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MERCADO DE BLINDADOS: Turquia assina contrato com a FNSS para o desenvolvimento de um novo veiculo blindado de assalto anfíbio.

A empresa Turca de Defesa FNSS Savunma desenvolverá um novo veículo de assalto anfíbio denominado ZAHA (Zırhlı Amfibi Hücum Aracı que em tradução literal seria veículo blindado de assalto anfíbio) para equipar o novo navio de assalto anfíbio TCG Anadolu em apoio a Brigada Anfíbia da Marinha Turca (Amfibi Deniz Piyade Tugayı).

De acordo com a subsecretaria das Industrias de Defesa órgão ligado ao Ministério da Defesa a Turquia concedeu um contrato a FNSS Savunma para o desenvolvimento e construção de 23 exemplares da variante de assalto anfíbio, 2 exemplares da variante posto de comando e 2 exemplares da versão de socorro.

Os novos veículos serão usados em operações anfíbias para realizar o transporte de fuzileiros dos navios para as praias . Segundo informações o novo veículo anfíbio sera baseado no AFV Kaplan também desenvolvido pela  FNSS Savunma afim de reduzir os custos e o tempo de desenvolvimento.

Com Informações de Defence Blog

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Russian Navy Aircraft Carrier – Admiral Kuznetsov

O Porta-aviões Almirante Kuznetsov foi construído inicialmente para a Marinha Soviética para ser o líder de sua classe, mas ele foi o único do seu tipo construído, o outro, o antigo Varyag, nunca foi comissionado e acabou sendo vendido para a Marinha da China pela Ucrânia, sob a condição de que este nunca seria usado em combate.

O Kuznetsov, originalmente Riga, foi nomeado assim em honra ao antigo Comandante-em-Chefe da Marinha Russa, o Almirante Nikolai Gerasimovich Kuznetsov (1904-1974).

 

Recentemente, o Porta-aviões Almirante Kuznetsov teve participação ativa em combates com o seu grupo de ataque aéreo na Síria em uma grande operação de ataques maciços contra o Estado Islâmico e Frente de Conquista do Levante (antiga Al Nusra) nas províncias sírias. Pela primeira vez na história, o único porta-aviões das Forças Armadas da Rússia entrou em ação de combate.

Edição: konner@planobrazil.com

 

 

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Irã apresenta helicóptero ‘Saba 248’

Seu novo helicóptero opera na categoria leve/médio e possui oito lugares. O Ministério da Defesa iraniano projetou e fabricou o aparelho que é multifuncional, podendo ser utilizado tanto no meio civil quanto no militar.

Entre suas características, destacam-se a integração de novas tecnologias para navegação, baixo ruído e vibração, bem como a capacidade de operar em altas temperaturas, em torno de  55 ℃. 

O helicóptero Saba 248, pode ser oferecido a um preço competitivo para o mercado internacional, especialmente países muçulmanos, disse o chefe da Defesa iraniano.

 

Edição: konner@planobrazil.com

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EUA começam instalação de sistema antimísseis na Coreia do Sul após teste da Coreia Norte

Os Estados Unidos começaram as movimentações nesta terça-feira para instalar os primeiros elementos de um avançado sistema de defesa antimísseis na Coreia do Sul, depois que a Coreia do Norte lançou quatro mísseis balísticos em um teste, informou o Comando dos EUA no Pacífico, apesar da firme oposição da China.

O anúncio foi feito enquanto a mídia estatal norte-coreana dizia que o líder do país, Kim Jong Un, havia supervisionado pessoalmente os lançamentos de segunda-feira de uma instalação militar que está posicionada de forma a atacar bases dos EUA no Japão, ampliando as ameaças contra Washington no momento em que tropas norte-americanas realizam exercícios militares conjuntos com a Coreia do Sul.

“Ações provocativas contínuas da Coreia do Norte, incluindo o lançamento ontem de múltiplos mísseis, apenas confirmam a prudência da decisão de nossa aliança no ano passado de instalar o Thaad na Coreia do Sul”, disse o comandante dos EUA no Pacífico, almirante Harry Harris, em comunicado, fazendo referência ao sistema antimísseis Terminal de Defesa Aérea de Alta Altitude (Thaad, na sigla em inglês).

