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Empresa turca Girsan oferece melhor preço e poderá fornecer pistolas à PM de SP

MC 28.40 SA

Sugestão Carlos Augusto

Desconhecida no mercado nacional, a empresa turca Girsan venceu nesta quinta (1) a disputa de melhor preço na licitação internacional realizada pela Polícia Militar de São Paulo para fornecimento de 5.000 pistolas.40 para a tropa de choque.

As pistolas deverão ser submetidas, agora, a uma série de testes de funcionamento e durabilidade. Se forem aprovadas, a Girsan será declarada a vencedora.

A empresa Turca apresentou um preço final de R$ 1.176 por unidade (com carregadores). Além dela, apenas uma outra empresa participou da disputa, a italiana Beretta, que ofereceu sua pistola pelo preço mínimo de R$ 1.609,50.

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“Não teremos nenhum lucro, mas essa venda é muito importante porque acaba com a reserva de mercado que existia”, disse Raphael Hakuk, um dos representantes da empresa no Brasil.

Ele se refere à exclusão da Taurus para a venda de pistolas à PM de São Paulo. Essa é a primeira vez em 20 anos que a corporação paulista, a maior compradora desse tipo de armamento do país, realizada uma concorrência internacional para compra de pistolas para a tropa.

Em cinco anos, a corporação desembolsou cerca de R$ 29 milhões.

A licitação internacional foi realizada pela PM paulista após autorização especial do Exército, em razão de penalidade imposta à Taurus. Ela foi impedida de contratar com o Estado por dois anos após problemas no fornecimento de metralhadoras à própria PM.

A Taurus vendeu 6.000 submetralhadoras à corporação, em um valor estimado de R$ 30 milhões, mas a qualidade das armas foi reprovada em testes e permaneceram dentro das caixas por mais de cinco anos.

Fonte: Folha de SP

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AFV-Brasil Artigos Exclusivos do Plano Brasil Brasil Defesa Sistemas de Armas Tecnologia

Com garras afiadas e DNA 100% Brasileiro... O lobo da AVIBRAS em breve no Plano Brasil

… Neste Sábado 12.08.2017,  fique plugado no AFV- Brasil…

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MISSÃO COMERCIAL DA IMBEL TEM INÍCIO COM A REALIZAÇÃO DO “CAFÉ COM TIRO DO COTER”

Antecedendo a 5ª edição do evento denominado “CAFÉ COM TIRO DO COLOG” programado para a próxima sexta-feira, dia 11 de agosto, a IMBEL deu início nesta terça-feira a uma missão comercial que se estenderá até a quinta-feira, destinada a divulgar produtos entre os seus clientes tradicionais e potenciais das Forças Armadas, Órgãos de Segurança Pública e demais instituições federais e distritais. A missão comercial foi planejada e conduzida pela Diretoria de Mercado da IMBEL, que contou com o apoio do 1º Regimento de Cavalaria de Guardas (1º RCGd) – Dragões da Independência.

Como tradicionalmente ocorre, a missão comercial da Empresa foi programada para a mesma semana do evento do COLOG, haja vista a presença em Brasília de exemplares dos diversos armamentos produzidos na Fábrica de Itajubá (FI). Abrindo a missão comercial da IMBEL, o Comando de Operações Terrestres (COTER) conduziu evento semelhante ao do Comando Logístico (COLOG), para o qual convidou diversos oficiais Generais a fim de conhecer, manusear e atirar com o fuzil 5,56 IA2 que foi adotado e padronizado pelo Exército Brasileiro.

O público formador de opinião da Força Terrestre que compareceu ao “CAFÉ COM TIRO DO COTER” realizou disparos com os inúmeros modelos de pistolas do portfólio IMBEL e pode conhecer o seu mais novo produto, a Carabina 7,62 IA2 que recentemente foi avaliada e homologada pelo Centro de Avaliações do Exército (CAEx). O novo armamento será oficialmente lançado no “CAFÉ COM TIRO DO COLOG” na próxima sexta-feira.

Fonte: IMBEL

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Fuzil e Carabina 7,62 IA2

Em breve, a linha de produtos IA2 estará completa com os novos fuzis e carabinas 7,62mm

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América do Sul Brasil Destaques Opinião

“Brasil é outro mundo”, diz ex-ministra da Justiça alemã

Em entrevista à DW, jurista e ex-deputada Herta Däubler-Gmelin afirma que nunca aconteceria na Alemanha de um presidente sob suspeita de corrupção e alvo de denúncia não renunciar imediatamente ao cargo.

A social-democrata Herta Däubler-Gmelin ocupou o cargo de ministra entre 1998 e 2002, no governo Gerhard Schröder

Para Herta Däubler-Gmelin, que ocupou o cargo de ministra da Justiça na Alemanha entre 1998 e 2002, é inconcebível  manter um político na liderança do país quando suspeitas de corrupção são apontadas pela Procuradoria-Geral. Mas isso é na Alemanha. O Brasil, segundo ela, “é outro mundo”.

A advogada, deputada federal por mais de 30 anos pelo Partido Social-Democrata (SPD), é professora na Universidade Livre de Berlim e veio ao Brasil participar de um debate público sobre democracia. Na visão de Däubler-Gmelin, magistrados não devem se intrometer nos conflitos políticos cotidianos. “Isso compromete a neutralidade e a independência do juiz”, afirma, em entrevista à DW.

DW Brasil: A senhora veio ao Brasil participar de um debate ao lado do ex-ministro Tarso Genro que, pelo título – “Política x Justiça: Qual o futuro da democracia?” –, coloca Justiça e política em lados opostos.

