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Defesa Negócios e serviços Sistemas de Armas

Seul equipará seus novos helicópteros navais com mísseis israelense SPIKE

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Tradução e adaptação: E.M.Pinto

A  South Korean Defense Acquisition Program Administration anunciou nesta última sexta-feira que os novos helicópteros AW Wildcat adquiridos para a Marinha da República da Coreia  serão equipados com mísseis Rafael Spike NLOS , marcando a primeira implantação deste míssil avançado em uma plataforma marítima.

 O Spike NLOS  já está operacional no Exército da Coréia. O míssil pode atingir alvos pontuais com a máxima precisão, a partir de um alcance máximo de 25 km , usando a orientação eletro-óptica  autônoma ou mesmo guiada do tipo  man-in-the-loop. Seul está à espera dos oito AW159 Wildcat Marítimos para 2015. Estes novos helicópteros substituirão os atuais  AugustaWestland  Super Lynx MK99 atualmente em uso com a Marinha da Coreia.

Clique aqui para saber mais sobre o míssil Spike NLOS 

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Seul planeja equipar os helicópteros AW159 navais com 08 mísseis Rafael SPIKE NLOS, para ser usado contra alvos marítimos e terrestres. (Os mísseis mostrados neste desenho são os norte americanos Hellfire, transportadas em contentores retângulos) Foto: AgustaWestland

Equipar estes helicópteros com mísseis stand-off Spike NLOS, permitirá a Marinha a capacidade de atacar alvos a partir de uma segura. Seul está contando com as armas israelenses para engajar e eliminar lançadores de foguetes, tubos de artilharia ou até hovercrafts e lanchas de desembarque que  tentem conduzir desembarques rápidos e de surpresa  no território da  Coréia do Sul.

Seul está investindo cerca de US$  560 milhões  na aquisição dos 08 helicópteros. Cada um deles será equipado com torpedos anti-submarino e um sonar de imersão “flash”, fornecido pela Thales. O helicóptero será equipado para a guerra anti-submarino, ataque de superfície, vigilância marítima e missões de busca e salvamento.

Além do sonar, torpedos e mísseis os helicópteros serão equipados com um radar de vigilância marítima  e sistemas electro-ópticos, que também apoiarão os sistemas de armas. As entregas ocorrerão entre 2015 e 2016.

Além do SPIKE NLOS, Seul também está considerando outras variantes da família Spike, como o   Spike ER, considerada como uma das opções para uma arma guiada primária para o futuro helicóptero de combate a ser desenvolvido e produzido pela Korean Aerospace Industries (KAI). 

Outras opções incluem várias armas guiadas a laser, como o míssil israelense Lahat da IAI MBT, BAE Systems APKWS  e o Hellfire da Lockheed Martin /Raytheon . Enquanto os coreanos ainda não decidiram qual o parceiro  entrará no programa,   estima-se que só o segmento de sistemas de armas vai elevar os valores a mais de um US$ 1,0 bilhão.

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Fonte: Defense-Update

 

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Negócios e serviços Segurança Pública

USCG receberá 14 aeronaves C27J para Vigilância e salvamento

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Tradução e adaptação: E.M.Pinto

fabricante de aeronaves  Alenia North America, anunciou que Guarda Costeira dos EUA ( USCG ) vai adquirir 14 aeronaves Alenia Aermacchi C-27J Spartan como parte de uma transferência interna da Força Aérea dos Estados Unidos (USAF). 

A transferência foi aprovada em 19 de dezembro através da passagem pelo Congresso da National Defense Authorization Act de 2014 e formalmente assinado em lei pelo presidente Barack Obama em 26 de dezembro. Essas aeronaves foram originalmente encomendadas para a Força Aérea da Guarda Aérea Nacional dos EUA, substituindo os já cansados C-130 Hércules, mas foram colocados em armazenamento logo após a sua entrega, após a decisão da Força Aérea de cancelar o programa.

Os termos comerciais e acordos pelo governo e a fabricante impediram a venda ou transferência da aeronave para países estrangeiros, mas não impedem a sua utilização por outras agências governamentais.

A lei permite que 14 aeronaves C-27J sejam imediatamente transferidos para a USCG para operações de voo já no prazo de 6-12 meses. A aeronave será utilizada para missões vigilância de médio alcance, patrulha marítima, combate as drogas, controle de  imigração, resposta a desastres, busca e salvamento.

A empresa disse a pouco que está antecipando os trabalhos exigidos pela USCG e que começará imediatamente o processo de expansão dos C-27J para as capacidades exigidas, acrescentando kits de missão sob medida para as suas missões específicas. Esses kits podem incluir radares de busca de superfície, sensores eletro-ópticos e suítes de missão a serem instalados em todos os 14 aviões.

