Defesa & Geopolítica

Irã diz que decisão de Trump sobre Jerusalém mostra que EUA não são “mediador honesto”

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A decisão do presidente norte-americano, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel mostra que os Estados Unidos não têm qualquer respeito pelos direitos legítimos da nação palestina, disse o presidente do Irã, Hassan Rouhani, nesta terça-feira, no Twitter.

Foto do arquivo: o presidente do Irã, Hassan Rouhani,  em uma coletiva de imprensa durante a Assembléia Geral das Nações Unidas em Nova York, EUA, 20 de setembro de 2017. REUTERS / Stephanie Keith

A decisão do presidente norte-americano, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel mostra que os Estados Unidos não têm qualquer respeito pelos direitos legítimos da nação palestina, disse o presidente do Irã, Hassan Rouhani, nesta terça-feira, no Twitter.

Rouhani, que participou de uma reunião de emergência de líderes muçulmanos na cidade turca de Istambul nesta quarta-feira, também disse em sua conta no Twitter que o passo mostrou que os EUA não são “um mediador honesto e nunca serão”, acrescentando que Washington apenas quer “garantir os interesses dos sionistas”.

Reportagem de Parisa Hafezi

Fonte: Reuters

Presidente palestino diz que decisão dos EUA sobre Jerusalém é “maior dos crimes”

Presidente palestino Mahmoud Abbas, durante pronunciamento na sede da ONU em Nova York 20/09/2017 REUTERS/Eduardo Munoz

O presidente palestino, Mahmoud Abbas, disse nesta quarta-feira que a decisão do governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de reconhecer Jerusalém como capital de Israel foi o “maior dos crimes” e uma violação flagrante da lei internacional.

“Jerusalém é e sempre será a capital da Palestina”, disse em reunião de emergência com líderes muçulmanos na Turquia. Ele disse que os Estados Unidos estão dando Jerusalém como se fosse uma cidade norte-americana.

“Isso cruza todas as linhas vermelhas”, disse.

Abbas disse que é inaceitável que os Estados Unidos tenham um papel no processo de paz do Oriente Médio uma vez que são tendenciosos a favor de Israel.

Reportagem de John Davison e Nadine Awadalla

Fonte: Reuters

 

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