Categories
Uncategorized

Polícia Militar do Paraná (PMPR) recebe mais um lote de fuzis IMBEL IA2 calibre 5.56×45mm

Cinco fuzis calibres 556 e uma metralhadora devem ser usados na segurança de quatro municípios da região, diz PM. Grupo arrecadou R$ 38 mil.

Por RPC Guarapuava

Moradores e empresários de Laranjeiras do Sul, no Centro do Paraná, fizeram uma “vaquinha” de R$ 38 mil para comprar armas para a Polícia Militar (PM) de quatro municípios da região. O dinheiro foi repassado ao Conselho Comunitário de Segurança (Conseg), que adquiriu o armamento e o entregou à polícia.

De acordo com a PM, os cinco fuzis Imbel IA2 calibres 5,56X 45mm e uma metralhadora Taurus SMT-9 calibre 9×19 mm devem ser usados na segurança de Laranjeiras do Sul, Nova Laranjeiras, Cantagalo e Rio Bonito do Iguaçu.

Para o presidente do Conseg, Ariel Oro, a comunidade também é responsável pela segurança pública, por isso o esforço conjunto para a compra das armas. “É um dever do Estado, mas é uma responsabilidade de toda sociedade civil. Adquirimos esses equipamentos para fazer frente às necessidades da nossa região”, comentou.

A Associação Comercial e Empresarial de Laranjeiras do Sul (Acils) incentivou os empresários para que ajudassem na doação, já que insegurança também afeta o comércio. “Se houver problema de desordem, temos prejuízos imediatos; dessa forma, procuramos trabalhar preventivamente”, informou o presidente, Fabiano Franciosi.

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=G2BK5DLyS_U[/embedyt]

O comandante da PM, capitão Heraldo de Lima, adiantou que cerca de 40 dos 79 policiais já estão treinados para usar as armas e outra parte está em treinamento. “Esses equipamentos e armamentos sempre vêm reforçar. É um aporte muito grande para ameaças potenciais que possam vir causar transtorno para a comunidade”, enfatizou.

“Muitas vezes os criminosos estão mais equipados que nossos policiais. Tudo o que vier para a polícia é bem-vindo”, destacou o empresário Lucas Borille, que conta ter tido um prejuízo de quase R$ 100 mil com um assalto.

Até abril, outras armas devem ser entregues aos policiais com recursos próprios do conselho.

Fonte: G1

Imagens Meramente ilustrativas

Categories
Conflitos Destaques Geopolítica Opinião Rússia Terrorismo

Putin recebe Marine Le Pen em reunião no Kremlin

Após encontro, candidata da extrema direita francesa elogia presidente como representante de uma “nova visão” de mundo. Líder russo nega acusações de que Moscou pretenda interferir em eleições na França.

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, realizou sexta-feira (24/03) uma reunião surpresa com a candidata presidencial francesa Marine Le Pen, do partido de extrema direita Frente Nacional.

O líder russo negou acusações de que a Rússia pretenda influenciar as eleições na França, agendadas para 23 de abril e 7 de maio – algo que tem igualmente rebatido no caso do pleito que elegeu Donald Trump nos Estados Unidos.

O encontro aconteceu horas após uma visita previamente anunciada de Le Pen à Duma (câmara baixa do Parlamento russo). “Ele [Putin] representa uma nação soberana”, disse a candidata populista a repórteres, afirmando acreditar que o presidente russo uma nova visão de mundo.

“Um novo mundo surgiu nos últimos anos. Esse é o mundo de Vladimir Putin, de Donald Trump nos Estados Unidos, de [Narendra] Modi na Índia”, prosseguiu. “Acho que sou provavelmente uma das pessoas que compartilham com todas essas grandes nações essa visão de cooperação, e não de subserviência – uma visão militante que tem sido expressada frequentemente pela União Europeia.”

A membros da Duma, ela defendeu um esforço conjunto entre Moscou e Paris para salvar o mundo da globalização e do fundamentalismo islâmico.

Antes da reunião com Le Pen, Putin defendeu a realização do encontro: “Damos grande importância a nossas relações com a França, mas, ao mesmo tempo, tentamos manter relações igualitárias com as autoridades atuais e com representantes da oposição”, afirmou.

“É claro que sei que a campanha eleitoral na França está em curso”, continuou Putin. “Não queremos influenciar os eventos de forma alguma, mas nos reservamos o direito de conversar com representantes de todas as forças políticas do país, assim como fazem nossos parceiros na Europa e nos Estados Unidos”, argumentou.

Após o encontro, a candidata populista disse a jornalistas que o objetivo de sua visita não foi aumentar suas chances de ser eleita. O encontro com Putin, no entanto, tem grandes chances de ser aprovado por seus eleitores, muitos dos quais admiram a posição conservadora do líder russo diante de questões sociais e morais.

Foto: Marine Le Pen e Putin

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: DW

 

Categories
Aviação Defesa Equipamentos Geopolítica Negócios e serviços Rússia Sistemas de Armas Tecnologia

Como a guerra midiática afeta a imagem dos armamentos russos

A guerra midiática é feita em todas as direções e o setor da indústria militar russa é mais uma delas: certas publicações tentam desacreditar os armamentos russos para minar a imagem de Moscou no palco mundial.

