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Defesa Sistemas de Armas Tecnologia

Novas embarcações de desembarque construídas na Colômbia

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Novas embarcações de desembarque construídas na Colômbia
A Corporación de Ciencia y Tecnología para el Desarrollo de la Industria Marítima y Fluvial (Cotecmar) lançou ao mar sua primeira embarcação de desembarque (BDA), o ARC “Golfo de Tribugá” (ARC 240). A cerimônia foi realizada em 5 de fevereiro de 2014, nas instalações do estaleiro, na cidade de Cartagena de Índias.

O “Golfo de Tribugá” é o primeiro de seis novas embarcações desse tipo, que fazem parte do Planeamienteo de Fuerza 2030 da Armada de Colombia, e que substituirão progressivamente as LCU e LCM atualmente em uso. Com 45,8m de comprimento, 11,0m de boca e deslocamento de 625t, as embarcações são impulsionadas por um motor Caterpillar C18 Rating B de 412kW a 2.100 rpm, podendo atingir velocidade de 12 nós, e tendo autonomia de 33 dias. (Juan Carlos Cicalesi e Agustín Puetz).

Fonte: Segurança&Defesa

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Acidentes e Catástrofes Defesa

Acidentado mais um Kfir colombiano

No dia 18 de fevereiro de 2014, uma aeronave IAI Kfir da Fuerza Aérea Colombiana acidentou-se com perda total na área de Norcasia, no Departamento de Caldas (Colômbia).

O avião, de matrícula FAV 3006, era um biposto TC.12 e cumpria missão de treinamento. Um dos tripulantes ejetou e foi resgatado com vida, enquanto o outro não conseguiu abandonar a aeronave e pereceu. (Juan Carlos Cicalesi e Agustín Puetz)

Fonte: Segurança&Defesa

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Defesa Negócios e serviços

Saito falará a parlamentares sobre compra de novos caças da FAB

O comandante da Aeronáutica, tenente-brigadeiro Juniti Saito, comparecerá na próxima quinta-feira (27) à Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE) para falar sobre a recente decisão do governo brasileiro de adquirir 36 caças suecos Grippen, para reequipar a Força Aérea Brasileira. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (20) pela senadora Ana Amélia (PP-RS), que presidiu a reunião da comissão.

Requerimento assinado pela própria senadora – e aprovado ao final da reunião da CRE – estabelece que a audiência pública para tratar do tema, com a presença do comandante da Aeronáutica, será feita em conjunto com a Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados.

Manifestações

A comissão aprovou também requerimento de informações ao ministro-chefe do Gabinete Institucional da Presidência da República, general José Elito Carvalho Siqueira, a respeito de denúncias de monitoramento de partidos e organizações populares por parte da Agência Brasileira de Informações (Abin), com a finalidade de coletar informações sobre manifestações populares ocorridas recentemente no país.

Inicialmente Randolfe havia apresentado um requerimento de convite a Elito para comparecer à comissão e apresentar pessoalmente uma explicação a respeito das denúncias. O senador disse ter aceitado, após conversar com assessores da Abin, transformar sua proposta inicial em um pedido de informações ao governo. Mesmo assim, ele criticou o monitoramento de partidos e movimentos sociais.

– Me causou espécie quando vi nos jornais a noticia de que a Abin estaria acompanhando manifestações, para avaliar o risco de intensificação dos protestos, especialmente mais perto da Copa do Mundo. Gato escaldado tem medo de água fria, e neste ano o país completa 50 anos de interrupção de seu processo democrático – afirmou Randolfe.

Bachelet

A comissão aprovou ainda voto de congratulações e aplauso a Michelle Bachelet, eleita como nova presidente do Chile. A autoria do requerimento é da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM). Ela recordou que a candidata eleita, que já ocupou anteriormente a presidência do Chile, conduziu com “muita competência” a ONU Mulher, nos anos entre seu governo anterior e seu retorno ao Chile, para disputar as eleições.

Fonte: Valor via Notimp

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Defesa Geopolítica

Defesa e segurança:a Otan e o Atlântico Sul

A crescente integração política e econômica da América Latina e a importância desse projeto para as perspectivas de projeção dos países ocidentais sobre o Atlântico Sul têm se transformado, nos últimos anos, em um tema de relevante interesse para os Estados Unidos e seus parceiros da Aliança Atlântica no âmbito militar e de defesa.

Nesse sentido, é interessante a leitura de um estudo recentemente publicado pelo Cenaa (Center for European and North Atlantic Affairs), denominado Nato Global Partnerships in the 21 century – Parcerias globais da Otan no século 21, analisando as perspectivas de atuação da Organização do Tratado doAtlântico Norte, a aliança militar que une a Europa e os Estados Unidos, com relação ao Brasil e à América Latina.

Reconhecendo que não existe, no momento, nenhum país latino-americano em regime de parceria formal com a Otan, seus autores apontam como dificuldade, para atingir esse objetivo, três importantes fatores:

— a desconfiança dos países da região com relação ao envolvimento dos Estados Unidos;

— “Interesses” diferentes desses países com relação à segurança;

— uma percepção “diversa” com relação às possíveis, no campo geopolítico global, nos próximos anos.

Segundo o documento, as reações contra o envolvimento histórico dos EUA na América Latina teriam se aprofundado a partir da concretização de acordos para o estabelecimento de bases militares na Colômbia e no México, e com a decisão de reativação da 4 ª Frota da Marinha dos EUA para operar, em princípio, no Mar do Caribe.

Essas ações teriam sido vistas, principalmente pelo Brasil, a partir da aprovação do novo conceito estratégico da Otan, em 2010, como uma tentativa de abrir espaço para a atuação da organização no Atlântico Sul, e em outras regiões do mundo, fora do espaço tradicional do Hemisfério Norte.

