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Entrevista exclusiva a Serguéi Lavrov

 

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Maioria dos brasileiros se opõe a privatização de estatais

Resistência à transferência de empresas públicas para o setor privado é marcada até entre adeptos de partidos pró-redução do Estado. Apoio majoritário só se registra entre os que ganham mais de dez salários mínimos.

Segundo levantamento publicado pelo jornal Folha de São Paulo  nesta terça-feira (26/12), 70% dos brasileiros se opõem à privatização das companhias estatais. O rechaço predomina em quase todos os segmentos, independente de religião, gênero, escolaridade ou preferência política.

Entre os opositores da transferência de empresas públicas para o setor privado estão até mesmo eleitores de partidos que historicamente fizeram da redução do aparato estatal o eixo central de sua plataforma política – como, por exemplo, 55% dos simpatizantes do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB). Durante a presidência de Fernando Henrique Cardoso (1995-2003), a legenda de centro-direita executou uma ampla agenda de privatizações.

O estudo, que tem margem de erro de mais ou menos dois pontos percentuais, foi realizado pelo instituto de pesquisa Datafolha com 2.765 indivíduos. Ele mostra que o apoio às privatizações só é majoritário (55%) entre os entrevistados cujo salário mensal excede dez salários mínimos (937 reais).

A aceitação cai em proporção direta aos vencimentos, chegando a 13% entre os que ganham dois salários mínimos por mês ou menos. No total, 67% dos participantes veem mais prejuízos do que benefícios na venda de firmas nacionais a grupos estrangeiros.

Em agosto último, o governo Michel Temer anunciou um pacote de privatizações, com o qual pretende arrecadar 20 bilhões de dólares. O programa governamental inclui 57 projetos de privatização de estatais e concessões de empresas públicas com o objetivo de aquecer a economia do país atualmente em crise. Na mesma época, o Ministério da Fazenda anunciou um déficit fiscal de 51 bilhões de dólares para os anos de 2017 e 2018.

Fonte: DW

 

 

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Aviação Brasil Defesa Destaques Negócios e serviços Opinião Tecnologia

Boeing não quer controle da Embraer, diz Ozires Silva

Governo quer saber se Embraer chegou a negociar controle

O ex-presidente e um dos fundadores da Embraer, Ozires Silva, foi convidado pela direção da fabricante brasileira para avaliar a proposta de uma potencial combinação de negócios feita pela americana Boeing, iniciativa classificada por ele como “muito elegante”.

As negociações tornaram-se públicas na semana passada. Sem dar detalhes das conversas entre as duas empresas, Silva afirmou que a Boeing está disposta a encontrar uma solução que atenda aos interesses das duas empresas e, ao mesmo tempo, tenha o aval do governo brasileiro e dos acionistas.

O objetivo, segundo ele, é aumentar o poder de competição das duas empresas no mercado mundial de aviação. Silva lembrou que o processo de privatização da Embraer também enfrentou desafios e oposição, mas que se não tivesse sido feito, a Embraer não teria sobrevivido.

Veja a seguir os principais trechos da entrevista concedida ao Valor.

Valor: Como o senhor avalia as discussões entre a Embraer e a Boeing sobre uma potencial combinação de negócios?

Ozires Silva: Embora não tenha nenhum cargo na Embraer, fui chamado pelo presidente Paulo Cesar [de Souza e Silva] e o presidente do conselho de administração da empresa, Alexandre Gonçalves Silva, para conversar sobre a proposta feita pela Boeing. Eu li a carta que a empresa enviou à Embraer e considerei a proposta muito elegante. Apesar de haver uma exploração contrária a esse processo, principalmente por parte do Sindicato dos Metalúrgicos de São José dos Campos, lembro que o mesmo aconteceu no processo de privatização da empresa, em 1994, mas se ele não tivesse sido feito a Embraer não teria sobrevivido.

A Boeing tem interesse em adquirir o controle da Embraer?

