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Brasil: Programa Estratégico de Sistemas Espaciais (PESE)

LAAD 2017

Entre os projetos da FAB presentes na 11ª edição da LAAD está o Programa Estratégico de Sistemas Espaciais (PESE), que prevê desde a implantação de uma constelação de satélites para atender a diversas demandas da nação brasileira até a infraestrutura de controle e de operação.

 

https://www.youtube.com/watch?v=JarkX_27bzk

Imagem: O PESE e a interação com os diversos programas estratégicos como o SISFRON e SisGAAz / Arte – FAB

Fonte: Portal FAB

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DefesaNet bJúlio Ottoboni: Brasil deve fechar parceria integral no setor espacial com os EUA

http://www.planobrazil.com/exclusivo-governo-cria-grupo-interministerial-para-tentar-reimpulsionar-os-programas-do-setor-espacial-coordenacao-fica-com-a-defesa/

Edição: konner@planobrazil.com

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O DIA QUE OS RUSSOS ESPIONARAM A BARREIRA DO INFERNO

UM DESCONHECIDO EPISÓDIO DA GUERRA FRIA EM ÁGUAS POTIGUARES

Autor – Rostand Medeiros

Ouve um tempo em que Natal olhava para o céu e via interessantes rastros espiralados de fumaça branca, que às vezes marcava grandes extensões do firmamento. Era a época em que Natal ficou conhecida como “Capital Espacial do Brasil”, termo irradiado entusiasticamente pelas rádios locais para mostrar a importância do Centro de Lançamento de Foguetes da Barreira do Inferno, na época um local único no país.

Era a década de setenta do século passado, período em que nosso país vivia um período difícil, fechado e o mundo estava em plena Guerra Fria, se mantendo em permanente estado de tensão, sempre com o medo presente de uma hecatombe nuclear entre os americanos e os russos soviéticos. Este conflito ideológico era distante de nossa realidade e não dávamos a mínima atenção.

Mas houve um dia os soviéticos decidiram espionar a nossa Barreira do Inferno.

Natal – RN, 11/02/2011. Centro de Lancamento da Barreira do Inferno. Foto: Ichiro Guerra/PR.

Natal Soltando Foguetão

A história da implantação do Centro de Lançamento de Foguetes da Barreira do Inferno confunde-se com a história do inicio das atividades espaciais no Brasil.

A ideia de o Brasil galgar o espaço exterior tem início com o próprio desenvolvimento dos processos tecnológicos de lançamento de foguetes pelos países vencedores da Segunda Guerra Mundial. A ideia de ficar para trás neste novo desenvolvimento tecnológico não passava na cabeça de algumas pessoas inteligentes que havia em nosso país naquela época. Logo com a criação de instituições como o Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) em 1950 e o surgimento do Centro Técnico de Aeronáutica, hoje o Centro Técnico Aeroespacial (CTA), como órgão científico e técnico do Ministério da Aeronáutica apontava para a necessidade do desenvolvimento de um projeto de programa espacial brasileiro.

Mas como bem sabemos, no governo brasileiro aqueles que têm ideias interessantes, têm proporcionalmente grandes dificuldades no desenvolvimento de seus projetos por conviverem com medíocres e carreiristas de plantão, que não sabem perceber no presente as necessidades do futuro.

Mas como também sempre ocorre no nosso país, só após termos visto que estrangeiros dão importância a uma determinada coisa, é que iniciamos as mesmas atividades.

Muitos artefatos disparados em cabo Canaveral, eram monitorados pela estação de Fernando de Noronha – Fonte – NASA

Em 1956 os Estados Unidos chamaram o governo brasileiro para participar como parceiro na criação  de uma estação de rastreio de veículos espaciais no Arquipélago de Fernando de Noronha. Ali deveriam acompanhar a trajetória dos artefatos lançados em Cabo Canaveral, na Flórida.

Vendo que não poderia deixar de participar do desenvolvimento aeroespacial que acontecia no mundo, o governo brasileiro decidiu construir uma base de lançamento de foguetes. A princípio foram escolhidos três locais no Nordeste para a sua instalação: Fernando de Noronha, Aracati (Ceará) e a região próxima a praia de Ponta Negra. Após uma análise, decidiu-se que Ponta Negra era o local ideal.

Em 05 de outubro de 1964 teve início a construção das primeiras edificações do centro de lançamento. Recordo de uma antiga reportagem de um jornal local, que até mesmo grupos de presidiários de bom comportamento foram utilizados na construção da estrada de acesso a base. Oficialmente a base foi primeiramente denominada Campo de Lançamento de Foguetes de Ponta Negra, mas depois receberia a denominação de Centro de Lançamento de Foguetes da Barreira do Inferno.

