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Índia procura acordo de transferência de tecnologia militar com Israel

A Índia está disposta a assinar acordos de defesa de vários bilhões de dólares com Israel durante a visita do primeiro-ministro Narendra Modi, prevista para meados de 2017. Os contratos serão para mísseis antitanque, drones e outros equipamentos de defesa.

A compra, que estava suspensa, de centenas de mísseis guiados antitanque Spike deverá ganhar uma nova vida do Comitê de Segurança do Gabinete com o primeiro-ministro Modi de acordo com o plano de compras de 1 bilhão de dólares (cerca de 3,12 bilhões de reais) nos próximos dias.

A Sputnik havia relatado no mês passado que a Índia vai avançar com a compra de mísseis Spike, apesar da situação de proposta única. A política de compras de defesa da Índia não permite compras em que apenas uma empresa é elegível para concurso. Mas o governo indiano está interessado em assinar o contrato com a empresa israelense Rafael Advanced Defense Systems, uma vez que ela concordou em transferir tecnologia do míssil de acordo com o projeto Make in India, enquanto o contrato pode ser assinado para a construção de 1.500 sistemas e cerca de 30.000 mísseis adicionais na Índia. Em maio de 2016, a Índia finalizou as negociações de preços para 275 lançadores e 5.500 mísseis Spike em forma completa e em kit.

RoK Marines lançando Spike

O governo indiano também está considerando uma proposta para comprar drones de combate Heron TP feitos por Israel. A Índia pode aprovar a compra se Israel concordar em transferir tecnologia para a Índia sob o projeto Make in India. A Israel Aerospace Industries (IAI) havia anunciado uma nova versão de exportação do Heron TP em 9 de fevereiro de 2017. Fontes disseram que a IAI mudou a capacidade do Heron TP para países que são membros do regime de controle de tecnologia de mísseis (MTCR, sigla em inglês). A versão de exportação do Heron TP pode transportar uma carga útil de 450 kg. A Índia se tornou o 35º membro do MTCR em junho passado.

RoK Marines lançando Spike

“A demanda indiana por transferência de tecnologia é muito importante e está de acordo com o projeto Make in India. Nossa experiência passada em transferência de tecnologia por vários fabricantes não tem sido boa. A maioria deles não querem que a Índia se torne independente. Precisamos de ajuda estrangeira em tecnologias críticas como os VANT. Precisaremos de empresas específicas conjuntas com empresas estrangeiras “, disse Anil Chopra, marechal-do-ar aposentado.

Atualmente, mais de 200 drones, principalmente os Heron de Israel e os Nishant produzidos localmente, estão em serviço das forças armadas indianas. Anteriormente, as forças armadas indianas esperavam que uma versão de combate local de drones de fabrico doméstico fosse introduzida, mas a Organização de Pesquisa de Defesa e Desenvolvimento anunciou recentemente que o Rustom 2 não será um drone de combate. Os cientistas indianos ainda não conseguiram integrar um míssil na série de drones Rustom.

RoK Marines lançando Spike

A Índia comprou recentemente alguns milhares de mísseis guiados antitanque e componentes críticos de tanques para aumentar as armas de emergência dos militares indianos.

Foto: 1°- © AFP 2017/ JUNG YEON-JE

Fonte: Sputnik News

  • Fotos RoK Marines [República da Coréia do Sul] lançando Spike: O Spike é um míssil anti-tanque e anti-pessoal com ogiva HEAT em tandem, desenvolvido e projetado pela empresa israelense Rafael Advanced Defense Systems em serviço em várias nações. Um acordo do governo sul-coreano em 6 de setembro de 2011 confirmou a obtenção de um número não especificado de Spike NLOS, dos quais cerca de 50 foram enviados para as ilhas sul-coreanas de Baengnyeong e Yeonpyeong, perto da linha limite Norte com a Coréia do Norte.*Informação adicional: Defence-blog

Edição: konner@planobrazil.com

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TESTES E DIAGNÓSTICOS DO SISFRON

Amambai (MS) – O SISFRON (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras) é um Programa Estratégico do Exército, que visa ao fortalecimento da presença e da capacidade de ação do Estado, ao longo de quase 17 mil quilômetros de extensão da faixa de fronteira, com o emprego de equipamentos de comunicações com alta tecnologia agregada. Concebido em 2010, esse Programa encontra-se atualmente em fase de testes e diagnósticos de materiais e sistemas, no âmbito do Comando Militar do Oeste, onde o programa-piloto foi implantado nas organizações militares subordinadas à 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada, localizada em Dourados (MS).

O Comandante da Brigada, General de Brigada Lourenço William da Silva Ribeiro Pinho, salientou que “essa é a etapa de validação operacional do sistema, necessária para a verificação das ações e posterior expansão aos demais Comandos Militares de Área localizados na faixa de fronteira”.

