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ADSUMUS: Batalhão de Blindados de Fuzileiros Navais (BtlBldFuzNav) realiza adestramento de tiro na Restinga da Marambaia–RJ

 
Carro de combate atira com seu canhão de 105mm

 

O Batalhão de Blindados de Fuzileiros Navais realizou exercício de tiro no período de 30 de abril a 3 de maio, no Centro de Avaliações do Exército (CAEx), na Restinga da Marambaia-RJ. Participaram do adestramento 94 militares e foram empregadas sete viaturas blindadas (sobre rodas e sobre lagartas). 

 
Os blindados da Marinha cumpriram diversas missões de tiro com armamentos variados, dentre eles, metralhadoras com calibres 5,56mm, 7,62mm e 12,7mm, além dos disparos com os canhões 105mm dos carros de combate. O propósito do exercício foi adestrar os militares que operam essas viaturas nos diversos procedimentos de tiro, de forma a manter o alto grau de preparo e prontidão dessa Unidade.

Fonte: MB

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Defesa Rússia Sistemas de Armas Sistemas Navais Tecnologia Traduções-Plano Brasil

O desenvolvimento do primeiro porta-aviões nuclear russo será iniciado em 2023

Andrey Luzik

Tradução e adaptação E.M.Pinto

O trabalho de desenvolvimento do primeiro porta-aviões nuclear russo será iniciado em 2023. Os recursos da fase de desenvolvimento já estão incluídos no programa ferderal de armamento.

Grupos de ataque centrados em Porta Aviões continuam sendo a ferramenta mais poderosa da guerra no mar.

“A pesquisa científica e desenvolvimento do novo porta-aviões estão incluídos no atual programa de armamentos que se estende até 2027, e vai ser iniciado já em 2023” – foi o que informou a TASS, uma fonte da indústria de construção naval.

Segundo a fonte, o navio será movido a energia nuclear e terá um deslocamento de cerca de 70 mil toneladas.

A United Shipbuilding Corporation esclareceu à agência que até agora nenhuma especificação técnica e tática específica para o projeto deste navio foi recebida do Ministério da Defesa da Rússia.

“Se tal ordem for recebida do departamento, as empresas da corporação estarão prontas para implementá-la”, disse o porta voz da USC.

No momento, a Marinha russa possui um porta-aviões convencional, o Cruzador Almirante Kuznetsov que está passando por reformas com modernização e deve voltar a operar depois de 2021.

Fonte: Tass 

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Defesa Sistemas Navais Traduções-Plano Brasil

O porta-aviões almirante Kuznetsov será ancorado para mais reparos em 2020

Em abril de 2018, os construtores navais assinaram um contrato com o Ministério da Defesa para fazer reparos no porta-aviões Almirante Kuznetsov.

©  Lev Fedoseev / TASS

MOSCOU, 7 de maio / TASS /. O porta-aviões russo Almirante Kuznetsov, atualmente em manutenção na 35ª fábrica de reparos navais em Murmansk, será docado em 2020, disse uma fonte da indústria naval à TASS.

“A fase de reparos em um dique seco começará em 2020, desde que as instalações necessárias estejam operantes e a capacidade do dique seja aumentada”, disse a fonte.

A United Shipbuilding Corporation informou à Tass que a 35ª usina de reparos de navios estava em processo de modernização de suas instalações portuárias, o que permitiria acomodar o porta-aviões.

“É um pacote complexo de medidas, por isso prevemos um certo adiamento da segunda docagem do navio, mas o eventual prazo para a conclusão dos reparos foi atualizado para 2021 e permanecerá inalterado”, disse a  fonte.

O almirante Kuznetsov foi danificado em um incidente noturno em 30 de outubro de 2018, durante uma operação de lançamento em Murmansk. A doca flutuante PD-50 afundou e a consequente queda de um guindaste danificou o convés de vôo do kuznetsov.

O presidente da corporação naval Alexei Rakhmanov disse à TASS que o porta-aviões sofreu 52 defeitos, o que custariam cerca de  70 milhões de rublos para serem eliminados. Ele disse que o Almirante Kuznetsov teria que ser ancorado pela segunda vez. 

