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Venezuela recebe lote de caminhões Beiben 2629 6×6 QT da China

As Forças Armadas da Venezuela (Fuerza Armada Nacional Bolivariana ) receberam um lote de 330 caminhões da China para dotar seus componentes militares (Ejército Nacional de Venezuela, Armada Nacional de Venezuela, Aviación Nacional de Venezuela, Guardia Nacional de Venezuela) e a Milicia Bolivariana.

A cerimonia de entrega dos veículos ocorreu dia 17 de fevereiro no Forte Paramaracay, localizado na cidade de Valencia capital do estado Carabobo e foi presidida pelo Ministro da Defesa (Ministro del Poder Popular para la Defensa ) Vladimir Padrino López.

Segundo declarações do Ministro da Defesa o lote de 330 caminhões faz parte de um acordo com a china para o fornecimento de quase duas mil unidades. Os caminhões são modelos Beiben 2629 6×6 QT (versão licenciada do modelo alemão Mercedes Benz NG 2629) fabricados pela North Benz Heavy-Duty Truck.

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Artigos Exclusivos do Plano Brasil Defesa IDEX-2017 Negócios e serviços Rússia Sistemas de Armas Tecnologia

IDEX 2017- Uralvagonzavod conquista um importante contrato para os carros de combate T-90MS no Oriente Médio

Rustam- Tradução e adaptação-E.M.Pinto

Imagens- T 90MS no Kwait

Saiba Mais sobre o veículo em:

MBT Brasil: Uralvagonzavod T-90MS Tagil

A Rússia vai entregar a um pais do Oriente Médio um grande lote do mais recente carro de combate da família T-90, o T-90MS, a firmou  o Ministro da Indústria e Comércio Denis Manturov.

“Em dezembro, um grande contrato com um dos países do Oriente Médio foi assinado… Em um futuro próximo será assinado um outro contrato”,– disse Manturov aos repórteres na segunda-feira, acrescentando que ele não poderia nomear o país do cliente.

Segundo ele, nos últimos dois anos, os carros de combate russos foram testados em vários países do Oriente Médio.

Manturov chefia a delegação russa na exposição de armamentos “IDEX 2017” em Abu Dhabi. Ele ressaltou que uma combinação de características técnicas e de combate permite que a tripulação T-90MS conduzam operações de combate em diversas condições climáticas a qualquer momento, com uma robustez e baixa necessidade de apoio, este teria sido um diferencial da escolha do veículo em detrimento dos modelos ocidentais.
Ideal para o deserto devido as suas características como a massa do carro com munição é estimada em 48 toneladas, com uma tripulação de três homens, o veículo está armado com canhão 125 mm de alma lisa 2A46M-5; e uma metralhadora  PKTM (6P7K) calibre 7,62 mm.
Alcance de detecção de alvo por canal de observação  até 5000 m onde o Comandante possui sistema de visão combinado com TV panorâmica e canais térmicos, um localizador laser, nos ensaios no Kwait o veículo impressionou superando diversos obstáculos  provou ser não apenas mais uma versão do T-90 mas um veículo completamente novo e adaptado para o cenário de conflito que o Oriente médio mergulha desde o levante da dita “primavera Árabe”.


Fotos T-90MS durante testes no Kuwait

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Defesa Defesa Anti Aérea Israel Negócios e serviços Sistemas de Armas Tecnologia

Israel Aerospace Industries e Kalyani Group incorporam uma joint venture na Índia para fabricar sistemas de defesa aérea específicos

 

15 de fevereiro de 2017 – A Israel Aerospace Industries, Ltd. (IAI) e a Kalyani Strategic Systems, Ltd. (KSSL), divisão de defesa do Grupo Kalyani, assinaram um Memorando de Entendimento (MOU) para incorporar uma Joint Venture Company (JVC) na Índia. Como parte do memorando, a IAI e a KSSL têm por meta expandir sua presença no mercado de defesa indiano e desenvolver, promover e fabricar sistemas de defesa aérea específicos, além de munições leves para objetivos especiais.

O memorando foi assinado na feira Aero-Índia em Bangalore, Índia, por Joseph Weiss, presidente e CEO da IAI, e Baba Kalyani, presidente do Grupo Kalyani.

O memorando é o primeiro passo para o estabelecimento de uma joint venture entre as duas empresas. A JVC integrará sistemas de defesa com tecnologia de ponta para o Ministério da Defesa da Índia, conforme a política ‘Make in India’ do governo indiano para incentivar a produção no país.