Herta Däubler-Gmelin: A intenção é refletir sobre a democracia que queremos. É uma democracia em que as decisões são tomadas de cima para baixo, em que algumas pessoas não são consideradas cidadãs, em que o sistema judiciário é usado apenas para privilegiar ricos e poderosos, para preservar privilégios? Ou queremos uma democracia participativa? Quais elementos precisam pertencer a essa democracia? Há bons exemplos, mas há exemplos muito ruins nesse sentido.

DW: Dentro dessas reflexões, qual é a tendência do Brasil?

Eu ouço que existem muitos acontecimentos preocupantes. Sob a perspectiva alemã, devo dizer que não é comum ver juízes interferirem nas disputas políticas cotidianas na Alemanha. Esse comportamento é, absolutamente, um “no go”. Isso não pode acontecer de forma alguma. Isso compromete a neutralidade do juiz, sua independência e até jurisdição. Isso coloca também a confiança da população na instituição em cheque.

Por outro lado, nunca aconteceria na Alemanha de um presidente sob suspeita de corrupção, com denúncia apresentada pela própria Procuradoria-Geral da República, não renunciar imediatamente ao cargo.

Tivemos um caso notório na Alemanha [renúncia do presidente Christian Wulff, em fevereiro de 2012]. Tratava-se de 700 Euros. Mas, obviamente, assim que o procurador-geral apresentou a denúncia, estava claro para a opinião pública que o presidente tinha que renunciar. E foi o que ele fez.

Aqui é outro mundo. Então eu posso entender a certa descrença que há aqui no atual desempenho do Judiciário, de alguns juízes e juízas – mas é claro que não estamos falando de todos, também há tendências completamente diferente, como sabemos.

DW: Como a senhora acompanha e avalia a atual crise política no Brasil?

Os acontecimentos políticos no Brasil estão sendo noticiados pela imprensa alemã e internacional. E depois de tudo o que vi e li nestes últimos dias, temo que esteja havendo um retrocesso cruel com impactos para a população mais pobre. É lamentável.

DW: O Brasil tem um sistema presidencialista, e, atualmente, boa parte do Congresso está sendo investigada. Como a senhora avalia o desempenho do Judiciário em garantir o bom funcionamento da democracia?

Quando o objetivo é garantir uma democracia participativa, os elementos que pude observar na Justiça daqui nem sempre são favoráveis. Existem muitas possibilidades de que alguns atores influenciem e conduzam processos de maneira parcial. E nessa interação, quando também se considera o papel do presidente, vemos uma estranha parcialidade entre Judiciário e Legislativo, ou até uma cegueira em relação às suspeitas de corrupção envolvendo políticos que precisam ser investigadas. Isso é muito preocupante e não é de se admirar a queda extraordinária da confiança nas instituições.

DW: Quão importante é investigar suspeitas de corrupção para manter a democracia fortalecida?

A corrupção parece ser um problema muito grave no Brasil. Por isso eu apoio muito o combate a corrupção. Mas é necessária uma luta ampla, em todas as direções, independentemente do partido. Se um presidente governa pelos interesses de poucos poderosos e recebe um tratamento diferente, mesmo anteriormente tendo se posicionado a favor de uma democracia participativa e da inclusão dos mais pobres, então é uma catástrofe.

DW: O autoritarismo e extremismo político parecem estar se espalhando pelo mundo. Como a senhora avalia essa tendência?

Há diferentes ameaças à democracia. As correntes mais autoritárias e conservadoras estão mais fortes não apenas na América Latina, mas também na Europa. Lá também vemos uma queda significativa da confiança na democracia, por motivos diferentes. Também há a questão do autoritarismo, como alguns partidos na Polônia ou na Hungria, que pregam de maneira muito forte elementos antidemocráticos e que tentam, dessa forma, se estabilizar como um poder. Pessoalmente, não acho que isso possa se concretizar em médio prazo.

Por outro lado, naturalmente há também problemas relacionados à globalização que têm um efeito muito negativo sobre a democracia. Pois muitas pessoas têm a impressão de que as decisões não acontecem mais na política, mas no campo da economia. Então elas ficam inquietas quando têm a sensação de que os políticos não cuidam mais de seus interesses ou de suas necessidades.

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ADSUMUS: Grupamento de Fuzileiros Navais de Natal (GptFNNa) realiza exercícios de Garantia da Lei e da Ordem em Natal(RN)

Exercícios contaram com o apoio da Polícia Militar
O Grupamento de Fuzileiros Navais de Natal (GptFNNa) realizou, no período de 17 a 21 de julho, exercício de Garantia da Lei e da Ordem (GLO). Entre os dias 17 e 19 de julho, foi realizado um adestramento interno nas instalações da Estação Radiogoniométrica da Marinha em Natal e, entre 19 e 21 de julho, nas Vilas Navais, Próprios Nacionais Residenciais e adjacências.
O exercício teve como missão realizar adestramento no nível subunidade do GptFNNa, a fim de elevar o grau de prontidão em operações de GLO. Contou com o apoio da Polícia Militar do Rio Grande do Norte e da Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana.
Fuzileiros Navais em exercícios de GLO em Natal
Durante a operação, foram realizados 28 patrulhamentos motorizados e 14 patrulhamentos a pé. Foram abordados 125 veículos e 53 pessoas pela Polícia Militar, sendo duas motos apreendidas. Além disso, durante o período, os militares realizaram ação de presença na área das vilas navais em Natal.
Fonte: MB