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Secretário de Estado dos EUA alerta América Latina contra dependência da China

O secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, alertou os países latino-americanos nesta quinta-feira contra a dependência excessiva de laços econômicos com a China, dizendo que a região não precisa de novas potências imperiais.

Rex Tillerson se prepara para discursar em Washington 30/1/2018 REUTERS/Yuri Gripas – Foto: Reuters
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“Hoje, a China está em posição forte na América Latina. Está usando política econômica para colocar a região em sua órbita, a questão é a que preço”, disse Tillerson em um discurso na Universidade do Texas, em Austin, antes de uma viagem a cinco países da América Latina e Caribe, sem passar pelo Brasil.
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“A América Latina não precisa de novas potências imperiais”, afirmou ele.

Reportagem de David Brunnstrom, Matt Spetalnick e Jon Herskovitz

Fonte: Reuters

 

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Ministro da Defesa diz que sistema de segurança do Brasil está ‘falido’

‘O traficante Nem está a 5 mil quilômetros do RJ. Mesmo assim, declara uma guerra na Rocinha, o que leva as forças armadas a serem convocadas’, afirmou Jungmann, ressaltando que haverá bloqueios marítimo e aéreo no estado.

Por Henrique Coelho, G1 Rio

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, afirmou nesta quarta-feira (31) que o sistema de segurança do Brasil está “falido”. Segundo avaliação dele, algumas das razões para isso são “nacionalização” e a “transnacionalização” do crime.

Jungmann usou o exemplo do traficante Antônio Bonfim Lopes, o Nem, um dos protagonistas dos confrontos que aconteceram pelo controle da Rocinha em 2017, hoje preso na penitenciária de segurança máxima de Porto Velho, em Rondônia.

“Nem está a 5 mil quilômetros do Rio de Janeiro. Mesmo assim, declara uma guerra na Rocinha, o que leva as Forças Armadas a serem convocadas. O sistema também faliu porque o governo federal não tem mandato sobre a situação dos estados, apenas em situações extraordinárias, que não deveriam acontecer”, explicou ele.

Jungmann disse, ainda, que há “um certo masoquismo” na divulgação da violência no Rio. O ministro lembrou também que, em 18 meses no cargo, decretou 11 vezes a Garantia da Lei da Ordem, que autoriza a intervenção federal militar para auxílio às forças de segurança estaduais. Só em Natal, a capital do Rio Grande do Norte, segundo ele, foram três pedidos em um ano.

“O problema da segurança não vai se resolver na Defesa. Não. Está havendo uma banalização disso”, afirmou ele.

Durante sua palestra no evento “O futuro começa hoje”, sobre novas ações para a Polícia Militar do estado, no Rio de Janeiro, o ministro disse que há certo “masoquismo” em relação à divulgação da violência no Rio. Confrontado, ele disse que é preciso haver um “equilíbrio narrativo”.

“Vários indicadores estão estabilizados, alguns estão revertendo, você teve uma redução de 70% de roubo de cargas quando trouxe a polícia rodoviária federal. Se você apenas coloca a denúncia, que de fato tem que fazer parte, você passa a noção de que nada está mudando, e que leva a descrença. Essa descrença leva à paralisia”, avaliou Jungmann.

Mais tarde, em entrevista por telefone à Globonews, o ministro também comentou os tiroteios na Cidade de Deus. Os confrontos na região deixaram três mortos e interromperam três vezes o trânsito na via, uma das mais importantes da cidade.

“É um fato grave e extremamente lamentável. O Rio de Janeiro levou décadas para chegar ao estado que está. Nós estamos ajudando o Rio há sete meses. As Forças Armadas não podem combater o crime na Rocinha, porque se fossem enfrentar com poder letal a criminalidade, seria uma tragédia. As Forças Armadas são feitas para destruir”, avaliou o ministro. Segundo ele, a justiça do Rio deveria emitir mandados coletivos para ajudar nas prisões e apreensões.”

Jungmann ainda pediu um minuto de silêncio pelos policiais mortos no Rio de Janeiro. Em 2017, foram 134 policiais mortos no Estado, e 13 este ano. Entre 1994 e 2016, segundo dados da própria polícia militar, foram 3 mil policiais mortos.

“Esta é a mais singela das homenagens, porque quando eu leio nos jornais a perda de um policial, a gente fica pensando nas famílias. A vontade que dá e pegar um avião e estar ao lado de vocês, porque eu sei o que representa de dor, de sofrimento, e isso tem alcançado números absolutamente inaceitáveis”, afirmou o ministro.

Bloqueios marítimo e aéreo
O ministro explicou algumas medidas que pretende tomar nos próximos meses para ajudar no combate ao crime no Rio de Janeiro. A primeira, segundo ele, foi a atuação permanente da PRF nas vias expressas do Rio.

“Um outro aspecto é o bloqueio marítimo, que nós vamos fazer nas diversas baías. Um terceiro é aquilo que eu me referi à parte aérea, assim como uma corregedoria autônoma, integrada”, disse Jungmann.

