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FAB PÉ DE POEIRA: FAB celebra os 77 anos da Infantaria da Aeronáutica

A Infantaria da Aeronáutica foi criada em 1941, mesmo ano em que se institucionalizou o Ministério da Aeronáutica

A Infantaria da Aeronáutica celebrou 77 anos de criação, nesta segunda-feira (10), com cerimônia militar realizada na Primeira Brigada de Defesa Antiaérea, em Brasília (DF). A solenidade foi presidida pelo Comandante de Preparo, Tenente-Brigadeiro do Ar Antonio Carlos Egito do Amaral, e contou com a presença de diversas autoridades militares.

“Infantes de ontem, de hoje e de sempre! Não se deixem iludir pelo cenário de paz e tranquilidade que vivenciamos em nosso continente, nem pela necessidade de participarmos em ações subsidiárias em prol da sociedade brasileira. Não obstante essa realidade e independentemente das restrições orçamentárias vigentes, estarmos prontos para a Guerra constitui a razão de existirmos”, ressaltou o Oficial-General na Ordem do Dia.

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Durante a cerimônia, ocorreu uma homenagem aos Brigadeiros de Infantaria da reserva Agostinho Shibata, José Roberto Durans Amorim e Rodolfo Freire de Rezende. “Fico muito grato por essa homenagem e tenho certeza de que essa nova geração está conduzindo corretamente o rumo da Infantaria”, disse o Brigadeiro Shibata.

Em seguida, militares da Infantaria da reserva entraram em forma juntamente com militares da atualidade, formando um dos grupamentos da tropa que contou ainda com a Banda de Música da Ala 1, Grupamento Operacional, Comandante da Tropa e seu Estado-Maior, Bandeira Nacional e sua Guarda, Companhia Cerimonial Santos-Dumont, Primeira Brigada de Defesa Antiaérea e de Operação de Controle de Distúrbios.

Na sequência, também, desfilaram as viaturas operacionais utilizadas nas missões de Polícia de Aeronáutica, patrulhamento tático móvel e rondas ostensivas; viaturas do Terceiro Grupo de Defesa Antiaérea, com uma Unidade de tiro do míssil Igla-S, responsável por prover a defesa antiaérea; e o caminhão utilizado para o transporte de tropas, com capacidade de 20 homens e carga máxima de cinco toneladas.

Exposição

A homenagem à Infantaria, também, contou com uma exposição com materiais utilizados pela tropa da Defesa Antiaérea, como rádios de comunicação, material de escalada e de uso individual do militar, além do Radar Saber M-60.

“A gente faz a cobertura radar em zonas de sombra, como atrás de morros, para visualizar as aeronaves que estão se aproximando do ponto sensível”, explicou o Sargento Sandro Campos da Fonseca, do Serviço de Guarda e Segurança do Terceiro Grupo de Defesa Antiaérea, localizado em Anápolis (GO).

História

A Infantaria da Aeronáutica foi criada durante a Segunda Guerra Mundial, em 1941, mesmo ano em que se institucionalizou o Ministério da Aeronáutica, quando foram ativadas as primeiras Companhias de Infantaria de Guarda.

Já em 1982, o então Ministro da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro do Ar Délio Jardim de Mattos, determinou que oficiais passassem a ser formados pela Academia da Força Aérea, adestrados para assumirem atividades inerentes à Autodefesa de Superfície, Defesa Antiaérea e Operações Especiais.

Em 2012, a Doutrina Básica da Força Aérea Brasileira definiu novos papéis para a Infantaria da Aeronáutica, exigindo transformações estruturais e organizacionais, resultando na ativação dos Grupos, Esquadrões, Esquadrilhas e Elementos de Segurança e Defesa, responsáveis pela proteção permanente do Comando da Aeronáutica e empregadas em diversas missões reais, das quais se destacam as operações para a Garantia da Lei e da Ordem.

“Desde o início, a Força Aérea compreendeu a importância de se ter uma proteção das suas bases, instalações e recursos no solo, então, enquanto a Força Aérea estiver que se preparar para o combate a presença da Infantaria será inestimável”, concluiu o Comandante da Primeira Brigada de Defesa Antiaérea, Brigadeiro de Infantaria Luiz Marcelo Sivero Mayworm.