Originalmente, a operação estava programada para o verão de 2019. Após o afundamento do cais PD-50, várias opções de um segundo acoplamento foram consideradas e a escolha foi feita em favor da criação das instalações necessárias na 35ª fábrica de reparos navais.

Atualização do Almirante Kuznetsov

Em abril de 2018, os construtores de navios assinaram um contrato com o Ministério da Defesa para realizar uma atualização no porta-aviões project 11435. O então vice-comandante da Marinha russa, Viktor Bursuk, disse que os reparos no único porta-aviões da Rússia começaram em maio de 2018 e que a Marinha esperava ter o navio atualizado em 2021.

O ministro da Defesa, Sergey Shoigu, disse em 9 de abril que a parcela do trabalho de reparo e modernização chegou a 25% e deve ser concluída até o final de 2020.

O Almirante Kuznetsov estará armado com novos sistemas de defesa aérea, incluindo o Pantsir-M. Equipamentos de geração de potencia adicionais, caldeiras, bombas, equipamentos de vôo, sistemas de observação e controle totalmente novos.

Fonte: Tass

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Defesa Rússia Sistemas de Armas Tecnologia Traduções-Plano Brasil

Ministério da defesa russo decide desenvolver uma segunda aeronave AWACS baseado no Tu-214

Imagem meramente ilustrativa

Tradução e adaptação-E.M.Pinto

O Ministério da Defesa Russo decidiu desenvolver uma nova aeronave de alerta antecipado e comando (AWACS) com base no  Tu-214. O “novo” projeto járecebeu aprovação. Esta possibilidade de desenvolvimento foi aventada nos anos 90, porém por razões técnicas e orçamentárias da época a iniciativa centrou-se na aeronave IL-76- A-50 A-100.

A notícia foi divulgada no periódico “Izvestia”, cujas informações foram cedidas por fontes do próprio Ministério da Defesa da Rússia.

Alegadamente, a nova aeronave AWACS será uma variante mais leve e uma versão mais barata e mais econômica do sistema A-100″ Premier “.

A escolha do Tu-214 não é acidental, uma vez que o avião é considerado universal e familiar para pilotos militares.

Espera-se que a aaeronave seja desenvolvida em um tempo relativamente curto e que sua produção seriada seja até mais rápida que a do A-100 o qual deverá ser introduzido de modo a completar  a frota de A-50U e A-100 existentes. 
A nova aeronave empregará os sistemas eletrônicos do A-100 em uma versão mais “leve”. A aeronave será equipada com múltiplos radares com duas antenas phased array, equipamento digital e de guerra anti-eletrônica.
De acordo com os desenvolvedores, uma aeronave AWACS baseada no Tu-214 poderá controlar um perímetro aéreo, terrestre e marítima em um raio de várias centenas de quilômetros, para gerenciar grandes grupos, fornecer informações aos caçs, bombardeiros e aviões de ataque.

O projeto básico da aeronave proporciona um vetor de presença muito maior no ar em comparação com o IL-76, a um custo inferior em aquisição e manutenção. 

Fonte: Weapon News RU

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Defesa Rússia Sistemas de Armas Traduções-Plano Brasil

Iraque e Rússia iniciam negociações para a aquisição de sistemas de defesa Anti Aérea S-400

Tradução e adaptação-E.M.Pinto

Bagdá (Iraque) – O Iraque e a Rússia iniciaram as negociações para o fornecimento dos sistemas de defesa antimísseis russos a Bagdá, disse no sábado um ex-parlamentar Hakem al-Zamly, ex-presidente do comitê de segurança e defesa do Parlamento, ao canal de TV Russia Today.

A notícia foi divulgada pelo meio de comunicação iraquiano Iraq News. Segundo al-Zamly, o acordo é muito importante para o Iraque e está programado para entrar em vigor em dois anos. 

Al-Zamly também afirmou em nota  que o Iraque busca reforçar a cooperação com a Rússia no campo da defesa que englobará aeronaves de combate tanto de asa fixa quanto de asas rotativas, num pacote inicial estimado em US$4,0 bilhões. 

