Após um mês, Brasil relembra os heróis Brasileiros mortos na terivel catástrofe do Haiti.

http://images.ig.com.br/publicador/ultimosegundo/337/86/86/7492291.haiti_mundo_235_292.jpgSÃO PAULO – O terremoto que atingiu o Haiti deixou 22 brasileiros mortos: a médica sanitarista Zilda Arns, o diplomata Luiz Carlos da Costa, o policial militar Cleiton Batista Neiva, uma menina não identificada e 18 militares brasileiros que participavam da missão de paz da ONU, liderada pelo Brasil.

AE
Zilda Arns tinha 75 anos
Zilda Arns tinha 75 anos


Zilda Arns, 75 anos, médica

Nascida em 25 de agosto de 1934, em Forquilhinha (SC), Zilda Arns Neumann, era médica pediatra e sanitarista, além de fundadora e coordenadora internacional da Pastoral da Criança e da Pastoral da Pessoa Idosa, organismos de ação social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

A médica morreu após escombros caírem sobre ela enquanto caminhava pelas ruas de Porto Príncipe, capital do Haiti. Zilda tinha chegado no Haiti na segunda-feira (11) para uma palestra sobre a Pastoral da Criança na Conferência Nacional dos Religiosos do Caribe, marcada para quarta-feira (13). Ela participaria, ainda, de um encontro com respresentantes de ONGs, antes de voltar ao Brasil, na sexta-feira (15). Ela morava em Curitiba (PR) e deixa cinco filhos e dez netos. Leia mais

Reprodução / ONG Viva Rio
Luiz Carlos da Costa, o segundo na linha de comando da ONU no Haiti
Costa estava na ONU desde 1969

Luiz Carlos da Costa, 60 anos, diplomata

“Uma lenda nas operações de paz da ONU”. Foi assim que o secretário-geral da organização, Ban Ki-moon, definiu o diplomata brasileiro Luiz Carlos da Costa, segundo na linha de comando da ONU no Haiti.

O corpo do brasileiro foi encontrado nos escombros da sede da ONU no país, que ficou destruído no terremoto. Costa assumiu o cargo no Haiti em novembro de 2005, após ser indicado pelo então secretário-geral da ONU, Kofi Annan.

Ele trabalhava na ONU desde 1969 e, atualmente, era o brasileiro que ocupava o mais alto cargo nas Nações Unidas em todo mundo. Leia mais

Divulgação
Cleiton era voluntário no Haiti
Cleiton era voluntário no Haiti

Cleiton Batista Neiva, 33 anos, policial militar

O primeiro tenente Cleiton Batista Neiva ingressou na Polícia Militar do Distrito Federal em 3 de abril de 1997 e trabalhou em diversas unidades da corporação.

Em 2005, participou da missão de paz da ONU no Haiti e dois anos depois, em 2007, decidiu voltar ao país para fazer trabalho voluntário. Ele estava em licença, pedida por motivos particulares.

Segundo a polícia, Neiva estava na sede da ONU em Porto Príncipe no momento da tragédia. Leia mais

Antonio José Anacleto, 24 anos, soldado

Dois dias antes do terremoto, Antônio José Anacleto falou por longas horas com o pai, José Anacleto, por telefone. A conversa foi interpretada por José como uma despedida prévia.

De acordo com a tia Alice Anacleto Nascimento, o soldado Antônio voltaria para sua cidade natal, Cachoeira Paulista, nesta semana. Ele estava feliz com o trabalho no Haiti, mas sentia saudades da família e queria voltar. Sua intenção era dar sequência aos serviços no exército no Brasil.

De acordo com a tia Alice, a família é “muito unida” e os filhos estão ajudando o pai a se conformar. “Estão todos abalados. [O acidente] pegou a família de surpresa”. Leia mais

AE
Bruno integrou a missão de paz
Bruno integrou a missão de paz


Bruno Ribeiro Mário, 26 anos, 1º tenente

Na última conversa com o pai por telefone, na segunda-feira, o 1º tenente Bruno Ribeiro Mário, pediu que ele o aguardasse para a comemoração de seu aniversário de 27 anos, que aconteceria no dia 8 de fevereiro.