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FAB PÉ DE POEIRA: Grupamento de Segurança e Defesa de São Paulo (GSD-SP) encerra participação na Intervenção Federal no Rio de Janeiro

No último dia 16/11/18 , desembarcaram na Base Aérea de São Paulo, aproximadamente 100 militares do efetivo do Grupamento de Segurança e Defesa de São Paulo (GSD-SP)  “Grupo Bandeirante” que permaneceram por quase 3 meses atuando na cidade do Rio de Janeiro (RJ) em apoio ao esforço militar decorrente da Intervenção Federal naquele Estado.

Com o término dessa missão, o GSD-SP consolida-se como uma das unidades de Infantaria da Aeronáutica mais atuantes, tendo participado de operações de paz no Haiti (em 2013 e 2017), segurança de grandes eventos (Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016) e operações de garantia da lei e da ordem (GLO) no Espírito Santo (2017 – greve dos órgãos de segurança pública), São Paulo (2018 – greve dos caminhoneiros) e Rio de Janeiro (2018 – Intervenção Federal).

Fonte: GSD-SP

 

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FAB PÉ DE POEIRA: Inaugurada instalações da Primeira Brigada de Defesa Antiaérea (1ª BDAAE)

Descerramento da placa de inauguração das instalações
Sede passa a ser primeiro aquartelamento da FAB sob responsabilidade do quadro de Infantaria
Foi realizada nesta terça-feira (25), no Gama (DF), a inauguração da sede do quartel-general da Primeira Brigada de Defesa Antiaérea (1ª BDAAE). O evento contou com a presença do Comandante da Força Aérea Brasileira (FAB), Tenente-Brigadeiro do Ar Nivaldo Luiz Rossato, além de oficiais-generais e representantes de unidades de Defesa Antiaérea da Força.

O Comandante da 1ª BDAAE, Brigadeiro de Infantaria Luiz Marcelo Sivero Mayworm, falou da importância do primeiro aquartelamento da FAB sob responsabilidade do quadro de Infantaria. “O presente ato reflete a confiança depositada pelo Comando da Aeronáutica em nosso quadro e descortina inéditas responsabilidades administrativas e gerenciais. Nos últimos dez anos, a Brigada emergiu de uma concepção operacional, tornando-se realidade e, hoje, mais uma etapa daquela jornada se completa”, destacou.

Comandante da 1ª BDAAE falou aos convidados
O oficial-general falou, ainda, das perspectivas para a organização militar. “Uma vez que a defesa antiaérea constitui um dos pilares inalienáveis para o domínio do ambiente aéreo e espacial, entendo ser imprescindível materializar nossas capacidades, especialmente com vistas ao engajamento de longo alcance”, disse o Brigadeiro Mayworm.
Oficiais-generais da FAB prestigiaram a cerimônia

O Comandante da FAB ressaltou o aspecto da formação de pessoal na última década. “A gente melhorou a formação e a capacitação de todo o pessoal de Infantaria e também em uma atividade importantíssima como a antiaérea, que é essencialmente técnica. Qualquer força aérea no mundo precisa ter uma antiaérea bem estruturada e com capacidade adequada”, explicou o Tenente-Brigadeiro Rossato.

Além disso, o Comandante acredita no incentivo dos militares de Infantaria diante das mudanças. “Eles sempre estiveram motivados, mas isso aqui vai aumentar o grau de motivação deles porque oferece novas possibilidades. Eles têm todo um horizonte relacionado a mísseis de curto, médio e longo alcance, além da integração com aeronaves, radares e todo o sistema de defesa antiaérea”, finalizou.

Após a cerimônia, os convidados conheceram as instalações e visitaram uma exposição montada na área externa da Brigada.

Primeira Brigada de Defesa Antiaérea – Ativada em abril de 2016, a 1ª BDAAE tem como missão proteger pontos e áreas sensíveis de interesse do Comando da Aeronáutica indispensáveis ao funcionamento do Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro (SISDABRA).

A Brigada possui três Grupos de Defesa Antiaérea (GDAAE) ligados ao Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro (SISDABRA): o 1º GDAAE, localizado em Canoas (RS); o 2º GDAAE, localizado em Manaus (AM); e o 3º GDAAE, localizado em Anápolis (GO). Os grupos já atuaram em eventos importantes de nível nacional, como os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016.

