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China e Rússia estão prontas para parceria militar

Pequim está pronta para continuar a desenvolver a cooperação de defesa com Moscou, disse o porta-voz do Ministério da Defesa chinês Ren Guoqiang, comentando observações recentes feitas pelo embaixador russo em Pequim, Andrey Denisov, sobre o nível de cooperação militar entre os dois países.

© Sputnik/ Agência Fotohost

Em 20 de dezembro, Denisov disse aos jornalistas russos que a cooperação militar sino-russa era antes de tudo um indicador da confiança política entre ambos.

“Concordamos com a avaliação dada pelo Embaixador da Rússia na China, Andrey Denisov, sobre as relações sino-russas no setor de defesa. Todos sabem que as relações entre os exércitos dos dois países estão sendo mantidas em um nível alto”, disse Ren em comunicado.

O porta-voz destacou que a cooperação militar entre Moscou e Pequim caracterizou-se pelo papel pessoal desempenhado pelos líderes dos dois países, bem como a interação estratégica entre os dois lados.

“Nós estamos prontos para trabalhar em conjunto com o exército russo para promover o desenvolvimento das relações entre os exércitos sino-russos para proteger os interesses comuns de nossos países, bem como a paz e a estabilidade regionais e internacionais”, ressaltou o porta-voz.

Em 17 de dezembro, o Ministério da Defesa chinês disse que Moscou e Pequim fizeram um novo avanço na cooperação na área da defesa com mísseis, durante os exercícios conjuntos entre 11 e 16 de dezembro.

Fonte: Sputnik

Rússia e China rejeitam solução militar para crise na Coreia do Norte

Rússia e China rejeitam categoricamente até mesmo conversas sobre uma solução militar para a crise na península coreana, disse o embaixador russo na China, Andrey Denisov, em entrevista ao canal de televisão Rossiya 24.

© Sputnik/ Sergei Guneev

“Tanto a China como a Rússia tomam uma posição de solidariedade que se concentra na busca de uma solução política e diplomática para a questão e uma rejeição categórica de qualquer opção, ou até mesmo conversas sobre uma solução militar, porque tudo isso pode ter um impacto direto em nossos países “, disse Denisov.

Ele lembrou que o local em que Pyongyang conduz seus testes nucleares está a apenas 96 km da fronteira com a China. O embaixador também apontou a proximidade geográfica da região em relação ao extremo oriente da Rússia.

“De uma maneira ou de outra, a solução militar é simplesmente inaceitável”, ressaltou.

As tensões na península coreana aumentaram desde o início deste ano, devido aos repetidos lançamentos de mísseis de Pyongyang e ao fortalecimento militar dos EUA na Coreia do Sul. Os Estados Unidos e seus aliados, em resposta, conduziram exercícios militares de larga escala na Coreia do Sul e nas proximidades da península coreana, além de enviarem equipamento militar à região.

Na sexta-feira (22), o Conselho de Segurança da ONU aprovou por unanimidade uma resolução que endureceu as sanções contra a Coreia do Norte em relação ao lançamento do míssil balístico de 29 de novembro. Uma resolução elaborada pelos EUA reduz as importações de petróleo de Pyongyang e amplia a proibição de exportações de mercadorias para o país. A Coreia do Norte chamou as novas sanções de “ato de guerra”, dizendo que os testes de mísseis eram uma forma de reforçar sua dissuasão para manter os Estados Unidos longe.

Fonte: Sputnik

 

 

 

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Rússia está em alerta por decisão do Japão de comprar sistema estadunidense ‘Aegis Ashore’

A decisão do Japão de posicionar em seu território os sistemas de defesa antimíssil norte-americanos afetará o dialogo entre Moscou e Pequim inclusivamente as negociações sobre o tratado de paz.

CC BY 2.0 / Agência de Defesa Antimíssil dos EUA / FTO-02-E1a-002

Tal declaração foi feita pela porta-voz da chancelaria russa, Maria Zakharova, durante sua coletiva de imprensa semanal.  Ao mesmo tempo, Zakharova sublinhou que “a recente decisão do governo japonês de posicionar em seu território os sistemas antimísseis Aegis Ashore, é profundamente lamentável e causa grave preocupação”.

