Potências exigem fim imediato do programa nuclear do Irã

Horas após a União Europeia anunciar um embargo total à importação de petróleo iraniano, os líderes de Alemanha, França e Reino Unido enviaram uma mensagem clara pedindo, apesar das ameaças de Teerã, a paralisação imediata do programa nuclear do regime de Mahmoud Ahmadinejad.

“Pedimos aos dirigentes iranianos que suspendam imediatamente as atividades nucleares sensíveis”, dizem no comunicado o presidente francês, Nicolás Sarkozy, a chanceler alemã, Angela Merkel, e o primeiro-ministro britânico, David Cameron. “Nada temos contra o povo iraniano, mas seus dirigentes não conseguiram restabelecer a confiança da comunidade internacional na natureza exclusivamente pacífica de seu programa nuclear.”

Nesta segunda-feira, diplomatas da UE concordaram em impor um embargo total às importações de petróleo do Irã. A medida deve entrar em vigor pleno no próximo dia 1º de julho e tem como objetivo pressionar ainda mais o governo de Teerã a voltar para mesa de negociações e discutir seu programa nuclear.

“A porta está aberta se o Irã aceitar se comprometer seriamente com as negociações sobre seu programa nuclear”, continuam os líderes europeus no comunicado, divulgado pela Presidência francesa.

Por enquanto, os membros do bloco europeu estão proibidos de assinar novos acordos com Teerã, e aqueles que já tem parcerias com o Irã – como é o caso de Espanha, Itália e Grécia – têm até julho para cumprir os contratos pendentes.

Alguns países do bloco apresentavam restrições à medida, enquanto Alemanha, França e Reino Unido reclamavam por ações mais duras contra Teerã. O chanceler espanhol, José Manuel García-Margallo, disse que seu país “vai se sacrificar em nome da segurança da zona”. O Irã é responsável por 20% do fornecimento de petróleo da Espanha. O país vende 6% do seu petróleo para a UE, que deve substituir as importações iranianas por outros países do Golfo, como a Arábia Saudita.

Novas ameaças sobre Estreito de Ormuz

No Irã, um político ao embargo respondeu renovando uma ameaça de bloquear o Estreito de Ormuz, uma rota de exportação de petróleo vital para a economia mundial, e outra autoridade disse que Teerã deveria cortar o envio de petróleo à UE imediatamente.

Isso pode prejudicar países como Grécia, Itália e outras economias enfraquecidas que dependem fortemente do petróleo iraniano e que obtiveram, como parte de um acordo da UE, um período de carência até 1º de julho antes que o embargo tenha efeito total.

Um dia depois de um porta-aviões americano, acompanhado de uma flotilha que incluiu navios de guerra franceses e britânicos, fazer uma viagem simbólica ao Golfo Pérsico, desafiando a hostilidade iraniana, as sanções europeias devem aumentar a retórica bélica em uma região já bastante tensa.

Um comunicado assinado pela secretária de Estado Hillary Clinton e pelo secretário do Tesouro Timothy Geithner, elogiou as sanções anunciadas nesta segunda-feira pela União Europeia.

“Usada em combinação com várias outras sanções ao Irã que continuarão a ser implementadas pelos Estados Unidos e pela comunidade internacional, essa nova pressão vai aguçar a escolha dos líderes iranianos e aumentar o custo de sua provocação a obrigações básicas internacionais”, diz o texto.

Os Estados Unidos anunciaram nesta segunda-feira sanções ao banco Tejarat, o terceiro maior do Irã, aumentando a restrição de acesso do país ao sistema financeiro mundial.

Agência da ONU enviará delegação a Teerã

A agência nuclear da ONU confirmou nesta segunda-feira os planos de uma visita ao Irã entre 29 e 31 de janeiro e disse que seu principal objetivo é “resolver todas as questões substantivas pendentes”, referindo-se à suspeita de que o programa iraniano de energia atômica tenha dimensões militares.

Uma equipe sênior da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) deverá buscar explicações nas conversações em Teerã para as informações da inteligência indicando que o Irã tem tentado pesquisar e desenvolver armas nucleares relevantes, afirmam diplomatas.

