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GDAAE Infantaria da Aeronautica PÉ DE POEIRA

FAB PÉ DE POEIRA: 3° Grupo de Defesa Antiaérea (Grupo Defensor) recebe visita de Alunos da Escola de Artilharia de Costa e Antiaérea (EsACosAAe) do Exército

Alunos da Escola de Artilharia de Costa e Antiaérea (EsACosAAe) do Exército Brasileiro realizaram uma visita, no dia 17 de agosto, à Ala 2 e ao 3° Grupo de Defesa Antiaérea (Grupo Defensor), ambos localizados em Anápolis (GO). O objetivo é que os alunos complementem o conteúdo que tiveram em sala de aula. A EsACosAAe tem a missão de especializar militares em Defesa Antiaérea e Defesa do Litoral e também recebe militares de outras Forças que desejam se qualificar no sistema de Defesa Antiaérea.

Na Ala, os alunos visitaram os Esquadrões Aéreos e as aeronaves, além de assistirem a palestras. Já no 3° GDAAE, grupo da Força Aérea Brasileira (FAB) especializado em Defesa Antiaérea, os alunos assistiram a uma palestra com o Comandante, que explicou o histórico de Defesa Antiaérea na FAB e como o grupo se prepara para empregar os meios de que dispõe. Eles assistiram, ainda, a uma demonstração do Simulador Konus, utilizado para treinamento de procedimentos do Subsistema de Armas Russo IGLA-S, e alguns puderam testar o equipamento.

“Conhecer como a Força Aérea trata o assunto Defesa Antiaérea, perceber as similaridades e diferenças que existem entre a área do Exército Brasileiro e da Força Aérea é de extrema relevância para os alunos”, ressalta o coordenador da viagem, Major Martins Rocha.

A visita faz parte de uma viagem que a turma faz, próximo à conclusão do curso, à Brasília (DF) Os alunos conheceram também outras unidades da FAB, como o Comando Aeroespacial (COMAE), o Primeiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA 1) e o Destacamento de Controle do Espaço Aéreo do Gama (DTCEA-GA).

Fotos: Soldado Leonardo

Fonte: FAB

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Exclusivo: Primeiras imagens do novo sistema antiaéreo Pantsir-SM

O Plano Brasil traz com exclusividade as primeiras imagens do novo sistema novo sistema antiaéreo Pantsir-SM que esta sendo projetado pelo Escritório de Design KBP Instrument, também sediado em Tula. De acordo com informações a nova versão do Pantsir é mais robusta e sofisticada – e, sobretudo, de maior alcance – do conhecido sistema de armas antiaéreas (mísseis e canhões rápidos) de curto e médio alcances Pantsir-S1.

A indústria russa não forneceu detalhes sobre os tipos de armas que o novo Sistema irá transportar. Porém, o que mais chama a atenção é o sistema esta montada em um chassis especial Кamaz -53958 equipado com cabine blindada da família Kamaz Typhoon  .

Para saber mais:

Novo sistema antiaéreo Pantsir pode atingir alvos balísticos

ARTILHARIA ANTIAÉREA: Construção do protótipo do Pantsir-SM, sucessor do Pantsir-S1, começará até o início do ano que vem

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FOpEsp : No Olho do Furacão: Capacidade de Manter a Concentração em Eventos de Risco Elevado Característicos das Operações Especiais

Fotografia 1: Equipe tática do GROM (Grupa Reagowania Operacyjno-Manewrowego [Grupo de Resposta Operacional Móvel]) do Exército Nacional polonês participam de adestramento de progressão e entrada tática. (Fonte: Disponível em: http://wawalove.pl/Pokazy-jednostek-specjalnych-na-Cyplu-Czerniakowskim-i-Wisle-g15488/foto_74067 Acesso em: 23 ago. 2017).