Por trás da oposição de Brasília, estaria o desejo brasileiro de não abrir mão de um papel preponderante com relação à estabilidade regional, a doutrina diplomática nacional de não aceitar o uso da força sem o aval do Conselho de Segurança das Nações Unidas e a necessidade de preservar e defender seus interesses no Atlântico, especialmente no que diz respeito às reservas de petróleo descobertas pela Petrobras na Amazônia Azul.

O documento lembra que o Brasil considera como uma questão crucial impedir a entrada e permanência de navios dos EUA e da Otan na região, na qual já existiria um potencial ponto de apoio para suas operações, representado pela presença britânica nas ilhas Malvinas, à qual se opõe a maioria dos países da América do Sul.

Daí a importância, para o Brasil, e para seus aliados, da defesa do conceito do espaço sul-americano — e do próprio Atlântico Sul — como uma Zona de Paz, sem grandes conflitos desde o século 19, na qual os principais problemas quanto à segurança estariam representados pelo crime organizado, o tráfico de drogas e de armas, a proteção das fronteiras e a segurança urbana.

Essa situação, no entanto, lembra o documento, poderia mudar com a introdução de outros fatores. Entre eles, estaria o conceito de combate ao terrorismo, citando a Tríplice Fronteira, e a preocupação com o crescimento — como já defende a mídia pró-ocidental de alguns dos nossos países — da influência da Rússia e da China na região.

A resistência brasileira — país citado como alvo ideal para ações de cooperação — obrigaria a Otan a se concentrar em nações que, no passado, já atuaram, marginalmente, em conjunto com a organização. Paradoxalmente, a Argentina — que dificilmente cairia nessa esparrela de novo — e o Chile, que fizeram isso na década de 1990.

Como organismos que poderiam facilitar o contato de países latino-americanos mais ligados aos Estados Unidos com a Otan, são citados o Conselho Interamericano de Defesa, incorporado à OEA em 2006, e o Tratado Interamericano de Assistência Recíproca, Tiar, que obviamente não funcionou quando da Guerra das Malvinas e que tem sido progressivamente abandonado pelos países da América do Sul desde então.

A força relativa dessas organizações também diminuiu — segundo o documento — com o surgimento da Unasul, e do Conselho de Defesa da América do Sul, e a firme oposição do Brasil a qualquer acordo em separado com os EUA que viesse a fazer com que aceitássemos o papel de capatazes “ocidentais” no continente.

O papel neocolonial da Espanha e de Portugal é lembrado, quando se afirma que mesmo esses países membros, “tradicionalmente ligados à América Latina”, não foram capazes — como se isso fosse possível — de servir como ponte entre a região e a Otan.

E, mostrando que existe muito mais por trás da Aliança do Pacífico do que um mero acordo econômico, o documento do Ceena cita nominalmente México, Colômbia, Peru e Chile como países que poderiam servir de alvo inicial nesse processo de aproximação, por estarem voltados para cooperar de forma mais ampliada com os EUA e estarem também se projetando para outras regiões, como a da Ásia-Pacífico.

Entre as conclusões, destaco e traduzo, livremente, as seguintes:

“A dinâmica de cooperação de segurança na região e a natureza dos desafios de segurança emergentes exigem novas tentativas da Otan para buscar relações mais estreitas com os países latino-americanos”.

“A tarefa básica da Otan é encontrar formas e meios de construção de “confiança mútua”.

“O que precisa ser feito, em primeiro lugar, é a tentativa de um diálogo de alto nível em temas como operações de manutenção da paz, resolução de conflitos ou o papel das Nações Unidas”.

“Procurar a Unasul e CDS seria o mais indicado para uma cooperação bloco a bloco, embora seja possível que a diversidade de seus estados membros e suas respectivas posições sobre a cooperação em questões de segurança venha a representar um obstáculo para o estabelecimento desses “contatos”.

Fonte: jornal do Brasil via Notimp

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Conflitos Defesa

Defesa teve maior corte de gastos entre ministérios, informa governo

Bloqueio da pasta somou R$ 3,5 bilhões, informa governo federal. Fazenda fica em 2º lugar: ‘Não vai ter nem água aqui’, brinca Mantega.

O ministério que mais sofreu com o bloqueio de recursos no orçamento deste ano – que totalizou R$ 44 bilhões – foi o da Defesa, cujo corte foi de R$ 3,5 bilhões em relação aos valores aprovados pelo Congresso Nacional.

Os números foram divulgados nesta quinta-feira (20) pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão. A dotação aprovada pelo Legislativo, para o Ministério da Defesa neste ano, caiu de R$ 14,79 bilhões para até R$ 11,29 bilhões.

Em segundo lugar, aparece o Ministério da Fazenda, que sofreu um bloqueio de R$ 1,55 bilhão em seu orçamento. “Neste ano, não vai ter nem água aqui. Assim é a vida”, brincou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, presente no anúncio. Segundo ele, a pasta tem de fazer “sacrifícios” para reduzir as despesas públicas.

Logo depois aparece o Ministério da Justiça, que sofreu corte de R$ 800 milhões em relação ao que foi aprovado pelo Legislativo, seguido pelo Ministério do Desenvolvimemto Agrário, com R$ 729 milhões.

O Ministério do Planejamento, por sua vez, terá um bloqueio de verbas de R$ 520 milhões, enquanto que o Ministério da Previdência Social sofreu uma redução de R$ 400 milhões.

Fonte: G1 via NOTIMP

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Defesa Sistemas de Armas

China afirmou estar a planejando para breve o voo inaugural da versão atualizada do caça stealth J -20.

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Tradção e adaptação: E.M.Pinto

Uma série de fotografias tiradas recentemente por entusiastas da aviação em uma base não identificada, e amplamente divulgadas em sites chineses, mostram um protótipo do bimotor, a aeronave de quinta geração com o código de série “2011” pintado em ambos os lados o cockpit.

Membros ativos do cjdby.net e fyjs.cn, os dois sites mais visitados que cobrem os assuntos  militares chineses, dissem que o primeiro vôo de teste do protótipo da aeronave é iminente.

