Defesa & Geopolítica

Uma nova “Águia” no ninho

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E.M.Pintoeagle

Plano Brasil

Diz um mito popular  ( O renascer da Águia) que em sua meia vida, a águia afasta-se dos seus para um exílio, de lá, arranca as suas velhas penas, afia as suas garras, parte o seu bico e retorna, revigorada, renascendo em uma predadora mais eficaz, precisa e experiente. O texto é apenas um mito que não encontrava no mundo real a sua fundamentação, “não encontrava” pelo menos até agora…

 

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O vôo da águia

Prefácio

http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2009/03/f-15-silent-eagle-3.jpgApresentação do F 15 SE ao público

Em meados de 2009 surgiu na imprensa internacional rumores de que Boeing se preparava para lançar uma nova aeronave, naquela altura, pouco ou quase nada havia de certeza sobre o que, o como e qual seria esta nova arma.

Foram necessárias apenas algumas semanas para surgiram as primeiras imagens oficiais da nova águia que chegava “silenciosamente” no ninho da consagrada família de caçadoras da América do norte.

A aeronave apresentava a primeira vista apenas algumas diferenças estéticas do F 15 E Strike Eagle, que teve seu batismo de fogo na primeira guerra do golfo e trazia consigo o DNA da vitoriosa família de predadores cujo histórico em combate dispensa maiores explicações.f-15-elephant-walk

Decendete de uma família vitoriosa, a nova “Águia” carrega a responsabilidade de manter o impecável histórico e garantir a supremacia aérea alcançada ao longo destas três décadas.


Mais tarde o mundo descobrira que a Boeing não havia simplesmente relançado o F 15 E, mas sim, o reinventado. A nova águia nascia muito mais capaz que suas predecessoras, seus instintos caçadores eram ainda mais apurados e sua letalidade muitas vezes superiores.

Se na “pele” a nova águia não diferiria muito das suas predecessoras, internamente e efetivamente era outra ave de rapina, mais vorás, eficaz e precisa. Ela poia ver e ouvir melhor, além disso, atacar mais precisamente além de poder se aproximar furtivamente e silenciosamente lançando o seu mostífero e preciso ataque, minimizando as possibilidades de sobrevivência das suas presas.

De fato a Boeing deu vida a uma nova espécie de águia caçadora que devido a estas características deram-lhe o nome de Silent Eagle.


A Nova “Águia”

http://cavok.com.br/blog/wp-contents/uploads/2010/06/img_18_24284_2.jpgF 15 SE na sua primeira aparição pública

O Boeing F-15 SE Silent Eagle é uma nova aeronave baseada no F-15E Strike Eagle que recebeu inúmeros refinamentos e foi atualizada com sistemas em estado de arte destinados aos caças de 5ª geração. O seu projeto considerou não apenas mudanças estruturais e superficiais, a nova aeronave recebeu sistemas de transporte interno de armamentos e teve sua superfície modificada com o emprego de novos materiais radar absorvente

O demonstrador do F-15 SE foi exibido pela primeira vez em 17 de Março de 2009 logo após surgirem os boatos da existência do avião.

f-15e_silent_eagle_weaponbay-400x266

Uma solução prática considerada pela Boeing foi aproveitar os CFT como Baia de transporte de armas, fazendo surgir os CWB (Conformal Weapons Bay).

Externamente as principais caraterísticas que o diferenciam das outras versões da família F 15 são os CFT (Conformal Fuel Tank) reduzidos os quais servem de baias para o transporte interno de armas (maior parte do CFT agora designado CWB (Conformal Weapons Bay) reduzindo capacidade interna de transporte de combustível.

CFWConcepção artística  da abesrtura do CWB

A princípio esta medida parece ter depreciado as qualidades da aeronave em relação ao seu campo de atuação, uma vez que a aeronave transporta menos combustível. Porém, o efeito conjugado das medidas e os novos perfis de operação contrabalançam esta deficiência.