 

Fonte: Iraq News

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Geopolítica Sistemas de Armas Tecnologia Traduções-Plano Brasil

MARINHA SUL COREANA ENCOMENDA TRÊS DESTROYERS KDX III BATCH 2 CAPAZES DE INTERCEPTAR MÍSSEIS BALÍSTICOS

 

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

 

A Coreia do Sul construirá mais três Destroyers AEGIS capazes de frustrar os ataques dos mísseis balísticos. Os navios de 7.600 toneladas de deslocamento são equipados com sistemas de combate AEGIS e sofisticados mísseis interceptadores de mísseis balísticos fabricados nos EUA.

 

SEUL- Presidido pelo ministro da Defesa, Jeong Kyung-doo, o comitê executivo da Administração do Programa de Aquisição de Defesa (DAPA) endossou em 30 de abril o esforço de US $ 3,3 bilhões para adquirir os Destroyers adicionais até 2028.

Espera-se que os navios Batch 2 da classe Sejong o Grande sejam equipados com o Míssil Padrão RIM-161 da Raytheon, ou mesmo o SM-3, de acordo com oficiais da DAPA.

 

“A construção de mais destróieres AEGIS ajudará a Marinha sul-coreana a responder de forma mais eficaz às potenciais disputas marítimas, bem como a realizar as missões de manutenção da paz com mais sucesso, já que os navios serão atualizados nas capacidades operacional submarinas e guerra de superfície informou” o  porta-voz da DAPA Park Jung-eun.

 

O novo lote de navios, será equipado com um pacote de software atualizado para destruir mísseis balísticos, acrescentou o porta-voz. Os três navios do Lote 1 são equipados com o míssil interceptor SM-2 projetado para engajar mísseis de cruzeiro e anti-navio durante a fase de interceptação terminal.

A compra de interceptores de mísseis balísticos foi incluída no plano de cinco anos de melhoria de força intermediária da Coréia do Sul, de acordo com fontes da DAPA e da Marinha.

O interceptador baseado em navio é uma parte fundamental do próprio escudo antimísseis do país, apelidado de Defesa Aérea e Mísseis da Coréia, ou KAMD – uma rede que inclui interceptores Patriot Advanced Capability-2 e -3, mísseis SM-2 baseados em navios e mísseis superfície-ar de médio alcance desenvolvidos localmente.

O sistema de defesa de alta altitude e engajamento terminal do exército dos EUA foi implantado na parte sul da Coreia do Sul em 2007 para aumentar o KAMD de baixo nível.

 

“O Estado-Maior Conjunto estabeleceu uma exigência operacional para a interceptação de um míssil balístico que chega a uma altitude de mais de 100 km e o  SM-3 certamente atende ao requisito” disse uma fonte do Estado-Maior Conjunto ao Defense News.

 

O hit-to-kill  do SM-3 é conhecido por ser capaz de derrubar alvos em altitudes de 150 a 500km. A mais nova variante, o SM-3 IIA, pode atingir alvos a uma altitude de até 1000km.

A Hyundai Heavy Industries está programada para assinar um contrato com a DAPA referente a construção e integração dos sistemas de Destroyers do Batch 2 em junho, de acordo com funcionários da DAPA, enquanto a agência de armas assinou um contrato com a Lockheed Martin no início deste ano para comprar o sistema de defesa contra mísseis balísticos para os Destroyers classe Sejong o Grande.

A DAPA(Sul Coreana) também aprovou um plano para desenvolver mais três submarinos de ataque pesados até 2028. Sob o plano de codinome KSS-III, três submarinos de 3450 toneladas de deslocamento serão construídos por US $ 2,9 bilhões.

Os submarinos mais novos devem ser projetados para terem 450 toneladas a mais e cerca de 6,0 m mais longos que os Batch 1 e eles serão equipados com 10 células verticais de lançamento para mísseis táticos de acordo com a DAPA.

Os sub-grupos 2 também serão equipados com baterias de íons lítio que podem dobrar as horas de operação em comparação com as baterias de chumbo-ácido. O contrato de desenvolvimento de sistemas para o programa KSS-III Batch 2 deve ser assinado em junho com a empresa local Daewoo Shipbuilding and Marine Engineering.