O vôo está previsto para acontecer em Chengdu, sede do desenvolvedor da aeronave, aChengdu Aircraft Industry Group.

Um funcionário da Aviation Industry Corp of China, empresa-mãe do grupo da indústria Chengdu , falando na quarta-feira sob condição de anonimato, disse que ele não poderia nem confirmar nem negar os rumores.140721ljsrh1nz1o5jz6os

Relatórios recentes da mídia sobre o teste militar do hardware da China confirmaram muitos dos rumores publicados por entusiastas e militares chineses. Muitos dos seguidores afirmam ter uma grande quantidade de conhecimento sobre armas oriundas de fontes da indústria de defesa chinesa.

A mais nova aronave do programa J -20 é o terceiro protótipo do caça stealth que fez seu primeiro voo há três anos.

Em janeiro de 2011 , o primeiro protótipo do J -20 fez seu vôo inaugural em um aeródromo não identificado em Chengdu. O voo de 15  minutos lançoua china como terceira nação do mundo a ” desenvolver e testar o protótipo de um avião de combate stealth” , depois dos Estados Unidos e da Rússia , de acordo com os meios de comunicação ocidentais.

A China lançou seus programas de caça stealth no final de 1990. Também está desenvolvendo um segundo vetor um caça a jato de quinta geração chamado de J- 31. A aeronave passou por vários voos de teste.

China teria realizado voos de teste de um segundo protótipo J- 20 em Chengdu, em Maio de 2012. Fotos de um protótipo ostentavam as suas baías de armas laterais abertas, as imagens foram divulgadas em março de 2013. Não está claro qual protótipo foi testado em março.
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Entusiastas da aviação chinesas destacam que uma série de melhorias foram feitas para o caça stealth. Ele supostamente tem um novo desenho da entrada de ar, bicos mais curtos do motor e uma tecnologia de sensores que ajuda os pilotos detectar e rastrear aeronaves inimigas ou mísseis em todas as direções ao mesmo tempo.

Fonte: China defense blog

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Defesa Sistemas de Armas

Marinha do Brasil (MB) testa drones que serão usados no país

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Entre 2015 e 2023 pelo menos cinco Vants devem estar a serviço da Marinha do Brasil

 A Marinha testou, em Arraial do Cabo, na região dos Lagos do Rio, um veículo aéreo não tripulado, o Vant. Entre 2015 e 2023 pelo menos cinco Vants devem estar a serviço da Marinha do Brasil.

Se tudo der certo, A Marinha terá os veículos à disposição para patrulhar a Amazônia Azul. A área de três milhões de quilômetros quadrados, que abrange todo o litoral do país, é muito importante por causa da biodiversidade.

A Marinha decidiu testar dois entre sete modelos apresentados. Os drones, como também são conhecidos, foram lançados do navio patrulha oceânico Apa, a cerca de 13 quilômetros de Arraial do Cabo.

MB-testa-drone-ScanEagle-foto-4-EstadãoAqui do container, os operadores conseguem controlar a velocidade, a altitude e ainda fazem a captação das imagens.

Os equipamentos são bem similares: têm pouco mais de um 1,70 m de comprimento e podem voar até seis mil metros de altura e com autonomia de quatro horas, antes de serem reabastecidos. A velocidade chega a 150 quilômetros por hora. A câmera vai alojada na parte de baixo das aeronaves.

A ideia da Marinha é comprar cinco drones até 2023 e até 2030 dobrar a quantidade de veículos aéreos não tripulados.

Fonte: Jornal da Band, 19/02/2014 

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Defesa Sistemas Navais

Adestramento de ataque é realizado a bordo do Submarino “Tapajó” S 33

Tapajo ss33 (2)Terceiro submarino brasileiro construído no Arsenal de Marinha do Rio de Janeiro (AMRJ)  e incorporado à Armada em 1998, o submarino “Tapajó” S 33  pertence à classe “Tupi” .

No dia 11 de fevereiro de 2014, o Comandante de Operações Navais, Almirante-de-Esquadra Luiz Fernando Palmer Fonseca e comitiva, participaram de um adestramento da equipe de ataque e manobras operativas, a bordo do Submarino “Tapajó”, no litoral do Rio de Janeiro.

Após o embarque, a comitiva assistiu às orientações sobre segurança e salvamento. Em seguida, o Submarino “Tapajó” suspendeu da Base Almirante Castro e Silva (BACS), em Niterói (RJ) , e, na saída da Baía de Guanabara, mergulhou para dar início ao adestramento.

Tapajo ss33 (1)Os procedimentos da manobra de imersão, nos compartimentos de comando e manobra do submarino, foram observados pelo grupo, que também acompanhou as ações do navio em governo e profundidade.

Na última etapa do exercício, durante o guarnecimento da Equipe de Ataque e a simulação de ataque ao tráfego marítimo de oportunidade, os presentes puderam observar o funcionamento do novo Sistema de Combate Integrado do navio, constituído de um conjunto de equipamentos que integram a direção de tiro com os sensores de bordo e seus periféricos de auxílio à navegação, permitindo uma acurada compilação do quadro tático.

Ao término do adestramento, o submarino cumpriu os procedimentos de retorno à superfície, regressando à BACS.

Recentemente, participou da Comissão “Deployment 2013” , operação militar conjunta com a Marinha dos Estados Unidos da América, durante a qual realizou 135 dias de mar, ao longo de sete meses de comissão.

Para ler toda a matéria acesse a fonte abaixo

Fonte: Marinha do Brasil 

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Defesa Sistemas de Armas

Marinha do Brasil (MB) estuda opção de leasing para o seu novo navio de patrulha

M079-f029Marinha do Brasil (MB) estuda opção de leasing para o seu novo navio de patrulha

A Diretoria de Engenharia Naval (DEN) da Marinha do Brasil está considerando a compra de 39 navios de patrulha (Navio Patrulha NPA) da classe Macaé . O que surpreende, é estar sendo considerada a compra de 20 destes Navios Patrulha pelo sistema de leasing.