 

Fonte: FAB

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FAB PÉ DE POEIRA: Segundo Grupo de Defesa Antiaérea (2º GDAAE- Grupo Ajuricaba) realiza Estágio de Observador de Defesa Antiaérea

Estágio possui ênfase nas técnicas de locomoção, ambientação e permanência em áreas de selva

O Segundo Grupo de Defesa Antiaérea (2º GDAAE), localizado em Manaus (AM), realiza, até o dia 27 de setembro, o Estágio de Observador de Defesa Antiaérea (EOBDAAE 2018). O objetivo é capacitar militares para atuar como elos do Sistema de Defesa Antiaérea, por meio do Subsistema de Controle e Alerta, guarnecendo Postos de Vigilância (P Vig).

Os P Vig ficam situados nas zonas de sombra dos radares ou no alto de elevações, como, por exemplo, em cristas militares, emitindo o alerta antecipado quando da aproximação de aeronaves hostis que tentem ingressar no Volume de Responsabilidade da Defesa Antiaérea (VRDAAE) do local defendido, garantindo a eficácia na defesa de Pontos e Áreas Sensíveis de interesse da Força Aérea Brasileira (FAB).

Por ser situado na Região Amazônica, o estágio possui ênfase nas técnicas de locomoção, ambientação e permanência em áreas de selva. Instruções como sobrevivência, topografia, contato com indígenas e nativos, entre outras, permitirão aos futuros Observadores de Defesa Antiaérea permanecer por períodos longos no terreno, exercendo suas funções operacionais. Além disso, instruções como reconhecimento de aeronaves, comunicação segura, e uso do óculos de visão noturna NVG (do inglês, Night Vision Googles), proporcionarão o conhecimento tático necessário ao cumprimento da missão.

“Sabendo da responsabilidade de atuarmos como elos do Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro, é de suma importância assimilarmos as instruções e assim defendermos os Pontos e Áreas Sensíveis de interesse da FAB e do Brasil. Sei que será difícil, mas ninguém me disse que seria fácil”, relatou o Soldado Riuler Henrique Leite, um dos alunos do estágio.

A cerimônia de abertura, realizada no dia 11, contou com a presença do Comandante do 2° GDAAE, Tenente-Coronel de Infantaria Gilson Resende Floriano Júnior, que ressaltou, durante suas palavras, a importância do papel do Observador de Defesa Antiaérea como último recurso na detecção de ameaças aéreas inimigas. “O alerta antecipado dos senhores proporcionará a atuação eficaz dos nossos mísseis antiaéreos. Nunca se esqueçam disso”, destacou.

Palestra

O Comandante da Primeira Brigada de Defesa Antiaérea (1ª BDAAE), localizada em Brasília (DF), Brigadeiro de Infantaria Luiz Marcelo Sivero Mayworm, ministrou uma palestra com o tema: “Sistemas Antiaéreos Contemporâneos e sua aplicação pelo Poder Aéreo e Espacial”, no dia 27 de agosto, na Ala 8, em Manaus (AM).

O oficial-general ressaltou a importância da proteção de pontos e áreas de interesse elencadas pelo Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE) e também do treinamento conjunto entre a aviação e a defesa antiaérea.

O evento contou com a presença do Comandante da Ala 8, Brigadeiro do Ar Maurício Carvalho Sampaio, além de oficiais aviadores e de infantaria pertencentes às Unidades Subordinadas.

Fonte: FAB

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FAB PÉ DE POEIRA: Infantaria da Força Aérea participa de Operação de Garantia da Lei e da Ordem em Angra dos Reis (RJ)

Militares provêm segurança e guarda do Aeródromo de Angra dos Reis

A Força Aérea Brasileira (FAB) participa das medidas implementadas pelo Comando Conjunto, em apoio à Secretaria de Estado de Segurança do Rio de Janeiro, deflagradas na madrugada desta quinta-feira (13), no município de Angra dos Reis (RJ). Cerca de 2.230 militares das Forças Armadas, sendo 60 da FAB, participam da ação. Outros 160 policiais militares e 70 policiais civis, com o apoio de meios blindados e aeronaves, estão envolvidos.