“Ele embarcaria para o Brasil no sábado (16), após seis meses de missão”, contou Arnaldo Antônio Mário, tio de Bruno. “Estava com saudade, após meses fora de casa”.

Nascido em São Gabriel (RS), Bruno foi voluntário para integrar a missão de paz no Haiti. “Ele estava feliz, mas essa fatalidade aconteceu”, disse o tio. O tenente deixa uma irmã, pai e mãe. Leia mais

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Davi era
Davi era “orgulho da família”


Davi Ramos de Lima, 37 anos, 2º sargento

O militar Amaro Augusto de Lima teve nove filhos, mas apenas um, Davi Ramos de Lima, decidiu seguir sua carreira. “Ele era o orgulho da família”, diz o pai. “Ele foi com orgulho, com fibra de herói. Foi levar paz para uma terra sem paz”.

Davi voltaria para o Brasil no sábado. A família, que mora em João Pessoa, já tinha comprado passagens para recebê-lo em Lorena, no interior de São Paulo, onde ele morava. “Na bagagem, a gente já tinha pronta a nossa comida típica daqui (nordeste) para levar ao Davi”, conta o pai. “A viagem seria para matar as saudades, mas agora vai ser de luto”. Leia mais

Reprodução
Douglas tinha 24 anos
Douglas tinha 24 anos


Douglas Pedrotti Neckel, 24 anos, cabo

Com volta para o Brasil marcada para domingo (17), o cabo Douglas Pedrotti Neckel, 24 anos, tinha planos de deixar o Exército quando encerrasse seu período no Haiti.

“Ele tinha dito à mãe e à irmã que ia deixar o Exército e trabalhar na transportadora da família”, contou Ana Paula, prima de Douglas. “Para ele, sua missão estava cumprida”.

Nascido em Cruz Alta (RS), Douglas morava em Lorena (SP) havia 14 anos. Segundo Ana Paula, ele sempre quis servir o Exército e, na época do alistamento, se empenhou para ser convocado. “A vida dele era o Exército. Nós até criticávamos, porque esse era o assunto dele 24 horas por dia”, conta ela. “Todo filme que ele assistia, tudo tinha relação com o Exército”.

Segundo a prima, Douglas classificava a experiência no Haiti como uma “lição de vida”. “Ele disse que tinha visto muita pobreza, muito sofrimento, mas que o trabalho estava sendo bom para ele”, afirmou Ana Paula. “Ele estava vendo a vida com outros olhos e aprendendo muito”. Leia mais

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Felipe planejava casamento
Felipe planejava casamento


Felipe Gonçalves Julio, 22 anos, soldado

A declaração que o soldado Felipe Gonçalves Julio, deixou à namorada no Orkut agora parece profética: “mesmo que algum dia nossas vidas estejam em outro lugar…meu amor por você será eterno”.

Embora os dois ainda fossem namorados, em seu próprio perfil no site de relacionamentos o soldado já se declarava casado. “Ele disse que ia se casar quando voltasse”, contou Thiago Ferreira, tio de Camila. “Estava cheio de planos”.

O casal começou o namoro pouco antes de o militar ir ao Haiti, em julho de 2009. Durante o período que passou no país, Felipe falou com Camila diariamente pela internet e por telefone. O último contato, feito na segunda-feira, durou mais de uma hora. “Parecia que ele estava se despedindo”, afirmou Thiago. Leia mais

Leonardo De Castro Carvalho, 29 anos, 2o sargento

A família de Leonardo de Castro Carvalho já tinha preparado uma festa surpresa para recebê-lo de volta, no sábado. “Ele estava no último dia de patrulha, no dia do terremoto. A gente não sabe nem como aconteceu (a morte), onde ele estava”, lamenta a prima Carla de Castro Carvalho.

