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LAAD 2019: Naval Group cria o Hub Naval de Inovação

E.M.Pinto

Durante a exposição de Defesa e Segurança da LAAD no Brasil, o Naval Group anunciou a criação de seu Hub de Inovação Naval dedicado a adaptar e aceleração os ciclos de inovação.

O núcleo está localizado no acelerador de start-up Village by CA-Paris e pode interagir em ambito global com todos e quaisquer potenciais clientes e pareciros. Denominado Núcleo de Inovação Naval (NIN), teve seu inicio de oeprações, no final de 2018 e possibilitou a exploração de novos mercados e a sua missão é desenvolver o futuro da defesa naval, transformando rapidamente conceitos e tecnologias de alto potencial em soluções inovadoras e concretas, com alto valor agregado para os clientes.

O Núcleo reúne uma equipe multidisciplinar que tarbalha no desenvolvimento de projetos, necessidades e viabilidade. Os resultados já podem ser colhidos, o núcleo já oferece soluções para guiagem de drones a aterrissagem em navios de superfície em operação, o desafio foi construir um primeiro demonstrador que ficou pronto em nada menos que dois meses.

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LAAD 2019: ICN e a paraceria com a Marinha do Brasil para o desenvolvimento do seu primeiro Submarino Nuclear

E.M.Pinto

Durante a LAAD 2019 que ocorre até esta sexta feira 05/04 no Rio Centro, Daniel Fernandes Mendonça o assessor de Relações Institucionais da ICN, concedeu informações sobre os trabalhos do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub)  destcando que o mesmo segue seu rumo religiosamente dentro do cronograma previsto.

Mendonça afirmou ainda que num futuro próximo a ICN alterará o seu estatuto o que permitiria uma nova constituição e uma nova perspectiva de projetos e negócios. Segundo ele, o modelo baseia-se na experiência de sucesso alcançada pela  Embraer, empresa criada como estatal, que hoje possui capital aberto e participa de diversos projetos de aviação comercial e militar dentro e fora do Brasil.

Ele ainda afirmou

“Somos capazes de produzir submarinos com 100% de tecnologia nacional. A transferência de tecnologia adquirirda com o S40 Riachuelo,  já foi concluída, e no caso do submarino nuclear SN Álvaro Alberto, com conclusão prevista para 2029, já dominamos cerca de 80%”

Esta aletração estatutar permitirá que a longo prazo, possemos vislumbrar negociações de submarinos fabricados pela indústria naval brasileira com outros países e também permitir que a companhia hoje restrita ao Prosub participe de projetos para embarcações de superfície, tanto militares quanto civis.
Mendonça informou ainda que após o lançamento do S40 Riachuelo ao mar, em dezembro do ano passado, a ICN segue trabalhando não só nos testes com o submarino, a fim de entregá-lo para o início das operações por parte da Marinha em 2020, mas também para a construção dos demais três modelos convencionais do modelo SBR previstos no Prosub que são o S41 Humaitá, o S42 Tonelero, e o S43 Angostura.

Pelo cronograma atual da Marinha, os três submarinos convencionais deverão ser concluídos em setembro de 2020, em dezembro de 2021 e em dezembro de 2022, respectivamente. Já os trabalhos de desenvolvimento do reator nuclear, item não incluso no contrato com o Naval Group, segue o seu curso no Centro Tecnológico da Marinha, em São Paulo o qual está previsto para conclusão em 2023.

Quando pronto, o SN-1 Álvaro Alberto terá 100 m de comprimento e seis kton de deslocamento, além de autonomia ilimitada e capaz de operar a uma profundidade de até 300m e uma tripulação de até 100 integrantes.

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Projeto de Lei- Reestruturação das Forças Armadas

O Projeto de Lei que trata do Sistema de Proteção Social e da reestruturação da carreira dos militares das Forças Armadas tem a virtude de contemplar metas estabelecidas pela equipe econômica do Governo e considerar peculiaridades da carreira militar.

Clique aqui para ler o projeto na íntegra

 

Clique aqui para ver a apresentação

 

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Plano Brasil/Programa PROSUB da MB/ Análise: “Soldadores da Itaguaí Construções Navais/PROSUB vão para a Europa trabalhar em submarino nuclear francês”

 

 

NOTA DO PLANO BRASIL, por Gérsio Mutti: Plano Brasil/Programa PROSUB da MB/ Análise: “Soldadores da Itaguaí Construções Navais/PROSUB vão para a Europa trabalhar em submarino nuclear francês”.