A Operação de Garantia da Lei e da Ordem  (GLO) ocorre nas Comunidades de Parque Belém, Areal, Sapinhatuba (I, II e III), Lambicada, Camorim Grande e Camorim Pequeno, com realização de cerco, estabilização dinâmica das áreas e remoção de barricadas. Os militares realizam também revistas de pessoas e de veículos e  checagem de antecedentes criminais. Além disso, agentes policiais verificam denúncias de atividades criminosas, em especial as ligadas ao tráfico de drogas.

De acordo com o Chefe da Célula de Operações Aeroespaciais do Comando Conjunto da Intervenção Federal, Coronel Aviador Luiz Henrique Velasco Braga, cabe à FAB, durante a operação, o controle dos setores do espaço aéreo com restrições dinâmicas para aeronaves civis. “Delimitamos uma área do aeroporto de Angra dos Reis momentaneamente. Estão proibidas a circulação de aeronaves não envolvidas na operação com o objetivo de evitar danos colaterais”, explicou.

Além da guarda e segurança do Aeródromo de Angra dos Reis, a FAB está provendo apoio às aeronaves engajadas na operação e também às ações de transporte aéreo logístico, alerta para realização das ações de Evacuação Aeromédica (EVAM) e busca e salvamento.

Segundo o Coronel Velasco, além da segurança do aeroporto, a FAB está utilizando o emprego doutrinário da Força. “É uma ótima oportunidade para realizarmos o adestramento da tropa, contribuindo, desta forma, para o planejamento operacional”, finalizou.

Fonte: FAB

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FAB PÉ DE POEIRA: Parque de Material Bélico de Aeronáutica do Rio de Janeiro (PAMB-RJ) ministra curso de manipulação de material de demolição

Os alunos aprenderam técnicas de segurança, manuseio de artefatos explosivos e métodos de demolição de estruturas simples

O Parque de Material Bélico de Aeronáutica do Rio de Janeiro (PAMB-RJ) encerrou, na última sexta-feira (31), o Curso de Manipulação de Material de Demolição (CMMAD). Dividido em duas etapas, teórica e prática, o objetivo foi capacitar os militares a desempenharem as atividades de coordenação, planejamento e execução de operações com cargas explosivas em instruções e operações de demolições aplicáveis a missões operacionais de combate.

“Sabendo dos riscos inerentes ao uso de explosivos, a realização do CMMAD é de suma importância para capacitar o militar a manipular itens ativos do acervo da FAB, minimizando riscos, de forma a cumprir a missão utilizando o mínimo de material necessário e com o máximo de segurança”, relatou o Sargento Rafael Peixoto Toledo, um dos instrutores do curso.

Durante 10 dias, os alunos aprenderam técnicas de segurança, manuseio de artefatos explosivos, métodos de demolição de estruturas simples e vivenciaram um ciclo de atividades práticas. Além de capacitar 15 militares da Força Aérea Brasileira (FAB), o curso também formou dois militares do Comando de Operações Especiais da Policia Militar do Estado do Rio de Janeiro, um militar do Exército Brasileiro (EB) e um policial rodoviário federal.

“As técnicas ministradas, com certeza, serão difundidas aos integrantes da Arma de Engenharia do Curso de Formação de Sargentos Combatentes do EB. A importância dos conhecimentos adquiridos no CMMAD, tais como coordenar atividades de demolição, construir sistemas de iniciação para cargas explosivas, verificar o fiel cumprimento dos padrões de segurança em atividades de demolição, engrandecerão o currículo dos alunos da Escola de Sargento das Armas”, destacou o Tenente Engenheiro Márcio da Silva Araujo, do Exército, aluno do curso.

 

Fonte: PAMB-RJ

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FAB PÉ DE POEIRA: Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento, conhecido como PARA-SAR realiza adestramento em conjunto com o 1° ETA

Exercício envolve o lançamento de paraquedistas equipados em salto semiautomático e livre

O Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento, conhecido como PARA-SAR, realiza, em conjunto com Esquadrão Tracajá (1° ETA), o Exercício de Adestramento de Assalto Aeroterrestre, até a próxima segunda-feira (20), em Campo Grande (MS). Iniciado no dia 5, tem a finalidade de cumprir missões de formação e manutenção operacional das equipagens, tanto do 1° ETA quanto do PARA-SAR.