De acordo com a diplomata, Moscou considera que esta medida “contradiz os esforços para garantir a paz e a estabilidade na região”.

“Além disso, ações semelhantes de Tóquio contradizem diretamente a tarefa prioritária de criar confiança em áreas militares e política entre Rússia e Japão e afetam o ambiente geral das relações bilaterais, incluindo negociações sobre o tratado de paz”, destacou.

Segundo a porta-voz da chancelaria russa “independentemente de argumentos e motivos para justificar [a decisão de Tóquio], é evidente que o deslocamento de sistemas mencionados constitui uma nova medida destinada a criar segmento completo do escudo antimíssil global dos EUA no Círculo do Pacífico”.

Ao mesmo tempo Zakharova apontou que os sistemas estadunidenses que aparecerão no Japão, “estão dotados com lançadores de foguetes universais”, capazes de lançar foguetes em caso de ataque.

“Em prática isso significa que EUA, com ajuda do Japão, violam o Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário [INF, siglas em inglês]”, indicou.

Mais cedo, o governo do Japão tomou a decisão de adquirir os sistemas de combate terrestres dos EUA, Aegis Ashore, para aumentar as capacidades da sua defesa diante do desenvolvimento do programa norte-coreano de mísseis balísticos.

O Tratado INF foi celebrado entre a União Soviética e os EUA em 1987. As partes do Tratado se comprometeram a não desenvolver, testar ou instalar mísseis de cruzeiro e balísticos com alcance operacional de 500 a 5.500 km.

Fonte: Sputnik

Para que Tóquio precisa de mais sistemas de defesa antimíssil estadunidenses?

O sistema de defesa antimíssil de baseamento terrestre visa defender a segurança do Japão e dos seus cidadãos, será manejado pelo próprio país e não representa uma ameaça para a Rússia e para os países vizinhos, afirmou a chancelaria japonesa à Sputnik.

CC BY 2.0 / Agência da Defesa de Mísseis dos EUA

“Antes de tudo, vale ressaltar nos abstemos de comentar as declarações divulgadas pela mídia. No que se trata da instalação dos sistemas de defesa antimíssil Aegis Ashore no Japão, a defesa antimíssil do nosso país é exclusivamente defensiva e destinada a defender as vidas e bens dos nossos cidadãos, é o nosso país que a gerencia e ela não representa qualquer ameaça para a Rússia ou outros países situados perto do Japão. Isso foi sublinhado pela parte japonesa durante a visita em novembro do chanceler japonês, Taro Kono, a Moscou durante suas reuniões com o ministro das Relações Exteriores Sergei Lavrov”, assegurou o representante oficial do Ministério do Exterior do Japão.

Ao mesmo tempo, a entidade frisa que o Japão “continua disposto a travar de forma persistente as negociações para determinar a soberania das quatro ilhas”, como são denominadas no Japão as ilhas Curilas do Sul, e “celebrar um tratado de paz com a Rússia”.

Na quinta-feira (28), a representante oficial da chancelaria russa, Maria Zakharova, afirmou que a decisão japonesa de instalar os sistemas americanos afetará de modo negativo as negociações de paz entre Moscou e Tóquio.

Ela apelou ainda a levar em conta que “os referidos sistemas” são equipados com lançadores universais que também podem usar armamentos ofensivos”. Zakharova sublinhou que isto significaria uma violação de fato do tratado sobre a liquidação de mísseis de alcance médio e curto pelos estadunidenses com a colaboração dos japoneses.

Em 19 de dezembro, o governo japonês aprovou a lei que possibilita a instalação de dois sistemas Aegis Ashore no território do país. Planeja-se que seu alcance cubra todo o território do país. Cada instalação vai custar ao Japão cerca de 100 bilhões de ienes (quase 3 bilhões de reais). Tóquio espera que a instalação seja terminada até o ano de 2023.

Hoje em dia, a defesa antimíssil japonesa consiste de navios com o sistema Aegis, equipados com mísseis SM-3, bem como instalações Patriot-3 para eliminação de mísseis a altitudes entre 15 e 20 km.