O controle não está em discussão. A ideia é continuar como está. Existe um novo posicionamento no mercado de aviação mundial e os grandes fabricantes como a Boeing, Airbus, Bombardier e Embraer têm que responder a isso. A aproximação entre a Boeing e a Embraer também é uma reação natural à compra que a Airbus fez das operações de jatos regionais da canadense Bombardier. O governo brasileiro não é contra essa parceria e os acionistas da Embraer estão conversando com as autoridades, que entendem que a empresa precisa buscar o mercado dela.

Que tipo de parceria está sendo avaliada entre as duas empresas?

O que está sendo discutido é a questão mercadológica, que vem mudando bastante e de forma acelerada. Os custos de operação das aeronaves estão subindo muito e, por outro lado, aviões muito grandes, como o Airbus A380 não estão atendendo às expectativas do mercado. Os passageiros querem mais frequência de voos e os modelos na faixa de 250 a 350 lugares têm se mostrado mais lucrativos para essa nova demanda e devem se tornar o mercado dominante num futuro previsível.

Quais os benefícios que essa composição traria tanto para a Embraer e como para a Boeing?

Não se trata de uma composição entre uma empresa grande com uma empresa pequena. As duas companhias decidiram se unir movidas por interesses diferentes, mas que se somam. A soma é maior que a diferença entre elas. A Boeing, por exemplo, tem enfrentado problemas com suas equipes técnicas, com vários colaboradores experientes se aposentando. Ela avalia que seria necessário mais cinco anos para fazer a reposição tecnológica que ela tinha no passado. A Embraer, por sua vez, possui uma equipe técnica ágil, jovem e muito competente. Os aviões precisam ser adaptados às novas tecnologias para reduzirem seus custos operacionais. O inimigo do avião é o peso e os materiais compostos tem se tornado cada vez mais uma opção interessante. As empresas podem somar forças e trabalhar nisso juntas.

A liderança da Embraer no mercado mundial de aviação regional é o principal fator de interesse da Boeing nessa possível composição?

Aviação regional é o maior mercado do mundo, mas a lucratividade desse segmento depende de custos laterais, como infraestrutura aeroportuária e combustíveis. No Brasil as oportunidades são imensas, pois o país só atende a 100, das suas 5.500 cidades com transporte aéreo. A China é outro mercado gigante e muitas de suas cidades não tem transporte aéreo porque os aviões que operam no país são muito grandes. A ideia é que as duas empresas tenham flexibilidade para atender a toda a demanda do mercado. A Boeing, por outro lado, ajudaria a Embraer a entrar no mercado que ela não está, de aviões de maior porte, na faixa de 250 a 350 passageiros, por exemplo, com uma solução que pode ser desenvolvida em parceria.

Governo quer saber se Embraer chegou a negociar controle

As negociações para uma parceria entre a Boeing e a Embraer chegaram aos ouvidos do governo cerca de duas semanas antes de a notícia vir a público.

A receptividade – positiva em um primeiro momento – gerou certo desconforto dias depois, diante da possibilidade de que as conversas tivessem tratado de uma eventual venda do controle acionário da empresa brasileira.

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, soube das negociações pelo brigadeiro Nivaldo Rossato, comandante da Força Aérea Brasileira (FAB). Até aquele momento, a percepção era de que havia sido retomado um namoro que, segundo ele, já acontece há mais de dez anos entre as duas fabricantes de aeronaves.

Com publicação da notícia pelo “Wall Street Journal”, Jungmann e Rossato foram ao gabinete do presidente Michel Temer e o alertaram sobre a iminência de um “tsunami”.

O presidente foi rápido em declarar que qualquer negociação envolvendo o controle acionário da Embraer estava completamente descartada. “Nosso entendimento é de que tínhamos que ressalvar que a Embraer é uma empresa privatizada, mas que em 1994, na privatização, ao manter a ação especial, o governo sinalizou que havia interesse nacional”, disse o ministro em entrevista ao Valor.