FONTEG1

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Welcome To The Jungle: Exército Brasileiro apreende quase 2 toneladas de Skunk, Fuzil AK-47, pistola e munição em embarcação no Rio Içá.

Tabatinga (AM) – Durante Operação de Reconhecimento de Fronteira (ReFron) no Rio Içá, militares do 2° Pelotão Especial de Fronteira-Ipiranga/AM deram “voz de parada para revista” aos 3 ocupantes de uma embarcação do tipo “canoão”, que responderam com tiros contra a tropa. Em legítima defesa e em cumprimento do dever legal, os militares reagiram à ameaça de forma proporcional. Um colombiano foi detido e a embarcação apreendida com 1.859 kg de Skunk, um Fuzil AK-47, com três carregadores,  uma pistola Beretta 9mm, munição calibre 5,56mm e 9mm.

Essa foi a 4° apreensão realizada  pelo Comando de Fronteira Solimões/8° BIS, subordinado a 16° Brigada de Infantaria de Selva, somente neste ano.

O Exército Brasileiro, por intermédio do Comando Militar da Amazônia, intensificou as ações de combate aos crimes transfronteiriços com a chegada de equipamentos de alta tecnologia, no contexto da Operação Ágata. Somente na área de responsabilidade do Comando Militar da Amazônia, já foram realizadas 5 apreensões, totalizando 5,3 toneladas deste tipo de droga, no primeiro mês do ano.

O Exército Brasileiro, em parceria com Órgãos de Segurança Pública Federais e Estaduais, atua diuturnamente na garantia da soberania nacional nas faixas de fronteiras e na proteção de nosso povo, reafirmando sua dedicação, profissionalismo e compromisso com a Pátria no combate a ilícitos, favorecendo a sociedade brasileira.

 

FONTE: Agência Verde-Oliva/CCOMSEx

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Ucrânia realiza primeiros testes do novo míssil de cruzeiro

O secretário do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia (CSDN), Aleksandr Turchinov, afirmou nesta terça-feira (30) que o país realizou os primeiros testes do míssil de cruzeiro de baseamento terrestre.

“O alcance de nossos mísseis de cruzeiro e suas ogivas não contradizem os acordos internacionais assinados pela Ucrânia sobre tal tipo de armas”, afirmou Turchinov, citado pela assessoria de imprensa do CSDN.

De acordo com ele, o míssil é “capaz de alcançar alvos terrestres e navais com precisão”.

 O secretário do CSDN comentou que a nova arma foi desenvolvida pela construtora ucraniana Luch em colaboração com outras empresas estatais e privadas.

Turchinov comunicou também que o país definiu como objetivo “o desenvolvimento de sistemas de mísseis de cruzeiro de baseamento terrestre, bem como naval e aéreo”.

Posteriormente, o CSDN publicou em sua conta no YouTube o vídeo dos testes do míssil.

 

Fonte: Sputnik

Comentário:

  • Primeiro míssil de cruzeiro ucraniano é de fato, o míssil anti-navio soviético KR-35U “Uranus”.

Míssil anti-navio Х-35УЭ-002

Sistema de mísseis costeiros “Bal-E” com mísseis anti-navio X-35E

Edição: Plano Brasil

 

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Teste de defesa de mísseis dos EUA fracassa

Os militares dos Estados Unidos realizaram sem êxito um teste para derrubar um míssil falso vindo do Havaí nesta quarta-feira, disse uma autoridade norte-americana, em meio a preocupações elevadas sobre o desenvolvimento da Coreia do Norte de programas nuclear e de mísseis.

Raytheon’s Standard Missile-3 Block IIA / 6 de junho de 2015 – Foto: Agência de Defesa de Mísseis

A autoridade, falando sob condição de anonimato, disse que um míssil SM-3 Block IIA foi lançado de um local de testes Aegis Ashore no Havaí, mas fracassou em atingir outro míssil lançado de uma aeronave. O míssil, que está sendo desenvolvido pela Raytheon Co, é usado para mirar mísseis de alcance intermediário e está sendo desenvolvido com o Japão.

A Agência de Defesa de Mísseis não comentou sobre o resultado do teste, mas confirmou que um havia sido feito.

“A Agência de Defesa de Mísseis e membros da Marinha dos EUA tripulando o Complexo de Testes de Defesa de Mísseis Aegis Ashore (AAMDTC) realizaram um teste de fogo vivo de voo de mísseis usando um míssil SM-3 Block IIA lançado da Instalação de Alcance de Mísseis do Pacífico, Kauai, Havaí, na manhã desta quarta-feira”, disse Mark Wright, porta-voz da agência.

Um teste de interceptação para o míssil em junho também fracassou, mas houve um teste bem sucedido no início de 2017.

O ano passado foi marcado por aumento de lançamentos de mísseis da Coreia do Norte, alguns deles sobre território japonês, e o sexto e mais poderoso teste nuclear norte-coreano. Estas ações geraram uma intensificada campanha liderada pelos EUA para reforçar sanções da Organização das Nações Unidas, que Pyongyang chamou de um ato de guerra.

Reportagem de Idrees Ali

Fonte: Reuters

Edição: Plano Brasil