De acordo com Benjamin Stone, presidente e executivo-chefe da unidade de negócios da Alenia Aermacchi norte-americana, o C-27J será capaz de suportar as capacidades de vigilância de médio e longo alcance, aumentando a capacidade da Guarda Costeira em  cobrir áreas específicas de interesse. 

O guarda opera  para essa missão atualmente a aeronave  ‘Ocean Sentry, aeronaves CASA CN-235,  HC-144 da EADS. A primeira aeronave foi entregue em 2006, o USCG opera atualmente 15 HC144 e planejava adquirir outros 20 mais. Com a disponibilidade destes 14 C-27J, obviamente os planos vão mudar.

No entanto, esta opção fornecerá a proteção a oportunidade de comparar os custos operacionais e determinar qual aeronave fornece mais econômica para o seu perfil de missão. A EADS afirma ter uma vantagem sobre o Spartan em termos de manutenção direta e consumo de combustível. Por outro lado, o Alenia C-27J possui a maior relação potência-peso de sua categoria, proporcionando assim USCG um maior alcance, resistência, velocidade e capacidade de carga.

Segundo Stone, C-27J pode efetuar manobras como um caça atingindo forças de  3,0 , o que lhe permite fazer curvas apertadas, subir e descer rapidamente. Ele pode voar mais longe, mais rápido e mais alto do que qualquer outra aeronave de transporte militar bimotor em sua classe.

Fonte: Defense-Update

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Defesa Negócios e serviços Sistemas de Armas

A Marinha da Coreia do Sul ordenou um novo tipo de fragata

 

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Vista superior da fragata FFX Block II Créditos: DSME

Não deixe de ler a análise feita pelo Brasil sobre as fragatas do projeto FFX no link que segue: Análise: FFX um novo conceito de fragatas para a Coreia do Sul

Tradução e  adaptação: E.M.Pinto

Esta é a nova geração das fragatas leves da Coreia do Sul, a primeira das quais foi contratada em 30 de dezembro  no  Daewoo Shipbuilding e Marine Engineering (DSME). O contrato, no valor de US$ 306 milhões prevê a entrega do navio em 2017.

Esta é, a priori, a primeira fragata FFX block II, da qual devem ser produzidos oito navios. Elas vão complementar as fragatas FFX block I( Incheaon), 12 unidades seriam construídas (em duas variantes, anti-submarino e multipropósito), a primeira da série  foi entregue pela Hyundai Heavy Industries em 2013.

Mais armada que a versão block I,  as novas fragatas da série block II possuem capacidades anti-aéreas aumentadas, são armadas com 16 mísseis superfície-ar em silos de lançamento vertical. O restante das armas incluem 08  mísseis anti-navio  Hae Seong (versão sul-coreano da Harpoon), um canhão de 127 mm, um sistema multi-tubo vulcan Phalanx além de torpedos leves. Com um sonar de casco e  radar, as futuras fragatas serão capazes de operar ao menos um helicóptero (wildcat).

A propulsão das FFX BlockII deve ser garantida por uma turbina a gás MT30 da Rolls-Royce, com uma potência de 36-40 MW. Para o registro, as  FFX BI e BII  substituirão as corvetas classe da classe Ulsan,  Dong Hae e PoHang.

Fonte: Mer-et-Marine

 

 

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Espaço Negócios e serviços

Diretor da Roscosmos anuncia revisão de política espacial

 Ivan Tcheberko, Izvéstia
Oleg Ostapenko acredita que o maior projeto espacial da Rússia dos últimos dez anos é um beco sem saída.
Diretor da Roscosmos anuncia revisão de política espacial
Anagara Foto: wikipedia.org

O novo diretor-geral da agência espacial russa (Roscosmos), Oleg Ostapenko, sugeriu reconsiderar o documento intitulado “Bases da política na esfera da atividade espacial no período até 2030”, que determina as principais prioridades da política espacial para os próximos anos. Além da intenção de reconsiderar as tarefas futuras, está planejada a revisão dos projetos já em andamento, em especial a criação do novo veículo lançador Angará.

“Estudo o Angará desde o início, em 1994, e acredito que trata-se de um beco sem saída para o desenvolvimento ulterior do país nessa esfera”, disse Ostapenko em reunião recente. “Não vamos gastar dinheiro em nada e hesitar em tomar decisões esperando por um possível resultado, é preciso tomar uma posição ativa.”

O Centro Khrunichev, responsável pela produção do Angará, mantém o seu custo em segredo, mas, pelo valor de encomenda de motores para o veículo (250 milhões de rublos), pode-se supor que o conjunto de motores para o Angará pesado de primeira classe custa 1,25 bilhão de rublos. Considerando o preço dos propulsores, o preço de custo para lançamento de carga útil com Angará hoje estaria, com certeza, além dos $100 milhões.

