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Plano Brasil/MD/FAB/EMBRAER/Análise: “Força Aérea Brasileira (FAB) incorpora a sua primeira aeronave de transporte multimissão KC 390”

NOTA DO PLANO BRASIL, por Gérsio Mutti: Plano Brasil/MD/FAB/EMBRAER/Análise: Força Aérea Brasileira (FAB) incorpora a sua primeira aeronave de transporte multimissão KC 390.

 

“A incorporação do KC-390 na Força Aérea Brasileira é um marco na aviação militar. Sua modernidade trará uma implementação e aperfeiçoamento na doutrina de emprego desse vetor multimissão, contribuindo sobremaneira para o cumprimento da missão de controlar, defender e integrar os 22 milhões de quilômetros quadrados sob nossa responsabilidade”. Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Antonio Carlos Moretti Bermudez.

 

“A entrada em serviço do KC-390 na FAB representa um marco importante para o programa e certamente aumentará o crescente interesse internacional por essa aeronave, consolidando o caminho para novas vendas”. Jackson Schneider, Presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança.

 

[embedyt] https://www.youtube.com/watch?v=DPJtgVemPnY[/embedyt]

 

FAB: KC-390 – O FUTURO É AGORA

 

 

FAB recebe novo avião militar KC-390

Aeronave é a maior fabricada no Hemisfério Sul

 

 

Publicado em 04/09/2019 – 13:15

 

Por Pedro Rafael Vilela – Repórter da Agência Brasil, Anápolis

 

A Força Aérea Brasileira (FAB) recebeu hoje (4), oficialmente, sua mais nova aeronave militar, o KC-390, fabricado no país em parceria com a Empresa Brasileira de Aeronáutica SA (Embraer). A cerimônia de entrega do avião ocorreu na Ala 2 da Base Aérea de Anápolis, em Goiás, e contou com a participação do presidente da República, Jair Bolsonaro, do ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, e de comandantes das Forças Armadas, além de diversas autoridades, incluindo o governador de Goiás, Ronaldo Caiado e parlamentares.

 

Ao discursar durante a cerimônia, Bolsonaro falou em soberania e voltou a criticar declarações de líderes estrangeiros sobre o hipotético estabelecimento de uma governança internacional sobre a Amazônia, como chegou a ser sugerido pelo presidente da França, Emannuel Macron. “O Brasil é um país pacífico, mas não pode continuar, nem continuará sendo passivo a esse tipo de agressão. A Amazônia brasileira é nossa”, disse.

 

Para o presidente, a repercussão internacional de notícias dos incêndios na Floresta Amazônica, que têm sido objeto de declarações de organismos internacionais e de presidentes de outros países, também serviu para unificar a população brasileira em torno do sentimento de patriotismo. “Isso que aconteceu nos últimos dias foi muito bom para despertar o patriotismo entre nós”, acrescentou.

 

O KC-390 é o maior avião militar desenvolvido e fabricado no Hemisfério Sul. Segundo a FAB, a aeronave tem condições de realizar todo tipo de operação de transporte como o de paraquedistas e tropas militares e de lançamento de cargas, além de missões de reabastecimento em voo, evacuação aeromédica, socorro humanitário, busca e resgate e combate a incêndios. A aeronave tem ainda capacidade de operar em pistas não pavimentadas ou danificadas e em praticamente qualquer parte do planeta, incluindo a Antártida e regiões de floresta, como a Amazônia.

 

As primeiras unidades da aeronave multimissão ficarão sediadas na Ala 2 da Base Aérea de Anápolis. Em 2014, o governo brasileiro adquiriu 28 aviões KC-390, que vão substituir, de forma paulatina, o cargueiro C-130 Hércules. A Embraer não informa o custo unitário da nova aeronave, porque o valor final varia conforme a customização exigida pelo clientes. O governo de Portugal também fechou contrato para a compra de 5 unidades do KC-390.

 

Em seu discurso, o ministro da Defesa, Fernando Azevedo e Silva, disse que a entrega da aeronave consolida uma posição importante do Brasil no mercado internacional de veículos militares.

 

“A entrega do avião, além de representar significativo incremento na capacidade operacional da Força Aérea, representa um potencial para a ampliação da participação brasileira no mercado internacional de defesa, possibilitando inegável contribuição para a economia do país. No mês passado, como já foi anunciado, Portugal formalizou a encomenda de seis aviões KC-390, abrindo as portas da Otan [Organização do Tratado do Atlântico Norte] para essas aeronaves. Além disso, a recente posição do Brasil, como aliado preferencial extra-Otan, amplia mais as possibilidades”, afirmou o ministro.