O transporte interno do armamento e a redução das dimensões do CFT resultam não só na diminuição da assinatura por radar e infra vermelho da aeronave, mas também, no decréscimo do arraste aerodinâmico do caça, resultando numa maior economia de combustível.

http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2010/07/F-15SE.jpgTeste de abertura do CWB exibindo um míssil AIM-120C

O modelo apresentado também apresentava estabilizadores verticais em formato de ”V” com 15° de inclinação em substituição aos clássicos “U” da família Eagle. Posteriormente foi anunciado que a Boeing teria declinado desta hipótese e retornado à configuração padrão em “U” em razão dos fatores aerodinâmicos.

http://ericpalmer.files.wordpress.com/2009/03/e3.jpgA Boeing chegou a considerar a configuração em “V” das empenagesn verticais, entretanto esta medida foi abandonada após estudos posteriores.

O Silent Eagle é uma proposta de “Baixo Custo” para nações que necessitam de um caça Hi, com alguma furtividade e equipado com sensores e sistemas de caças de 5ª Geração. Israel, Japão, Coréia do Sul, Arábia Saudita e Singapura são clientes potenciais, assim como a própria Força Aérea dos Estados Unidos que necessita de um caça para substituir os seus próprios F 15 CD e E completando a lacuna aberta pelo precoce corte no programa Boeing/Lokheed Martin F 22 Raptor.

http://www.defense.gov/transformation/images/photos/2005-09/Hi-Res/050908-F-2295B-028.jpgOnde o passado e futuro se encontram?

Ironicamente existe a possibilidade do F 22 Raptor (que foi projetado para substituir os F 15 ) ser complementado ou até mesmo substituído por uma outra Águia, o  F 15 SE.


A Boeing poderá produzir o F 15 Silent Eagle até meados de 2025, e existe uma possibilidade grande deste caça lograr muitas vitórias em concorrências internacionais visto que há um crescente interesse destes países no programa em reflexo da descrença devido aos sucessivos atrasos, aumentos de custos e até mesmo nas capacidades do Lokeed Martin F 35 Lightning que começam a ganhar força em declarações vindas de Autoridades dos EUA de que o F 35 “ não seria pário para as futuras amaças dos caças Hi de 5ª Geração como se previa”.

Durante a sua recente visita a Ásia, o secretário de defesa Robert Gates oficialmente formalizou a oferta ao Japão do F 15 SE como proposta para a substituição dos seus F 4 Phantom no programa de reaparelhamento da Força de Auto Defesa do Japão, a Arábia Saudita seria outro cliente potencial.


A Boeing estima que há um mercado para cerca de pelo menos 190 F-15 SE, cujo valor unitário, é projetado pelo fabricante estando na casa dos US$ 100-120 milhões.

O Silent Eagle seria uma aposta inteligente da Boeing para o preenchimento de um nicho de mercado então inexistente o dos caças 4.5+ do qual até o momento só teria um concorrente direto o Sukhoi SU 35BM, porém, o caça americano aposta em sua maior furtividade e novos sistemas eletrônicos para superar o caça Russo.

Ficha Técnica

  • Tripulantes: 2
  • Comprimento: 19,43 m
  • Envergadura: 13,05 m
  • Altura: 5,63 m
  • Peso vazio: 14 300 kg
  • Peso carregado: 36.700
  • Motor: 2 × Pratt & Whitney F100-229 turbofans pós-combustão
  • Empuxo: 29.000 lbf (129 kN) cada

Desempenho

  • Velocidade máxima: 2660km/h (Mach 2.5)
  • Alcance: 3 900 km
  • Teto de serviço: 18 200 m

Sistemas de armas

  • Canhões: M61A2 20mm
  • Misseis AIM-120 AMRAAM, AIM-9M Sidewinder
  • Bombas: GBU-39 SDB, GBU-31 JDAM
  • E outras armas do arsenal empregue nas versões mais antigas do F 15 dentro da filosofia Mult role configuration

As novas “penas”

O F15 SE nos ensaios de estudos do RCS no interior de uma câmera anecoica.