“No momento, os trabalhos de criação da linha de foguetes Angará, do leve ao pesado, continuam. Planejamos fazer o primeiro lançamento do foguete leve no próximo verão”, anunciou Ostapenko. “Mas depois vem a questão sobre a criação do novo veículo lançador superpesado, inclusive para a missão tripulada à Lua. E aqui o Angará levanta muitas questões.”

Inicialmente, o Angará foi concebido para reduzir o preço de custo do lançamento. Para tanto, surgiu a ideia dos foguetes modulares que se utilizam nele, que podem ser utilizados em foguetes de várias classes.

“Todos sabiam, entretanto, que é impossível criar foguetes leve, médio e pesado com base num só projeto. A concepção unificada de criação do Angará foi um compromisso destinado a reduzir do preço de elaboração, produção e funcionamento do produto. Mas aconteceu um paradoxo: o foguete ficou mais caro que o Proton, e o motor RD-191 feito para o Angará saiu mais caro e não tão efetivo quanto o seu predecessor RD-180”, explica Andrei Ionin, membro-correspondente da Academia Russa de Cosmonáutica Tsiolokvski.

“Agora temos que terminar o Angará, apesar de sabermos que esse foguete não tem destino comercial”, continua Ionin. “Não se pode abandonar o projeto, porque isso, simplesmente, desmoralizaria o setor. Lançaremos ele três vezes por ano, ainda que custe cerca de $130 milhões.”

Ainda de acordo com Ostapenko, a RKK Energia e o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Tecnologias Espaciais Progress estão preparando propostas sobre um foguete lançador da classe superpesada, no qual o Angará está sendo analisado como uma das possibilidades.

 

Publicado originalmente pelo Izvéstia

 

Fonte: Gazeta Russa

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Brasil Defesa Destaques Geopolítica Negócios e serviços Opinião Sistemas de Armas Tecnologia Vídeo

Brasil & Suécia: Acordo militar suas oportunidades e desafios

O acordo militar firmado entre Brasil e Suécia para compra e troca de tecnologia aeronáutica estabelece outro nível de relacionamento estratégico entre os dois países.

As nações serão parceiras por um longo período em função de projetos na área da cooperação industrial-militar-aeronáutica.

A intenção do acordo é, sim, condizente com as necessidades de defesa do Brasil.

A aquisição de aviões de ataque é uma diretriz governamental que se apresenta como correta, sendo que tais armas se configuram como meios militares que dão prioridade à mobilidade estratégica e aos processos de dissuasão de ameaças no espaço aéreo, no mar territorial e em fronteiras terrestre complexas.

José NiemeyerCientista Político e Professor do Ibmec/RJ (Foto: Divulgação)

Estes aviões caça poderão, dentro do sistema de defesa nacional brasileiro, adensar a operacionalidade das Forças Armadas, aprimorando, por exemplo, a eficácia de operações conjuntas. E o número inicial de 36 poderá passar para 160 aeronaves no futuro, um salto estratégico no que diz respeito à mobilização e uso da força em combate.

Todavia, duas questões devem ser também discutidas com relação à transparência do acordo e sua viabilidade e validade político-estratégica. Com relação à primeira questão levantada, devem ficar muito claras as regras e os processos implícitos na operação de compra dos caças.

Principalmente porque tal licitação se originou no ano de 1998, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso e a forma e o conteúdo das negociações ao longo do tempo podem ter sido alterados de acordo com as intenções dos governos à época, o que é aceitável.

Mas, em contrapartida, deve- se sempre resguardar o projeto de renovação da frota da FAB como uma ação de Estado e não de governo.

Na perspectiva político-estratégica a complexidade é muito maior. Um acordo militar deste porte, de desdobramentos no campo da grande estratégia de defesa do país, não se constitui em algo trivial. Como a própria presidente Dilma declarou, este acordo é um marco na solidificação de um posicionamento soberano do Brasil, principalmente com relação ao resguardo dos seus interesses sub- regionais e regionais.

O acordo foi firmado coma Suécia, fato por si só interessante, sendo que ao optar por um avião sueco e não norte-americano ou francês, o governo brasileiro escolheu um caminho “do meio”, se comprometendo menos e ganhando uma maior autonomia com relação a duas potencias globais; potencias estas que também competem entre si na seara da política internacional. Porém, em diplomacia o tempo e os recursos são escassos.

Mesmo sendo necessário“ apressar o tempo” para se alocar recursos de poder, não se pode desvincular o passado das ações concretas do presente, ainda mais sendo tais ações relativas à área muito sensível da segurança do Estado.

E, até ontem, o parceiro principal do Brasil do ponto de vista estratégico- militar eram os EUA.

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Assim, um acordo militar entre Brasil e Suécia, mesmo não sendo estes dois países atores-chave na formulação da agenda de segurança internacional contemporânea, não pode deixar de ser tratado sob um prisma político.