O exercício envolve o lançamento de paraquedistas equipados com mochila e armamento, em salto semiautomático e livre, tanto no período do dia quanto à noite. É realizado também o salto em massa d’água, que ocorre em uma zona de lançamento aquática – lagos, rios, mares – para que, em uma necessidade de infiltração em locais onde a área de pouso seja restrita, o paraquedista possa aterrissar na água.

“Esse exercício é muito importante para os militares do esquadrão porque visa consolidar nossa doutrina, além de nos mantermos atualizados em relação aos equipamentos e materiais”, destaca o Capitão de Infantaria Jomar Matos Souza Júnior.

Todo o Exercício de Adestramento tem sido realizado com o apoio do C-95 Bandeirante. “Essa aeronave é versátil e requer um tamanho de pista menor, podendo operar em aeródromos com movimento menor, o que permite um grande número de saídas por dia, com consequente aumento da quantidade de lançamentos. O salto é realizado pela porta do Bandeirante e isso exige maior concentração e perícia por parte dos paraquedistas ao abandonar a aeronave”, ressalta o Chefe da Seção de Operações do PARA-SAR, Major de Infantaria Antonio Luiz Moura Junior.

Fotos: Cabo Silveira

Fonte: FAB

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FAB PÉ DE POEIRA: Segundo Grupo de Defesa Antiaérea (2º GDAAE- Grupo Ajuricaba) capacita novos atiradores e remuniciadores do Sistema Antiaéreo Igla-S

O Segundo Grupo de Defesa Antiaérea (2º GDAAE), localizado em Manaus (AM), realizou a cerimônia de encerramento dos Cursos de Atirador e Remuniciador do Sistema Antiaéreo Igla-S 2018, na última quinta-feira (02).

Durante um mês, os alunos receberam instruções teóricas e práticas sobre o Sistema de Defesa Antiaérea da Força Aérea Brasileira (FAB) com ênfase nas funções de Atirador e Remuniciador do Sistema de Defesa Antiaéreo Igla-S, permitindo aos alunos conhecerem o funcionamento do subsistema de armas, de controle e alerta, de comunicações e de logística.

Este ano, o curso contou com 12 militares do 12° Grupo de Artilharia Antiaérea de Selva (12° GAAAe SI), do Exército Brasileiro, além da participação de instrutores dos Esquadrões Pacau (1°/4° GAV) e Harpia (7º/8º GAV).

Os novos atiradores e remuniciadores do Sistema Igla-S irão compor as equipagens operacionais do 2º GDAAE e do 12º GAAAe SI, estando aptos a realizar a defesa antiaérea de pontos e áreas sensíveis de interesse do Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE).

“O curso foi de grande valia para enriquecer os meus conhecimentos acerca dos assuntos ministrados. Dessa forma, concluo o curso e me sinto mais bem preparado para executar os procedimentos e operar da melhor forma possível o sistema Igla-S”, destacou o Sargento de Artilharia Gladstone Rafael Kunzel, primeiro colocado no Curso de Atirador.

 

Fonte:FAB

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FAB PÉ DE POEIRA: Grupamento de Segurança e Defesa de São Paulo (GSD-SP) garante segurança em rodovias de SP

Setenta militares do Grupamento de Segurança e Defesa de São Paulo (GSD-SP) estão envolvidos, desde a madrugada da última quarta-feira (30), na Operação de Garantia da Lei de da Ordem denominada São Cristovão, que tem como objetivo realizar ações de polícia aeronáutica em prol do restabelecimento do trânsito nas rodovias do Estado, garantindo o fluxo e a segurança dos motoristas. O GSD-SP fica sediado na Base Aérea de São Paulo.

Em ação conjunta com o Exército Brasileiro, o GSD-SP atuou na Rodovia Régis Bittencourt, BR-116, que liga o Estado de São Paulo ao Paraná, e, a partir desta sexta-feira (01) encontra-se na área do Porto de Santos.