Joseph Weiss, presidente e CEO da IAI, declara: “Estamos contentes em anunciar o próximo passo de nossa parceria com a Índia, um dos mercados mais importantes da IAI. Essa colaboração reúne a excelência de produção e tecnologia de duas empresas líderes. Esperamos poder continuar, juntamente com nossos parceiros da KSSL, a consolidar nossa presença na Índia e prosseguir nosso vasto trabalho com a política ‘Make in India’ “.

Baba Kalyani, presidente do Grupo Kalyani, declara: “Essa empresa joint venture vai aliar a tecnologia, conhecimento e experiência da IAI como fabricante de produtos originais, e a capacidade de prestígio internacional para design, desenvolvimento e fabricação do Grupo Kalyani. A joint venture proporcionará soluções produzidas localmente em nichos tecnológicos do setor de defesa, avançando assim a iniciativa ‘Make in India’ do governo indiano”.

Boaz Levi, vice-presidente executivo e gerente geral do Grupo Systems, Missiles & Space declara: “A IAI tem relações de longa data com as forças de defesa e a indústria de defesa indianas, e estamos contentes de colaborar com o Grupo Kalyani, uma das empresas líderes da Índia, na exploração de futuras oportunidades para fortalecer ambos os países”.

Rajinder Singh Bhatia, presidente e CEO de Defesa & Aeroespaço do Grupo Kalyani, declara: “A competência de fabricação do Grupo Kalyani se adequa bem para complementar os produtos da IAI em nichos do mercado. Juntos, vamos oferecer as mais avançadas soluções às nossas Forças Armadas”.

 Sobre a Israel Aerospace Industries (IAI):

A IAI Ltd. é a maior empresa aeroespacial e de defesa de Israel, líder em tecnologia e inovação reconhecida mundialmente, especializada no desenvolvimento e manufatura de sistemas de ponta para ar, espaço, mar e terra, além de segurança doméstica e cibernética. Desde 1953, a empresa vem fornecendo soluções de tecnologia avançada para governos e usuários comerciais no mundo inteiro, incluindo: satélites, mísseis, sistemas de armamento e munições, sistemas robóticos e não tripulados, radares, C4ISR e outros. A IAI também desenvolve e produz jatos empresariais e aeroestruturas, presta serviços de revisão e manutenção de aeronaves comerciais, e adapta aeronaves de passageiros para configurações de reabastecimento e carga.

Sobre a Kalyani Strategic Systems, Ltd. (KSSL):

A KSSL é a principal empresa do Kalyani Group, formada para cuidar de iniciativas de negócios no segmento de defesa & aeroespaço, graças à renomada e prestigiada competência do grupo em design, engenharia e fabricação. O Kalyani Group é um conglomerado multinacional com capacidade de prover alta tecnologia, engenharia e manufatura em setores críticos como defesa & aeroespaço, engenharia de aço, automotivo, industrial, energia renovável, infraestrutura urbana e substâncias químicas especiais. Com capacidade para atuação de ponta a ponta e presença global, o grupo tem promovido a política ‘Make in India’ em setores que incluem defesa & aeroespaço.

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BINFAE Infantaria da Aeronautica PÉ DE POEIRA

FAB PÉ DE POEIRA: Infantaria da Aeronáutica atua na operações de Garantia da Lei e da Ordem no RJ

Eles realizam patrulhamentos no município de Niterói

Cem militares de Infantaria da Força Aérea Brasileira (FAB) estão engajados, desde a última quinta-feira (16/02), nas ações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) dentro da Operação Carioca, no Rio de Janeiro. A operação envolve cerca de nove mil militares das Forças Armadas.

O efetivo da FAB é composto por integrantes dos Batalhões de Infantaria da Aeronáutica Especial do Galeão (BINFAE-GL), Afonsos (BINFAE-AF) e Rio de Janeiro (BINFAE-RJ). A área de atuação dos militares compreende a orla marítima do município de Niterói, entre os bairros de Jurujuba e Ingá.

“Entre as ações desenvolvidas estão o policiamento ostensivo, a pé e motorizado, que tem como principal objetivo garantir segurança à população”, explica o Comandante do BINFAE-GL, Major de Infantaria Alexander Setta.