Assim, um acordo militar entre Brasil e Suécia, mesmo não sendo estes dois países atores-chave na formulação da agenda de segurança internacional contemporânea, não pode deixar de ser tratado sob um prisma político.

 

Fonte: Tecnologia & Defesa

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Conflitos Geopolítica

Japão reorienta a defesa para a China e Coreia do Norte

japão, exército, defesa, segurança

Foto: EPA

O programa de defesa nacional para o período depois de 2014, publicado pelo governo japonês, provocou uma reação negativa da China. Pequim viu nele o renascimento do militarismo nipônico. Semelhante reação é completamente natural visto que, no quadro desse programa, o Japão rompe completamente com a herança da época da guerra fria, quando o adversário importante era a URSS (Rússia). O novo programa concentra-se completamente nas novas ameaças: China e Coreia do Norte.

A julgar pelos documentos publicados por japoneses, o país planeja realizar reduções significativas nos tipos fundamentais de armamentos do Exército. Por exemplo, as Forças de Autodefesa do Japão podem ter 600 tanques e 700 sistemas de artilharia. No futuro, planeja-se reduzir a quantidade de armamento pesado até 300 tanques e 300 peças de artilharia. Tendo em conta as dimensões do Japão, pode reconhecer-se que o número de unidades militares terrestres com armamentos pesados irá ser reduzido até ao mínimo absoluto em caso de necessidade extrema, imprevisível. Ao mesmo tempo, cresce o número de unidades terrestres de reação rápida equipadas com armamento ligeiro.

O Japão aumenta o número de submarinos de 16 até 22, de contratorpedeiros com o sistema antimíssil norte-americano AEGIS de 6 para 8, a quantidade de caças de 260 para 280. Serão rearmadas as unidades terrestres de defesa antiaérea. O Japão tenciona também aumentar consideravelmente as possibilidades de controle do espaço aéreo à custa de um maior número de aviões de detecção a longa distância. Tendo acesso à produção da indústria militar americana e sólidas possibilidades técnicas e financeiras próprias, os japoneses têm capacidade de aumentar rapidamente o potencial militar.

No novo programa militar japonês assinala-se a necessidade de criação de potencial para realizar um contra-ataque contra as ilhas Senkaku no caso de invasão por um Estado estrangeiro. Para isso serão adquiridos navios especiais de desembarque. Além disso, será prestada atenção ao aumento da resistência da infraestrutura militar japonesa face a possíveis ataques de mísseis. Assinala-se que o Japão analisa não só medidas complementares de defesa antimíssil, mas também possibilidades de criação do seu próprio potencial de contenção e de desferir um ataque de resposta.

Isso pode significar que o Japão envereda pela via da Coreia do Sul e Taiwan e criará os seus próprios mísseis, possivelmente com base nos mísseis antinavio já produzidos no país. Neste caso, a China terá de reforçar a defesa antiaérea e antimíssil dos alvos da sua infraestrutura militar marítima na costa do mar da China Oriental.

Não obstante o fato de os planos de rearmamento do Japão poderem criar algumas dificuldades a Pequim na região do mar da China Oriental, as envergaduras da modernização militar dos dois países continuam a ser incomparáveis. A China pode bem aumentar a quantidade dos mísseis de cruzeiro já existentes e dos seus portadores (navios e aviação) até ao nível de poder desencadear contra o Japão um golpe convencional fulminante com uma enorme força destruidora. Os grandes hovercrafts de tipo Zubr de que a China dispõe, adquiridos à Ucrânia, aumentam seriamente as possibilidades das tropas chinesas na disputa por ilhas distantes.

Ao mesmo tempo, o conflito militar não é o objetivo de nenhuma das partes. O objetivo da China consiste em levar o Japão a reconhecer a existência de um litígio territorial, a começar conversações e, no futuro, a ter em conta os interesses da segurança da China. O Japão tenta limitar o aumento da influência na região, apoiando-se na união com os EUA. Ambas as partes precisam de novos tipos de armamentos. Em primeiro lugar, para alargar as possibilidades de manobra política na solução dos problemas territoriais.

Os fatos citados e as opiniões expressas são de responsabilidade do autor

 

Fonte: Voz da Rússia

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Conflitos Destaques Geopolítica Sistemas de Armas

ONU afirma que 1º carregamento de agentes químicos deixou a Síria

Os componentes químicos devem ser reunidos no porto sírio de Lattakia e transportados para a Itália. Lá, eles vão ser levados a bordo de um navio da Marinha americana especialmente equipado para destruí-lo no mar.

O primeiro carregamento de agentes químicos do governo sírio deixou o país conforme o acordo sobre a destruição do arsenal químico de Damasco, indicou nesta terça-feira a missão conjunta encarregada da tarefa.

“Uma primeira quantidade de agentes químicos de primeira importância foi retirada de seus armazéns, transportada para o porto de Lattakia para verificação e armazenada em um navio comercial dinamarquês”, informou um comunicado da missão conjunta ONU-Organização para a Proibição das Armas Químicas (Opaq).

