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Robô CAIPORA: Carro Automatizado Instrumentado

Sugestão: BrunoFN

Paulo Maia

O Projeto CAIPORA trata-se de um robô com características inovadoras no que compete a detecção, manuseio e desativação de artefatos suspeitos e cargas perigosas, como também, apropriado para operar como ferramenta investigativa, logística e preventiva para ações que possibilitem risco de incidente ao ser humano.

O CAIPORA é composto por um robô base (plataforma) e dois mini-robôs de reconhecimento e observação.

O robô base possui um braço articulado, sistema de radiotransmissão multimeio, tecnologia de tolerância a falhas, câmeras com zoom e com infravermelho, sistema de iluminação e tem estrutura preparada para acoplar outros acessórios.

CAIPORA armado com fuzil M-16A2. Nessa configuração, o robô pode ser usado para acessar furtivamente um área fechada e executar um tiro de misericórdia controlado a distância, abrindo caminho para a ação de Forças Especiais.

Os mini robôs – um aéreo e outro terrestre multiterreno – tem tecnologia de comunicação sem-fio com o robô base ou via GPRS, e sistema de câmera.

O CAIPORA é um dos produtos desenvolvidos pela  Armtec Tecnologia em Robótica em associação com a Synergy Defesa & Segurança (financiamento do FINEP).

O robô foi um dos destaques do WSTM 2013, realizado no QG do Exército Brasileiro em Brasília, na última semana.

O CAIPORA lado a lado com seus primos pesados do Batalhão de Blindados e Batalhão Anfíbio de Fuzileiros Navais na Ilha do Governador, RJ (Todas as fotos via Armtec Tecnologia em Robótica).

Principais Características Gerais:

Pode operar mesmo em caso de tombamento; Multiterreno; Multifuncional (acoplamento de mini robôs e braço robótico à sua estrutura); Sistema de tração por esteiras; Dimensões para permitir o acesso ao interior de prédios; Capacidade para subir escadas de até 35°; Autonomia de 2h à 4h; Controle via rádio frequência com alcance de até 3km em campo aberto; Carga útil de até 30 kg; Velocidade de até 2 km/h.

Principais Características do Braço:

Alcance do braço robótico de até 1m; Capacidade de carga do braço robótico estendido: até 10kg; Permite posicionar a garra sob veículo cuja altura do  solo seja a partir de 20 cm.

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Conflitos Geopolítica

EUA congelam seu programa de investigação da Antártida

Sugestão: Vandrade

A crise orçamentária dos EUA já chegou ao Polo Sul do nosso planeta. Uma série de projetos científicos norte-americanos ficaram em risco de serem suspensos devido à falta de acordo no Congresso dos EUA sobre o orçamento e o teto da dívida pública. Ainda não se fala no cancelamento total do programa, mas até pequenas interrupções nos trabalhos de investigação podem resultar em perdas de dados e inutilizar todos os resultados de muitos anos de trabalho científico.

Os EUA estão congelando o seu programa de investigação da Antártida. Segundo declarou a Fundação Nacional para a Ciência (NSF), que tutela os projetos antárticos, no início da semana de trabalho que se iniciou (a partir de 14 de outubro) estarão esgotados os fundos destinados à execução do programa científico. Esse dia chegou, mas a indecisão relativa ao orçamento do país ainda continua. Daí resulta que os EUA terão de cancelar a expedição sazonal de cientistas ao Polo Sul. Nas estações irá permanecer o mínimo de pessoal. Peter Doran, professor de Ciências da Terra da Universidade do Illinois, refere:

“Quando nós soubemos da suspensão dos trabalhos das instituições públicas nunca pensamos que isso poderia também afetar as nossas investigações da Antártida. Agora todas elas ficaram em suspenso. Os EUA detêm um dos maiores programas antárticos do mundo. Nós fazemos aquilo que os outros países não podem fazer porque possuímos equipamentos de alta tecnologia e um bom financiamento. Agora tudo o que já foi feito poderá vir a ser em vão.”

A Fundação Nacional para a Ciência dos EUA já elaborou o plano para a suspensão do funcionamento dos centros de investigação. No total no Polo Sul os EUA possuem três estações permanentes: a Amundsen-Scott, a McMurdo e a Palmer. Os problemas orçamentais dos EUA já tinham oferecido uma surpresa desagradável aos cientistas. Na primavera, devido ao sequestro do Orçamento de Estado dos EUA que resultou de mais uma disputa entre democratas e republicanos, o financiamento dos trabalhos científicos na Antártida foi reduzido em 5 %. Cerca de 400 milhões de dólares estavam destinados para esses fins.

Neste momento os trabalhos científicos das estações ocupam mais de mil pessoas. Muitos especialistas em glaciologia, assim como ambientais, biólogos e astrônomos serão obrigados a suspender os seus trabalhos. Isso irá provocar danos irreparáveis para a ciência, considera o biólogo John Priscu da Universidade Estadual de Montana:

“Os trabalhos científicos já decorrem na Antártida há 21 anos. Se nós tivermos uma pausa nesses trabalhos, nós iremos interromper a integridade a longo prazo dos dados científicos. Depois disso nós não poderemos garantir o rigor das nossas previsões climáticas e das alterações ambientais.”

Essa opinião é partilhada por outro cientista norte-americano, o geofísico do Observatório da Terra Lamont-Doherty da Universidade de Columbia Robin Bell. Este cientista teme que a falta de financiamento tenha impacto negativo no projeto IceBridge de monitorização aérea do movimento dos glaciares. Nesse projeto os geofísicos trabalham em conjunto com a agência espacial NASA:

“O IceBridge é um projeto cartográfico que permite obter informações muito precisas sobre as alterações da cobertura glaciar apenas pelo sobrevoo do terreno. Eu temo que, se a suspensão do financiamento demorar, as condições de tempo irão mudar e nós não poderemos obter este ano os dados da Antártida.”

Não se prevê, porém, uma catástrofe científica mundial. Com a saída dos cientistas norte-americanos o Polo Sul não se irá transformar num continente inabitado. A Antártida está a ser estudada simultaneamente por 12 países que incluem a Austrália, a Argentina, o Brasil, a Alemanha, a Índia e a China. A Rússia possui no continente e nas ilhas da Antártida 8 estações científicas em funcionamento permanente. Se os cientistas americanos tiverem de interromper o seu trabalho, os seus colegas russos, por exemplo, poderão assumir essa tarefa e continuar as investigações estratégicas.

Tatiana Golovanova
Fonte:Voz da Rússia

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Conflitos Geopolítica

A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos aqueles que não pensam…

Sugestão: Cel Paulo Ricardo Paiva
“A Instituição será maculada, violentada e conspurcada diante da leniência de todos aqueles que não pensam, não questionam, não se importam, não se manifestam”
General de brigada ref marco antonio felicio da silva
 
PAULO RICARDO DA ROCHA PAIVA
 
 
1) REAÇÕES INTERNACIONAIS AO PROTAGONISMO BRASILEIRO
O mundo convive com vários focos de instabilidade, como os conflitos no Oriente Médio, na Ásia e no Continente Africano, com consequentes riscos à paz global. Além destes, delineia-se no futuro uma disputa pelo controle de recursos estratégicos (hidrocarbonetos, água, minérios, biodiversidade, etc.), dos quais o Brasil é um dos grandes detentores.
Enquanto países desenvolvidos mantêm suas posições usando o poder que detêm ou construindo acordos internacionais favoráveis a seus interesses, nações em desenvolvimento têm de lutar por acesso a novas oportunidades.
PRRPAIVA_ Apenas com relação aos minérios, o Brasil está sendo “garfado” em suas riquezas não é de hoje. Dizer que, no futuro, se delineia disputa pelo controle de recursos estratégicos está soando como “estória para boi dormir”. O estrangeiro já está avançado sobre pesquisa mineral no País e empresas de outras nações têm direitos sobre área equivalente à de ‘um Pernambuco’. No grupo das 50 maiores companhias, não brasileiros ficam com mais de um terço do total das terras. A riqueza de nossos filhos e netos está saindo pelo ladrão e as Instituições Militares continuam a fazer vista grossa aos crimes de lesa pátria, deixando o barco correr ao sabor do capricho das forças ocultas que, quem sabe, até a ABIN já tenha levantado, mas receia jogar no ventilador.
Embora não esteja envolvido em conflitos de vulto, o Brasil está inserido nesse contexto de desafios e pretende modificar sua posição no jogo internacional, superando barreiras típicas de quem se localiza na periferia do poder mundial. Esta atitude brasileira poderá propiciar o surgimento de situações conflituosas decorrentes de reações dos países forçados a ceder espaços e da própria cobiça internacional pelo grande volume de recursos naturais do País.
A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, as reações internacionais ao protagonismo brasileiro intensifiquem-se ao ponto de criar obstáculos à consecução dos interesses nacionais.
 PRRPAIVA_ A Força Terrestre ainda não se deu conta de que, muito mais grave do que conflitos de natureza externa, a nação hoje está mergulhada até o “talo” em um movimento separatista indígena, apoiado por quilombolas e olhado com interesse nada confessável pelo MST. As reações alienígenas ao protagonismo brasileiro já se intensificaram de há muito, verdadeiramente ameaçadoras em 2013, haja vista a posição da tão decantada “comunidade internacional’, pressionando abertamente de molde a inibir qualquer esforço do governo em prol da manutenção da soberania do Estado na condução da política indigenista. Em realidade, antes mesmo de 2030, do jeito sem retorno que os índios estão sendo subvertidos pelas ONGS (muitas delas subvencionada pelos grandes predadores militares, que as utilizam como “quinta-coluna”), a consecução dos objetivos nacionais já terá sido comprometida pela própria “kosovonização” do território, e isto se já não o foi! A propósito, o EB tem mesmo “permissão” (parece piada mas não é) de entrar nas reservas indígenas de Roraima? Há quem diga que já teve comandante de grande unidade barrado por cacique quando quis pisar no “solo pátrio” (acredite quem quiser) de uma etnia. O EB já experimentou adentrar nas reservas Yanomamy e Raposa Serra do Sol para dar um basta no trabalho subversivo das ONGS? Quando foi que isto ocorreu mais recentemente? Com a palavra o CMA.
 