 

Tecnologia

 

De acordo com a FAB, o KC-390 é o único da sua categoria que conta com sistema de comando de voo por impulsos elétricos (fly-by-wire, em inglês), que controla eletronicamente o comportamento da aeronave durante o voo, garantindo mais precisão nas manobras e reduzindo a carga de trabalho da tripulação.

 

O novo modelo da FAB tem 35,2 metros de comprimento, 35,05 de envergadura e 11,84 de altura. Com capacidade de carga de até 26 toneladas, o avião pode transportar armamento pesado, como lança-foguetes, veículos blindados de combate e até helicópteros. O avião também tem autonomia para percorrer uma distância de 6 mil quilômetros sem reabastecer, podendo atingir velocidade máxima de 870 km/h e atingir até 11 mil metros de altura, graças à configuração com dois motores Turbofan Aero Engines V2500, de última geração.

 

Fonte: Agência Brasil (EBC) ( http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2019-09/fab-recebe-novo-aviao-militar-kc-390 )

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Artigos Exclusivos do Plano Brasil Defesa Sistemas Navais

Itaguaí Construções Navais comemora dez anos com avanços no PROSUB

Próximo passo será a integração do submarino Humaitá

 

 

Rio de Janeiro, 21 de agosto de 2019 – A Itaguaí Construções Navais comemorou hoje, 21/08, os dez anos de criação da empresa, que é responsável por executar o PROSUB, o Programa de Desenvolvimento de Submarinos da Marinha do Brasil. A data marca uma década da assinatura do estatuto da ICN, formada pelos sócios Naval Group e OEC (Odebrecht Engenharia e Construção). A comemoração ocorreu nas instalações do estaleiro, localizado em Itaguaí (RJ), com a presença dos dois mil integrantes, além de representantes da Marinha do Brasil e da ICN.

O PROSUB prevê a fabricação simultânea de quatros submarinos convencionais, os mais modernos do mundo nesta categoria, e do primeiro submarino com propulsão nuclear da América Latina, que alçará o Brasil ao grupo de apenas seis países que detêm essa tecnologia. Em outubro deste ano ocorrerá a integração do segundo submarino convencional, o Humaitá. Em dezembro de 2018, a primeira embarcação do programa, o submarino Riachuelo, foi lançado ao mar e iniciado os testes de comissionamento dos equipamentos.

Durante a solenidade de hoje, o presidente da ICN, André Portalis, enfatizou que o grande mérito do trabalho destes dez anos foi a capacitação técnica, a evolução contínua da empresa e o apoio da recebido da Marinha do Brasil:

 

– Somos orgulhosos do êxito alcançado, sobretudo, com a integração de equipes, com o programa de transferência de tecnologia e o estímulo permanente recebido da Marinha brasileira, da qual somos uma ferramenta industrial e é a nossa razão de existir. Nosso projeto já atingiu vários marcos importantes desde 2013, quando iniciamos a operação na fábrica da UFEM (Unidade de Fabricação de Estruturas Metálicas) até o lançamento do submarino Riachuelo, no final do ano passado.

A UFEM é o complexo fabril, com 45 edificações e 57 mil metros quadrados, construído para abrigar a fábrica de componentes dos submarinos do PROSUB. Além da área administrativa, a UFEM também é composta por um prédio principal, com diversas oficinas e o almoxarifado. A Unidade foi inaugurada em março de 2013.  

O engenheiro Pedro Moreira, diretor de contrato do Estaleiro e da Base Naval (EBN), espaço do complexo ICN onde os submarinos são construídos, e representante do sócio OEC, lembrou que a ICN se tornou um polo de desenvolvimento tecnológico do País.

– Os nossos integrantes desenvolveram competências técnicas que não estavam disponíveis. Esse é um dos grandes méritos do PROSUB para o desenvolvimento econômico do Brasil e reafirma a enorme capacidade da engenharia nacional.

O contra-almirante Celso Koga, gerente da Coordenadoria-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear, lembrou como eram grandes os desafios de dez anos atrás:  

– Criar a ICN, uma empresa privada para construir os nossos submarinos, não se mostrava um projeto o simples. Mas a companhia se mostrou resiliente e capacitou sua mão de obra nas mais diferentes áreas. Estamos no caminho certo para alcançar nosso objetivo maior que é a construção do Álvaro Alberto, o primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear.

Durante a cerimônia, o contra-almirante Paulo Demby, chefe de Relações Institucionais e Comunicação da Diretoria Geral Nuclear e Tecnológica da Marinha, lembrou que, além de estratégico para o País, o PROSUB estimulou o desenvolvimento de toda a região sul do Rio de Janeiro, onde está a ICN está instalada.

– Uma notória região deteriorada da Baía de Sepetiba se transformou em um moderno estaleiro, com espaços com tecnologia de ponta da indústria naval mundial, como o simulador e o ship lift (rampa de lançamento dos submarinos).   