O sistema Aegis instalado nos destróiers é capaz de atingir um míssil balístico à altura de 500 km, sendo que o sistema terrestre desfruta da mesma capacidade.

Fonte: Sputnik

 

 

 

 

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Vídeo / SAAB: Aeronaves Históricas

 

  Saab

 

 

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De Coreia do Norte nuclear a EUA na contramão, 4 momentos que marcaram a ordem mundial em 2017

Da chegada de Donald Trump à Casa Branca aos ataques de ciborgues atribuídos à Rússia e o rápido avanço armamentista norte-coreano.

Vladimir Putin, Xi Jinping, Kim Jong-un e Donald Trump: foi um ano em que se falou muito sobre eles

Tamara Gil

A BBC Mundo, serviço em espanhol da BBC, listou quatro momentos marcantes do ano e analisou suas possíveis consequências para 2018.

1. Bem-vindo, Trump

GETTY IMAGES – ‘Turbulências’ internacionais começaram logo após a posse de Donald Trump

Contra todos – ou quase todos – os prognósticos, o magnata Donald Trump tomou posse como presidente dos Estados Unidos em janeiro. Desde então, não parou de desafiar as normas vigentes.

Em menos de um ano, ele teve tempo de abandonar organizações multilaterais, menosprezar a luta global contra mudanças climáticas e desconfiar do próprio serviço de inteligência para defender um inimigo histórico do país, além de botar fogo na crise mais importante da região Ásia-Pacífico por meio de postagens do Twitter.

Thomas Wright, veterano especialista em política internacional da Brookings Institution, afirmou, durante a corrida presidencial de 2016, que a disputa entre Hillary Clinton e Donald Trump era a mais importante do mundo desde as eleições que levaram Adolf Hitler ao poder na Alemanha, em 1932.

“Nenhuma outra eleição teve a capacidade de acabar completamente com a ordem internacional”, escreveu ele no Twitter.

Um ano depois, ele mantém a afirmação:

“Eu acho que, de fato, a eleição de Trump marcou uma nova fase da ordem mundial (…) Mas algo em que não estava tão certo é que (Trump) não tem contado com muita gente que o ajudasse a botar suas ideias em prática”, diz Wright à BBC Mundo.

O ano de Trump, na opinião do analista, tem consistido em uma “competição” entre “suas ideias viscerais de política externa e mudanças radicais” e “a burocracia mais tradicional”, que o leva a seguir com o que já está estabelecido.

A questão para 2018 é se a equipe que freia a atuação do presidente sai ou continua, avalia Wright, fazendo referência às especulações sobre a permanência do secretário de Estado americano, Rex Tillerson, no cargo.

O fato é que, neste momento, várias potências se beneficiam, de uma forma ou de outra, da gestão de Trump nos Estados Unidos. Entre elas, a Rússia.

2. ‘Ciborgues’ russos sem fronteiras

GETTY IMAGES – Facebook e Twitter afirmam que combatem perfis falsos nas redes sociais

Desde a primeira semana de 2017, os serviços de inteligência dos EUA vêm reiterando que a Rússia interveio nas eleições presidenciais americanas, favorecendo o então candidato republicano Donald Trump a vencer a disputa.

O país teria manipulado o debate eleitoral por meio de perfis falsos nas redes sociais, propagando notícias que não eram verdadeiras, as chamadas fake news.

Era o ponto de partida para um ano em que a suposta interferência russa não teria fronteiras. Houve denúncias do uso da máquina de difusão de notícias falsas da Rússia até na Espanha, em meio à crise na Catalunha.

O presidente russo, Vladimir Putin, nega todas as acusações.

Mas a “máquina ciborgue” russa desafia “a ordem mundial liberal criada após a Segunda Guerra Mundial”, segundo afirma o especialista em segurança cibernética James Andrew Lewis, vice-presidente do Centro de Estudos Estratégicos e Internacional (CSIS, na sigla em inglês) de Washington.