2) RECONHECIMENTO EXTERNO DO PODER NACIONAL BRASILEIRO
O processo decisório desencadeado nos organismos multilaterais ou nas relações bilaterais cria situações que podem restringir ou facilitar a inserção internacional do Brasil como ator global. Atendendo a legítimos interesses nacionais, a política externa brasileira se empenha para levar o Brasil a participar, significativamente, da elaboração da agenda internacional. Daí decorre o pleito por uma posição de membro permanente do Conselho de Segurança da ONU e a busca de acordos com blocos econômicos e grupos de países, visando à crescente inserção do País na construção daquela agenda..
As reuniões do G-20, pelo seu simbolismo político, parecem sinalizar para mudanças nas relações de poder mundial, cujos desdobramentos futuros poderão levar à emergência de novos polos de poder. Os líderes dos países mais ricos perceberam que o enfrentamento dos grandes problemas globais dependem de coordenação política que envolva os países emergentes.
Nas relações internacionais, os estados costumam ter êxitos quando dispõem de poder nacional que respalde suas posturas – o que ainda não é, efetivamente, o caso do Brasil, em especial quanto ao componente militar do poder nacional.
A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, o Brasil passe a dispor de poder nacional reconhecido internacionalmente ao ponto de ser capaz de respaldar suas pretensões de maior participação no processo decisório mundial.
PRRPAIVA_ Parecempoderão…costumam são termos vagos, pastosos, que não assumem, não se comprometem e que não refletem o que naturalmente acontece, indicando previsão inconsistente, indecisão pela falta de noção da realidade e indicação de falta de determinação para alcance de objetivo nacional permanente. Até 2030, antes de se pensar em dispor de poder nacional em condições de respaldar pretensões de participação no processo decisório mundial, o EB precisa, sim, adquirir no mais curto prazo aparato bélico capaz de dissuadir qualquer pretensão estrangeira com relação à nossa grande região norte. A propósito, as antológicas “voadeiras”, utilizadas pelo Turno 1969/5 no CIGS, ainda são as mesmas que apoiam as operações fluviais dos BIS nos dias de hoje? Pobre combatente de selva, aquelas “pirogas de lata’ estão muito mais para “caixão flutuante” do que para embarcação de assalto anfíbio! Vale conferir!
 
3) NEUTRALIZAÇÃO DAS PRESSÕES INTERNACIONAIS SOBRE A AMAZÔNIA
As pressões internacionais sobre a Amazônia têm aumentado, sob a alegação de uma suposta defesa de “interesses maiores da humanidade”.
Países, autoridades e organizações estrangeiras ocultam suas pretensões em relação à importância geoestratégica e às riquezas da região, simulando preocupações com o desenvolvimento da área. Sugerem “direitos de ingerência”, insinuando não ter o Brasil capacidade de cuidar do patrimônio amazônico, com ênfase para o meio ambiente e a questão indígena.
PRRPAIVA-_François Miterrand, presidente da França, disse em 1989: – “O Brasil precisa aceitar uma soberania relativa sobre a Amazônia”. John Major, primeiro-ministro da Grã-Bretanha, declarou em 1992: – “Nações desenvolvidas devem estender o domínio da lei ao que é comum a todos no mundo. As campanhas ecológicas internacionais sobre a região amazônica estão deixando a fase propagandista para dar início a uma fase operativa que pode, definitivamente, ensejar intervenções militares diretas sobre a região”. Mikhail Gorbachev, presidente da ex-URSS, também foi enfático em 1992: – “O Brasil deve delegar parte de seus direitos sobre a Amazônia aos organismos internacionais competentes”. General Patrick Hughes, chefe do Órgão Central de Informações das Forças Armadas dos USA, em 1998:– “Caso o Brasil resolva fazer um uso da Amazônia que ponha em risco o meio ambiente nos Estados Unidos, temos de estar prontos para interromper esse processo imediatamente.”
Face a estes pronunciamentos, francamente, a expressão “ocultam suas pretensões” é de uma ingenuidade sem igual à esta altura dos acontecimentos, não fazendo sentido com o que é dito no parágrafo que se segue. Mas “viver no mundo da lua” ainda não é transgressão disciplinar. Valha-me Deus! Eu fico pensando no meu “velho”, orgulhoso veterano da “FEB”, que se foi amargurado pelas limitações de soberania que o Exército passou a engolir.
A ameaça é de tentativa de imposição de soberania “compartilhada” mediante aplicação de diretrizes e pelo uso privilegiado dos recursos da região, deixando ao Brasil o ônus da administração sob fiscalização estrangeira.
A neutralização dessas pressões extrapola o campo militar, dependendo muito mais de ações governamentais nos campos político, psicossocial e econômico.
PRRPAIVA_ Essa extrapolação não exime a Força Terrestre, na situação de urgência e emergência em que se encontra a nacionalidade brasileira, de se impor como a “última ratio regis”, fazendo a lealdade à Pátria prevalecer, se assim for necessário, sobre a disciplina, particularmente no referente a chamar a si as ações para neutralizar a rebelião secessionista indígena/quilombola, que a governança e a politicalha não têm competência e vontade política para debelar.
A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, as ações implementadas pelo governo brasileiro no sentido da proteção e do desenvolvimento sustentável da Amazônia brasileira tenham sido eficazes ao ponto de neutralizar as pressões internacionais sobre a região.
PRRPAIVA-Esperar até 2030 é “brincar com a verdade”. Na medida em que os três poderes se mostram incompetentes para deter o holocausto da” brasilidade”, somente o Exército, auxiliado pelas Forças irmãs, tem condições de tentar reverter a situação, se é que isto ainda é possível. Sinceramente, é de se duvidar quanto a existir ainda tempo útil para seu emprego efetivo e eficaz de forma a, se antecipando, recuperar pelo menos as descomunais reservas Yanomamy e Raposa Serra do Sol. O ¨direito de proteger”, reconhecido pela ONU, é apenas coisa de mais dia menos dia para ser invocado por um cacique tresloucado, legitimando o deslocamento de elementos de FE alienígenas (alguns até mesmo, é de indignar, brevetados pelo CIGS) para fomentar, armar e desencadear uma guerra como a que pulverizou a antiga Yugoslávia. Em verdade, o governo está completamente manietado. Agora, as ONGS, juntamente com a FUNAI, já convenceram os índios que a governança teme fazer cumprir a lei quando isto implicar na possibilidade de um índio sair ferido. Daí a valentia do gentio que, fiado neste temor, ameaça lutar até a morte pelos seu ideal separatista. As FFAA, ao que tudo indica, estão sendo ultrapassadas sem se aperceberem e vão “comer o pão que o diabo amassou” para conseguir segurar esta avalanche tupiniquim.
 
4) INTERESSE INTERNACIONAL SOBRE ÁREAS ESTRATÉGICAS DO BRASIL
É interesse vital das potências de primeira ordem assegurar o acesso às regiões do mundo de valor geopolítico e onde estejam recursos naturais necessários ao seu desenvolvimento e manutenção do status quo.
O Brasil, além da Amazônia, tem outras regiões que podem ser alvo da cobiça internacional, pela riqueza ou posição estratégica. Entre essas áreas, destacam-se: a faixa de fronteira, a plataforma continental atlântica (jazidas de petróleo, biodiversidade, minerais, etc.), o “saliente nordestino” e o Aquífero Guarani.
A liderança nacional atribui pouca importância e a sociedade tem dificuldade em perceber a ameaça embutida no interesse internacional, o que se reflete na baixa prioridade conferida ao setor de defesa do País.
PRRPAIVA. Isto não exime a responsabilidade dos militares, não apenas de alertar, mas de propagar em palestras, estágios, painéis, envolvendo políticos, estudantes, sociedade em geral, de forma a que se dê uma reformulação dos conceitos viciados sobre a problemática da defesa nacional. Ficar apenas no que algumas autoridades transmitem nas comissões de defesa nacional do Congresso não vai mudar a opinião pública, não faltando, tanto na ativa como na reserva, instrutores capazes para tanto. Por que não se cria uma programação a cada semestre nas sedes de grandes comandos, com essa finalidade? Salvo melhor juízo não faltariam militares da reserva para ministrar os assuntos que a Força desejasse para motivar os civis e mantê-los constantemente ligados.
A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, as áreas estratégicas do Brasil sejam alvo de crescente interesse internacional ao ponto de suscitar ações por parte do Estado brasileiro para manter e reforçar sua soberania sobre essas áreas.
PRRPAIVA. Sempre o “até 2030” para um interesse mais do que presente, escancarado, absurdamente ostensivo. Quem viu na GLOBOSAT/Canal 34 o documentário “VALE DOS ESQUECIDOS“ vai lembrar do americano (chapéu de “cowboy”) ditando cátedra nas comunidades indígenas, fazendo apologia da ação deletéria da FUNAI, indicando no mínimo a necessidade de uma ação coercitiva do comando militar de área, na medida em que, se depender da ABIN, atualmente, esta agência está mais perdida do que patinho em tiro ao alvo, enredada no vazamento dos “e-mails secretos” da presidenta, como se não existissem falhas na contra inteligência tiranicamente mais concretas, absurdamente reais no tempo e no espaço, para serem sanadas sem mais delongas. Que o diga o “cowboy” que, sem nenhum constrangimento, deu sua entrevista em inglês ao repórter da GLOBOSAT, e isto sem fazer uso de nenhum recurso cibernético. Este aí não vai ser convocado para depor na CPI DA ESPIONAGEM, por que? Com a palavra o Excelentíssimo Senhor Ministro Chefe do Gabinete de Segurança Institucional.
 
