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Governo Ucraniano reinicia o desenvolvimento do IFV BMP-64.

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O Governo da Ucrânia anunciou que a Ukroboronprom (Ukrainian Defense Industry) retomou o desenvolvimento do seu Veiculo Pesado de combate de Infantaria baseado no MBT ( Main Battle Tank) T-64. No inicio dos anos 2000 a  Kharkov Morozov Machine Building Design Bureau iniciou o desenvolvimento de um IFV (Infantry Fighting Vehicles) baseado no chassi do MBT T-64 com o primeiro protótipo sendo apresentado em 2005 porem o desenvolvimento do projeto foi suspenso devido a crise econômica.  A retomada do projeto visa à substituição dos principais IFV em operação no Exercito Ucraniano, sobretudo os BMP-2 e também visando o mercado de exportação (segundo informações o exercito Nigeriano estaria interessado no veiculo).  De acordo com a Ukroboronprom os trabalhos podem ser concluídos a tempo de permitir sua produção em massa antes do final do ano. Isso seria possível graças o estagio avançado no seu desenvolvimento. Segundo a Ukroboronprom o desenvolvimento do BMP-64  devera receber modificações para adequar o projeto a os requisitos do Ministério da Defesa Ucraniano (Міністерство оборони України). Esses requisitos visam melhorar seu desempenho e sua sobrevivência no campo de batalha, sobretudo em áreas urbanas em missões de apoio a Infantaria.

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BMP-64 

O desenvolvimento do BMP-64 começou como um projeto privado da Morozov Machine Building Design Bureau. O veiculo em si utiliza como base o chassi do MBT T-64 no qual recebeu modificações visando adequar o veiculo a sua nova função. Sua torre foi removida e a porção superior do veiculo ganhou uma nova configuração a fim de aumentar o espaço interno. Outra modificação que foi realizada foi à transferência do motor para a parte frontal do veiculo o que traz consigo uma maior segurança a tripulação no caso, do veiculo ser atingido no setor frontal. Com essas alterações o veiculo e capaz de transportar 12 soldados totalmente equipados alem de uma tripulação de três homens (comandante motorista e artilheiro). O veiculo foi apresentado equipado com uma torre armada com um canhão ZTM-1 de 30 mm e uma metralhadora 7,62 mm. Posteriormente o veiculo foi equipado com uma torre armada com um canhão de 30 mm 2A42 (mesmo canhão do Mi-28), canhão duplo de 23 mm GSH-23 (o mesmo modelo que equipa o Mi-35) alem de dois mísseis antitanque locado ao lado esquerdo da torre  e lançador de granadas automático no lado direito da torre.  Para proteção o BMP-64 faz uso de blindagem composta sendo sua estrutura resistente a minas e a explosivos improvisados (Improvised explosive device IED) atendendo ao padrão STANAG-V. Alem disso o veiculo pode receber  Blindagem Explosiva Reativa (ERA (Explosive Reactive Armor)  Nozh). Alem disso o BMP-64 pode ser equipado com o sistema de proteção ativa Zaslon.

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O BMP-64 e alimentado por um motor a diesel 5TDF ucraniano que desenvolve 700 cv esse e o motor original do MBT T-64 e um motor confiável porem tem uma vida útil curta. Segundo o fabricante existe a possibilidade de se instalar o motor a diesel 5TDF que gera cerca de 900cv ou o motor 6TD que gera cerca de 1000 cv. Existem planos para se gerar uma família de veículos baseado no BMP-64 no qual incluiria veículo de comando, porta morteiro de 120 mm, veículo de recuperação, o sistema de lançamento de foguetes.

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 Fonte: Janes.com

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Defesa Sistemas de Armas Vídeo

Vídeo: Veículo blindado BvS10 da BAE Systems

O verdadeiro cavalo de batalha, o blindado BvS10 todo-terreno oferece a combinação perfeita de mobilidade, capacidade de carga e proteção.