O texto informa que o navio se dirige para águas internacionais e deverá “esperar a chegada de outros agentes químicos importantes ao porto”. “Isto inicia o processo de transferência dos agentes químicos da República Árabe Síria para locais fora de seu território tendo em vista a sua destruição”, acrescenta a missão.

A segurança do navio é garantida por embarcações de China, Dinamarca, Noruega e Rússia, indicou. A coordenadora da missão, Sigrid Kaag, deve informar na quarta-feira o Conselho de Segurança da ONU sobre os últimos progressos da operação.

Conforme o plano de desmantelamento do arsenal químico sírio aprovado pelo Conselho de Segurança em setembro, todo o arsenal químico sírio deve ser destruído antes de 30 de junho.

Os componentes químicos devem ser reunidos no porto sírio de Lattakia e transportados para a Itália. Lá, eles vão ser levados a bordo de um navio da Marinha americana especialmente equipado para destruí-lo no mar.

A retirada dos agentes químicos mais perigosos deveria ter sido concluída inicialmente em 31 de dezembro, mas a data expirou sem que uma nova tenha sido fixada.

Problemas de segurança relacionados com o conflito que devasta a Síria e o mau tempo na região nas últimas semanas atrasaram o transporte para Lattakia, explicou recentemente a missão.

A resolução da ONU foi adotada após ameaças de ataques americanos em resposta ao uso de armas químicas pelo regime de Damasco contra civis.

AFP

Fonte: Terra

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Defesa Sistemas de Armas Tecnologia Vídeo

Vídeo: Escorpião o conceito de veículo não tripulado de combate

Sugestão Roberto CR

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Conflitos Economia Geopolítica

É pouco, ou quer mais!

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É pouco, ou quer mais!

Breve introdução por, Gérsio Mutti

Pergunta: Qual seria a reação de um esquerdista brasileiro de carteirinha, se o Brasil tivesse investido em 2013 somente 7% (US$ 15,5 milhões de dólares) do seu orçamento anual na melhoria da infraestrutura dos portos brasileiros e ao mesmo tempo, uma segunda infraestrutura no montante de 71% (US$ 682 milhões de dólares) tivesse sido aplicada, ao longo de três anos, com uma média anual de US$ 227,4 milhões de dólares,  na construção de um novo porto, por exemplo, nos EUA e com a sua inauguração prevista para fins de janeiro de 2014. Além disso, digamos que o Presidente da República Federativa do Brasil estivesse por demais ansioso para estar presente na inauguração desse novo porto americano, quando a tantos gargalos na infraestrutura brasileira que estão, ou foram relegados ao “enésimo plano”?

Resposta: Seria de uma verborragia em coro, sem fim!  Correto? Correto!!!

Pasmem Caros Comentaristas do Blog Plano Brasil, isso de fato ocorrerá, mas não nos EUA, e sim, adivinhem onde? Quem arriscou a Cuba dos irmãos Castro acertou em cheio!  Mais! A nossa “Presidenta” está incontida em si mesma até a data da inauguração, talvez como um, ou o marco da sua realização à frente do Governo Brasileiro no seu primeiro mandato.

Nas páginas 70 e 71 da Revista Veja desta semana (*), podemos ler os seguintes parágrafos:

 “Em 2014, o Brasil vai perder 22% da riqueza gerada pela maior safra de soja da história, de 55 milhões de toneladas. A causa disso são os gargalos da infraestrutura portuária brasileira e da perda de carga em acidentes de caminhões nas péssimas estradas. Isso significa que o governo brasileiro dedicou a essa questão a prioridade máxima, investindo o máximo possível na melhoria das estradas e dos portos brasileiros? Não. Apenas 7% dos 218 milhões de dólares previstos para ser investidos nos terminais brasileiros em 2013, ou 15,5 milhões de dólares, foram aplicados. O maior investimento brasileiro em portos nos últimos anos foi feito onde? Em Cuba.

No fim de janeiro, a presidente Dilma Rousseff vai à ilha dos irmãos Castro inaugurar o Porto de Mariel. O governo brasileiro investiu 682 milhões de dólares nos últimos três anos na construção de um terminal em Cuba, onde a ditadura de Fidel e Raul Castro, perdoem a repetição, vive sua fase terminal. O Porto de Mariel terá capacidade 30% superior à do Porto de Suape, o principal do Nordeste brasileiro. O descalabro é obra de Lula. Foi no governo dele, em 2008, que o BNDES decidiu financiar 71% do orçamento da construção do porto. Para entendermos o senso de prioridade do governo do PT, o BNDES emprestou aos cubanos três vezes mais do que destinou a melhorias e ampliações no Porto de Suape desde a sua inauguração, em 1983. Cuba não pode esperar. O Brasil pode.”

