Categories
Uncategorized

Mais uma conquista espacial Indiana

A India lançou com sucesso um foguete na segunda-feira para orbitar um satélite de imagem latente com radar espião. O veículo satélite polar de lançamento com 230 toneladas (PSLV-C12) foi lançado pela organização de investigação indiana do espaço (ISRO) do centro de espaço de Satish Dhawan no distrito de Sriharikota na Baía de Bengala. O foguete carregava um satélite RISAT-2, que foi feito no ISRO em colaboração com Israel. O artefacto aeroespacial tem capacidade para tomar imagens da terra durante o dia e a noite, assim como em circunstâncias nebulosas. O lançamento atual era o décimo quarto sucesso consecutivo para os veículos de lançamento de PSLV, que têm colocado já um total de 16 satélites indianos e de 16 satélites estrangeiros em várias órbitas.

Fonte: Pravda

Categories
Uncategorized

NASA seleciona material para proteger naves que irão à Lua

A NASA selecionou o material que funcionará como escudo térmico para proteger os astronautas quando forem retomados os voos para a Lua.

O material será utilizado para proteger o módulo Orion, que levará e trará de volta os astronautas. O módulo Orion é parte do Programa Constellation, que está sendo desenvolvido pela NASA para substituir os ônibus espaciais. O módulo será lançado por um foguete Ares I.

Escudo térmico Ao viajar para a Lua, o módulo estará sujeito a temperaturas até cinco vezes mais altas do que aquelas a que estão sujeitas as naves que vão até a Estação Espacial Internacional.

Essas temperaturas poderão atingir até 2.760º C durante a reentrada na atmosfera. O escudo térmico terá a forma de um disco, instalado na base do módulo Orion.

Ele deverá ser capaz de manter o calor longe do restante da estrutura do módulo, desgastando-se de forma controlada, suportando uma situação que faz a maioria dos materiais fundirem-se instantaneamente. Dos oito candidatos iniciais, restaram dois: o Avcoat e o PICA (Phenolic Impregnated Carbon Ablator).

Os dois se mostraram adequados para as missões espaciais e passaram para a etapa final de avaliação. A força da experiência O Avcoat é um velho conhecido da NASA, tendo sido usado na proteção dos módulos Apollo, há mais de 40 anos, e em algumas áreas dos ônibus espaciais em suas versões iniciais.

O material é feito de fibras de sílica com um preenchimento de resina epóxi, aplicado sobre uma base, de forma muito parecida com a fabricação de materiais de fibra de vidro.

Já o PICA é produzido em blocos e deve ser colado como se fossem ladrilhos, como acontece atualmente com a proteção térmica dos ônibus espaciais. Ele foi usado na missão Stardust.

Nos testes exaustivos feitos pela NASA, o Avcoat mostrou a força de sua experiência, resistindo melhor às demonstrações em escala 1:1.

“O maior desafio com o Avcoat foi reavivar a tecnologia para fabricar o material de forma que o seu desempenho fosse semelhante ao que foi demonstrado durante as missões Apollo “

disse John Kowal, engenheiro responsável pelo escudo térmico.

“Tendo alcançado esse patamar, o sistema de avaliação indicou claramente que o Avcoat era o melhor sistema.”

Fonte: Inovação Tecnológica

Categories
Tecnologia

Perda de capacidade tecnologica compromete programa de atualização dos ICBM Trident

Os planos para atualizar os mísseis Trident das marinhas dos EUA e Britânica foram congelados alegadamente poela perda da capacidade de fabricação de componentes sensíveis essenciais ao funcionamento da ogiva do míssil.

A“US National Nuclear Security Administration” (NNSA) já não sabe como construir um material designado misteriosamente como “fogbank” e terá que o redescobrir, num esforço que vai atrasar em pelo menos um ano a actualização do programada dos mísseis Trident consumindo pelo menos mais 69 milhões de dólares.

Esta actualização é urgente, dada a relativa idade, desgaste e defasagem dos sistemas dos mísseis.