 

https://www.youtube.com/watch?v=bhYf5rZr-Jw

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América do Sul Destaques Geopolítica Opinião

Argentina: Promotor morto Alberto Nisman, era “soldado” de ex-chefe de espionagem

Chefe de gabinete da Presidência da Argentina, Aníbal Fernández

O promotor argentino encontrado morto no mês passado era um “soldado” involuntário do ex-chefe de contrainteligência Antonio Stiusso, que buscava vingança por ter sido demitido, declarou o chefe de gabinete da presidente da Argentina, Cristina Kirchner.

Aníbal Fernández disse à Reuters na noite de quinta-feira que anos atrás já estava claro que Stiusso era quem dava as cartas no relacionamento com o promotor Alberto Nisman, que investigava o atentado a um centro comunitário judeu em Buenos Aires em 1994.

Nisman foi encontrado numa poça de sangue com um tiro na cabeça em 18 de janeiro, dias depois de apresentar um documento de 300 páginas acusando Cristina de tramar para acobertar suas descobertas provando que o Irã apoiou o ataque.

Mas o chefe de gabinete de Cristina afirmou estar claro que o documento não foi escrito por alguém conhecedor da legislação.

“Estou convencido de que Nisman não redigiu as acusações”, disse Fernández numa entrevista em seu escritório dentro da Casa Rosada, a sede do governo, na quinta-feira. “Em seu papel de soldado no Exército de Stiusso, ele acabou assinando.”

Fernández lembrou um encontro com Nisman em 2006 a propósito da relutância do promotor em viajar para uma reunião com a polícia internacional (Interpol). Stiusso também estava presente. “Você percebia quem era o comandante e quem era o comandado”, declarou.

Stiusso era um dos agentes mais poderosos, e ainda assim mais enigmáticos, do Secretariado de Inteligência. Embora tenha tido uma carreira de 42 anos, só se conhece uma foto do pai de dois filhos divorciado.

Ele foi demitido em dezembro. Fontes próximas da agência e do governo dizem que Cristina estava em conflito aberto com facções de sua própria agência de espionagem há dois anos, na esteira de uma mudança nas relações com o Irã que se seguiu a um acordo no qual ela pediu ajuda do país para investigar o atentado de 1994.

VINGANÇA

O Irã nega vigorosamente qualquer envolvimento no ataque, e Cristina rotulou as descobertas de Nisman de absurdas. Ela disse que Nisman foi dopado por agentes rebeldes e morto quando deixou de ter valor para eles.

“Não tenho dúvida de que isto é parte da vingança de Stiusso por ter sido tirado da agência de inteligência… uma organização que ele achava pertencer a ele”, opinou Fernández.

Investigadores confirmaram nesta semana ter encontrado o esboço de um mandado de prisão contra a presidente escrito por Nisman há meses, sugerindo que ele estava convencido de que ela havia planejado para frustrar suas investigações muito antes da demissão de Stiusso.

Promotores não conseguiram localizar Stiusso na quinta-feira para ser interrogado. Autoridades de alto escalão não sabem nem mesmo se ele está no país.

O governo da Argentina adotou a medida incomum de suspender as leis de confidencialidade para permitir que os investigadores interroguem Stiusso.

“Ele deveria falar e contar tudo que quiser”, afirmou Fernández. “Se prejudicar alguém, que seja.”

Mesmo assim, ele garantiu que a presidente está tranquila.

“A acusação de Nisman não lhe causou um momento de preocupação.”

REUTERS

Fonte: Terra

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Brasil Defesa Destaques Negócios e serviços Sistemas de Armas Sistemas Navais Tecnologia

Empresa Mectron vai desenvolver torpedo brasileiro

Virgínia Silveira

A Mectron, empresa controlada pela Odebrecht Defesa e Tecnologia, foi contratada pela Marinha para desenvolver o projeto de um torpedo pesado nacional em escala reduzida.

O investimento previsto no projeto, de acordo com o diretor de Sistemas de Armas da Marinha, vice-almirante Alípio Jorge Rodrigues da Silva, é da ordem de R$ 240 milhões. O prazo para o desenvolvimento do torpedo, segundo ele, é de oito anos.

