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Phenom 100 é certificado pela EASA

O jato executivo Phenom 100, da categoria entry level, recebeu hoje o Certificado de Tipo da European Aviation Safety Agency (EASA), autoridade de aviação civil da Europa, para operações diurnas e noturnas – Regras de Vôo Visual (Visual Flight Rules – VFR) e Regras de Vôo por Instrumentos (Instrument Flight Rules – IFR), com distância de separação vertical mínima (Reduced Vertical Separation Minimum – RVSM) e em condições pré-determinadas de gelo.

A aeronave também foi certificada, em dezembro do ano passado, pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) e pela Federal Aviation Administration (FAA), autoridades de aviação civil do Brasil e dos Estados Unidos.
“Estamos honrados em receber a certificação do Phenom 100 pela EASA conforme planejado, o que confirma que a aeronave cumpriu ou ultrapassou todas as especificações originais e abre caminho para as primeiras entregas na União Européia”, disse Maurício Almeida Filho, Diretor de Programas da Embraer – Aviação Executiva. “A Embraer está comprometida em oferecer produtos de qualidade para o mercado de jatos executivos, fornecendo a eles certificação completa e suporte técnico e de manutenção.”
Algumas das características de projeto da aeronave que ultrapassaram as metas previstas incluem os níveis de ruído externo registraram margem de 33 EPNdB (Effective Perceived Noise in Decibels ou ruído efetivo percebido em decibéis) quando comparados com os requisitos do Estágio IV estabelecidos pela Organização de Aviação Civil Internacional (OACI).
O maior intervalo entre manutenções programadas – 600 horas de vôo ou 12 meses – dá ao Phenom 100 uma grande vantagem sobre os concorrentes, resultando em apenas cinco paradas para manutenção programada em cinco anos. O desempenho de decolagem e subida também é melhor que o esperado. O compartimento de bagagem, que já era o maior da categoria, ganhou mais 227 litros de volume, passando de 1.274 litros para 1.501 litros.

Fonte: Revista Asas

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ENAER Pilán para a Bolívia

Segundo o site DEFENSA.com, a Força Aérea Boliviana estaria negociando a aquisição de cinco aeronaves ENAER, T- 35  Pilán de trenamento básico.

As aeronaves fazem parte de um programa de revitalização daquela força Aérea que pretende se modernizar substituindo as suas aeronaves Neiva T-23 Uirapuru mais antigas.

Segundo o site, o contrato seria fechado ainda este ano estando previsto a aquisição de um segundo lote de aeroaves por volta de 2010.

O Pilán é produzido pela empresa chilena ENAER e encontra-se na categoria de treinadors básicos do NEIVA Universal T-25, porém mais moderno que o modelo da NEIVA.

Fonte: Defensa

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Tecnologia

Thales e DGA completam testes do radar AESA RBE2

A Thales e a Délégation Générale pour l’Armamento (DGA) da França, completaram a última série de testes do radar de matriz ativa (AESA) RBE2, segundo informe da empresa de 22 de abril.
Os testes foram realizados num caça Rafale, no Centro Cazaux de testes de voo, no sudoeste da França, entre os meses de fevereiro e março.

Estes ensaios foram concebidos para proporcionar a “validação funcional dos modos de funcionamento do radar”, segundo a Thales. “Esta etapa marca o último passo no sentido de qualificar o radar RBE2 AESA este ano, em preparação para a entrega das duas primeiras unidades à Dassault Aviation, no primeiro trimestre de 2010.”

O novo radar foi concebido para aumentar o alcance em mais de 50 por cento, em comparação com o radar atual do Rafale, de matriz passiva, oferecendo compatibilidade com o míssil BVR (além do alcance visual) Meteor. O equipamento também tem confiabilidade melhorada e a capacidade de gerar imagens de alta resolução, de abertura sintética, no modo ar-solo, possuindo mais resistância ao jamming (bloqueio eletrônico). O sensor deverá ser montado no Rafale em 2011, para a entrega à Força Aérea Francesa, no início de 2012.

A França pretende vender o Rafale ao Brasil, Índia, Líbia, Suíça e Emirados Árabes Unidos.

Fonte: Poder Aéreo

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Líbano recebe Cessna 208B caravan para missões de reconhecimento e ataque ao solo

No dia 16 de abril, a Força Aérea Libanesa recebeu, na Base Aérea de Beirute, o primeiro exemplar do Cessna 208B Grand Caravan, iniciando assim um novo capítulo em sua história. Ao todo, foram adquiridos três exemplares dos EUA, que vão auxiliar a força aérea a cumprir as missões de reconhecimento aéreo e ataque ao solo.

Até o momento não se sabe em qual esquadrão essas aeronaves vão operar, entretanto, as mesmas são equipadas com as sofisticadas câmeras MX-15, que fornecem aos pilotos imagens digital de alta qualidade por infravermelho, possibilitando a realização de missões diurnas e noturnas de reconhecimento aéreo e também de busca e resgate. Além disso, os Cessna 208B Grand Caravan poderão levar até dois mísseis ar-solo AGM-114 Hellfire, guiados por laser, incrementando assim o combate contra guerrilhas.
Ao todo, o Líbano comprou 20 exemplares do Hellfire e, com a entrada desses aviões em serviço, a força aérea poderá monitorar e inibir as ações de guerrilheiros no sul do país, na fronteira com Israel, que constantemente disparam mísseis contra o território israelense.

