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FX2: Representante da Saab admite que contratou lobista para chegar a Lula

Em seu depoimento à Justiça Federal, Bengt Janer, o Diretor do Programa Gripen no Brasil para a Saab, conta que contratou o lobista Mauro Marcondes porque “não conseguia chegar no ministro Nelson Jobim e no presidente Lula”.

Janer deixa claro que, apesar da concorrência técnica, a decisão política era fundamental. Por isso, a necessidade de se aproximar da cúpula do governo, especialmente de Lula.

“Como o ministro da defesa não nos recebia e não se mostrava interessado na nossa proposta…Ele dizia que nosso avião era de papel… Nós nos aproximamos do Mauro para que ele levasse nosso projeto aos contatos dele, inclusive ao presidente da República.”

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O sueco diz que Mauro falava da antiga relação dele com Lula. “Quando o conheci, o Mauro falou sobre o passado dele, que foi um dos pioneiros na área de negociação com os sindicatos e tinha introduzido (sic) o sindicato metalúrgico com os sindicatos da Europa.”

“A venda de caças é um projeto extremamente político. Veja o presidente da França, dos Estados Unidos… A Suécia não tinha o mesmo acesso que tinham os outros.”

Bengt Janer, também contou também à Justiça Federal que o contrato com o lobista Mauro Marcondes, além de pagamentos mensais para abrir caminho para a Saab até Lula, previa o pagamento de um “bônus de sucesso”, que ele não soube dizer o valor.

O sucesso foi total.

 

Fonte: O Antagonista

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K-141 KURSK, 17 anos da morte de um gigante.

Por Iuri Gomes, para o Plano Brasil

O Kursk era um submarino nuclear da classe OSCAR II, lançador de mísseis de cruzeiro(SSGN), foi comissionado na frota do mar do norte em 1994, era um dos mais novos de sua classe e o mais poderoso submarino anti-navio do mundo.

O Kursk fazia parte da frota do norte da Rússia, que havia sofrido cortes de financiamento ao longo dos anos 1990. Muitos de seus submarinos estavam ancorados e enferrujando na base naval Zapadnaya Litsa, a 100 quilômetros (62 milhas) a partir de Murmansk, pois havia muito pouco recursos para uma quantidade tão grande de navios. No fim da década, em 1999, houve uma espécie de renascimento para a frota. O Kursk realizou uma missão de reconhecimento com sucesso na região do Mediterrâneo, seguindo a sexta frota americana durante a guerra do Kosovo. Em agosto do ano 2000 a Frota Russa buscava o maior exercício naval após nove anos do colapso da União Soviética, envolvendo quatro submarinos de ataque, o navio capitânia da Frota do Norte Pyotr Velikiy (“Pedro, o Grande” Cruzador nuclear classe- Kirov) e uma flotilha de navios menores. Em 12 de agosto de 2000, oK-141kursk sofreu uma explosão enquanto se preparava para disparar contra “Pyotr Velikiy” no exercício. Os relatórios posteriores  indicavam que a explosão foi devido à falha de um dos torpedos do Kursk movidos a peróxido de hidrogênio do modelo Type 65.

A explosão foi equivalente à detonação 100-250 kg de TNT e registrou um tremor de terra de 2.2 na escala Richter. O submarino afundou em águas relativamente rasas, assentando em 108 metros de profundidade e cerca de 135 quilômetros  ao largo Severomorsk . A segunda explosão, 135 segundos após o evento inicial, medida entre 3,5 e 4,4 graus na escala Richter, o equivalente a 3-7 toneladas de TNT. Uma dessas explosões fez com que grandes pedaços de detritos fosse lançados em volta do submarino. Apesar de tentativas de resgate oferecidas pelos norte-americanos, britânicos e noruegueses, a Rússia recusou as ofertas iniciais de resgate temendo que os segredos de uma de suas mais poderosas armas vazassem. Todos os 118 marinheiros e oficiais a bordo de Kursk pereceram. O Capitão Tenente Dmitriy Kolesnikov, um dos sobreviventes da primeira explosão, sobreviveu no compartimento 9 na  popa do barco, depois da segunda explosão, que destruiu os espaços a frente do compartimento 9 do submarino. Mergulhadores de resgate encontraram notas sobre seu corpo junto com outros 22 marinheiros de 118 a bordo. A segunda explosão destruiu uma grande parte do submarino (pelo menos 4 dos 9 compartimentos) matando até 95 dos 118 membros da tripulação e fazendo com que o submarino afundasse. Cerca de 23 membros da tripulação sobreviveram ao naufrágio e refugiou-se no nono compartimento onde morreram devido ao envenenamento por monóxido de carbono na sequência de um incêndio no local (entre 6 e 32 horas após o naufrágio).

