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US Army encomenda mais C-27J Spartan

O Exército dos Estados Unidos contratou à LM (Lockheed Martin) um segundo lote de aeronaves C-27J Spartan, o contrato prevê a entraga dos aviões a partir de 2011.

O novo contrato avaliado em US$201 milhões, contempla a aquisição de sete novos aviões que juntamente com os seis já firmados anteriormente dão impulso a aquisição das aeronaves do programa JCA (joint cargo Aircraft).

Em 2008 a LM entregou os dois primeiros exemplares do modelo, os a previsão é de que os quatro restantes serão entregues em Janeiro de 2010.

O US Army planeja  incorporar 54 C-27Js entretanto este pode não ser o único cliente Norte Americano do modelo, A USAF planeja adiquir cerca de 24 aeronaves do mesmo modelos para convertê-los em AC-27 os quais operariam armados com uma vasta gama de armamentos semelhantes aos que equipam os AC-130 Spectre, o novo avião seria uma variante Light Gunship destinada as missões de ataque e COIN.

Fonte: Plano Brasil

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Sobre os Patrulheiros Oceânicos Portuguêses

A Marinha portuguesa assinou a 17 de março vários contratos com os Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), referentes  à construção nos próximos 5 anos de vários navios e lanchas.

No total, o valor contratualizado ascende a mais de 500 milhões de euros, o que representa um investimento muito significativo para a Marinha e um rendimento muito importante para os Estaleiros.

Por comparação, saiba-se que as duas fragatas holandesas adquiridas recentemente, ficaram por 240 milhões de euros.

O contrato inclui a construção de 5 lanchas de fiscalização, contemplando a opção por mais 3 lanchas, 6 navios de patrulha oceânica (NPO), idênticos aos que estão ainda em construção no estaleiro de Viana e ainda dois navios de combate à poluição que poderão ser utilizados em qualquer cenário de crise ecológica, não somente em Portugal, mas também na Europa.

Estes números: 5 lanchas (mais 3); 6 NPO, 2 navios de combate à poluição são uma expansão em relação aos valores previamente conhecidos que previam 8 NPOs e 5 lanchas.

O primeiro NPO será entregue apenas em janeiro de 2010 e o segundo em meados deste mesmo ano.

Os cascos dos dois primeiros NPO estão prontos já há muito tempo, desde 2005, de fato, num atraso de contornos pouco claros e que causa estranheza a muitos, a começar pelo próprio ministro da Defesa, Severiano Teixeira que o justificou por se tratar dos primeiros navios de uma nova série e pelos problemas técnicos que necessariamente decorrem.

Os NPOs são navios de utilidade militar muito limitada, dado o seu escasso armamento (um canhão de 40 mm) e ainda que este possa ser suficiente para as missões de fiscalização à pesca e à navegação no Atlântico, dificilmente poderão cumprir as mesmas missões mais militares que as corvetas João Coutinho, um projeto genuinamente português, mas de construção alemã e espanhola, que estavam armadas  com um canhão de 76 mm e outro de 40 mm e das quais Portugal chegou a contar com seis unidades (atualmente em inventário, restam apenas 4).

As lanchas de fiscalização vão tomar o lugar deixado pelos muito antigos patrulhas “Cacine”, da década de setenta, sendo a primeira entregue em 2012, mais duas em 2013 e a duas últimas em 2014.

O projeto das lanchas será desenvolvido conjuntamente com um estaleiro alemão ainda não especificado e que tratá a devida aquisição de “know-how” que os Estaleiros poderão depois aplicar noutros projetos semelhantes.

Fonte: Quintus

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22 de Abril Dia da Aviação de Caça

22 de Abril dia da Aviação de Caça

No dia 18 de dezembro de 1943 foi criado o 1º Grupo de Aviação de Caça, unidade que reunia  a  elite de combate formada por jovens pilotos da Força Aérea Brasileira.

Durante a segunda grande guerra, o jovem grupo de pilotos e suas aeronaves tiveram o seu batismo de fogo, altura em que faziam parte do 350th Fighter Group da USAAF.

As operações aéreas levadas a cabo contra forças do Eixo na Itália durante a II Guerra Mundial valeram-lhes honrarias.

A unidade realizou 2 546 surtidas ao longo de 450 missões durante o conflito.

Por seus serviços prestados a nação e ao mundo,  no dia 22 de abril de 1986,o  1º G.Av.Ca. recebera a comenda President Unit Citation dos Estados Unidos, honraria até então somente concedida à apenas duas outras unidades de combate estrangeiras, sendo elas à  RAF e à Royal Australian Air Force.

O dia 22 de abril foi escolhido como o Dia da Aviação de Caça da FAB por ter marcado a mais intensiva campanha de ataques realizados pela unidade na Itália num único dia. Foram executadas 44 missões individuais cujo resultado foi destruição de mais de 100 alvos, entre eles dezenas de veículos terrestres inimigos…

O Plano Brasil deixa aqui uma singela homenagem aos valorosos pilotos de outrora e aos guardiões dos céus de hoje e do amanhã.

