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Acidentes e Catástrofes Defesa

FAB coordena cerca de 300 voos por dia nas buscas às vitimas

Toda a coordenação entre as aeronaves está sendo fornecida por militares da FAB
Publicado: 28/01/2019 18:50
Fonte: Agência Força Aérea, por Ten Aline
Edição: Ten Raquel Alves – Revisão: Capitão Landenberger

Os trabalhos continuam intensos no quarto dia de atuação da Força Aérea Brasileira (FAB) em apoio à operação de resgate às vítimas do desastre ocorrido em Brumadinho (MG).
Após a instalação de uma unidade de Serviço de Informações Aeronáuticas (AFIS) – também conhecida como estação-rádio – para dar suporte e garantir a segurança das aeronaves envolvidas nas ações de busca e salvamento, a FAB está atuando na coordenação dos voos, que chegam a 300 por dia.
A estrutura montada na região do desastre está sob a coordenação do Primeiro Grupo de Comunicações e Controle (1º GCC). De acordo com o Chefe da Divisão de Operações do 1º GCC e Chefe do Centro de Operações Aéreas em Brumadinho, Major Leonardo André Haberfeld Maia, estão sendo operadas, simultaneamente, em torno de 16 aeronaves.
O AFIS está localizado no terreno de uma igreja no Córrego do Feijão e conta com gerador, antena para enlace via satélite, computadores interligados em rede e sistemas de comunicação VHF, UHF e HF. Além do AFIS, também foi montado um Centro de Comando e Controle, alocado em uma universidade local.
“Nós estabelecemos uma área central coordenada entre esses dois pontos: o que fica alocado na universidade e o da igreja, sendo que o ponto da igreja fica mais próximo da área do desastre. São dois pontos distintos e a coordenada central entre esses dois pontos engloba 9 milhas, cerca de 16 km. É uma área considerada pequena, mas com um movimento muito intenso. São mais de 300 movimentos diários de pouso e decolagem”, afirma o Major Haberfeld.
Além da coordenação das aeronaves envolvidas nas operações de resgate, a FAB também está atuando para que o espaço aéreo da região de Brumadinho fique restrito apenas a essas aeronaves, sendo que os voos com drones também não estão autorizados.
Todo suporte na comunicação entre as aeronaves está sendo fornecido por 25 militares do 1º GCC e também do Primeiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA I).
Toda a ação para coordenar as aeronaves no espaço aéreo do município mineiro foi programada após articulação com a Presidência da República, Ministério da Defesa e Defesa Civil e não há previsão para o fim dos trabalhos na região.

Fonte: FAB

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Acidentes e Catástrofes Braço Forte Brasil Israel

Exército Brasileiro apoia, junto às demais Forças, as equipes de busca e salvamento na Região de Brumadinho

As Forças Armadas prosseguem atuando no transporte aéreo das diversas equipes de busca e salvamento dos órgãos do Governo de Minas Gerais. Também vêm sendo prestados assessoramentos em termos de comunicações satelitais e rastreamento, além da montagem e manutenção de instalações móveis para facilitar o trabalho de identificação dos corpos.

Além disso, desde a noite desse domingo, 27 de janeiro, o Comando Militar do Leste, por intermédio da 4ª Região Militar, sediada em Belo Horizonte (MG), vem prestando apoio logístico aos militares israelenses que chegaram à região para trabalhos de busca e salvamento. Esse apoio inclui:

– emprego de cinco helicópteros da Aviação do Exército, de modelos variados, para utilização pelas equipes de buscas;

– alojamento e alimentação para cerca de 130 pessoas;

– alojamento, alimentação e apoio veterinário para cães farejadores;

– transporte e acondicionamento de todo o equipamento (aproximadamente 16 toneladas), por meio da montagem de um depósito de campanha em Brumadinho;

– instalação de cozinha de campanha para a confecção de alimentação na área de Brumadinho;

– alojamento e alimentação aos intérpretes designados.

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Acidentes e Catástrofes Conflitos Geopolítica Israel Síria

Militares israelenses serão enviados à Moscou para compartilhar as informações sobre o abate da aeronave Il-20 na Síria

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

O IDF as Forças de Defesa de Israel enviarão uma delegação liderada pelo comandante Amikam Norkin a Moscou em 20 de setembro. Durante a visita oficial à capital russa, os militares israelenses compartilharão as informações de modo a elucidar que israel não teve responsabilidade no abate da aeronave russa Il-20 na Síria na noite de 17 de setembro.

