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Míssil hipersônico russo “Zircon” acelera corrida armamentista

Moscou se prepara para testar projétil de velocidade seis vezes superior à do som e que seria quase impossível de ser interceptado. Arma tornaria defesas antiaéreas ocidentais obsoletas.

O míssil hipersônico de velocidade de 7.400 km/h planejado pela Rússia é considerado um “grande avanço tecnológico”, que poderia tornar as defesas antiaéreas ocidentais “obsoletas”, afirma o analista Tim Ripley, da revista especializada em defesa Jane’s Defence Weekly.

Se a nova tecnologia do míssil antinavio for bem-sucedida, o Zircon será capaz de cobrir uma distância de 250 quilômetros em apenas 2,5 minutos – tão rápido que o torna quase imune de ser interceptado pela tecnologia convencional.

“Isso vai reduzir muito o tempo de reação que eles [unidades militares ocidentais] têm para implementar suas próprias defesas e contramedidas”, explica Ripley.

A agência de notícias russa Interfax citou no mês passado uma fonte familiarizada com o projeto Zircon, que está sendo desenvolvido há vários anos. O míssil de 5 toneladas será testado provavelmente pela primeira vez nesta primavera europeia, a partir de uma plataforma no mar.

O teste será realizado antes da data original, prevista para 2018. A imprensa russa afirma que o míssil poderá estar totalmente operacional até o final da década.

Porta-aviões expostos

A aceleração nos testes do Zircon acontece em meio ao ponto mais baixo nas relações entre Ocidente e Moscou desde a Guerra Fria, alimentado pela crise na Ucrânia, guerra na Síria e suposta interferência da Rússia na política ocidental – incluindo as eleições presidenciais nos EUA.

Para analista, Ocidente tem que se preocupar com avanços militares russos. Foto mostra porta-aviões americano USS Dwight Eisenhower, que ficaria exposto

Vários jornais britânicos relataram nos últimos dias o desenvolvimento do Zircon, alertando que a arma faria com que os mais sofisticados navios de guerra dos EUA e Reino Unido – incluindo os porta-aviões – ficassem mais vulneráveis a um ataque.

Os novos porta-aviões HMS Queen Elizabeth e HMS Prince of Wales, por exemplo, que devem entrar em serviço em 2020, só conseguem parar mísseis que viajam em torno da metade da velocidade do Zircon, lembra o jornal britânico The Independent.

Os navios de guerra custaram ao governo britânico 7 bilhões de libras (8,1 bilhões de euros), e a última arma hipersônica da Rússia poderia transformá-los em um dos maiores elefantes brancos militares de todos os tempos.

O Zircon pode ser programado durante o voo para buscar e atacar seu alvo, e poderia percorrer uma distância de até 500 quilômetros, de acordo com a mídia russa.

Ripley, autor de vários livros sobre conflitos militares e tecnologia, conta que a capacidade do míssil hipersônico Zircon pode incluir ataques terrestres, fazendo com que as cidades europeias fiquem vulneráveis aos ataques russos.

Os EUA desenvolvem suas próprias armas hipersônicas, mas ainda não acredita-se que eles estejam próximos do início da produção.

EUA atrás de Rússia e China

No ano passado, um relatório da Academia Nacional de Ciências dos EUA concluiu que Washington estava ficando atrás da Rússia e da China na corrida por armas hipersônicas. O documento pediu mais investimentos em mísseis que viajam, quase indetectáveis, a velocidades Mach 5 (a razão entre a velocidade do objeto e a do som) ou mais rápido.

“No domínio público, o Ocidente parece estar bastante atrasado”, declara Ripley. “Mas isso não significa que não exista nenhum projeto supersecreto sendo executado pela Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (Darpa).”

Estima-se que o Darpa, agência criada por Eisenhower em 1958 para conter a ameaça soviética, tenha um orçamento de 3 bilhões de dólares anuais para desenvolver tecnologias emergentes para o uso do Exército dos EUA.

Ripley acredita que o Ocidente tem razão em se preocupar com os avanços militares da Rússia, alertando que uma nova corrida armamentista é inevitável.

“Estamos novamente num período de possível paridade militar. Recentemente, a Rússia utilizou armas na Ucrânia, Crimeia e Síria que estão certamente no mesmo nível de seus equivalentes americanos e britânicos, incluindo mísseis de cruzeiro lançados de submarinos”, explica.

Citando o fato de Donald Trump, presidente dos EUA, ter ordenado recentemente uma alta de 9,4% no gasto militar – ou 54 bilhões de dólares – Ripley observa para ver se os líderes europeus seguirão o exemplo.