 

Transferência de tecnologia

 

O PROSUB gerou o desenvolvimento de toda cadeia produtiva no País, a partir do programa de transferência de tecnologia militar entre a França e o Brasil, ajudando a impulsionar a indústria naval de defesa, a capacitar o mercado de trabalho nacional e a gerar milhares de empregos com alta especialização técnica. Mais de 100 empresas nacionais atuam como fornecedoras de tecnologia e produtos para o desenvolvimento dos submarinos e das obras. Cerca de 90% de todos os equipamentos usados no Estaleiro Base Naval são adquiridos de empresas instaladas no Brasil. As obras, sob responsabilidade da OEC, também estimularam o desenvolvimento de novos equipamentos, feitos sob medida para o desafio lançado pelo programa.

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Aviação Defesa Traduções-Plano Brasil

Força Aérea Tcheca adquirirá helicopteros Bell UH-1Y e AH-1Z

Tradução e adaptação-E.M.Pinto

A Força Aérea Tcheca adquirirá oito utilitários UH-1Y Venom e quatro helicópteros de combate AH-1Z Viper O contrato de US $ 625 milhões deverá ser concluído até o final do ano.

O primeiro-ministro tcheco, Andrej Babiš, anunciou em 22 de agosto que a Força Aérea Tcheca adquirirá 12 novos helicópteros dos Estados Unidos. A República Tcheca selecionou o programa Bell Helicopter  como vencedor e vai adquirir oito utilitários UH-1Y Venom e quatro helicópteros de ataque AH-1Z Viper.

Superando a oferta da Lockheed Martin Sikorsky UH-60M. O contrato intergovernamental, estimado em US $ 625 milhões não considera o imposto sobre valor agregado, e deve ser aprovado pelo Ministério da Defesa da República Tcheca (MoD) e pelo governo nos próximos meses. A Força Aérea Tcheca pretende operar todos os 12 helicópteros a partir de 2023.

“O sistema H-1 (combinação de helicópteros Venom e Viper) oferece tudo o que solicitamos”, disse o general Aleš Opata, chefe do estado-maior geral das forças armadas da República Tcheca. Os novos helicópteros serão usados ​​para apoio ao combate, transporte de tropas e evacuação médica. “Gostaríamos de concluir o contrato até o final do ano”, disse o ministro da Defesa tcheco, Lubomír Metnar. A República Tcheca será o primeiro país da Europa Central e Oriental a operar helicópteros UH-1Y e AH-1Z.

Os helicópteros serão armados com mísseis AGM-114 Hellfire e canhões M197 20 mm. A oferta dos EUA prevê cooperação com a indústria de defesa Tcheca. Várias empresas estão interessadas no contrato, incluindo Aero Vodochody, Ray Service e LOM Praha.

Fonte: Janes

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Aviação Defesa Traduções-Plano Brasil

Egito assina acordo de US $ 2 bilhões para a compra de 50 caças russos

Egito assina acordo de US $ 2 bilhões para 50 caças da Rússia

 

 

Tradução-E.M.Pinto

 

A Força Aérea Egípcia assinou um acordo militar para compra 50 aviões combate MiG-35 da Rússia. O acordo de US $ 2 bilhões, é o maior da era pós-soviética, e supera o que foi assinado entre o Cairo e Moscou em abril de 2015.

O primeiro acordo previa a entrega até 2020 de  24 caças MiG-29M da Rússia. O novo acordo prevê a adoção de uma aeronave bem mais moderna e atualizada, o MiG-35 é uma aeronave oriunda de um projeto de revisão completa do MiG-29 básico. A aeronave possui uma capacidade multifuncional mais robusta, com uso aprimorado de armas de alta precisão ar-ar e ar-solo. Além disso, ele possui um alcance de combate aumentado devido a um aumento em sua capacidade interna de combustível.

A cooperação mútua entre os dois países foi potencializada após a posse de Al-Sisi em junho de 2014, particularmente no nível de apoio militar, no entanto, as relações se deterioraram depois que um avião de passageiros russo caiu sobre a península do Sinai em outubro de 2015. A retomada do tráfego aéreo russo na capital egípcia do Cairo no ano passado teve um papel significativo na mitigação das relações entre os dois países.

Fonte: Midle East Monitor

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Aviação Defesa Traduções-Plano Brasil

Mi-28NM irá aumentar a velocidade devido a novas lâminas

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

O mais recente helicóptero de ataque Mi-28NM “Night Hunter” receberá um sistema de pás de rotor modernizado e mais avançado. Como resultado, a velocidade da aeronave  aumentará em 10 a 20 km/h, melhorando  o desempenho básico do vôo.

