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BINFA CINFAI Infantaria da Aeronautica PÉ DE POEIRA

FAB PÉ DE POEIRA: Unidades de Infantaria da Aeronáutica de São Paulo participam da Operação Capixaba no Espírito Santo.

Cumprindo acionamento operacional determinado pelo Ministério da Defesa, as Unidades de Infantaria da Aeronáutica sediadas na região metropolitana de São Paulo (BINFA-14, BINFA-54 e CINFAI-114) enviaram efetivos para compor as tropas federais que atuam na operação Capixaba ora em andamento no Espírito Santo.

Com o valor de uma Companhia reforçada, o efetivo enviado é composto por mais de 100 militares das três unidades citadas e deverão atuar por tempo indeterminado na operação Capixaba até que seja restabelecida a normalidade da segurança pública no Estado. Os integrantes da tropa da FAB patrulham três bairros (Jardim Camburi, Jardim Penha e Grande Goiabeiras) da grande Vitória e o entorno do aeroporto. Desde o início do acionamento, há sempre um pelotão nas ruas. 

Colaborou Reduto dos Carcarás

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Made in Brazil : Volkswagen Worker 15.180 4×4

História e Desenvolvimento. 

No ano de 1976 a Volkswagen do Brasil inaugurava uma nova planta industrial para a produção da família de veículos BX (Gol/Voyage/Parati/Saveiro) concretizando assim seu parque fabril para a produção de carros, permitindo neste novo cenário estudar o desenvolvimento de sua divisão de caminhões que passaria a operar a partir do ano de 1979, com o estabelecimento de uma fábrica na cidade de Resende no estado do Rio de Janeiro, o primeiro modelo de sucesso foi o VW 6.90, família que viria a tornar a marca referencia nos mercados brasileiro e sul americano.

Em 1989 a Volkswagen iniciou a comercialização de uma nova linha de caminhões leves e desde o ano de 1994, os modelos 7100 e 8140 permitiram a empresa alemã a competir no segmento com motores a partir de 120 cv. Mas sem dúvida um dos artífices da consolidação da marca no mercado sul americano foi o 8150, lançado em 1995 com uma excelente relação de custo benefício. Com dimensões externas compactas o modelo era ideal para transportar cargas leves, além de ser ágil no trafego das grandes cidades, sendo utilizado desta forma em serviços entregas rápidas em centros urbanos, nos quais a pontualidade representa um fator essencial.

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Outro fator apreciado por seus usuários era sua facilidade de condução, devido ao seu reduzido diâmetro de viragem. Sua cabine de nariz chato contribuía para suas dimensões exteriores, que combinada com a boa visibilidade oferecida ao motorista, para os clientes que necessitavam de maior espaço de comprimento de carga, existiam diversas configurações com distancia curta e longa entre eixos, e comprimentos totais que podiam alcançar 7,6 m. Além disso para garantir uma correta mobilidade inclusive sobre terrenos irregulares, a altura livre até o solo era de 19,7 cm.

Em 2003, a Volkswagen implantou diversas melhorias no 8150, novamente em 2005 novas modificações foram implementadas criando uma nova geração denominada como Delivery 8150 que passou a contar com um novo motor adequado a normativa ambiental Euro III, capaz de responder de forma mais rápida e flexível as aplicações, principalmente urbanas, do modelo. No ano de 2007 a família Delivery iria proporcionar a Volkswagen pela primeira vez a liderança no mercado brasileiro com um total de 6.144 unidades licenciadas.

Atualmente os VW Delivery continuam como um dos pilares da série de caminhões leves da Volkswagen do Brasil, que abrange desde o modelo 5150 dotado com um motor Cummins de 3,8 litros com 150 cv de potência, até os modelos 8160, 9160,10160, sendo a linha complementada pelos modelos Worker 8150, 9150 e 10150. A próxima evolução foi baseada na família 15.190, que viria a gerar a versão militarizada atual.

Emprego no Brasil. 

O primeiro contrato de fornecimento da Volkswagen/Man para o Exército Brasileiro  ocorreu no ano de 2007, quando uma encomenda de 14 unidades do modelo VW Worker 15210 4X4  para emprego na Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) quebrou uma hegemonia de quase 50 anos da Mercedes Benz como principal fornecedor das forças armadas brasileiras, esta unidade foi escolhida incialmente por ser a mais próxima das instalações fabris na cidade de Rezende no estado do Rio de Janeiro, facilitando assim o acompanhamento do processo de avaliação do modelo.