 

“A Itaguaí Construções Navais (ICN) enviou à França treze integrantes para atuar na montagem do casco de um dos submarinos nucleares Barracuda, que farão parte da frota francesa.

Integrantes são da escola de solda da empresa e curso faz parte do programa de transferência de tecnologia com a Naval Group.

A fabricação de submarinos nucleares é tida como a mais complexa atividade construtiva em termos tecnológicos e capacitação de mão de obra. São necessários mais de oito milhões de homens hora de trabalho e a integração de quase um milhão de componentes, superando a fabricação de aviões de grande porte, caças militares e mísseis.

O ponto alto do PROSUB é a transferência de tecnologia entre os países, assegurando (assim) que o Brasil venha a ser autônomo em seus futuros projetos de construção de submarinos.” Jornal Atual, Itaguaí, 29/março/2019, Páginas 8 e 9

 

Foto 01: Seções S1 e S2 em construção dos novos submarinos nucleares franceses da Classe “Barracuda”. Conjunto de soldas visíveis a olhos nus.

Foto 02: Programa PROSUB da Marinha do Brasil (MB).

Foto 03: Programa PROSUB da Marinha do Brasil (MB) –  Vista das soldagens da Seção S1 do Submarino Riachuelo S 40 a olhos nus – AFP Photo / Yasuyoshi Chiba.

Foto 04: Programa PROSUB da Marinha do Brasil (MB) – Seção S1 do Submarino Riachuelo S 40.

Soldadores da Itaguaí Construções Navais/PROSUB vão para a Europa trabalhar em submarino nuclear francês

Integrantes são da escola de solda da empresa e curso faz parte do programa de transferência de tecnologia com a Naval Group

 

Por Jornal Atual, Itaguaí, 29/março/2019, Páginas 8 e 9

 

 

A Itaguaí Construções Navais (ICN) enviou à França treze integrantes para atuar na montagem do casco de um dos submarinos nucleares Barracuda, que farão parte da frota francesa.

O grupo de soldadores brasileiros vai permanecer no país durante seis meses, em dois períodos de 90 dias. Eles foram formados na escola de solda criada pela ICN para o PROSUB (Programa de Desenvolvimento de Submarinos da Marinha), que, por meio da parceria entre os governos do Brasil e da França, tem a missão de fabricar 5 submarinos – 4 modelos convencionais (diesel-elétrico) e 1 movido à propulsão nuclear. O grupo de soldadores foi escolhido por ter alcançado um alto padrão de excelência no trabalho. Nunca nenhum deles s havia viajado para o exterior.

Na escola, localizada na sede da ICN, os soldadores passaram por uma formação completa, sendo qualificados em complexos processos. Antes de seguir para a França, fizeram testes rigorosos com o trabalho em chapas de 55 a 110 milímetros, que são as usadas nos submarinos nucleares e com as quais eles ainda não haviam trabalhado. “O resultado é impressionante, muitas etapas consideradas de alta complexidade técnica foram concluídas pelo grupo escolhido sem quaisquer erros, mostrando o quanto acertamos ao investir na formação desses profissionais aqui no Rio de Janeiro”, destaca engenheiro Luiz Antonio da Silva, coordenador de solda da ICN.

Escola de soldas

 

A escola de soldadores foi criada pela ICN em 2013 e já formou 174 trabalhadores. O treinamento dura, em média, três meses, e envolve a parte teórica e pratica. Atualmente, 129 seguem como integrantes da ICN.

Entre os que estão embarcando para França, oito são de Itaguaí e os demais dos bairros cariocas de Santa Cruz, Jesuítas, Campo Grande, além de Angra dos Reis. “Eles foram selecionados de acordo com os resultados apresentados e pela qualidade de suas soldas, índice de reparo e defeitos, além do comportamento, postura, assiduidade, comprometimento com o trabalho executado”, pondera o coordenador. O trabalho deles na França cumpre mais uma etapa do programa de transferência de tecnologia do PROSUB e também serve como estímulo ao desenvolvimento da população que reside ao redor do estaleiro, localizado em Itaguaí.

De acordo com Luiz Antonio, a ida do grupo para trabalhar no projeto nuclear francês representa o reconhecimento do trabalho desenvolvido na escola de solda da ICN em reproduzir o aprendizado adquirido junto à Naval Group no início do PROSUB.