Carta escrita pelo A nota do Capitão-Tenente do submarino Kursk Dmitri Kolesnikov

Carta:

A nota do Capitão-Tenente do submarino Kursk Dmitri Kolesnikov:

Está escuro aqui a escrever, mas vou tentar pelo tato, parece que não há chances, 10-20%. Vamos torcer para que pelo menos alguém leia isto. Aqui está a lista de pessoal de outras seções, que estão agora no nono e tentará sair. Cumprimentos a todos, sem necessidade de ficar desesperados.”

Carta escrita pelo A nota do Capitão-Tenente do submarino Kursk Dmitri Kolesnikov

Depois dessa tragédia, o governo russo começou a investir em modernos equipamentos de resgate e novas medidas para garantir a segurança dos submarinistas

navio de resgate da Marinha russa”Igor Belousov”

Hoje a marinha russa dispõe de um dos mais modernos navios de resgate do mundo, o Project 21300S “ Igor Belousov “ , O projeto “Igor Belousov” consiste em um navio de salvamento e resgate de submarinos e inaugura uma nova era no resgate a tripulações sinistradas. O navio é dotado dos mais modernos sistemas e sensores entre eles ROVS (Veículos submarinos não tripulados) e sistemas remotos de salvamento de origem italiana.

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Quinta edição do “Café com Tiro” acontece hoje no Distrito Federal

A 5ª edição do “Café com Tiro” acontece hoje no Batalhão da Guarda Presidencial, em Brasília. O evento, organizado pelo Exército Brasileiro, tem como objetivo oferecer a prática de tiro aos militares das áreas administrativas.

A Taurus e a CBC estarão presentes na ocasião com demonstrações de armas ativadas e desativadas, para que os militares tenham contato com o peso, tamanho e usabilidade dos armamentos.

Segundo João Anele, consultor da Taurus, este evento é muito interessante para os militares, pois apesar de possuírem porte eles ficam muito tempo focados em atividades administrativas. “Cada militar convidado pode participar efetuando alguns disparos com a equipe especializada da Taurus, CBC e os militares mais experientes do próprio Exército”, diz.

Fonte: Taurus

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Conheça o sistema de segurança DTS (Dual Trigger Safety) das pistolas Taurus TS Striker

A Taurus, comprometida com a excelência dos produtos que fabrica, desenvolveu o exclusivo sistema de segurança batizado de Dupla Trava de Gatilho (DTS – Dual Trigger Safety).

Exclusivo para a TS Striker, modelo que integra a nova família de armas táticas da companhia – a T Series, o equipamento foi desenvolvido atendendo os mais exigentes padrões de qualidade e segurança do mundo.

As armas de pronto uso da Taurus são tradicionalmente produzidas com três travas de segurança incorporadas ao sistema: trava de gatilho, trava de percussor com bloqueio físico e trava de queda. A novidade do novo sistema, incorporado no guarda-mato do armamento, é uma tramela que, ao ser acionada pelo usuário, posiciona-se atrás do gatilho impedindo o seu acionamento.

A nova TS Striker tornará o portfólio da Taurus ainda mais completo e preparado para atender as necessidades das forças de defesa do Brasil e do Mundo.

Pistola TS Series

A pistola TS Series é a nova arma de pronto emprego da Taurus. A linha será oferecida nos calibres 9mm, .40 S&W e .380 ACP, nas versões Full Size e Compacta.

Equipadas com o inovador sistema de segurança de Dupla Trava de Gatilho (DTS – Dual Trigger Safety), trava de percussor com bloqueio físico e trava de queda, as novas pistolas superaram os mais rígidos protocolos de teste de resistência e segurança.

