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Vídeo: Ucrânia se prepara para guerra em grande escala com a Rússia

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Defesa Geopolítica Opinião Sistemas de Armas Sistemas Navais

Flotilha chinesa ultrapassa a dos EUA em números

A China, que ocupa o primeiro pelotão na construção de submarinos, agora tem mais embarcações de combate do que os Estados Unidos. A informação é de um almirante que falava a um comitê do congresso americano que discute financiamentos futuros a projetos militares do país.

O vice-almirante Joseph Mulloy disse aos legisladores nesta quinta-feira que a China não só está construindo “alguns submarinos incríveis” como estão executando mais missões e expandindo sua área de operação como parte de um rápido desenvolvimento militar.
“Sabemos que eles estão experimentando, observando operações e querem claramente estar neste mundo de submarinos avançados”, disse Mulloy.Segundo Mulloy, oficiais militares dos Estados Unidos estão fazendo esforços para continuarem à frente da China. O vice-almirante ressaltou também que submarinos chineses são inferiores aos americanos, mas que o país asiático possui mais embarcações nucleares e a diesel — mesmo com os Estados Unidos possuindo o maior orçamento militar do mundo.A Marinha americana possui hoje 71 submarinos, enquanto a China tem 77 embarcações de combate na superfície, 61 submarinos, 55 veículos anfíbios de porte grande e médio, e cerca de 85 navios menores equipados com mísseis.

 

Fonte: Sputnik

 

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Brasil Geopolítica Negócios e serviços Opinião

Revista ‘The Economist’ título: “O atoleiro do Brasil”

A revista “The Economist” volta a dedicar uma capa ao Brasil. Na edição latino-americana que chega às bancas, uma passista de escola de samba está em um pântano coberta de gosma verde com o título “O atoleiro do Brasil”.

Em editorial, a revista diz que a antiga estrela da América Latina “está na maior bagunça desde o começo dos anos 1990”. A capa da edição da “Economist” para o restante do mundo não tem o país como tema principal e dá destaque a outro assunto: o avanço dos telefones celulares.
A “Economist” diz em editorial que, durante a campanha, Dilma Rousseff “pintou um quadro rosa” sobre o Brasil, e a campanha teve o discurso de que conquistas como o emprego, aumento da renda e benefícios sociais seriam ameaçados pela “oposição neoliberal”. “Apenas dois meses do novo mandato, os brasileiros estão percebendo que foi vendida uma falsa promessa”.Para a revista, “a economia do Brasil está em uma bagunça, com problemas muito maiores do que o governo admite ou investidores parecem perceber”. Além da ameaça de recessão e da alta inflação, a revista cita como grandes problemas o fraco investimento, o escândalo de corrupção na Petrobras e a desvalorização cambial que aumenta a dívida externa em real das empresas brasileiras.”Escapar desse atoleiro seria difícil mesmo para uma grande liderança política. Dilma, no entanto, é fraca. Ela ganhou a eleição por pequena margem e sua base política está se desintegrando”, diz a revista.A “Economist” nota que boa parte dos problemas brasileiros foram gerados pelo próprio governo que adotou uma estratégia de “capitalismo de Estado” no primeiro mandato. Isso gerou fracos resultados nas contas públicas e minou a política industrial e a competitividade, diz o editorial. A revista cita que Dilma Rousseff reconheceu parte desses erros ao convidar Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda. “No entanto, o fracasso do Brasil em lidar rapidamente com distorções macroeconômicas deixou o senhor Levy com uma armadilha de recessão”.Entre as medidas para que o Brasil retome o caminho do crescimento sustentado, a revista diz que “pode ser muito esperar uma reforma das arcaicas leis trabalhistas”. “Mas ela deve pelo menos tentar simplificar os impostos e reduzir a burocracia sem sentido”, diz o texto, ao citar que há sinais de que o Brasil pode se abrir mais ao comércio exterior.

Estadão Conteúdo

 

Fonte: Sputnik

 

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América do Sul

Juiz rejeita denúncia apresentada por Nisman contra Kirchner

Magistrado federal nega abrir investigação criminal contra presidente argentina, que no processo era acusada de encobrir participação iraniana no atentado de 1994 em Buenos Aires. Segundo ele, nenhum crime foi cometido.