Com o orgulho e a certeza de que tal como no passado, nossos caçadores alados estarão sempre alertas para responder ao chamado da sua Pátria.

E.M.Pinto

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Colômbia Adquire novos Caravan

A Força Aérea Colômbiana receberá no dia 1º de Maio as suas duas novas aeronaves Cessna C-2008B Grand Caravan, recentemente adquiridas, os aviões são do odelo equivalenete aos utilizados pela Força Aérea Brasileira, semlhantes ao da  foto, porém  da versão beta, B.

As aeronaves serão especialmente configuradas para operarem como Aero-ambulância capazes de transportar até dois pacientes cada uma, bem como a equipe médica e de enfermeiros necessárias para missão.

Fonte:Plano Brasil

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Airbus enfrenta novos problemas com o A-400

Após o governo britânico ameaçar se retirar do projeto A-400 devido aos seus elevados custos e atrasos e do projeto ser alvos de intensas críticas até mesmo de seus sócios participantes, o programa parece estar andando, porém a data para a sua conclusão parece permanecer incerta.

As informações permanecem desencontradas e alguns fatos corroboram para a afirmação de que o programa enfrenta sérios problemas, desta vez as evidências vieram da França.

O comando da Armée de L´Air (Força Aérea Francesa) estaria avaliando a possibilidade de adquirir como solução provisória até seis aeronaves CASA C-295 e um número ainda impreciso de aeronaves reabastecedoras A 330 MRTT como forma de compensar o previsível atraso na entrega dos A 400M pretendidos por aquela arma.

A notícia vem em má hora, isto porque esta certificaria os problemas no projeto dos quais o conglomerado europeu tem tido certa relutância em admitir, especialmente após a pressão exercida pelos britânicos seguida de muitas vozes descontentes que ameaçam cancelar o projeto A 400.

A Airbus tem tomado inúmeras medidas de ordem administrativas e técnicas para contornar o problema porém este permanece impecílio para a conclusão do projeto da aeronave.

Fonte:Plano Brasil

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Night Hunter para a Força Aérea Russa

A Rostvertol empresa russa do conglomerado aeronáutico Oboronprom, entregou para a Força Aérea Russa um lote de seis helicópteros Mil Mi-28N nome de código Night Hunter (OTAN), ao 487º regimento de helicópteros sediado na Base Aérea de Budyonnovsk.

O Mi-28N é a mais nova versão do helicóptero de ataque russo capacitado ao combate em qualquer tempo, o helicóptero segundo dados nominais teria capacidades semelhantes ao Norte Americano AH-64D Apache.

O Mi-28N é o mais moderno helicóptero de ataque russo segundo as palavras do comandante da sua Força Aérea será a espinha dorsal das forçasde helicopteros anti-tanque daquele país.

Fonte: Plano Brasil

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Tecnologia

Joint-venture entre IAI e Synergy é lançada

A criação da joint-venture EAE no Brasil foi confirmada pelo conselho de administração da Israel Aerospace Industries (IAI) em 30 de março de 2009. Cada parte investirá um montante inicial de aproximadamente 750 mil dólares. Numa recepção realizada durante a Latin America Aero & Defense – LAAD 2009, que aconteceu na última semana na cidade do Rio de Janeiro (RJ), a constituição da joint-venture foi anunciada pelo diretor-presidente da IAI, Yair Shamir, e pelo presidente do Grupo Synergy, companhia sul-americana com negócios nas áreas aeroespacial, naval e indústria petrolífera, German Efromovich. A joint-venture será chamada EAE Aerospace Engineering Ltd. A recepção, realizada no hotel Sheraton, contou com a presença de várias autoridades civis e oficiais das forças armadas brasileiras. Yair Shamir declarou: “a criação desta companhia é resultado de uma relação de cooperação bem-sucedida entre a IAI e o Grupo Synergy. A EAE será ativa no Brasil, assim como em outros mercados potenciais na América Latina, nas áreas aeroespacial, marítima e segurança interna.” “A criação da EAE com um parceiro experiente como a IAI contribuirá para a posição da Synergy como uma força líder nos campos aeroespacial e de defesa no Brasil e em outros países latino-americanos”, disse German Efromovich, diretor-presidente do Grupo Synergy. A EAE oferecerá aos seus clientes sistemas avançados, tais como veículos aéreos não-tripulados (VANTs), radares multimissão, sistemas de navegação inercial, sistemas e plataformas marítimas, sistemas de defesa marítimos e fronteiriços, modernização e serviços de conversão para aeronaves e navios civis e militares, entre outros. O escopo da parceria é bastante amplo, mas segundo um executivo da IAI ouvido por T&D, as áreas naval e de veículos aéreos não-tripulados (VANTs) têm maior potencial de negócios em curto ou médio prazo. Nos últimos dias, a Synergy, que possui estaleiros, apresentou proposta à Marinha do Brasil para a construção de quatro navios-patrulha de 500 toneladas (NaPa 500). Quanto aos VANTs, a IAI foi uma das companhias selecionadas pela Força Aérea Brasileira (FAB) para envio de solicitação de informações (RFI, sigla em inglês). A IAI promove na América Latina, em especial no Brasil e Chile o VANT Heron, inclusive para forças policiais como o Departamento de Polícia Federal (DPF). “As capacidades da joint-venture resultarão da combinação da tecnologia e experiência da IAI, como a cultura empreendedora e infraestrutura local oferecidos pelo Grupo Synergy no Brasil.”, disse Eduardo de Vasconcellos, responsável pelo desenvolvimento de negócios nos setores aeroespacial e de defesa da Synergy. A EAE, que será baseada numa parceria estratégica, apoiará a transferência de tecnologia e informação, em paralelo com o co-desenvolvimento de projetos com o Ministério da Defesa do Brasil, as forças armadas brasileiras e instituições de pesquisa e desenvolvimento, assim como instituições acadêmicas e outras companhias locais. A EAE, segundo divulgou a IAI em nota, também considerará a aquisição de companhias locais brasileiras. Os escritórios da EAE serão localizados nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, com capacidades industriais iniciais nos estaleiros e instalações aeroespaciais da Synergy. Novas instalações serão incluídas à companhia de acordo com o seu crescimento.