As aeronaves possuem melhoramentos nos sistemas automáticos de controle de voo da aeronave além de ser muitas vezes mais letal do que a versão anterior devido aos novos sistemas em estado de arte e capacidade de comandar o ataque de drones contra alvos em todo o campo de batalha.
Para aumentar a capacidade destrutiva, a aeronave faz uso do novo sistema de mísseis Chrysanthemum, que possui um sistema de controle eletrônico, e permite a destruição de carros com proteção de blindagem de até 1200 mm a uma distância de até seis quilômetros em quaisquer condições.
Além desta arma, Um míssil com alcance de até 25 quilometros também foi desenvolvido para o Mi-28NM.

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drone de combate "Caçador" terá desenvolvimento acelerado por conta dos avanços no programa PAK FA

E.M.Pinto
 
Segundo o Ministério da Defesa da Rússia,  o drone de combate Su-70 “Caçador”, possui exímia capacidade furtiva superior ao próprio Su-57. A aeronave produzida em formato de “asa voadora” e dificilmente perceptível para radares, é projetado tanto para operação autônomas quanto para operações em conjunto com o futuro bombardeiro PAK-DA ou mesmo com os caças  Su-57.
O MD russo reportou que muitas tecnologias do Su-70 já estão desenvolvidas e que seu programa será bem curto, uma vez que muitas de suas tecnologias são herdadas dos desenvolvimentos para o caça de 5G que estão em fase final de testes de seus protótipos.
Em nota o MD russo afirma que dentre outras funções, o drone explorará por exemplo a localização das instalações de defesa aérea inimigas e as destruirá ao comando de um piloto de caça.
O caçador possui uma exímia capacidade de carga, inigualável a qualquer modelo já desenvolvido no mundo, com uma massa total de cerca de 24 toneladas o Caçador poderá transportar em baias internas, cerca de 8 toneladas de armamentos para as mais diferentes missões, SEAD, CAS, CAP e interceptação. 

 

Quando foi apresentado ao público o Su-70 “caçador” exibia as tubeiras traseiras dos seus motores que despertaram nos articulistas de defesa os questionamentos sobre suas capacidades furtivas. Entretanto, o drone equipado com uma variante dos motores AL-31F foi apresentado  na MAKS 2019 com um bocal plano oq ue deve reduzir significamente  a visibilidade  nas faixas de infravermelho.

Imagens Michael Jerdev

Melhorias aerodinâmicas são esperadas para serem  introduzidos num futuro próximo, em uma das etapas da produção em massa.

 

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Defesa Sistemas Navais Traduções-Plano Brasil

França prepara oferta de submarinos nucleares para a Índia

Tradução e Adaptação- E.M.Pinto

A França está buscando inovar no avanço de sua parceria estratégica com a Índia, colocando, pela primeira vez, submarinos de ataque com propulsão nuclear (SSN) em oferta. 

Fontes próximas à agenda do encontro entre o primeiro-ministro Narendra Modi e o presidente francês Emanuel Macron, marcada para 22 de agosto à noite em Paris antes da cúpula do G-7, revelaram que os franceses também devem oferecer 36 caças Rafale e torpedos para os submarinos Scorpene da Marinha Indiana em acordos Governo-a-Governo.

A Índia tem um programa ambicioso para construir seis submarinos de ataque movidos a energia nuclear a um custo aproximado de mais de 100.000 Crore. Os franceses provavelmente oferecerão parcerias para projetar e construir esses submarinos na Índia. O Grupo Naval da França está atualmente construindo os SSNs da classe Barracuda para a Marinha Francesa. 

Até agora, os únicos dois SSNs operados pela Índia foram adquiridos em locação da Rússia. A Marinha Indiana está operando atualmente um submarino da classe Akula, o INS Chakra. Também está adquirindo um segundo submarino na mesma classe em locação. Com longa resistência sob o mar, esses navios são poderosos instrumentos de negação do mar aos adversários. 
Um grande impulso também deve ser dado à oferta de mais 36 caças Rafale para a Força Aérea Indiana. O pedido de 2016 para o primeiro lote de 36 Rafales de aquisição emergencial a um custo de € 7,87 bilhões  tornou-se politicamente contestado. A Índia, entretanto, anunciou um novo programa para adquirir 114 aeronaves de caça multi-funções (MRFA) no âmbito do modelo de parceria estratégica. 
A resposta indiana à oferta francesa de um segundo lote de 36 caças Rafale da prateleira será observada de perto. O Rafale também deve competir na competição MRFA da Índia por atender a uma exigência maior. 
Contra uma exigência de 42 esquadrões de caça, a força está reduzida a 32, com vários outros esquadrões de aeronaves antigas da era  soviéticas prontas para o descomissionamento em um futuro próximo. 
Relatórios indicaram que a oferta francesa para o segundo lote de Rafales de prateleira na mesma configuração que os da ordem anterior seria significativamente mais barata, porque o custo dos aprimoramentos específicos da Índia e a instalação de infraestrutura de manutenção na Índia não necessitaria ser implantado novamente.
Enquanto isso, o Ministro da Defesa Rajnath Singh e o Chefe do Marechal da Aeronáutica, BS Dhanoa, devem viajar para a França em 19 de setembro para aceitar a primeira entrega do Rafale da ordem de 2016. A empresa francesa Dassault está sob contrato para fornecer todos os 36 caças até 2022.
A Índia busca torpedos  pesados para os 6 sob submarinos Scorpene, depois que o torpedo Black Shark, que havia sido listado anteriormente, ficou indisponível devido à lista negra do Grupo Finmeccanica / Leonardo que foi punida após o escândalo dos helicópteros da Agusta Westland. O Black Shark é fornecido pela WASS, uma empresa do grupo Leonardo. O governo francês está agora apoiando a oferta do Grupo Naval, o OEM do Scorpene, pelos  os torpedos F21.