Os motivos para descartar a venda do controle, segundo o ministro, são tão variados quanto estratégicos. Jungmann cita, por exemplo, a propriedade da Embraer de todo aparato utilizado no controle do tráfego aéreo no Brasil.

A fabricante de jatos também lidera o processo de fabricação de combustível nuclear, atua no gerenciamento de fronteiras e lançamento de satélites. “Por isso tudo, a Embraer é algo que tem relação direta com projeto nacional autônomo.

Está no centro de um cluster de inovação, tecnologia e conhecimento e tem centenas de empresas articuladas a ela. Ela é o coração. Não bastasse isso, se transferirmos o controle acionário da Embraer, você estará condicionando decisões estratégicas na área de defesa ao congresso de outro país”, argumentou o ministro.

O estatuto da Embraer determina que qualquer negociação envolvendo o controle acionário tem que ser previamente comunicada ao detentor das ações de classe especial – no caso, o governo.

Como as notícias sobre as intenções da Boeing chegaram à Brasília por meio informal, o governo quer saber agora até que ponto as conversas evoluíram. “Se chegou-se a contratar bancos ou escritórios de advocacia, nós deveríamos antes ter sido avisados.

Mas isso será objeto de análise, vamos checar se de fato aconteceu. Supondo que aconteceu, evidentemente não poderia ter ocorrido”, disse o ministro. “O brigadeiro (José Magno) Araújo, membro do conselho, não tem nenhuma notificação formal. O que chegou é que começou a conversa”, afirmou Jungmann.

De acordo com ele, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) já solicitou esclarecimentos sobre o fluxo das informações relacionadas à negociação. “Esperamos que isso não tenha acontecido. Se aconteceu, evidentemente cruzou-se uma linha vermelha sem que o acionista especial soubesse previamente”, reforça o ministro.

O Valor revelou em setembro uma consulta enviada pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ao Tribunal de Contas da União (TCU), sobre a viabilidade de extinção das ações de classe especial, também conhecidas como “golden shares”. Além da Embraer, a Vale e o Instituto Brasileiro de Resseguros (IRB) contam com essa categoria de ativo.

O secretário de Produtos de Defesa, Flávio Corrêa Basílio, informou que, apesar da consulta, o governo jamais cogitou acabar com todas as golden shares da Embraer. Pela proposta de Meirelles, as regras referentes a questões de segurança nacional seriam preservadas. “Conversamos com eles na época. [A consulta] era para algumas áreas específicas, que não diziam respeito à defesa nacional”, disse Basílio.

Jungmann fez questão de ressaltar que o governo brasileiro é favorável à parceria entre as duas empresas e que não vai atuar para influenciar as negociações. O ministro lembra que o setor aeronáutico passa por um período de transformações e que a Embraer deve estar preparada para as novas facetas desse mercado.

“O movimento que deflagrou essa percepção [de mudanças no setor] foi a associação AirbusBombardier. Ao mesmo tempo, se tem notícias de que os chineses pretendem explorar esse nicho, associados aos russos. Falase também nos japoneses, com a Mitsubishi. Diante disso, vemos com bons olhos essa associação. Segue a balsa”, disse Jungmann.

Há, no entanto, clareza no governo de que uma dissociação das área militar e comercial da Embraer seria impossível, hipótese que chegou a ser cogitada por analistas de mercado. “Há uma simbiose entre essas duas áreas que as torna indissociáveis”, afirma Raul Jungmann.

Ele explica que boa parte das inovações apresentadas pelo setor comercial são iniciadas na área de defesa. Como os investimentos em defesa não estão sujeitos a normas da Organização Mundial do Comércio (OMC), é essa área quem transfere a tecnologia para o setor comercial. “A segregação, por essas razões, não funcionaria”, disse o ministro.