 

Fonte: MCT

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Aviação Defesa Traduções-Plano Brasil

Lockheed Martin inaugura a nova linha de produção para os caças F 16 Block 70

Tradução e adaptação- E.M.Pinto

A Lockheed Martin inaugurou a nova linha de produção para a fabricação das novas aeronaves F-16 em Greenville, Carolina do Sul. Segundo a nota da Lockheed Martin, a produção das novas aeronaves F-16 block 70 para o Bahrein será iniciada ainda neste ano.

Para criar espaço para a fabricação do F-35 em Fort Worth, a fabricante trouxe as ferramentas e equipamentos destinadas a produção do F16 foi deslocada para Greenville e as instalou em um hangar recém-reformado. Mais de 400 novos empregos serão criados com a linha de produção do F-16.

A Lockheed Martin vê um “futuro promissor” para o caça que será construído para o Bahrein, o primeiro cliente desta nova versão que assinou o contrato em junho de 2018. A Eslováquia assinou um acordo em dezembro de 2018. 

Além destes, a Bulgária e o governo dos EUA estão atualmente negociando a compra pela nação balcânica de um lote destes caças. O Departamento de Estado dos EUA também aprovou recentemente a venda de 25 novas aeronaves da série F-16 Block 72 e atualizações dos remanescentes F-16V para o Marrocos.

Até o momento, foram produzidos 4588 caças F-16, dos quais, cerca de 3.000 estão atualmente em uso em 25 países.

As operações  Lockheed Martin em Greenville sempre foram destinadas aos serviços de modificação, manutenção, reparo e revisão geral de aeronaves militares e civis das quais incluiam o C-130, P-3, KC-10 e C-9.

Fonte: Flug Revue

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Brasil pode ser parceiro, mas não integrar a OTAN, diz Jens Stoltenberg, secretário-geral da aliança


Jens Stoltenberg, secretário-geral da Otan — Foto: Joshua Roberts/Reuters

Donald Trump levantou a possibilidade de incluir o Brasil na aliança militar durante visita do presidente Jair Bolsonaro. Hipótese foi descartada pelo líder da organização.

O secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Jens Stoltenberg, negou nesta sexta-feira (3) que o Brasil possa integrar o bloco. No entanto, em entrevista à agência Reuters, ele afirmou que o país – assim como outros latino-americanos – pode se tornar “um parceiro muito próximo” do grupo.

Durante a visita do presidente Jair Bolsonaro a Washington, o norte-americano Donald Trump disse querer o Brasil como um “aliado prioritário extra-Otan” ou mesmo “membro da Otan”. No entanto, somente países da Europa, além de Estados Unidos, Canadá e Turquia, integram a aliança.

Perguntado se o Brasil poderia algum dia fazer parte do bloco, Stoltenberg negou. “Parceiros não são membros, e sim parceiros muito próximos”, afirmou.

“Nós trabalhamos muito próximos com nossos parceiros, prática e politicamente, essa é uma maneira muito boa para reforçar a cooperação entre a Otan e países que não integram a aliança”, completou Stoltenberg.

A Otan foi fundada em 1949, logo no início da Guerra Fria, como um pacto militar dos países alinhados com os Estados Unidos. Após o esfacelamento da União Soviética em 1991, algumas nações que antes faziam parte do bloco comunista – como Polônia e Hungria – passaram a integrar a organização.

Um dos princípios da organização, hoje com 29 países, garante aos integrantes o princípio de defesa coletiva. Ou seja: um eventual ataque a um ou mais países-membros do grupo será encarado como uma agressão a todos os demais integrantes.

O caso da Colômbia

A Colômbia recebeu status de parceiro global da Otan em 2017 – o primeiro na América Latina. O organismo tem parceria também com Austrália, Nova Zelândia e mesmo europeus que não fazem parte da aliança, como Suécia e Finlândia.

Com o status, a Colômbia e a Otan podem participar de cooperação. No entanto, os colombianos não integram o pacto de defesa coletiva, ou seja, não precisariam participar de uma ação militar dirigida por toda a aliança – nem necessariamente teria o apoio de toda a aliança caso fossem atacados.