 

Fonte:Defencenews

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Defesa Negócios e serviços Traduções-Plano Brasil

Turquia deseja expandir as relações no setor de defesa com a rússia

ZHUKOVSKY, 27 de agosto / TASS /. A Turquia está interessada na produção de material de defesa conjuntamente com a Rússia. Isto inclui a produção de caças, foi o que disse o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, sobre os resultados das conversações com seu colega russo Vladimir Putin nos bastidores do MAKS Air Show de 2019.

“Um dos principais passos nas relações com a Rússia é a produção conjunta [de sistemas de defesa antimísseis S-400], houve muitos rumores sobre isso, não lhes demos atenção alguma”, disse ele. “Gostaríamos de aplicar nossa solidariedade nesta área em outras esferas da indústria de defesa. Isso também pode se aplicar a aeronaves militares.”

O presidente russo, Vladimir Putin, disse aos repórteres sobre os resultados das negociações com Erdogan que eles discutiram a produção conjunta de equipamentos militares russos.

 “Nós discutimos a cooperação no programa Su-35 e até o possível trabalho no novo jato Su-57”, observou o líder russo. “Temos muitas oportunidades; demonstramos novos sistemas de armas e novos sistemas de guerra eletrônica”.

Em setembro de 2017, a Rússia informou sobre um contrato assinado com a Turquia para a compra de sistemas de defesa antimísseis russos S-400 no valor de US $ 2,5 bilhões. O contrato inclui a transferência parcial da tecnologia de produção para os turcos. O primeiro lote de sistemas S-400 foi entregue à Turquia de 12 de julho a 25 de julho.
 

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Plano Brasil/MB/CN/Turma ATAC/Análise: “Prêmio Anual 2019 do Clube Naval (CN), “Medalha Almirante Jaceguai”, conferido ao Comandante Costa Braga. Diga-se de passagem, reconhecimento mais do que merecido!”

NOTA DO PLANO BRASIL, por Gérsio Mutti: Plano Brasil (PB)/Marinha do Brasil (MB)/Clube Naval (CN)/Associação da Turma Aspirante Conde (ATAC)/Análise: “Prêmio Anual 2019 do Clube Naval (CN), “Medalha Almirante Jaceguai”, conferido ao Comandante Costa Braga. Diga-se de passagem, reconhecimento mais do que merecido!”

Tema para o “Concurso Prêmio Medalha Almirante Jaceguai 2019” do Clube Naval (CN): “PROJETO PILOTO DO SISTEMA DE GERENCIAMENTO DA AMAZÔNIA AZUL E A EVOLUÇÃO DAS CAPACIDADES DE DEFESAS NO MAR”.

Bravo Zulu (BZ) ao Comandante Costa Braga, e Bravo Zulu (BZ) a Associação da Turma Aspirante Conde (ATAC).

We are a team! That´s it!”

Senhores Comentaristas do Blog Plano Brasil (PB), com muita honra anuncio que o meu Colega e Amigo de Turma do Colégio Naval (CN) e da Escola Naval (EN) e integrante da Associação da Turma Aspirante Conde (ATAC) de Guardas-Marinha de 1976, o Capitão de Mar e Guerra do Corpo da Armada (Reserva Remunerada da Marinha – RRM), Claudio da Costa Braga, foi, merecidamente, laureado com a “MEDALHA ALMIRANTE JACEGUAI”.

O Comandante Costa Braga é Membro Titular do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil (IGHMB – http://www.ighmb.org.br/), onde ocupa a “Cadeira de Nº 76” (IGHMB – http://www.ighmb.org.br/IGHMBTitulares.pdf), que tem por Patrono o Almirante Barroso, [Francisco Manuel Barroso da Silva, Barão do Amazonas (Lisboa, 29 de setembro de 1804 – Montevidéu, 8 de agosto de 1882), (https://www.marinha.mil.br/dphdm/historia/almirante-barroso)].