O governo também optou por não manifestar preferência sobre o tipo de parceria que Embraer e Boeing pretendem fazer. Segundo Jungmann, mantidas as prerrogativas estratégicas da União, o restante é questão 100% empresarial. “Não vamos dizer nada. A única coisa que nos pronunciamos é no que diz respeito aos interesses nacionais. Fusão? Joint venture? Parceria? Comercialização? Não nos diz respeito.”

Fonte: ‘Valor’ via, defesanet

 

 

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Defesa Destaques Equipamentos Rússia Tecnologia

Rússia / Ratnik-3: Exoesqueleto e microdrones

A terceira geração do equipamento de combate russo ‘Ratnik’ incluirá um exoesqueleto para aumentar a força e a dureza, bem como utilizará microdrones para vigilância e tarefas especiais.

© Sputnik/ Natalia Seliverstova

“O Ratnik será equipado com exoesqueletos, microrrobôs e veículos aéreos não tripulados. As unidades dotadas com o Ratnik-3 gozarão de independência, autonomia e autossuficiência na hora de realizar diferentes missões em quaisquer condições”, lê-se em um comunicado publicado pelo Ministério da Defesa russo.

Segundo o comunicado, o equipamento também terá a possibilidade de integrar-se nos sistemas de reconhecimento e combate existentes.

O sistema de combate de infantaria Ratnik (Guerreiro) é na realidade um sistema de diferentes equipamentos modernos. Além do próprio colete à prova de bala, o sistema possui vários tipos de armamento, como fuzis de assalto, lança-granadas, fuzis de precisão, bem como uma grande variedade de equipamentos projetados para aumentar as capacidades de seus usuários.

A mensagem do ministério destaca como vantagens indiscutíveis do projeto “sua dureza perante os disparos e a eficácia de seus equipamentos óptico-eletrônicos”.

Pelo menos uma parte dessa declaração já tinha sido confirmada: em setembro passado a empresa publicou os resultados dos testes da segunda geração do equipamento militar Ratnik.

Segundo um dos seus principais construtores, o Ratnik-2 é capaz de proteger de balas de 7,62 mm disparadas de um fuzil de precisão Dragunov a uma distância de 10 metros e as consequências do impacto não impedirão que o soldado continue plenamente operativo.

Além disso, os equipamentos militares do soldado do futuro Ratnik 1 e 2 foram usados em condições reais na Síria, onde já salvaram vidas de militares russos em várias ocasiões.

Fonte:  Sputnik

 

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Destaques Economia Opinião

Índia será 5ª maior economia do mundo em 2018, diz consultoria

A Índia irá ultrapassar o Reino Unido e a França e ser a quinta maior economia do mundo em 2018, afirma a consultoria inglesa Centre for Economics and Business Research.

© REUTERS/ Adnan Abidi/File Photo

Hoje, o país asiático é a sétima maior economia mundial, mas deve tomar a quinta colocação em 2018 e tornar-se a terceira maior economia em 2032, ainda de acordo com a consultoria inglesa.

Nos dois últimos trimestres, encerrados em junho e setembro, a Índia registrou um crescimento de 5,7% e 6,3%, respectivamente.

O crescimento mundial será dominado pelas economias asiáticas, incluindo Índia, China e Japão, diz a Centre for Economics and Business Research.

Os Estados Unidos, a atual maior economia do mundo, serão ultrapassados ​​pela China em 2030, segundo relatório da consultoria inglesa, acrescentando que a Índia tomará a liderança econômica do mundo “em algum momento da segunda metade deste século”.

Fonte: Sputnik

 

 

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Conflitos Defesa Destaques Geopolítica Rússia Síria

Rússia inicia a formação de grupo militar permanente em bases localizadas na Síria

Atualmente realiza-se a formação de um grupo militar em duas bases russas situadas na Síria: na base naval Tartus e na base aérea de Hmeymim.