Fonte: Tecnologia&Defesa

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Voa o primeiro Predator C Avenger

uas-predator-c-avengerOcorreu no dia 4 de abril no centro de operações de voo Gray Butte, o primeiro voo do novo VANT-C multi-missão a jato AVENGER (vingador).

O Vingador foi concebido e desenvolvido para ser uma aeronave com maiores índices de sobrevivência em ambientes de maior ameaça, de forma a fornecer aos Força Aérea dos Estados Ubidos outros potenciais clientes, uma aeronave aramada capaz de responder mais rapidamente às missões de reconhecimento.

A aeronave será mais veloz que actual Predator, resultando na rápida resposta, flexibilidade e capacidade de sobrevivência., cobrindo uma área de vigilância maior, efetuando reconhecimento armado bem como, vigilância das fronteiras.

O novo AVENGER, emprega os mesmos materiais e aviônicos das versões anteriores podendo ainda ser comandado das mesmas estações de controle terrestres utilizadas paras versões anteriores, o que minimiza os seus custos.

A aeronave é um pouco maior que PredatorB, incorpora um motor jato puro (Pratt & Whitney PW545B), e pode transportar a mesma combinação de armas que Predator B.

É capaz de voar a mais de 900 km/h e atingir altitudes de cerca de 21 000 m, sua eletrônica incorpora ainda modernos e novos sensores, como um Radar SAR e sistemas desenvolvidos para o projeto F-35 como imageadores e FLIR.

Fonte: DefenseTalk

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Israel Interessado no Silent Eagle

O governo israelense demonstrou interesse na nova versão do caça F-15 da Boeing, o Silent Eagle, com características stealth, afirmou a imprensa israelense no início dessa semana. O interesse no F-15 SE decorreria de atrasos no projeto do F-35 Joint Strike Fighter, e também da oposição do governo dos Estados Unidos quanto à integração de armamentos e sistemas israelenses no F-35 JSF.
O F-15SE é uma nova configuração do F-15 com aprimoramentos e modificações que deram à aeronave alguma capacidade stealth, isto é, “invisibilidade” perante radares. Dentre as modificações, destacam-se tratamentos sobre a superfície da aeronave e também o desenvolvimento de tanques conformais de combustível (CFT, sigla em inglês), que permitem o transporte de mísseis e bombas internamente.
De acordo com a imprensa israelense, o custo unitário do F-35 JSF é estimado em US$ 100 milhões e, caso um contrato de aquisição por Israel seja assinado nos próximos meses, a primeira unidade seria entregue em 2014. Como contraponto, acredita-se que o F-15 SE custaria menos, e poderia ser entregue já a partir de 2011.
Outra possibilidade em consideração seria a modernização de caças F-15 que já equipam a Força Aérea Israelense, o que custaria menos do que a aquisição de novas células. A Guarda Aérea Nacional dos Estados Unidos está considerando essa possibilidade ao invés de adquirir aeronaves de quinta-geração F-35 JSF e F-22 Raptor.
A Boeing lançou o projeto do F-15 SE vislumbrando justamente o mercado de operadores atuais do F-15, como Israel, Arábia Saudita, Japão, Cingapura e Coréia do Sul.

Fonte: Tecnologia&Defesa

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Tchecos vão de C-295

O governo da República Tcheca aprovou a compra de quatro aeronaves de transporte militar EADS CASA C-295M, negócio estimado em cerca de €$ 130 milhões, afirmaram agências de notícia europeias. As aeronaves devem ser entregues entre 2009 e 2011, e devem substituir os aviões An-26 atualmente em operação por aquele país.
O C-295M tem tido relativo sucesso no mercado global de cargueiros militares, já estando em operação em mais de dez países, como a Força Aèrea Brasileira (FAB), a do Chile, de Portugal e Espanha, entre outras. No Brasil, o C-295 foi designado C-105 Amazonas.

Fonte: Tecnologia&Defesa