O Comandante Costa Braga é um reconhecido analista militar naval da Marinha do Brasil (MB), e autor renomado dos seguintes livros e ensaios de História Militar Naval (HMN):

1) A GUERRA DA LAGOSTA (https://www.revistanavigator.com.br/navig2/rese/N2_rese2.pdf);

Sobre a temática deste livro a Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM – https://www.marinha.mil.br/dphdm/content/guerra-da-lagosta) diz o seguinte:

“Descrição:

196 páginas. Relato sobre a crise externa com a França no início da década de 1960. Episódio que teria levado o General Charles de Gaulle a dizer que “o Brasil não é um país sério”. Pesquisa realizada pela primeira vez com documentos secretos. Serviço de Documentação da Marinha (SDM), 2004.”

2) 1910 – O FIM DA CHIBATA: VÍTIMA OU ALGOZES? (https://www.skoob.com.br/1910-o-fim-da-chibata-365477ed411854.html);

Sobre a temática deste livro a Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM – https://www.marinha.mil.br/dphdm/o-fim-da-chibata) diz o seguinte:

“Descrição:

Edição do Autor, 2010, 435 páginas, ilustrado. Relato dos bastidores da Revolta dos Marinheiros, na cidade do Rio de Janeiro, na busca da abolição dos castigos corporais sofridos pelos Praças, a bordo dos navios de guerra da Marinha do Brasil.”

3) O ÚLTIMO BAILE DO IMPÉRIO, O BAILE DA ILHA FISCAL (https://www.revistanavigator.com.br/navig9/rese/N9_rese.pdf);

Sobre a temática deste livro a Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha (DPHDM – https://www.marinha.mil.br/dphdm/content/o-%C3%BAltimo-baile-do-imp%C3%A9rio) diz o seguinte:

“Descrição:

113 páginas, ilustrado. O livro apresenta os pormenores do baile oferecido pelo Governo brasileiro à oficialidade do Encouraçado chileno Almirante Cochrane em retribuição às homenagens prestadas no ano anterior ao Navio-Escola brasileiro Almirante Barroso quando de sua passagem pelo Chile: a escolha do local, a presença da família imperial, as roupas usadas, a decoração, o jantar, a ceia, as danças e os fatos marcantes ocorridos nos seus bastidores, que serviram de argumento para os republicanos que tramavam a queda da Monarquia. Serviço de Documentação da Marinha (SDM), 2007.”

4) EL ÚLTIMO BAILE DEL IMPÉRIO – EL BAILE DE LA ISLA FISCAL (edição em espanhol);

5) TAMANDARÉ NAS GUERRAS DA INDEPENDÊNCIA E CISPLATINA;

6) A ADMINISTRAÇÃO NAVAL DO PERÍODO DE 1889 ATÉ O INÍCIO DO GOVERNO PRUDENTE DE MORAES;

7) A IMPORTÂNCIA GEOPOLÍTICA DA ÁFRICA AUSTRAL PARA A ESTRATÉGIA NAVAL BRASILEIRA (trabalho acadêmico apresentado na forma de ensaio);

8) A INDEPENDÊNCIA DO BRASIL – UMA VISÃO PORTUGUESA (trabalho acadêmico apresentado na forma de ensaio);

9) A REVOLUÇÃO COMUNISTA RUSSA – UM FRACASSO CENTENÁRIO;

10) A AÇÃO DE DRONES NA GUERRA NAVAL;

11) É de autoria do Comandante Costa Braga o trabalho que instituiu o “PATRONO E O DIA DAS COMUNICAÇÕES NAVAIS” na Marinha do Brasil (MB); e

12) É também, de autoria do Comandante Costa Braga a letra “CANÇÃO DAS COMUNICAÇÕES NAVAIS” em vigor na Marinha do Brasil (MB).

Breve Histórico sobre a Vida do Almirante Jaceguai: “Uma vida dedicada à Marinha do Brasil (MB), Imperial e Republicana”

Artur Silveira da Motta (São Paulo, 26 de maio de 1843 – Rio de Janeiro, 06 de junho de 1914):

1) Almirante da Marinha do Brasil (MB) no Segundo Império (23 de julho de 1840 – 15 de novembro de 1889) e, também, na Primeira República (15 de novembro de 1889 – 24 de outubro de 1930), até a data da sua morte em 06 de junho de 1914;

2) Veterano de Guerra e Herói Naval do Segundo Império do Brasil com feitos admiráveis reconhecidos pelas autoridades militares do Brasil, Argentina e Uruguai durante a Guerra do Paraguai por atos de bravuras em combates navais;

3) Nobre do Segundo Império do Brasil: Agraciado pelo Imperador D. Pedro II com o Título Imperial de Barão de Jaceguai;

4) Escritor brasileiro dedicado a assuntos navais;

5) Instituidor no ano de 1890, com recursos próprios, da medalha que hoje carrega o seu nome no evento patrocinado pelo Clube Naval (CN) no processo de seleção anual de trabalhos apresentados por militares da Marinha do Brasil (MB), da ativa, [Serviço Ativo da Marinha (SAM)] e inativos [Veteranos], historiadores e analistas militares, que se dedicam a estudar a intrincada História Militar Naval (HMN), projeto concebido pelo Almirante Jaceguai, e que após 129 anos (2019-1890=129 anos) satisfez todas as suas premissas iniciais; e

6) Imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL).