© Sputnik/ Dmitry Vinogradov

Rússia já começou a formar um grupo militar permanente que irá operar na base naval Tartus e na base aérea de Hmeymim na Síria, declarou à Sputnik na terça-feira (26) o ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu.

Ao mesmo tempo, o ministro destacou que “na semana passada o comandante supremo [Vladimir Putin] aprovou a estrutura e o contingente das principais bases em Tartus e Hmeymim, e já começou a formar um grupo permanente lá”.

Nessa conexão, o ministro russo expressou seu agradecimento ao Parlamento da Rússia por ratificar o acordo que permite ampliar a base de Tartus. Na segunda-feira (26), o Conselho da Federação da Rússia (câmara alta do Parlamento), ratificou o acordo alcançado entre Moscou e Damasco sobre a ampliação das instalações portuárias de Tartus e sua transformação em base naval capaz de acolher navios de propulsão nuclear.

O acordo permanecerá em vigor por 49 anos, mas prevê a prorrogação por períodos de 25 anos após a expiração do prazo.

Fonte: Sputnik

 

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Destaques Geopolítica Negócios e serviços

Acordo do Brexit pode servir de modelo para laços da UE com Ucrânia e Turquia

Um acordo da União Europeia com o Reino Unido a respeito das relações após a saída britânica do bloco, conhecida como Brexit, pode servir de modelo para laços com outros países que querem ser tão próximos quanto possível do bloco, mas ainda não estão prontos para se filiar, como a Ucrânia e a Turquia, disse o ministro das Relações Exteriores da Alemanha.

Ministro das Relações Exteriores da Alemanha, Sigmar Gabriel, durante reunião na chancelaria em Berlim 02/08/2017 REUTERS/Hannibal Hanschke

O Reino Unido recebeu o sinal verde de Bruxelas para iniciar conversas sobre seu relacionamento futuro com a UE no início deste mês, e Londres diz aspirar a um relacionamento mais próximo como ex-membro do que qualquer terceiro país.

Em uma entrevista ao jornal Funke a ser publicada na terça-feira, o chanceler alemão, Sigmar Gabriel, disse que tal acordo pode oferecer uma solução para o bloco de 27 países-membros conseguir administrar seus laços com os dois grandes Estados ainda não filiados.

“Não consigo imaginar a Turquia ou a Ucrânia se tornando membros da UE nos próximos anos”, disse. “Se obtivermos um acordo inteligente com o Reino Unido, regulamentando as relações com a Europa após o Brexit, isso poderia ser um modelo para outros países – Ucrânia e também Turquia”.

A Turquia, que é candidata ao bloco há décadas, já tem uma união alfandegária com a UE que permite a comercialização da maioria dos bens sem tarifas.

Uma possibilidade seria oferecer a Ancara “uma forma nova, mais próxima de uma união alfandegária”, afirmou Gabriel, embora também tenha dito que tal projeto teria que esperar mudanças no cenário político turco.

Milhares de pessoas, incluindo cidadãos alemães, foram detidas na Turquia em meio a uma operação de repressão do governo em andamento desde um golpe de Estado fracassado de 2016.

Um acordo entre a UE e Kiev a respeito de “uma área de livre comércio profunda e abrangente” entrou em vigor formalmente em setembro com a meta de permitir o livre comércio de bens, serviços e capital e viagens sem necessidade de vistos para estadias curtas.

O anseio ucraniano de relações mais estreitas com a UE foi um dos catalisadores de uma revolta popular que depôs um presidente pró-Rússia em 2014, o que levou Moscou a anexar a península da Crimeia e a apoiar separatistas pró-Rússia em um conflito ainda não resolvido no leste do país.

O Partido Social-Democrata de Gabriel está se preparando para conversas com os conservadores da chanceler alemã, Angela Merkel, para decidir se as partes governarão juntas nos próximos quatro anos.        ​

Por Thomas Escritt

Fonte: Reuters