O torpedo, conhecido no segmento de defesa pela sigla TPNer, é o principal armamento empregado por submarinos para atuar contra forças navais hostis. O diretor de Sistemas de Armas da Marinha explica que os submarinos da classe Tupi e o Tikuno são armados, atualmente, com os torpedos MK-48, fornecidos pela empresa americana Raytheon Company.

O projeto TPNer integra o programa Esporão, criado pela Marinha com o objetivo de estruturar processos de transferência de tecnologia do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub). A idéia do programa é contribuir para o desenvolvimento nacional e posterior manutenção de componentes do sistema de combate dos submarinos no Brasil.

“O desenvolvimento e a produção de armamentos inteligentes por empresas nacionais contribuem para tornar a Marinha independente para equipar seus meios operacionais livre de pressões externas, além de possibilitar o melhor conhecimento sobre o desempenho da arma”, afirmou o vice-almirante.

A Mectron, segundo o oficial da Marinha, terá a oportunidade de absorver tecnologias na área de acústica submarina, comando e controle, gravação e registro, medição, avaliação e garantia de qualidade.

O vice-almirante Alípio lembrou que a Marinha vem tentando incluir outras empresas brasileiras nos projetos de desenvolvimento dos principais equipamentos que serão instalados em suas próximas unidades. “As empresas Avibras, Omnisys e Ezute, junto com a Mectron participam do desenvolvimento do míssil antinavio Man-Sup. A empresa Consub desenvolve e produz os sistemas de controle tático e de armas dos nossos navios”, afirmou.

Com este projeto, segundo informou a Mectron, o Brasil dá um passo importante para integrar um pequeno grupo de países que têm sob seu controle a tecnologia deste tipo de armamento, do qual fazem parte os Estados Unidos, a Alemanha, a França, o Reino Unido e a Rússia.

De acordo com a controlada da Odebrecht, o torpedo pesado TPNer também permitirá ao Brasil um maior controle sobre o principal armamento de seus novos submarinos. Esses submarinos estão sendo construídos para cumprimento da missão de proteção da Amazônia Azul, como são conhecidas as águas jurisdicionais brasileiras

Para o desenvolvimento deste projeto, a Mectron assinou um contrato de parceria com a companhia alemã Atlas Elektroni.

O vice-almirante da diretoria de Sistemas de armas da Marinha disse que ainda não é possível saber se o contingenciamento de recursos na área de defesa irá afetar o projeto do torpedo nacional. “Os projetos que poderão ser afetados pelo contingenciamento de recursos serão avaliados a cada ano pela alta administração naval”, afirmou.

Fonte: Valor via, RESENHA

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Conflitos Geopolítica Rússia Ucrânia

Kremlin: Começa a reunião entre Putin, Merkel e Hollande

O porta-voz presidencial russo, Dmitry Peskov, informou que a reunião entre o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, o Presidente da França, François Hollande, e a Chanceler da Alemanha, Angela Merkel, está sendo realizada a portas fechadas, sem a presença de delegações ou especialistas.

O porta-voz presidencial russo, Dmitry Peskov, informou que a reunião entre o Presidente da Rússia, Vladimir Putin, o Presidente da França, François Hollande, e a Chanceler da Alemanha, Angela Merkel, está sendo realizada a portas fechadas, sem a presença de delegações ou especialistas.

Na última quinta-feira, 5, Hollande e Merkel se reuniram com o presidente ucraniano, Pyotr Poroshenko. A visita oficial dos líderes da França e Alemanha a Kiev e Moscou tem como objetivo propor um plano de resolução do conflito da Ucrânia. A expectativa é que o projeto seja baseado nos acordos alcançados em Minsk, modificando alguns pontos, em particular a redefinição da linha de demarcação das forças rebeldes de Donbass.

O plano foi desenvolvido devido às preocupações de Berlim e Paris sobre o possível fornecimento de armas norte-americanas à Ucrânia.