Nos últimos meses, Washington aumentou a pressão sobre a Alemanha para investir mais do seu superávit orçamentário em gastos militares. No início deste mês, a chanceler federal alemã, Angela Merkel, prometeu a Trump que seu governo trabalharia para atingir a meta da Otan de investimento de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em defesa até 2025.

Mas, ao mesmo tempo em que Alemanha e França ficaram irritadas com a retórica de Washington sobre a relevância da Otan no século 21, o governo em Berlim rejeita realizar um aumento drástico de seus gastos para alcançar a meta da Aliança Atlântica. Para isso, teria que elevar em um terço seu atual orçamento em defesa, fixado em 36 bilhões para 2017.

“Essa é a coisa para se observar agora, se a Europa realmente intensificará e começará a investir em armas e equipamentos para fazer frente aos mais recentes produtos vindos de Rússia, China e Índia”, opina Ripley.

Imagem: Meramente ilustrativa

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: DW

 

 

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Sistema “Alakran” para morteiro 120mm em veículo tático leve da espanhola NTGS

O sistema pode ser integrado em uma ampla gama de plataformas sobre rodas com capacidade para transportar uma carga útil de 1,5 toneladas, sem necessidade de reforços estruturais.

Para efeito de ensaio, o sistema Alakran 120 mm LMC foi até integrado num Jeep J8, Land Rover Defender e o Agrale Marrua.

 

A plataforma é equipada com um sistema computadorizado para controle de disparos (FCS) que possui um display de tela plana (FPD) no qual são mostrados potenciais alvos, sendo esta informação normalmente fornecida por um observador direto.

Edição: konner@planobrazil.com

 

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Supremo assume poderes do Congresso venezuelano

Máximo tribunal da Venezuela, dominado pelo chavismo, acusa a Assembleia Nacional, controlada por opositores, de desacato. Decisão deve acirrar a instabilidade política no país.

O Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela, controlado pelo chavismo, decidiu na noite de quarta-feira (29/03) assumir as competências da Assembleia Nacional, onde os opositores ao presidente Nicolás Maduro formam maioria.

A decisão deve acirrar a instabilidade no país. O tribunal, que já vinha seguidamente anulando as decisões legislativas, alega que a medida é necessária para assegurar o Estado de Direito. Segundo a corte, a Assembleia atuou em desacato seguidas vezes ao, por exemplo, incorporar quatro deputados cujas posses haviam sido impugnadas.

“Enquanto persistir a situação de desacato e de invalidez das ações da Assembleia Nacional, o Tribunal Constitucional vai garantir que os poderes parlamentares sejam exercidos diretamente por este tribunal ou pelo organismo que este estabelecer para garantir o Estado de Direito”, diz trecho do texto da sentença.

Por trás da decisão, está também a oposição do governo à chamada Lei Orgânica de Hidrocarbonetos, que indica que a Assembleia Nacional pode modificar as condições propostas ou estabelecer as que considerar adequadas na legislação relacionada a petróleo, motor da economia venezuelana.

Os chavistas acusam ainda os deputados de traição à pátria por apoiarem o secretário-geral da Organização de Estados Americanos (OEA), Luis Almagro, que defendeu a suspensão venezuelana do organismo diplomático regional se não realizar eleições e soltar opositores presos.

Outra reivindicação de Almagro era justamente que o tribunal reconheça a legitimidade das decisões da Assembleia Nacional, instalada em 2016 com inédita maioria antichavista. Ele defendeu a invocação da Carta Democrática Interamericana contra o governo Maduro, algo que foi rejeitado por parte dos países-membros na terça-feira.

Também na terça-feira, o máximo tribunal venezuelano decidiu que os parlamentares não têm mais imunidade por estarem atuando em desacato. Além disso, deu a Maduro atribuições especiais em temas penais, militares e econômicos.

Os opositores dizem que Maduro transformou a Venezuela em uma ditadura e arruinou a economia. Já seu governo acusa seus inimigos de levar adiante uma “guerra econômica” concebida para abrir caminho a um golpe para derrubá-lo do poder.

Foto: Tribunal Supremo de Justiça da Venezuela decide assumir poderes do Parlamento devido a “persistência de desacato”

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: DW

Opinião: Fim da democracia na Venezuela

Maduro elimina de forma sistemática a oposição e toma povo como refém. Comunidade internacional deve ajudar venezuelanos, mas agir com dureza contra o regime, opina a chefe do Departamento América Latina, Uta Thofern.

Uta Thofern é chefe do Departamento América Latina da DW

A morte pública por asfixia está concluída. Ao longo de um ano e quase três meses, o mundo pôde acompanhar como o regime chavista foi estrangulando aos poucos um Parlamento eleito democraticamente. Agora, o Tribunal Supremo de Justiça tomou oficialmente para si as competências dos representantes do povo e, com isso, selou o fim da democracia.