Uma série de países lançou uma guerra informacional contra as armas russas com o objetivo de diminuir a influência russa no mercado internacional de armamentos.

A mídia tenta desacreditar o novo caça MiG-35, declarou na quinta-feira (23) o conselheiro do presidente russo para a cooperação técnico-militar, Vladimir Kozhin.

“Sem dúvida, infelizmente existem exemplos concretos. O nosso MiG-35, um caça único, tinha acabado de sair e já vários artigos afirmavam que era obsoleto. Certamente são elementos da luta de concorrência que existe em todos os domínios”, indicou ele, respondendo à questão dos jornalistas.

O caça multifuncional MiG-35, de geração 4++, foi construído com base nos aviões de combate MiG-29K e Mig-29M.

O avião é dotado de um sistema de pontaria de quinta geração e de um radar com antena ativa AESA. O aparelho pode monitorar e acompanhar cerca de 10 alvos e atacar seis alvos em simultâneo.

Foto: Said Aminov 

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: Sputnik News

Novo caça MiG-35 terá arma laser

O novo caça russo MiG-35 obterá uma arma de laser, comunicou a fabricante russa de aeronaves MiG. O especialista em aeronáutica, Dmitry Drozdenko, explicou ao serviço russo da Rádio Sputnik quais tarefas esta arma pode realizar em caças ligeiros.

Anteriormente, o comandante-chefe da Força Aeroespacial da Rússia, coronel-general Viktor Bondarev, falou sobre a possibilidade de uso de armas de laser nas aeronaves MiG-35.

Segundo o diretor da empresa fabricante – MiG, Ilia Tarasenko, pilotos russos passarão por treinamento especial para voar nas aeronaves em questão. Já o avião será testado durante dois anos, acrescentou.

O vice-redator-chefe do jornal Arsenal da Pátria, Dmitry Drozdenko, em entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, contou que as armas de laser são capazes de desabilitar tecnologia avançada, criando interferências maciças.

“Não se trata de lasers semelhantes aos da ‘Guerra nas Estrelas’ que eliminam naves espaciais, pois [os lasers da saga] destroem naves gigantescas”, disse Dmitry Drozdenko, acrescentando que caças ligeiros com armas de laser podem realmente causar um dano fatal ao equipamento do inimigo.

Segundo o especialista, o avião MiG-35 tem grande potencial de exportações, pois nem todos os países do mundo precisam de bombardeiros pesados como o Su-35. Países como Índia, Cazaquistão e Peru podem comprar muitos desses caças.

Fotos: Said Aminov 

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: Sputnik News

Categories
Africa América Latina Brasil Destaques Estados Unidos Geopolítica História Opinião

Continentes distorcidos e mais de ‘4 séculos de visão colonialista’ do mundo

Por mais de 400 anos, escolas de todo o mundo usaram mapas com distorções nos tamanhos dos continentes.

As representações do mundo usadas atualmente são baseadas na projeção feita em 1569 pelo cartógrafo Gerardo Mercator, destinada aos navegadores da época. Seus gráficos respeitam a forma dos continentes, mas não os tamanhos – neles, a Europa e a América do Norte são vistas maiores do que realmente são e o Alasca ocupa mais espaço que o México, embora seja menor.

Um dos erros mais significativos é que a África parece menor do que realmente é, quando na verdade tem o triplo da extensão da América do Norte e é 14 vezes maior que a Groenlândia.
.

Mas agora algumas salas de aula de escolas públicas de Boston, no nordeste dos Estados Unidos, começaram a usar o mapa de Gall-Peters, projeção batizada em homenagem a James Gall, escocês aficionado por astronomia que a desenhou pela primeira vez em 1855, e ao historiador alemão Arno Peters, que a difundiu na década de 1970.

Esse mapa mostra o tamanho e a proporção de países, continentes e oceanos com mais precisão. Na semana passada, cerca de 600 escolas públicas da cidade americana receberam cópias dele, noticiou o jornal The Boston Globe.

Uma das principais mudanças é que a Europa aparece muito menor do que se via antes em comparação com a África, que é muito maior.

Projeção de Gall-Peters que mostra as massas de terra em suas proporções corretas – Foto:  Alamy Stock

Continentes distorcidos

Uma das razões para as distorções cartográficas é a dificuldade de se projetar uma esfera como a Terra – de três dimensões – em uma superfície plana, de duas dimensões, como a de um mapa.

Mas, para os geógrafos, atrás dos erros de Mercator há também outra razão.

“A maioria dos primeiros mapas do mundo foi criada por europeus do norte”, disse Vernon Domingo, professor de geografia da Universidade Estadual de Bridgewater e membro da Aliança Geográfica de Massachusetts, em declaração ao The Boston Globe.

“Eles tiveram a perspectiva do hemisfério norte – e também uma perspectiva colonialista.”

Projeção de Mercator (parte superior) e a projeção de Gall-Peters (parte inferior) mapas bastante diferentes.