Assim como a China e outros países, a Rússia “não está feliz” com o sistema atual e, ao se ver na posição de “vítima”, encontrou uma ferramenta muito eficaz para minar as normas democráticas do Ocidente, acrescenta Lewis.

GETTY IMAGES – Putin nega acusações de interferência na política de outros países

“Criou uma doutrina totalmente nova para criar um conflito entre Estados, e o Ocidente não encontrou uma maneira de responder”, diz o especialista, fazendo referência às fake news.

Para Lewis, que tem ampla experiência governamental, o êxito desses ciborgues se deve em parte à visão otimista que se tem da internet no Ocidente. Ele prevê uma longa batalha em 2018 para tentar frear essas atividades.

“As pessoas das empresas de tecnologia pensam que (a rede) é uma força democratizadora, mas ignoram suas tremendas consequências negativas (ciborgues, discursos de ódio, anonimato…).”

“A internet foi criada como se tudo se resumisse ao norte da Califórnia, mas o mundo não é assim”, diz ele, em referência ao Vale do Silício, coração tecnológico dos Estados Unidos.

3. China pede passagem

GETTY IMAGES – Donald Trump ou Xi Jinping?

Há alguns anos a China vem expandindo sua presença internacional e ganhando voz em questões de interesse global. E o presidente Xi Jinping confirmou neste ano que essa tendência continuará.

Em um discurso que marcou a primeira metade do seu mandato, Xi falou sobre suas metas para as próximas décadas. Entre elas, que a China se torne uma “liderança global” em termos de força nacional e influência internacional até 2050.

Em 2017, ele abriu caminho para tal, com projetos que tentam desenhar uma nova ordem mundial com forte presença asiática.

Alguns exemplos são:

– a nova Rota da Seda, iniciativa de investimentos milionários em infraestrutura, e o banco multilateral próprio, que ganhou apoio internacional, apesar da desconfiança do Japão e dos EUA.

– e o Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura (AIIB, na sigla em inglês).

“A China está tentando mudar a ordem mundial de alguma forma? Depende de como você defina mudança. Claro que a China está fazendo sua parte para tentar redefinir a ordem atual e conseguir colocar suas cartas na mesa”, afirma Wang Dong, professor de estudos internacionais na Universidade de Pequim.

Em Davos, Xi Jinping se apresentou como grande defensor do livre comércio, sistema que favoreceu o rápido desenvolvimento chinês | Foto: Fabrice Coffrini

Em conversa com a BBC Mundo, Dong lamenta que muitos dos “esforços da China foram ignorados” por “preconceitos ideológicos”. Segundo ele, a concepção da ordem mundial como um sistema “liberal”, com padrões ocidentais, exclui de cara Pequim.

“Acho que há uma percepção equivocada e problemática (…) Não leva em conta o fato de que a China tem defendido o sistema atual muito mais do que os Estados Unidos”, aponta o professor.

Dong relembra algumas ações polêmicas de Trump neste ano – como anunciar a saída dos EUA da Unesco, do Acordo de Paris e do Acordo Transpacífico de Cooperação Econômica (TPP, na sigla em inglês) -, enquanto Xi Jinping vem assumindo uma posição de líder da globalização e defensor da luta contra as mudanças climáticas.

4. Um míssil de longo alcance

GETTY IMAGES – Coreia do Norte vem realizando testes de lançamento de míssil balístico intercontinental

Em seu terceiro teste de lançamento de um míssil balístico intercontinental (ICBM), a Coreia do Norte declarou ter alcançado um marco.

O projétil “pode ​​levar uma ogiva enorme e pesada e é capaz de chegar a todos os territórios continentais dos Estados Unidos”, afirmou, em novembro, a apresentadora de televisão norte-coreana que costuma ser porta-voz dos principais anúncios do país.

Os especialistas internacionais ainda têm dúvidas de que Pyongyang realmente tenha desenvolvido a tecnologia necessária para que seus mísseis executem as missões sem problemas. Mas advertem que, com os avanços alcançados em 2017, estão mais perto desse objetivo.

E, desta forma, vem à tona novamente a ameaça nuclear.

