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Poseidon em missão no Brasil

Boeing P-8 ‘Poseidon’ Foto: Divulgação

Uma aeronave P-8 Poseidon da US Navy encontra-se sediada na Base Aérea do Galeão, no Rio de Janeiro desde o dia 6 de abril.

A aeronave foi desdobrada do Squadron Patrol Eight (VP-8), sediado na NAS Jacksonville para participar de uma operação internacional de busca e resgate, a pedido da República da Coréia. Os 20 tripulantes foram destacados  da NAS Jacksonville para o Galeão com o intuito de auxiliar nas operações de busca.

Aeronave Boeing P-8 ‘Poseidon’ estacionada na Base Aérea do Galeão – Foto: Plano Brasil

Um barco de bandeira Sul-coreana, Stella Daisy, partiu do Brasil no dia 26 de março e acredita-se que tenha naufragado no Atlântico Sul. Tendo o governo brasileiro autorizado, a aeronave se juntou ao esforço internacional de busca pela tripulação do navio de aproximadamente 22 homens. Os Estados Unidos contribuem com assistência aérea a este esforço que é liderado pelo Uruguay.

Com informações de: US. Navy

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IDEX 2017: Sérvia revela o novo veículo blindado multifuncional 4×4 – “Milosh”

O veículo blindado multifuncional Milosh BOV M16 . Foto: Petar Vojinovic

Fonte: Defence Blog

A Yugoimport-SDPR, empresa responsável pelo comércio de armamentos da Sérvia, mostrou seu veículo blindado 4×4 multifuncional na feira IDEX 2017.

O “Milosh” BOV M16 é um novo veículo blindado tático desenhado e fabricado pela Yugoimport-SDPR, em sua fábrica de “Sistemas Complexos de Batalha”, em Velika Plana, no leste da Sérvia.

O veículo BOV M16 congrega um chassi em formato em “V”, integrando placas no piso e bancos absorventes de impacto, providenciando proteção contra minas terrestres e dispositivos explosivos improvisados.

O veículo base possui 5,42 m de comprimento, 2,48 de largura e 2,3 m de altura. Seu peso varia entre 12 e 14 mil kg.

O “Milosh” possui velocidade máxima de 110 km/h e um alcance de cruzeiro de 600 km. O veículo é equipado com motor Cummins ISB 300, capaz de desenvolver 300 cavalos de potência.

O armamento do Milosh consiste numa estação de armas remotamente controlada, localizada no teto do veículo integrando uma metralhadora de 12.7 mm. Para aumentar a capacidade de autodefesa, seis granadas de fumaça de 82 mm são montadas na parte traseira do compartimento de tropas.

O BOV M16 4×4 é a plataforma ideal para missões de “reconhecimento”, “comando e controle”, e “policiamento local”. Seu design ergonômico facilita seu desempenho nessas tarefas.

Foto: Petar Vojinovic
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Myanmar recebe os três primeiros treinadores Yak-130

A única foto divulgada do treinador Yakovlev Yak-130 com as cores da Força Aérea da Myanmar. (Foto: Mena Defense.net)

Com informações do Defence Blog e Sputnik

A Força Aérea de Myanmar, país localizado no sudeste asiático, recebeu os primeiros treinadores a jato Yakovlev Yak-130 “Mitten” (no código da OTAN) em dezembro de 2016, com as primeiras fotos sendo divulgadas com as cores e insígnias nacionais.

O Ministerio da Defesa do país havia assinado um acordo de aquisição em Junho de 2015, após três anos de conversações, após o país asiático demonstrar interesse no modelo russo. Em novembro de 2016, o primeiro exemplar birmanês realiza seu voo inaugural na fábrica da Irkut em Irkutsk, no leste da Sibéria. O número total de jatos encomendados por Myanmar não foi divulgado até o presente momento.

o voo inaugural do Yak-130 birmaneses em novembro de 2016. (Foto:  A.Korshunov – Defence Blog)

Com a encomenda birmanesa, sobe para quatro o número de clientes do Yak-130, somando as forças aéreas da Argélia (com 16 exemplares), Bangladesh (16) e Bielo-Rússia (8), além de obviamente as Forças Aeroespaciais da Federação Russa com 89 exemplares operacionais até o presente de um total de 200 aeronaves encomendadas. Segundo informações fornecidas por Viktor Kladov, chefe do Departamento de Cooperação Internacional da Corporação Tecnológica Russa – Rostec, até o final de 2017, será estabelecido um centro de simulação digital em Myanmar, para melhor treinamento e capacitação de seus pilotos.