A delegação de Israel apresentará um relatório sobre “todos os aspectos” do evento, desde os dados anteriores ao abate até a investigação realizada por Tel Aviv. De imediato, Moscou acusou as Forças Israelenses atribuindo-lhes a culpa pelo incidente, Israel por seu lado move-se para provar a Moscou a sua inocência no caso.

O Governo de Israel manifestou publicamente ao Kremlin a sua “consternação” pela morte dos militares da tripulação russa e considera que os Militares Sírios são “totalmente responsáveis” pelo ocorrido, além disso, atribuem à responsabilidade ao  Hezbollah e ao Irã e por este incidente ao qual classificou de ” infeliz.”

O IDF desmente o ato de que os caças israelenses usaram a aeronave russa como escudo, manipulando electronicamente os sinais de radar de modo a ludibriar as defesas Sírias. O IDF alega que a defesa síria ficou perdida durante o ataque e acionou indiscriminadamente as defesas pondo em risco todas as aeronaves que circundavam a região.

Há rumores de que as tripulações das baterias Sírias que operaram os sistemas de defesa, foram de imediatas entregues as autoridades russas para serem interrogadas no inquérito que avaliará as causas do incidente.

Os israelenses alegam que apresentarão as provas a Moscou a respeito das “tentativas contínuas” de Teerã de entregar armas estratégicas para a organização xiita libanesa e  por estabelecer uma presença militar iraniana na Síria.

Fonte: RT

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Conflitos Geopolítica Terrorismo

O que se sabe até agora sobre o 'atentado' contra Maduro na Venezuela

Maduro e a esposa Cilia FloresDireito de imagemREUTERS
Image captionPresidente Maduro (centro) e sua esposa Cilia Flores (esquerda) participavam de um evento militar, quando ouviram um barulho alto

O presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, afirmava, em discurso, que havia chegado a hora da “recuperação econômica” do país. De repente, ele interrompe a fala e olha para cima, com expressão preocupada.

Logo atrás, a esposa dele, Cilia Flores, se assusta e faz um gesto instintivo de quem se depara com algum perigo. Assim como Maduro, ela olha para o céu. Essas imagens foram flagradas por câmeras que transmitiam ao vivo o discurso do presidente por ocasião do aniversário de 81 anos da Guarda Nacional Bolivariana – um dos quatro corpos das Forças Armadas do país.

As imagens mostram o momento em que soldados enfileirados começam a correr. Horas depois, Maduro fez um pronunciamento dizendo que sofreu uma tentativa de assassinato envolvendo drones e explosivos.

Mas restam muitas dúvidas sobre o episódio. Quem teria sido o autor do ataque? Quantas pessoas se feriram? Realmente foram usados drones?

Qual a versão do governo?

Vídeo mostra reação de Maduro e do público no momento do incidente
[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=AggiJYpZ7Aw[/embedyt]

O episódio aconteceu às 17h41, na capital venezuelana. Segundo o ministro das Comunicações, Jorge Rodriquez, “dois artefatos voadores, tipo drone” foram usados no “ataque”.

Horas depois, em pronunciamento, Maduro disse: “Um objeto voador explodiu perto de mim. Uma grande explosão. Segundos depois, houve uma segunda explosão.”

Fotos que circulam nas redes sociais mostram seguranças protegendo Maduro com escudos à prova de bala, após o suposto atentado.

Isso explicaria os gritos “tapa, tapa, tapa arriba Castillo”, como que ordenando que cobrissem o presidente, para protegê-lo, e “Arriba, mi comandante” (para cima, meu comandante) que se podem escutar na transmissão televisiva.

Quem é o autor do “ataque”:

Maduro informou que os “autores materiais do atentado foram capturados”. “A investigação está muito avançada. Sem dúvida, lidamos com a situação em tempo recordo e se trata de um atentado para me matar”, afirmou.

O general Tarek William Saab anunciou que os presos seriam apresentados publicamente na segunda.

Maduro acusou a Colômbia e pessoas de dentro dos Estados Unidos de instigarem o que chamou de “atentado da direita”.

Ele acrescentou “não ter dúvida” de que o presidente colombiano, Juan Manuel Santos, está “por trás desse ataque”.

Mas Maduro não apresentou evidências para comprovar a acusação. O governo colombiano negou envolvimento, dizendo que as alegações do venezuelano “não têm base”.

Já o ministro das Comunicações da Venezuela acusou “a oposição de direita” do país de orquestrar o ataque.

“Após perder no voto, eles falharam de novo”, disse Rodriguez, em referência à eleição presidencial de maio que reelegeu Maduro para mais um mandato de seis anos.