Apenas um dia antes, a Organização dos Estados Americanos (OEA) havia finalmente obtido uma maioria para fazer um apelo à liderança venezuelana por uma solução conjunta, no âmbito da OEA, para a crise política, econômica e humanitária. A exclusão imediata da Venezuela foi descartada como drástica demais até pelos Estados Unidos. A maioria dos países da OEA queria dar mais uma chance à diplomacia. Mas, para os chavistas e o presidente Nicolás Maduro, diplomacia, pelo jeito, nada mais é que um sinal de fraqueza.

Afinal, pouco antes da reunião da OEA, esse mesmo Maduro ganhou do Tribunal Supremo de Justiça poderes especiais jurídicos, militares, políticos e outros tantos, enquanto os parlamentares da oposição, que formam uma maioria de dois terços, perdiam sua imunidade. Quem não precisa temer consequências para passos como esses vai ainda mais longe.

Em sintonia com o candidato a autocrata turco, Recep Tayyip Erdogan, o presidente venezuelano elimina de forma sistemática qualquer oposição e, ao mesmo tempo, arruína a democracia. É verdade que Maduro tem muito menos apoiadores que Erdogan e nenhum trunfo político, como fazer parte da Otan. Mas esse autointitulado socialista tem uma arma muito mais poderosa: a pobreza de seu povo.

Há meses que a Venezuela sofre com a crescente escassez de alimentos e medicamentos. No país com as maiores reservas de petróleo do mundo falta até gasolina. Padeiros são presos porque teriam feito caros produtos de confeitaria em vez do necessário pão enquanto aguardavam, desesperançosos, por mais farinha. Milhares de venezuelanos já fugiram para a Colômbia, e muitas mulheres venezuelanas, desesperadas, prostituem-se no Brasil. Casais jovens optam pela esterilização porque não há camisinhas à venda e não têm condições de alimentar uma criança. Pacientes com câncer não podem mais ser tratados, e mesmo antibióticos comuns não estão disponíveis. Essas são imagens atuais de um país que, nos anos 1980, era um dos mais prósperos da América Latina.

Diante de uma situação como essa, ninguém pode e nem sequer deseja falar em sanções econômicas. Maduro sabe disso. O homem que por meses se recusou a reconhecer a crise humanitária em seu país pediu, há poucos dias, ajuda humanitária às Nações Unidas – por causa da “guerra econômica contra a Venezuela”.

A comunidade internacional vai e deve ajudar. Mas deve fazê-lo sob condições muito duras. Remessas humanitárias não devem parar nas mãos do partido no poder, mas ser distribuídas sob supervisão das Nações Unidas. Sanções devem ser impostas a Maduro e seus peões – e não somente pelos Estados Unidos, onde muitos deles depositaram os “ganhos” com a corrupção. E é evidente que a OEA deve suspender a Venezuela. Esse regime não merece reconhecimento internacional.

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: DW

 

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Misteriosa ‘espaçonave’ X37-B fica em órbita por 677 dias e ninguém sabe o motivo

Uma ‘espaçonave’ robótica misteriosa está em órbita há 677 dias e os Estados Unidos ainda não revelaram o que está acontecendo lá em cima.

O Boeing robótico X-37B, também conhecido como Orbital Test Vehicle 4, realiza missões de longa duração em órbita e possui uma carga confidencial.

Observadores têm especulado que o veículo espacial pode ter sido projetado para destruir satélites ou até mesmo funcionar como um satélite “móvel”.

Foto: Twitter / Reprodução

Quando pousou, após uma missão anterior, ele foi recebido em terra por um grupo que usava trajes com proteção contra riscos biológicos, despertando a possibilidade de sua carga ser radioativa.

A nave tem uma envergadura de menos de quatro metros e meio e é levada para o espaço a bordo de um foguete, mas volta para a Terra como qualquer outra nave espacial.

A NASA disse que há materiais experimentais a bordo da espaçonave, mas o conteúdo de sua carga permanece um mistério.

Durante as missões anteriores da espaçonave, astrônomos amadores detectaram o padrão orbital da X-37B, que incluiu voos sobre a Coreia do Norte, Iraque, Irã, Paquistão e Afeganistão, aumentando a suspeita de que o veículo estaria sendo usado para vigilância.

Rob Waugh

Yahoo News UK

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: YAHOO

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30 de março de 1981: Atentado contra o presidente Ronald Reagan

No dia 30 de março de 1981, um atentado a tiros feriu o então presidente dos Estados Unidos, Ronald Reagan, que estava a apenas dois meses no cargo.