O planejamento das ações atende aos objetivos da Operação São Cristóvão, que são manter desbloqueadas as principais bases de abastecimento de combustível do País, assegurar o reabastecimento de querosene de aviação para os aeroportos e de diesel para os serviços essenciais (transporte público, segurança pública e geração de energia). A Operação também visa à garantia de insumos para o sistema de saúde, onde a Força Aérea Brasileira também tem atuado, com o transporte de medicamentos por via aérea.

“O ponto de maior destaque na atuação foi a rápida mobilização e resposta ao acionamento realizado pela Esquadrilha Bandeirante [fração de tropa de Infantaria da Aeronáutica empregada], que, em poucos minutos, saiu da Base Aérea de São Paulo com destino aos locais de atuação”, informou o Tenente de Infantaria João Lourenço Espolaor Neto, Comandante da missão.

O Sargento Edplo Gonçalves, que está participando da missão, relatou que as atividades no local estão sob controle. “No momento, as tropas continuam nas rodovias e no Porto de Santos para garantir a segurança daqueles que desejam seguir viagem. As vias estão normalizadas, com total aceitação dos caminhoneiros. É muito gratificante ver que nosso trabalho se converteu em missão cumprida”, complementou o militar.

Fonte: FAB

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FAB PÉ DE POEIRA: Terceiro Grupo de Defesa Antiaérea – 3º GDAAE (Grupo Defensor) cria dispositivo para auxiliar no treinamento de operadores do Sistema IGLA-S

Objetivo é registrar, com precisão, dados essenciais para a avaliação de desempenho operacional

O Terceiro Grupo de Defesa Antiaérea (3º GDAAE) da Força Aérea Brasileira (FAB), localizado em Anápolis (GO), está capacitando militares do 1º GDAAE para operação e manutenção do Dispositivo Automático de Registro de Tiro (DART). O treinamento começou no dia 19 de março e segue até 14 de abril.

O DART é um equipamento eletrônico, incorporado aos conjuntos de treinamento dos Sistemas Portáteis de Lançamento de Mísseis IGLA 9K38 e IGLA-S 9K338, que são utilizados pelas Unidades de Tiro em exercícios operacionais previstos pelo Comando de Preparo (COMPREP). Juntos, formam um sistema capaz de registrar, com precisão, dados essenciais para a avaliação de desempenho operacional, tais como coordenadas geográficas, hora GPS do disparo, azimute e grau de inclinação de pontaria.

O dispositivo foi criado pelo Sargento Wallace Mergulhão de Almeida Bartholomeu, Especialista em Eletrônica, que trabalha há 10 anos na área de defesa antiaérea. “Antes os dados eram registrados manualmente pelo Comandante da Unidade de Tiro, olhando a hora no relógio. Agora, esse dispositivo registra todas as atitudes tomadas pelo atirador por meio de dados dos satélites, além de sensores distribuídos por todo o conjunto de treinamento, o que contribui com uma melhor avaliação dos operadores do sistema”, explicou o Sargento Almeida.

As informações são compiladas e transmitidas à célula de avaliação do exercício e são importadas diretamente para o Programa de Planejamento de Missões Aéreas (PMA), a fim de analisar o desempenho das unidades aéreas e antiaéreas envolvidas nos exercícios.

Os militares do 2° GDAAE foram capacitados no período de 19 de fevereiro a 23 de março. A expectativa é que o dispositivo seja implementado nas outras Unidades de Defesa Antiaérea. “É gratificante estar contribuindo para o desenvolvimento da Defesa Antiaérea da Força Aérea Brasileira e receber esse conhecimento que, posteriormente, será disseminado na minha Unidade”, ressaltou o Sargento Felipe Henrique Fantinel Pinto, militar do 1º GDAAE.