Esta era uma área pouco frequentada por pescadores, pela existência de uma grande falésia de arenito, muitas pedras e forte correnteza que não ajudava em nada a navegação das pequenas jangadas dos pescadores da vila de Ponta Negra.

Um recente lançamento na Barreira do Inferno

Em 15 de dezembro de 1965 ocorreu o primeiro lançamento de um foguete na Barreira do Inferno. Foi um foguete americano de dois estágios NIKE-APACHE, fruto de uma nova cooperação entre o Brasil e os Estados Unidos, com a participação de técnicos da NASA.

Logo um foguetório de fazer inveja em festa de São João era visto nos céus potiguares. Chegou um momento que de tão comuns, os rastros dos foguetes já nem chamavam mais a atenção das pessoas na cidade. De toda maneira o espetáculo enchia de orgulho o povo de nossa terra, sendo referência no Brasil. Até o grande sanfoneiro Luiz Gonzaga colocou na sua música “Nordeste prá frente“ o seguinte refão;

“Caruaru tem sua universidade

Campina Grande tem até televisão

Jaboatão fabrica jipe à vontade

lá de Natal já tá subindo foguetão…”

Participação Estrangeira

Por sua localização no Nordeste do Brasil, próximo a linha do Equador e suas instalações, a Barreira do Inferno começou a chamar a atenção dos centros de desenvolvimento espacial espalhados pelo mundo afora. Vários projetos internacionais foram firmados entre o nosso país, estados e centro de pesquisa estrangeira. A NASA e o Max Plank Institute, da então República Federal da Alemanha, se tornaram utilizadores habituais das instalações da Barreira do Inferno e seus cientistas eram clientes comuns do novo hotel dos Reis Magos, na praia do Meio.

Foguetes tipo Nike-Ajax, Nike-Cajun, Nike-Iroquois, Javelin, Aerobee e outros eram aqui lançados. De dezembro de 1965 a março de 1972 a Barreira do Inferno já havia disparado um total de 381 foguetes. O lançamento de número 382 estava previsto para ocorrer no dia 7 de março de 1972, onde um modelo Black Brant 5C, fabricado pela empresa canadense Bristol Aerospace e vendido para os alemães desenvolverem seus projetos de pesquisa espacial, subiria a partir da Barreira do Inferno.

Esta operação era parte do Projeto Aeros, onde o custo de 1 milhão de dólares do disparo era totalmente financiado pelo estado germânico e trazia algumas novidades em relação aos lançamentos anteriores. A sua carga útil de componentes eletrônicos de medição, pesando 98 quilos, seria recuperada a cerca de 145 milhas náuticas (268 km) de distância da base, o Black Brant 5C atingiria a altitude máxima de 230 km e após o fim de combustível cairia livremente até 4.500 metros de altitude, quando seria acionado seus paraquedas e a carga cairia tranquilamente no oceano. Essa carga seria recuperada com o trabalho conjunto de uma corveta do Grupamento Naval do Nordeste da Marinha do Brasil e dois helicópteros SAR da FAB – Força Aérea Brasileira. Até então eram normalmente eram disparados foguetes cuja área de recuperação de sua carga útil atingia em média de 40 milhas náuticas (74 km) e metade da altitude. Diante da situação a FAB e a Marinha criaram uma área de exclusão ao redor da Barreira do Inferno de 60 milhas náuticas (111 km), onde todo o tráfego aéreo e marítimo foi expressamente proibido por razões de segurança.

Durante a operação a corveta da Marinha ficaria permanentemente em alto mar e caberia também a sua tripulação a missão de informar a Barreira do Inferno, cinco horas antes do lançamento, as condições  do tempo, velocidade do vento, visibilidade e cobertura de nuvens. Ainda em relação a meteorologia o monitoramento também era realizado pelo então Centro Meteorológico do Instituto de Atividades Espaciais, com sede em São José dos Campos, São Paulo, que utilizava informações vindas do satélite ESSA-8. Todo este cuidado era importante, pois naquele início de março de 1972 estava ocorrendo algumas chuvas na costa potiguar.

O evento era coberto de extrema segurança e contava com a presença até do então Ministro da Aeronáutica, o brigadeiro Araripe Macedo, toda a cúpula da FAB, do setor técnico aeroespacial brasileiro e do pessoal diplomático e técnico alemão.

P-15 da FAB

Para manter a cobertura área segura a FAB disponibilizou duas aeronaves de patrulha Lockheed  P-15 Neptune, pertencentes ao Primeiro Esquadrão do Sétimo Grupo de Aviação (1º/7º GAv), o conhecido Esquadrão Orungan, sediado em Salvador, na Bahia.