“Este é um grande marco para a ICN e para o Brasil, mostrando que nossos profissionais estão altamente qualificados e preparados para grandes desafios, em especial, de construir o primeiro submarino nuclear brasileiro, sendo este um legado para a engenharia e a indústria naval do país”, finaliza.

Submarinos brasileiros

A fabricação de submarinos nucleares é tida como a mais complexa atividade construtiva em termos tecnológicos e capacitação de mão de obra. São necessários mais de oito milhões de homens hora de trabalho e a integração de quase um milhão de componentes, superando a fabricação de aviões de grande porte, caças militares e mísseis. O ponto alto do PROSUB é a transferência de tecnologia entre os países, assegurando que o país seja autônomo em seus futuros projetos de construção de submarinos.

Fonte: Jornal Atual 

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Defesa Rússia Sistemas de Armas Sistemas Navais Tecnologia Traduções-Plano Brasil

A Rússia está desenvolvendo fragatas capazes de transportar quase 48 mísseis de cruzeiro

Tradução e adaptação-E.M.Pinto

MOSCOU, 17 de março. / TASS /. O Northern Design Bureau (PKB) iniciou o desenvolvimento de documentação de projeto para as fragatas atualizadas Project 22350M, que transportará até 48 mísseis de cruzeiro Caliber. Isso foi anunciado no domingo pela TASS no complexo militar-industrial.

A fonte acrescentou que mísseis “zircon” hipersônicos também serão incluídos no arsenal destes navios.

O interlocutor disse que as novas fragatas receberão um sistema de controle de fogo universal e automatizado para todos os tipos de armamento – ataque a superfície, artilharia, míssil antiaéreo,  anti-navio e anti-submarino, anti-navio. “Isso aumentará significativamente suas capacidades de combate”, ressaltou a fonte.

Atualmente, a principal fragata do projeto base 22350 “Almirante Gorshkov” faz parte da estrutura de combate da Marinha Russa. A primeira fragata serial 22350 “Almirante Kasaton” está passando por testes no mar. O deslocamento desses navios é muito menor do que o previsto para o projeto 22350M e é de 4,5 mil toneladas, cada fragata pode transportar até 16 mísseis de cruzeiro “Kalibr”.

Fonte: TASS

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Sistemas de Armas Sistemas Navais Tecnologia Traduções-Plano Brasil

Northrop recebe US$ 322,5 milhões para os trabalhos no novo míssil AARGM-ER

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

A Marinha dos EUA concedeu à Northrop Grumman Corporation um contrato de US $ 322,5 milhões para o programa de engenharia avançada, desenvolvimento e fabricação do Advanced Anti-Radiation Guided Missile-Extended Range (AARGM-ER) ou Míssil anti radar avançado de alcance estendido .

O programa AARGM-ER está alavancando a partir do míssil AARGM que está atualmente em produção. A versão de alcance estendido será integrada às aeronaves F / A-18E / F Super Hornet e EA-18G Growler e configurada para transporte interno no F-35 Lightning II.

“O alcance alargado do AARGM-ER, juntamente com a letalidade já existente do AARGM, vai cumprir um requisito crítico de supressão de defesa, protegendo os nossos aviadores durante os ataques”, afirmou Cary Ralston, vice-presidente de sistemas electrônicos de defesa da Northrop Grumman.

AARGM é um míssil lançado pelo ar com a capacidade de engajar rapidamente as ameaças de defesa aérea. A arma é atualmente empregada pela Marinha  e o Corpo de Fuzileiros Navais dos EUA nos aviões F / A-18C / D Hornet, F / A-18E / F Super Hornet e EA-18G Growler. O AARGM também está integrado na aeronave Tornado Electronic Combat da Força Aérea Italiana.

 

Fonte: Naval Today

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Defesa Geopolítica Rússia Sistemas de Armas Sistemas Navais Tecnologia Traduções-Plano Brasil

Míssil hipersônico "zircon" será lançado pela primeira vez a partir de um navio de guerra ainda este ano

Tradução e adaptação: E.M.Pinto

Segundo a agência de notícias TASS , citando uma fontedo complexo industrial militar Russo, a fragata Project 22350 Almirante Gorshkov será o primeiro navio da Frota Russa a lançar a mais nova arma do seu arsenal, o Míssil Hypersônico Zircon. Segundo a fonte testes já teriam sido feitos a partir de lançadores costeiros.

