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Infantaria da Aeronautica PÉ DE POEIRA

FAB PÉ DE POEIRA: Infantaria da Aeronáutica encerra participação em operações de GLO no Espírito Santo

Missão foi realizada durante 30 dias no Estado para a Garantia da Lei e da Ordem

Após 30 dias de atuação dos militares das Forças Armadas no Espírito Santo, terminou, na quarta-feira (08/03), a Operação Capixaba, realizada desde o último dia 6 de fevereiro em apoio às atividades de segurança pública. Mais de 100 militares da Força Aérea Brasileira (FAB) foram incorporados à tropa. Além disso, a FAB disponibilizou 70 toneladas de estrutura de apoio e empregou oito aeronaves para o transporte de militares e materiais ao Estado. No total 3.450 militares do Exército, Marinha, Aeronáutica e da Força Nacional atuaram em ações de patrulhamento em resposta às demandas de segurança pública.

O intuito da missão foi ajudar a estabilizar o Estado do Espírito Santo, que vivia uma onda de violência decorrente da greve da Polícia Militar desde o início do ano.

O Pelotão da Companhia de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) da Força Tarefa Conjunta Capixaba teve a função de realizar patrulhamento ostensivo, pontos de bloqueios e controle de vias principais em pontos instáveis da região metropolitana, visando a restabelecer o equilíbrio da ordem pública na cidade durante esse período.

Para quem participou da operação, a missão foi uma oportunidade real de aplicar tudo o que se aprende nos treinamentos. “O desempenho do nosso pessoal foi excepcional. Isso é o reflexo do treinamento realizado em nosso batalhão ao longo dos anos, refletindo a moral, disciplina e profissionalismo da nossa equipe”, afirmou o Comandante do 13º Grupo de Segurança e Defesa, Major de Infantaria da FAB Fernando Vítor da Silva Neves.

Sob o comando do General Adilson Katibe, militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica realizaram 490 pontos de bloqueio e 1.585 patrulhas. No decorrer de um mês, as forças militares promoveram 38 operações, que resultaram em 11.645 abordagens de pessoas e culminaram em 108 prisões.

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Em coletiva de imprensa, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou que a Operação Capixaba foi encerrada com a volta à normalidade da segurança pública no Espírito Santo. “Aos poucos a confiança foi sendo retomada. Os ônibus voltaram a circular, as repartições públicas retomaram suas atividades, o mesmo acontecendo com o comércio”, destacou.

Fonte: FAB

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Soldados chineses entraram no Afeganistão

Diversas mídias internacionais tem relatado a incursão de tropas chinesas no Afeganistão,  o Military Times chegou a disponibilizar um mapa das operações militares em conjunto nas regiões fronteiriças, que segundo a mídia, fazem parte de um acordo entre os países.

Estas incursões são próximas as regiões onde a OTAN mantém seus efetivos na eterna guerra contra o Talibã em solo Afegão.

Há imagens sobre o s veículos chineses patrulhando a região fronteiriça no lado afegão e inclusive, de tropas e hardware mais pesado como brigadas mecanizadas e veículos blindados que alegadamente compõe a força chinesa naquela área.

Segundo o Polite life site russo de informações, cerca de 4 mil Soldados chineses entraram no Afeganistão e realizaram operações em terreno, a informação foi dada segundo o site pelo próprio Pentágono.
De acordo com os militares dos EUA, o PLA está participando de operações contra os grupos armados ilegais no Afeganistão norte-oriental, juntamente com os soldados do Exército Afegão. As operações são alegadamente efetuadas ao longo do trecho de 60 quilômetros da fronteira comum entre os dois países.

O Polite relata que de acordo com o especialista em estratégias e tecnologias, Vasily Kashin, as forças especiais do PLA começou a conduzir as operações militares limitadas no chamado Corredor Wakhan desde os anos  2012 e 2013. Os chineses estão engajados na localização e destruição de integrantes do Movimento Islâmico do Turquestão Oriental, e outros grupos semelhantes.

Porém, Kashin ressalta que aparentemente em 2017 as operações são destinadas a outros objetivos onde começou-se a fazer patrulhas regulares, como parte de um mecanismo de segurança comum, que eles estabeleceram com o Tajiquistão, Afeganistão e Paquistão.

Fonte: Polite life

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China alerta sobre tensão na Península da Coreia

Pequim propõe suspensão dos testes de misses norte-coreanos em troca do fim dos exercícios militares conjuntos entre Seul e Washington. ONU denuncia “graves violações” de Pyongyang.

A China lançou nesta quarta-feira (08/02) um apelo pela suspensão das atividades nucleares e balísticas da Coreia do Norte em troca do fim dos exercícios militares conjuntos realizados por Coreia do Sul e Estados Unidos.

Segundo o ministro das Relações Exteriores da China, Wang Yi, este seria o primeiro passo para evitar uma “colisão frontal” entre as duas partes.

“Os dois lados são como dois trens acelerando um na direção do outro, sem que nenhuma das partes esteja disposta a ceder”, disse Wang a repórteres. “Nossa prioridade agora é acionar as luzes vermelhas e puxar o freio de ambos os trens.”

A suspensão das atividades dos dois lados do conflito poderá ajudar a “romper o dilema de segurança e trazer as duas partes de volta à mesa de negociações”, ressaltou o ministro.

Na segunda-feira, a Coreia do Norte lançou quarto mísseis balísticos em direção a bases americanas localizadas no Japão, três dos quais caíram em águas territoriais japonesas.

Seul e Washington, por sua vez, iniciaram na semana passada os exercícios militares conjuntos realizados anualmente, que ambos os países afirmam ser de caráter estritamente defensivo. Pyongyang, porém, os considera uma provocação e uma preparação do país vizinho para uma eventual guerra entre as Coreias.

