Defesa & Geopolítica

Chefes militares são barrados no Palácio da Alvorada

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quintetoComandantes do Exército Brasileiro (EB) e da Marinha do Brasil (MB) chegam mais cedo e não entram no Palácio da Alvorada

Nota do Plano Brasil: Revanchismo às claras e sem subterfúgios. 

A confraternização oferecida pela presidente Dilma Rousseff na sua residência oficial começou com uma gafe: no início da noite (de ontem, 16/12/2013), ao chegarem cerca de 45 minutos antes do horário marcado para a festa, o comandante da Marinha, Julio Moura Neto, e o do Exército, Enzo Martins Peri, forram barrados pela segurança do Palácio da Alvorada.

O encontro estava marcado para as 19h, mas a agenda da presidente foi alterada e o encontro, remarcado para as 19h30m. Uma comitiva de quatro carros que levava os comandantes ao Alvorada foi proibida de entrar no palácio por volta das 18h45m. Mesmo após anunciarem que se tratava dos comandantes, o grupo teve de voltar; foi informado que a entrada só seria liberada às 19h30m.

Logo após os carros dos militares saírem, outros ministros e parlamentares tiveram mais sorte. O ministro do Esporte, Aldo Rebelo; o líder do governo na Câmara, Arlindo Chinaglia (PT-SP); e o líder do PP, Eduardo da Fonte (PE), foram liberados após um pedido de um assessor do Palácio do Planalto.

Fonte: O Globo, País, Página 4, Terça-Feira, 17/12/2013 via Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG)

Em tempo, recomendo leitura:

O revanchismo em marcha batida contra os militares

por José Geraldo Pimentel, Rio de Janeiro, 30 de agosto de 2012.

Os militares se transformaram no lixo da história. São achincalhados pelos militantes que foram derrotados nos anos 1964/1974. E não só achincalhados; mas também desmoralizados.

As sedes dos Comandos Militares foram retiradas da Esplanada dos Ministérios para dar lugar a novos ministérios criados para abrigar políticos que perderam eleições. Destino das sedes dos comandos militares: o aterro sanitário de Brasília.

Os comandantes militares estão proibidos de freqüentar o mesmo palanque das autoridades civis, como aconteceu pela segunda vez consecutiva durante a Parada de Sete de Setembro e nos 5º Jogos Mundiais Militares.

Os nossos chefes militares só sabem distribuir medalhas. Razão porque os comunas perderam o respeito pelos militares.

Está havendo uma inversão de valores. Militares são deslocados de suas funções para cobrir falhas na administração pública. Assumem o papel de garis, como os fuzileiros navais na limpeza de encostas de morros cariocas. Participam do combate do mosquito da Dengue. Dão proteção às obras patrocinadas por políticos amigos do governo. Vê-se General de Divisão carregando mala de autoridades civis.

Os comandantes militares fraquejam diante da Ministra Chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário Nunes. Esta senhora determinou que fossem retiradas dos sites das Forças Armadas as datas históricas alusivas às Revolução Democrática de 31 de Março de 1964 e à Intentona Comunista de 1935, sendo atendida sem contestação. Até o site da ROTA da Polícia Militar de São Paulo foi atingida pela medida.

Estas datas já não mais fazem parte dos calendários das Forças Armadas. Realizar palestras ou comemorações alusivas a estas datas, estão expressamente proibidas. Contrariar esta recomendação está-se sujeito a ser exonerado do cargo.

Enquanto os militares estão proibidos de reverenciar os seus feitos históricos e cultuar os seus heróis, o mesmo não ocorre com os comunistas. Os derrotados de ontem se regozijam enaltecendo as suas ações, com exposições fotográficas, criação de CD-ROM que desmoraliza as FFAA, inauguram um Museu da Ditadura Militar, exibem na TV um filme que mostra apenas um lado da luta armada, colocam uma estátua em praça pública de um falso ‘almirante negro’, e o ex presidente da república elogia comunistas, – Gregório Bezerra e Calos Marighella, – que lutaram contra os militares.

Tem que se reverter este quadro. Os agentes do estado não são as figuras retratadas pela mídia. Torturadores, assassinos, seqüestradores, assaltantes e terroristas são os bandidos que atentaram contra o regime, obrigando as FFAA e as Forças Auxiliares a saírem em campo em defesa da ordem e da plenitude do funcionamento das instituições democráticas! Não há que se concordar com outra versão. Querer recontar a história para inocentar os militantes da luta armada, é imaginar que somos um país de idiotas! Idiotas são os que acreditam que os comunas respeitam os militares e que sua diferença é apenas com os agentes do estado que foram empregados na luta armada.

 

Os miseráveis odeiam as FFAA brasileiras. Eles imaginam que uma nação pode existir sem uma organização militar de caráter permanente, como instituição militar. Muitos pensam mesmo que seria mais prático terceirizar a segurança do país, entregando-a aos cuidados do ‘amigo’ Hugo Chávez.

[ Nota do Plano Brasil: “Pelo visto, por enquanto, a segurança do espaço aéreo na América Latina está com o venezuelanos bolivarianos, pelo menos em teoria.” Por gentileza, acesse o link:

Fotos: Intentona e Quinteto 

Fonte: mujahdincucaracha.blogspot  

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