Hasler Inglesias, um líder do partido de oposição Voluntad Popular, disse à BBC: “Nós não sabíamos o que estava acontecendo. E é difícil acreditar que a oposição faria um atentado sendo que nunca fez algo assim em 20 anos.”

Enquanto isso o pouco conhecido grupo “Movimento Nacional Soldados de Camiseta” disse na sua conta no Twitter que foi o autor do atentado.

Soldados armadosDireito de imagemAFP/GETTY IMAGES
Image captionUm grupo pouco conhecido reivindicou a autoria do “atentado”, enquanto Maduro acusou a Colômbia de envolvimento

O grupo afirmou que havia planejado jogar dois drones com explosivos em Maduro, mas os equipamentos teriam sido alvejados pelos militares que faziam a segurança do presidente.

“Demonstramos que são vulneráveis. Não conseguimos (alcançar o objetivo) hoje, mas é questão de tempo”, diz o Soldados de Camiseta num tuite. A conta de Twitter @SoldadoDfranela, foi criada em março de 2014 e conta com 95 mil seguidores.

Mas não foram apresentadas quaisquer evidências e o grupo não respondeu aos pedidos de entrevista da imprensa.

Além de todas essas incertezas, bombeiros que estavam no local contestaram a versão do governo, segundo a Associated Press.

Sem citar nomes, a agência de notícia diz que três bombeiros afirmaram que o incidente, na verdade, foi uma explosão de gás dentro de um apartamento. Mas eles não deram detalhes.

Quem são os Soldados de Camisetas

O Movimento Nacional Soldados de Camiseta diz que foi criado há quatro anos para “agrupar todos os grupos de resistência a nível nacional para dar efetividade à luta contra a ditadura”.

O grupo parece reivindicar vínculos com Óscar Perez, um ex-policial que em junho de 2017 atacou a sede do Ministério do Interior de helicóptero. Vários meses depois, ele morreu alvejado numa operação das forças especiais de segurança da Venezuela.

Soldados perto de um prédio com marcas de incêndioDireito de imagemAFP/GETTY IMAGES
Image captionBombeiros disseram que o incidente foi, na verdade, uma explosão de gás num prédio próximo ao local onde Maduro discursava

Por que há dúvidas sobre a versão oficial

Essa não é a primeira vez que Maduro denuncia ter sofrido um atentado. Mas até hoje ele nunca apresentou provas para respaldar as acusações. Apesar de haver imagens do momento em que o episódio ocorreu, muitos expressaram dúvidas sobre se realmente foi um atentado.

O ceticismo se explica em parte porque, na transmissão oficial do evento, não é possível ver qualquer drone e testemunhas que estavam presentes ao evento disseram à imprensa que não viram esses “artefatos voadores”.

A oposição venezuelana também se mostrou cética da versão oficial. “Ainda é preciso ver se realmente foi um atentado, um acidente fortuito ou alguma das outras versões que circulam pela internet”, disse a Frente Ampla Venezuela Livre, em comunicado.

“O responsável seria esperar as investigações, mas é difícil acreditar no que dizem os burocratas do regime”, afirma a entidade, que reúne as principais forças de oposição ao governo de Maduro.

E as dúvidas se reforçam com as reportagens publicadas até agora pela imprensa. O jornal espanhol “El País”, por exemplo, cita que um “militar presente ao ato, que se encontrava a poucos metros de Maduro” disse não ter visto drones, embora tenha escutado “uma explosão como de morteiro”.

Qual o impacto desse “ataque”

É parte da retórica constante de Maduro acusar a Colômbia ou os Estados Unidos de conspirarem contra o seu governo. Como não há liberdade de imprensa na Venezuela, é difícil identificar a verdade.

A repórter da BBC Katy Watson diz que o temor maior é que o governo use o episódio para justificar a perseguição de adversários políticos.

Além de por em dúvida a versão oficial sobre o atentado, a Frente Ampla Venezuela Livre afirmou que as primeiras reações do governo “não parecem ter o objetivo de esclarecer os fatos, mas sim aproveitar a situação para atacar de maneira irresponsável a oposição de forma genérica”.

O grupo que congrega diferentes forças de oposição afirmou, em comunicado, que Maduro tenta com isso “desviar a atenção do verdadeiro problema que preocupa o país, que é a tragédia humanitária e a catástrofe econômica e social sofridas pela maioria dos venezuelanos”.

Também advertiu que Maduro poderia aproveitar o ocorrido para “criminalizar quem se opõe legítima e democraticamente” ao governo.