A medida dos EUA deve ampliar as tensões entre Coreia do Sul e China, que diz que a instalação do Thaad destrói o equilíbrio da segurança regional.

Os quatro mísseis balísticos lançados pela Coreia do Norte caíram no mar na direção da costa noroeste do Japão, despertando reações indignadas de Seul e Tóquio, dias após o regime de Pyongyang ter prometido retaliar pelos exercícios militares de EUA e Coreia do Sul, que a Coreia do Norte considera ser uma preparação para guerra.

O presidente dos EUA, Donald Trump, e o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, conversaram sobre o lançamento dos mísseis durante um telefonema. Trump também conversou com o presidente interino da Coreia do Sul, Hwang Kyo-ahn.

James Pearson / Ju-min Park

Imagem: Lockheed Martin – Sistema de defesa antimísseis da área de alta altitude (THAAD)

Fonte: Reuters

Heritage Foundation/Amanda Macias/Business Insider

  • Dependendo da localização da THAAD na Coréia do Sul, o sistema é capaz de combater quase todos os mísseis balísticos de curto e médio alcance da Coréia do Norte usando a letalidade “hit to kill”.

Edição: konner@planobrazil.com

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Trump: “EUA querem paz, mas entrarão em guerras para vencer”

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que dotará as Forças Armadas de recursos necessários para manter a paz, mas, em caso de guerra, o país entrará em um conflito apenas para vencer.

“Vamos dar às nossas Forças Armadas as ferramentas que elas precisam para prevenir a guerra. Caso necessário, lutaremos em guerras com um único fim. Sabem qual é? Vencer e vencer”, afirmou Trump em discurso a bordo do porta-aviões de propulsão nuclear Gerald R. Ford no estaleiro de Newport News, na Virgínia.

Trump aproveitou o palco do mais moderno porta-aviões da frota americana, que entrará em operação neste ano, para apresentar, sem dar detalhes, o plano batizado de “grande renascimento” militar.

Foto: U.S. Navy – Gerald R. Ford (CVN 78)

O discurso do presidente ocorre depois de a Casa Branca anunciar que pedirá ao Congresso um aumento de 10% do orçamento militar para o próximo ano fiscal, equivalente a US$ 54 bilhões, com o objetivo de elevar o número de tropas e arsenais.

“Os navios americanos navegarão os mares. Os aviões americanos cortarão os céus, e os trabalhadores americanos construirão nossas frotas”, disse o presidente para militares e trabalhadores do estaleiro que trabalharam na construção do Gerald R. Ford, uma fortaleza flutuante que custou US$ 13 bilhões.

Trump disse que vai negociar os preços mais baixos para armamento, aviões e navios de guerra com o objetivo de ampliar o arsenal dos EUA a um nível histórico para um tempo de paz.

Entre outras coisas, o presidente prometeu que os EUA terão 12 porta-aviões, número maior do que os dez atuais, algo que tem como objetivo a colocar a frota naval americana no patamar de 1998.

O republicano ressaltou que o Gerald R. Ford, o último porta-aviões da classe Nimitz, com uma tripulação de 4 mil pessoas, ajudará a “projetar poder em terras distantes”.

“Esperemos que não tenhamos que usá-lo, mas, se tivermos, os inimigos terão um problema”, completou Trump.

Foto: Reuters – Donald Trump

EFE

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: Terra

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China anuncia menor investimento em gastos militares em sete anos

A China optou por não imitar o exemplo dos Estados Unidos em matéria de gasto militar. Seu orçamento de Defesa crescerá 7% em 2017, conforme anunciou porta-voz. É o menor aumento em sete anos e o segundo, nesse período, que fica abaixo dos 10%.

O anúncio, na véspera da inauguração da sessão anual da Assembleia Nacional Popular (ANP) – organismo equivalente ao Parlamento chinês –, ocorre poucos dias após a Casa Branca divulgar uma alta de 10% no orçamento do Pentágono. Se o Congresso dos EUA aceitar, os gastos de Defesa da maior potência militar do planeta superariam os 600 bilhões de dólares (1,86 trilhão de reais).