Perguntado sobre o Brasil, Stoltenberg disse ser possível que o Brasil se torne parceiro global da Otan, mas não garantiu que isso vá ocorrer. “Bem, alguém teria de propor e o próprio Brasil teria de requerer isso. Nós acertamos com a Colômbia para que ela se tornasse um parceiro próximo, portanto é completamente possível incluir outros países da América Latina”, respondeu.

“Mas teríamos de receber um pedido expresso [dos países] da América Latina e, claro, precisaríamos discutir [a possível parceria] com todos os 29 países membro da Otan”, concluiu Stoltenberg.

Aliado dos EUA extra-Otan

O status da Colômbia não é a mesma coisa que o Brasil pleiteava com Trump: o de se tornar um aliado prioritário extra-Otan dos Estados Unidos. Até porque esse título diz respeito a uma parceria militar bilateral com os norte-americanos, sem envolver a aliança internacional.

Ao entrar no rol de aliados extra-Otan dos EUA, o Brasil consegue:

  • Tornar-se comprador preferencial de equipamentos e tecnologia militares dos EUA;
  • Participar de leilões organizados pelo Pentágono para vender produtos militares;
  • Ganhar prioridade para promover treinamentos militares com as Forças Armadas norte-americanas.

Ao todo, 17 países receberam essa classificação do governo norte-americano. Confira na arte abaixo.

Fonte: G1

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Destaques Traduções-Plano Brasil

Paquistão reforça as suas defesas e pretende adquirir sistemas Pantsir S-1 e Carros de Combate T-90MS

Tradução e adaptação-E.M.Pinto

Segundo o Indian Defence, o governo do Paquistão decidiu comprar sistemas russos de defesa antiaérea Pantsir S-1, uma decisão que vem dos desdobramentos do recente ataque cirúrgico realizado pelos jatos da Força Aérea Indiana em campos de treinamento de terroristas em Balakot.

O Paquistão agora planeja enviar uma delegação a Moscou para finalizar o acordo e também firmar um acordo para treinar o pessoal da defesa no sistema Pantsir.

“O Paquistão está comprando os mais recentes e mais modernos sistemas de armas para combater a Índia. O Paquistão está procurando adquirir tanques, armas antiaéreas e sistemas de mísseis terra-ar da Rússia”, disse um funcionário do Ministério da Defesa da Índia ao Zee News.

O Paquistão já havia elaborado um plano para comprar também 360 carros de combate T-90 da Rússia para reforçar seu poder de combate ao longo da fronteira com a Índia, aparentemente na mesma versão MS que forma a espinha dorsal de alguns regimentos blindados indianos, o que torna Moscou “vencedora” do mesmo veículo para ambos os inimigos.

O Paquistão está tentando assinar uma corporação de defesa mais profunda com a Rússia, que tem sido aliada da Índia o tempo todo e compartilha uma relação de defesa que remonta à era soviética, segundo comentários da Indian Defense News.

Em outro esforço para renovar a sua força blindada, o Paquistão decidiu comprar quase 600 carros de combate chineses. Atualmente, mais de 70% dos carros de combate paquistaneses têm capacidade operacional noturna, o que é uma preocupação para a Índia.

No rescaldo da crescente pressão internacional sobre o Paquistão para esmagar os grupos islâmicos ativos em seu território, a China decidiu apoiar seu o aliado fornecendo sistemas de operação para “todos os climas e condições meteorológicas”.

A China venderá drones de longo alcance CH-4 e CH5, o primeiro é capaz de transportar até 400 kg de explosivos e permanecer no ar por 40 horas. Pode cobrir um alcance de até 5.000 km. Já o segundo pode  pode transportar até 1.000 kgs de carga militar e permanecer no ar por até 60 horas. Ambos podem voar além de 6000 m de altitude.

 

Fonte: Army Recognition

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Aviação Defesa Traduções-Plano Brasil

Índia encomenda mais duas aeronaves AWACS de Israel por US $ 2 bilhões

 

O acordo vale cerca de US $ 2 bilhões, com o radar montado na plataforma russa.