A Justiça argentina rejeitou nesta quinta-feira (26/02) a denúncia contra a presidente Cristina Kirchner, que foi acusada de supostamente ter protegido funcionários do governo iraniano em relação ao atentado contra um centro judaico em Buenos Aires, em 1994.

O juiz federal Daniel Rafecas rechaçou abrir uma investigação sobre as acusações do promotor Alberto Nisman, que foi encontrado morto em seu apartamento, em 18 de janeiro, um dia antes da apresentação de detalhes da denúncia ao Congresso argentino.

O promotor Gerardo Pollicita havia assumido o processo após a morte de Nisman e formalmente reenviado as acusações. O novo caso, no entanto, foi rejeitado, e não cabe recurso à decisão do juiz. “Eu rejeito o caso porque nenhum crime foi cometido”, disse Rafecas.

O juiz considerou que não havia provas suficientes para abrir um processo criminal, tal como apresentado por Nisman. “Tornou-se claro que nenhuma das hipóteses de delito, defendidas pelo promotor Pollicita em seu requerimento, se sustentam minimamente”, disse Rafecas.

Quatro dias antes de sua morte, Nisman apresentou um relatório acusando o Irã de ordenar o ataque de 1994 através do grupo radical libanês Hezbollah, e alegou que Cristina , ao lado de outros funcionários do governo argentino, estaria encobrindo Teerã das acusações em troca de favores econômicos na área petrolífera.

Desde sua morte, inicialmente classificada como suicídio, o governo de Cristina Kirchner está sob a suspeita de ter orquestrado o assassinato de Nisman. Já a presidente sugeriu que o Ministério Público teria sido manipulado por ex-agentes descontentes dos serviços de inteligência argentino.

O bombardeio contra a Associação Mutual Israelita Argentina (Amia) deixou 85 mortos e centenas de feridos. Trata-se do atentado mais grave da história da Argentina. Foi o segundo contra uma instituição judaica no país, após o ataque contra a embaixada de Israel, em 1992, que deixou 29 mortos.

PV/efe/dpa/afp

Fonte: DW.DE

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América do Sul Aviação Brasil Negócios e serviços Rússia

Saturn recebe pesquisador da UFMG

Complexo de produção científica ressalta desejo de fortalecer e criar novas parcerias em projetos de inovação com o Brasil.

Na última terça-feira (24), o complexo de produção científica “Saturn” recebeu o membro do conselho administrativo da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) Marcos Pinotti e o diretor da companhia Sherpa S Pro, Evguêni Shamis. O encontro no complexo, situado na cidade de Ríbinski, 300 km a norte da capital russa, dá continuidade à visita de uma delegação da Saturn à universidade mineira.

“Vi muitas possibilidades de cooperação com a Saturn – tanto em termos de iniciativas educacionais e intercâmbio de estudantes, como para o uso de tecnologias elaboradas pela Saturn – que ajudariam no desenvolvimento de diversos ramos de produção no Brasil e até poderiam ajudar na abertura de novos negócios”, disse Pinotti ao final da reunião.

“Discutimos também a possibilidade de desenvolver a Saturn por meio de clusters, já que um dos segmentos de trabalho da companhia Sherpa S Pro é o tema do desenvolvimento de clusters globais concorrentes estáveis. E, nas condições atuais, não se pode trabalhar apenas na Rússia”, disse Shamis.

O diretor da Saturn, Dmítri Ivanov, também ressaltou o desejo da companhia russa em fortalecer a parceria com o Brasil.

“O objetivo principal desses encontros e acordos é encontrar possíveis novos negócios usando a capacidade e competência da Saturn e das companhias brasileiras”, disse.

Os visitantes estiveram nos departamentos de produção e construção experimental da companhia, assim como na fábrica de ferramentas de corte de carboneto sólido com revestimento nanoestruturado NIR e na fábrica de componentes aéreos VolgAero.

