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Novos F-16 para a FACh

Em um reunião da Comissão de Defesa da Câmara dos Deputados, o novo ministro da Defesa chileno, Francisco Vidal, anunciou o térmio das negociações com a Holando para a compra de 18 aviões F-16 MLU por um total de US$ 270 milhões. O contrato deveria ser firmado a curto prazo, já que a chegada dos primeiros exemplares está prevista para dezembro de 2009 e espera-se que todas as aeronaves já tenham sido entregues em setembro de 2010.

O 18 novos exemplares se somam a outros 18 F-16 MLU, adquiridos em 2005 por US$ 185 milhões, para substituir os Mirage M-5M Elkan do Grupo Nº 8, baseado em Antofagasta.

Com essa nova compra, a Holanda converte-se em um provedor estratégico para as Forças Armadas Chilenas, levando em consideração que a Marinha do país já tinha adquirido quatro fragatas (2 L e 2 M) no denomidado Projeto Ponte II, e o Exército mais de 200 blindados MBT Leopard IV no final dos anos 90.

Com essa compra, a FACh vai operar 34 F-16 MLU, considerando que dois do primeiro lote foram desmontados, além de 10 F-16C/D Block 50. A nova compra da Holanda junta-se a feita em agosto de 2008, quando a Força Aérea do Chile firmou um contrato para  aquisição de 12 aeronaves EMB-314 Super Tucano, da Embraer. O pacote Super Tucano inclui um sistema de treinamento e apoio denomidado TOSS (Training and Operation Support System), composto por uma estação de planejamento de missões (MPS), uma estação de debriefing (MDS) e um simulador de voo. (FS)

Fonte: Tecnologia &Defesa

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Defesa em Arte

ARA Ernesto Guevara por JR Lucariny

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O Defesa em Arte apresenta o trabalho artístico de JR Lucariny em seu mais novo projeto, o navio Trimarã, ARA Ernesto Guevara, navio conceitual.

Confira outros trabalhos de Lucariny em seu site pessoal e também os os seus trabalhos em parceria com o Plano Brasil no Defesa em Arte.

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Tecnologia

Estudantes de Engª Aeronáutica de São Carlos vence competição nos EUA

2615_2Brasileiros vence novamente a competição internacional de Aerodesign, desta vez, a equipe de alunos da Engenharia Aeronáutica “EESC USP Open”, da Escola de Engenharia de São Carlos da Universidade de São Paulo (EESC-USP), consagrou-se campeã mundial, pela terceira vez consecutiva, na Classe Aberta da “SAE Aerodesign East Competition 2009”, promovida no início de abril em Marietta, na Geórgia (EUA). Os vencedores garantiram suas vagas na disputa após conquistarem as melhores colocações na “X Competição SAE BRASIL AeroDesign”, realizada no ano passado, em São José dos Campos (SP).
A prova contou com 65 equipes divididas em três modalidades – Classe Micro, Classe Regular e Classe Aberta — e reuniu aviões em escala reduzida e radiocontrolados, projetados e construídos por universitários da Europa e Américas. As atividades foram iniciadas com apresentações de projetos e encerradas com sucessivas baterias de testes dos aviões, que tinham como desafio transportar o máximo de carga útil dentro das restrições impostas pelo regulamento.
Além de vencer pela Classe Aberta, o avião da EESC-USP, que tem 4m de envergadura e pesa 6,5kg, também rendeu aos estudantes os prêmios em troféus de melhor projeto (SAE Design Award) e inovação tecnológica (SAE Innovation Award) em função do desenvolvimento de um sistema de redução que conecta dois motores de 5cc a uma hélice de 45cm, garantindo o máximo de potencia para aeronave.

O Plano Brasil envia os parabéns a equipe de alunos e professores e deseja-lhes sucesso em suas carreiras.

Fonte: Revista Asas

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Tecnologia

Força Aérea Portuguêsa prevê modernizar caças F-16

O ministro da Defesa, Nuno Severiano Teixeira, anunciou esta quarta-feira que a Força Aérea portuguesa planeia modernizar 18 caças F-16, até final deste ano.