E foram os membros deste esquadrão que localizaram em alto mar, às dez horas da manhã do dia 1 de março, um penetra no foguetório teuto-brasileiro.

O Intruso Vermelho

As aeronaves de patrulha da FAB eram equipadas com potentes radares de busca, podiam voar horas sobre o mar e segundo os jornais da época teriam detectado um forte sinal que aparentava ser de um navio de grande porte, agindo de maneira suspeita em águas territoriais brasileiras. Prontamente eles foram investigar.

Navio Cosmonauta Iuri Gagarin

Os tripulantes se depararam com um grande navio pintado em cor clara, equipado com enormes antenas parabólicas, navegando lentamente a cerca de 144 milhas náuticas (266 km) da costa de Natal. Os dados mostraram que o tal navio estava 56 milhas náuticas (103 km) dentro de águas territoriais brasileiras, em clara violação segundo as leis brasileiras.

Vale frisar que nesta época a União Soviética não reconhecia o mar territorial brasileiro como tendo 200 milhas náuticas. O decreto ampliando a nossa faixa marítima havia sido instituído apenas em 1970 e além dos soviéticos os arquivos do Itamaraty registram notas de protesto, ou de não reconhecimento, ou de reservas quanto ao ato unilateral de ampliação do mar territorial, vindos da Bélgica, Estados Unidos, Finlândia, França, Grécia, Japão, Noruega, Reino Unido, República Federal da Alemanha e Suécia.

Mas para os aviadores do P-15 Neptune, os soviéticos e seu grande navio estavam sim em nossas águas territoriais e, ou caiam fora, ou poderiam sofrer alguma consequência. E aquele não era um naviozinho qualquer, era o grande e recém-lançado navio soviético de monitoramento espacial Cosmonauta Iuri Gagarin.

Um verdadeiro monstro com 230 metros de comprimento, autonomia de 24.000 milhas náuticas (44.448 km) e uma tripulação de 180 pessoas, onde entre estes haviam os mais especializados técnicos de monitoramento e rastreamento eletrônico da extinta União Soviética. Em operação desde dezembro de 1971, a silhueta do navio Cosmonauta Iuri Gagarin se caracterizava pela existência de quatro grandes antenas parabólicas e elas serviam para monitorar tudo que fosse interessante e relativo a área espacial produzido pelos países ocidentais.

O Iuri Gagarin e sua inconfudível silhueta

Apesar de vivermos o período de extrema censura jornalística durante a ditadura militar brasileira, o interessante neste caso foi que os militares não negaram aos jornais praticamente nenhuma informação sobre a presença deste “intruso vermelho” em nossas águas. Desejavam mostrar que as nossas Forças Armadas estavam atentas a movimentação daquele barco carregado de alta tecnologia russa e em clara missão de espionagem tecnológica.

E não podemos negar que o pessoal do Esquadrão Orungan estava realizando corretamente seu trabalho. Segundo o então comandante da operação de lançamento do foguete Black Brant 5C, o coronel aviador Paulo Henrique Correia do Amarante, não havia dúvidas que o navio Cosmonauta Iuri Gagarin estava no mar territorial brasileiro para monitorar e rastrear o lançamento do foguete adquirido pelos alemães.

Ele afirmou que após a localização visual do navio, ocorreu uma primeira passagem para fotografias e depois os P-15 Neptune da FAB realizaram voos rasantes “raspando as antenas e o mastro do navio soviético”. A tripulação do Iuri Gagarin prontamente acelerou as máquinas e deslocou a nave para fora de nossas águas territoriais, em uma direção que o conduzia a região do Arquipélago de Fernando de Noronha. O coronel Paulo Henrique chegou mesmo a apresentar fotografias do navio espião à imprensa.

Foi divulgado que no dia 6 de março os P-15 Neptune retornaram a missão de buscas ao navio Cosmonauta Iuri Gagarin, em uma operação que durou mais de cinco horas, alcançando uma área de 900 milhas náuticas de patrulha, incluindo Fernando de Noronha. Foi utilizado constante busca por radar, foram levados cinegrafistas para registar a presença da nave, mas o grande navio não voltou a ser localizado.

Para os militares brasileiros o lançamento do foguete Black Brant 5C e a parceria teuto-brasileira não tinha nada de secreto. Tanto que as atividades na Barreira do Inferno eram amplamente divulgadas, até como forma de mostrar que o governo militar era atuante e tecnologicamente moderno. Deduziu-se que a presença do navio Cosmonauta Iuri Gagarin, violando as novas águas territoriais brasileiros e arriscando um possível problema diplomático, era um claro aviso aos alemães que os soviéticos estavam plenamente atentos as suas atividades aeroespaciais, ocorressem elas onde ocorressem.