5) FORTALECIMENTO DA INTEGRAÇÃO DA AMÉRICA DO SUL
Coerente com princípio constitucional, a iniciativa brasileira de integração regional foi iniciada pela constituição do MERCOSUL e ampliada pelos macroprojetos de integração física da região, estruturados e implementados pela Iniciativa para a Integração Regional Sulamericana (IIRSA), e por empreendimentos de integração energética, dentre outros. O estabelecimento da UNASUL, que surge com o objetivo de construir um espaço de integração e união no âmbito cultural, social, econômico e político entre os países da América do Sul, é mais um marco do processo de integração regional. A criação do Conselho de Defesa Sulamericano (CDS) poderá contribuir para intensificar as medidas de cooperação e confiança mútua entre os setores de defesa dos países da região.
A questão se refere à probabilidade de que, até 31 de dezembro de 2030, o processo de integração regional evolua ao ponto de permitir a efetiva consolidação da integração da América do Sul.
PRRPAIVA- A possibilidade de que o CDS venha a tomar a forma de uma aliança militar defensiva regional já se alça ao nível da fantasia, máxime quando, em termos continentais e mesmo mundiais, se passa a conjeturar sobre prováveis oponentes que, individualmente ou em bloco, possuem poder militar visivelmente superior ao dos doze membros do CDS tomados em conjunto. Em sendo assim, esta pretensa aliança estratégica estaria capacitada a se defender de quem e face a que ameaças reais, enfrentando a um, a mais de um ou a totalidade dos membros do conselho? O grau de coesão existente hoje entre os países da região, até na escolha de seus parceiros externos, sabemos todos, constituiria por si só um fator impeditivo de sua mobilização em bloco, mesmo se aparelhados militarmente para tanto. Por isso mesmo, mais do que nunca, antes de tudo, urge fazer o nosso dever de casa estratégico, independente e sem constrangimentos protelatórios
 
6) OCORRÊNCIA DE CONFLITOS NA AMÉRICA DO SUL
A paz na América do Sul, considerada uma das regiões do mundo menos sujeita a conflitos armados, pode vir a ser ameaçada pela instabilidade política e social existente em alguns países, pela ação de movimentos de cunho ideológico que apelam para a violência e pelas tensões latentes entre países limítrofes. Com isso, considera-se a possibilidade do Exército Brasileiro vir a participar de conflitos na região, integrando ou não organismos internacionais, como Força de Paz ou em defesa dos interesses nacionais.
A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, ocorram conflitos na América do Sul ao ponto de envolver militarmente o Brasil.
PRRPAIVA_ Nos dias de hoje países hermanos envolverem as nossas FFAA em conflitos na América do Sul…. francamente: “é mais fácil um camelo passar pelo buraco da agulha’, máxime se for considerado que o trinômio MERCOSUL/UNASUL/CDS praticamente inviabiliza esta hipótese de guerra posto que, se acredita, veio para ficar e não apenas para “inglês ver”. O perigo real, concreto e iminente existe, sim, face à nossa grande região norte, pela cobiça escancarada dos “grandes predadores militares”. Interessante que o rei da Noruega ainda este ano esteve “pintando no pedaço amazônico” em apoio ao gentio, surpreendendo a todos. Este monarca, após estada em Boa Vista, seguiu no dia 21 de abril cheio de razão com uma comitiva para a Reserva Yanomamy, região Novo Demini. Segundo informações da Hutukara Associação Yanomamy, em Roraima, a visita à reserva teria sido um convite do líder indígena Davi Kopenawa. Curioso é que quem convida agora são os caciques, e isto sem nenhuma consideração com a presidenta que, quero crer, deve ter sido alertada pelo comando militar da área sobre a real presença E esse governo quer por que quer que este País integre o CDS/ONU, que grande piadão! Antes da guerra cibernética, seria de bom alvitre, pelo menos, saber quem está a pular o muro do nosso quintal. Meu Deus do céu, tenha piedade!
 
7) AGRAVAMENTO DA QUESTÃO AMBIENTAL
As questões ambientais têm adquirido importância crescente na agenda internacional, envolvendo temas como as mudanças climáticas, as catástrofes ambientais e as consequências sociais e econômicas decorrentes.
A ocupação e a exploração de recursos naturais nos principais biomas do território brasileiro, com reflexos no meio ambiente, poderão agravar a questão ambiental no Brasil, gerando inclusive reações internacionais.
No Brasil, a participação do Exército contra delitos ambientais, na faixa de fronteira terrestre, está prevista na Lei Complementar NR 117, de 2 de setembro de 2004.
A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, as questões ambientais e as mudanças climáticas tenham se agravado, ao ponto do controle e monitoramento ambiental venha a ser institucionalizado como atribuição, também, das Forças Armadas.
PRRPAIVA_ Em verdade, estamos seguindo à risca o preconizado pelo Consenso de Washington com vistas à “gendarmerização” das FFAA sediadas no quintal de “Tio Sam”. Aliás, ceder, entregar, aceitar, engolir afrontas já passaram a fazer parte do cotidiano dos militares. Que se diga: o engasgo da Comissão da Meia Verdade; a omissão que permitiu a exposição de companheiros da reserva ao escracho comunovandálico, em frente ao Clube Militar/RJ; a imposição de placa vexatória na AMAN, pela OEA, colocando em cheque a legitimidade da instrução ministrada em nossa Academia Militar; o abandono de combatentes que enfrentaram as guerrilhas urbana e rural na luta sem quartel dos anos 60/70, submetidos a interrogatórios humilhantes na Comissão da Meia Verdade por notórios revanchistas; a invasão do 1º BPEB/RJ por ferozes algozes da Instituição, expondo o comandante de unidade, que não contou com nenhum respaldo da parte de seus comandantes superiores; o encargo de proteção pelo EB do leilão entreguista da área (pré-sal) de LIBRA, em completo descompasso com o ideal nacional de preservação da soberania plena.
 
8) OCORRÊNCIA DE ATIVIDADES TERRORISTAS EM TERRITÓRIO BRASILEIRO
O Brasil, até o presente, tem se mantido a salvo de ações terroristas, nos moldes praticados por grupos em conexão com redes internacionais, com a finalidade de desestabilizarem Estados ou deles se vingarem em proporções que causem a generalização do pânico em suas populações. Apesar disso, não se afasta a possibilidade de que iniciativas do governo brasileiro venham a gerar disputas e maior exposição do País no cenário internacional.
Essa exposição tende a ser ampliada em face dos grandes eventos esportivos que o Brasil sediará os Jogos Mundiais Militares(2011), a Copa das Confederações (2013), a Copa do Mundo (2014), e as Olimpíadas (2016) e da crescente posição de proeminência do País no contexto mundial.
A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, atividades terroristas venham a ocorrer também no Brasil.
PRRPAIVA_É mais fácil os BLAKBLOKS, apoiados pelos morubixabas e pelo MST que, agora sem nenhum receio de punição, estão, todos, a fazer suas tropelias. Pensar na ALQAEDA seria “filosofar sobre o sexo dos anjos”. Afinal de contas brasileiros não andam jogando bombas sobre mulheres e crianças muçulmanas.
 
9) AGRAVAMENTO DA PROBLEMÁTICA DA SEGURANÇA PÚBLICA BRASILEIRA
As limitações e carências dos órgãos de segurança pública e o aumento do poder e da violência de grupos ligados ao crime organizado, ou a ilícitos transnacionais, contribuem para agravar a problemática da segurança pública brasileira e criam um ambiente propicio à demanda para emprego das Forças Armadas em segurança pública, ainda que em caráter eventual.
A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, a problemática da segurança pública brasileira se agrave ao ponto de ser institucionalizado o emprego das Forças Armadas.
PRRPAIVA_ Do jeito que vão as coisas, no ano que vem, já teremos comandantes de grande unidade usando escudos policiais no comando de suas brigadas para debelar os arrastões monumentais nas capitais fluminense e paulistana. Alerta, o governo já atribuiu a segurança do leilão entreguista do bolsão de Libra (área de pré-sal) ao Exército. Que missão infame para os soldados de Caxias! Os “comunopetistas” estão apostando tudo no desgaste da Força. Afinal de contas, estar sempre na frente em pesquisas de confiança pela opinião pública é objetivo que as esquerdas não vão esperar até 2030 para extirpar das FFAA. Atenção! Munição real nem pensar! A PM já está satanizada pelo uso de “balas de borracha”! E agora José? Ah! Quem sabe a tia Joana aparece com as “mariolas” …eu quero chorar…
 
10) DESENVOLVIMENTO DE UMA MENTALIDADE DE DEFESA NO BRASIL
A sociedade brasileira não demonstra grande interesse pelos assuntos diretamente ligados à defesa nacional e o tema não é prioritário para as lideranças e os formadores de opinião do País.
A Estratégia Nacional de Defesa apresenta dentre suas metas a de desenvolvimento de uma mentalidade de defesa na sociedade. Nesse sentido, o Ministério da Defesa e as Forças Armadas vêm desenvolvendo iniciativas como programas de incentivo, congressos, seminários e simpósios, dentre outras.
A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, os assuntos de defesa passem a fazer parte da agenda nacional ao ponto de influenciar decisivamente as políticas governamentais.
PRRPAIVA_ REPORTAR AO COMENTÁRIO DO NR 4, acrescentando que, sem uma tomada de posição contundente por parte das autoridades militares, vai ser preciso o “caldo entornar” para se conseguir uma mudança decisiva das políticas governamentais. Mas aí já sem retorno, com a nação humilhada por uma amputação territorial ou na área do pré-sal. Governo, politicalha e mesmo a sociedade continuam descomprometidos com a manutenção da soberania nacional, cabendo às FFAA tomar as providências que se fazem necessárias em nome da sua própria sobrevivência. Desconfio que se esteja a clamar no deserto. Enfim, que Deus nos proteja! 
 