O Almirante Jaceguai, filho do Conselheiro José Inácio Silveira da Motta, no ano de 1858, aos quinze anos de idade, ingressou na Escola Naval (EN) do Rio de Janeiro como Aspirante, concluindo o curso em 1860.

Seu pai, após acidente marítimo, cogitou em transferi-lo para o Exército Brasileiro, mas Jaceguai se opôs, seguindo a carreira na Marinha de Guerra Imperial e realizou diversas viagens de instrução, nas quais foi promovido aos postos de Segundo-Tenente e Primeiro-Tenente.

Na Corveta Beberibe, seguiu para o Rio da Prata, onde participou da Campanha Oriental, e no dia 20 de fevereiro de 1865 seguiu para a frente de batalha na Guerra do Paraguai, onde serviu como Ajudante de Ordens do Almirante Tamandaré, [Joaquim Marques Lisboa, Marquês de Tamandaré, Patrono da Marinha do Brasil (MB), (Rio Grande, 13 de dezembro de 1807 – Rio de Janeiro, 20 de março de 1897), (https://www.marinha.mil.br/dphdm/historia/almirante-tamandare/carreira-do-tamandare)], então Comandante-em-Chefe das Forças Navais brasileiras entre os anos de 1865 e 1866.

Posteriormente, no comando do Encouraçado Barroso, participou das Batalhas de Curupaiti e Humaitá.

Em especial na Batalha de Humaitá, houve a Passagem de Humaitá (https://pt.wikipedia.org/wiki/Passagem_de_Humait%C3%A1) onde a Força Naval brasileira forçou a passagem sob fogo cerrado da artilharia paraguaia localizada na Fortaleza de Humaitá. Esta transposição na foz do rio Paraguai foi considerado pelos observadores militares da Tríplice Aliança, Brasil, Argentina e Uruguai, como sendo um feito admirável e memorável.

Por serviços de guerra e atos de bravuras, foi promovido a Capitão de Mar e Guerra com apenas 26 anos, feito único na Marinha do Brasil, Império e República.

Finda a guerra, o então Capitão de Mar e Guerra Artur Silveira da Motta passou por diversas missões diplomáticas no exterior, além de haver desempenhado inúmeras funções na Marinha de Guerra Imperial.

Em 1882, no Brasil Império o então Capitão de Mar e Guerra Artur Silveira da Motta foi agraciado com o Título Imperial pelo Imperador D. Pedro II de Barão de Jaceguai e foi promovido a Chefe de Esquadra.

Em 1900, foi nomeado Diretor da Escola Naval (EN).

Estudioso de assuntos navais, suas obras foram todas de cunho militar naval:

1) Organização Naval: Reunião de Artigos (1896);

2) O Dever do Momento: Carta a Joaquim Nabuco (1897);

3) Quatro Séculos de Atividade Marítima: Portugal e Brasil (1900);

4) Ensaio Histórico sobre a Gênese e Desenvolvimento da Marinha Brasileira (1903);

5) De Aspirante a Almirante, Memórias, 5 Volumes (1906, 1909, 1910, 1913 e 1917); e

6) Reminiscências da Guerra do Paraguai (1935).

Foi o segundo ocupante da “Cadeira de Nº 6” da Academia Brasileira de Letras (ABL), que tem por Patrono Casimiro de Abreu. Eleito em 28 de setembro de 1907, foi empossado em 9 de novembro do mesmo ano.

Faleceu em 06 de junho de 1914 na Cidade do Rio de Janeiro.

Fonte: Wikipédia.

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Construtores navais russos recebem contrato para mais dois submarinos nucleares Yasen-M

Tradução e adaptação-E.M.Pinto
 
 

Um contrato para a construção de dois submarinos Yasen-M foi assinado no fórum militar e técnico internacional  Army 2019, que aconteceu nos arredores de Moscou em 25 e 30 de junho.

Quando perguntado pela TASS sobre o possível prazo de entrega, o executivo-chefe disse que “o ciclo de construção desses submarinos é de sete anos”. Portanto, esses cruzadores submarinos podem entrar em serviço na Marinha Russa em 2027-2028.