Descolonizar o currículo

A troca de mapas responde ao desejo de Boston de “descolonizar o currículo”, disse ao mesmo jornal Colin Rose, superintendente-assistente do Escritório de Oportunidades das Escolas Públicas de Boston.

“Trata-se de mapas, mas, ao mesmo tempo, não se trata de mapas”, disse Rose. “Esta é uma mudança de paradigma. Nós tivemos uma visão que era muito eurocêntrica. E como podemos falar de outros pontos de vista? Esse é um excelente ponto de partida.”

Para Hayden Frederick-Clarke, diretor de competências culturais das escolas públicas de Boston, o erro mais grave das projeções de Mercator é o tamanho da África.

“Dos nossos alunos, 86% não são brancos e têm pais e avós que são de locais que são mostrados menores nos mapas”, disse Frederick-Clarke ao programa The World, da PRI (Public Radio International) e da BBC.

“Queremos que os alunos se vejam de forma adequada e contestem a narrativa de que muitos desses lugares são pequenos e insignificantes no mundo”, disse.

“A Groenlândia parece ter o mesmo tamanho da África e dos EUA. Parece de um tamanho comparável, embora sabemos que isso não é uma verdade absoluta. A África é 14 vezes maior do que a Groenlândia. Além disso, no mapa de Mercator, o México é menor que o Alasca, quando na verdade é muito maior”, disse o professor.

“Também há problemas com o Brasil. A Europa, mais especificamente a Alemanha, aparecem perto do centro do mapa. E sabemos que isso não é verdade.”

“Da minha experiência como instrutor, sei que as pessoas gostam da verdade e que os professores querem apresentar um produto melhor e mais autêntico”, disse Frederick-Clarke.

O jornalista da PRI David Leveille diz que os críticos da iniciativa a veem como “mais uma batalha na guerra de culturas” e insistem que “um mapa é apenas um mapa”.

Segundo Leveille, eles perguntam: “nenhum mapa é perfeito, então porque se preocupar?”.

Imagem 1°: Buyenlarge / Getty Images – Projeção de Mercator que desloca o equador e representa a Groenlândia e a África como aproximadamente do mesmo tamanho, quando a Groenlândia na verdade, é 14 vezes menor.

BBC Brasil

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: Terra

Categories
Uncategorized

Exército Brasileiro recebe primeira viatura M109A5+ BR

O Brasil recebeu a primeira unidade das Viaturas Blindadas de Combate Obuseiro Autopropulsado (VBCOAP) M109 A5 + BR , do um lote de 32 modernizados pela BAE Systems, para o EB.

Os veículos são parte de uma frota de 40 M109A5s ex-US Army anteriormente concedidos pelos EUA adquiridas via FMS.

Errata

A matéria diz que o Brasil recebeu a primeira unidade das Viaturas Blindadas de Combate Obuseiro Autopropulsado M109 A5 + BR , do lote de 32 modernizados pela BAE Systems, e que ele estará exposto na LAAD 2017. Porém, o Obuseiro Autopropulsado M109A5 é a versão que que está no país e estará em exposição na LAAD. A versão M109A5+ será entregue ao Exército Brasileiro somente em 2018.

No ano passado a BAE Systems obteve um contrato de US$ 54 milhões para fornecer 32 obuseiros autopropulsados M109A5 de 155 mm atualizados para o padrão BR ao Exército Brasileiro.


A chegada desse único veículo foi em função do mesmo ser apresentado na exposição na LAAD Defence & Security 2017, de 4 a 07 de abril no Rio de Janeiro – RJ.

FONTE: Comandante Logístico

 

Categories
Uncategorized

África do Sul prestes a vender mísseis antiaéreo de lançamento vertical (VLS) Denel Umkhonto para o Irã

De acordo com informações divulgadas, a África do Sul estaria negociando com o Irã a venda de míssil antiaéreo de lançamento vertical (VLS) Denel Umkhonto. O valor do negocio seria estipulado em cerca de 1,1 bilhão de dólares e depende da aprovação da ONU. Se tal acordo se firmar será a maior venda Sul Africana do sistema Umkhonto já realizada.

O interesse do Irã no Umkhonto surgiu depois que os governos do Irã e África do Sul assinaram em dezembro de 2016, um memorando de entendimento com o intuito de prover além de outros quesitos a expansão da cooperação militar entre os dois países.

Umkhonto é um míssil antiaéreo de lançamento vertical (VLS) baseado no U-Darter ar-ar, produzido pela empresa sul-africana Denel Aerospace Systems (ex-Kentron). Ele tem duas versões, Umkhonto-IR, guiada por infravermelho e Umkhonto-R, guiada por radar.

Cada Umkhonto pesa 130kg, tem 3,3m de comprimento, alcance de 12km (25km na versão R) e velocidade de Mach 2,5 (800m/s).

O míssil é utilizado pela Marinha da África do Sul nas suas fragatas Meko A200 e pelo Exército, em sua versão terrestre. É usado também pela Marinha da Finlândia, nos navios-patrulha classe “Hamina“ e Argélia nas fragatas Meko A200.

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=rpBgBvDeaNM[/embedyt]

Com Informações de armyrecognition