O desenvolvimento deste míssil tem sido realizado na Rússia há vários anos e suas características estão melhorando constantemente segundo relatou a matéria. De acordo com os dados mais recentes, expressos pelo presidente do país no final de fevereiro, em uma mensagem para a Assembléia Federal, o Zircon é capaz de atingir velocidades de até 10700 km/h e seu alcance é superior a 1000 km.

O Míssil foi projetado para destruir alvos marítimos e terrestres, embora tenha sido originalmente criado como sistema um anti-navio as melhorias no projeto garantem o seu uso em uma variada gama de funções, ampliando o seu leque de disponibilidade.

O Zircon foi projetado para ser lançado de navios e submarinos já produzidos e que é compatível com os lançadores dos sistemas de mísseis Caliber. Essa compatibilização racionaliza recursos e tempo de desenvolvimento, além de aumentar a letalidade e versatilidade das plataformas economizando o retrabalho dos dispositivos iniciais.

O surgimento de novas armas no arsenal das forças armadas russas preocupa os países do Ocidente. Em particular, não há defesas existentes no planeta capazes de parar esta arma, o Zircon é problema para os modernos sistemas de defesa contra mísseis, uma vez que são difíceis de detectar. Ainda sim, mesmo que  as estações de radares o detectem, é quase impossível interceptar o míssil devido à sua velocidade.

Fonte: Tass

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Marinha dos EUA estabelece Escritório Executivo do Programa para novo submarino de mísseis balísticos

Ilustração do submarino planejado da classe Columbia (Fonte: Comando dos Sistemas Navais dos EUA)

Tradução e adaptação-E.M.Pinto

A Marinha dos EUA anunciou em 6 de março a criação do Escritório Executivo do Programa Columbia (PEO CLB) para focar inteiramente na prioridade de aquisição número um da Marinha. A PEO CLB fornecerá a supervisão da construção de 12 submarinos da classe Columbia (SSBN) que ajudarão a Marinha a manter uma dissuasão estratégica baseada no mar, confiável, viável e que sobreviva até a década de 2080.

“Este é o programa é o mais importante da Marinha e o estabelecimento de um novo PEO hoje significa enfrentar os desafios de amanhã”, disse o honorável James Geurts, secretário assistente da Marinha para aquisição, pesquisa e desenvolvimento. “A evolução do financiamento inicial para a construção, desenvolvimento e testes para a produção em série de 12 SSBNs será crucial para atender a Estratégia Nacional de Defesa e construir a Marinha que a nação precisa. A PEO Columbia trabalhará diretamente com patrocinadores de recursos, partes interessadas, parceiros estrangeiros e construtores navais e fornecedores para atender às prioridades nacionais e fornecer e sustentar a capacidade letal que nossos combatentes precisam. “

A Geurts anunciou que o contra-almirante Scott Pappano assumirá o primeiro cargo da PEO Columbia.

A PEO Columbia fará parte da Team Subs e trabalhará em estreita colaboração com os Submarinos PEO e a Diretoria de Submarinos em Serviço (SEA 07) do Comando Sea Systems Command em todos os programas submarinos e afiliados, incluindo suporte ao ciclo de vida.

 O PEO CLB focará no projeto, construção e sustentação do programa da Columbia e nos esforços associados que incluem a interface com o Programa de Sistemas Estratégicos e o Reino Unido para o Programa Dreadnought.

A classe Columbia é um programa crítico de construção naval e deve ser entregue a tempo para atender aos requisitos de dissuasão nuclear do Comando Estratégico dos EUA, devido aos submarinos da classe Ohio atingirem a  vida útil estendida. O primeiro navio da classe Columbia está a caminho de começar a construção do USS Columbia (SSBN 826) no ano fiscal de 2021, a entrega é prevista para o ano fiscal de 2028 e a entrada em  patrulha prevista para 2031.

 

Fonte: Navy Recognition

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Nova fragata da Marinha Real Britânica não será projetada para atuar em conjunto com os grupos de ataque liderados pelos Porta Aviões

O projeto da fragata Arrowhead da Babcock é uma fragata de uso geral de 120 m.

Tradução e adaptação: E.M.Pinto

 O governo  ainda não revelou qual estaleiro britânico vencerá a disputa pelo projeto de US$ 1,56 bi para construir as novas fragatas Type 31E  que cumprirão uma vasta gama de papéis para na Royal navy.