Entre os dias 20 e 24 de março, as avaliações tático-operacionais ocorreram na área do 17° Regimento de Cavalaria Mecanizado (Amambai/MS), sob a supervisão do Escritório de Projetos do Exército e do Comando de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército. Dentre outras atividades, foram realizados testes de bancada e no terreno, sincronização dos sistemas de comunicações táticas, testes de optrônicos e operações noturnas.

O Comandante do Regimento, Tenente-Coronel Rovian Alexandre Janjar, destacou a importância dessa fase de diagnósticos, “com foco nos atuadores, ou seja, os militares que empregam os meios do SISFRON, para que as potencialidades do sistema sejam atingidas”.

Fonte: EB

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Com Brexit, Ilhas Malvinas miram comércio com Brasil

Território ultramarino britânico teme perder acesso ao mercado comum europeu, maior destino de suas exportações, e planeja se voltar para os vizinhos, principalmente o Brasil.

A saída do Reino Unido da União Europeia (UE) deverá desencadear um novo cenário para as Ilhas Malvinas. Com o Brexit, o território ultramarino britânico localizado no Atlântico Sul poderá perder a vantagem de exportar para o mercado comum europeu sem tarifas ou cotas, e o Brasil poderá passar a ser um dos países a serem priorizados no comércio exterior.

A União Europeia é o principal destino das exportações das ilhas, que chegam a 222 milhões de dólares por ano, sendo o peixe o principal produto. Estima-se que 70% do Produto Interno Bruto (PIB) das Ilhas Malvinas dependa do acesso ao mercado europeu.

O Brexit não foi uma decisão apoiada pelos kelpers – como são chamados os moradores das ilhas – e, agora, eles têm que se arrumar com a situação. As Ilhas Malvinas – governadas por Londres, mas reivindicadas pela Argentina – esperam que muitos dos atuais privilégios comerciais sobrevivam ao Brexit.

“Estamos em contato com Londres para assegurar que nossos interesses sejam protegidos após o Brexit”, declarou Michael Poole, membro da Assembleia Legislativa das Ilhas Malvinas. “Nosso principal objetivo é ver a continuidade do comércio livre de cotas e de tarifas com os 27 países [restantes] da União Europeia.”

O legislador afirma que vê claramente grandes mercados na América do Sul, com os quais as ilhas gostariam de fazer comércio. “Nosso foco seria o Brasil, pois o país tem lacunas em sua produção. Acreditamos que poderíamos desempenhar um pequeno papel no preenchimento dessas lacunas, particularmente em relação às exportações de carne”, explicou.

A primeira-ministra britânica, Theresa May, disse que, mesmo que o Reino Unido esteja saindo da União Europeia, ela buscará o melhor acesso possível ao mercado comum europeu, embora Londres não esteja necessariamente numa posição mais forte nas negociações do que Bruxelas.

Tema soberania pode voltar à tona

Poole diz que o governo das ilhas quer promover uma política de boa vizinhança com todos os países da região e expandir os laços econômicos sempre que possível. Mas a questão da soberania pode sofrer um revés adicional com o Brexit.

“Até agora, os países europeus têm apoiado a posição britânica sobre as Ilhas Malvinas, porque elas são reconhecidas como um território ultramarino do Reino Unido nos tratados da União Europeia. Mas eles tampouco querem criar problemas na relação com a Argentina”, afirma Vicente Berasategui, ex-embaixador da Argentina em Londres e integrante do Conselho Argentino para as Relações Internacionais (Cari).

O Brexit poderia enfraquecer um pouco o apoio europeu a Londres na questão das Malvinas, argumentou o especialista argentino. “Eles perceberão que não precisarão mais mostrar esse nível de compromisso, e isso terá consequências”, afirmou. Ele ressalva, no entanto, que o Reino Unido é um país poderoso, dentro ou fora da União Europeia.

Depois do referendo, o presidente argentino, Mauricio Macri, destacou que “com ou sem Brexit, a reivindicação pelas Malvinas não vai mudar nunca”. “Estamos esperando que algum dia possamos nos sentar numa mesa de negociações para poder dialogar o tema com profundidade”, acrescentou.

As relações entre Buenos Aires e Londres registraram uma melhora desde a posse de Macri, em dezembro de 2015, e o acordo para identificar os restos de soldados argentinos mortos no conflito armado de 1982 e que estão enterrados nas Malvinas. Também foi fechado um entendimento para avançar com voos diretos entre as ilhas e o território continental argentino.

Em abril de 1982, a ditadura que governava a Argentina tentou recuperar o arquipélago localizado a cerca de 400 quilômetros da costa do país. O conflito, que durou pouco mais de dois meses, até a rendição argentina, custou a vida de 649 argentinos, 255 militares britânicos e três civis moradores das ilhas.