A missão da AIEA será liderada pelo vice-diretor geral Herman Nackaerts, chefe mundial das inspeções para salvaguardas nucleares, e incluirá Rafael Grossi, o diretor geral assistente para política.

20 Comentários

  1. Fazem mt bem,+ será q essas mesmas potencias tem moral p exigirem essa ação dos Persas?!Existe um tal de TNP q mt são signatárias, e ñ cumprem c o mesmo.E pq tbm ñ pedem a destruição do arsenal atômico dos judeuSS?!?!O roto falando do mal do puido…Dois pesos uma medida, etc, etc, etc,sds.

  2. O interessante e que so e possivel promover um embargo contra um pais que nao produza ou forneca algo vital,exemplo:

    O Brasil fornece 99% do Niobio ao mundo,sem Niobio nao existe aco e sem aco nada de brincar de guerrinha.
    Alem disso o Brasil sozinho alimenta boa parte do mundo,incluindo ai essas potencias arrogantes e imperialistas.

    Dificil promover uma guerra contra alguem que fornece tudo aquilo que e mais vital pra voce.

  3. “Alem disso o Brasil sozinho alimenta boa parte do mundo,incluindo ai essas potencias arrogantes e imperialistas.”

    Lê-se com cada disparate neste PB. Até fere os olhos.

  4. “Potencias exigem fim do programa nuclear do ?????”
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    Quanta hipocrisia e arrogancia desses paises que se acham os donos do mundo. Basta um povo demonstrar capacidade para sua independencia e desenvolvimento que automaticamente se torna alvo de sufocamento dos vampiros e de seu cao de guarda do oriente medio, sedentos pelo ouro negro e por dominacao. Defenitivamente a unica coisa que vai acabar salvando o Ira e seu povo sera a demonstracao de capacidade nuclear sem a utilizacao das bombas (pra quem nao se lembra so existe 1 pais que foi louco o suficiente pra usar a bomba… claro, so este mesmo a possuia).
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    E para aqueles que discordam e acham justo o embargo, comparem o grau de democratizacao, liberdade e respeito aos direitos humanos do Ira com a Arabia Saudita, pais que foi escolhido para suprir o petroleo no lugar do Ira. Ridiculo. Sem mais. Sds.

  5. “Afonso de Portugal disse:
    23/01/2012 às 19:55

    “Alem disso o Brasil sozinho alimenta boa parte do mundo,incluindo ai essas potencias arrogantes e imperialistas.”

    Lê-se com cada disparate neste PB. Até fere os olhos.”

    Meu deus…e cada analfabeto que acha em condicoes de comentar,que se fizessem um “enen” do Plano Brasil,90% seria reprovado.E se acham “os fodoes”…patetico…

  6. Aiai.. quanta repetição… acho que esses paises fazem uma ameaça por semana pelo menos ao iran.. quem sabe com tanta repetição a “grande massa” engula(a seco) logo essa historia de um vez…
    Eu mesmo ja cansei. antes torcia para o iran mostrar os dentes e “quetar” essa mídia toda abrindo suas bases de enriquecimento para agentes independentes, seu seja, sem vinculo com ONU ou OEA….
    Mas eles sabem do risco de fazer isso, vide iraque.
    Entao resolvam logo, parem de trololó e coloquem seus caças a voar em solo persa… vamos ver o que acontece… só sei que eu quero é distancia. porque a carnificina vai rolar.

  7. O titulo desse texto diz “POtencia exigem”mas no texto diz claramente, Potencias “pediram”. Quem tem poder exige, forca, demanda. Quem nao tem so pode pedir, implorar. Europa sem os Estados Unidos sao um grupo de pais eunucos, cassterados.

  8. Disparate é o teu Afonso de Portugal, sem comida e o niobio brasileiros estes pulhas realmente iriam padecer no inferno, por isso que ainda não vieram nos atacar, pois uma coisa é invadir a outra é ficar e explorar. É feito casa de cachorro brabo, o ladrão pode até entrar, o cão não late, mas na hora de sair o cão morde o pescoço, assim somos nós brasileiros.