“Eles estão a um passo técnico de completar seu programa nuclear”, disse à BBC Mundo Sue Mi Terry, que trabalhou como analista de assuntos coreanos para a CIA, agência de inteligência americana, de 2001 a 2008, e como conselheira dos governos de George W. Bush e Barack Obama.

Se Pyongyang se tornar uma potência nuclear, “mudará radicalmente o panorama do Leste Asiático”, alerta a especialista.

Terry, que atualmente faz parte do Centro de Estudos Estratégicos e de Segurança (CSIS, na sigla em inglês), em Washington, acredita que o regime norte-coreano provavelmente alcançará seu objetivo no próximo ano, o que deixa os EUA diante de uma decisão muito difícil:

“Ou convive com a Coreia do Norte como uma potência nuclear ou… a verdade é que não há outra opção.”

“A outra saída seria militar, que obviamente teria consequências catastróficas”, completa.

GETTY IMAGES – Coreia do Norte encerra um ano bem-sucedido, apesar das sanções internacionais

Se a Coreia do Norte conseguir entrar no seleto clube de potências nucleares, pode fazer com que a Coreia do Sul e o Japão também cogitem se armar.

Em 2018, “o mais provável é que os Estados Unidos continuem a exercer pressão sobre a Coreia do Norte”, mesmo que isso não impeça Pyongyang de alcançar sua meta, ao mesmo tempo em que se recusem a admitir que Kim Jong-un é capaz de lançar um ataque nuclear, avalia Terry.

Ou seja, a previsão é de turbulência.

Fonte: BBC Brasil.com

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Agência ‘SANA’: EUA evacuam chefes do Daesh de Deir ez-Zor Síria em helicópteros

Helicópteros dos EUA evacuaram os líderes do Daesh (organização terrorista proibida na Rússia) da província síria de Deir ez-Zor à província de Al-Hasakah no nordeste da Síria, informou a agência SANA.

Imagem meramente ilustrativa

Segundo fontes citadas pela agência, na noite de 28 de dezembro, vários helicópteros decolaram no norte de Deir ez-Zor, sobrevoaram a baixa altitude o campo Al-Sad e aterrissaram ao sul da cidade de Al-Hasaka.

A bordo dos helicópteros viajavam comandantes do Daesh que planejavam se juntar às Forças Democráticas da Síria (FDS) apoiadas pela coalizão internacional liderada pelos EUA, informou a SANA.

As fontes sublinharam que não é a primeira vez que os líderes do Daesh fogem com ajuda de helicópteros norte-americanos.

Em novembro de 2017, habitantes da cidade síria de Al-Mayadin disseram que helicópteros dos EUA evacuaram chefes estrangeiros do Daesh da cidade síria de Al-Mayadin duas semanas antes do início da operação de libertação da cidade pelo exército sírio.

Em setembro, uma fonte diplomática e militar confirmou à Sputnik que em agosto a Força Aérea norte-americana evacuou mais de 20 chefes militares do Daesh e seus combatentes mais próximos de Deir ez-Zor em direção ao norte da Síria.

Fonte: Sputnik

Edição: Plano Brasil

http://www.planobrazil.com/russia-acusa-eua-de-treinarem-ex-combatentes-do-estado-islamico-na-siria/

 

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Pernambuco pode se tornar polo da indústria da defesa

Em entrevista à Rádio Folha, o ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou que a vinda da indústria suíça Ruag deve atrair outras empresas do setor para Pernambuco

Confirmada a vinda da fabricante de munições Ruag para o Estado, o Ministério da Defesa já pensa em construir um polo da indústria da defesa em Pernambuco. A ideia é usar a empresa suíça como uma âncora para atrair outras marcas do segmento e, segundo o ministro Raul Jungmann, já está sendo avaliada por outra indústria estrangeira. É a Caracal Internacional, fábrica de munições e armamentos que pertence ao governo dos Emirados Árabes.