Em 2013, os kelpers realizaram um referendo no qual a imensa maioria de seus habitantes votou a favor de continuar sendo um território ultramarino do Reino Unido.

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: DW

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Marinha dos EUA se arma contra Rússia e China

No contexto das tensões entre os EUA e a China no mar do Sul da China, assim como entre a OTAN e a Rússia no mar Báltico, a Marinha norte-americano está se rearmando para superar o gigante asiático e o país eslavo.

“A Marinha dos Estados Unidos e a Lockheed Martin têm uma variedade de soluções para inclinar a balança a favor dos EUA e passar para uma ofensiva dura “, escreve Alex Lockie, autor de um artigo publicado na Business Insider.

Lockie aponta que a Marinha dos EUA esteve focada durante anos no conceito da chamada “letalidade distribuída” que procurava armar até os navios mais pequenos com armas poderosas que podem destruir alvos a centenas de quilômetros de distância.

Não obstante, os navios russos e chineses já têm mísseis de longo alcance que podem destruir os navios americanos antes que as forças estejam perto, observa o jornalista.

Além disso, a Rússia e a China estão trabalhando no desenvolvimento das armas hipersônicas que serão cinco vezes mais rápidas do que a velocidade do som, acrescenta Lockie.

Chris Mang, vice-presidente de mísseis táticos e sistemas de manobra de combate da Lockheed Martin, afirmou aos jornalistas que “a defesa é boa”, mas “a ofensiva é melhor”, cita o autor.

De acordo com Mang, os mísseis novos e promissores, como o míssil antinavio de longo alcance (LRASM, na sigla em inglês) para navios e aviões, poderão entrar em serviço em 2020, o que reforçará a estratégia da Marinha dos EUA de “ver primeiro, compreender primeiro e atirar primeiro”.

Os funcionários da Lockheed Martin pretendem equipar os F-18 da Marinha dos Estados Unidos e os bombardeiros de longo alcance B-1B com os LRASM.

Quanto às armas hipersônicas destinadas a redefinir a guerra naval, Mang reconheceu que ainda estão atrasadas.

No entanto, a Marinha dos EUA continua melhorando e ampliando suas capacidades de defesa do sistema Aegis com o fim de destruir os mísseis de longo alcance da Rússia e da China e avançar no alcance dos mísseis hipersônicos de curto alcance que estes países estejam desenvolvendo, concluiu autor.

Artigo base: The US Navy has a severe ‘missile gap’ with China and Russia — here’s how it can beat them anyway by Alex Lockie – Business Insider

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: Sputnik News

 

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EUA, Rússia, China e Reino Unido boicotam negociação para banir armas nucleares

Negociação começa em Nova York sem potências nucleares, como EUA, Rússia, China e Reino Unido. Países contrários à proibição argumentam que, armas atômicas são necessárias para defesa.

As potências nucleares Estados Unidos, Rússia, China, Reino Unido e França estão entre os 40 países que afirmaram nesta segunda-feira (27/03) que não participarão das negociações da ONU sobre um tratado para banir armas nucleares.

A decisão foi anunciada pela embaixadora americana nas Nações Unidas, Nikky Haley, ao lado dos representantes da França e Reino Unido. Halley argumentou que os EUA seguem acreditando na não proliferação, mas consideram necessário dispor de armas atômicas para sua defesa e a de seus parceiros.

“Como mãe, como filha, eu gostaria de um mundo sem armas nucleares, mas temos que ser realistas. Alguém acredita que a Coreia do Norte vai aceitar uma proibição das armas nucleares?”, questionou Halley.

“Neste dia e hora não podemos dizer honestamente que podemos proteger nossa gente permitindo aos maus tê-las e aos bons, os que tentam manter a paz e a segurança, não tê-las”, acrescentou.

O embaixador britânico Matthew Rycroft disse que seu país não participará das negociações porque não acredita que possam levar a um “progresso efetivo no desarmamento nuclear global”.

O representante adjunto da França, Alexis Lamek, destacou que uma proibição imediata das armas nucleares vai contra o “enfoque progressivo” do Tratado de Não-Proliferação Nuclear e defendeu que atualmente não há as “condições de segurança” para dar esse passo.

Com exceção da Holanda, todos os países da Otan, decidiram não participar das negociações. China e Rússia – que junto aos EUA, França e Reino Unido são membros permanentes do Conselho de Segurança e têm arsenais atômicos – também se opõem ao processo. Índia, Paquistão, Israel e Coreia do Norte, que também possuem armas nucleares, estão na lista dos que promoveram o boicote.

Apoio de mais de 100 países

Apesar da manobra, mais de 100 países deram início nesta segunda-feira, em Nova York, às negociações sobre um tratado para proibir as armas nucleares, com o objetivo de reduzir o risco de uma guerra atômica.