  9. Capitalismo é capitalismo. Ou o Irã se alinha aos donos do dinheiro (exploradores=controladores) ou pimba, até a China e Russia ja estão correndo. As possibilidades do Irã são muitas: I.Acelera logo este programa nuclear a faz logo um monte de bomba ou ja vai fazendo milhares de misseis com bomba suja. II.Quem em julho vai parar de comprar petróleo, já tranca agora o fornecimento (já sai dividindo o prejuízo). III. Se não tem programa nuclear para fabricação de Bomba, para com esse jogo e deixa fazerem a inspeção (eu falei inspeção), mas não para de enriquecer e pesquisar. A tática do “REI” é mesma: enfraquecer o país, minar a opinião interna do povo, fomentar a oposição financiando os mercenários de plantão.

  10. Desde quando esses merdas da União Eurpeia são a voz do mundo?Estão falindo e incompetentes de buscarem soluções para si proprios usam do argumento atomico justificativa para embasarem seus Corsarismos.Sejam verdadeiros homens e metam-se diretamente com o Irã que não resistiria 20 dias a suas coalizões covardes mas constatem a realidade SERÃO VARRIDOS DA FACE DA TERRA POR UM TSUNAMI DE MISSEIS E UM DILUVIO DE NUKES…AFONSO DE PORTUGAL nunca os Brasileiros serão xenofobos e intolerantes com voces Europeus Ocidentais e teu pais potencia vai atacar o Irã com o que?Tamancos flutuantes que disparam castanhas e guerra eletronica tocando Fado no ultimo volume rsrs RODA RODA VIRA VIRA RODA E VEM rsrs rsrs

  11. As consequências da assimetria nuclear.

    por Sued Lima

    Na década de 70 do século passado, o Brasil desenvolvia secretamente seu programa nuclear para fins militares. Para assegurar-lhe recursos financeiros, estabelecera parceria com o Iraque, que bancava os elevados investimentos necessários em troca de acesso aos conhecimentos tecnológicos brasileiros.

    O responsável pelo programa na Aeronáutica era o tenente-coronel aviador José Alberto Albano do Amarante, engenheiro eletrônico formado pelo ITA (Instituto Tecnológico de Aeronáutica).

    Em outubro de 1981, Amarante foi atacado por uma leucemia arrasadora, que o matou em menos de duas semanas. Sua família tem como certo que o cientista foi morto pelos serviços secretos dos EUA e de Israel, com o objetivo de impedir a capacitação brasileira à produção de armas atômicas.

    Dando força às suspeitas, foi identificado um agente israelense do Mossad, de nome Samuel Giliad, atuando à época em São José dos Campos, e que fugiu do país logo após a misteriosa morte do oficial brasileiro.

    O episódio dá bem o tom da virulência empregada pelos EUA e Israel para bloquear a entrada de outros países no fechado clube nuclear. Não por coincidência, apenas quatro meses antes da suposta ação em território brasileiro, Israel desfechara devastador ataque aéreo ao reator nuclear de Osirak, no Iraque, que vinha sendo construído pelos franceses.

    Tais fatos dão credibilidade às reiteradas denúncias do governo iraniano de que seus cientistas estão sendo alvo de atentados por parte dos serviços secretos estadunidense, britânico e israelense. Somente em 2010, foram mortos os físicos Masud Ali Mohamadi e Majid Shariari, que atuavam no desenvolvimento de reatores nucleares, ambos vítimas de explosões de bombas em seus próprios automóveis, enquanto o chefe da Organização de Energia Atômica do Irã, Abbasi-Davanina, escapava por pouco da detonação de um carro-bomba, conforme ele próprio denunciou durante a conferência anual da Agência Internacional de Energia Atômica, em setembro último. Em julho de 2011, o físico Daryush Rezaei, 35 anos, foi morto a tiros em frente a sua casa, em ataque que também feriu sua esposa. Esses são alguns dos muitos casos de assassinatos e desaparecimentos de cientistas e chefes militares iranianos nos últimos anos.

    Os crimes se dão em paralelo às intensas pressões do governo dos EUA para que a comunidade internacional aplique severas sanções ao Irã sob o argumento de que o país descumpre o Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares (TNP).