A militarização dos veículos foi feita em parceria com a empresa Techno Car Guevel sediada na cidade de Itaquaquecetuba no estado de São Paulo que foi responsável pela implantação de diversas modificações. O processo de avaliação das viaturas envolveu um ano de testes junto ao Centro de Avaliações do Exército (CAEx), no Rio de Janeiro, submetendo os protótipos a percorrer 34.000 km em terrenos arenosos, alagados e com lama, participando ainda de manobras de embarque aéreo e marítimo, transportes de pontes, testes balísticos, conferindo a resistência da cabine a estilhaçamentos , sendo ainda submetido ao emprego de biodiesel em mistura B2, 2% de mistura ao diesel convencional, ao final deste processo o modelo foi homologado pelo Exército Brasileiro, uma vez que tenha atendido a todos os parâmetros exigidos no ROB (requisitos operacionais básicos). 

Com a homologação se seguiram novas encomendas do agora denominado VTNE 4X4 5ton VW Worker 15.210, para emprego nas versões de transporte de carga, tropas, cisterna. A principal diferença da versão civil além da tração 4×4 é a adoção de soluções para que o mesmo ganhasse robustez e altura do solo em relação aos modelos tradicionais, uma destas foi a inclusão de um sub-chassis para receber o agregado de eixo e molas traseiras, com esta solução e outras também importantes o veículo ganhou grandes capacidades no off Road e nas características de travessia de terrenos alagados.

Como prova de fogo, as primeiras unidades operacionais do segundo lote foram destinadas as Forças Brasileiras de Paz alocadas no Haiti, onde o modelo teve a chance de ser o posto a prova em condições reais de uso, atestando assim a decisão acertada do Exército Brasileiro em sua aquisição. Novas aquisições foram feitas nas versões de 2,5 e 5 toneladas, com novas aplicações e versões entre elas o modelo desenvolvido para operações aéreas que são dotados cabine com cobertura de lona e vidro dianteiro rebatível para transporte aéreo em aeronaves C-130 Hercules ou Embraer KC-390.

Os veículos são produzidos na unidade industrial da Man na cidade de Resende no Rio de Janeiro, em um processo e montagem semelhante a um caminhão convencional, no entanto os eixos são reforçados e a suspensão apresenta diferente elevação em relação aos produtos para uso urbano e rodoviário. Em seguida, as unidades passam pelo processo de militarização (realizando pela empresa BMB em instalações anexas a fábrica da Man) para a aplicação de blindagem da cabine e pintura camuflada. Por fim são encaminhados para o processo de beneficiamento, com a aplicação de peças e desenvolvimento de carroceria de acordo com as exigências da encomenda, podendo apresentar cobertura de lona para transporte de soldados ou estrutura para transporte de materiais ou armamentos.  

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O bom desempenho em uso apresentado pelo VTNE 4X4 5ton VW Worker 15.210, gerou a encomendas e novas versões entre elas uma 6X6 representada pelo modelo Constelattion 31320 com capacidade para 10 toneladas, sendo empregado para o reboque de peças de artilharia de alto calibre, transporte de carga e cisterna, o último contrato celebrando em 2013 previu a aquisição de mais 860 unidades , elevando para quase cinco mil unidades de caminhões da MAN/VW em uso junto ao Exército Brasileiro, representando uma renovação de 40% da frota de veículos de transporte, sendo o restante complementado por novos modelos a Mercedes Benz 

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Vídeo: Oshkosh M1120 HEMTT

O caminhão 8×8 M1120 HEMTT (Heavy Expanded Mobility Tactical Truck) é a base da da família HEMTT que equipa o exército norte-americano como principal viatura táctica pesada da força desde o inicio dos anos 90.

A versão A4, é a mais recente derivação desta viatura táctica pesada que foi considerada por muitos como a mais sofisticada viatura de transporte em serviço em qualquer força armada do mundo.

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Artigos Exclusivos do Plano Brasil Defesa IDEX-2017 Navios Negócios e serviços Rússia Sistemas Navais

NAVDEX2017:Vietnã receberá em 2017 duas fragatas Gepard

Em uma entrevista a agência de notícias russas Tass, , Renat Mistakhov diretor-geral do Estaleiro Zelenodolsk afirmou que as duas fragatas Project 11661 Gepard-3.9 construídas para o Vietnã serão entregues em meados de 2017.