Embora ainda não esteja confirmado, quem está negociando é a EMGEPRON, uma empresa pública especializada na gestão de programas navais. O programa brasileiro teve início em 2005 , e está sendo tocado por estaleiros brasileiros, graças a um acordo de transferência de tecnologia que se firmou em 2006 com a vitoria do projeto do estaleiro francês CMN – CL54 Vigilante 400, e na escolha do INACE e do estaleiro EISA como fabricantes nacionais.

Das 6 unidades encomendadas até agora, 2 já foram entregues pelo estaleiro INACE e os outros 4 estão sendo construídos pelo estaleiro EISA. Estima-se uma encomenda total de até 27 navios desta classe.

Eles possuem um deslocamento de 500 toneladas com um comprimento de 55,6 metros, estão armados com um canhão de 40 milímetros e dois de 20 mm. podendo atingir uma velocidade de até 21 nós.

Fonte: Defensa.com via Defesa Aérea & Naval (DAN) 

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Defesa Negócios e serviços

Brasil recebe transferência de tecnologia de caças suecos

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“Bueno… agora só falta o eficiente ‘nosso’ governo deixar tudo prá amanhã…” Aldo Ghisolfi

 O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Marco Antonio Raupp, recebeu nesta terça-feira (18/02/2014) o presidente da companhia sueca Saab, Håkan Buskhe, para iniciar a organização do governo federal para a transferência de tecnologia associada ao desenvolvimento dos aviões de combate Gripen NG, anunciados em dezembro como futuro caça da Força Aérea Brasileira.

Segundo Raupp, o encontro serviu como ponto de partida para a colaboração do MCTI com toda a estrutura do país nórdico por trás do programa de compra dos caças. “A pasta vai ter um papel importante na organização, diretamente com a Defesa, da parte de transferência de tecnologia para empresas e instituições brasileiras”, explicou.

A participação está prevista no pacote negociado entre a Saab e os governos de Brasil e Suécia, mas, na visão do ministro, a presença do MCTI também se deve ao fato de o ministério articular o Plano Inova Empresa e o programa Inova Aerodefesa, pelos quais “nós ofertamos para companhias brasileiras recursos para elas desenvolverem tecnologia e inovação, que, obviamente, devem abranger as áreas relativas à industrialização dessa aeronave aqui no País”.

Durante a reunião, Raupp definiu o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, Alvaro Prata, como interlocutor do MCTI nas discussões com a Saab. Também pediu ao secretário executivo, Luiz Antonio Elias, e ao chefe da Assessoria de Assuntos Internacionais da pasta (Assin), Franklin Netto, que acompanhem de perto os desdobramentos da cooperação.

Além de Buskhe, a delegação estrangeira presente no encontro incluiu o embaixador da Suécia em Brasília, Magnus Robach, entre outros executivos e diplomatas. Do lado brasileiro, compareceram ainda a diretora de Cooperação Institucional do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI), Liane Hentschke, e o coronel-aviador Paulo Roberto de Barros Chã, representante do Ministério da Defesa.

Inovação

Para o secretário Prata, a escolha da presidenta Dilma Rousseff pelo Gripen NG recaiu sobre uma empresa internacionalmente forte. “A Saab tem muita tradição em investir em pesquisa e desenvolvimento, com um portfólio muito grande associado a invenções”, disse, após a reunião, ao citar como exemplo o air bag, concebido pela companhia sueca, inicialmente para uso militar.

“A intenção é aliar os nossos interesses para ampliar essas parcerias à luz desse convênio chapéu e dessa grande justificativa, que é a transferência de tecnologia associada aos caças”, definiu Prata. De acordo com ele, a parceria deve envolver o uso de instrumentos do ministério “num contexto maior do que aquele restrito exclusivamente à transferência de tecnologia associada a um determinado produto de uma determinada empresa sueca”.

O secretário lembrou a tradição de parceria entre os dois países, expressa atualmente pelo Centro de Pesquisa e Inovação Sueco-Brasileiro (Cisb), em São Bernardo do Campo (SP), e por eventos conjuntos, como um seminário organizado pela Finep/MCTI em maio de 2013, quando Raupp recebeu a ministra sueca de Empresas, Energia e Comunicações, Annie Lööf.

Alvaro Prata conheceu Estocolmo em agosto de 2012, em comitiva chefiada pelo vice-presidente Michel Temer. A delegação visitou agências de fomento, empresas, ministérios e universidades do país nórdico. “A Suécia tem um sistema muito harmônico entre o setor industrial e as instituições de ensino e pesquisa”, observou, na reunião desta terça.

Na viagem, o secretário se reuniu com Håkan Buskhe e toda a direção da Saab. “Discutimos aspectos relacionados a uma possível escolha do Brasil pelo caça da Suécia”, recordou. “Claro que seria uma decisão presidencial, mas, naquela ocasião, buscamos possíveis contornos de uma colaboração.”

A fim de ilustrar a relevância do país nórdico no cenário mundial da inovação, Prata citou as empresas Electrolux, Ericsson, Scania, Tetra Pak e Volvo. “A Suécia é um dos países que mais investem em pesquisa e desenvolvimento [P&D], e a Saab é uma das empresas suecas que mais investem em P&D.”

Intercâmbio

O ministro Raupp apontou o programa Ciência sem Fronteiras (CsF) como instrumento fundamental para viabilizar a absorção de tecnologia na fabricação dos caças Gripen NG. “Temos que levar em conta a questão das pessoas, o intercâmbio de gente, porque é através disso que se faz essa transferência”, disse.

De acordo com a página Bolsistas pelo Mundo, o programa de mobilidade acadêmica do governo federal concedeu, até o momento, 170 bolsas para a Suécia, com 99 alunos brasileiros já enviados ao país.

Foto: Ministro Raupp recebeu Presidente da Saab e Embaixador da Suécia

Fonte: Portal Brasil (MCTI) 

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Conflitos Inteligência

DATYS: A NSA cubana centralizando em Havana a implantação do “Socialismo do Século XXI” na América Latina

chip_cubanoO chip cubano se alastra pela América Latina, devassando dados pessoais dos cidadãos em proveito de governos comunistas.