Segundo Carla, o militar foi para o Haiti “para aprender coisas que não aprenderia no Exército, aqui no Brasil”, relata Carla. “Ele dizia que se ele não fosse para lá nunca iria passar por esse tipo de experiência, que a situação deles era de muita pobreza e que sua missão era ajudar”, lembra.

O oficial sempre teve o sonho de ser do Exército. Mesmo tendo sido dispensado do serviço militar obrigatório, Carvalho não desistiu da carreira. “Ele estudou e, depois, quando foi para entrar na ESA (Escola de Sargentos das Armas), ele se recolheu para estudar tanto que a gente nem via ele na rua”, conta Carla. Leia mais

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Raniel estava no Haiti desde 2009
Raniel estava no Haiti desde 2009


Raniel Batista de Camargos, 42 anos, subtenente

Pouco antes de perder sua vida no terremoto, o subtenente Raniel Batista de Camargos, 42 anos, usou a internet para desejar feliz aniversário à filha, Giovana. Pelo Skype, ele conversou com ela e Luiz Gustavo, o filho de 2 anos e meio, que moram em Lins (SP) com a mulher do militar, Heloísa Camargos.

Segundo a irmã do subtenente, Mary Camargos, no mesmo dia Raniel telefonou a seu pai e disse que já estava “de malas prontas” para voltar ao Brasil, no dia 28. “Ele era muito alegre, piadista, e brincou dizendo que a gente não ia aguentar ele aqui”, contou.

A missão no Haiti era uma experiência importante para Raniel, segundo sua irmã. “Ele era muito solidário, gostava de resolver problemas, tentava ajudar”, contou. “Por telefone, ele dizia que só quando teve contato com a realidade do Haiti é que ficou sabendo o que era pobreza”. Leia mais

Fábio Coelho
Rodrigo nasceu em Piraí (RJ)
Rodrigo nasceu em Piraí (RJ)


Rodrigo de Souza Lima, 23 anos,
3º sargento

No dia anterior ao terremoto, Rodrigo de Souza Lima telefonou para os pais em Piraí (RJ) e disse estar preocupado com a possibilidade de passar o aniversário longe da família – ele faria 24 anos no dia 20.

Segundo a cunhada do militar, Tatiane Ferreira da Silva, ele já estava pronto para voltar para casa, no dia 16, pois tinha muita saudade dos pais, irmãos e sobrinhos.

A família ainda está em estado de choque. “Estamos sem acreditar que isso tenha ocorrido com ele”, disse Tatiane, que descreve o cunhado como “alguém muito estudioso, esforçado, sempre apaixonado pela farda que usava, e que via no Haiti uma esperança de ajudar alguém mais pobre do que ele”. Leia mais

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Tiago Anaya Detimermani
Tiago Anaya Detimermani


Tiago Anaya Detimermani, 23 anos, soldado

Depois que encerrasse seu período no Haiti, Tiago Anaya Detimermani, planejava se casar.

“Ele tinha se casado no civil quatro meses antes de embarcar para a missão de paz, mas queria realizar uma cerimônia na igreja”, contou a tia Maria Célia Anaya Xavier.

Tiago, que morava em Cachoeira Paulista, no interior de São Paulo, tinha o sonho, desde criança, de ser militar. Há cinco anos atuava no Exército e, desde julho, estava no Haiti.

“Ele dizia que queria morrer com a bandeira do Brasil no peito. Sentia orgulho. Queria defender a pátria”. Leia mais

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Washington (à dir.) é visto ao lado de Douglas Neckel, também morto no terremoto
Douglas Neckel (à esq) e Washington:
ambos morreram no tremor


Washington Luis de Souza Seraphin, 23 anos, cabo

A morte do cabo Washington Luis de Souza Seraphin abalou os moradores da cidade de Lorena (SP), onde ele nasceu. “Estamos todos chocados e não sei como tudo isso irá passar”, afirmou Thais Fraga, que conhece Washington desde a infância. “Ele era a tranquilidade em pessoa e gostava de estar sempre entre amigos”.