Um dos exemplares do Yak-130 exportados para Bangladesh (Foto: Flickr)

O Yak-130 é resultado de um requerimento das autoridades russas, no início dos anos 1990, para um novo treinador a jato para substituir sua antiga frota de aeronaves tchecoslovacas Aero L-29 “Delfin” e L-39 “Albatros” herdada dos tempos soviéticos, sendo capaz de simular sistemas de aeronaves de quarta e até quinta geração como o MiG-29, Su-35 e o futuro PAK FA. Após uma associação entre a Yakovlev e a Aermacchi italiana (logo depois dissolvida) o modelo fez seu primeiro voo em 1996 e teve sua introdução nas forças russas somente em 2010.

O “Mitten” possui sistemas avançados como visores e mira na altura do capacete, telas multifuncionais no cockpit, receptor GPS/GLONASS, além de outros sistemas de navegação e integração de armamentos, que o permite carregar uma considerável carga bélica de 3.300 kg incluindo mísseis ar-ar e ar-terra, bombas de queda livre, bombas guiadas e casulos de foguetes. O que confere ao modelo russo, uma notável capacidade de ataque ligeiro, o que é incomum na maioria dos principais treinadores da atualidade.

Com a aquisição do Yak-130, a Força Aérea de Myanmar ganha capacitação de seus pilotos para os jatos de quarta geração MiG-29A russos, e JF-17 sino-paquistaneses, no qual encomendou 31 e 16 exemplares respectivamente para compor seus principais esquadrões de caça e defesa aérea. Atualmente a frota de treinadores do país asiático compreendem quatro SOKO G-4 “Super Galeb” iugoslavos e alguns JL-8 “Hongdu” chineses de um total de 50 encomendados.

pilotos birmaneses frente a um MiG-29A adquirido da Rússia em 2011-2012.

Edição e Análise: Tito Lívio Barcellos Pereira.

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Vídeo com um show de imagens do Танк T-90

https://www.youtube.com/watch?v=ZiL7HKOk9nY

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Galeria de imagens: Linha de montagem – Sukhoi Su-34 Fullback

Atendendo a pedido, imagens dos bastidores da fábrica e linha de montagem na Rússia de um dos caças mais avançados tecnologicamente da atualidade.

Fotos de  Gelio Vostok

 

 

 

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Vídeo: Leopard 2A5 – Suécia

https://www.youtube.com/watch?v=L8WQ6C3PLMw

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Caça naval chinês: J-15 “Flying Shark”

 

 

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Ano fiscal de 2017 – Japão pretende apresentar o maior orçamento militar de sua história

Vista da proa do (DDH-183) classe Izumo – Nova classe de porta-helicópteros do Japão.

As informações são do canal de televisão japonês NHK.

Segundo alguns jornais japoneses, os gastos na área de defesa no ano de 2017 serão 2,3 vezes superiores, chegando ao valor de 51,6 bilhões de dólares.

O motivo de o Japão proceder desta forma está ligado aos testes de mísseis realizados pela Coreia do Norte. Recentemente um míssil balístico, com alcance de até mil quilômetros, chegou até a zona econômica exclusiva do Japão.

Segundo o NHK, o país pretende gastar 1.05 bilhões de dólares para reforçar sua defesa antimíssil por conta dos complexos de mísseis de defesa antiaérea Patriot, PAC-3.
Está prevista também, a compra de novos mísseis antiaéreos teleguiados SM-3 Block IIA dos EUA com altitude máxima de voo de mil quilômetros. Segundo os planos, estes mísseis serão instalados em navios militares com sistema de alerta prévia Aegis.

Segundo o jornal japonês Nikkei, no outono deste ano, estes mísseis passarão por testes nas proximidades das ilhas do Havaí, enquanto sua produção será lançada em 2017.

O submarino que o Japão planeja elaborar será capaz de levar a bordo mísseis com alcance de 300 quilômetros e será posicionado perto das ilhas disputadas de Senkaku até 2023, informa o jornal japonês Sankei Shimbun.

Espera-se que desta forma o Japão fortaleça suas posições na disputa territorial com a China no mar da China Oriental.

O próximo ano fiscal do Japão terá início em abril de 2017.

Vale notar que os gastos militares japoneses começaram a crescer em 2013 assim que o atual primeiro-ministro Shinzo Abe retornou ao poder em dezembro de 2012.