“Isso já ocorre em três países, justamente aqueles que mais têm avançado no denominado “socialismo do século XXI”: Venezuela, Argentina e Bolívia.

O surgimento de Cuba no mercado de identificação veio em um momento crucial: a Organização dos Estados Americanos estabeleceu 2015 como o prazo para os países da região modernizar seus registros civis e de sistemas de emissão de documentos como um meio para acumular o direito à identidade.

Além disso, a Organização Internacional de Aviação Civil segurança apertaram suas regras e estabeleceu que a partir de 2010 membros devem emitir apenas passaportes eletrônicos com dados biométricos (como o rosto ou impressão digital).”

Big Brother Bolivariano: O chip cubano se alastra pela América Latina. E a RIC brasileira?

Aluízio Amorim


Uma reportagem recente do jornal venezuelano El Nacional, intitulada “O chip cubano se propaga pela América Latina”, levanta o véu que encobre um tremendo sistema tecnológico de controle de dados de todos os cidadãos da América Latina que passariam ao domínio de empresas estatais cubanas vinculadas à Direção Geral de Inteligência, mais conhecida como G2, o serviço de espionagem e informação de Fidel Castro. No fim do artigo mostramos também as ultimas informações sobre a RIC (Registro Único de Identificação Civil) (http://www.tecmundo.com.br/2517-conheca-o-ric-sua-nova-carteira-de-identidade.htm), a carteira de identidade RFID brasileira.

Isso já ocorre em três países, justamente aqueles que mais têm avançado no denominado “socialismo do século XXI”: Venezuela, Argentina e Bolívia.

Com o vazamento de informações do sistema de inteligência dos Estados Unidos, iniciado pelo jornal esquerdista inglês The Guardian, em série de reportagens sobre a espionagem americana, foram criadas as condições ideais para os governos de viés comunista do continente, incluindo ai o do Brasil, alegarem os mais variados motivos, a pretexto – pasmem – de “segurança nacional”, para avançar no controle da informação, como se vê no caso do projeto do Marco Civil da Internet que o governo da Dilma tenta aprovar a toque de caixa no Congresso Nacional e que amordaça a internet.

Transcrevo como segue um resumo da reportagem do diário venezuelano El Nacional, em tradução livre do espanhol, com link (*) ao final para leitura completa da reportagem. Reputo como muito importantes as informações nela contidas.

Leiam a seguir:

Um contrato com a Venezuela foi o trampolim que Cuba usou para começar a vender serviços de identificação de governos latino-americanos aliados ao projeto político do falecido presidente Hugo Chávez. O acordo comercial de 172 milhões de dólares , assinado em 2007, para o fornecimento do cartão eletrônico venezuelano, abriu as portas para as empresas estatais da ilha a participar como intermediários e fornecedores no mercado de chips de identidade, que é dominada por um seleto grupo de países cujo topo são a Alemanha , Holanda, França , Finlândia, China e Estados Unidos.

Negociação entre Caracas e Havana, que foi feita sem discussão pública, não só colocou em mãos estrangeiras os dados dos venezuelanos. Também constituiu a oportunidade ideal a Cuba para expandir os seus horizontes estratégicos. O acordo, cujos detalhes foram revelados pelo El Nacional, de 17 de julho de 2011 – foi assinado pelo Ministério do Interior com a empresa cubana Albet Engenharia de Sistemas, que por sua vez sub-contratou a Gemalto multinacional holandesa (esta empresa holandesa opera no Brasil) para desenvolver o projeto cartão de identidade eletrônico venezuelano. O documento introduziu o conceito de “autoria moral” para garantir a apropriação por parte dos cubanos da propriedade dos programas que foram desenvolvidos então, e isto agora forma parte do portfólio comercial que os cubanos oferecerem no continente.

Por decreto presidencial, Argentina e Bolívia também colocaram nas mãos de Cuba a concepção e gestão de novos sistemas de identificação eletrônica. Funcionários da ilha estão agora envolvidos com os serviços públicos que contenham dados confidenciais de mais de 80 milhões de pessoas na América Latina. Diplomatas cubanos têm produtos de utilidade preciosos para os seus parceiros na região. “Nós desenvolvemos uma tecnologia que nos permite enfrentar com êxito a segurança interna de um país assediado”, disse Rolando Gomez, o embaixador de Cuba na Bolívia, quando apresentaram em La Paz os sistemas de emissão de passaportes com chips em 2012. Neste ato, disse que assim conseguiram controlar a subversão: “Isso foi neutralizado a partir de nossa própria segurança, controlando a entrada e saída do território para exercer plena soberania”.

Plano Avança Progressivamente

Em 2005, Cuba começou a estabelecer uma rede de empresas públicas de exportação de produtos de informática. Um relatório do Ministério da Informática e das Comunicações, primeiro sob a égide do general Ramiro Valdes, considerado o arquiteto dos sistemas de inteligência política cubanos e agora Medardo Diaz. Outras empresas estão vinculadas ao Ministério do Interior, chefiado pelo general Abelardo Colomé Ibarra , a quem ele se reporta à Direção Geral de Inteligência, conhecido como G2, um serviço que é considerado por especialistas como um dos cinco melhores treinados do mundo. Há quem duvide que os cubanos se limitem a oferecer aos governos ferramentas para a preservação da ordem e a segurança cidadã.

“Essas empresas são parte de uma estratégia para estender redes de inteligência cubanas na região. São na verdade uma fachada para o G2, que lhes permite controlar os sistemas de emissão de documentos de identificação, que ninguém pode simplesmente outorgá-los a qualquer um”, diz Anthony Daquin, ex-assessor do Ministério de Assuntos Internos da Venezuela e que estava envolvido nos processos de seleção de fornecedores para o cartão de identidade eletrônica e passaporte. O engenheiro está agora nos Estados Unidos em busca de asilo depois que sofreu sofreu uma perseguição policial em Caracas por suas críticas à tutela cubana. Suas reivindicações foram negadas pelos porta-vozes oficiais do governo venezuelano, que disseram que os cubanos não manipulam os dados da cidadania e só têm ajudado na atualização dos serviços de identificação nacionais.