Para uma análise mais acurada, favor ler toda a matéria abaixo. Obrigado!

Isso que é camaradagem!

(*) Veja, Edição 2355, 08/01/2014

Leonardo Coutinho

 Enquanto os portos brasileiros não atendem à demanda, Cuba vai inaugurar um, novinho, feito com investimento do BNDES que é mantido sob sigilo pelo governo petista

Uma potência agrícola com portos tão inadequados é uma Ferrari com um reles motor 1.0. A exuberância fica empacada. É o caso do Brasil. 0 principal porto brasileiro, o de Santos, está assoreado e isso impede que os cargueiros de última geração, que exigem profundidades superiores a 14 metros, atraquem no terminal. As obras de dragagem ali avançam, mas em ritmo cubano. Opa! Quem nos dera! Em Cuba, com dinheiro do povo brasileiro, as obras de infraestrutura progridem velozmente.

Em 2014, o Brasil vai perder 22% da riqueza gerada pela maior safra de soja da história, de 55 milhões de toneladas. A causa disso são os gargalos da infraestrutura portuária brasileira e da perda de carga em acidentes de caminhões nas péssimas estradas. Isso significa que o governo brasileiro dedicou a essa questão a prioridade máxima, investindo o máximo possível na melhoria das estradas e dos portos brasileiros? Não. Apenas 7% dos 218 milhões de dólares previstos para ser investidos nos terminais brasileiros em 2013, ou 15,5 milhões de dólares, foram aplicados. O maior investimento brasileiro em portos nos últimos anos foi feito onde? Em Cuba.

No fim de janeiro, a presidente Dilma Rousseff vai à ilha dos irmãos Castro inaugurar o Porto de Mariel. O governo brasileiro investiu 682 milhões de dólares nos últimos três anos na construção de um terminal em Cuba, onde a ditadura de Fidel e Raul Castro, perdoem a repetição, vive sua fase terminal. O Porto de Mariel terá capacidade 30% superior à do Porto de Suape, o principal do Nordeste brasileiro. O descalabro é obra de Lula. Foi no governo dele, em 2008, que o BNDES decidiu financiar 71% do orçamento da construção do porto. Para entendermos o senso de prioridade do governo do PT, o BNDES emprestou aos cubanos três vezes mais do que destinou a melhorias e ampliações no Porto de Suape desde a sua inauguração, em 1983. Cuba não pode esperar. O Brasil pode.

Acrescente-se aos dados acima o fato de que o negócio com a ditadura cubana transcorreu sob segredo de Estado. Em junho de 2012, o ministro Fernando Pimentel, do Desenvolvimento e Comércio Exterior, classificou o conteúdo do contrato como “secreto”, com validade até 2027. A justificativa foi proteger “informações estratégicas”. Acabava de entrar em vigor a Lei de Acesso à Informação quando Pimentel decidiu classificar o negócio com os cubanos como secreto.

O BNDES financia obras de infraestrutura em quinze países, mas apenas três contratos — dois com Cuba e um com Angola — são considerados secretos. Um documento arquivado na biblioteca do Senado antes da blindagem feita por Pimentel e o relato de um funcionário público familiarizado com as negociações em torno do empréstimo para o Porto de Mariel dão uma pista do tipo de informação que o governo tenta esconder. A única garantia exigida pelo empréstimo foi a abertura de uma conta em uma agência do Banco do Brasil nos Estados Unidos na qual Cuba se compromete a manter um saldo equivalente a três parcelas do pagamento da dívida com o Brasil, cujo desembolso começará apenas em 2017. Em caso de atraso no pagamento, o Brasil, teoricamente, poderia sacar os valores da conta de Havana no BB. Teoricamente, pois os termos do contrato secreto são desconhecidos e podem conter cláusulas ainda mais favoráveis aos ditadores de Cuba. Por exemplo, o valor das três parcelas pode ser irrisório.

A promessa dos cubanos é depositar na agência do BB nos Estados Unidos parte da receita de suas exportações de açúcar. Como Cuba produz hoje menos açúcar do que há 55 anos, quando os Castro substituíram a ditadura de Fulgencio Batista pela deles, não há nenhuma garantia. Havana pode simplesmente deixar de depositar o dinheiro. O porto estará prontinho. E estará dado o calote — aliás, recorrente nos negócios com Cuba. Nem ao falecido Hugo Chávez o Brasil ofereceu tanta facilidade. Uma das razões para não ter vingado a participação da petroleira PDVSA na construção da refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, foi o fato de o BNDES ter exigido que o venezuelano buscasse junto a bancos privados as garantias necessárias para a liberação do crédito. Chávez queria a mesma mamata dada pelo PT aos cubanos. Ofereceu dar como garantia uma conta a ser abastecida com as divisas geradas pelas exportações de petróleo. Não funcionou.