11) FORTALECIMENTO DA INDÚSTRIA DE DEFESA DO BRASIL
O fortalecimento da indústria de produtos de defesa no Brasil se constitui em peça fundamental na redução das vulnerabilidades militares do País. Anseia-se que ela seja capaz de produzir parcela significativa dos materiais e equipamentos estratégicos com tecnologia agregada que atenda às necessidades das FA. Isso, no entanto, esbarra em desafios de toda ordem. Grandes conglomerados da indústria de defesa dos países mais ricos bloqueiam tentativas de desenvolvimento das empresas similares dos países menos poderosos.
O aumento dos investimentos em C&T, a competitividade dos materiais produzidos pela indústria de defesa, a transferência de tecnologia (offset) e o aumento do poder de compras das FA são os principais fatores para o fortalecimento da base industrial de defesa brasileira, contribuindo para a redução do hiato tecnológico e para a nacionalização dos materiais de defesa.
A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, ocorra o fortalecimento da base industrial de defesa brasileira ao ponto de suprir no mínimo 50% das necessidades de material de defesa das Forças Armadas.
PRRPAIVA_ Até que ponto se compromete a defesa nacional quando, entre outras vulnerabilidades, se admite que 40% das peças utilizadas nos blindados GUARANI devam ser fabricadas no exterior?
 Ainda em outubro de 2011 foi levada a cabo, no Campo de Instrução de Formosa, Brasília/DF, uma exposição das possibilidades do marerial antiaéreo GEPARD para especialistas do metier. Ao que tudo indica, alguns oficiais-generais teriam sido de parecer que os 30 milhões de euros pedidos por 36 destes carros, necessários para “modernização” das nossas unidades antiaéreas, não deveriam pagar a obsolescência precoce dos “GEPARD.  Não obstante”, de repente, no afogadilho, pressonado pela segurança exigida das arenas construídas para a copa de 2014, estes blindados aparecem no Brasil. Todavia, deve ser dito, já se admite a compra de um sistema antiaéreo de defesa russo de mísseis terra-ar (Tor-M2e) que, ao que tudo indica, de última geração, viria a comtemplar o EB com material mais recente, sem necessidade da já conhecida repotencialização, como foi o caso dos GEPARD, produto lançado na  década de 1960 de tecnologia ultrapassada e que já foi retirado do serviço pela Alemanha, Bélgica e Holanda. Neste caso, no caso do material alemão, não teria sua negociação configurado uma” compra de gato por lebre”?  Não teria sido prematura esta aquisição se  considerado o TOR-M2e  de última geração ?
Quanto ao SISFRON/-Sistema Integrado de Fronteiras e do SISGAAZ/Sistema de Monitoramento da Amazônia Azul, avaliados em US $15 bilhões, deve ser dito: grandes predadores militares, membros permanentes do “CS/ONU”, são atores suspeitos. Associações com empresas brasileiras inegociáveis, oferecendo parceria no desenvolvimento de tecnologia, com o intuito aparente de ajudar o País a queimar etapas, não escamoteariam, em tese, impedir qualquer avanço sem o seu aval?
 
 12) CRESCIMENTO E SEGURANÇA DE FLUXO DO ORÇAMENTO DO EXÉRCITO BRASILEIRO (EB)
A crescente projeção internacional do Brasil indica a necessidade de um poder militar bem equipado e adestrado.
A eficiência operacional das Forças Armadas é dependente de orçamento compatível e constante. Nas últimas décadas, a escassez dos recursos alocados para o Exército Brasileiro tem redundado em deterioração cada vez mais séria de sua operacionalidade.
Além disso, o orçamento do EB ainda sofre retardamentos, contingenciamentos e considerável volume de recursos são inscritos em restos a pagar, dificultando o cumprimento da sua destinação constitucional.
A questão se refere à probabilidade de que, até 31 de dezembro de 2030, o governo aumente os recursos orçamentários e assegure um fluxo mínimo destinado a investimentos do Exército Brasileiro.
PRRPAIVA_ Que se saiba, novamente, com é de costume, este ano houve corte nos recursos alocados para a defesa. Qual a explicação para mais um saque no orçamento das Forças Armadas? Agora de 4 bilhões, porque em maio foram 3,7 bilhões. Está se vivendo um clima de “casa da mãe Joana” nas instituições militares. Olho vivo pé ligeiro! Todo mundo mete a mão e ninguém com autoridade se manifesta! Até 31 de dezembro de 2030! Ora bolas! Que grande embromação!  
 
13) ADEQUAÇÃO DA INFRAESTRUTURA CRÍTICA ÀS NECESSIDADES DE DEFESA
Os sistemas nacionais que constituem a infraestrutura crítica do Brasil, em especial energia, transportes e comunicações não podem entrar em colapso, pois são indispensáveis ao desenvolvimento do País, devendo também observar às necessidades de defesa nacional.
Atualmente, as obras de infraestrutura crítica não atendem na sua plenitude às necessidades de defesa, acarretando prejuízo ao planejamento estratégico operacional das FA, sobretudo no que tange a comando e controle, mobilização, logística, mobilidade estratégica e outras
O Exército dentre suas atividades subsidiárias executa obras da infraestrutura, mas não participa do planejamento de políticas públicas de forma a adequar as obras realizadas às necessidades de defesa.
A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, ocorra a adequação da obras de infraestrutura crítica do Brasil para atender às demandas de defesa do país.
PRRPAIVA_ Não participa porque não se impõe, podendo fazê-lo com muita moral pelos resultados que apresenta quando é guindado à obras de porte, as quais costuma entregar com qualidade total, antes do prazo estabelecido e com sobra de numerário. Esperar até 2030 é brincar com a verdade. Aliás ainda não foi engolido pelos sodados da nossa arma de engenharia aquele acordo que a CODEVASF celebrou com o “United States Army Corps of Engineers” para planejamento de hidrovia no Rio São Francisco. Será que o EB e a ABIN não desconfiam que “Tio Sam” vai aproveitar a exposição de flanco para fazer o levantamento estratégico da área. Chama atenção (ver NR4) o fato de que o chamado “saliente nordestino” também pode constituir alvo da cobiça internacional pela sua posição estratégica.  O fato é que, hoje, além da 4ª FROTA estar “pescando lagostas” no Atlântico Sul, temos agora um efetivo de ‘yankees” fisgando piranhas no “Velho Chico”.
 
14) AGRAVAMENTO DA CRISE DE VALORES NA SOCIEDADE NACIONAL
A História da humanidade tem mostrado que um dos alicerces da grandeza das nações é o respeito a um código tácito de valores morais e éticos. Riqueza, desenvolvimento e poder político, isoladamente, não lhes conferem coesão, bem-estar ou autorrespeito, nem lhes sustentam em desafios extremos.
Nações com vocação de grandeza cultuam pátria, liberdade, honestidade, dever, justiça, vida, família, educação, dignidade e disciplina, entre outros, como sínteses de princípios morais inspiradores de nobres ideais.
A sociedade brasileira enfrenta uma crescente crise moral com desprezo por aqueles e outros valores, disseminada sensação de impunidade e desrespeito ao princípio da autoridade, afetando com isso a coesão nacional.
A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, a crise de valores na sociedade nacional se agrave ao ponto de contaminar as Forças Armadas.
PRRPAIVA_ O Marechal Humberto de Alencar Castelo Branco, por certo, já teria empregado a reserva, desde já ou o quanto antes, ao tomar conhecimento das ‘PORCARIAS” que estão sendo veiculadas nas cartilhas de nossas crianças que cursam o 1º Grau. Contaminar as FFAA não é absolutamente nada se comparado à hediondez perversa da desorientação sexual, diabolicamente pusilânime, que se está a fazer engolir goela abaixo dos filhos e netos de todos nós, civis e militares. A sociedade nos dias de hoje, visivelmente anestesiada, está sendo vítima da imposição de um código de valores imorais sem que haja nenhuma reação por parte das autoridades constituídas. Antigamente, as lideranças militares, em situações bem menos caóticas, costumavam dar um murro moralizador na mesa. Hoje nem protestam. Mas seus netos, também, estão sendo vítimas nas escolas da mesma doutrinação libidinosa a que estão submetidos os do cidadão civil. Nossos comandantes leram, viram na INTERNET e ouviram o lamento angustiado da Dra. Damares Alves, denunciando o desvario erótico. Ah! Mas isto não é da alçada do Exército! Pois eu digo que é! Se não for é melhor então acabar com esta baboseira de “braço forte, mão amiga”! Se a” reserva moral da nação” não é capaz de se impor para salvar nossas crianças da perdição então é melhor fechar para balanço! Que não se duvide, não tarda e no currículo da AMAN vão exigir a adoção de uma apostila com este mesmo teor “avesso aos preconceitos caretas dos mais antigos”. Estamos perdidos!
 
 15) AUMENTO DA INFLUÊNCIA DE ATORES NÃO GOVERNAMENTAIS
Atores não governamentais – ONGs, empresas transnacionais, movimentos sociais e organismos internacionais – têm assumido papéis ativos em temas sociais, culturais, econômicos, ambientais, de direitos humanos e outros. Desvencilhando-se agilmente da burocracia, alguns aproveitam as fragilidades do Estado e ocupam espaço crescente na sociedade brasileira, como se fossem parte do aparato oficial.
Vários deles são prestigiados, pois declaram estar a serviço de causas nobres: culturais, religiosas, comunitárias, ambientalistas, educacionais, de direitos humanos ou de defesa de minorias. Embora alguns deles não se submetam à aprovação popular, procuram influenciar, cada vez mais, a opinião pública e as decisões políticas, trazendo reflexos para todos os campos do poder nacional.
A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, os atores não governamentais tenham poder sobre o governo ao ponto de influir nas decisões relativas à segurança e defesa.
PRRPAIVA_ Mas isto já está mais do que evidenciado. O País padece de forma cruel, sem que se oponha nenhuma resistência a estes atores nocivos.  A sensação que se tem é a de que “está tudo dominado”. As medidas de urgência e emergência, ainda no papel, para a neutralização da ação nefasta destas ONGS já deviam estar sendo postas em execução de há muito. Medidas estas que, em última instância, só as FFAA podem coordenar, agora já em ritmo de afogadilho e correndo atrás do prejuízo.
 