Tradução e adaptação-E.M.Pinto

Um dia antes do ataque aéreo realizado pela Força Aérea indiana em Índia em 26 de fevereiro em um centro de treinamento do grupo terrorista Jaish-e-Mohammed em Balakot no Paquistão, o Ministério da Defesa Indiano moveu o Comitê de Segurança do Gabinete para aquisição de mais dois sistemas de alerta aéreo e controle PHALCON (AWACS). As aeronaves que utilizam sistemas de radares israeleneses foram encomendadas para igualar as crescentes capacidades do Paquistão.

O Conselho de Aquisição de Defesa (DAC) assumiu no final de maio, a compra de 21 caças de defesa aérea MiG-29 atualizados da Rússia para deter o crescente déficit de esquadrões de caça.

Representantes do ministério da defesa Indiano informaram que a necessidade do PHALCON AWACS era sentida, já que o Paquistão possui sete aeronaves AWACS em serviço, em comparação com cinco em serviço na IAF.

Após o ataque de Balakot, a exigência foi sentida mais intensamente, com Islamabad instalando dois AWACS 24 horas por dia no norte e no sul, enquanto a Índia só conseguia manter esta capacidade por 12 horas por dia ao longo de suas fronteiras norte e oeste. Ambos os lados empregaram seus AWACS durante o conflito aéreo de 27 de fevereiro no setor de Nowshera, em Jammu.

Os AWACS controlam o teatro de batalha em tempos de hostilidade, fornecendo informações antecipadas sobre o movimento de ativos aéreos do adversário, bem como direcionando a defesa aérea para evitar qualquer violação do espaço aéreo doméstico.

O Paquistão possui atualmente três SAAB-2000 e quatro Shaanxi Y-8; supostamente a PAF perdeu duas aeronaves SAAB em um ataque terrorista contra a PNS Mehran em Karachi em 22-23 de maio de 2011. As aeronaves da SAAB fornecem uma cobertura de 270 graus das posições inimigas, mas a plataforma tem restrições de altura devido a motores turbo-propulsores.

Em comparação, a IAF tem três PHALCON AWACS construídos por Israel e mais dois sistemas de Alerta aéreo antecipado construídos pelo DRDO montados em uma plataforma a jato da Embraer.

A aeronave israelense é equipada com o sistema de radar Green Pine topo de linha que podeescanear o território inimigo em uma faixa de 300 a 500 km.

Foi este avião quem coordenou com sucesso as operações aéreas contra um pacote de 24 caças da Força Aérea do Paquistão em 27 de fevereiro em Nowshera.


Fonte:Defence News

 

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IDEF 2019: Turquia apresenta primeiro protótipo do veículo blindado de assalto anfíbio ZAHA

A empresa Turca de Defesa FNSS Savunma apesentou durante a IDEF’19 (14th International Defence Industry Fair) o primeiro protótipo do veiculo de assalto anfíbio ZAHA (Zırhlı Amfibi Hücum Aracı que em tradução literal seria veículo blindado de assalto anfíbio).

O novo veículo blindado anfíbio turco está sendo desenvolvido para atender a uma exigência do Comando das Forças Navais da Turquia. Os novos veículos serão usados em operações anfíbias para realizar o transporte de fuzileiros dos navios para as praias .

Segundo informações o novo veículo anfíbio serábaseado no AFV Kaplan a fim de reduzir os custos e o tempo de desenvolvimento mas com um Layout  similar à do  AAV7.

Segundo Nail Kurt, CEO da FNSS a mesma deve entregar um total de 27 veículos à Marinha Turca, incluindo 23 transportadores de pessoal, 2 veículos de comando e controle e 2 veículos de recuperação.

O veículo entrará na fase de testes com previsão das primeiras entregas em 2021 e terminando em 2022″, sublinhou Kurt.

https://youtu.be/zf6aG-dlqFo

FNSS Savunma Sistemleri A.Ş. é uma empresa de joint venture turca detida 51% pela Nurol Holding da Turquia e 49% pela BAE Systems Inc., com instalações localizadas em Gölbaşı, Ancara.