Esta situação de bisbilhotagem eletrônica entre a extinta União Soviética e os países ocidentais eram ações mais do que corriqueiras durante a chamada Guerra Fria. Eles se xeretavam mutuamente na tentativa de descobrir os avanços tecnológicos dos inimigos e muitas vezes estas ações serviam para mostrar ao adversário que o outro lado estava atento e alerta.

Nós brasileiros é que não estávamos acostumados com este tipo de coisa.

E a Visita das Baleias

Serguei Mikhailov, o então embaixador soviético no Brasil na época negou qualquer declaração por parte daquela representação diplomática e não sei se o Itamaraty chegou a emitir alguma nota de desagravo. desconheço se o caso teve maiores desdobramentos diplomático.

Apesar de alguns atrasos devido à chuva, exatamente as 7h32m53s da manhã do dia 8 de março de 1972 o foguete Black Brant 5C foi lançado da Barreira do Inferno em direção ao sol.

O artefato alcançou 230 km de altitude e precisamente 10 minutos e 15 segundos após o lançamento a sua carga útil de equipamentos eletrônicos de medição tocou o Oceano Atlântico a 15 milhas náuticas (28 km) da corveta da Marinha. Já os P-15 Neptune da FAB localizaram visualmente a cápsula no mar e apoiaram a chegada do navio da marinha brasileira.

Os militares da FAB não avistaram o navio Cosmonauta Iuri Gagarin, mas informaram que foram visualizadas duas graciosas e grandes baleias próximas ao artefato aeroespacial. Consta que os cetáceos se mostraram completamente indiferentes com a presença humana no seu território, com as tolas diferenças ideológicas dos homens e com seus brinquedinhos tecnológicos.

Fontes : TOK de HISTÓRIA

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VÍDEO: Antonov AN-132D realiza primeiro voo

O programa AN-132 surge para substituir as aeronaves  AN-26, AN-32 e outras aeronaves de transporte ligeiro, onde esta, poderá transportar cargas com mais de 9 toneladas em missões de curto-médio alcance. Além disso, o AN-132 poderá realizar entrega de cargas com plataformas de lançamento com paraquedas e lançamento de paraquedistas, bem como, transporte de pessoas feridas em situações de emergência.

O programa Antonov AN-132  está a ser desenvolvido em conjunto com o Centro Nacional para Ciência & Tecnologia da Arábia Saudita e a Tania Aeronautics Co., e envolve parceiros como a Pratt &Whitney, General Electric, Honeywell, Liebherr e Hamilton Sundstrand.

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=RB3yYVKqPOs[/embedyt]

 

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Aeronáutica realiza primeiro Portões Abertos da Solidariedade no IV COMAR.

Sugestão Júlio Ribeiro

Em comemoração ao 75º aniversário do Quarto Comando Aéreo Regional (IV COMAR), no dia 1º de abril, a Força Aérea Brasileira (FAB) realiza o primeiro Portões Abertos da Solidariedade no COMAR. O evento será gratuito e aberto ao público, das 9h às 16h, nas dependências da unidade.

Durante todo o dia, serão realizadas diversas atividades, como exposições de aeronaves, viaturas, motocicletas, rádios amadores e artigos militares, recreação infantil, apresentações militares e de canil, apresentação da banda militar da ALA 13 (antiga Base Aérea de São Paulo), da banda Beatles Cover, oficinas de beleza, de esportes, workshops, entre outras atividades.

O IV COMAR também vai abrir os portões durante toda a semana para receber a comunidade do bairro do Ipiranga e adjacências. Os festejos começaram no dia 27 com a realização da cerimônia militar comemorativa ao 75º aniversário do IV COMAR e, a partir dessa terça-feira (28), serão promovidas atividades com participação de crianças, adolescentes e da terceira idade de diversas instituições.

No sábado (1/4), os portões do COMAR estarão abertos a todo público interessado em conhecer mais sobre a Força Aérea Brasileira e sua história.

Portões Abertos da Solidariedade do Quarto Comando Aéreo Regional (IV COMAR)
Data: 1º de abril de 2017.
Horário: das 9h às 16h.
Local: Av. D. Pedro I, nº 100. Bairro do Cambuci.