A Camuflagem Cubana

As empresas estatais cubanas têm diferentes denominações. Em Caracas funciona a Albet Engenharia e Sistemas, que vende os programas produzidos na Universidade das Ciências Informáticas de Havana. Essa foi a empresa responsável pelo projeto de identificação venezuelano. Outra empresa, no entanto, é o rosto mais internacional: chama-se DATYS (http://www.datys.cu/). Produz software para várias finalidades, desde a identificação de impressões digitais e escutas telefônicas até o monitoramente de redes sociais, entre outros. Esta empresa contribuiu para o projeto de sistema de segurança baseado no reconhecimento de vestígios de impressões digitais que entraram em uso na Argentina desde 2012 . Na Bolívia, DATYS iniciou o desenvolvimento de passaportes eletrônicos com outra companhia cubana, a Security Print.

O surgimento de Cuba no mercado de identificação veio em um momento crucial: a Organização dos Estados Americanos estabeleceu 2015 como o prazo para os países da região modernizar seus registros civis e de sistemas de emissão de documentos como um meio para acumular o direito à identidade. Além disso, a Organização Internacional de Aviação Civil segurança apertaram suas regras e estabeleceu que a partir de 2010 membros devem emitir apenas passaportes eletrônicos com dados biométricos (como o rosto ou impressão digital).

BIG BROTHER BOLIVARIANO

Cristina Fernandez de Kirchner, presidente da Argentina, celebrou a cooperação cubana firmada para o desenvolvimento de sistema de identificação biométrica Federal de Segurança ( Sibios ), um projeto para coletar dados de filiação, características físicas distintas e impressões digitais dos 40 milhões de argentinos. “Um agradecimento especial para a República de Cuba colaboração para desenvolver este sistema, este software de muito baixo custo que permitirá, em tempo real, entender e saber quem é a pessoa que está ante um funcionário de segurança”, disse ela em uma cerimônia na Casa Rosada, a 07 de novembro de 2011.

Cristina criou o Sibios pelo Decreto 1766/2011 como apoio para a investigação de crimes e funções de segurança preventiva. Os dados biométricos da população serão incorporadas em um chip no passaporte e poderão ser utilizados e cruzados pela Polícia Federal, Guarda Nacional, a Guarda Costeira, Polícia de Segurança do Aeroporto, o Registo Nacional de Pessoas e o Departamento de Migrações.

Técnicos cubanos aportaram na Bolívia, em 2009, o ano em que o país estreou um censo eleitoral com dados biométricos, incluindo impressões digitais e sinais físicos dos cidadãos. Em 8 de abril daquele ano, o presidente Evo Morales emitiu o Decreto Supremo 068, que autorizou a contratação direta – por um total de 1,47 milhões de dólares – de empresas cubanas Acited -Impressão DATYS e Segurança para fornecer equipes e software de emissão de passaportes legíveis e fornecer ao Estado 350 mil cartões para o documento atual, o oficial e o diplomático.

Mais tarde, em 2010 e 2011, outros decretos Morales DATYS virou para a instalação de equipamentos para a captura de dados de registros biométricos em 9 e 16 escritórios escritórios departamentais bolivianos consulares em países como Espanha, Argentina, Chile, Brasil, EUA, Itália, França, Inglaterra e Japão. “Os técnicos explicam-me que a partir de agora as pessoas que entram no país serão registradas e será monitorado todos os seus movimentos na Bolívia”, explicou Morales satisfeito quando apresentou o sistema cubano no Palácio do Governo, em 23 de outubro do ano passado.

O Sistema Emipas.bo, com ele operam os passaportes da Bolívia, é descrito no site da DATYS. Permite a personalização do documento eletrônico e a inclusão de dados biométricos e numérico prometendo também garantir a singularidade das pessoas que aparecem no banco de dados. Frontpas também é outro aplicativo para o monitoramento e vigilância nas fronteiras, incluindo câmeras de vídeo.

UM PROJETO MISTERIOSO

A negociação com Cuba não tem sido isenta de críticas. “Nós levantamos em observações do Parlamento sobre a participação do país nas áreas de segurança e de identificação, mas o governo não responde e desqualifica os denunciante”, diz Adrian Oliva, do Partido de Convergência Nacional. “Os sistemas de migração, os cartões eleitorais e de identidade são conectados. Neste último caso, o que também tem assessoria cubana, observamos muitas irregularidades como a existência de pessoas com mais do que uma identidade”. Essas observações, no entanto, formaram parte de um debate que pareceu diluir-se e não se traduziu em ação ante as instâncias parlamentares ou judicial.

Em outubro de 2012, o Ministério do Governo da Bolívia assinou um novo contrato com DATYS , desta vez por cerca de US $ 700.000, para o fornecimento de software, licenças e hardware especializado para o Sistema Nacional de Imigração, o projeto deve ser implantado em três aeroportos e 15 pontos de fronteira .
O documento indica que, além de verificar a identidade dos indivíduos e da autenticidade dos documentos de viagem , tem entre seus objetivos DATYS confirmar que o passageiro tenha o visto adequado para o propósito da viagem declarado. O contrato inclui um aviso de que não passa despercebida: indica que eles também têm a missão de ajudar a identificar os que vêm de “países de risco em certas atividades “, bem como verificar os impedimentos para entrada e saída de cidadãos nacionais e estrangeiros “por listas negras de instituições bolivianas ou organismos internacionais.”

Nem o Ministério nem o Departamento de Migração da Bolívia respondeu a pedidos de entrevistas para esclarecer em que medida cubanos têm acesso a bases de dados nacionais. Além do silêncio, os chips cubanos alcançam novas latitudes do continente.