Texto elaborado por Rodney Alfredo P. Lisboa

Tal como ocorre em qualquer atividade que realizamos rotineiramente, a eficiência dos resultados obtidos depende do conhecimento que temos em relação ao método (técnica) e do conjunto de habilidades que nos tornam capaz de executá-las. Contudo, ainda que seja relegada ao esquecimento, principalmente pelos integrantes da sociedade ocidental, constantemente suscetíveis ao desenrolar de tarefas múltiplas e simultâneas, a capacidade de alcançar e manter o foco no cumprimento de uma ação figura como uma condição imprescindível na busca pela consecução dos objetivos propostos. Seja na ação de lavar um prato, pintar um quadro, modelar uma escultura, ou executar a complexa sequência de movimentos de uma coreografia, o sucesso da prática dependerá do elo mental estabelecido entre o executante e a tarefa por ele executada.

Por mais que as atividades humanas requeiram capacidades físicas e cognitivas que nos possibilitem executar tarefas com níveis satisfatórios de desempenho, elas somente estarão em condições de alcançar a alta performance quando o indivíduo que a executa dispõe toda sua capacidade de concentração na atividade por ele realizada.

Analisadas pela perspectiva oriental japonesa, as atividades da vida diária, sejam elas de natureza simples ou complexa, necessariamente devem ser realizadas estando a mente do executante totalmente voltada para a prática em questão, com a finalidade de maximizar os efeitos dela obtidos. Nesse contexto, as artes marciais nipônicas evidenciam no conceito deZanshin o estado mental que possibilita constituir uma percepção espaço-temporal (consciência situacional) que conecta o executante de uma técnica de luta, não apenas ao adversário que encontra-se em seu angulo de visão, mas aos vários adversários que, eventualmente, possam estar dispostos pelo ambiente.

Ainda que a maioria das pessoas não se preocupem em buscar a alta performance na execução de suas práticas diárias, existem obrigações cuja natureza do desafio requer nada menos que o máximo desempenho para que os objetivos sejam alcançados.

Fotografia 2: Durante a “Operação Formosa 2016”, quadros operacionais do Batalhão de Operações Especiais de Fuzileiros Navais (Batalhão Tonelero) da Marinha do Brasil, executam segurança de perímetro visando pouso de aeronave de asa rotativa. (Fonte: Fotografia de Yam Wanders).

Como profissional de Educação Física que se dedica investigar processos de formação esportiva, saliento que um dos principais desafios dos atletas e equipes de alta performance encontra-se diretamente relacionado à capacidade de sustentar a mente focada no decorrer de uma prova, partida ou combate. Assim, quando um atleta olímpico perde o foco ou se mostra desconcentrado, o resultado de sua desatenção, quando considerado um resultado negativo extremo, pode ocasionar “apenas” em uma derrota desportiva sem maiores riscos à sua segurança. Todavia, em se tratando de alto desempenho, o mesmo não se aplica às práticas esportivas de aventura.

Nos esportes de aventura o termo “radical” que popularmente é empregado para descrevê-los não é usado de forma aleatória, uma vez que serve, entre outras aplicações, para definir os riscos extremados aos quais os praticantes das modalidades dessa ordem se submetem. Nesse sentido, para os atletas que se arriscam na prática desse gênero esportivo, a capacidade de manter-se compenetrado controlando sua habilidade para solucionar eventuais adversidades é uma questão de sobrevivência. Qualquer descuido, por menor que seja, representa risco de morte.

Voltando nossa atenção para as atividades militares/policiais de natureza especial, é possível fazer uma analogia da tenacidade mental requerida do Elemento de Operações Especiais (ElmOpEsp) com a capacidade de concentração dos atletas de aventura de alto rendimento.

Por serem consideradas como ações de natureza crítica aos interesses dos Estados que as patrocinam dependendo do modo como são empregadas e conduzidas, as Operações Especiais (OpEsp), necessariamente, devem ser executadas pelos quadros operacionais da(s) unidade(s) engajada(s) com o maior zelo e aplicação possível devido ao caráter sensível das implicações envolvidas. Desse modo, dispor de uma mente focada na execução de suas tarefas e no cumprimento dos objetivos estabelecidos é uma condição indispensável para o ElmOpEsp.