Outro motivo do acirramento das tensões é a prevista instalação do sistema americano de defesa em altitudes altas THAAD na Coreia do Sul, que visa impedir a chegada de mísseis lançados pelo país vizinho. Pequim acredita que o sistema seja capaz de atingir também o seu território, ameaçando seus interesses de segurança.

ONU condena “grave violação”

Nesta terça-feira, o Conselho de Segurança da ONU aprovou uma declaração condenando os recentes lançamentos de mísseis da Coreia do Norte, considerando-os uma “grave violação” das resoluções da ONU que proíbem o país de desenvolver tais tecnologias. O órgão expressou preocupação com o que chamou de “comportamento cada vez mais desestabilizador” de Pyongyang.

O órgão máximo da ONU lamentou também que o país utilize recursos para desenvolver armamentos enquanto a população enfrenta sérias dificuldades, e ameaçou “adotar novas medidas substanciais” contra Pyongyang. A declaração foi aprovada pelos representantes dos 15 países do Conselho de Segurança, apesar das tensões entre os EUA e a China em razão da instalação do THAAD na Coreia do Sul.

O Conselho pediu aos 193 países que integram a ONU que realizem esforços para implementar as sanções impostas desde 2006 à Coreia do Norte. Um relatório recente de um painel de especialistas questionava o comprometimento da China com as sanções, e denunciava que a Coreia do Norte estabeleceu empresas de fachada em outros países – principalmente na China e na Malásia – para tentar driblar as restrições.

Foto: A Coreia do Norte lançou quarto mísseis balísticos em direção a bases americanas no Japão

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: DW

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Parlamentares do Japão propõem criação de arsenal para se contrapor a ameaça da Coreia do Norte

Abalados pelos avanços militares da Coreia do Norte, parlamentares japoneses influentes estão aumentando a pressão para que o país desenvolva a capacidade de atacar preventivamente as instalações de mísseis do vizinho detentor de armas nucleares.

O Japão vem evitando dar o passo polêmico e custoso de adquirir bombardeiros ou armas como mísseis de cruzeiro com alcance suficiente para atingir outros países, preferindo contar com seu aliado Estados Unidos para se contrapor a seus inimigos.

Mas a ameaça crescente representada por Pyongyang, incluindo o lançamento simultâneo de quatro mísseis na segunda-feira, está fortalecendo o argumento de que mirar o arqueiro, ao invés de suas setas, é uma defesa mais eficiente.

“Se bombardeiros nos atacassem ou aviões de guerra nos bombardeassem, responderíamos ao fogo. Atacar um país atirando mísseis contra nós não é diferente”, disse Itsunori Onodera, ex-ministro da Defesa que preside um comitê do governista Partido Liberal Democrata que estuda como o Japão pode se defender da ameaça dos mísseis norte-coreanos.

“A tecnologia avançou e a natureza do conflito mudou”, acrescentou.

Tóquio vem ampliando há décadas os limites de sua constituição pacifista do pós-guerra. Governos sucessivos vêm dizendo que a nação tem o direito de atacar bases inimigas no exterior quando a intenção do inimigo de atacar o Japão é evidente, a ameaça é iminente e não há outras opções de defesa.

Embora governos anteriores tenham evitado adquirir o equipamento para fazê-lo, o partido do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, vem exortando-o a cogitar a medida.

“É hora de obtermos essa capacidade”, disse Hiroshi Imazu, presidente do conselho de política de segurança da legenda. “Não sei se seriam mísseis balísticos, mísseis de cruzeiro ou até o (bombardeiro) F-35, mas sem um dissuasor a Coreia do Norte irá nos ver como fracos”.

A ideia enfrentou uma resistência acirrada no passado, mas a rodada mais recente de testes norte-coreanos pode levar o Japão a agir com mais rapidez para aprovar uma política defensiva mais rígida.

“Já fizemos os trabalhos iniciais para saber como adquirir uma capacidade ofensiva”, revelou uma fonte a par do planejamento militar japonês, pedindo para não ser identificada devido à sensibilidade do tema.

Qualquer arma que Tóquio adquirisse com alcance suficiente para atingir a Coreia do Norte também deixaria partes do litoral leste da China expostos a seus armamentos pela primeira vez, o que provavelmente revoltaria Pequim.

Tim Kelly / Nobuhiro Kubo

Foto: Reuters – Uma unidade de mísseis Patriot Advanced Capability-3 (PAC-3) é vista no Ministério da Defesa em Tóquio, Japão, 6 de março de 2017. 

Edição: konner@planobrazil.com

Fonte: Reuters

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ADSUMUS: 2º Batalhão de Operações Ribeirinhas realiza adestramento

Militar do canil do 2ºBtlOpRib executando o rapel com a cadela Hidra

Entre os dias 21 de fevereiro e 3 de março, o 2º Batalhão de Operações Ribeirinhas (2ºBtlOpRib) realizou o Adestramento para Mestre de Lançamento (ADEST-ML) com o emprego da aeronave UH-15 “Super Cougar”, do 2º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral, na área de instrução do Centro de Formação de Praças, da Polícia Militar do Pará.

O ADEST-ML permitiu a realização de ações específicas de infiltração em regiões de mata densa, que impedem o pouso da aeronave ou a sua aproximação ao solo, tendo colocado em prática as técnicas de rapel, que permitem a infiltração do militar com maior carga ou peso; fast rope, em que o militar realiza uma descida rápida da aeronave somente utilizando luvas especiais e agarrando-se ao cabo que o conduz do helicóptero ao solo; e helo casting, uma manobra de salto realizado sobre a água com a aeronave a baixa altura e em movimento.

Fonte: MB