Segundo divulgou o jornal britânico The Independent, o plano baseia-se em propostas anteriores feitas por Vladimir Putin. “Parece que este plano será baseado na iniciativa de nove pontos, já apresentada pelo Sr. Putin que a senhora Merkel e Hollande completaram com as disposições de outros planos de paz, tais como uma maior autonomia para algumas áreas do leste da Ucrânia”,  diz a publicação.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores russo, Alexander Lukashevich, declarou anteriormente que as ações dos Estados Unidos na Ucrânia levam a relação entre Moscou e Washington a uma paralisação. Segundo ele, a essência da política norte-americana é simplesmente atrapalhar os processos naturais de integração no território da Comunidade dos Estados Independentes (CEI).

Fonte: Sputnik

Rússia, Alemanha e França reunidos em Moscou

Angela Merkel, aeroporto Vnukovo-2 Moscou – Rússia

A reunião de representantes da Federação da Rússia, Alemanha e França sobre a resolução da crise na Ucrânia começou em Moscou no Ministério russo das Relações Exteriores, informa a RIA Novosti.

As negociações estão fechadas para a imprensa. Após esta reunião terá lugar, ainda hoje, a cúpula entre Vladimir Putin, Angela Merkel e François Hollande, na capital russa.

Os aviões da chanceler alemã e do presidente francês já chegaram ao aeroporto Vnukovo-2.

Os líderes da Alemanha e França, Angela Merkel e François Hollande respectivamente, chegarão a Moscou com um plano para resolver a situação na Ucrânia.

Como foi relatado mais cedo, o plano tem como base o Acordo de Minsk. A chanceler alemã, Angela Merkel, disse que ainda não está claro se as negociações sobre a Ucrânia continuarão após a reunião em Moscou.

O presidente francês, François Hollande, afirmou que todos os lados sabem que o primeiro passo é alcançar o cessar-fogo, mas que se deve chegar também a um acordo pleno. O novo plano é o Acordo de Minsk adaptado à atual situação, que mudou em seis meses, e foi desenvolvido devido às preocupações de Berlim e Paris relacionadas com o fornecimento de armas norte-americanas à Ucrânia.

Fonte: Sputnik

 

 

 

 

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América Latina Economia Geopolítica Negócios e serviços Opinião

Venezuela ameaça cortar fornecimento de petróleo aos EUA

A Venezuela advertiu hoje (6) que vai deixar de enviar petróleo para os Estados Unidos, caso Washington “tente algo” contra Caracas. Há três dias, a Venezuela acusou os norte-americanos de atentarem “contra o diálogo de respeito mútuo”, depois do anúncio de novas sanções contra funcionários venezuelanos.

Durante uma concentração de militantes do Partido Socialista Unido da Venezuela no estado de Anzoátegui, a 320 quilômetros da capital, o presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello, disse estar disposto a entregar a vida para “defender a revolução”, e avisou que os Estados Unidos não terão “nem uma gota de petróleo se tentarem algo contra a Venezuela”.

Por outro lado, ele acusou a oposição venezuelana de ter uma agenda violenta e de ser tão ruim que é incapaz de fazer o seu trabalho, tendo que buscar a ajuda dos norte-americanos para cumpri-lo. Cabello pediu que o povo não caia em “chantagem” e disse que “um chavista pode ficar incomodado, mas jamais irá votar na direita”.

Os Estados Unidos anunciaram, na segunda-feira (2), novas medidas restritivas, de suspensão de vistos, contra antigos e atuais funcionários do governo venezuelano, acusando-os de serem “responsáveis ou cúmplices” por violações dos direitos humanos no país latino-americano. Washington acusa Caracas de tentar “sufocar a dissidência”, reprimindo manifestantes que protestam contra a deterioração da situação política, econômica e de segurança no país.

Em julho, a Casa Branca já tinha imposto restrições na concessão de vistos a 24 dirigentes venezuelanos, supostamente envolvidos em violações de direitos humanos e na repressão de grupos opositores ao presidente Nicolás Maduro.

Fonte: Sputnik