Como se não bastasse o elevado nível de criticidade e a tensão gerada por ele, no desempenho de suas tarefas operativas os operadores são submetidos a uma grande diversidade de agentes estressores que sistematicamente colocam todas suas capacidades (incluindo a concentração) à prova.

Fotografia 3: PJs (Para Jumpers) da Força Aérea norte-americana executam exercício de resgate em combate juntamente com o 103º Esquadrão de Resgate (103th Rescue Squadron) da ala aérea da Guarda Nacional de Nova York. (Fonte: Disponível em: https://health.mil/News/Articles/2015/10/20/Air-Force-Pararescue-Im-BATMAN Acesso em: 23 ago. 2017).

Estudado e denominado por cientistas ocidentais como “Flow” (Estado de Fluxo), esta condição específica da consciência humana, desejável por ocasião da sensação de profundo envolvimento e controle que proporciona, levando o indivíduo a alcançar o ápice de sua performance física e psicológica, caracteriza-se pelo advento de algumas manifestações: clareza mental; distanciamento emocional; capacidade de tomar decisões em conformidade com o nível de complexidade da tarefa executada; distorções relacionadas à percepção do tempo (minutos parecem durar uma fração de segundo enquanto poucos minutos parecem durar longas horas).

No desempenho das tarefas operativas à cargo dos quadros operacionais das FOpEsp, seria conveniente que cada operador buscasse desenvolver capacidades psicológicas que fomentem a manifestação deste estado mental enquanto realiza as obrigações que lhe foram conferidas, não importando se a missão em questão é de natureza simples ou complexa, se é definida como sendo de alta criticidade ou não.

Por mais que as manifestações desse estado de consciência sejam, na maioria dos casos, experimentadas diariamente por cada um de nós de forma absolutamente efêmera, arrefecendo de forma tão repentina e surpreendente quanto surgiram, o que se deseja para o ElmOpEsp é que cada operador (considerando o princípio da individualidade), consciente das especificidades de sua profissão, encontre caminhos que favoreçam sua capacidade de controlar o surgimento e o desaparecimento dessas manifestações conforme sua vontade, ligando-as e desligando-as como faz com um interruptor de corrente elétrica. Cabe a cada um trilhar o próprio caminho para explorar o máximo potencial de suas capacidades humanas (físicas, intelectuais e psicológicas) no intuito de encontrar esse estado mental de superação dos limites e realização de proezas extraordinárias.

Fonte:  FOpEsp (Forças de Operações Especiais) 

 

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ADSUMUS

ADSUMUS: 2º Batalhão de Operações Ribeirinhas (2ºBtlOpRib) implanta projeto de cão farejador para busca e salvamento

Comandante do 2ºBtlOpRib juntamente com os militares da seção de cães e da carpintaria

O 2º Batalhão de Operações Ribeirinhas (2ºBtlOpRib) está implantando o projeto de cão farejador nas atividades de Busca e Salvamento – SAR (sigla em inglês para Search and Rescue) de vítimas de naufrágios ou afogamentos na região da Amazônia Oriental. No período de 15 de junho a 17 de agosto, nas instalações próprias do seu canil, foi encerrada a primeira fase do adestramento. O objetivo da iniciativa é reduzir o tempo de busca e, assim, aumentar as chances de resgatar sobreviventes.

Para emprego dos cães farejadores, foram focados os recentes acidentes com embarcações na área de jurisdição do Comando do 4º Distrito Naval em que o SAR foi acionado.

A preparação inicial ocorreu por meio da apresentação do material, equipamento e adaptação aos meios de transporte com objetivo de proporcionar uma realidade bem aproximada do cenário de atuação dos animais. A participação dos militares do canil do 2ºBtlOpRib nesse processo foi importante para a manutenção do binômio “homem x cão”, assim como da interação com a equipe de mergulhadores do Grupamento Marítimo e Fluvial, do Corpo de Bombeiros Militar do Pará, que, em conjunto, realizarão os trabalhos de SAR.

Fonte: MB