“A indústria da defesa tem crescido em todo o mundo. É um mercado em expansão. Por isso, nós temos feito diálogos com vários países e o Estado está bem posicionado nesta questão, de forma que os investimentos já estão vindo e virão maiores muito em breve”, argumentou o ministro Raul Jungmann, que revelou estar em negociação com a Caracal durante entrevista à Rádio Folha, nessa terça-feira (26). “Estive recentemente em um giro pelo Oriente Médio e algumas empresas disseram que pretendiam se instalar no Brasil. A Caracal demonstrou interesse e agora vai fazer a escolha de onde vai se localizar”, revelou, dizendo que Pernambuco leva vantagem nessa disputa.

O ministro alegou que o Estado se destaca pela logística, pelos recursos humanos e pela questão fiscal. Afinal, detém o Porto de Suape, que facilita as exportações; dispõe de profissionais tecnológicos bem capacitados graças ao Porto Digital; e, recentemente, inseriu a indústria da defesa no seu maior programa de incentivos fiscais, o Programa de Desenvolvimento do Estado de Pernambuco (Prodepe). Além disso, a indústria da defesa pode desfrutar de condições diferenciadas de financiamento no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e no Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE), que é operado pela Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).

Para completar, o Estado também foi o destino escolhido pela Ruag, a primeira empresa estrangeira de munições a se instalar no Brasil nos últimos 90 anos, que confirmou a vinda para Pernambuco no último dia 15. “Ao trazer uma empresa dessas para cá, cria-se uma espécie de empresa âncora. Isso pode possibilitar a instalação de um cluster, um conjunto de empresas, a partir da Ruag e de outros projetos que estão em desenvolvimento”, defendeu Jungmann, que já havia comentado a possibilidade de a Companhia Brasileira de Cartuchos (CBC) também se instalar no Estado e chegou até a apresentar essa ideia de um ‘cluster da defesa’ ao governador Paulo Câmara ontem. “Uma das ideias que vou discutir é a possibilidade de Pernambuco estreitar os laços com os países árabes para apresentar projetos lá fora”, antecipou Jungmann, explicando que há muitos recursos disponíveis para esse segmento industrial naquela região.

Ainda defendendo a ideia, Jungmann afirmou que, apesar de estar concentrada no Sul/Sudeste, a indústria da defesa já é responsável por 3,7% do Produto Interno Bruto (PIB) e gera em torno de 70 mil empregos diretor no País. A Ruag, por exemplo, promete investir cerca de R$ 58,5 milhões, gerando 40 empregos diretos em Pernambuco, já no primeiro semestre de 2018. A empresa, no entanto, ainda não definiu o local em que vai construir a sua operação.

Corvetas
Além de poder receber novos empreendimentos fabris da área da defesa, Pernambuco pode ser o responsável pela construção de quatro navios de guerra nos próximos oito anos. É que a Marinha do Brasil lançou recentemente um chamamento público para construir quatro corvetas, orçadas em R$ 1,6 bilhão, e tanto o Estaleiro Atlântico Sul (EAS) quanto o Vard Promar, situados no Complexo de Suape, estão concorrendo à licitação.

 

Fonte: Folha de Pernambuco

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Vídeo: Sukhoi SU-35S geração 4 ++

 

https://www.youtube.com/watch?v=xwIbdSFYVeo

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PÉ DE POEIRA

FAB PÉ DE POEIRA: Unidades em Manaus, São Paulo e Recife concluem formação de aspirantes, cabos e soldados

Na terça-feira (19/12), o Serviço de Recrutamento e Preparo de Pessoal da Aeronáutica de Recife (SEREP-RF) realizou a formatura de encerramento das turmas do Estágio de Adaptação e Serviço (EAS) e turmas do Curso de Formação de Cabos (CFC) e do Curso de Especialização de Soldados (CESD) do ano de 2017.

Os cursos formaram quatro Aspirantes a Oficial, 42 Cabos e 64 Soldados nas especialidades de Saúde, Guarda e Segurança, Administração e Logística de Manutenção. Após o compromisso dos formandos perante à bandeira nacional, o Comandante do Segundo Comando Aéreo Regional (II COMAR) e do Terceiro Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA III),  Brigadeiro do Ar Walcyr Josué de Castilho Araujo, fez a entrega da espada para a primeiro colocada no EAS, Aspirante a Oficial Médica Eminy Barbosa do Nascimento.