Na visita à Base Aérea nº5 de Monte Real, o governante informou que a modernização dos 18 caças será feita através do programa MLU (Mid Life Update), no espaço da chamada Doca4, refere a SIC. Severiano Teixeira adiantou que o processo de modernização dos Caça F-16 da Força Aérea está em curso e vai custar ao Estado 20 milhões de euros.

Fonte: Blog do Vinna

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Marinha Construirá 3,3 mil embarcações para o transporte de Estudantes

O governo federal acerta a encomenda de 3,3 mil embarcações para uso no transporte escolar, principalmente, na região amazônica e no litoral. A compra faz parte do programa “Caminho da Escola”, administrado pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia ligada ao Ministério da Educação.

De acordo com José Carlos Wanderley Dias de Freitas, diretor de administração e tecnologia do FNDE, o governo já conta com recursos de R$ 100 milhões para investir no projeto neste ano. Os primeiros barcos serão entregues até dezembro.

Freitas afirmou que viaja na próxima semana à Base Naval de Val-de-Cães (BNVC), Organização Militar da Marinha sediada em Belém, para aprovar o primeiro modelo de embarcação – uma adaptação das Lanchas de Ação Rápida (LAR), utilizadas pela Marinha para serviços na Amazônia.

Com capacidade para 16 alunos, as lanchas serão destinadas a populações ribeirinhas ou moradores de ilhas no litoral, que precisam de transportes curtos e rápidos. O valor final de cada embarcação ainda não foi definido, mas pode custar por volta de R$ 50 mil.

Além disso, o governo também projeta a construção de 300 barcos catamarãs. Eles teriam capacidade para até 35 alunos e também serviriam de sala de aula, em casos de enchentes. Com um grande convés, os catamarãs poderão ser adaptados como salas de aula, uma vez que serão equipados com quadro negro e cadeiras fixas.

As lanchas serão construídas na Base Naval de Val-de-Cães, em Belém pela Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron), empresa de capital público que presta serviço para o Ministério da Defesa.

De acordo com o diretor do FNDE, em consulta feita a diversos estaleiros em todo o País, não houve interessados no projeto. Segundo Freitas, o tipo de embarcação não atraiu empresas nacionais, mais focadas nas grandes embarcações ou em iates e lanchas de grande porte voltados ao luxo.

Para Freitas, mesmo não atraindo o interesse privado, o programa tem dimensões jamais vistas no País. “Nunca houve a encomenda de cerca de 3 mil unidades de lanchas. A construção das embarcações vai gerar muitos empregos”, disse;

O programa “Caminho da Escola” foi criado em 2007 com o objetivo de renovar a frota de veículos escolares, garantir segurança e qualidade ao transporte dos estudantes e contribuir para a redução da evasão escolar, ampliando, por meio do transporte diário, o acesso e a permanência na escola dos estudantes matriculados na educação básica da zona rural das redes estaduais e municipais.

Padronização – O programa também busca a padronização dos veículos de transporte escolar, a redução dos preços dos veículos e o aumento da transparência nessas aquisições.

O FNDE, em parceria com o Inmetro oferece a prefeituras e estados veículo com especificações exclusivas, próprias para o transporte de estudantes, e adequado às condições de da zona rural brasileira.

O programa consiste na aquisição, por meio de pregão eletrônico, de veículos padronizados para o transporte escolar. No ano passado, foram comprados 2,2 mil ônibus. Neste ano, o programa prevê a compra de 10 mil ônibus. (Gazeta Mercantil/Caderno C – Pág. 1)(Wagner Oliveira).

Fonte: Defesa BR

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Defesa Geopolítica

Turquia ignora as críticas sobre os exercícios conjuntos com a Síria

http://cache.daylife.com/imageserve/0aEAa0c4lpeMT/610x.jpgO Comandante do exército Turco ignorando as duras críticas de Israel anunciou que não haverá modificação na pretenção do seu país em realizar manobras conjuntas com vizinha Síria.

O general Ilker Basbug disse em uma conferência de imprensa 29. Abr que:

A Reação de Israel não nos interessam. Nós não temos que dar explicações para terceiros sobre os nossos exercícios militares que envolvam outros países estes exercícios só dizem respeito à Turquia e a Síria”,

Acrescentou, descrevendo os três dias de manobras como uma aproximação entre as tropas de ambos os países.