Porém, a futura frota de fragatas do Type 31E da Marinha Real não atuará em conjunto com a força de ataque da elite liderada pelos poderosos porta-aviões HMS Queen Elizabeth e HMS Prince of Wales na guerra global ao terror, revelou o governo. As embarcações estão atualmente nos estágios do conceito.

O ministro das Forças Armadas, Mark Lancaster, que esta semana foi forçado a anular os rumores de que o HMS Prince of Wales seria colocado à venda depois de concluir os trabalhos na Escócia, revelou qual era a grande ideia para a frota mais barata.

“As fragatas do Tipo 31E serão adaptadas para segurança marítima e engajamento de defesa, incluindo o papel de escolta e pronto emprego em perímetro local, nossos compromissos no Atlântico Sul, Caribe e Golfo, e para a Otan”, disse ele à Câmara dos Comuns após ser indagádo pelo parlamentar   Stephen Morgan.


 

A Plymouth, Portsmouth e uma firma em Dorset recebeu inicialmente US$ 6,56 milhões s para elaborar os primeiros projetos na corrida para garantir o acordo.

Eles devem ser menos avançados e ‘mais baratos’ do que a nova geração de navios da Marinha Real que custarão US$ 33,84 bilhões, que será baseada em Plymouth. Foi agora revelado que, uma vez em operação, eles servirão mais para um papel de defesa ‘rotineiro’ para permitir que os Type 26 e os Destroyers Type 45 baseados em Portsmouth se unam aos porta-aviões em missões de combate complexas em todo o mundo.

Fonte: Plymouth Live  

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Índia e Rússia assinam acordo de US $ 3 bilhões para arrendamento de terceiro submarino nuclear

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

A Índia e a Rússia assinaram um acordo de US $ 3 bilhões para o arrendamento de um terceiro submarino Nuclear de  ataque  (SSN)  que deve navegar nas águas indianas até 2025.

Enquanto o período de locação exato do novo submarino não é conhecido, fontes indicaram que ele estará em serviço na Índia por pelo menos 10 anos. O submarino russo da classe Akula terá o nome de Chakra III e será equipado com sistemas indianos.

O submarino adquirido, pertenceu a Marinha Russa e foi desativado e enviado para a cidade portuária de Severodvinsk em 2014. Fontes disseram que a Rússia precisará fazer um trabalho extenso para torná-lo apto para operação novamente, incluindo a reativação do reator nuclear que o alimenta e a instalação e integração de sistemas indianos.

O programa de revitalização do submarino o tornará um navio integralmente novo. Uma grande equipe técnicos , engenheiros e militares da Índia estará na Rússia como parte do projeto e a experiência adquirida deverá ser útil para o programa de SSBN.

Também estão previstas negociações para prolongar o contrato de arrendamento do Chakra II comissionado em 2012, que termina no próximo ano. Como o novo submarino só deve chegar em 2025, os dois lados querem estender o contrato de Chakra II por pelo menos mais cinco anos, disseram fontes.

Baseado em informações de fontes abertas sobre a classe Akula II, o Chakra III deve deslocar cerca de 8.140 ton, velocidade submersa de 30 nós e profundidade operacional de 530 m. O submarino provavelmente usará um reator nuclear de 190 MW.

O navio terá uma tripulação de 73 membros e será armada com quatro tubos de  650 mm e quatro de 533 mm para disparar torpedos de Type 65 e Type 53 russos.

Fonte: Navy Recognition

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Defesa Sistemas Navais

Marinha do Brasil incorpora mais um modelo de embarcação fabricada pela DGS Defense em sua frota

Embarcação será utilizada no combate ao narcotráfico, à pirataria e auxiliar na repressão de crimes ambientais.

 

Rio de Janeiro, março de 2019_ A DGS Defense, empresa brasileira estratégica de Defesa, entregou quarta-feira (27/02) à Marinha do Brasil a terceira embarcação blindada modelo DGS 888 Raptor, que recebeu o nome de “Mangangá”.

A DGS 888 Raptor vai auxiliar as autoridades policial, alfandegária e ambiental no combate ao narcotráfico, à pirataria e a crimes ambientais na região do Porto de Santos, no litoral de São Paulo.