A ultima fábrica de “fogbank” foi demolida na década de noventa, no Tennessee, e agora ter-se-á que construir uma nova fábrica. Mas esse não será o maior custo… Como a agência não conservou registos escritos do processo de fabricação e os engenheiros responsáveis já se reformaram e como todo o processo era tão secreto… Não se conservaram os registos escritos suficientes. A NNSA admitiu o erro e está a rever os seus procedimentos.

Este é o custo do não investimento continuado em material de defesa…

Fonte: Quintus

Categories
Uncategorized

Os elevados custos unitários e tecnológicos do F-35 e as negociações Israel/LM

As negociações entre o Ministério da Defesa israelense e a Lockheed Martin para a aquisição do caça de 5ª geração F-35 Joint Strike Fighter continuam problemáticas devido aos elevados custos unitário e o da integração de novos sistemas de armas e aviônica.

Israel andaria descontente com os sucessivos aumentos nos custos do programa F-35, gerando preocupações uma vez que num horizonte próximo são previstos cortes orçamentais.

No centro da polêmica estariam os custos para integração de sistemas Israelenses à plataforma. entretanto o plano israelense é de manter o financiamento de um esquadrão de 25 F-35s. Este primeiro esquadrão, então, entraria em serviço por volta de 2016. Israel planeja uma compra de mais outros 50 aviões, a fim de equipar dois esquadrões adicionais em uma data posterior.

Originalmente a IAF havia planejado a compra de 100 F-35s, mas devido aos elevados custos e à crise financeira mundial, esta foi obrigada a reduzir o número de aeronaves, pelo menos por agora. Como alternativa, Israel tem avaliado a possibilidade de manter em operação os atuais caças F-15 e F-16, extendendo suas vidas úteis atravéz de MLU que contemplariam as incorporações de novas tecnologias.

Não é segredo que israel tem precionado por reduções dos custos e por liberação de tecnologias perante os EUA ( liberação do F-22 entre outras), muitos especialistas afirmam que de fato este seria mais um jogo de cena, entretanto não é de se desprezar sua necessidade uma vez que o preço estimado para os 75 F-35s é de US $ 15,2 bilhões – grande parte financiado sob a forma do E.U. Foreign Military Financing (FMF) créditos, que totalizam US $ 11.4 bilhões e que estariam disponíveis já apartir de 2009 .

Por outro lado washington não parece disposto a ceder muito neste campo, uma vez que seus analistas começam a olhar com desconfiança e descrédito para setores industriais de Israel que por exemplo há poucos anos teriam entregue aos chineses tecnologias referentes aos radares diretores de tiro do sistema Patriot norte americano em troca de outras tecnologias.

Washington olha com preocupação o fato de eventos como este se repetirem, e tecnologias sensíveis cairem em mão erradas, entre tanto , apesar desta preocupação é de se esperar que por Israel se tratar de prioridade estatégica numero 1, é muito provável que os EUA não terão outra escolha senão ceder em alguns pontos e garantir o acesso de tecnologias sensíveis as indústrias de Israel.

Fonte: DefenseTalk

Categories
Geopolítica

Índia continuará a ser o principal comprador de armas de procedência Rússia nos próximos 15 anos

A previsão tem base nas perspectivas sobre a entrega de aviões de combate para a Índia, o relatório prevê que a Índia vai comprar mais 90 caças Su-30MKI e pode ainda adiquirir outros indeterminados Su-30 bem como MiG-29k.

A análise leva em conta ainda a recente concorrencia onde o Russo MiG-35 luta para abocanhar o mercado de 126 caças multi-função.

Especialistas acreditam que o MiG-35 tem uma excelente chance de ganhar o concurso, porque a aeronave russa tem excelentes características e desempenho, além do fato de que a Rússia e a Índia partilham de uma longa parceria estratégica e de cooperação técnico-militar.

A Rússia assinou, em março do ano passado um contrato com o Ministério da Defesa indiano para atualizar cerca de 70 caças MiG-29, em serviço desde a década de 1980, e concordou em desenvolver um caça de quinta geração, juntamente com a Índia.