Edição/Imagem: Plano Brasil

Fonte: Sputnik News

 

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Vídeo: Cinco conceitos revolucionários de aeronaves

Cobalt Valkyrie

ICON A5

AeroMobil

Ehang 184

Airbus E-Fan

 

 

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DIA DA INFANTARIA DA AERONÁUTICA

11 de Dezembro - Dia da Infantaria da Aeronáutica 2014

PALAVRAS DO COMANDANTE-GERAL DE OPERAÇÕES AÉREAS

“Seria muito mais fácil destruir ninhos e ovos do inimigo no solo do que caçar seus pássaros pelos céus.” Assim previu Giullio Douhet, o grande teórico do Poder Aéreo, reconhecendo a vulnerabilidade da aviação em terra.

Passadas décadas, estas e outras previsões se comprovaram. O domínio do ar se mostrou determinante na definição dos conflitos e, embora a evolução tecnológica tenha trazido inovações à guerra aérea, aeronaves paradas em solo e meios de detecção e alarme continuam sendo alvos compensadores.

Ao longo da história, ataques aéreos e infiltração de forças de operações especiais foram comumente explorados para infringir danos ao poder aéreo inimigo. Com a chegada do século XXI, registrou-se um incremento nas ações de guerra irregular contra bases aéreas.

Neste cenário, cresce a importância de uma Infantaria apta a defender nossos vetores e equipamentos contra ações hostis. Uma Infantaria pronta a detectar e anular ameaças antes de serem levadas a termo ou, ao menos, em tempo de desencadear uma resposta que impeça o alcance dos objetivos do elemento adverso.

Afinal, tudo começou com seis Companhias de Infantaria de Guarda, em 11 de dezembro de 1941. Passados setenta e dois anos, diversas modificações marcaram os rumos da Força Aérea, influindo diretamente na necessidade de atualização da Infantaria da Aeronáutica.

Dentro deste enfoque, diversas medidas foram adotadas para prover as Unidades de Infantaria dos meios necessários ao desempenho da nobre missão de “Defender na terra o domínio do ar”.

O aumento do número de cadetes de Infantaria nos bancos acadêmicos, aliado a uma maior regularidade e melhor qualificação na quantidade de oficiais e graduados entregues anualmente ao Quadro, reforçam o efetivo da tropa de Infantaria com novas estirpes de líderes.

A atualização de equipamentos, atendendo ao PEMAER – Plano Estratégico Militar da Aeronáutica, contempla a aquisição de material para emprego nas ações de Autodefesa de Superfície e de Polícia da Aeronáutica, abrangendo equipamentos de proteção individual, armamento e munições para controle de distúrbios; equipamentos de comunicação; viaturas de transporte de tropa, patrulhamento e escolta; e sistemas de armas para tiro de precisão, dentre outros.

Na defesa contra a ameaça aérea, identificam-se evoluções significativas. Desde a ativação da Companhia de Artilharia Antiaérea de Autodefesa (CAAAD) subordinada ao BINFAE-CO, em 1997, até os dias atuais, um importante caminho foi trilhado, favorecendo o estabelecimento de uma doutrina própria de defesa antiaérea. Cumprindo os objetivos do PEMAER, a Força Aérea conta, hoje, com dois Grupos de Artilharia Antiaérea, subordinados ao NuBAAAD – Núcleo da Brigada de Artilharia Antiaérea de Autodefesa.

Passos conduzem à implantação do 3º Grupo de Artilharia Antiaérea, em Anápolis, consolidando as bases para a ativação da Brigada de Artilharia Antiaérea de Autodefesa. Complementam o processo a aquisição de sistemas de comunicação, sistemas de busca e vigilância e sistemas de armas de média altura.

É notório que a exploração dos meios de vigilância eletrônica, integrados ao emprego de uma Força de Reação equipada e adestrada, potencializa os níveis de segurança das instalações e garante um ambiente operacional seguro para o emprego da Força Aérea. Neste contexto, os investimentos na aquisição de equipamentos e na capacitação dos recursos humanos ganharam destaque.

Nos novos tempos, a capacidade de atuar em prol da conquista da superioridade aérea, empregando recursos especializados infiltrados em profundidade com o fito de realizar o reconhecimento ou de infringir danos ao poder aéreo inimigo, requer da Infantaria uma capacitação especial. Neste segmento, não podemos deixar de citar o Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento – PARA-SAR, que, ao completar 50 anos de sua criação, é uma referência para a Força Aérea nas Ações de Busca e Salvamento e em Operações Especiais.

Cabe ainda destacar a valorosa atuação dos Pelotões de Infantaria da Aeronáutica designados para integrar os contingentes brasileiros na Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (MINUSTAH). O profissionalismo e comprometimento de seus integrantes tem se refletido em elogioso desempenho, realçando a inconteste capacidade de nossos infantes para operar nos diversos cenários de interesse da Força Aérea.