RIC RFID do Brasil

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Brasileiros Ganharão Chips Individuais

O Brasil tem seus próprios planos para uma carteira de identidade com chip RFID. No entanto, acordo com este video da UOL, a RIC esta longe de ser implementada. A noticia abaixo mostra um projeto aprovado pelo senado em marco de 2013 determinando a emissão gratuita da primeira via para todos os cidadãos. Como as outras identidades do continente, a brasileira também sera baseada em RFID. Basta saber se usará a mesma tecnologia cubana.

Senado aprova projeto para emissão gratuita de novo modelo de RG

O Senado aprovou nesta quarta-feira projeto que obriga a emissão, de forma gratuita, do novo documento de identidade criado pelo governo federal há mais de dois anos. O projeto prevê a gratuidade para a primeira emissão do documento, um cartão com chip que vai substituir a cédula em papel do RG (registro geral) nos próximos dez anos.

Autor do projeto, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) argumenta que o custo de R$ 40 para a sua emissão é “muito alto” para diversos brasileiros –por isso o governo deve arcar com a primeira versão do cartão. O custo foi estimado em abril 2010, quando o governo anunciou a mudança do documento, uma vez que a identidade traz um chip eletrônico com informações do cidadão.

“Para se ter uma ideia, o valor orçado corresponde a quase 10% do atual salário mínimo. Considerando-se a cesta básica, calculada em abril de 2011, o valor cotado para emissão do novo Registro de Identidade Civil fica ainda mais significativo”, disse Nogueira.

Relator do projeto, o senador Benedito de Lira (PP-AL) afirmou que a troca do RG tradicional pelo documento eletrônico vai proporcionar maior “segurança e eficiência” na identificação do cidadão, mas não é justo que ele tenha que custear a troca.

“Busca-se, por meio desta proposição, fazer com que o Estado arque ao menos com a primeira emissão desse documento”, afirmou.

O novo modelo de identidade será único para o país e terá dez dígitos (uma sequência de nove números mais um dígito verificador). Hoje, cada Estado adota uma numeração diferente e sistemas próprios de emissão das carteiras de identidade, sem se comunicarem.

Em São Paulo, o documento tem nove dígitos; no Rio Grande do Sul, dez; e no Distrito Federal, sete, por exemplo. A ideia do governo é trocar todos os documentos –são 150 milhões atualmente– em até dez anos.

Nesse período, as duas carteiras (antiga e novo modelo) serão aceitas, pois a substituição será gradativa e dependerá da capacidade do governo de aparelhar os institutos com equipamentos capazes de gerar o documento.

O modelo da carteira será similar a um cartão bancário com chip, reunirá dados pessoais, CPF e título de eleitor, e a impressão digital adaptada ao AFIS (sigla em inglês para Sistema Automático de Identificação de Impressões Digitais).

ComputerWorld: Conheça as especificações técnicas do RIC e como funcionará

Criptografia, RFID e banda larga. Todas serão tecnologias necessárias ao uso do cartão que servirá de suporte à nova identidade dos brasileiros.

O novo Registro de Identidade Civil (RIC), documento lançado no fim do governo Lula e que começa a vigorar este ano, gradativamente substituirá as atuais cédulas do RG. Com investimentos de cerca de R$ 90 milhões custeados pelo Ministério da Justiça, os primeiros cartões serão expedidos em 2011 pela Casa da Moeda do Brasil. Mas como serão eles? Que tecnologias usará além do chip contendo informações como gênero, nacionalidade, data de nascimento, foto, filiação, naturalidade, assinatura, órgão emissor, local de expedição, data de expedição e data de validade do cartão, e informações referentes a outros documentos, como título de eleitor, CPF, etc?

As normas do Registro de Identidade Civil (RIC) publicadas no Diário Oficial em 2010 determinam que cartão deverá ser feito de policarbonato (um plástico altamente resistente) e terá um certificado digital. Além disso, terá dois chips. Um servirá para aplicações que exijam contato, ou seja, a inserção do RIC em máquinas de leitura – catracas, ATMs, etc. E o outro será equipado com padrão RFID, para leitura de dados por radiofrequência, apenas por aproximação, como fazem algumas chaves de carros mais modernos. Outra exigência do Ministério da Justiça, coordenador do projeto, é a de que tanto o cartão como os chips durem ao menos dez anos.

A biometria é gravada numa camada interna do cartão, queimada a laser. E os chips trazem recursos de autodestruição das trilhas, no caso de tentativa de clonagem ou invasão. Isso é importante, porque a chave privada do certifi cado digital da pessoa estará dentro do chip. “Se alguém tentar tirá-la de lá, o processador tem uma resistência que apaga os dados”, diz Martini. “O cartão, essa chapinha minúscula, é um computador. Tem memória, sistema de arquivo, processador, um criptoprocessador e um sistema de gravar arquivo, para gerar o par de chaves com números complexos.”

Os certificados digitais brasileiros usam assinaturas digitais assimétricas, baseadas nesse par de chaves. Uma chave (na verdade, uma combinação numérica) é pública e circula entre as instituições com as quais o cidadão se relaciona; a outra é privada, e só a pessoa tem. A conferência da assinatura acontece porque a sua chave pública só combina com o seu par privado. E o nível de segurança depende do tamanho da chave. De acordo com Martini, atualmente, chaves de 1.024 bits exigem tanto poder e tempo computacional para serem quebradas que são consideradas ideais em termos de segurança. E aquelas de 2.048 bits são virtualmente inquebráveis.

As chaves criptográficas de 512 bits, contudo, já não são recomendadas, devido ao avanço do poder de processamento das máquinas. Mesmo assim, seria preciso um cluster com dez computadores trabalhando ininterruptamente por cinco meses, para quebrá-la. “Assim, para compensar movimentar um custo computacional monumental como esse, é preciso ter muita coisa em jogo – segredos industriais de milhões de dólares, por exemplo. Ou seja, muito improvável”, analisa Martini.