Em 30 de março de 1981, Ronald Reagan ocupava há dois meses o cargo de presidente dos Estados Unidos quando foi vítima de um atentado a tiros durante encontro com sindicalistas num hotel em Washington. Imediatamente depois dos primeiros tiros, os seguranças jogaram o presidente no chão. 

Logo após o atentado, emissoras de rádio e televisão americanas anunciavam que Reagan havia sobrevivido.  Segundo as primeiras notícias oficiais, o presidente ficara ileso. No entanto, essas informações logo foram corrigidas, pois um dos seis tiros disparados atingira Ronald Reagan no pulmão esquerdo.

Um membro de sua equipe de assessores declarou que ele estava consciente e em estado regular no Hospital George Washington. Na realidade, seu estado era crítico, mas ele sobreviveu, e também seus dois colaboradores se recuperaram do atentado. Além de Reagan, ficaram feridos o então secretário de imprensa da Casa Branca, James Brady, o agente do serviço secreto Tim McCarthy e o policial Thomas Delahanty. Brady, que levou um tiro na cabeça, acabou ficando paraplégico. Até sua morte, em 2014, ele dedicou a vida a exigir um maior controle sobre armas no país.

Inspirado em Taxi driver

O mundo ficou em choque com o atentado. Uma reação imediata foi a queda das bolsas de valores: afinal, era o segundo atentado contra um presidente americano no século. Ronald Reagan, no entanto, só faleceria em 2004, aos 93 anos, vítima de complicações do mal de Alzheimer.

John Hinckley foi preso após os disparos

O autor do atentado, John Hinckley, foi preso logo após os disparos. O rapaz, de 25 anos, tinha problemas mentais. Ele era obcecado pela atriz Jodie Foster e a tiranizava através de cartas. Certa vez, chegou a repetir uma ameaça feita no filme Taxi driver, estrelado por ela e Robert de Niro: “Se você não me ama, vou matar o presidente”.

Cinco anos mais tarde, ele cumpriu a ameaça. Ao atirar contra Reagan, pretendia impressionar Foster. A atriz, então com 19 anos, ficou tão chocada que se retirou da vida pública. Em tribunal, Hinckley foi considerado inimputável: como doente mental, não podia avaliar as consequências do crime e acabou sendo internado numa clínica psiquiátrica.

Aos 61 anos, foi libertado em setembro de 2016, para morar com a mãe em um condomínio fechado em Williamsburg, Virginia. Um juiz federal  ordenou a libertação de Hinckley do Hospital St. Elizabeth, em Washington, considerando que ele já não representava perigo para si mesmo ou para outros. Hinckley não foi considerado culpado por razões de insanidade em um julgamento em 1982 e foi diagnosticado com depressão e psicose, sendo que ambos estão em remissão, de acordo com seus médicos.

A família de Reagan e sua fundação se opuseram à libertação de Hinckley, alegando ele continuava a constituir uma ameaça “para si e para os outros”.  Jodie Foster não fala sobre Hinckley desde 1981.

O tiroteio levou à melhoria dos controles de armas, com um projeto de lei que leva o nome de Brady, que impôs verificação de antecedentes e um período de espera. O Serviço Secreto dos EUA, cujo trabalho é proteger o presidente, também endureceu seus procedimentos de segurança.

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: DW

 

 

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Vídeo: Saiba em que fase está o SISFRON

https://youtu.be/E2oeA3rGLT8

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Rheinmetall conquista a primeira venda do veiculo blindado Survivor R 4×4

O Estado Livre da Saxônia assinou com a Rheinmetall um contrato para o fornecimento de duas viaturas blindadas Survivor R. Os veículos  serão entregues em 2017, e equiparão uma unidade especial da Polícia.  O Survivor R se baseia no chassis do caminhão 4×4 MAN, possui cabine blindada em aço e atinge velocidade de 100km/h.

 

Fonte: S&D

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França e Reino Unido desenvolverão novo míssil

No dia 28 de março a França e o Reino Unido assinaram em Londres um acordo para o lançamento da fase de conceituação do programa do Future Cruise/Anti-ship Weapon (FC/ASW), a ser desenvolvido pela MBDA. Passados três anos, a empresa informará aos dois países sobre a conveniência da continuação do programa, com o lançamento da fase de avaliação e demonstração desse míssil de cruzeiro e antinavio.

A fase de conceituação está avaliada em 100 milhões de Euros, a serem igualmente cobertos pelos dois países. A MBDA amadurecerá os sistemas e tecnologias que permitirão o aumento do alcance, letalidade e capacidade de sobrevivência de mísseis antinavio e de ataque a alvos terrestres lançados a partir de plataformas aéreas e flutuantes.