Outras ações – A FAB também está sendo empregada em ações de GLO na cidade de Vitória, no Espírito Santo. Por lá, mais de 100 militares foram para as ruas ajudar a estabilizar a onda de violência decorrente da greve da Polícia Militar do estado. “Quando nós chegamos, encontramos uma população bastante assustada. A cidade deserta e desocupada. Então, é uma satisfação poder ajudar o próximo em um momento tão delicado”, explicou o Comandante da GLO da FAB em Vitória, Tenente-Coronel de Infantaria Jorgeli Almagro.

Outra atuação da FAB foi no Rio Grande do Norte, com o emprego de efetivos de Salvador (BA), Recife (PE) e do contingente do 22º Batalhão de Infantaria da Ala 10, de Natal, durante a “Operação Potiguar II”. Ao longo de 16 dias, entre janeiro e fevereiro, os militares da FAB atuaram não só da capital do estado, mas também na região metropolitana.

Ao todo, foram realizadas mais de 3.800 operações de segurança. Entre elas, mais de 2.600 patrulhamentos a pé, motorizados, aéreos e fluviais; quase 850 pontos estáticos e de segurança; 64 bloqueios de estradas e controle de vias urbanas; 54 ações de reconhecimento; além de apoio às ações dos órgãos estaduais de segurança pública.

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RIO DE JANEIRO: Helicópteros da Polícia Civil estão parados há oito meses.

Três helicópteros da Polícia Civil usados em operações no estado do Rio de Janeiro estão parados há oito meses. Segundo a polícia, apesar dos esforços, falta dinheiro para a manutenção das aeronaves e por isso elas permanecem paradas.

Sem entrar em detalhes, a Polícia Civil diz que aguarda a solução da parte burocrática, administrativa para o retorno da manutenção. Ainda não há previsão para o retorno das aeronaves às operações.

O apoio aéreo é muito importante em várias incursões da polícia em favelas, para capturar criminosos perigosos, principalmente após as operações.

Embora não interfiram diretamente nas investigações, os helicópteros são importantes durante as operações que acontecem posteriormente, por conta da geografia da cidade, que tem muitos morros, ruas apertadas e vielas. Do alto, os policiais têm uma visão melhor para as ações, o que traz mais segurança para a população quanto para os policiais nas operações.

A Polícia Civil do RJ tem três helicópteros. Um deles é blindado e custou R$ 8 milhões. Apesar de o serviço estar parado, na quinta-feira (16) teve uma palestra para servidores da Justiça Federal, explicando como funciona o serviço aéreo da corporação.

Fonte:G1

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Exército investiga militares suspeitos de cobrar propina no Espírito Santo

Corporação se recusou a divulgar a quantidade de militares investigados. Na nota, Exército diz que “não admite condutas que afrontem seus valores”.

O Exército Brasileiro abriu procedimento administrativo para investigar denúncia de que militares teriam cobrado propina para liberar um motorista que foi abordado em um blitz e estava com documento vencido, no Espírito Santo.

A investigação será feita pelo Comando do 15º Regimento de Cavalaria Mecanizado. O Exército se recusou a divulgar a quantidade de militares investigados, se eles estão presos e quais as suas patentes.

“Com a finalidade de apurar as circunstâncias em torno dos fatos citados, envolvendo militares da Força-Tarefa Conjunta Capixaba, foi instaurado um procedimento administrativo, pelo Comando do 15º Regimento de Cavalaria Mecanizado, com sede no Rio de Janeiro/RJ, respeitados os princípios do contraditório e da ampla defesa”, informou nota divulgada pela Força-Tarefa.

Na nota, o Exército afirma que “não admite condutas que afrontem seus valores e princípios, sustentáculos da nossa Força. Reafirmamos o compromisso com a sociedade brasileira em atuar com ética, transparência, dentro da legalidade e com tropas sempre preparadas para cumprir as suas missões”.

Operação Capixaba
As Forças Armadas estão no Espírito Santo com 3.454 militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, além de integrantes da Força Nacional de Segurança Pública (FNSP). Eles ficam no estado até que a Polícia Militar volte ao trabalho definitivamente.

Fonte: G1

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Exército Brasileiro: Primeiras mulheres ingressam na carreira de oficial combatente

Campinas (SP) – Os portões da Escola Preparatória de Cadetes do Exército (EsPCEx) abriram-se, no dia 18 de fevereiro, para a primeira turma com mulheres. No total, 446 jovens entre 16 e 21 anos compõem a turma de 2017, sendo 40 alunas. Todos foram aprovados após uma rigorosa seleção, com exame intelectual, inspeção de saúde e exame de aptidão física, além de uma fase de adaptação. O curso na EsPCEx, que dura 46 semanas, é a etapa inicial da formação dos oficiais combatentes da Força Terrestre. Até o ano passado, essa era uma carreira somente para rapazes.