16) AGRAVAMENTO DAS TENSÕES SOCIAIS
Apesar dos esforços de sucessivos governos e da perceptível melhoria da qualidade de vida da classe mais pobre da população – fator relevante para a paz social -, continuam a existir desigualdades sociais e regionais, motivadas por questões ligadas ao desemprego, déficit habitacional, saneamento básico, saúde pública e educação.
Além disso, a problemática das tensões sociais no Brasil envolve outros fatores, como a ausência do Estado em algumas áreas críticas, a luta pela terra, as questões indígenas e quilombola, os problemas ligados à violência urbana, o crescimento desordenado das grandes cidades e a questão da segurança alimentar.
A questão se refere à probabilidade de que, até 31/12/2030, o agravamento das tensões sociais seja de tal vulto que venham a comprometer a lei e ordem no Brasil.

PRRPAIVA_ As tensões sociais já estão tão agravadas que, em 2030, um Brasil esfacelado, constituindo uma grande confederação. vai figurar nos mapas reunindo nações indígenas, cantões quilombolas e assentamentos de sem terras, ao que tudo indica, todos “microfeudos” sob a coroa da Rainha Marina da Silva. Eu me rendo! Fui!

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Conflitos Geopolítica

ANP age para evitar controle das empresas chinesas em Libra

Sugestão: Lucena

A participação das empresas chinesas no leilão tornou-se motivo de muita discussão, diante do risco de que se comprometa soberania nacional.

Maurício Thuswohl EBC Rio de Janeiro – Um fator que chamou a atenção do mercado na fase de habilitação dos participantes do leilão do Campo de Libra é a notável presença do setor petrolífero asiático, com três empresas chinesas, uma indiana e uma japonesa. A participação das empresas chinesas no leilão, no entanto, tornou-se motivo de muita discussão, dado o eventual perigo de que a força das estatais Sinopec, CNOOC e CNPC em Libra acabe por emparedar a Petrobras e a comprometer os objetivos de fortalecimento da soberania nacional brasileira que baseiam o regime de partilha adotado pelo governo federal.

O papel das chinesas no leilão foi objeto de uma análise feita pela Comissão Especial de Licitação da Agência Nacional de Petróleo (ANP). Esta, para evitar o perigo de uma super participação, determinou que CNOOC e CNPC somente poderão arrematar áreas de exploração em Libra se estiverem reunidas em um mesmo consórcio. Para embasar tal decisão, a ANP evocou a Lei do Petróleo (9.478), que determina que empresas pertencentes a um mesmo grupo controlador – no caso, o governo da China – não podem disputar entre si uma mesma área de exploração.

O caso da Sinopec, no entanto, foi tratado de forma diferente, já que a empresa participará do leilão de Libra na condição de sócia minoritária em duas sociedades, ambas estabelecidas com empresas europeias. Uma delas com a espanhola Repsol, na qual a estatal chinesa detém 40% do capital. Outra com a portuguesa Petrogal, com 30% de capital da Sinopec.

Em contrapartida à grande participação das estatais chinesas, pelo menos cinco das maiores empresas do setor petrolífero mundial, todas já instaladas no Brasil, estarão ausentes no leilão de Libra. As norte-americanas ExxonMobil e Chevron (as duas maiores do mundo), a norueguesa Statoil e as britânicas BP e BG, por alegadas diferentes razões, preferiram não participar do primeiro leilão de exploração do pré-sal brasileiro feito sob o regime de partilha. Entre as chamadas majors, apenas a holandesa Shell e a francesa Total figuram entre as habilitadas.

Teste para novo modelo

Primeiro a ser realizado sob a égide do regime de partilha para a exploração das reservas de petróleo e gás localizadas na camada pré-sal da Bacia de Santos, o leilão das áreas de produção no Campo de Libra, marcado para a próxima segunda-feira (21), será a primeira prova de fogo para o novo marco regulatório do setor, aprovado ainda no governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Além da Petrobras, dez petrolíferas, com nítida predominância das empresas chinesas, se habilitaram a participar do leilão, que será realizado em um hotel no Rio de Janeiro. Em jogo, a possibilidade de exploração daquela que é hoje a maior área em oferta no mundo, com reservas estimadas entre oito e doze bilhões de barris de petróleo.

O Campo de Libra tem 1.547 quilômetros quadrados de extensão e, segundo a previsão da Agência Nacional de Petróleo (ANP), exigirá investimentos de R$ 400 bilhões nos próximos 35 anos. O retorno no mesmo período promete ser excepcional. Em seu pico, prevê a ANP, a produção em Libra será de um milhão e quatrocentos mil barris de petróleo por dia, com a geração, segundo a agência reguladora, de pelo menos R$ 900 bilhões, sendo R$ 300 bilhões em royalties e R$ 600 bilhões provenientes da partilha do óleo produzido com a União, como prevê o novo regime.

As empresas habilitadas a participar do leilão são: Petrobras (Brasil), Repsol/Sinopec (Espanha/China), CNOOC (China), CNPC (China), ONGC Videsh (Índia), Ecopetrol (Colômbia), Petrogal/Sinopec (Portugal/China), Mitsui (Japão), Petronas (Malásia), Total (França) e Shell (Holanda). No entanto, duas delas – a ANP não revelou quais são – não apresentaram todas as garantias necessárias, e somente poderão participar do leilão se formarem consórcio com outras empresas habilitadas. A expectativa do governo, manifestada pelo ministro das Minas e Energia, Édison Lobão, é que as empresas venham a formar três ou quatro consórcios para arrematar as áreas de exploração em Libra. De acordo com as regras estabelecidas para o leilão, a Petrobras terá uma participação mínima obrigatória de 30% em cada aérea, ou seja, o consórcio vencedor terá no máximo 70% de participação no contrato de exploração.

Segundo o edital, serão vencedoras as empresas que oferecerem à União o maior percentual de lucro em óleo, a partir do patamar mínimo estabelecido em 41,65%. Além disso, as empresas vencedoras terão de pagar um Bônus de Assinatura no valor de R$ 15 bilhões pela exploração das áreas arrematadas no leilão. As onze participantes tiveram também que depositar uma garantia no valor de R$ 156 milhões, além de pagar à ANP uma taxa de participação de R$ 2 milhões. Os interesses da União na exploração do Campo de Libra serão defendidos pela empresa Pré-Sal Petróleo S.A., estatal oficialmente criada em agosto.

O edital estipula em quatro anos – período que, posteriormente, pode ser revisto – a fase de exploração, com o início da produção até o quinto ano posterior à assinatura do contrato. Os vencedores deverão também obrigatoriamente fazer um levantamento sísmico em 3D de todo o Campo de Libra. As regras de exploração trazem ainda uma exigência de utilização de conteúdo local mínimo nas diversas etapas da produção. Este conteúdo nacional deverá ser de 37% para a etapa de exploração e 55% para a etapa do desenvolvimento das áreas de produção, subindo para 59% após 2021.

Fonte: Carta Maior

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Defesa Vídeo

Vídeo excelente, com tomadas de ângulos diversos, de caças MiG-29KUB, realizando pousos e decolagens a bordo do porta aviões Admiral Kuznetsov

 Mig 29K

Gérsio Mutti (*)

Operações aéreas com o caça de superioridade aérea MiG-MAPO-29KUB, realizando pousos e decolagens a bordo do porta aviões Admiral Kuznetsov, com imagens de câmeras em tomadas de ângulos diversos. Vídeo excelente!!!

A Marinha russa disponibilizou o emprego de 20 caças bombardeiros Mig-29K embarcados e mais 4 caças bi-lugar Mig-29KUB para treinamento dos pilotos embarcados no porta-aviões Admiral Kuznetsov.

A última versão do MiG-29K, é um derivado do MiG-29M «Fulcrum C» com radar Zhuk AE AESA e sistemas aviónicos mais recentes. Ele é bastante parecido com a última versão conhecida do MiG-29 «Fulcrum E», também conhecido como MiG-35.

Dados de Projeto: MiG-29K (931) –MI-33: Variante Naval, esta versão possui asas dobráveis, gancho de retenção e trem de pouso reforçado. Os MIG-29 K atuais podem ser equipados com vários avionicos do MIG-35 como o radar Zhuk AE AESA, o motor também é o mesmo utilizado pelo MIG-35 o RD-33MK com 9.000 kgf de empuxo com pós combustão. O MIG-29 K pode transportar 5.500 kg de armas , tanques de combustível externos e PODS em 8 pontos duros. O MIG-29 K recebeu tanques de combustível adicionais situados na carenagem da espinha dorsal e LERX das asas, aumentando a capacidade total de combustível em quase 50% em relação a primeira variante do MiG-29. O MIG-29 K utiliza um sistema Fly by wire atualizado de 4 canais. Com os revestimentos especiais utilizados no MiG-29K, o seu RCS foi reduzido em cerca de 5 vezes em relação a assinatura do MiG-29 básico, ficando com uma assinatura de 1m² no setor frontal. O cockpit do MIG-29 K se baseia na característica glass cockpit, com 3 mostradores MFDs coloridos (7 na versão MiG-29KUB), sendo os mesmos utilizados no MIG-35. Outras inovações são a integração do sistema de navegação Frances Sigma-95, um módulo GPS e um sistema de mira de capacete Topsight . O MIG-29 KUB é aversão biplace do MIG-29K.” Defesa Aérea

Clique aqui para ver o vídeo

 

MiG-29KUB realizando pousos e decolagens a bordo do porta aviões Admiral Kuznetsov

Dados de Projeto do Mig-29K, caça de superioridade aérea: “dimensões, peso/capacidade de carga, motores/potência e velocidade/autonomia”

Dimensões:

Motores/ Potência

Comprimento: 17.32 M
Envergadura: 11.36 M
Altura: 4.73

1 x motores Klimov RD-33
Potência total: 18000 Kgf

Peso / Capacidade de carga

Velocidade / Autonomia

Peso vazio: 10900 Kg
Peso máximo/descolagem: 18550 Kg
Número de suportes p/ armas: 9
Capacidade de carga/armamento: 4500 Kg
Tripulação: 1 / 2
Passageiros: a

Velocidade Máxima: 2200 Km/h
Máxima (nível do mar): 1400 Km/h
De cruzeiro: 1200 Km/h
Autonomia standard /carregado: 900 Km
Autonomia máxima / leve 2800 Km.
Altitude máxima: 18000 Metros

Em tempo, seguem dois comentários pertinentes ao assunto em questão, para uma análise mais acurada, do caro Comentarista “1maluquinho” do Blog do Plano Brasil, sobre a viabilidade da compra do projeto do caça russo de superioridade aérea SU27SM3 , que possui uma autonomia de voo, que condiz com as dimensões continentais do Brasil.