Fonte: aex.ru

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Conflitos Destaques Geopolítica Ucrânia Vídeo

Vídeo/Guerra Donbass: Relatos sobre Debaltseve

 

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Conflitos Destaques Geopolítica Opinião Rússia

Agência de inteligência dos EUA prevê “fragmentação” da Rússia até 2025

© flickr.com/ Stephen Melkisethian

O relatório traz um prognóstico meio inesperado sobre a Federação da Rússia, dizendo que esta irá “se fragmentar” nos próximos dez anos, em função do conflito na Ucrânia e do fortalecimento dos laços dos países vizinhos com o Ocidente.

A agência estadunidense de inteligência e análise Stratfor publicou um relatório com previsões geopolíticas para 2015-2025 que se tornou manchete mundial imediatamente. Os autores do documento destacam como eventos mais importantes que esperam o mundo a fragmentação da Rússia, o colapso da União Europeia, o fortalecimento da Turquia, o declínio da China e o poder crescente político e econômico dos EUA.

A Rússia é o tema central do relatório. O conflito da Ucrânia, que irá persistir, segundo os especialistas, permanecerá “o elemento central do sistema internacional nos próximos anos”. Depois disso, os autores começam a tratar da Federação da Rússia, insistindo que o país “não pode continuar existindo na sua forma atual por uma década inteira”.

Já segundo vários analistas contatados pela Sputnik, tal previsão é errônea. Por exemplo, o jornalista brasileiro Mário Russo disse:

“A parte que me preocupa é que essas previsões em relação à Rússia são ao mínimo apocalípticas, parciais ou pretenciosas”.

Falar sobre desmembramento ou fragmentação de um Estado nos próximos dez anos é bastante arriscado e forte, é preciso ter provas suficientes para justificar tal previsão. E os analistas da Stratfor não apresentam essas provas, afirma José Niemeyer, professor de Relações Internacionais do Ibmec do Rio de Janeiro.

Outro assunto importante destacado pelos autores do relatório é o crescimento do papel da OTAN e dos EUA na “linha de frente” entre a Europa Central e a Rússia. Esta “linha” tem como pontos especialmente importantes a Polônia e a Romênia, países que estão se alinhando claramente mais e mais com os EUA em relação à Rússia.
Até prognosticam que a Polônia irá se tornar o Estado mais influente (do ponto de vista da OTAN e dos EUA), opinião esta compartilhada por certos especialistas e rejeitada por outros.

A China também não mereceu um prognóstico positivo. Segundo os analistas da Stratfor, o seu problema, como da Rússia, é a imensidade do seu território, mas nesse país não haverá cisão ou fragmentação, senão declínio econômico e fortalecimento do modelo autoritário de governação. Sem isso, acreditam os analistas do Texas, não é possível governar o país, que tem problemas em várias fronteiras, com a Mongólia, com o Tibete.

Não obstante, há um grande país que não irá ter nenhum separatismo, fragmentação ou autoritarismo. São os EUA, aponta o relatório. Este país, que, ademais, será “a maior economia do mundo”, irá se centrar na agenda interna, deixando de lado por um tempo assuntos de segurança internacional. Portanto, segundo a agência, isto trará mais força política, inclusive no palco internacional, aos Estados Unidos.

Voltando à agenda mundial, os analistas preveem o fortalecimento das posições da Turquia no Oriente Médio, graças também à sua parceria com os EUA.

Fonte: Sputnik

 

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Defesa Destaques Geopolítica Rússia Sistemas de Armas Tecnologia

Rússia entra na corrida das armas hipersônicas

Imagem meramente ilustrativa

Na semana passada, o diretor-geral da holding Aviatsionoe Oborudovanie (que faz parte da corporação estatal Rostec), Maksim Kuziuk, anunciou um novo motor para o PAK FA que pode trabalhar sem oxigênio.

“Ao criarmos o PAK FA tínhamos como tarefa garantir o funcionamento do motor sem necessidade de oxigênio. O sistema de plasma da ignição foi instalado na câmara principal de combustão e pós-combustão”, disse Kuziuk, ressaltando se tratar de um sistema sem análogos no mundo. “A novidade está no injetor com sistema de plasma: a formação do arco de plasma se dá em paralelo com o fornecimento do querosene.”