    Criado pela ONU em 1968, o acordo tem três objetivos principais: coibir o uso de tecnologia nuclear para produção de armas, eliminar os armamentos nucleares existentes e regular o uso de energia nuclear para fins pacíficos. Convenientemente, as grandes potências interpretam o acordo segundo seus próprios interesses: bloqueiam o desenvolvimento da pesquisa dos países não detentores de armas atômicas, mesmo quando para fins pacíficos, e fazem letra morta dos dispositivos do tratado que determinam o desarmamento.

    Como previa o embaixador do Brasil na ONU, em 1968, José Augusto Araújo de Castro, quando atuou para impedir a adesão do Brasil ao TNP, o tratado é apenas um instrumento para perpetuar o poder das grandes potências.

    Documentos divulgados pelo Wikileaks deixam clara a disposição dos EUA em não reduzir o número de ogivas nucleares instaladas na Europa. Por outro lado, enquanto todos os países do Oriente Médio fazem parte do TNP, Israel, único detentor de armas nucleares na região, nega-se a aderir ao acordo e repudiou as censuras de que foi alvo no relatório final da última reunião quinquenal do TNP, em 2010, gerando a ameaça dos demais governos vizinhos de abandonar o tratado na próxima reunião, marcada para 2012.

    As guerras contra o Afeganistão, Iraque e Líbia, mais as ameaças contra a Síria, Coreia e Irã, parecem evidenciar que somente a capacidade de retaliação atômica intimida o império, já que a assimetria das forças alimenta aventuras dos Estados Unidos e de seus sócios de rapina, todos em busca de conflitos bélicos, seja para assegurar domínios seja para encobrir seus graves problemas domésticos.

    A conjuntura estratégica do Oriente Médio indica que, para sua sobrevivência, o Irã não tem outra alternativa que a de construir sua bomba e, nesse sentido, corre contra o tempo, dado o cerco que se fecha contra o país.

    Como analisa o cientista político paquistanês Tariq Ali, não é despropositado considerar que o surgimento de outra potência nuclear no Oriente Médio possa propiciar estabilidade política à região e ao mundo, por contraditório que possa parecer.
    19/Janeiro/2012

  12. LEMBREM-SE AMIGOS -> O IRÃ NÃO COBRA JUROS!!!Esses países não podem fazer muita coisa contra os persas, esses embargos e sanções econômicas são uma palhaçada ridícula. Um circo. O mundo não vai deixar de comprar o petróleo persa! Depois que Teerã explodir a Bomba essa babaquice acaba..
    .
    Teve um cara que usava um bigodinho ridículo e o cabelo lambido que TAMBÉM não cobrava juros, e fez seu país sair da lama total e virar potência mundial em 10 anos!! Foi o maior crescimento econômico e tecnológico da história humana!! É claro; que eles também “tiveram que ser destruídos a qualquer custo”..hehe.

  13. Irã, fecha o registro do petróleo para aqueles sacanas agora!!!
    Agora sim a Europa vai ser do Putin e de seu partido A Russia Unida.
    Ferreira Junior
    É isso aí irmão!!!

  14. Sanctions dodge: India to pay gold for Iran oil, China may follow
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    India has reportedly agreed to pay Tehran in gold for the oil it buys, in a move aimed at protecting Delhi from US-sanctions targeting countries who trade with Iran. China, another buyer of Iranian oil, may follow Delhi’s lead.
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    The report, by the Israeli-based news website DEBKAfile, states that Iran and India are negotiating backup alternatives with China and Russia, should the US and EU find a way to block the gold payment mechanism.
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    Delhi’s move is seen as surprising, as earlier India and Iran said they would switch to yen and rupees. China, another major importer of Iranian oil, may follow Delhi’s lead, the report adds.
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    India and China need to switch from the dollar in bilateral trade, since the US and EU have issued unilateral sanctions against the Iranian oil industry and financial institutions. The sanctions would ban any bank involved in oil trade with Iran from dealing with American and European counterparts.
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    Both India and China, two major buyers of Iranian oil accounting for 22 and 13 percent of its total export respectively, have refused to join such sanctions. This means they .have to establish a reliable way of paying for crude, independently of the parts of the global financial system controlled by New York and London.