“Alertamos que esse evento confuso pode ser usado como desculpa para suprimir o direito constitucional que tem o povo de continuar a protestar pela defesa de seus direitos”, afirmou.

Já houve atentado assim antes?

Em junho de 2017, um helicóptero lançou granadas no prédio do Ministério do Interior da Venezuela.

O piloto Oscar Pérez reivindicou a autoria daquele ataque e convocou os venezuelanos a fazer frente ao governo de Maduro.

Na época, o presidente venezuelano classificou o episódio de “ataque terrorista”. Pérez, como dito mais acima nesta reportagem, morreu alguns meses depois do ataque.

 

Fonte: BBC Brasil

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Acidentes e Catástrofes Brasil Tecnologia

Veículo Aéreo Não-Tripulado realiza operação sobre áreas de risco em Teresópolis

http://blstb.msn.com/i/55/C6A9EC911E152FE6E814285F7D733.jpgRio de Janeiro – Durante a Operação Serrana, de apoio ao desastre natural da região serrana do Rio de Janeiro, o veículo aéreo não-tripulado – VANT LANU – do Instituto Militar de Engenharia (IME), realizou, no dia 16 de janeiro, um voo sobre uma área de risco em Teresópolis (RJ), em apoio a uma operação de busca do 16º Grupo de Bombeiros Militar (16º GBM). Apesar das precárias condições metereológicas apresentadas na região, a equipe do IME segue no apoio às operações do Corpo de Bombeiros e novos voos do VANT serão realizados.

No dia 17 de janeiro, foi realizado um reconhecimento em áreas críticas indicadas pelo comando do 16º GBM, oportunidade em que os componentes eletrônicos do VANT foram embarcados em um Helicóptero Pantera, do 1º Esquadrão do Comando de Aviação do Exército, que realizou o sobrevoo na região e registrou as imagens necessárias à solicitação dos Bombeiros.

As imagens capturadas pelo equipe do IME servirão, também, para a realização de atualizações em cartas e mapas da região, uma vez que o relevo da área atingida pelas chuvas foi alterado em virtude das enchentes, das avalanches e, provavelmente, os rios podem ter sofrido mudanças no seu curso.

http://www.nominuto.com/_resources/files/_modules/news/news_18512_big_20090129203427ea43.jpg

O VANT LANU tem um raio de navegação de 10 Km e autonomia de voo de mais de 1 hora, podendo filmar, fotografar e transmitir imagens. Seu uso é melhor aproveitado se a aeronave realizar voo de até 400 metros de altura. Opera apoiado por uma Central de Navegação Inercial (GPS) que acompanha, recebe e transmite as imagens em tempo real.

Fonte: Noticiário do Exército

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Acidentes e Catástrofes

NOTA À IMPRENSA: incêndio em embarcação da Marinha

http://i0.ig.com/fw/cx/xz/aj/cxxzaj3vucrgh0r6nkh9sf7su.jpg

O Comando do 1º Distrito Naval tomou conhecimento que por volta das 16 horas desta segunda-feira (13/09), a lancha CIAW 05, do Centro de Instrução Almirante Wandenkolk (CIAW), teve um incêndio no trajeto entre o CIAW, localizado na Ilha das Enxadas, na Baía de Guanabara, e o cais do 1º Distrito Naval, na Praça Mauá. A lancha transportava cerca de 140 pessoas, entre alunos do CIAW e funcionários civis que saíam do Centro de Instrução.

O combate ao incêndio na lancha foi realizado por grupos de Controle de Avarias (CAV) do CIAW, do Navio Aeródromo São Paulo, do Corpo de Bombeiros do Arsenal de Marinha e Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro. Duas lanchas e um bote da Capitania dos Portos, além de um bote do Grupamento Aeromarítimo da Polícia Militar apoiaram o salvamento. Todas as pessoas foram retiradas da embarcação em segurança.

O Centro de Instrução Almirante Wandenkolk (CIAW) vai instaurar inquérito administrativo para apurar as causas do incidente. Não houve vítimas e nem poluição hídrica.

FONTE: Seção de Comunicação Social do 1º Distrito Naval

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Acidentes e Catástrofes

Pilotos teriam falsificado histórico de voo na China

http://noticias.limao.com.br/imagens/materia/mundo/acidenteaviaoChina_AP306.jpgSugestão: Helder M.Pinto

Autoridades chinesas descobriram que 200 pilotos falsificaram seus históricos de voo, sendo que mais da metade deles trabalha para a matriz de uma companhia aérea envolvida no pior desastre aéreo em anos no país, informou hoje um jornal local.