Em discurso, o Chefe do Serviço de Recrutamento e Preparo de Pessoal da Aeronáutica de Recife (SEREP-RF), Coronel de Infantaria Júlio Cezar Pontes, parabenizou as turmas e ressaltou aspectos importantes da formação. “A dedicação e o esforço demonstrados durante os cursos deverão guiar sempre os seus passos. Mas lembrem-se sempre de pautar as suas ações nos pilares básicos e inabaláveis de nossa instituição: hierarquia e disciplina”, disse o Cel Pontes.

Para o recém formado Cabo especializado em Saúde, Josan Freitas Valentin, o curso acrescenta na carreira. “Tenho curso técnico e estou me formando em curso superior na área de enfermagem, e o CFC foi muito proveitoso. Vi no curso procedimentos que engrandecem ainda mais meu conhecimento na saúde e espero atuar na área adquirindo experiências e ajudando os enfermos”, disse.

Manaus – Na quinta-feira (14/12), o Serviço de Recrutamento e Preparo de Pessoal da Aeronáutica de Manaus (SEREP-MN) realizou a cerimônia militar de conclusão dos Cursos de Formação de Cabos (CFC) e de Especialização de Soldados (CESD). Ao todo, 147 militares receberam certificado, sendo 53 Cabos e 94 Soldados de Primeira-Classe. A solenidade reuniu cerca de 350 familiares, bem como autoridades militares.

O primeiro colocado da turma do CESD, Soldado Caio da Silva Pinheiro, falou sobre os benefícios da formação. “O Curso de Especialização de Soldados veio para nos fortificar. Esse curso me trouxe a responsabilidade”, disse.

Os Cabos e Soldados foram formados em quatro especialidades: logística de manutenção, saúde, administração e guarda e segurança. Em seu discurso, o Comandante do SEREP-MN, Coronel de Infantaria Paulo César Milaré, destacou a importância dos formandos à Força Aérea. “Em diferentes áreas de atuação, todos têm a oportunidade de transformar a nossa Aeronáutica e fazer dela uma Força com mais capacidade de controlar, defender e integrar o Brasil”, explica.

Também em Manaus, a Ala 8 formou, no dia 7 de dezembro, 164 novos soldados de Segunda-Classe. Mais de 400 pessoas, entre autoridades e familiares, assistiram à cerimônia que contou com uma demonstração operacional de paraquedismo.

O primeiro colocado da turma, Soldado Nibson Gabriel da Luz Severiano, destacou os benefícios do curso. “Agora podemos perceber o quanto foram importantes a formação que os instrutores nos deram e as matérias e todo tipo de regulamento, que nos forjam como militares e como cidadãos de bem”, comentou.

São Paulo – A Ala 13 realizou a cerimônia de conclusão do Curso de Formação de Cabos (CFC) e do Curso de Especialização de Soldados (CESD) de 2017, no dia 15 de dezembro, em Guarulhos.

“Um novo ciclo se inicia e todos que aqui estão fizeram jus à nova graduação. Devemos honrar a farda que colocamos todos os dias pela manhã, nossa Pátria e nossa família que nos aguarda em casa. Que possamos enaltecer e fazer valer os preceitos militares. Sejamos exemplos!”, disse em seu discurso o orador da Turma do CFC, Cabo Álvaro Batista de Lima.

O Chefe do Serviço de Recrutamento e Preparo de Pessoal da Aeronáutica de Manaus (SEREP-SP), Coronel de Infantaria Marcelo de Oliveira, falou sobre os benefícios dos cursos aos militares. “O CFC e o CESD são uma forma de reconhecimento aos militares que se destacam em suas funções diárias, através da oportunidade de obterem uma especialização e promoção, o que interfere diretamente na auto-estima, motivação e desempenho do militar”, ressalta.

 

Fonte: FAB

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Vídeo / Kalashnikov: Demonstração de ações em vários cenários táticos

 

   Калашников

 

https://www.youtube.com/watch?v=xObykrVBGD0