Para fazer frente as novas ameaças no combate aéreo e fuga das defesas antiaéreas, os novos caças empregam cada vez mais as tecnologia de redução da seção transversal do radar, o conhecido RCS , estas medidas visam alterar as propriedades de reflexão e de absorção das ondas eletromagnéticas emitidas pelo radar do inimigo, seja ele uma aeronave ou um posto de radar posicionado no solo, tornando a aeronave mais difícil de ser detectada.http://www.flightglobal.com/assets/getAsset.aspx?ItemID=35054

Pode-se dizer que em sua “meia vida” a família Eagle ganha “novas penas” na sua mais nova versão, que permitem tornarem-se mais furtivas, Segundo o site Ausairpower, os materiais compostos empregues nas estruturas e no revestimento do Silent Eagle, reduziram o RCS da seção frontal a valores próximos aos alcançados no projeto do caça de 5ª Geração F-35 Lightning II cujo custo de aquisição já seria cerca de 40% superior. Por outro lado, o Silent Eagle apresentaria os seus respectivos RCS lateral, traseiro, superior e inferior da aeronave seriam maiores.

De qualquer forma, as novas “penas” da águia conferem-lhe uma capacidade furtiva bastante substancial e que seria inferior aos obtidos no projeto SU 35, as medidas tomadas para a redução do RCS da F15 SE teriam conseguido o importante feito de redução para incríveis m² no RCS frontal, fator equivalente aos dos modernos caças 5G segundo a Ausairpower.

Melhorias aerodinâmicas e um avançado sistema digital de comando de voo “Fly-by-Wire” denominando DFCS (Digital Fly-by-Wire Command System) provêm ao F 15 SE melhorias consideráveis nas capacidades de voo, garantindo a realização mais segura e precisa de manobras.

Mais informações sobre RCS- radar cross Section clique aqui


Novos “olhos e ouvidos”

A moderna guerra nos céus, as exigências são cada vez maiores no que toca a capacidade do “predador” “enxergar” a “Presa”, o advento das tecnologias e métodos de redução do RCS associada aos desenvolvimentos de radares AESA e de novas gerações de mísseis BVR ( Beyond Visual Range- Além do alcance visual) e WVR (Within Visual Range- dentro do alcance visual) hoje praticamente empregues em todos os caças em desenvolvimento, tornaram o confronto aéreo mais dificultado. “Enxergar” primeiro e atacar primeiro é praticamente a única chance de obter vitória frente os oponentes cada vez mais modernos.

http://2.bp.blogspot.com/_kVBwT28EdRI/TQwaGqjYqNI/AAAAAAAABqM/o-pC6OKwOH8/s1600/f15sesuite.jpg

Por esta razão, A Boeing não vacilou e a nova Águia nasceu preparada para combater neste cenário, para isto ganhou novos “olhos” e ouvidos”, ganhou novas capacidades para ver, enxergar e identificar a presa à um maior alcance, com maior acuidade e mais seletiva e eficiente em detectar as tentativas de engodo por redução dos seus RCS.

Tudo isto foi obtido com a introdução do moderno e revolucionário Radar AESA (Active Electronically Scanned Array- radar de varredura eletrônica ativa) Raytheon APG-82 (V)1 que combina inúmeros sistemas e módulos desenvolvidos para o radar APG-79 do Boeing F/A-18E/F Super Hornet. Este novo sistema recebeu uma nova antena desenhada especialmente para ser adaptada ao nariz dos F-15 e que faz parte de uma série de melhorias a serem introduzidas no avião de combate, incluindo a dotação do sistema de visualização e pontaria JHMCS (Joint Helmet-Mounted Cueing System) para o piloto.

O Radar Reatheon APG-82 (V)1 que combina inúmeros sistemas e módulos desenvolvidos para o radar APG-79 do Boeing F/A-18E/F Super Hornet

A Raytheon venceu recentemente uma concorrência da USAF da qual já começou a entregar os novos radares APG-82(V)1 destinados a modernizar os caças F-15E “Strike Eagle” Sua produção seriada portanto já foi iniciada.

Segundo notas da Reatheon os novos “olhos e ouvidos” da “Águia furtiva” tornaram-na num predador ainda mais vorás e especializada, o novo radar permite detectar e seguir um número simultâneo de alvos aéreos muitas vezes superior, além disso, conferiu-lhe uma eficiência pelo menos 20 vezes superior à dos radares tipo AN/APG-70 que hoje equipam os F 15 de versões anteriores.

Os novo olhos e ouvidos do “Águia Furtiva “ estão interligados à uma nova gama de suíte eletrônica em estado de arte.