Em 27 de abril o ministro da Defesa de Israel, Ehud Barak chegou a declarar os exercícios entre os países de “ Uma relação preocupante”.

“As manobras militares são preocupantes, mas os laços estratégicos que unem a Israel e Turquia vão prevalecer”, disse Barak.

Os Turcos são raros aliados de Israel no mundo muçulmano, os países assinarem um acordo de cooperação militar em 1996.

A Síria ao contrário é um dos ferrenhos inimigos do estado de Israel, com quem mantém uma relação de quase guerra constante desde 1948.

Recentemente a Turquia tem melhorado significativamente os laços diplomáticos com a Síria, depois de um longo período de animosidade durante o qual Ancara chegou até mesmo à ameaçar entrar em guerra com Damasco devido ao apoio dos Sírios à causa Curda e ao seu movimento separatista.

A Turquia tem recentemente se posicionado como um mediador nas conversações de paz entre Israel e Síria, conversações estas suspensas no último mês de Janeiro na sequência da devastadora ofensiva israelense sobre a faixa de Gaza.

Ofensiva esta que causou significativas perdas diplomáticas para Israel principalmente nos laços amistosos com a Turquia, que se posicionou indignada e revoltada com as ações interpeladas pelas forças Israelenses naquela altura.

As relações entre Turquia e Israel ficaram ainda mais abaladas quando durante o Fórum Mundial Econômico em Davos, o Primeiro-Ministro Turco, Tayyip Erdogan, se retirou da conferência mostrando-se muito irritado com o pronunciamento do presidente Israelense Shimon Peres, chegando inclusive a acusar Israel de utilizar de métodos bárbaros contra o povo palestino.

Fonte:Defense News

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Tecnologia

P3 BR faz seu primeiro voo…

Madri 29 Abril 2009 – O primeiro voo do do P-3Br modernizado pela Airbus Military ocorreu em Getafe (Madri) hoje (29Abril2009).

O evento teve a presença de representantes da FAB e do Programa P-3 BR assim como da equipe de técnicos da FAB residentes na Espanha e executivos da Airbus Military.

Este voo inaugural representa um marco no programa de modernização de nove (9) aeronaves P-3para o governo brasileiro e é o ponto culminante da fase de desenvolvimento e instalação do equipamento, e o início da fase de testes em vôo e a certificação do sistemas de missão.

O avião é equipado com o sistema de missão FITS (Fully Integrated Tactical System), desenvolvido pela Airbus Military na Espanha, o qual é o coração de um sofisticado sistema de armas que engloba desde a patrulha marítima até avançados sistemas de guerra anti-subamrina (ASW). O sistema FITS, projetado como um sistema modular e flexível, pode ser integrado a qualquer plataforma, incluindo as aeronaves da Airbus Military, tais como: C-212, CN-235 e o C-295, assim como plataformas mais complexas como o P-3 Orion e o Airbus A319.

O nove aviões P-3 Orion serão usados preferencialmente em missões de patrulha marítima incluindo a ZEE (Zona Econômica Exclusiva) do Brasil, proteção de fronteiras, narcotráfico na Região Amazônica e missões de Busca e Salvamento (SAR) em uma área de mais de 6 milhões de km2 , conforme acordos assinados com a ICAO-OIAC e o governo brasileiro (na prática quase toda a área do Atlântico Sul).

Fonte: Defesanet

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Geopolítica Tecnologia

Coréia do norte reativa a tensão na Ásia

O anuncio da Realização de mais um teste nuclear na Coréia do norte,  gerou uma onda de protestos por parte das nações Asiáticas, principalmente no Japão e Coréia do Sul.

O novo incidente reativou as tensões entre os países e certamente provocará uma onda de indignação generalizada.

Há poucas semanas, aquela nação teria realizado o teste de um foguete supostamente destinado a colocar em órbita um satélite, entretanto analistas estrangeiros foram categóricos em condenar o evento alegando que de fato se tratava de um teste encoberto de um míssil de longo alcance capaz de transportar artefatos nucleares capazes inclusive de atingir á costa Oeste dos Estados Unidos.

Uma força multi-nacional de destroyers anti-áereos e baterias de defesa e baterias em terra foram mobilizados para uma eventual intervenção.