Seguem comentários:

“O Melhor (caça) do ponto de vista econômico e financeiro e (também o) melhor do ponto de vista estratégico-tecnológico chama-se SU27SM3, de pronta-entrega com repasse total de tecnologia e liberdade de incorporação de armamentos. Além dos armamentos, também teremos “o ponto de partida para a criação de um caça realmente nacional.” 1maluquinho (comentário feito no Blog Plano Brasil, em 10 de outubro de 2013 às 10:54 horas)

“(Um caça) não precisa ser veloz para engajar um alvo, mas precisa ser veloz para evitar ser alvo e para chegar mais rápido também.

Um SU35 tem varias configurações inclusive interceptação de submarinos. Como o SU35 é a menina dos olhos de ouro da Rússia e poderiamos tê-lo apenas concessionado e com as vantagens de incorporação, logística e de serviços de manutenção.

O que mais me chama a atenção é o SU27SM3, que o teríamos totalmente repassado com compromisso de respeito de propriedade o que para nós seria o ponto inicial de criação de (um) caça próprio, (além de apresentar) várias configurações.

O Brasil tem tamanho continental, então a necessidade de um caça de superioridade (aérea) com grande autonomia.

Eu venho falando que a escolha técnica passou a ser política e agora encaminha-se para ser estratégica, (pois)… a Rússia tem sincronizado conosco em múltiplos aspectos diante da geoestratégia global.

Tudo mudou e precisamos deixar as doutrinas passadas para traz e nos adaptarmos as novas necessidades e interesses do Brasil.

Assimetria é adaptação, versatilização, criatividade e isso não esta contido em almanaques, manuais, cartilhas e sim em nossos cérebros adequados à realidade física do nosso meio.” 1maluquinho (comentário feito no Blog Plano Brasil, em 10 de outubro de 2013 às 19:53 horas)

Para finalizar, penso que devamos, sim!, proceder como fez a China com o seu projeto de reengenharia do caça de superioridade aérea naval de convés J15, versão do SU33 russo . A meu ver, a parte mais difícil da reengenharia do projeto do SU27SM3 brasileiro, ou uma das mais difíceis, será, a partir do zero, fazer uma turbina de aviação genuinamente brasileira para um caça de superioridade aérea naval (Acesse em leia também: “China não conseguiu copiar motores de aviação russos”).

Para saber mais sobre o Mig-29KUB, caça de superioridade aérea, acesse “The Aviatiom Forum (Mig-29KUB vs Su-33/J-15)
(*) Gérsio Mutti, é Editor-Adjunto do Blog Plano Brasil 
Leia também:

China não conseguiu copiar motores de aviação russos

Representantes da Corporação da Indústria de Aviação da China comunicaram a jornalistas americanos na Exposição Aérea de Pequim que planejam no futuro próximo continuar a comprar à Rússia motores para seus aviões de caça.

Como declararam representantes da Corporação da Indústria de Aviação da China (AVIC), produtores russos de motores irão receber nos próximos 5-8 anos, no mínimo, encomendas da China, porque “a tecnologia de produção de motores de aviação continua a ser a mais complexa para a AVIC desde o ponto de vista da produção e projeção”, cita suas palavras a edição militar americana IHS Jane’s Defence Weekly.

Apesar de no fim de 2012 a AVIC ter anunciado alcançar um progresso no desenvolvimento de ligas resistentes a altas temperaturas para motores de aviação, é evidente que motores russos RD-93 (companhia Klimov) e AL-31F (empresa Saturn) em versões de exportação continuarão a ser aplicados no futuro próximo em todos os caças chineses.

AL-31FN
AL-31FN

O motor RD-93 (versão de exportação do RD-33) foi desenvolvido em Leningrado (hoje São Petersburgo) na empresa experimental 117 para caças de quarta geração MiG-29. É bem conhecido que tais motores são fornecidos à China para serem montados nos caças Chengdu FC-1 Xiaolong. Além disso, há dados exatos de que o RD-93 se utiliza no último caça de quinta geração J-31, que levantou voo pela primeira vez em 31 de outubro de 2012.

Num outro novo caça chinês de quinta geração J-20 se aplica uma variante de motores turborreatores de dois circuitos AL-31F, desenvolvidos nos anos 70 para os aviões Su-27. Produtores chineses montam os mesmos motores em suas variantes do Su-27 (J-11) e cópias do caça de coberta russo Su-33 (J-15). Correm também boatos de que a China tenha pretendido obter da Rússia motores de última geração AL-41F1 (“Artigo 117”), utilizados em aviões PAK-FA e Su-35S.

su27sm3-[51]-2011

Atualmente, a China está desenvolvendo vários motores de aviação com diferente propulsão máxima: WS-10, WS-13 e WS-15. O WS-10 foi testado pela primeira vez em 2002 e os dois restantes – em 2006. Contudo, os produtores chineses não conseguiram até hoje garantir boa segurança e livrar-se de defeitos durante a produção desses motores. Pelo visto, a declaração da AVIC pode significar que ainda não é possível levar à perfeição estes três programas e que a Rússia continuará a ser uma “locomotiva” na indústria de aviação chinesa.

Representantes da AVIC entreabriram também à Jane’s a razão pela qual o país havia desenvolvido ao mesmo tempo dois caças de quinta geração – J-20 e J-31. Como se esclareceu, não está previsto fornecer os J-31 à Força Aérea do Exército de Libertação Popular da China: “Este é um programa de exportação que irá competir com os F-35 americanos em mercados regionais”. Anteriormente fora apontado por peritos que, diferentemente dos J-20, os J-31 não levam sinais distintivos da Força Aérea da China.

A Jane’s inteirou-se ainda que, contrariamente a anteriores comunicados, a China não prevê desenvolver uma versão de coberta do J-31. Segundo se afirmava antes, em aviões desta variante podem ser utilizadas asas com enflechamento negativo.

Como destaca a Jane’s, os programas J-20 e J-31 constituem um enigma para os serviços de inteligência americanos. Conforme os documentos divulgados pelo antigo colaborador de serviços secretos dos EUA, Edward Snowden, a China, para a produção desses caças, poderia roubar secretos de redes do Pentágono e de seus empreiteiros e, embora estes aviões, segundo os dados das estruturas de inteligência americanas, se atrasem muito em relação aos análogos americanos pelo nível da tecnologia stealth, os Estados Unidos estão muito preocupados com rápido progresso da indústria de aviação chinesa.

Possivelmente, os J-31 com motores russos podem concorrer com os F-35, considerando sobretudo os problemas da produção e do encarecimento do caça americano. É pouco provável, contudo, que os J-31 consigam conquistar os aliados dos EUA, que em quaisquer circunstâncias irão preferir o avião americano.

Fonte: VR – Anton Urinovsky via Defesa Aérea & Naval (DAN) 

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Defesa Sistemas de Armas Tecnologia

Thales I-Mast mais próximo da MB, agora também no Prosuper

DamenEV6000

Alemães e holandeses já o oferecem como parte de suas propostas à MB, os coreanos ainda são uma incógnita

Felipe Salles

ALIDE acaba de descobrir que na busca de opções não americanas, Damen e ThyssenKrupp Marine Systems (TKMS) estão se valendo do sistema Thales I-Mast para ofertar variantes armados de mísseis europeus Aster 15/30 no Prosuper. Uma questão importante aqui é notar que na hora em que variantes “de papel” como estes são aceitos na disputa pelo contrato da MB o conceito inicial do Prosuper de que visando a redução do “risco” apenas modelos de navios existentes e em uso ao redor do mundo seriam considerados certamente não parece ser mais tão importante quanto já foi.

O interesse da Marinha do Brasil no Thales I-Mast sempre esteve ligado à nova classe de corvetas avançadas derivadas da Barroso, no entanto, recentemente, novas informações chegaram a ALIDE indicando que o sistema de sensores integrados dos holandeses da Thales pode vir a fazer parte de todos os navios de escolta futuros da Marinha do Brasil.

Poucas semanas atrás ALIDE noticiou que para buscar uma opção aos sistemas AEGIS e 0os mísseis Standard SM-2/ESSM nativos da classe Álvaro de Bazán (F-100) a empresa espanhola Navantia teria oferecido um casco padrão de F-100 equipado com o radar AESA australiano CEAFAR. No mesmo sentido, o site do design bureau naval TKMS está oferecendo no Prosuper a sua nova “Meko 600”. Este é um derivado do casco da sua fragata antiaérea F124 (classe Sächsen), mas, com o I-Mast instalado no lugar dos radares APAR e com mísseis MBDA Aster no lugar dos mísseis americanos SM-2 da Raytheon. Uma descrição completa da Meko 600 já pode ser encontrada no site da empresa alemã. Esta possibilidade de modificação totalmente livre de diversos sistemas e mísseis é justamente uma das razões pela escolha do sistema de desenho e construção modular “Meko” criado pela TKMS alemã. Talvez tenha sido isso justamente o que deu à MB a confiança adicional necessária para trilhar este novo caminho.