A linha TS possui peças intercambiáveis e será produzida na nova fábrica da Taurus em São Leopoldo (RS). A unidade concentra, desde 2016, toda a produção da companhia e é uma das mais avançadas do mundo, empregando processos inovadores na indústria de armamentos, que proporcionam maior eficiência na operação e garantem a qualidade superior das armas Taurus.

A pistola TS Series é fruto de um projeto arrojado que a torna mais robusta, rápida e facilita sua manutenção. O design inovador, sem cantos vivos ou teclas externas, evita que o equipamento trave e facilita o pronto emprego. O retém do carregador é ambidestro e a arma oferece indicador de munição na câmara. O novo sistema de desmontagem do conjunto do ferrolho e a culatra removível demonstram o nível de inovação incorporado pela TS. Já o perfil baixo do ferrolho oferece uma rápida recuperação de visada devido ao recuo reduzido.

Antes do lançamento, as pistolas passaram pelo novo e mais rigoroso protocolo de homologação da Taurus, que contempla 10 mil tiros com munição CBC Gold e prova de queda a dois metros de altura contra piso metálico. As armas possuem também um eficiente sistema de estancamento contra pó, areia e lodo/lama, atendendo normas internacionais de resistência ao ambiente (MIL-STD-810 G).

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Força Aérea do Peru desenvolve dois drones

Ricuk e Amaru, as últimas criações do CIDEP, são o resultado de diferentes VANTs, cujas características e capacidade foram melhoradas. (Foto: Gonzalo Silva Infante)

Gonzalo Silva Infante/Diálogo

Cerca de 70 pessoas, entre civis e militares, trabalham na inovação em ciência e tecnologia para oferecer ferramentas melhores a suas equipes.

A Força Aérea do Peru (FAP) conta com o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Projetos (CIDEP) desde 1993, criado para desenvolver simuladores de aeronaves Cessna A-37. O projeto esteve sob a responsabilidade dos oficiais da área de eletrônica. Após o bom resultado, também desenvolveram uma série de simuladores que facilitam o treinamento, como também vários exercícios para aeronaves, sistemas antiaéreos, tiro com fuzil e paraquedas.

Desde então, o CIDEP cresceu e aperfeiçoou sua capacidade ao longo de quase 25 anos como unidade da FAP, principalmente após as novas exigências, tecnologias e o desenvolvimento de novas capacidades das equipes de tal unidade. Desde 2010 se trabalha no desenvolvimento de drones ou veículos aéreos não tripulados (VANT), que foram aperfeiçoados até chegar aos recentes Ricuk (“observador” em quechua) e Amaru (“serpente de olhos vermelhos”, segundo a mitologia inca), evidenciando o conhecimento adquirido nos anos em que o CIDEP vem operando.

“Começamos com modelos básicos, a partir do aeromodelismo”, disse à Diálogo o Coronel da FAP Miguel Palomino Fonseca, diretor do CIDEP. “Pouco a pouco, foi possível integrar uma série de sistemas e equipamentos que permitem contar com uma plataforma aérea não tripulada para desenvolver diferentes atividades, sejam para vigilância aérea, reconhecimento, segurança ou inteligência.”

Além dos VANTs, é desenvolvido o Sistema EcoBox no CIDEP para facilitar a comunicação entre pilotos, torres de controle e simuladores. (Foto: Gonzalo Silva Infante)

Aprendizagem aplicada

O apoio inicial para os VANTs Ricuk e Amaru foi obtido graças ao Conselho Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação Tecnológica, que aprovou o orçamento para os projetos. Desta forma, a FAP começou a trabalhar com a Marinha de Guerra do Peru em um projeto conjunto de defesa.

Após quatro anos de trabalho entre as duas instituições e com os primeiros passos para o desenvolvimento dos VANTs, realizaram um projeto entre Peru e Coreia do Sul, no qual construíram o simulador para a instrução básica na formação de pilotos. No caso dos VANTs, desenvolveram o drone Scanner, de uso exclusivo para educação e instrução. “Quando essas experiências de transferência de conhecimento tecnológico ocorrem, a instituição pede que se aplique o que foi aprendido, ou seja, gestiona-se o conhecimento”, disse o Major Juan Talavera, chefe do departamento de imprensa da FAP.