O Estaleiro Zelenodolsk construiu as fragatas project 11661 desde 1990. Os navios na classe deslocam 1.500 toneladas e são fortemente armadas para a sua tonelagem, possuindo arma de cano, armas antiaéreos e antissubmarinos e mísseis antinavios e torpedos.

As fragatas são projetadas para a guerra antissubmarina, guerra de superfície  e relativa capacidade antiaérea, Na Marinha do Vietnã elas ainda são  usadas para  patrulhamento e acompanhamento de comboios e proteger as zonas econômicas exclusivas marítimas.

A declaração  foi feita na ocasião da NAVDEX2017, exposição naval que ocorre no âmbito da feira IDEX-2017 em Abu Dhabi.

Segundo Mistakhov, as duas fragatas estão em testes no Mar Negro, uma em testes oficiais e outra no fabricante. O deslocamento para o Vietnã está programado para o meio deste ano.

Mistakhov informou também que a formação de suas tripulações começará no final do primeiro trimestre deste ano. Ele observou que a fragata possui um mercado promissor na região do Ásia-Pacífico.
A Marinha vietnamita já recebeu as duas primeiras Gepard-3,9 em 2011 e encomendou mais duas em 2012 e o Vietnã já declarou a intenção de encomendar mais duas fragatas da classe.

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IDEX-2017

IDEX 2017: Emirados Árabes Unidos confirmam a aquisição de 400 unidades do veículo blindado Rabdan 8×8

Os Emirados Árabes Unidos anunciaram durante a IDEX 2017 a aquisição de 400 unidades do veiculo blindado 8×8 Rabdan. O contrato no valor de 661 milhões de dólares foi assinado com a Al Jasoor Heavy Vehicles Industries uma  joint venture entre a Otokar (Turca) e Tawazun (dos Emirados). Durante a IDEX 2017 no stand da Tawazun estava exposto o primeiro protótipo do veículo configurado como veículo de combate de Infantaria (infantry fighting vehicle ). O mesmo e equipado com um modulo de combate BAKHCHA (mesma torre do IFV BMP-3) equipado com um canhão 2A70 de 100 mm, um canhão  2A72 de 30 mm e uma metralhadora PKT / PKTM  calibre 7,62 mm.

De acordo com informações divulgadas o veículo tem capacidade para transportar 12 militares (incluindo o motorista e o comandante), possui um peso de combate de 30 toneladas. Sua proteção balistica atende ao padrão STANAG nível 4 que protege o veiculo contra calibre 14.5×114mm AP sua proteção contra minas atende a norma STANAG nível 4 a/b.

O veículo e equipado com um motor diesel Caterpillar 12.5 litros  . de 600cv acoplado a uma transmissão automática Allison 4500 com 7 velocidades. fazendo o veículo atingir uma velocidade máxima de 105 km em estradas. O veiculo também possui capacidade anfíbia atingindo 10 km na água.

Com Informações de defence-blog

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Israel testa com sucesso versão melhorada do Iron Dome

O Ministério da Defesa Israelense completou uma série de testes bem sucedidos de uma versão melhorada do sistema de mísseis antiaéreo (contra  foguetes, artilharia e morteiros ) Iron Dome. Foi a primeira avaliação dos novos mísseis interceptores Tamir, que foram desenvolvidos em conjunto com a Agência de Defesa de Mísseis dos Estados Unidos. Várias entidades norte-americanas participaram do processo de modernização do sistema israelense, entre eles o Departamento de Defesa, a Agência de Defesa Antimíssil e a Raytheon.

Os testes foram realizados no sul de Israel, e demonstraram a capacidade dos mísseis interceptores Tamir (que incluem componentes fabricados nos Estados Unidos pela Raytheon) em conformidade com o acordo de  financiamento de mais de US$ 200 milhões firmado em 2014.

O sistema Iron Dome faz parte de um amplo sistema de defesa aérea operado por Israel e projetado para proteger o país de mísseis balísticos, mísseis de cruzeiro, foguetes e outras ameaças aéreas. Porém e um sistema caro pois cada bateria tem um custo de instalação de US$ 50 milhões e cada míssil interceptor Tamir custa na faixa de US$ 40 à 60 mil.

https://youtu.be/EUDAnFCgZ8A