Especificações técnicas da Meko 600 segundo o site da TKMS

Dimensões

 Comprimento: 143m

 Boca: 17,4m

 Calado: 5m

 Deslocamento (aprox.): 5800t

 Velocidade máxima: 28 nós

 Alcance: 6000 milhas náuticas/15 nós

Propulsão

 CODAG – 2x hélices de passo variável

 2x motores diesel MTU 20 V 1163

 1x turbina a gás GE LM2500

Tripulação

 Do navio: 150

 Estado Maior embarcado e outros: +40

Helicóptero

 2x helicópteros de até 10 toneladas (até o tamanho do Seahawk)

Sistema de Combate

 Comando e controle (C3I) no teatro Sensores e armas para AAW, ASW, ASuW e Forças especiais

ALIDE conseguiu também de suas fontes, com exclusividade, uma imagem do modelo EV 6000 da Damen criado especialmente para as necessidades da Marinha do Brasil. As fragatas De Zeven Provincien da Marinha Real dos Países Baixo são um dos modelos mais antigos da atual safra de navios de 6000 toneladas, assim o EV (“Escort Vessel”/Navio de Escolta) 6000 não é apenas um casco padrão de De Zeven Provincien com aditivos na superestrutura. O novo modelo agrega um número de melhorias que os holandeses aprenderam com sua linha Sigma de fragatas médias e corvetas que tem se revelado um sucesso de exportação. Entre estas melhorias está a preocupação dos holandeses com uma disposição “padronizada” da estrutura e dos diversos compartimentos existentes no interior do navio de maneira que isso facilite a construção de versões menores e/ou maiores deste mesmo desenho básico segundo as necessidades do cliente. Pensar nisso desde o início do projeto faz com que se possa criar novos tamanhos de cascos sem necessariamente demandar uma grande, arriscada, complexa e profunda redistribuição de tubulações e de compartimentos internos. O canhão no desenho é um Otobreda 127/54 Compact idêntico ao usado nas De Zeven Provincien originais. Como, no Brasil, a empresa Jaraguá tem um contrato de fabricação sob licença da linha de canhões navais Oto Melara isso pode sugerir que produtos deste fabricante venham a ser adotado nas futuras corveta e fragata brasileira. Os requerimentos da Marinha, no entanto, não estipulam fabricantes ou modelos se restringindo a apontar apenas quantidades e calibres (canhão Principal 1 x 127mm, canhão secundário 2 x 35/40 mm, metralhadoras 2 x 20 mm e 2 x 12.7 mm – ambas controladas apenas localmente).

O terceiro player do Prosuper com sistemas originalmente americanos, o destroier KDX-II coreano parece ainda estar num limbo. Se algumas fontes confirmam uma ligação da empresa com os I-Mast da Thales especialmente pela existência de uma futura fragata da indústria naval coreana de médio porte (3000 toneladas de deslocamento) a DW3000 exibida na Euronaval 2012, ainda não está claro se uma proposta da KDX-II com este mastro holandês e com mísseis Aster chegou efetivamente a ser ofertada no Brasil.

Existem duas hipóteses na adoção do I-Mast por estes dois participantes do Prosuper, na primeira este era apenas o caminho mais simples e mais rápido para eles ofertarem um produto com conteúdo 0% americano e assim melhor atender às restrições da MB e do Ministério da Defesa. Alternativamente, numa segunda hipótese mais alinhada com a Estratégia Nacional de Defesa (END), estaríamos adotando uma visão que beneficiaria mais a indústria nacional. Nela a MB optaria pela padronização da maioria de seus sensores navais ao redor do sistema I-Mast da Thales, gerando uma maior escala de produção que justificaria uma maior fatia do desenvolvimento localmente. Se a segunda opção for a mais realista, isso seria uma má notícia para franceses e italianos, uma vez que eles usam cada um radar exclusivo (Thales Heráklès e Selex EMPAR) nas suas fragatas FREMM.

Fonte: ALIDE (Base Militar Web Magazine)

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Conflitos Geopolítica Inteligência

O “calcanhar de Aquiles” da espionagem estrangeira no Brasil

 Audiência foi motivada pelas denúncias de espionagem americana

A fragilidade brasileira à espionagem estrangeira no Brasil , deve-se à dependência tecnológica estrangeira, e não será superada tão cedo!

Fragilidade brasileira à espionagem não será superada de imediato, diz general

Responsável pela defesa cibernética do Exército diz que principal causa é a dependência da tecnologia estrangeira. Abin diz que já existem soluções. Audiência foi motivada pelas denúncias de espionagem americana no Brasil

Reportagem – Sílvia Mugnatto

Edição – Dourivan Lima

O general José Carlos dos Santos, chefe do Centro de Defesa Cibernética do Comando do Exército, afirmou hoje, quarta-feira, 02/10/2013,  aos parlamentares da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional que as vulnerabilidades verificadas hoje nos sistemas cibernéticos brasileiros têm como causa principal a dependência da tecnologia estrangeira – e não serão superadas de imediato.

De qualquer forma, ele disse que a atuação colaborativa do governo com universidades e empresas, entre outros, já tem mostrado resultados, como a elaboração de um simulador de defesa cibernético e um antivírus. Mas o general defendeu a criação de uma agência nacional de segurança cibernética para regular e coordenar o setor.

O general José Carlos dos Santos defendeu ainda, enfaticamente, a aprovação do Marco Civil da Internet, em tramitação na Câmara. Ele disse também que a sociedade brasileira, de maneira geral, não se preocupa com a proteção dados sensíveis, pessoais ou não.

Abin: já existem soluções

Otávio Carlos da Silva, diretor do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento para Segurança das Comunicações da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), disse que o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento para a Segurança da Comunicação já existe há mais de 30 anos e oferece várias soluções. O centro atuou, por exemplo, na Rio+20 e na Copa das Confederações, na segurança das redes interna e externa desses eventos.

A audiência é motivada pelas denúncias de espionagem de autoridades brasileiras pelo governo americano.

 Fonte: Agência Câmara, 02/10/2013

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Pergunta (Preto no branco): “Dê onde vem a eficiência comprovada da Polícia Federal (PF) no exercício das suas funções???”

“A parceria entre a Embaixada dos EUA e a Polícia Federal foi formalizada por meio da assinatura de um memorando em 2010, mas encontra-se ativa na prática desde muito antes disso.

O problema não é a parceria. O problema é do Brasil, que não faz o dever de casa…, diz o professor Eurico Figueiredo, do Instituto de Estudos Estratégicos da UFF (Universidade Federal Fluminense).

Em um dos prédios da Polícia Federal em Brasília, no setor policial sul da capital, ali, onde ficam os cerca de 40 agentes brasileiros da Divisão Antiterrorismo (DAT) que investigam o terrorismo no Brasil, os computadores, parte dos equipamentos e até o prédio, dos anos 90, foram financiados pelos EUA.

 

Agentes da CIA conseguem atuar livremente no Brasil

Ação dos Estados Unidos em território nacional não se limita à espionagem. Americanos direcionam as investigações e apontam quem deve ser alvo de policiais federais brasileiros

Marco Antônio Martins, Folha de São Paulo

Pelo menos uma vez por semana, dois agentes da CIA, a agência de inteligência dos Estados Unidos, chegam a um dos prédios da Polícia Federal em Brasília, no setor policial sul da capital.

Em menos de cinco minutos, eles passam pela portaria e se dirigem a uma reunião em um dos edifícios onde ficam os cerca de 40 agentes brasileiros da Divisão Antiterrorismo (DAT).

A desenvoltura dos americanos não é por acaso: ali, os computadores, parte dos equipamentos e até o prédio, dos anos 90, onde estão reunidos e trabalham os policiais que investigam terrorismo no Brasil, foram financiados pelos EUA.

Nas duas últimas semanas, a Folha entrevistou policiais federais, militares da inteligência do Exército e funcionários do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República.

Todos admitem que os acordos de cooperação entre a Embaixada dos EUA e a PF são uma formalidade. E que, na prática, os americanos têm atuação bastante livre em território brasileiro. Procurada, a Embaixada dos EUA no Brasil não se pronunciou.

Segundo a Folha apurou, a atuação da inteligência americana no Brasil não se limita à espionagem eletrônica, revelada em documentos do ex-analista da NSA (Agência de Segurança Nacional) Edward Snowden.

Os americanos estão espalhados pelo país atrás de informações sobre residentes no Brasil, brasileiros ou não. Eles dão a linha em investigações e apontam quem deve ser o alvo dos policiais federais, dizem essas fontes.

Na prática, os americanos acabam se envolvendo em operações das mais diversas.

Em 2004, por exemplo, a Operação Vampiro, que desmantelou uma quadrilha que atuava em fraudes contra o Ministério da Saúde na compra de medicamentos, teve participação da CIA.

Em 2005, os americanos estiveram diretamente envolvidos no rastreamento do lutador de jiu-jítsu Gouram Abdel Hakim, suspeito de pertencer a uma célula da rede terrorista Al Qaeda.

Polêmica

A parceria entre a Embaixada dos EUA e a Polícia Federal –formalizada por meio da assinatura de um memorando em 2010, mas ativa na prática desde muito antes disso– é polêmica.

Um de seus críticos é o ex-secretário nacional Antidrogas Walter Maierovitch. “Opinei pela não oficialização do convênio, em relação às drogas, porque era um acobertamento para a espionagem desenfreada, sem limites”, lembra Maierovitch.

À época, a justificativa para o convênio era que o auxílio entre americanos e brasileiros serviria para o combate às drogas. Depois do 11 de Setembro, no entanto, o foco passou a ser o terrorismo.

Os americanos mantêm escritórios próprios no Rio, com a justificativa da realização da Copa do Mundo e da Olimpíada de 2016, e em São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, para vigiar a atuação das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) na fronteira.

“O que mais tem é americano travestido de diplomata fazendo investigação no Brasil”, afirma o policial federal Alexandre Ferreira, diretor da Fenapef (Federação Nacional dos Policiais Federais).

Cinco bases da PF para o combate ao terrorismo funcionam hoje no país –no Rio, em São Paulo, em Foz do Iguaçu e em São Gabriel da Cachoeira. Todas contam com equipamentos e tecnologia da CIA para auxiliar nos trabalhos, e há agentes americanos atuando em parceria com os brasileiros.

“O problema não é a parceria. O problema é do Brasil, que não faz o dever de casa e não se protege contra esse amigo que busca, na verdade, seus interesses”, diz o professor Eurico Figueiredo, do Instituto de Estudos Estratégicos da UFF (Universidade Federal Fluminense).