Programação:
9h: Culto Ecumênico, Massoterapia, Oficina de Beleza
10h: Airsoft, Apresentação Militar do Grupo Elite Especialista
11h: Apresentação de Banda da Aeronáutica
13h: Apresentação Canil, Apresentação de Banda da Aeronáutica
14h30: Apresentação da Banda Beatles Cover
16h: Encerramento

Durante todo o dia haverá recreação infantil, shows de mágica e exposições de helicópteros, motores de aeronaves, motocicletas, viaturas; exposição de rádios amadores e artigos militares. Haverá praça de alimentação no local.

Informações pela Assessoria de Comunicação Social do COMAR 4.

Fonte: aeroin

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CADETES REPRESENTAM O EXÉRCITO BRASILEIRO NO CHILE

Santiago (Chile) – Entre os dias 8 e 19 de março, nas cidades de Santiago e Pichicuy, no Chile, o Exército Brasileiro, representado por uma equipe formada por oito cadetes da Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN) e duas alunas do Instituto Militar de Engenharia (IME), participou da 1ª Competição Internacional de Patrulhas, organizada pela Escuela Militar Bernardo O’Higgins Riquelme, congênere da AMAN no Exército do Chile, em comemoração ao seu Bicentenário.

Após três dias de instruções preliminares, a competição iniciou-se em 13 de março, com um percurso de aproximadamente 50 km com diversas oficinas, que visaram medir as habilidades básicas de combate, a resolução de problemas, a destreza física, a liderança e o trabalho em equipe.

Mais de 140 cadetes competiram, além da equipe brasileira, dentre representantes de academias militares de diversos países, como Argentina, Chile, China, Colômbia, El Salvador, Estados Unidos, Honduras, México e Reino Unido. O evento propiciou a oportunidade de intercâmbio profissional e cultural, além de prover o estreitamento de laços de amizade entre militares de países amigos.

Ao término da competição, a equipe brasileira classificou-se na 7ª colocação, dentre 14 equipes participantes.

Fonte: AMAN

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NDCC “Garcia D’Ávila” apoia adestramentos da Divisão Anfíbia

Desembarque por rede de transbordo

No mês de março, o Navio de Desembarque de Carros de Combate “Garcia D`Ávila” realizou apoio à Divisão Anfíbia em adestramentos realizados na ilha da Marambaia, no Rio de Janeiro (RJ).

A missão teve sua primeira etapa iniciada no dia 9, com o embarque e o transporte da primeira turma do 1° Batalhão de Infantaria do Corpo de Fuzileiros Navais para o local do adestramento.

A segunda etapa, ocorrida entre os dias 18 e 20 de março, contou com os carros lagarta anfíbio e houve a substituição da primeira pela segunda turma de Fuzileiros. Nesse período, os militares tiveram contato com a vida a bordo e realizaram o desembarque por rede de transbordo, com apoio da Embarcação de Desembarque de Carga Geral “Marambaia”, além de adestramentos em terra.

Carro lagarta anfíbio

A operação estreitou o relacionamento entre os navios do Esquadrão de Apoio e a tropa de Fuzileiros Navais e implementa o adestramento para a realização do desembarque anfíbio, fundamental para a projeção de poder sobre terra, uma das principais tarefas básicas do Poder Naval.

Fonte: MB

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China Realiza Grande Exercício de Assalto Anfíbio.

A China realizou no final de Março um grande exercício anfíbio que teve como objetivo simular a tomada de uma parte do território inimigo por meio de um Assalto Anfíbio. Os navios da marinha lançaram ao mar os meios anfíbios, que num primeiro momento realizaram a conquista de objetivos próximos ao litoral e posteriormente seguiram em direção ao interior para conquista dos demais objetivos realizando a consolidação da Cabeça de Praia (CP). 

O exercício é importante para a Marinha Chinesa e principalmente para o Corpo de Fuzileiros Navais por incluir todas as fases de uma Operação Anfíbia: planejamento, embarque, ensaio, travessia, e assalto. O exercício teve a participação de cerca de mil militares e contou com os navios de desembarque anfíbio  Jinggang Shan (999) e  Kunlun Shan 9998) ambos da classe Yuzhao (Type-71) .

Além do Type-71, participaram da operação os Hovercraft type 726 ( classe Yuyi). As operações aéreas ficaram a cargo das aeronaves de asa rotativa  Changhe Z-8. O Corpo de Fuzileiros Navais da China (People’s Liberation Army Navy Marine Corps – PLAMC) esta passando por um momento de reestruturação e expansão de seu efetivo.

O objetivo dessa expansão é tornar o Corpo de Fuzileiros Navais da China uma força expedicionária de espectro completo como o Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos  que irá aumentar consideravelmente a capacidade da China para projetar o poder no exterior.

Com informações de China Defense

Algumas imagens são ilustrativas