Mais informações sobre o APG 82(V1) clique aqui

http://ericpalmer.files.wordpress.com/2009/06/f15seprovensmall.jpg

Além do radar APG 82 V1, Silent Eagle conta com uma nova suíte de guerra eletrônica digita o BAE Systems, um sistema completo para a gestão eletrônica do teatro de operações, o DEWS (Digital Electronic Warfare Systems ou Sistema Digital de Guerra Eletrônica) é um sistema capacitado em captar, interpretar e gerenciar informações de emissões eletromagnéticas emitidas pelos oponentes à uma grande distância. Graças ao seu sofisticado software, é capaz de determinar a posição exata das transmissões dos seus oponentes sem a necessidade de operação conjunta com outras aeronaves tais como só AWACS.

Fora isto o Silent Eagle estará equipado com o moderno pod AN/AAQ-33, denominado SNIPER de fabricação da Lokheed Martin.

http://www.lockheedmartin.com/data/assets/mfc/Photos/MFC_Sniper_photo1_m.jpgLockheed Martin AN/AAQ-33  SNIPER.

O SNIPER é um casulo multifuncional de navegação e ataque de 3ª Geração e consiste num sistema designador de alvos de longo alcance, capaz de identificar, acompanhar e gerar coordenadas de alvos guinado armas de precisão autonomamente, seu alcance é de 3 à 5 vezes superior ao do LANTIRN ou seja, Muito além do alcance útil de uma bomba guiada Paveway II.

O Sniper está equipado com um FLIR de 3ª Geração que opera na gama de ondas médias com 640×512 elementos, a abertura é de 127mm, com um campo de visão de 4º e 1º. O campo de observação extende-se de +35º a -155º.

O sistema possui um designador laser de 40k que opera na frequência de 1.06 micron (STANAG 3733) e 1.57 micron (laser seguro). Possui uma câmera de TV CCD e um rastreador e marcador (apontador) laser.

O piloto pode efetuar a busca e o travamento dos alvos utilizando-se da interface HOTAS para comandar o casulo. O SNIPER é capaz de identificar alvos a longa distância e travar as coordenadas exatas do alvo com auxílio de um sistema GPS-IMU, que permite o alinhamento e travamento automático dos sensores da aeronave com um uso de um poderoso algoritmo para acompanhamento e identificação automática dos alvos e modos ar-ar.

Esquema do interior do pod Lockheed Martin AN/AAQ-33  SNIPER ( imagem Sistemas de armas).

O sistema atua por correlação de alvo e um segundo modo pode ser instalado para gerenciar informações e coordenadas de alvos para unidades em terra.

(Mais informações sobre o Pod SNIPER Clique aqui)

Todas as informações são partilhadas com outros sistemas de armas através de um Datalink multifuncional designado -Link 16- que consiste num sistema de transmissão por radio frequência avançado com capacidade de distribuição de informações, localização de posição e identificação.

O Link 16 tem por função primária a distribuição digitalizada de dados e alguns terminais permitem a comunicação por voz em canal de dupla via digital ainda que em ambiente saturado de contra medidas eletrônicas.

(Mais informações sobre o Link 16 clique aqui)

O cockpit do Silent Eagle foi redesenhado levando em consideração o novo conceito Integrated Missionarized Crew Station , que permite à tripulação reconfigurar os mostradores para as missões específicas reduzindo e simplificando a carga de trabalho.

Para isto a Boeing devotou total atenção aos avanços tecnológicos que resultam na melhoria ergonômica e na redução da carga de trabalho dos tripulantes.

Novos MFD ( Multi-function Display) e uma nova arquitetura apresentam aos tripulantes a compilação organizada e das informações permitindo tomada de decisões mais rápidas e precisas.

http://4.bp.blogspot.com/_kVBwT28EdRI/TQwbRyAVcaI/AAAAAAAABqQ/on3eckPOqGI/s1600/f15cp.jpg

Garras afiadas

http://fartashphoto.files.wordpress.com/2010/08/f-15se-1-u.jpg

As “garras” da Águia foram afiadas e ganharam novas capacidades, o conceito CWB (Conformal Weapons Bay) aumentou significativamente a capacidade do transporte de carga o Silent Eagle.