    Delhi’s current plan is to effect payments through two state-owned banks, India’s UCO Bank and Turkey’s Halk Bankasi, Turkey being another country refusing to join the sanction spree.
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    The US issued sanctions against Iran in December, aiming to put pressure on the Islamic Republic and make its controversial nuclear program more transparent. The EU joined the initiative on Monday, banning new oil contracts with Iran, but allowing current ones to be fulfilled.
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    Australia on Tuesday became the latest country to voice plans for such an embargo, although the move would be more symbolic than practical, considering the country’s small share in Iran’s oil export.
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    Japan and South Korea, two other major buyers of Iranian crude, are in talks with Washington over the issue, although both Seoul and Tokyo are worried that stopping their imports could hurt their economies.
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    Iran, which is highly dependent on its sales of oil, is reacting to the sanction campaign nervously. Tehran says it will not yield to pressure, and threatens to block the Strait of Hormuz, a key oil tanker route in the Persian Gulf.

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    Na HispanTV (La India aumenta la importación de crudo de Irán) diz-se “La India planea comprar tanto petróleo iraní como pueda, ya que las actuales condiciones la favorecen, ha señalado el lunes el ministro de Petróleo indio, Jaipal Reddy, tras saberse que la Unión Europea decidió sancionar el crudo de Irán.
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    To achando que esse petróleo vai sair mais barato pra esse povo aí! Eles dizem “Obrigado Europa!”.

  15. gustavo, esse artigo já foi publicado aqui no PB, só você procurar que acha.
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    A Arabia Saudita deve estar dando pulinhos de alegria essa hora…
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    Ainda estou tentando entender uma coisa. Não dizem que é impossível um teste nuclear sem que seja descoberto? Existem satélites que detectam a radiação gama emitida pela explosão, e alguns dizem que sismógrafos super sensíveis poderiam detectar. Então tão com medo de que? Se eles tentarem vão ser descobertos e se forem ai sim se toma uma medida para impedir. Ou será que esses meios não são lá tão eficientes e podem ser burlados, sendo esse o medo dos EUA e sua trupe?
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    O motivo pelo qual o Irã impede as fiscalizações da AIEA é o mesmo pelo qual já impedimos e que cobrimos nossos equipamentos quando veem vistoriar. Eles são técnicos e servem seus respectivos países e o conhecimento e tecnologia industrial pode ser roubada. Eles não são confiáveis. Porém não creio que o Irã tenha tecnologia a esconder, nós temos as centrifugas mas eles não têm nada que não seja novidade a ninguém. Ou têm?

  16. “O titulo desse texto diz “POtencia exigem”mas no texto diz claramente, Potencias “pediram”.”

    Errado!Quando se envia 2 navios-aerodromos com 160 avioes de combate,mais navios,submarinos,mais avioes seus e de seus aliados,mais dezenas de bases te carcando com milhares de soldados,sancoes politicas,tecnologicas e economicas..isso e sim EXIGIR e nao PEDIR…

    Eu ja disse e repito novamente…se o for feito um “enen” do Plano Brasil, 90% sera reprovado e ainda pegaremos varios tentando “colar” pra nao errar as respostas…

  17. HENRIQUE a produção de etanol Brasileira mal dá para o mercado interno e ela existe somente seis meses por ano…….O maior cliente hoje da Arabia Saudita é a China que compra a maior parte de sua produção e a tendencia é aumentar ainda mais…Aos poucos os EUA e a Europa Ocidental estão ficando com o abastecimento de petroleo debilitado e com os cofres cada vez mais em baixa para encontrarem formas de competirem por preços a ofertar com os Chineses.A Libia foi invadida para drenarem o petroleo e o Irã a finalidade é a mesma.Uma ação militar contra o Irã desencadeara não so a guerra que podera se generalizar no Oriente-Medio,Asia e Europa,mas um aprofundamento sem volta da crise.Mesmo que o Irã seja invadido e esteja submisso custara um preço sem precedentes a Israel e a Europa.O que vemos é o desespero de uma hegemonia que sucumbe e sem terem como reverterem se lançam como suicidas numa tentativa de vida ou morte…QUE MORRAM pois estão nas mãos dos produtores de energeticos,materias e generos.

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