A amiga não conversou com Washington durante o tempo em que ele participou da missão de paz da ONU no Haiti, que é liderada pelo Brasil. No entanto, soube por amigos que ele estava com saudades de casa e planejava fazer uma festa quando voltasse a Lorena, no fim de janeiro. A impossibilidade do encontro entristece os amigos de Washington. “Ele fará uma falta irreparável”. Leia mais

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João Eliseu Souza Zanin
João Eliseu Souza Zanin


João Eliseu Souza Zanin, 46 anos, coronel

O coronel João Eliseu Souza Zanin, de 46 anos, servia no Gabinete do Comandante do Exército e estava no Haiti participando de reuniões de coordenação de pessoal. Deixa mulher e dois filhos.

“O coronel estava ligado ao gabinete do comandante do Exército e encontrava-se no Haiti participando de reuniões de coordenação de pessoal”, diz a nota do Comando do Exército que divulgou a morte de Zanin.

Zanin, natural de Mirassol, no interior de São Paulo, ingressou na escola militar de Campinas quando era jovem. Após a formatura, fez Academia das Agulhas Negras, em Resende, no Rio de Janeiro, e saiu como aspirante a oficial.

Segundo seu irmão Luís Fernando, em entrevista a um jornal local de Mirassol, Zanin já havia completado 30 anos de carreira militar e poderia se aposentar.

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Francisco Adolfo Vianna Martins, major
Francisco Adolfo Vianna Martins, major


Francisco Adolfo Vianna Martins, major

O major Francisco Adolfo Vianna Martins servia no Estado-Maior do Exército e desempenhava a função de Observador Militar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (MINUSTAH).

Francisco, natural de Belo Horizonte, Minas Gerais, estava em Missão de Paz desde julho do ano passado, atuando como Observador Militar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti – Minustah.

O major morava com a família em Brasília, onde trabalhava no Departamento de Pessoal do Exército antes de ser designado para a missão no Haiti.

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Marcus Vinícius Macêdo Cysneiros
Marcus Vinícius Macêdo Cysneiros


Marcus Vinícius Macêdo Cysneiros, 42 anos, tenente-coronel

O tenente-coronel Marcus Vinícius Macêdo Cysneiros, de 42 anos, era de Niterói (RJ) e servia o Gabinete do Comando do Exército, desempenhando funções de observador militar da Missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (Minustah).

Em nota divulgada à imprensa, a família do militar afirma que Cysneiro era “pai incomparável e único, filho exemplar, marido dedicado e amoroso, irmão amado, amigo fiel”.

Segundo a família do militar, Cysneiros ingressou nas Forças Armadas com apenas 13 anos. Concluiu a Escola de Comando do Estado Maior do Exército defendendo dissertação sobre a Ilha de Trindade e, posteriormente, ingressou no doutorado da Universidade de Brasília (UNB).

“Nosso ‘Marquinhos’, nosso orgulho, nosso herói, combateu o bom combate, terminou sua corrida, guardou a fé, e leva consigo um pouco de nós, que o amamos, pois em nós você deixou amor verdadeiro”, finaliza o comunicado da família.

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Arí Dirceu Fernandes Júnior
Arí Dirceu Fernandes Júnior


Arí Dirceu Fernandes Júnior, 23 anos, cabo

O cabo Arí Dirceu Fernandes Júnior, de 23 anos, fazia parte do 2º Batalhão de Infantaria Leve, sediado em São Vicente, no litoral de São Paulo.

Ele pertencia a um grupo de 89 militares que integravam um pelotão de 1.300 soldados brasileiros.

Seu pelotão embarcou para o Haiti em julho de 2009 e a previsão de retorno dos militares era em janeiro. Ari Dirceu Fernandes Júnior deixa uma filha de três anos.


Emílio Carlos Torres dos Santos, coronel

Emílio Carlos Torres dos Santos estava no Haiti desde maio de 2009 e morreu no Hotel Cristopher, uma das bases da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah). O coronel Emílio formou-se na Academia Militar das Agulhas Negras (Aman-RJ) na turma de 1985 e foi comandante do 26º Batalhão de Infantaria Paraquedista, uma das unidades de elite do exército brasileiro.