Fonte: Folha via Defesa Aérea & Naval (DAN) 

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Defesa Tecnologia

Militares apontam falta de recursos como entrave ao desenvolvimento tecnológico

CCT - Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicaç

Senado Federal, Audiência Pública CCT: “Militares apontam falta de recursos como entrave ao desenvolvimento tecnológico”

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MILITARES APONTAM FALTA DE RECURSOS COMO ENTRAVE AO DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO

Militares apontam falta de recursos como entrave ao desenvolvimento tecnológico

Marilia Coêlho

A falta de recursos para o desenvolvimento de tecnologias nas Forças Armadas é o que mais dificulta o progresso do setor. Esta foi a conclusão de participantes de debate realizado nesta terça-feira (08/10/2013) sobre a pesquisa e os investimentos nos centros de tecnologia das Forças Armadas, em audiência pública na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT). A reunião contou com a presença de representantes da Marinha, do Exército, da Aeronáutica e do Ministério da Defesa.

De acordo com o brigadeiro Wander Golfetto, do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial da Força Aérea, o Brasil investe apenas 0,004% do Produto Interno Bruto na área espacial. Golfetto mostrou que projetos da Aeronáutica para os anos de 2012 a 2016 precisariam de mais de R$ 195 milhões, mas só receberam do Orçamento cerca de R$ 34 milhões.

O senador Walter Pinheiro (PT-BA) disse que o orçamento para as Forças Armadas deve ser prioridade, tanto na área de ciência e tecnologia, quanto em outras de necessidade da população. Para ele, além dos recursos, é necessária também uma sinergia entre as três Forças militares para que a tecnologia desenvolvida sirva não apenas para o setor militar, mas para outros campos da ciência que podem ajudar a sociedade.

– Sem sinergia e recursos é difícil fazer avanços nas áreas de ciência e tecnologia, em benefício também de serviços como a saúde, por exemplo — afirmou Pinheiro.

O senador observou que, nos últimos anos, houve um aumento de recursos para a área de ciência e tecnologia das Forças Armadas, embora os recursos ainda sejam menores do que no passado. Walter Pinheiro acredita que é possível, por meio da expertise acumulada, as Forças Armadas contribuírem para o avanço de tecnologia, especialmente na área de monitoramento.

O presidente da CCT, senador Zezé Perrella (PDT-MG), disse que o governo investe pouco em ciência e tecnologia. Ele afirmou que o recente escândalo sobre a espionagem americana no Brasil deve servir de alerta para que o governo perceba a importância do investimento na área.

Projetos Importantes

O almirante de esquadra Wilson Barbosa Guerra disse que a Marinha tem quase R$ 200 bilhões envolvidos em seu plano estratégico. Entre eles estão o programa nuclear, que desenvolve o ciclo de combustível para as usinas de Angra 2 e Angra 3, e o laboratório de geração de energia para a propulsão de submarinos.

– O programa prevê quatro submarinos, que têm um projeto francês, e já estão sendo construídos. O laboratório nos dará a capacidade de projetar e construir com a nossa tecnologia um submarino de propulsão nuclear brasileiro — disse Guerra.

O chefe do Departamento de Ciência e Tecnologia do Exército Brasileiro, general Sinclair Mayer, citou vários projetos estratégicos da área, entre eles, um sistema de controle de fronteiras, o desenvolvimento de tecnologia para veículos blindados e outro de defesa da cibernética.

Por sua vez, o brigadeiro Wander Golfetto disse que a Aeronáutica tem 55 projetos grandes na área de ciência e tecnologia. Entre eles a produção de veículos suborbitais, na qual o Brasil é referência. Golfetto também citou, entre os projetos, a ampliação do Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), que custará cerca de R$ 295 milhões, para oferecer mais vagas.

De acordo com o diretor do Departamento de Ciência e Tecnologia Industrial do Ministério da Defesa, vice-almirante Wagner Zamith, o Ministério da Defesa tem a função de apoiar e incentivar os projetos ligados à ciência e à tecnologia das Forças Armadas. Zamith afirmou que a alta competitividade do setor
de ciência e tecnologia é um desafio, mas também é uma oportunidade.

Fonte: Agência Senado 

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Espaço Tecnologia

“Mars One irá se sacrificar”, diz Pontes

Marcos Pontes sonha em voltar ao espaço - Mario Henrique de Oliveira - Portal da Band

Apesar de não acreditar em sobrevivência por mais de dez anos, astronauta diz que iria para missão

Mário Henrique de Oliveira, Portal da Band

As viagens ao espaço já deixaram de ser algo exclusivo dos governos e começam a ser exploradas por empresas particulares. Primeiro brasileiro a ir para o espaço, Marcos Pontes revelou que já recebeu diversos convites para trabalhar nessas empresas que poderiam acelerar o processo para que ele volte a participar de uma missão espacial, que é seu grande sonho. Uma delas é a Mars One, que tem como objetivo instalar uma colônia humana em Marte a partir de 2023.

O astronauta brasileiro não acredita em êxito dessa missão sem volta, não porque sua meta seja impossível de alcançar, mas sim pelo curto prazo estipulado. Além disso, ele diz que “os tripulantes do projeto irão se sacrificar pelo outros, pelo futuro” e que não acredita em uma sobrevida de nem 10 anos dos primeiros exploradores.

“Eles vão se sacrificar para abrir caminho para outros, vão iniciar um processo. A missão deles será organizar as coisas, colocar em ordem todos os módulos, começar o funcionamento”, explica Pontes, que detalha alguns pontos importantes para que uma missão como essa tivesse sucesso.

Para ele, é preciso calcular direito toda a trajetória das espaçonaves, assim como sua decolagem, entrada na órbita do planeta vermelho e local de pouso. Pontes diz que ainda não temos também a proteção de radiação adequada para tanto tempo de exposição que os pioneiros terão. Outro fator apontado é sobre as questões de perda de densidade óssea e todos outros problemas que afligiriam o corpo humano no espaço, “lá não haverá apoio, não tem hospital”, lembra ele.

O tempo corre contra todos esses fatores, de acordo com o astronauta. “Se me dissessem que iriam começar o projeto em 2030, eu diria que teria tudo para dar certo, mas agora o prazo é curto. Para levar gente já em 2023 seria necessário que alguns módulos já fossem lançados em 2018. Está muito em cima. Eu diria que a probabilidade de sucesso hoje é menos de 5%”, estima ele.

Questionado se participaria de uma missão como essa, sem volta, Pontes foi enfático: “se fosse pela Nasa, uma missão oficial, eu iria sem problemas”, revelou o astronauta que ainda acrescentou, “se eu entrasse para uma empresa privada, poderia te dizer na semana seguinte quando voltaria ao espaço. É um mercado que tem crescido muito”.

Pontes revelou em números o crescimento desse setor. “Até 2011 tínhamos cerca de 160 astronautas em Houston, hoje estamos em 32. Tenho muitos amigos que fizeram essa migração do público para privado. Então eu penso, porque quero muito voltar ao espaço”, conclui.

Fonte: BAND 

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Conflitos Geopolítica Inteligência

Telefones da França foram alvo de espionagem dos EUA, diz jornal

Em meio à visita de Kerry a Paris, chancelaria francesa convoca embaixador americano para dar explicações

A Agência Nacional de Segurança dos EUA (NSA, sigla em inglês) coletou 70,3 milhões de registros telefônicos franceses em um período de 30 dias, segundo uma reportagem do jornal Le Monde que fornece novos detalhes sobre a massiva operação de espionagem que provocou indignação entre os aliados mais próximos aos americanos. O governo francês convocou nesta segunda-feira (21) o embaixador americano para dar explicações.

AP

Embaixador americano para a França Charles Rivkin deixa o Ministério das Relações Exteriores em Paris, após reunião

A reportagem, escrita em parceria com Glenn Greenwald , primeiro jornalista a fazer matérias sobre os programas de vigilância secretos da NSA, descobriu que quando certos números eram usados, as conversas eram automaticamente gravadas. A operação de vigilância também coletou mensagens de texto baseada em palavras-chave. A reportagem tem como base registros de 10 de dezembro a 7 de janeiro.

A publicação veio à tona em meio à chegada do secretário de Estado dos EUA, John Kerry, em Paris para diálogos diplomáticos sobre o processo de paz entre Israel e palestinos.

“Esse tipo de prática entre parceiros que invade a privacidade é totalmente inaceitável e temos que garantir, muito rapidamente, que isso não mais aconteça”. disse o chanceler francês, Laurent Fabius, durante encontro em Luxemburgo com seus colegas europeus. Fabius acrescentou que o embaixador americano, Charles Rivkin, foi convocado ao Ministério de Relações Exteriores.

Ele não comentou se havia sido chamado a prestar esclarecimentos e destacou a proximidade das relações entre EUA e França. “Esse relacionamento em nível militar, de inteligência, e forças especiais… é o melhor em uma geração.”

Mais cedo, o ministro do Interior da França, Manuel Valls, disse que a revelação feita pelo Le Monde era “chocante”. “Se um país aliado espiona a França ou espiona outros países europeus, isso é totalmente inaceitável”, disse Valls à rádio Europe 1.

Programas similares foram revelados no Reino Unido e na Alemanha. No Brasil, as revelações deixaram a presidente Dilma Rousseff tão indignada, que ela cancelou uma visita de Estado a Washington e denunciou publicamente a “violação de direitos humanos e liberdades civis”. O Ministério de Minas e Energia e a Petrobras também foram alvo de espionagem da NSA, de acordo com as denúncias.

O documento mais recente citado pelo Le Monde, datado de abril de 2013, também indicou o interesse da NSA em um endereço de email ligado ao Wanadoo – antes parte da France Telecom – e Alcatel-Lucent, a empresa de telecomunicações francoamericana.

Em julho, o Ministério Público francês iniciou uma investigação preliminar sobre a espionagem da NSA depois que a revista alemã Der Spiegel e o jornal britânico The Guardian revelaram a extensão dos programas de vigilância da agência norte-americana, com base em dados fornecidos pelo ex-prestador de serviço da NSA Edward Snowden .

Com AP e Reuters

Fonte: Último Segundo

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Vídeo: E tem o Mig- 29

Mig 29

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Vídeo: CB 90 H no Brasil

CB90 Brasil Combat Boat1

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