Fonte: S&D

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Marinha Filipina decide equipar seus helicópteros AW-159 Wildcat com misseis NLOS (Non Line Of Sight) de fabricação israelense.

A Marinha das Filipinas decidiu equipar seus helicópteros AW159 Wildcat com os misseis Spike NLOS (Non Line Of Sight) de fabricação israelense. A Marinha Filipina (Hukbong Dagat ng Pilipinas ) deverá receber seus AW-159 em 2018.

A companhia israelense testou recentemente novas capacidades incorporadas no Spike, destacando-se o aumento do alcance da configuração NLOS para 30 km. A Rafael vem testando também melhorias no sistema de guiamento laser.

A israelense Rafael Advanced Defense Systems tem intensificado junto à Agusta Westland e Airbus Helicopters o marketing para venda do seu sistema de mísseis ar-superfície como parte integrante do sistema de armas carregado pelos helicópteros militares fabricados pelas duas companhias.

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Meios Navais

Marinha Indiana incorpora embarcação tipo LCU fabricada localmente.

A Marinha Indiana incorporou sua primeira embarcação do tipo LCU (Landing Craft Utility) de um total de 8 unidades encomendadas. Na Marinha Indiana a nova embarcação foi designada IN LCU L51. A Mk IV LCU foi desenvolvida e fabricada pelo estaleiro estatal indiano  Garden Reach Shipbuilders and Engineers (GRSE). O Navio foi comissionada no dia 28 de Março na cidade Port Blair (localizada na Ilha Andamão do Sul). A cerimonia foi presidida pelo Comandante Chefe do Comando dos arquipélagos de Andamão e Nicobar, vice-almirante Bimal Verma.

“O navio desempenhará um papel fundamental na realização da vigilância marítima das ilhas Andamão e Nicobar prevenindo a caça e pesca ilegal, o tráfico de drogas, o tráfico de pessoas e outras atividades ilegais”, disse Birnal Verma.

“Também aumentará as capacidades do Comando de Andamão e Nicobar nas operações de assistência humanitária e de ajuda humanitária (HADR)”, acrescentou.

De acordo com as especificações fornecidas pelo Marinha Indiana, o navio tem um comprimento total de 62,8 m, largura de 11 m. O mesmo é alimentado por dois motores diesel MTU 16V 4000 M53 com uma potência de 1.840 kW, o LCU pode atingir uma velocidade máxima de 15 kt e um alcance padrão de 1.500 n milhas a 12 kt. A plataforma foi equipada com uma rampa de proa hidráulica, e possui capacidade de de carga de 145 toneladas de equipamento militar, além de 165 militares.

O sistema de armas da embarcação consiste em dois reparos navais CRN -91 (Close Range Naval-91 ) equipados com um canhão Shipunov 2A42 de 30 mm fabricados pela Ordnance Factory Medak. O sistema de controle de fogo eletro-óptico fornecido pela Bharat Electronics Limited. O navio também foi equipado com metralhadoras 12,7 mm e 7,62 mm para defesa de ponto.

 

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EXÉRCITO BRASILEIRO: 1º WORKSHOP SOBRE O “SISTEMA SOLDADO DO FUTURO”

Brasília (DF) – A Diretoria de Sistemas e Material de Emprego Militar (DSMEM) promoveu, nos dias 22 e 23 de março, no Quartel-General do Exército, o 1º Workshop sobre o “Sistema Soldado do Futuro”, com a participação de integrantes da Diretoria e de convidados de organizações militares do Exército, da Marinha e da Força Aérea, além de representantes da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal e de empresas da Base de Indústria de Defesa.

O evento teve como objetivos atualizar as empresas participantes quanto à situação do Projeto COBRA 2020 (Combatente Brasileiro 2020); oportunizar, às empresas, um momento para apresentação e/ou atualização de soluções relativas ao conceito “Soldado do Futuro”; e atualizar a assistência quanto à reestruturação do portfólio do Exército, como também a transformação dos Projetos Estratégicos em Programas Estratégicos.

É lícito afirmar que o êxito do Workshop foi resultado de um esforço conjunto de todos os componentes da “Tríplice Hélice”. Iniciativas como essa, portanto, enaltecem os estudos em curso, voltados ao “Sistema Soldado do Futuro”, e corroboram para o amadurecimento de possíveis soluções que melhor atenderão às demandas atuais e futuras da Força Terrestre e da sociedade brasileira, em prol de um Brasil forte e soberano.

Fonte: EB