O novo incidente segundo algumas fontes internacionais seria uma resposta do governo coreano ao pedido de sansões perante as Nações Unidas solicitadas pelo Japão e Coréia do Sul á menos de um mês, como resposta ao teste de lançamento do satélite/foguete longa marcha.

As tensões entre as nações daquele região estão chegando à um ponto muito perigoso. A possibilidade de um conflito em larga escala não está descartadas e muitos interlocutores dão como certo a possibilidade de que isso ocorra muito antes do que se imagina.

O mundo deve olhar com atenção para este litígio e tenatre resolvê-lo o quanto antes possível, de outra forma restará apenas torcer para que o conflito não arraste consigo o resto do mundo paraum desfecho apocalíptico.

Fonte: Plano Brasil

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Dinamarca adia decisão sobre o futuro Caça

O Ministro da Defesa Dinamarquês anunciou o adiamento da decisão sobre a escolha do futuro caça para a Força Aérea Dinamarquesa.

Atualmente a Dinamarca possui 48 caças F-16, os quais pretende substituir por uma aeronave mais moderna. O Lockheed Martin F-35 tem sido apontado como favorito na concorrência, entretanto o mesmo avião tem sido alvo de muitas críticas devido o seu elevado custo, a Dinamarca planejava adquirir 56 novos caças, sendo que pagamento por estes  seria pago ao longo de um período de 30 anos.

A polêmica questão referente aos JSF tem sido motivos de embates constantes no Parlamento e nos meios de comunicação social.

Além da Lockheed Martin, outros caças estão sendo consideradas entre eles o Saab Gripen-e o Eurofighter.

Fonte: Defense Talk

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Geopolítica Segurança Pública

Exército Brasileiro formará força de Paz Africana

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou nesta terça-feira no Rio de Janeiro, que o Brasil pretende capacitar militares africanos para atuarem em missões de paz no continente, coordenadas pela União Africana. Jobim explicou que serão enviados militares brasileiros para Moçambique e São Tomé e Príncipe e que militares africanos também participarão de treinamento no Brasil.

“O Brasil não comparecerá à África para dizer o que os africanos devem fazer. O Brasil vai ajudar naquilo que os africanos precisam e desejam fazer”, explicou o ministro.

Ele revelou ainda que o país poderá enviar tropas de paz para Guiné-Bissau se for chamado pelas Nações Unidas. O ministro esteve naquele país em março, logo após os assassinatos do presidente João Bernardo Nino Vieira e do chefe do Estado-Maior Tagmé Na Waié.

Na sua avaliação, o Brasil possui indústria e expertise para atuar em missões dessa natureza.

“O Brasil não faz operação para impor a paz, mas de manutenção da paz. Fazer a paz era a doutrina Bush, de intervir na política interna de outro país. Isso o Brasil não faz. Se a ONU decidir que há necessidade, o Brasil está disposto a participar”, destacou.

De acordo com Jobim,

“Com Moçambique, vamos trabalhar em conjunto na criação de uma força de paz para a União Africana. A ideia é enviarmos oficiais brasileiros e sargentos para treinar, desde logo, os soldados lá existentes em operações de paz”.

O ministro adiantou que o Brasil pretende trabalhar não apenas com Moçambique e São Tomé e Príncipe, mas no âmbito da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP).

Em maio, ele estará em Luanda, Angola, para a cúpula de ministros da Defesa da CPLP. Na oportunidade, pretende visitar Namíbia, Nigéria e Argélia. Brasil oferece aviões militares a Moçambique Em março, o ministro esteve em Moçambique e ofereceu aviões T-27 à Força Aérea moçambicana.

“Vamos providenciar a transferência do T-27, um avião utilizado no Brasil para treinamento militar. Estamos fazendo uma mudança na Força Aérea Brasileira, estamos substituindo os T-27 pelos Super Tucanos. Com isso, queremos ver quais os aviões que podemos mandar para Moçambique”, afirmou.

A doação desses aviões terá de passar ainda pelo Congresso Nacional. Este mês, um grupo de oficiais brasileiros chegará a Maputo para dar início a implantação de uma unidade de operação de paz no Exército de Moçambique, composta por 700 homens, que deverão integrar o contingente de paz na África.

Fonte: Notícias Militares