O fato é que, com o tempo, a computação ganha poder e os algoritmos precisam ganhar maior complexidade. O presidente do ITI lembra que os cartões têm vida útil de dez anos, e também precisarão ser renovados periodicamente. Uma das intenções, diz, é propor estender a validade das certificações para cinco anos (atualmente, são três, como em Portugal), entre outros motivos, por conta do tamanho do País e da sua população. Ou, completa Paulo Airan, do Ministério da Justiça, alterar as normas que só permitem renová-las uma vez, para que isso possa ser feito repetidas vezes.

O fator humano

O ITI é responsável pela auditoria nas empresas que vendem certificações digitais. Esse processo cobre “um conjunto exaustivo de temas”, segundo Martini, mas “com muito mais foco no fator humano do que no tecnológico”. “É nas pessoas”, diz ele, “que está o maior risco de fraude”. Tokens, leitores e outros dispositivos têm hoje muita qualidade. O perigo está na hora da autenticação ao vivo, na presença da pessoa, na coleta dos dados – “se o agente de registro é confiável ou se pode ser corrompido”.

Atualmente, as auditorias são anuais nas nove certificadoras de primeiro nível (chamadas AC), que atuam no Brasil. Isso significa que elas têm o encargo de autoridade certificadora, com sala-cofre, pessoal especializado, e podem credenciar e auditar as certificadoras de segundo nível, que atuam no varejo. Como resultado das auditorias, é publicada mensalmente ou semanalmente a LCR, Lista de Certificados Revogados.

Banda larga, sempre ela

Outra necessidade técnica do projeto RIC será a comunicação de dados. Cada vez que for preciso consultar a base de imagens de impressões digitais, localizada em Brasília, a imagem de um dedo vai trafegar pela rede. No auge da operação, espera-se 80 mil consultas por dia.

O secretário-executivo do Comitê Gestor do RIC, Paulo Airan, do Ministério da Justiça, diz que o tema ainda está sendo discutido. “A princípio deve ser contemplado num processo de licitação ou ser objetivo de uma política de convênio com o ministério”. Ele lembra que há, ainda, a Infovia, rede baseada em Brasília, e, em tese, todos os estados devem ter link com o Infoseg, sistema de informação da Secretaria Nacional de Segurança Pública. Também não se sabe, dentro do Comitê Gestor, que papel poderá desempenhar a Telebrás.

(*) El Nacional (http://www.el-nacional.com/siete_dias/chip-cubano-propaga-Latinoamerica_0_233976788.html#.UfeAvkcuk0w.twitter)

Referência:

– Blog do Aluízio Amorim: “O chip cubano se alastra pela América Latina devassando dados pessoais dos cidadãos em proveito de governos comunistas.” 

Fonte: libertar.in, 18/11/2013 (http://www.libertar.in/2013/11/big-brother-bolivariano-o-chip-cubano.html)

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Militares já sabem que “Sininho” tem cursos de ativismo político e agitação em Cuba e na Rússia

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NOTA DO PLANO BRASIL: “ As multidões não incidem na desobediência por consenso geral, mas por instigação de uns poucos que, agindo mal em grupos, esperam ficar impunes de suas culpas e iniquidades.

Entretanto, se a extrema urgência sugerir o remédio da espada (*), cumpre reprimir os criminosos segundo o costume antigo, de modo que a todos se estenda o temor e a poucos o castigo.”

Vegécio (Publius Flavius Vegetius Renatus, escritor do Império Romano do século IV d.C.)

(*) Gládio 

Militares já sabem que “Sininho” tem cursos de ativismo político e agitação em Cuba e na Rússia

Não há mais dúvidas da relação entre os protestos violentos nos grandes centros urbanos e as intenções de agitação profissional para preparação revolucionária, financiadas por esquemas transnacionais de extrema esquerda. A inteligência das Forças Armadas acaba de descobrir que a ativista conhecida no facebook pelo codinome de “Sininho” (alusão indevida a uma das fadinhas da Disney) tem formação em ações de guerrilha e terror urbano em Cuba, e provavelmente na Rússia.

Militares já sabem que Elisa de Quadros Pinto Sanzi, de 28 anos, que posa como a patricinha “Sininho” nas redes sociais e já foi detida em várias manifestações, fez pelo menos quatro viagens a Cuba. Uma delas teve duração de seis meses (em geral, o tempo dos cursos de formação revolucionária da juventude na pobre Ilha Perdida dos milionários Irmãos Castro). Também foi registrada pelo menos uma passagem da jovem agitadora pela Rússia – onde ONGs promovem treinamentos de ações de guerrilha urbana e terrorismo.

“Sininho” já é investigada pela Polícia Civil do Rio de Janeiro, depois de repetidas detenções em manifestações violentas. No dia 19 de janeiro de 2014, chegou a ser levada para a delegacia por ter chamado um PM de “macaco”. Ela já responde a dois inquéritos por formação de quadrilha. Natural de Porto Alegre, Sininho deve ser investigada também pela Polícia Federal. A jovem possui duas carteiras de identidade, com números diferentes.

Mesmo assim, continua livre, leve e solta… E posando de mocinha radical chic nas fotos, como na segunda-feira, quando compareceu a uma delegacia, no Rio de Janeiro, para prestar depoimento sobre uma eventual colaboração aos suspeitos de envolvimento no tiro de rojão que matou o cinegrafista da Band Santiago Andrade.

Fonte: Alerta Total 

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Esse “sino” toca diferente…

Os Serviços de Inteligência dos Militares afirmam que Sininho tem formação de guerrilha e terror urbanos.

Elisa Quadros esteve quatro vezes em Cuba participando de Cursos de Ativismos. … (acerca do) processo de implantação de uma ditadura do proletariado no Brasil. … (e assim) mais adiante fazer as mudanças na Constituição (Federal), na política e na sociedade e institucionalizar o inferno no Brasil.

Fonte: Partido Militar Brasileiro