Fonte: FAB

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FAB PÉ DE POEIRA: A adoção de Miras óticas no Fuzil Heckler & Koch HK33 uma opção interessante…

Militares da Infantaria da FAB durante uma operação na favela da Rocinha no Rio de Janeiro.
Nos últimos anos tem sido comum notar a proliferação de miras óticas acopladas a fuzis em exércitos modernos, principalmente aqueles que participam de operações no Oriente Médio. Essas miras representam um avanço tecnológico em relação as antigas e conhecidas “iron sights” ou “miras de ferro” servindo vários propósitos táticos e fazendo do seu operador uma força multiplicadora. Em combates em curta e média distância (entre 0 e 200m) os engajamentos por natureza ocorrem muito rapidamente, sendo fundamental ao operador qualquer fração de segundo que ele possa ganhar antes de seu oponente.
O cenário de combate nas favelas do Rio de Janeiro é exatamente complexo. É um cenário que envolve tanto combate a distâncias muito curtas e ambientes confinados(CQB), como frequentemente distâncias intermediárias(entre 100 e 300m).
 
Por essa razão, em missões ou TO em que o combate seja aproximado, é comum o uso de miras Óticas dado a facilidade do operador realizar uma visada com os dois olhos abertos, de modo rápido e com grande precisão.  O uso de tal acessório aumenta a probabilidade de acerto do alvo com uma precisão superior em relação as miras mecânicas o que ocasiona um menor número de disparos ( economizando munição) e minimizando os efeitos colaterais.
Com uma Maior participação em missões de Garantia da Lei e da Ordem e missões de Paz pela Infantaria da Aeronáutica se faz interessante o uso de tais instrumentos Óticos para tiro rápido em curta e média distância.
Uma solução mais em conta seria usar o sistema empregado para mira telescópica no HK-33 que é montado por meio de dois parafusos. A caixa de mecanismo é concebida de tal maneira que permite montar a mira telescópica em qualquer fuzil sem necessidade de preparação. No lugar de se fixar a antiquada mira poderia se adotar um trilhos picatinny para facilitar a instalação de acessórios como , miras holográficas miras ACOG etc…
Em razão de uma série de contingenciamentos no Ministério da Defesa não permitiria a Infantaria da FAB adquirir Armamento mais moderno para substituir inicialmente os Heckler & Koch HK33 e posteriormente os fuzis SIG SG 550. Devido a isso seria mais interessante (além de barato) realizar uma pequena modificação nos HK-33 para que os mesmos possam receber dispositivos óticos como por exemplo modelos fabricados pela EOTech , Aimpoint ou Trijicon.
Fuzileiros Navais Chilenos portando Fuzis Heckler & Koch HK33 equipados com miras óticas.
 
Como todo sistema, todos tem suas vantagens e desvantagens e a adoção de cada deve levar em conta a missão entre outros fatores. Essas miras dão uma grande vantagem tática ao seu usuário o que possibilita um melhor desempenho em campo.
 
Atualmente o armamento padrão da Infantaria da FAB é o Fuzil Heckler & Koch HK33 calibre 5,56×45. A Infantaria da FAB poderia seguir o exemplo do Corpo de Fuzileiros Navais do Chile que equipou seus fuzis HK-33 com miras óticas acopladas.

Nota: A adoção de tais miras holográfica  em um fuzil antigo como o HK-33 se da em caráter paliativo afim de proporcionar um incremento da capacidade combativa dos militares envolvidos em operações GLO e de missão de Paz sobretudo em localidades.

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FAB PÉ DE POEIRA: Formatura do Curso de Para-Comandos 2017

O PARACOMANDOS, paraquedista operacional em ações de comandos e operações especiais, adquire habilidades decorrentes de instruções, tais como treinamento físico militar, lutas, topografia, orientação e navegação, operações de helitransportadas, combate em terreno acidentado, ações de comandos na selva, emprego de explosivos, natação utilitária e operações anfíbias.

O militar também adquire técnicas de infiltração e exfiltração, planejamento de combate, emprego de armamentos, equipamentos optrônicos, comunicações, operações de guerra irregular, operações psicológicas, operações de combate em edificações e em áreas urbanas, operações de contraterrorismo, patrulhas de combate, reconhecimento especial e guiamento aéreo avançado. O curso possui fases na Amazônia e no Pantanal, bem como na região serrana de Itatiaia-RJ e na Marambaia-RJ.

Os novos comandos estão aptos a comporem os Destacamentos Operacionais do Esquadrão Aeroterrestre de Salvamento (PARA-SAR), visando ao cumprimento das ações de Força Aérea previstas na missão do Esquadrão. 

Fonte: FAB