Após esse período de preparação em Campinas, se obtiverem rendimento satisfatório, os alunos poderão ingressar como cadetes na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN), em Resende (RJ), onde escolherão qual carreira militar seguirão, tendo início, assim, a mais quatro anos de treinamento. As mulheres dessa primeira turma poderão optar entre as áreas de Intendência e Material Bélico.

Antes, as mulheres chegavam ao oficialato, no Exército Brasileiro, exclusivamente a partir de formações universitárias civis, servindo como oficiais temporárias ou como integrantes do Quadro Complementar de Oficiais (QCO), em diversas áreas técnicas, incluindo o Magistério, e do Serviço de Saúde.

Na EsPCEx, rapazes e moças terão a mesma rotina de estudos e práticas, que inclui técnicas militares, como ordem unida, regulamentos e normas do Exército, armamentos, topografia e orientação, idiomas e treinamento físico.

“Nós não temos um pelotão exclusivo de mulheres. Elas estão inseridas nos pelotões, recebendo a mesma educação militar. A diferença é unicamente no treinamento físico: elas fazem os mesmos exercícios, porém os índices para aprovação são diferenciados”, explicou o Comandante do Corpo de Alunos da Escola, Tenente-Coronel Jean Lawand Júnior. “Essas moças estão muito focadas, sabem que vão fazer história e querem fazer história. É nítido o foco, a determinação e a vontade delas. Nós estamos muito orgulhosos”, ressaltou.

Evento emocionante para as famílias

O momento da entrada pelos portões foi testemunhado e registrado com vídeos e fotos pelas famílias. Em seguida, pais, mães, irmãos e amigos vivenciaram outra emoção: a entrega da boina azul-ferrete, que caracteriza os alunos da EsPCEx. Anderson e Jacira Cesário, pais de Vinícius Cesário, 17, estavam atentos para todos os eventos do dia. “A saudade é muito grande, mas eu estou animada e muito orgulhosa dele. Também estou tranquila, porque sinto que ele está sendo bem encaminhado. Sei que ele vai sair daqui uma outra pessoa, bem melhor, por causa da educação que ele vai receber”, disse a mãe.

50 anos da Turma Marechal Mariano da Silva Rondon

A formatura que marcou a entrada de novos alunos na EsPCEx também foi de comemoração pelos 50 anos da turma Marechal Mariano da Silva Rondon. Integrantes do grupo estiveram presentes no evento e entoaram a canção da Escola, acompanhados pelos novos alunos. Em seguida, eles entraram marchando na EsPCEx.

O Comandante do Exército, General de Exército Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, fez parte dessa turma, junto com jovens de várias regiões brasileiras que iniciaram o treinamento para oficial do Exército em 1967. “É um momento especial pra mim e para o Exército. Primeiro, porque minha turma completa, hoje, 50 anos e está aqui com a mesma energia, o mesmo entusiasmo de meninos que éramos quando entramos por esse portão. Segundo, por causa desse processo dinâmico, no qual o Exército se reenergiza a cada turma que entra, e agora com a presença das moças. O Exército sempre correspondeu a um corte vertical da sociedade brasileira e, portanto, nada mais natural que as meninas ingressem, também, no Ensino Militar Bélico”, afirmou o Gen Villas Bôas.

Mulheres no Exército

As mulheres ingressaram oficialmente no Exército Brasileiro em 1943, durante a Segunda Guerra Mundial. A Força Expedicionária Brasileira contou com 73 enfermeiras. Já em 1992, a primeira turma de mulheres foi matriculada na Escola de Administração do Exército, atual Escola de Formação Complementar do Exército (EsFCEx), instituição que forma os oficiais do Quadro Complementar, em Salvador (BA).

O Instituto Militar de Engenharia, no Rio de Janeiro (RJ), teve mulheres integrando as turmas a partir de 1997, para o Quadro de Engenheiros Militares (QEM). No mesmo ano, a Escola de Saúde do Exército (EsSEx), também no Rio de Janeiro, formou a primeira turma de oficiais médicas, dentistas, farmacêuticas.

Fonte: EB