“Cuba é conhecida pelos calotes. Os contribuintes brasileiros podem considerar esse dinheiro como uma doação de seu governo para a manutenção de uma ditadura”, diz José Azel, professor do Instituto de Estudos Cubano-Americanos da Universidade de Miami. Em 2004, o governo do México recorreu à Justiça italiana para embargar 40 milhões de dólares de uma conta da empresa de telefonia de Cuba, na tentativa de reaver parte de um empréstimo de 500 milhões de dólares. Em novembro passado, o México acabou perdoando 70% da dívida e parcelou o saldo de 150 milhões de dólares em dez anos. O mesmo foi feito pelo Japão, que abriu mão de 80% de uma divida de 1,4 bilhão de dólares.

Cuba já pleiteia um novo empréstimo do Brasil. Desta vez para construir uma zona industrial ao redor do Porto de Mariel. Em novembro passado, Rodrigo Malmierca, ministro do Comércio Exterior cubano, esteve no Brasil para convencer empresas brasileiras a se instalarem na ilha. Malmierca prometeu isenção fiscal e o fim do confisco de metade do salário pago aos trabalhadores — um dos itens da legislação escravocrata implantada pelos comunistas. Nenhuma empresa brasileira topou. Vai ver, Malmierca já acertou tudo em segredo com o governo brasileiro.

O monopólio dos militares

Em 2006, o total de empresas registradas em Cuba era de 3519. Em setembro passado, quando o Escritório Nacional de Estatísticas e Informação de Cuba divulgou o mais atual levantamento empresarial da ilha, apenas 2491 empreendimentos estavam com as portas abertas. Uma redução de 29%. 0 fracasso da indústria, do comércio e do setor de serviços nada tem a ver com o embargo americano, até porque nada impede Cuba de fazer negócios com o restante do mundo. Trata-se, isso sim, do resultado da crescente concentração das atividades econômicas nas mãos de oficiais das Forças Armadas, um processo que começou em 1994, quando o país comunista “se abriu” a investimentos externos. Como as empresas estrangeiras não podiam ser 100% donas do negócio, associaram-se aos militares. Em 2012, as empresas das quais eles eram sócios ou únicos donos – desde lojas de roupas e sapatarias até a Almacenes Universales S.A., que controla toda a importação e exportação de produtos – movimentaram 80% do PIB do país. A administração do Porto de Mariel será feita pela Almacenes, que também será a sócia compulsória de quem se aventurar a investir no parque industrial previsto para as proximidades. No Brasil, a filial da empresa foi aberta em 2010 por Fidel Castro Puebla, que vive no bairro dos Jardins, em São Paulo, e cujo nome é uma homenagem da mãe, a general Esther Puebla, ao ditador cubano e ex-companheiro de guerrilha. Sob o nome de Comercial Brasraf Importação e Exportação Ltda., a filial da Almacenes faz a intermediação do comércio entre Brasil e Cuba.

Fonte: Veja, Edição 2355, 08/01/2014 via Ministério do Orçamento, Planejamento e Gestão (MPOG)

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Governo cubano solicitou um novo crédito para construção de infraestruturas na Zona de Desenvolvimento Especial da ilha

 

EFE

São Paulo – O governo cubano solicitou um novo crédito ao Brasil para a construção de infraestruturas na Zona de Desenvolvimento Especial da ilha, uma área dedicada a fomentar os investimentos estrangeiros para impulsionar sua economia, informou nesta quinta-feira o ministro de Comércio Exterior cubano, Rodrigo Malmierca.

Malmierca se reuniu hoje com um grupo de empresários em São Paulo para buscar investidores interessados em seu “megaprojeto” do porto de Mariel, onde será instalada a primeira Zona de Desenvolvimento Especial.

“O porto de Mariel já recebeu um importante volume de recursos que estão bem investidos. Nos reunimos na segunda-feira e na terça-feira e a parte cubana pediu crédito, não para o porto, mas para a Zona de Desenvolvimento Especial”, destacou o ministro na sua visita à Federação de Indústrias de São Paulo (Fiesp).

Malmierca afirmou que o crédito, que não teve o seu valor revelado, já foi solicitado, porém ainda não foi concedido.

“Agora as autoridades analisarão o assunto e nos comunicarão no momento adequado a decisão. Temos uma relação muito bem-sucedida e pensamos que continuará sendo assim no futuro”, acrescentou Malmierca, que adiantou que é muito provável que sejam empresas brasileiras as encarregadas de executar as obras previstas.

De acordo com a diretora do escritório regulador da Zona de Desenvolvimento Especial, Ana Teresa Igarza, encarregada de analisar as propostas de investimento, mais de 50 empresas de Espanha, França, Itália e Brasil fizeram contato com o órgão para manifestar seu interesse em investir na área.