As baias de armamentos permitem transportar um total de 4 mísseis ar-ar BVR ou de pequenas bombas SDB (Small Diameter Bombs). Cada um dos quatro pontos na CWB pode levar até duas pequenas SDB.

http://www.boeing.com/defense-space/missiles/sdb/images/dvd-1260-1.jpgEstão disponível ao Arsenal doF 15 SE uma variada gama  armas Stand off tais como as SDB (Small Diameter Bombs).

Porém em configuração menos furtiva Silent Eagle pode ainda carregar armas em pontos externos.

Apenas para ilustrar o F 15 SE pode ser configurado para resceber até 8 estações de armamentos noma configuração Ar-Ar e até 15 estações de armamentos na configuração Ar-Solo.

http://www.aereo.jor.br/wp-content/uploads/2008/10/aim-9x.jpgO míssil WVR AIM-9X juntamente como o Joint Helmet-Mounted Cueing System, conferem ao F 15 SE uma excelente capacidade combativa.

Seguindo o conceito de flexibilidade e maximização da capacidade combativa da carga transportada, o F 15 SE pode utilizar uma variada gama de armamentos dos mais variados tipos e ser configurado para diferentes Set Ups operacionais.

Destaca-se na gama de armas acessível ao F 15 SE os modernos sistemas de armamentos Stand Off, como bombas guiadas de longo alcance e o míssil SLAM-ER.

Os mísseis Stand off SLAM-ER estão disponíveis no arsenal de armas do F 15 SE

Porém, segundo alguns blogs e forum especializados, o Silent Eagle poderia ser utilizdo como plataforma de lançamento de mísseis de alcances “ longos” que faria uso do míssil PAC-3.


http://www.tonyrogers.com/weapons/images/pac3_02_lg.jpgExtra oficialmente expecula-se que os mísseis  PAC 3 poderiam integrar o arsenal do F 15 SE, o que associado ao seu novo Radar APG -82 V1,  lhe confeririam uma extraordinária capacidade de interceptação de míssies de cruzeiro.

Embora não oficial esta informação é bastante plausível uma vez que uma proposta semelhante foi avaliada para aeronaves F15 E, esta arma daria ao F 15Se uma capacidade combativa bastante interessante, tornando-o capaz de abater aeronaves AWACS ou mísseis à uma distância considerável.

http://1.bp.blogspot.com/_kVBwT28EdRI/TQwY2k2wviI/AAAAAAAABqE/sQqvN1Pr8wc/s1600/f15se.jpg

Conclusões

A Águia é um animal místico para os nativos norte americanos e está intrinsecamente ligada à a ultura e história dos Estados Unidos. Este animal simboliza a força, a grandeza e a majestade, é símbolo do triunfo e da perspicácia, precisão, destreza, superior inteligência e da capacidade de ver e enxergar longe.

Ostentar o nome do animal símbolo da nação, não se trata apenas de uma honraria para a família F 15, é acima de tudo, uma grande responsabilidade e dever de sustentar o impugnável histórico de supremacia e superioridade aérea alcançada desde os anos 70 o qual ainda permanece até os dias de hoje.

Passadas as décadas as “Águias” e já na sua meia vida tal como no mítico conto popular, a águia se reconstruiu, com uma nova plumagem, novos olhos, ouvidos e garras, determinada à um novo ciclo da história o qual poderá desempenhar um papel novamente de destaque, carregando consigo a responsabilidade de ser o sustentáculo da defesa e supremacia aérea dos Estados Unidos e de outras nações.http://www.pencil-drawing-idea.com/image-files/american_bald_eagle_drawing_7.jpg

Ela foi redesenhada e preparada para fazer frente as novas ameaças e portanto, ganhou novas capacidades e renasceu ainda mais poderosa.

Ao que parece, a USAF poderá se aparelhar com novas Águias para compor as suas forças, se tal fato se consumar, as Águias ainda voarão e permanecerão por muito tempo  absolutas como guardiãs dos céus dos Estados Unidos e o mito popular encotrará assim a sua razão para existência…

Fontes:

www.boeing.com

www.planobrasil.com

www.sistemasdearmas.cjb.net

Extas e mais informações:

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