Indonésia assinará nos próximos meses o contrato para aquisição de aviões de combate Sukhoi Su-35

 

Segundo informações da agência Russa TASS, a Indonésia assinará nos próximos meses o contrato para aquisição de aviões de combate Sukhoi Su-35. A notícia foi confirmada pelo Diretor de Cooperação Internacional e Política Regional da corporação russa de tecnologia Rostec Viktor Kladov.

Segundo nota, a Rússia planejava assinar um contrato com a Indonésia que prevê manutenção armamento e a entrega de dez caças multifunções Su-35. Os armamentos russos são amplamente utilizados pelo Exército indonésio. Especificamente, a Força Aérea Indonésia opera mistos de caças Su-27 e Su-30 aeronaves. Os caças Su-35 serão adquiridos para substituir os desatualizados F-5 Tiger operacionais na força aérea indonésia desde 1980.

Semelhante ao Brasil, a indonésia opera caças F5 que não foram submetidos a programas de atualização, tal como aqui, a concorrência indonésia o contou com versões dos protagonistas do programa FX-2 Brasileiro, do qual o SU 35 foi desclassificado. Na altura surgiram muitas alegações de que o caça russo pudesse nem chegar a voar por se tratar de um modelo em projeto.
Atualmente, o SU 35 está operacional  com 58 aeronaves entregues em 2016 e outros 50 encomendados num segundo lote para  VKS(força aérea russa) naquele mesmo ano. Informações recentes dão conta da negociação iniciada de um terceiro lote a ser firmada entre 2017 e 2018. Como primeiro cliente internacional, a China tornou-se o seu segundo cliente ao adquirir um pequeno lote de 24 aeronaves dos 04 já foram entregues.

A aquisição chinesa levantou especulações sobre a possibilidade de produção licenciada de outros em seu território de um número de aeronaves indefinido. Sendo assim, a Indonésia se tornaria o terceiro cliente da aeronave de alto desempenho e mais recente modelo da família Flanker da fabricante russa Sukhoi.

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Efeito Trump: Austrália confirma redução do custo unitário do caça F 35

O  ministro australiano da Defesa, Christoper Pyne, confirmou uma redução de 2,5 % no preço dos caças F-35 a partir de 2014. Em discurso ao Parlamento,  Pyne confirmou ter falado com o recém-nomeado Secretário de Defesa dos EUA, James Mattis, sobre a redução de custos do programa JSF.

“Nós [James Mattis e Christopher Pyne] falamos sobre o fato de que o preço para o lote de 10 JSF foi anunciado recentemente e caiu abaixo de US $ 100 milhões pela primeira vez”… “Para a Austrália isso é extremamente significativo e representa uma redução de 2,5 % do preço do caça em 2014, mostrando que o programa está no caminho certo em termos de entrega e eficiência”. O novo acordo surge depois que o presidente dos EUA Trump twittou sobre o projeto em 12 de dezembro de 2016, dizendo que os gastos foram “fora de controle… O envolvimento pessoal do Presidente Trump no programa F-35 acelerou as negociações e aumentou o nosso foco em reduzir o preço. Afirmou Pyne.

O novo acordo de preços marca a primeira ocasião na qual o preço unitário desses jatos, que têm como contratada principal a Lockheed Martin, chega a valores  inferiores a US $ 100 milhões por unidade. A ordem anterior, que incluiu 55 jatos para os EUA e 35 para os parceiros e clientes de venda militar estrangeira, foi de US $ 102 milhões por jato.

O preço agora é de cerca de US $ 95 milhões por aeronave, uma redução total de US $ 7 milhões por caça.

Fonte: Asian Defense News