À Bordo do Cessna 208B Grand Caravan, uma delegação norte-americana veio para fornecer o treinamento completo dos pilotos e equipes de solo.
Nos próximos messes, a Força Aérea Libanesa deverá receber os primeiros exemplares (de 10 ao todo) do Aerospatiale SA-330 Puma, doados recentemente pelos Emirados Árabes Unidos; o primeiro (de três exemplares) adquiridos do Reino Unido do Sikorsky S-61N (versão civil do Sea King), para realizar missões de combate a incêndio e finalmente, em 26 de novembro deste ano, quando se comemora o Dia da Independência do Líbano, chegarão os dois primeiros exemplares (de 10 aeronaves) do MiG-29ª, que foram doados pela Rússia no ano passado.

Fonte: Revista Asas

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USAF procura um subistituto para o T 38 Talon

A Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) está iniciando estudos de mercado para adquirir um novo jato treinador em 2017 visando a substituição de seus veteranos Northrop T-38C Talon. Enquanto isso, a USAF trabalha numa estratégia de manutenção para preservar essas aeronaves até 2026, ocasião que serão retirados de operação.

As pesquisas estarão focadas num conjunto de especificações de treinamento que atendam aos desafios que os futuros pilotos irão enfrentar no comando de aviões de combate de quinta geração dotados de um único assento, incluindo manobras de até 9 g .

A USAF tem hoje uma frota de 558 T-38C que já se encontra no seu terceiro ciclo de vida, sendo que os primeiros exemplares entraram em serviço há 50 anos. A média de tempo de vôo acumulado de cada uma dessas aeronaves é de 16 mil horas, apesar de ter sido concebido para se aposentar após 7 mil horas, revelou o tenente coronel Lloyd Addison, comandante do Esquadrão de Sustentação 506.

Em abril de 2008, dois pilotos morreram quando  um T-38C caiu em Colombo, Mississipi.  Uma investigação revelou que um pequeno componente do sistema de atuação de um dos ailerons falhou durante o voo de preparação para checagem de um piloto.  Uma campanha de inspeção revelou que um quarto dos T-38s estavam sujeitos a apresentar a mesma falha. A USAF esta desenvolvendo um programa de troca dos componentes deficientes de todos os seus T-38C.
A idade do T-38C não é a única preocupação da USAF para a condução de um programa de sua substituição. O atual treinador está limitado a cargas de 5 g durante as manobras de combate simulado, o que é insuficiente para preparar pilotos para os 9 g exercidos pelos Lockheed Martin F-22 e F-35 Lightning II.

Os alunos normalmente não experimentam mais de 3 ou 4 g com o T-38. Essa é uma das razões por que eles precisam ir para um novo jato treinador”, concluiu o Tenente Coronel Lloyd Addison.

Fonte:T ecnologia&Defesa

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Devido ao atrazo do A-400M, RAF pode alugar C-130J

A Real Força Aérea da Inglaterra estuda a possibilidade de alugar (leasing) pelo menos cinco cargueiros militares C-130J para assegurar sua capacidade de deslocamentos de tropas a grandes distâncias, enquanto o programa de ensaios do Airbus A400M prossegue com atraso. A preocupação inglesa é que os cargueiros C-130K que hoje equipam a RAF devem ser retirados de serviço por volta de 2012, antes da entrada em uso dos novos A400M.

Fonte: Aerobusiness

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UASF quer modernizar os seus KC-135

Decida o pentágono comprar novos aviões reabastecedores Boeing ou dividir a encomenda entre os modelos da Boeing e da EADS/Northrop Grumman, a Força Aérea dos Estados Unidos deseja obter recursos para modernizar pelo menos uma parte da sua frota de antigos reabastecedores KC-135, que terão de receber reforço estrutural a partir de 2018 para continuar em serviço. Com essa modificação os seguros KC-135 poderão continuar em serviço pelo menos até 2040.

Fonte: Aerobusiness

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Angola negocia Super Tucano

O Ministério da Defesa de Angola está a negociar com a construtora aeronáutica brasileira Embraer a aquisição de seis aviões de reconhecimento e patrulha Super Tucano para reforçar a frota da Força Aérea, de acordo com o Novo Jornal.

O periódico cita fontes militares para afirmar que o negócio está praticamente fechado e custará cerca de 62 milhões de dólares, valor que poderá ser acrescido de mais alguns milhões para dotar os aparelhos de equipamento militar.

Em Maio de 2005, durante uma visita a Brasília, o Presidente José Eduardo dos Santos acordou com o seu congénere brasileiro Lula da Silva a concessão de uma linha de crédito de 580 milhões de dólares para financiar compras angolanas de equipamento diverso, nomeadamente aviões para fins comerciais, executivos e militares fabricados pela Embraer.

Angola comprometeu-se, na ocasião, a liquidar a factura através do fornecimento de 20 mil barris de petróleo por dia.

O Super Tucano é um avião a turbo-hélice produzido pela Embraer, há mais de 20 anos, e tem como principal missão operações de reconhecimento e patrulha, sendo a tripulação formada por dois pilotos e podendo transportar 1500 quilogramas de equipamento militar.

A ser concretizado o negócio, adianta o Novo Jornal, a Embraer reforça a sua presença em Angola, onde já colocou o seu modelo Embraer 120, de 30 lugares, que integra as frotas de pequenas companhias que operam no mercado doméstico.

Fonte: Poder Aéreo