Segundo explicou a Fiesp, o Brasil é um dos principais investidores do projeto cubano para ampliar o porto de Mariel, com uma contribuição de US$ 682 milhões (cerca de R$ 1,57 bilhão).

A 45 quilômetros ao oeste de Havana, a região oferece maiores facilidades que o restante da ilha para o estabelecimento de empresas estrangeiras. Entre as vantagens estão isenções tributárias e alfandegárias e mais agilidade no trâmite e avaliação dos projetos que se apresentem.

A região de Mariel ocupará uma extensão total de 465,4 quilômetros quadrados. A previsão é de que as obras sejam concluídas em meados de 2014 graças a um investimento de US$ 900 milhões (cerca de R$ 2 bilhões), vindos da iniciativas privada e pública.

Fonte: EFE via Exame, 21/11/2013 

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Defesa História

A USN pagou US$ 0,01 pelo desmanche do Porta-Aviões USS Forrestal (CVA 59)

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Símbolo maior do apoio de Washington ao golpe de 1964, o porta-aviões USS Forrestal  está prestes a virar sucata. Em outubro, a Marinha americana pagou US$ 0,01 à empresa All Star Metals para o desmonte, que levará 18 meses.

O Forrestal era o maior porta-aviões americano quando entrou em serviço, em 1954. Dez anos mais tarde, em 31 de março, ainda mantinha esse título quando foi acionado para navegar ao Brasil em apoio ao levante militar.

Neste mês, ele será rebocado da Filadélfia até o Texas, onde 150 trabalhadores transformarão os 325 metros do navio em ferro para reciclagem.

 Nos EUA, o Forrestal é mais conhecido por um incêndio que matou 134 homens em 1967, no Vietnã. Um dos sobreviventes é o ex-candidato presidencial John McCain.

Para ler toda a matéria acesse a fontedp7273-00

Fonte: Folha de São Paulo

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Artigos Exclusivos do Plano Brasil Defesa Tecnologia

Confirmado: China testa o motor que equipará o cargueiro Y-20

Y 20Red Dragon, Taiwan para o Plano Brasil
Informações Asian News 
Tradução e Adaptação: E.M.Pinto
Chinese WS-15 ( Woshan 15) Turbofan Engine's Flying Test-Bed

Il 76 convertido em bancada de teste para o motor WS-15/20 ou ainda SF-A

Confirmando o que havíamos publicado na matéria  China testa motor SF-A / WS-15 ( Woshan 15), o site Chinês, China defense acaba de divulgar a informação de que o Il-76 especialmente adaptado e equipado com o mais novo motor aeronáutico efetuou com sucesso os testes de voo daquele motor que deve no futuro equipar os cargueiros Y-20 da PLAAF.

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Na imagem a variante civil SF-A destinada ao avião de passageiros C-919

As nomenclaturas embora se sobreponham na verdade referem-se ao mesmo motor, o  WS 20, Woshan 20, é a atual designada para o cargueiro Y-20, saiba que o núcleo do motor na verdade é o mesmo do WS-15  ou ainda SF-A que se refere ao modelo civil. Por isso a confusão nas nomenclaturas.

O primeiro voo de teste com o motor  turbofan SF-A/ WS-20, projetado pelo Shenyang Liming  Aircraft Engine Company, embora seja desenvolvido para a aeronave de transporte militar, Y-20,  também pode será empregado em aviões de passageiros de médio ou grande porte.

Especialistas em aviação afirmam que o WS-20 possui uma estrutura muito parecida com motor turbofan americano CFM56-7 ou GE90. Os especialistas julgam que dentro dos próximos cinco ou sete anos, as aeronaves civis e militares já poderão ser equipadas com este novo motor.
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A China está agora à um passo do caminho para se tornar o quinto país do mundo com a capacidade de projetar motores turbofan avançados, logo depois dos Estados Unidos, Reino Unido, França e Rússia.
Acredita-se que com esta capacidade a china promoverá grandes mudanças na sua  indústria de aviação, pois, não terá mais necessidade de contar com o fornecimento de motores de fabricação russa para o desenvolvimento de aeronaves de médio e grande porte civis ou militares.
Isto acabará por ajudar o país desenvolver e possuir uma indústria de aviação independente, disse o representante da Shenyang Liming  Aircraft Engine Company no relatório de avaliação  do primeiro voo de testes.
A capacidade de carga do PLA será imensamente estendida com a incorporação do cargueiro Y-20 dando-lhe capacidade de projeção global quando constituída a sua frota de cargueiros.
Porém, a Shenyang  garante que o WS-20 aumentará mais ainda a capacidade de carga do cargueiro cujo programa está em desenvolvimento.
A Shenyang  não descarta o potencial mercado exterior depois que o motor for plenamente desenvolvido a partir daí a indústria chinesa será capaz de projetar e produzir motores turbofan mais avançados com base no WS-20.