Cenários diferentes envolvem a ação das Forças Armadas e os desastres naturais habituais que ocorrem no Peru demandam mais ações de prevenção. Nesse sentido, os VANTs se tornam ferramentas muito úteis e econômicas. “Precisávamos de um sistema de ação imediata, que permitisse contar com ajuda para enfrentar desastres naturais e realizar a vigilância da área afetada para obter informações imediatas on-line. Assim nasceu o Ricuk”, disse o Cel Palomino.

O Ricuk já está em funcionamento. Sua estrutura foi reforçada com fibra de carbono, com sensores de grande alcance para realizar a vigilância. Ele pode voar por até uma hora a 500 metros de altura e afastar-se da sua base de controle a uma distância de até 15 quilômetros.

Por sua parte, o Amaru ainda está em desenvolvimento. “Assim como fizemos com a aeronave pequena, precisamos realizar testes: colocar o motor e simular a carga para poder abrir o paraquedas. Temos um grupo grande de engenheiros e profissionais que está supervisionando os trabalhos”, explicou o Cel Palomino.

A principal característica do Amaru é sua autonomia. Ele voa e aterrissa sozinho. A distância alcançada é de 50 quilômetros [de sua base] e a altura é de até 1.000 metros. Ele voa até cinco horas e está equipado com sensores para tirar fotografias com câmeras infravermelhas, realizando trabalhos de vigilância, reconhecimento e inteligência. A aeronave mede 5,17 metros e possui um equipamento de paraquedas que minimiza possíveis danos e a perda de sensores, que são a parte mais cara de sua estrutura.

Quem trabalha no desenvolvimento dos VANTs no CIDEP são os engenheiros da FAP, formados na Escola de Oficiais, que oferece quatro cursos na área de ciências: Ciências da Administração Aeroespacial, Engenharia de Sistemas Aeroespaciais, Engenharia de Aeronáutica Aeroespacial e Engenharia Eletrônica Aeroespacial. “No CIDEP, desenvolvem-se outros tipos de projetos, como os de paraquedas e frenagem. Cada um deles custava US$ 26.000 no exterior. O CIDEP os desenvolveu por US$ 6.000”, disse o Maj Talavera,

A premissa de continuar melhorando

“A próxima aquisição de um sistema de monitoramento vai permitir levar a imagem vista pelo drone a qualquer lugar. O objetivo é o de poder levá-la ao COEN [Centro de Operações de Emergência Nacional] para poder ter a realidade do desastre em tempo real”, adiantou o Cel Palomino. O CIDEP pretende continuar potencializando e capacitando as 70 pessoas que, em diferentes funções, são responsáveis por desenvolver os projetos de ciência e tecnologia da FAP. “A FAP está sempre se atualizando. Somos uma instituição altamente tecnológica”, acrescentou o Maj Talavera.

Para poder alcançar esses objetivos, a FAP precisa de um orçamento maior, pois o conhecimento e a experiência estão à altura de outros centros de desenvolvimento de tecnologia. Por enquanto, o CIDEP já está trabalhando em seu próximo VANT, o Pisco (“ave” em quechua), que está previsto para ser apresentado oficialmente na Feira Internacional do Ar e do Espaço, que acontecerá no Chile entre 3 e 8 de abril de 2018.

Fonte: Diálogos Americas

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ADSUMUS: Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo (CIASC) e curso com Exército e PMERJ

Turma do Curso Expedito de Técnica de Ensino
No dia 2 de agosto, o Centro de Instrução Almirante Sylvio de Camargo (CIASC) realizou a Cerimônia de Encerramento do Curso Expedito de Técnica de Ensino e do Estágio de Viaturas Pesadas, que formou 29 militares, incluindo um sargento do Exército.
O objetivo foi suplementar a habilitação técnico-profissional dos oficiais, praças e civis, a fim de capacitá-los a planejar, conduzir e avaliar as atividades de ensino, de acordo com as concepções adotadas pela Marinha do Brasil.
Turma do Estágio de Operação de Viaturas Pesadas
O Estágio de Operação de Viaturas Pesadas, voltado a oficiais subalternos e praças, foi concluído por 25 militares, sendo quadro policiais do Comando de Operações Especiais da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (COE-PMERJ).
Fonte: MB