A inovação deve gerar uma economia significativa em termos de custo. No entanto, o lançamento do novo motor não tem apenas caráter econômico. É também mais um passo para a criação de aparelhos hipersônicos, nos quais essa tecnologia é vital.

Corrida contra os EUA

Enquanto o mundo inteiro assiste aos testes do míssil norte-americano hipersônico X-51, que nos últimos ensaios apresentou um voo estável e atingiu velocidade de Mach 5,1, trabalhos semelhantes estão sendo conduzidos na Rússia, ainda que sob absoluto segredo. Não se sabe sequer o suposto nome ou código do futuro produto.

O míssil Kh-90, cuja maquete foi apresentada em uma série de exposições no início dos anos 2000, foi descartado há três anos pelos seus criadores da MKB Raduga. Segundo eles, os trabalhos haviam sido interrompidos e sequer tinham conhecimento de qualquer outro projeto da mesma área.

Kh-90  MKB Raduga

Por outro lado, ainda em 2013, o vice-primeiro-ministro russo, Dmítri Rogózin, disse que “os testes prosseguiam” e que eles “eram completamente secretos, mas a Rússia não estava atrasada em relação aos EUA”.

Projetos confirmados

Já na semana passada, o vice-ministro da Defesa, o general Dmítri Bulgákov, disse que os cientistas russos desenvolveram uma receita de combustível que proporciona a futuros motores hipersônicos uma velocidade superior a Mach 5.

Mas a notícia mais concreta sobre trabalhos da Rússia no que diz respeito a armas hipersônicas foi relatada na Índia. Durante a última semana da feira aeronáutica Aero India 2015, o CEO da BrahMos Aerospace Ltd, Sudhir Mishra, disse que a criação de um míssil hipersônico levará de oito a dez anos. “Esse será o primeiro míssil hipersônico do mundo”, acrescentou.

Fonte: Gazeta Russa

 

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Conflitos Geopolítica

Aprovada moção de repúdio ao governo da Venezuela por desrespeito à democracia

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O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (25), uma moção de repúdio à atuação do governo da Venezuela por “quebra do princípio democrático, com ofensa às liberdades individuais e ao devido processo legal”.

Proposta pelo deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), a moção cita, entre os fatos considerados violações do princípio democrático, a prisão de oposicionistas políticos, como Leopoldo López, o confisco de bens privados, a perseguição a jornalistas e a censura à imprensa.

“Nos últimos dias, a mídia divulgou amplamente a prisão do prefeito de Caracas, Antonio Ledezma, que, além de ter sido realizada de modo arbitrário pelas autoridades venezuelanas, conta ainda com rumores de tortura contra o oposicionista”, afirmou.

Araújo argumenta que o Protocolo de Ushuaia estabelece, no âmbito do Mercosul, que “a plena vigência das instituições democráticas é condição essencial para o desenvolvimento dos processos de integração entre os Estados partes”.

Polêmica
A moção de repúdio causou polêmica em Plenário. O deputado Padre João (PT-MG) disse que o Legislativo não deve interferir em atos de países vizinhos. “Não nos cabe ingerência em relação ao governo da Venezuela”, disse. Ele acusou PSDB e DEM de golpismo. “Estes que estão apoiando a moção vêm querendo ferir a nossa democracia em um terceiro turno, falando em impeachment”, criticou.

Para o líder do DEM, no entanto, o governo brasileiro se omitiu na questão, ao emitir uma “nota fofa” sobre a questão. “O Parlamento não pode ficar passivo assistindo a esses fatos. A prisão do prefeito de Caracas chocou o mundo. Ontem, as forças de segurança de Maduro mataram uma criança de 14 anos”, disse.

Apenas PCdoB e Psol apoiaram o PT. O líder da Minoria, deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), brincou com o isolamento governista. “Não deveríamos nos chamar minoria, mas maioria”, comentou. “É um ato de soberania de grandeza da Câmara, avisando ao mundo que a Câmara dos Deputados não aceita a burla do Estado de Direito na Venezuela”, defendeu Araújo.

O vice-líder do governo deputado Hugo Leal (Pros-RJ) criticou a “discussão panfletária” e disse que a diplomacia brasileira não se omitiu.

Fonte: Agência Câmara