O início das negociações sobre um texto legalmente vinculativo foi decidido em outubro, com o apoio de 123 países-membros das Nações Unidas. A maioria das potências nucleares votou contra estas negociações (Estados Unidos, Israel, Reino Unido, Rússia) ou absteve-se (China, Índia, Paquistão).

A iniciativa é liderada por vários países, entre eles Áustria, Irlanda, México, Brasil, África do Sul e Suécia, e por as centenas de organizações não-governamentais.

Foto:  Embaixadora norte-americana na ONU, Nikki Haley

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: DW

 

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Marinha Tailandesa confirma a aquisição de submarinos chineses classe S26T.

Durante uma declaração a imprensa o primeiro Ministro da Tailândia, Prayut Chan-o-cha, confirmou o interesse da Marinha Tailandesa (Kong Thap Ruea ) na aquisição de três submarinos classe S26T equipados com sistema de propulsão AIP (Air Independent Propulsion).

A Marinha Tailandesa garantiu em Janeiro a verba de US $383,4 milhões para o primeiro submarino. O acordo que engloba as 3 unidades mais o pacote de apoio e treinamento esta avaliado em US $ 1,2 Bilhões.

A classe S26T e uma versão de exportação da classe chinesa Yuan, um dos mais modernos submarinos convencionais em operação na China. O S26T possui um comprimento de 79,5 m largura de 8,6 m e deslocamento de 2.660 toneladas, capaz de mergulhar a profundidades na faixa dos 300 m.

 Com Informações de Defence News & Analysis Group

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2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral apoia atividades na área do Com4ºDN

Exercício do Rebocador de Alto Mar “Almirante Guilhem” com aeronave

De 8 de fevereiro a 13 de março, o Comando do 4º Distrito Naval contou com o apoio de uma aeronave UH-15 “Super Cougar”, do 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral, para operar a partir da base aérea de Belém (PA), com o propósito de levantar dados operacionais para a futura criação de um esquadrão de helicópteros. Durante a missão, o destacamento aéreo realizou uma série de adestramentos e operações e, ainda, acompanhou a rotina de manutenção e operações do 1º Esquadrão do 8º Grupo de Aviação (Esquadrão Falcão), da Força Aérea Brasileira (FAB).

Exercício de rapel com militar e cadela do 2ºBtlOpRib

Nos dias 22 e 23 de fevereiro, o Navio Auxiliar “Pará” e o Rebocador de Alto Mar “Almirante Guilhem”, do Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Norte (ComGptPatNavN), participaram pela primeira vez de exercícios com a aeronave “Super Cougar”, no rio Pará, para manter a qualificação das equipes de manobra dos navios na realização de operações aéreas.

imagens aéreas do Farol da Ilha do Medo, em São Luís (MA), feitas da aeronave UH-15

Em seguida, entre os dias 24 de fevereiro e 3 de março, o 2º Batalhão de Operações Ribeirinhas realizou o Adestramento para Mestre de Lançamento, com o emprego da aeronave, o que permitiu a realização de ações específicas de infiltração em regiões de mata densa, que impedem o pouso e a aproximação do solo, tendo colocado em prática as técnicas de rapel, fast rope e helocasting. O adestramento contou, ainda, com a participação de mergulhadores do ComGptPatNavN e da cadela “Hidra”, que pertence ao canil militar do Batalhão.

Autoridades do Estado do Pará ao conhecer a aeronave

Já no período de 6 a 8 de março, a aeronave apoiou o Centro de Levantamentos e Sinalização Náutica da Amazônia Oriental, conduzindo equipes de inspeção para o Farol da Ilha do Medo e para o canal de acesso à Ponta da Espera, em São Luís (MA). Por oportunidade, também foram realizadas visitas técnicas em outros faróis sob responsabilidade da Capitania dos Portos do Maranhão.

No dia 10 de março, na Base Aérea de Belém (PA), foi realizada uma apresentação sobre a aeronave para autoridades paraenses, seguida de sobrevoo pela orla de Belém (PA) e pela área do Porto de Vila do Conde (PA). Participaram do evento o Senador Paulo Rocha; o Comandante Militar do Norte, General de Exército Carlos Alberto Neiva Barcellos; o Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Pará, Desembargador Ricardo Ferreira Nunes; a Presidente da Sociedade Amigos da Marinha (SOAMAR-PA), Sônia Guedes; o Vice-Presidente da SOAMAR-PA, Carlos Nascimento; o Consultor Jurídico Substituto da União no Estado do Pará, Antonio Chagas Rodrigues; entre outras autoridades e civis.

Finalizando a missão, no dia 11 de março, pela manhã, o “Super Cougar” ficou aberto à visitação.

Fonte: MB