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Acidentes e Catástrofes

Parte do modelo F-5M da Aeronáutica caiu na área central do município sem ferir ninguém

http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2008/10/f-5em-a-caminho-da-red-flag-2008.jpg

Sugestão: Intruder

Parte do modelo F-5M da Aeronáutica caiu na área central do município sem ferir ninguém

O avião da Força Aérea Brasileira (FAB) que perdeu peça do cockpit — o canopy — pousou com segurança na Base Aérea de Canoas. O pedaço do caça modelo F-5M caiu sobre a Rua Nilo Peçanha, em Cachoeirinha, sem ferir ninguém, na manhã desta segunda-feira.

Segundo a assessoria de imprensa da FAB, o incidente ocorreu por volta das 8h45min. A aeronave, pertencente ao Primeiro Esquadrão do Décimo Quarto Grupo de Aviação (1º/14º GAV), decolava em missão operacional para a Base Aérea de Santa Cruz, no Rio de Janeiro.

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Deu no Voo Tático: Helicóptero com escolta do presidente colombiano sofre acidente

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Black Hawk colombiano acidentado (Foto: Reuters)

Um helicóptero Black Hawk que transportava homens da escolta do presidente colombiano Juan Manuel Santos em deslocamento a Mosquera, no centro da Colômbia, teve uma falha mecânica e fez um pouso de emergência numa escola militar em Bogotá neste sábado (4).

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Mais uma plataforma de petróleo se incendeia no Golfo do México

http://i0.ig.com/fw/q7/hp/ps/q7hpps3yaf0dmx56xlrias90.jpg

Plataforma se incendiou esta manhã, a 320 quilômetros da Deepwater Horizon, da BP. Há sinais iniciais de vazamento.

Outra plataforma petrolífera localizada no Golfo do México, a 160 quilômetros da costa do estado americano da Louisiana se incendiou às 11h30 (horário de Brasília) nesta quinta-feira. Embora não haja confirmação oficial, a Guarda Costeira afirmou ter visualizado uma mancha superficial de óleo de cerca de 1,5 quilômetros de comprimento perto do local do acidente.

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Acidentes e Catástrofes Geopolítica

Após negar a importância do aquecimento global, estatístico dinamarquês propõe a criação de um fundo mundial para seu combate

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O auto-intitulado ambientalista cético, Bjorn Lomborg, que já falou que a luta contra as mudanças climáticas deveria ser uma questão pouco prioritária para os governos, agora defende lança um novo livro e defende que o assunto deve ser tratado como uma prioridade.

Em seu novo livro, que será publicado no mês que vem, o professor adjunto da Copenhagen Business School pede a criação de um fundo mundial de 100 bilhões de dólares anuais para pesquisas de soluções climáticas, dizendo que isso significaria o fim do aquecimento global até o fim deste século.

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Acidentes e Catástrofes

Avião faz pouso forçado no aeroporto de Bauru em SP

A imagem exclusiva foi enviada pelo  correspondente do Plano Brasil  em Bauru-SP, Helder M. Pinto

Nota do Autor

Uma aeronave ATR-42 da Pantanal fez um pouso forçado nesta manhã em Bauru, interior de São Paulo. As primeiras notícias informam que a  aeronave não levava passageiros e os quatro tripulantes que estavam à bordo nada sofreram. O voo deveria sair de Marília, também no interior de São Paulo, com destino à Congonhas, na capital. Antes de chegar a Marília, onde os passageiros embarcariam, os tripulantes perceberam o problema no trem de pouso dianteiro e por medida de segurança decidiram pousar em Bauru.

O pouso foi feito com os trens principais baixados mas com o dianteiro recolhido. A aeronave rolou sobre os trens principais até o nariz da aeronave baixasse e o nariz deslizasse sobre a pista.

Até o presente momento, 14:10 h, a aeronave ainda se encontra na pista aguardando liberação pelo órgão de segurança, o que faz com que o aeroporto de Bauru-Arealva permaneça interditado.

H.M.Pinto


Aeronave apresentou problema técnico em trem de pouso e foi desviado por medida de segurança, segundo assessoria da empresa

A aeronave ATR-42 da empresa aérea Pantanal, que faria o voo de Marília, no interior de São Paulo, até o Aeroporto de Congonhas, na zona sul da capital paulista, fez um pouso forçado na manhã de hoje no aeroporto de Bauru. A aeronave apresentou um problema técnico em um dos trens de pouso e foi desviado por medida de segurança, segundo a assessoria da empresa. Ninguém ficou ferido.