Entre janeiro de 2008 e março de 2009 o coronel trabalhou no Senado Federal como assessor do Exército. Em 2011, completaria o tempo necessário para entrar na reserva. Cearense nascido em Crateús, Emílio deixa a mulher, a médica Ana Paula Santos, e duas filhas, de 13 e 7 anos.

Márcio Guimarães Martins, 36 anos, major

Major Márcio Guimarães Martins, de 36 anos, nasceu em Natal, no Rio Grande do Norte. Ele servia no Comando da Brigada de Infantaria Paraquedista, no Rio de Janeiro, e estava desempenhando a função de oficial de Estado-Maior do Batalhão de Infantaria da Força de Paz no Haiti (Brabatt).

Também morreram no terremoto os soldados Rodrigo Augusto Da Silva e Kleber Da Silva Santos e um civil não identificado a pedido da família.

Com Bruno Rico, Camila Nascimento, Carolina Rocha e Luísa Pécora

Nota do Editor

Pego emprestado esta matéria do IG Último Segundo para aqui prestar uma homenagem às vítimas do terremoto do Haiti.

Faz exato 1 mês, naquela noite do dia 12 de Janeiro de 2010, era com   tristeza recebia as notícias do falecimento de nossos heróicos compatriotas a cada hora atualizada, porém não foi só a dor o único sentimento a habitar o meu coração, passado o primeiro momento de dor,  outros sentimentos tomaram lugar.

E a dor dava lugar ao respeito, estima e  esperança no ser humano, em especial por estes compatriotas que tombaram ao serviço de uma das mais nobres causas, o auxílio à um povo irmão flagelado por inúmeras catástrofes.

Estes 22 Brasileiros deram as suas vidas naquele dia fatídico ao serviço do povo do Haiti, traziam aquela nação devastada por guerras o sentimento de esperança, reconstruíam aquele povo aquilo que mais lhes era sagrado, e a única riqueza que lhes restava, a dignidade.

Este é o exemplo de verdadeiros heróis, sem saber voar, sem poder parar o tempo ou mesmo possuir poderes especiais, mudaram a história de vida de muitos seres humanos, sem esperarem nada com recompensa, serviam-lhes por opção, respeito amor.

Partiram, junto com muitos daqueles a quem haviam servido, porém deixaram dois outros sentimentos, a Saudade e o orgulho.

Nós nunca os Esqueceremos…

E.M.Pinto

Fonte: Último Segundo



4 Comentários

  1. O que comentar?
    Somente desejo que suas famílias sejam reconfortadas em Deus.
    Coisas acontecem e acontencem coisas. Eles foram, são e sempre serão exemplos. Um dia, também nós iremos… mas fazendo o que eles faziam, acredito que, se não nos dedicarmos, chegaremos lá devendo. E devendo muito.
    Às famílias desses HERÓIS, meus sentimentos e junto, minha solidariedade e os meus parabéns.
    E que lembren-se: toda e qualquer lágrima é pouco. Qualquer dor é pouca. Qualquer sentimento de falta é pouco. Também, qualquer solidariedade é pouca.
    Mas o exemplo, é muito. É tudo.
    E vocês são um grande exemplo.
    Que Deus continue a abençoa-los. E lembren-se também, que mais vale perder algo ou algúem por algo que valha a pena do que perde-los para as coisas fúteis e unúteis.
    Felicidades.

  2. O Afonso disse tudo…

    O exemplo deixado por esses brasileiros não pode morrer com eles.

    Descansem em paz e que suas famílias tenham toda a luz que os céus possam prover!

  3. São HEROIS como esses que o país precisa, pois lutarão por uma causa sem o medo do amanhã!Forão bravos; sem que isso não conforta ninguem mas eles terão sua recompensa no ceús.As famílias ”orgulho” é o que posso dizer.
    Não vamos deixar que a moret deles se ja em vão. Um grande abraço.

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