Defesa & Geopolítica

Marinha do Brasil realiza operação conjunta com a Marinha Peruana

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BRASIL PERU

De 07 a 19 de abril a Marinha do Brasil (MB) realizou uma operação conjunta de Assistência Hospitalar (ASSHOP) com a Marina de Guerra del Peru (MGP) no rio Javari, divisa dos dois países. Foram empregados o Navio Patrulha Fluvial (NPaFlu) “Pedro Teixeira” e o Navio de Assistência Hospitalar (NAsH) “Oswaldo Cruz”, subordinados ao Comando da Flotilha do Amazonas, além dos Buque Armada Peruano (BAP) “Amazonas” e BAP “Curaray”, este último de assistência hospitalar, com as tarefas de assistir à população ribeirinha daquelas localidades afastadas dos centros urbanos, bem como  estreitar laços de amizade entre a MB e a MGP.

Os carinhosamente chamados pelos ribeirinhos “Navios da Esperança”, levam qualidade de vida à população localizada às margens dos rios da Amazônia, tendo entre eles o NAsH “Oswaldo Cruz”, que dispõe de ambulatórios, centro cirúrgico, centro odontológico, laboratório e farmácia, além de uma equipe de médicos, dentistas e farmacêutico. Tal estrutura possibilita um atendimento de qualidade e conforto ao paciente, nesta nobre tarefa de “Levar Saúde Onde Houver Vida”.

Fonte: NOMAR

Operação Cáceres – 2013

carceres 2013

Comando do 6° Distrito Naval realizou, no período de 25 de fevereiro a 15 de março, a Operação “Cáceres-2013”. Ela marca o inicio do ano operativo e tem o propósito de adestrar os militares e meios subordinados na realização de Operações Ribeirinhas. A operação foi realizada em conjunto com a 18ª Brigada de Infantaria de Fronteira do Exército Brasileiro (EB) e com a Força Aérea Brasileira (FAB).

No percurso de Ladário (MS) a Cáceres (MT), os navios realizaram Patrulha Naval, atuando por meio de ação preventiva e repressiva contra delitos transfronteiriços e ambientais, na Garantia da Lei e da Ordem na calha do rio Paraguai e nas águas sob jurisdição do 6° Distrito Naval.

Na ocasião, também foram realizados exercícios de controle de bases de combate flutuantes e terrestres, operações aéreas de esclarecimento, evacuação aeromédica, apoio aéreo aproximado por aeronave da FAB, desembarque ribeirinho, e ultrapassagem da tropa de Fuzileiros Navais desdobrada no terreno por um Pelotão de Infantaria do EB. Durante a operação, a Força-Tarefa Ribeirinha recebeu a visita do Comandante do 6° Distrito Naval, Contra-Almirante Rodolfo Frederico Dibo.

Participaram da Operação os seguintes meios: Navio de Transporte Fluvial “Paraguassu”, Monitor “Parnaíba”, Navio de Apoio Logístico Fluvial “Potengi”, Navio de Assistência Hospitalar “Tenente Maximiano”, os Navios Patrulha “Piratini”, “Pirajá” e “Poti” e a Embarcação de Apoio Fluvial “Leverger”; uma companhia de Fuzileiros Navais do Grupamento de Fuzileiros Navais de Ladário (GptFNLa); e uma aeronave do 4° Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-4).

Fonte: NOMAR

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