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Recursos para o Russo/Indiano MTA

Após o anuncio do compromisso e do inicio do programa KC-390 pela Embraer na última edição da LAAD na última semana,

O governo Russo deu inicio ao seu programa MTA Multi-role  Transport Aircraft, e para isto, disponibilizará ainda em 2009, US$ 64 milhões, dando inicio ao projeto bi nacional Russia/India, no desenvolvimento do seu futuro carguerio transporte militar.

Rússia e Índia assinaram um acordo intergovernamental o qual visa o  desenvolvimento conjunto de uma aeronave cargueira multi-função  (MTA) em 2007. O custo total é estimado em US$ 600 milhões a ser partilhado entre os dois países.
O avião de transporte terá uma capacidade de carga de 20 toneladas, está prevista para entrar em serviço em ambas as forças aéreas em cerca de oito anos.
Participam do programa as empresas Russas Ilyushin/Irkut Corporation, empresa do recém criado grupo  United Aircraft Corporation (UAC) e a Indiana HAL de propriedade estatal e representante indiana no projeto.
A Índia espera adiquirir cerca de 45  MTA, enquanto a Rússia, que pretende  substituir a sua frota obsoleta de aviões de transporte An-12, An-26 e An-32  pretende adiquiri pelo menos 100 aeronaves.

O MTA é concorrente direto do Brasileiro KC-390 da EMBRAER, situando-se na mesma faixa de peso e capacidades. Ambas as aeronvaes buscam além do seu mercado doméstico, possibilidades de exportações para potenciais clientes de um número perto de 2000 aviões desta categoria, dos quais a Embraer por exemplo espera conquistar pelo menos 700.

Foi dada a largada para ambos os projetos e as aexpectativas são boas para ambos.

Fonte: RIA Novosti

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Novo Start pode estar à caminho

Um novo acordo para redução de armamentos entre a Rússia e os EUA para substituir o tratado START-1 que expira em Dezembro, deve igualmente cobrir sistemas de entrega, disse o presidente russo na segunda-feira.

“Na nossa opinião, o tratado que deve substituir o START-1 deve igualmente limitar os meios de entrega de ogivas nucleares, e não somente do número de ogivas. Eu quero dizer entre eles os mísseis balísticos intercontinentais, os mísseis balísticos submarinos e os bombardeiros pesados carregadores de cargas nucleares,” disse Dmitry Medvedev na Universidade do Estado de Helsínquia.

O tratado START-1, assinado em 1991, obrigou Washington e Moscovo a cortar cada um cerca de 6.000 ogivas nucleares e seus veículos a 1.600. O tratado expira em 5 de Dezembro de 2009. Em 2002, um acordo adicional de reduções da ofensiva estratégica foi concluído em Moscovo.

O acordo, conhecido como o Tratado de Moscovo, teve cortes previstos de 1.700 a 2.200 ogivas em Dezembro 2012.

Entretanto, esse tratado é considerado pela maior parte dos analistas ser menos eficaz do que o tratado START-1 e Medvedev igualmente disse que durante sua reunião recente em Londres com presidente Barack Obama dos E.U.A. concordaram que começariam imediatamente as negociações para um novo tratado de redução de armamentos estratégicos.

Fonte: Pravda

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Cyber war o novo desafio

Washington estaria planejando a criação de um novo comando militar para combater os ataques cibernéticos dos quais recentemente  os EUA tem sido alvos cada vez mais frenquente.

A mudança seria parte de um projecto de revisão das políticas de segurança cibernética, principalmente agora no momento em que tem vindo ao público declarações de militares de alta patente e civis de diversos setores da defesa de que o os Estados Unidos são muito mais vulneráveis à estes tipos de ataques do que se imaginava.

O Departamento de Defesa diz que gastou mais de 100 milhões de dólares nos últimos seis meses somente para reparar os danos causados por ataques cibernéticos.

A mais recente polêmica dizx respeito ao roubo de projetos do seu mais novo caça o F 35 do qual segundo algumas fontes seriam apenas mais um caso desta natureza.

O governo dos EUA já teria desmentido o feito, entretanto analistas militares tem reafirmado frequentemente que os sistemas de computadores e toda rede defesa seria um alvo fácil para um ataque de larga escala, o qual poderia paralizar e danificar em muito a capacidade defensiva das forças militares Norte Americanas.

Analistas do pentágono tem frequentemente desmentido estes boatos, e reafirmando que há segurança e que estão atenatos ao recente aumento no número de tentativas enterpeladas pelos Cyber piratas e que a criação do CYBER COMMAND seria uma medida muito mais administrativa e organizacional do que uma resposta tardia ao problema.

Fonte: texto adaptado DefenseTalk