Defesa & Geopolítica

Rapidinhas

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As voltas que o mundo dá

Por Suely CaldasEnquanto o Partido Republicano dos Estados Unidos rejeita proposta do presidente Barak Obama de elevar impostos dos americanos ricos, 16 multimilionários franceses assinam documento pedindo para pagar mais imposto. Pedido prontamente atendido, no dia seguinte o presidente Nicolas Sarkozy instituiu uma taxa temporária de 3% sobre a renda dos franceses que ganham acima de 500 mil por ano. A crise econômica segue, desafia os ricos, testa reações e condutas pessoais.

É claro que os milionários franceses olham por suas empresas, querem evitar que elas mergulhem com o país num possível rebaixamento da nota de risco.

Mas deram sua parte, estão tirando do bolso. Os americanos nem se mexeram e viram a Standard & Poor”s (S&P) rebaixar o rating dos Estados Unidos. Outras agências de risco não seguiram a S&P e três semanas depois seu presidente, Deven Sharma, demitiu-se do cargo. Na quinta-feira a Standard & Poor”s melhorou a classificação do Brasil.

Fonte: Estadão

PIB: BRASIL SERÁ 4ª ECONOMIA EM 2030, diz consultoria britânica

Britânica EIU prevê crescimento médio de 3,9% ao ano nos próximos 20 anos

O Brasil vai se tornar a quarta maior economia do mundo até 2030, segundo projeção da consultoria britânica EIU (Economist Intelligence Unit).

Atualmente, o país ocupa a sétima posição no ranking global, considerando o PIB (Produto Interno Bruto) medido em dólares. A crise que afeta as economias dos países desenvolvidos, minando sua capacidade de expansão no longo prazo, vai beneficiar a ascensão do Brasil.

A EIU previa, antes, que o país alcançaria o quinto lugar no ranking mundial na próxima década. Mas reduziu recentemente sua projeção para o crescimento do Japão. Com isso, espera agora que a economia brasileira vai se tornar maior do que a japonesa em 2027. “Antes, tínhamos o Brasil superando a França, a Alemanha e o Reino Unido, mas não o Japão. Essa projeção agora mudou“, afirma Robert Wood, analista sênior da EIU.

Fonte: FolhadeS.Paulo via DemocraciaePolítica

Patriota afasta possibilidade de Brasil suspender sanções à Líbia

Por Renata Giraldi

Brasília – O ministro das Relações Exteriores, Antonio Patriota, afastou hoje (26) a hipótese de o Brasil suspender unilateralmente as sanções impostas à Líbia pela Organização das Nações Unidas (ONU). Ele disse que qualquer modificação e decisão referente ao tratamento dado à Líbia por parte do governo brasileiro está ligada às iniciativas que o Conselho de Segurança da ONU tomar.

“O Brasil não costuma se posicionar unilateralmente sobre sanções”, disse o ministro durante encontro com o chanceler da Geórgia, Grigol Vashadce, no Itamaraty. “É uma matéria para deliberação do Conselho de Segurança. O conselho impôs por unanimidade as sanções há alguns meses, qualquer determinação de modificação, suspensão e interrupção terá que ser tomada pelo conselho”.

Fonte: AgênciaBrasil

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