Até agora, o Sevmash Shipyard (parte da United Shipbuilding Corporation) construiu e entregou à Marinha o submarino Severodvinsk da classe Yasen , Project 885. O navio entrou em serviço na frota do norte. A versão aprimorada do submarino, a  Project 885M Yasen-M, Kazan, está atualmente passando por testes. Mais cinco submarinos do Projeto 885M encontram-se em diferentes estágios de construção.

Os submarinos do Projeto 885 e do Projeto 885M foram desenvolvidos pelo Malakhit Marine Engineering Bureau, sediado em São Petersburgo. Os submarinos deste projeto carregam mísseis de cruzeiro Oniks e Kalibr como armamento principal e no futuro serão integrados ao sistema de mísseis  hipersônicos “ZIrcon”. Em comparação com seus antecessores, esses submarinos têm seus tubos de torpedos afastados (a parte dianteira abriga uma matriz de sonar esférica, que permite detectar um inimigo a grandes distâncias).

 

Fonte: TASS

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Defesa Sistemas Navais

Marinha do Brasil lança terceiro protótipo do Míssil Antinavio de Superfície (MANSUP)

A Marinha do Brasil realizou o lançamento do terceiro protótipo do Míssil Antinavio de Superfície (MANSUP) no dia 10 de julho, tendo como alvo o casco do ex-Rebocador de Alto Mar “Tridente”.
 
Momento do lançamentodo MANSUP a bordo da F44
 
 
O lançamento, realizado pela Fragata “Independência”, comprovou que todos os subsistemas apresentaram bom desempenho e se comportaram de forma harmônica. Os resultados confirmaram a evolução do projeto e o acerto dos aperfeiçoamentos realizados após os primeiros testes, ocorridos em novembro de 2018 e março de 2019, a bordo da Corveta “Barroso” e da Fragata “Independência”, respectivamente.
 
 MANSUP iniciando a trajetória
 
 
Neste terceiro teste foram feitas verificações adicionais, gravadas por meio dos dados da telemetria, também nacional, instalada no míssil e em unidades participantes da operação. As informações obtidas serão empregadas como subsídios para prosseguir no aperfeiçoamento dos subsistemas componentes.
 
O evento aconteceu na área marítima entre o Rio de Janeiro-RJ e Cabo Frio-RJ. Foram empregados três navios da Esquadra, o Navio Doca Multipropósito “Bahia”, a Fragata “Constituição”, além do navio lançador, que foi a Fragata “Independência”. A operação contou ainda com o apoio do Navio Patrulha Oceânico “Apa” e do Navio de Apoio Oceânico “Purus”, do Comando do 1˚ Distrito Naval, das aeronaves Esquilo (UH-12), SuperCougar(UH-15), Seahawk (SH-16) e Lynx (AH-11A), do Comando da Força Aeronaval, e de uma aeronave P3AM da Força Aérea Brasileira, além do Destacamento de Mergulhadores de Combate.
Fonte: Marinha do Brasil

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Defesa Navios Rússia Sistemas de Armas Traduções-Plano Brasil

Rússia deve iniciar a construção do primeiro "Destroyer" Classe Leader em 2023

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

Segundo o diretor do Instituto de pesquisa Krylov, Pavel Filippo, a construção do mais novo destróier nuclear projeto “Líder” está prevista para começar em 2023.

O conceito e desenho avançado deste navio foi desenvolvido pelo Centro Krylov. Em 2016-2017, o Northern Design Bureau (PKB) começou a criar um projeto técnico o qual ainda está em andamento.

Segundo informou Filippo em uma entrevista a Ria Novosti, o navio foi originalmente planejado para possuir uma unidade de propulsão CODAG cujo grupo principal seria uma Turbina a Gás, o navio era planejado para deslocar de 12-13 mil toneladas.

Frente  esta realidade e dada a necessidade de um grupo propulsor mais potente, foi então optado pela adoção de propulsor movido a energia nuclear e seu deslocamento imediatamente aumentou para 18 mil toneladas.

Como relatou Filippo:

“Qual é o resultado final? nós ainda não sabemos, é necessário perguntar ao PKB do Norte. E até onde eu sei, em 2023 devemos começar a construir este “Navio a vapor”

Na criação de uma nova geração de Destroyers para as forças navais da Rússia tornou-se conhecido em 2010. Ele será armado com mísseis anti-navio, mísseis de cruzeiro para ataques contra alvos terrestres e sistemas avançados de defesa antiaérea e defesa antimísseis. Sua principal arma deve ser o sistema de disparo universal, que pode ser carregado com diferentes mísseis.
Além disso, o “Destroyer” terá sistemas antiaéreos de mísseis e canhão principal de elevado calibre, não é descartada a doção de uma arma eletromagnética que está em desenvolvimento.
Fonte: Ria Novosti