A China, segundo país do mundo em investimentos militares, ainda está longe de alcançar essa quantia. Ano passado, seus gastos chegaram a 953 bilhões de iuanes (cerca de 432 bilhões de reais). Com o aumento anunciado neste sábado, o montante ficaria em torno de 1,02 trilhões de iuanes (cerca de 460 bilhões de reais). Segundo Fu Ying, porta-voz da Assembleia Nacional Popular, esse dinheiro representará 1,3% do PIB do país.

Em 2016, o orçamento militar chinês cresceu 7,6%, na primeira vez em que o aumento ficou abaixo dos 10% desde 2010. Em 2015, o crescimento havia sido de 10,1%.

Ainda assim, os analistas acreditam que o orçamento oficial não inclua todo o gasto real em Defesa. O Instituto Internacional de Pesquisas para a Paz de Estocolmo (Sipri) calcula que, em 2015, a potência asiática destinou 214,5 bilhões de dólares (663 bilhões de reais) para o setor, ou 1,9% do PIB.

Desde 2015, a China realiza uma profunda reforma para melhorar a eficiência das Forças Armadas. As medidas incluem a demissão de 300.000 dos 2,3 milhões de militares, a reestruturação dos cargos de comando – dezenas de altos oficiais foram detidos por corrupção – e o investimento em tecnologia de ponta, especialmente para a Marinha e a Força Aérea.

O sucessivo crescimento dos gastos militares da China desperta nervosismo em alguns países vizinhos, ante a crescente firmeza com a qual o gigante asiático reivindica a soberania de ilhas em disputa nos mares a leste a ao sul. Num desses arquipélagos, Spratly, o Governo chinês construiu uma série de ilhas artificiais nas quais instalou, segundo analistas norte-americanos, sistemas defensivos que incluem baterias antimísseis.

Fu não deu importância a essas críticas. “Houve muitos conflitos na última década, inclusive guerras no mundo todo, que deixaram inúmeras vítimas e danos materiais, além de muitos refugiados que perderam tudo. Qual deles foi causado pela China?”, disse.

O sucessivo crescimento dos gastos militares da China desperta nervosismo em alguns países vizinhos

A porta-voz não detalhou o valor exato dos recursos destinados à Defesa. O anúncio oficial será feito pelo primeiro-ministro chinês, Li Keqiang, no discurso de abertura da ANP. Keqiang também revelará a meta de crescimento econômico para este ano. Espera-se que fique em torno de 6,5%. Em 2016, o crescimento foi de 6,7%, o menor em 26 anos.

A sessão anual da ANP tem um significado especial este ano. Habitualmente, é um evento com pouca relevância prática apesar da impressionante organização, com toda a pompa histórica comunista: no Grande Salão do Grande Palácio do Povo, cerca de 3.000 delegados, vestidos com terno e gravata quase idênticos ou com exóticas roupas regionais, reúnem-se para aplaudir os líderes e aprovar, com pouco ou nenhum debate, as leis propostas pelo regime.

Mas a sessão deste ano é a última realizada antes que o Partido Comunista – a verdadeira entidade de poder – comemore o seu 19o Congresso Quinquenal, no próximo outono boreal, quando será renovada a maior parte de seus dirigentes. Dos sete membros do Comitê Permanente, o maior órgão de poder, só permanecerão o presidente chinês, Xi Jinping, e Li Keqiang. Ao longo dos dez dias de sessão, os representantes dos diversos grupos de poder tentarão obter as melhores posições possíveis nessa transição.

Algumas das mudanças já começaram. Há duas semanas, Pequim anunciou uma nova equipe econômica que inclui o ministro do Comércio, Zhang Shan, além de He Lifeng, um dos homens de confiança de Xi Jinping, no comando da influente Comissão Nacional de Reforma e Desenvolvimento.

Não se esperam anúncios de medidas radicais ou polêmicas. Com a grande reunião quinquenal na mente de Xi e dos demais líderes, o regime vai preferir a estabilidade, especialmente a econômica, a qualquer outra premissa. Nesta semana, num encontro com a Comissão de Assuntos Econômicos e Financeiros, Xi destacou, entre as prioridades deste ano, a redução no excesso de capacidade da indústria pesada, o fortalecimento da regulação financeira e o esfriamento do mercado imobiliário.

MACARENA VIDAL LIY

Foto: EFE – Desfile militar na praça da Paz Celestial (Tiananmen), em Pequim.

Edição: konner@planobrazil.com

 Fonte: El País