Fato é que a Infantaria da Aeronáutica, em face da conjuntura atual e dos pressupostos da nova Doutrina Básica da Força Aérea, prepara-se para tal realidade, buscando aprimorar a sua concepção operacional, com vista a executar as Ações de Força Aérea nas quais serão empregados preponderantemente meios de Infantaria.

Caros infantes, vários foram os desafios vencidos para que a Infantaria da Aeronáutica chegasse ao seu patamar atual. Outros muitos ainda estão por vir. Assim, concito-os a manter o elevado espírito combatente e envidar esforços em prol da evolução e aperfeiçoamento da Tropa de Infantaria.

Minhas sinceras saudações aos nobres guerreiros que dedicam seus ânimos à preservação do poder de combate da nossa Força Aérea.
Infantaria!

Brasília, 11 de dezembro de 2013.

Ten Brig Ar NIVALDO LUIZ ROSSATO
Comandante-Geral de Operações Aéreas

Fonte: FAB

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FAB PÉ DE POEIRA: PARA-SAR participa da fase de combate urbano do adestramento para grandes eventos

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Exercício reúne unidades de operações especiais das Forças Armadas em Goiânia

O Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (EAS), conhecido como PARA-SAR, participa até o próximo sábado (14/11) da quarta fase do Adestramento Conjunto de Operações Especiais (OpEsp) das Forças Armadas, em Goiânia (GO). O exercício, organizado pelo Ministério da Defesa, promove um intercâmbio de conhecimento entre as Forças, visando a segurança dos próximos grandes eventos realizados no País, como as Olimpíadas 2016.

A atual fase, coordenada pelo Exército Brasileiro (EB), é realizada no Comando de Operações Especiais do Exército Brasileiro (EB), responsável pelas atividades voltadas ao combate urbano. O adestramento, que reúne cerca de 60 militares, conta com a participação das Operações Especiais da Marinha do Brasil e da Força Aérea Brasileira (FAB). Também foram convidados militares da Força Nacional e da Polícia Rodoviária Federal.

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Entre as atividades, os militares participam de instruções de tiro básico, avançado e noturno. Com seus respectivos armamentos, os militares das forças especiais fazem disparos de pistola e fuzil a distâncias controladas e também em movimento. No período noturno, eles também participam de adestramento com óculos de visão noturna (NVG).

Segundo o Sargento Bemmel Pisco, coordenador de um dos estandes de tiro, o adestramento busca integrar os conhecimentos existentes entre as unidades de operações especiais das três forças, elevando o grau e empregando da melhor maneira nos eventos que estão por vir.

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“Estamos aqui só para ajustar alguns detalhes, aplicar nas nossas técnicas táticas de procedimento e treinar o combate em situações para diminuir os efeitos colaterais, em caso de confronto”, explica.

Para o Tenente Diogo Amaral, do PARA-SAR, o adestramento é voltado para a segurança nos Jogos Olímpicos 2016. “Nesse tipo de adestramento a gente pode comparar as nossas Técnicas Táticas de Procedimento (TTP) com as forças de operações especiais do Brasil. É um ganho sem igual”, avalia.

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Fonte: FAB

 

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Há 28 anos era Lançada a Polyus, protótipo russo de uma plataforma orbital de ataque.

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A nave espacial Polyus, lançada no dia 15 de maio de 1987, foi um protótipo de plataforma orbital de ataque do governo russo. Lançada do Cosmódromo de Baikonur, no Casaquistão, seu objetivo seria o de destruir satélites SDI, do governo norte-americano, que também tinha a concepção de formar uma plataforma de defesa orbital. Na teoria, a Polyus usaria um laser de dióxido de carbono para destruir seus alvos. A nave possuía um bloco de carga funcional da nave espacial TKS para controlar sua órbita e que poderia disparar contra alvos de teste para demonstrar o sistema de controle de fogo.

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O projeto, no entanto, ficou no papel. No dia do seu lançamento, a Polyus não conseguiu atingir a órbita terrestre. De acordo com Yuri Kornilov, um dos encarregados da missão, pouco antes do lançamento da Polyus, o então presidente russo Mikhail Gorbachev visitou o Cosmódromo de Baikonur e proibiu expressamente os testes em órbita da nave. Kornilov afirma que Gorbachev estava preocupado com que a atividade russa para a criação de uma arma espacial fosse detectada por governos ocidentais, algo que iria contra as declarações anteriores da intenção pacífica da URSS.

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Fonte: seuhistory.com