Índia necessita desesperadamente de atualizar o seu frota, especialmente substituindo os obsoletos russo MiG-21.

Fonte: Defensetalk

Categories
Uncategorized

Inndia pode não completar a aquisição dos Bae Hawks

Segundo a Flightglobal a Índia teria emitido um novo “RFI” (Request for Information) para um treinador avançado o qual substituiria a prévia intenção de adiquirir o jato britânico BAE Hawk.

A India confirmou em 2004 a aquisição de 66 jatos Hawk 132 e teria a intenção de adiquiri outros 40, no entanto esta opção pode não se concretizar, segundo a imprensa local a razão seria a insatisfação do operador, a Força Aérea indiana, no que se refere a manutenção e ao prazo de entrega dos componentes e sistemas sobressalentes.

No novo RFI teria sido emitido para os antigos concorrentes do Hawk, o Tcheco L-159, da Aero Vodochody, ao M-346 da Alenia Aermacchi italiana, fao Kai T-50 Coreano da Korea Aerospace Industries/Lockheed Martin e aos russos MIG-AT da russa RSK e YAK-130 da Yakovlev, sendo que o último seria em tese o candidato com maiores chances de vitória no novo RFI.

Segundo o Flightglobal embora o BAE Hawk tenha vencido algumas concorrências recentemente, a idade do projeto tem se tornado um problema devido ao fato de sua airframe ter chegado ao limite e necessitar urgentemente de sucessor. O caso Indiano pode repercurtir negativamente na indústria aeroespacial Britânica colaborando para que o fabricante britânico perca futuros contratos e com isto acentuando o declínio da industria aeronáutica britânica, que vem ao longo dos anos perdendo a sua força, oq ue pode ser percebido no caso do Hawk, praticamente o último modelo de aeronave militar projetado e desenvolvido puramente pela BAE e exportado em números significativos.

Fonte: FlightGlobal

Categories
Uncategorized

Mectron Britanite desenvolvem nova arma

0002Segundo o site DefesaBrasil, Mectron e Britanite estariam desenvolvendo em parceria uma nova arma, superfície-superfície cujo alcance estimado seria de 150 km.

o modelo teria sido apresentado discretamente na LAAd 2009  e aparece na foto ao fundo, logo atráz das bombas em primeiro plano.

O projeto ainda sem nome seria de fato bastante inovador dado que se situaria entre um míssil e um foguete.

A arma seria apenas uma proposição e estaria ainda em desenvolvimento, mas segundo o fabricante, destina-se a efetar missões de ataque terrestre e navais, a partir de veículos e navios.

O “híbrido” como vem sendo chamado é, na realidade, um foguete nos primeiros estágios, deslocando-se até as proximidades dos alvos como um foguete, descartando em seguida o propulsor e acionando o sistema e aletas de a o alvo como um míssil, no entanto o curioso segundo o site é que a arma na verde de uma cabeça de guerra guiada que vem sendo desenvolvida há alguns anos, e que segundo o fabricante estará pronta em seis meses.

Segundo o Site de fato o tal hibrido seria o precursor do kit, SMKB (de guiagem por GPS, GALILEU, GLOSSNAS) apresentado durante a LAAD.

Tal como o kit de conversão das bombas SMKB, o artefato também teria orientação por satélite além de um outro sistema de controle e orientação alternativo do qual o fabricante considera segredo por estar em desenvolvimento.

A precisão do artefato é estimada em cerca de menos de 1 metro quadrado. Alguns testes já estariam sendo efetuados para determinar e aperfeiçoar o seu alcance.

Uma vantagem destacada pelo fabricante diz respeito à plataforma lançadora a qual poderia ser um veículo de dimensões inferiores aos demais disponíveis no mercado. Um sistema de lançamento a partir de navios também estarie por necessitar de um estabilizador dinâmico para compensar oos movimentos das ondas dado que na fase inicial o artefato efetuaria um movimento balístico.

A idéia parece ser tão simples quanto inovadora, esperemos os resultados dos testes futuros.

Fonte: DefesaBrasil