“A lancha atua contra crimes transfronteiriços [contrabando, exploração sexual, evasão de divisas, crimes ambientais e tráfico de drogas, pessoas, armas e munições] em coordenação com outros órgãos. São ações específicas de zonas de fronteira”, explica o Comandante do 8º Distrito Naval, Vice-Almirante Claudio Henrique Mello de Almeida.”.

A embarcação DGS 888 Raptor tem nove metros de comprimento, navega em regiões com profundidade mínima de 50 centímetros podendo atingir mais de 70 km/h. Além de ter capacidade de abrigar cinco militares na cabine, cuja blindagem suporta tiros de fuzil, e pode ser equipada com metralhadoras.

O Comando escolhido para receber a embarcação foi o Comando do Grupamento de Patrulha Naval do Sul-Sudeste, sediado em Santos/SP. Segundo o comandante do grupamento, o Capitão de- Fragata Carlos Marden Soares Pereira da Silva, a DGS 888 Raptor tem capacidade de navegação em águas rasas, além de possuir equipamentos de visão termal, radar e sensores que permitem o patrulhamento 24 horas e em qualquer condição de mar, inclusive na região dos fundeadouros [área em mar aberto onde navios aguardam para acessar o cais].

A velocidade e facilidade de navegação da lancha desenvolvida pela DGS Defense pode oferecer pronta e rápida resposta, em apoio aos outros órgãos. A embarcação já está em operação no litoral de Santos, SP.

 

Dados técnicos da embarcação

A DGS 888 RAPTOR é resultado de estudo realizado pela DGS Defence, contando com assessoramento técnico da Marinha do Brasil e do Exército Brasileiro. Ela atende e supera todos os requisitos desejáveis para uma embarcação tática de alto desempenho. Possui alta velocidade e grande autonomia, grande manobrabilidade autonomia; grande manobrabilidade e baixíssimo calado em função de sua propulsão por hidrojato; proa e popa baixas para facilitar o embarque e desembarque em praia ou margens; cabine blindada e grande volume de fogo graças ao pedestal para 7,62 mm no teto da cabine.

A DGS 888 RAPTOR possui operação extremamente básica e simples, facilitando a formação e treinamento de pilotos. Também tem baixo custo de manutenção.

Sobre a DGS Defense

 

Com 11 anos de atividade e mais de 80 embarcações operando na Marinha do Brasil, Exército Brasileiro, Polícia Federal, Corpo de Bombeiros, órgãos de segurança entre outras instituições, a DGS Defense consolida seu trabalho como único estaleiro brasileiro dedicado a projetos e construção de embarcações táticas (blindadas ou não) para as áreas de Defesa e Segurança.

Ao longo dos últimos anos, a DGS Defense desenvolveu e detém a patente das ETRH’s (Embarcações Tubulares Rígidas Híbridas – Extreme Hull – XH®). Único fabricante nacional desse tipo de embarcação, as ETRH’s não afundam, não propagam chamas, têm longa vida útil e baixo custo de manutenção, pois são 100% fabricadas com um composto termoplástico híbrido de alta densidade e ultra-alto peso molecular.

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Royal Navy desenvolve novo navio de ataque ao litoral e apoio as forças especiais

A Marinha Real Britânica pretende obter uma frota de dois novos “navios de ataque litorâneo” para operações perto da costa, informou o secretário de Defesa do Reino Unido, Gavin Williamson, durante um discurso no Instituto Real dos Serviços de Defesa e Segurança, em 11 de fevereiro.

Tradução e adaptação-E.M.Pinto

A pesquisa sobre a viabilidade dos novos navios será financiada por um Fundo de Transformação que é projetado para trazer capacidades às forças armadas “o mais rápido possível”.

O novo conceito Littoral Strike Ship gira em torno de embarcações de múltiplas funções, globalmente implantáveis, capazes de realizar tanto apoio à crise quanto missões de combate.

https://www.youtube.com/watch?v=5H_Jgi0Mnc0

O secretário de Defesa prevê que esses navios façam parte de dois Grupos de ataque de Litoral, completos com escoltas, embarcações de apoio e helicópteros. Uma seria baseada a leste de Suez no Indo-Pacífico e uma localizada a oeste de Suez no Mediterrâneo, Atlântico e Báltico.

Os navios poderiam se juntar aos porta-aviões da Marinha Real, navios de assalto anfíbio e os navios de desembarque da classe Bay e podem se reunir em uma força-tarefa anfíbia se necessário, observou o ministro da Defesa.

Fonte: Naval today